sexta-feira, 13 de abril de 2012

Templo antigo contradiz a imaginada evolução da religião

A National Geographic declara:

 Os antropólogos [evolucionistas] sempre assumiram que a religião organizada havia evoluído como forma de resolver as tensões que inevitavelmente surgiram quando os caçadores-recolectores se tornaram sedentários.

Mas pilares extraordinariamente esculpidos encontrados no mais antigo templo do mundo, Gobekli Tepe, contradiz a versão evolutiva em torno da história antiga do homem (Cosner, L. and R. Carter. How does Göbekli Tepe fit with biblical history?).

A antropologia evolutiva oficial insiste que os seres humanos foram inventando a adoração religiosa à medida que emergiam da sua ancestralidade primata. Supostamente a religião emergiu depois do desenvolvimento da agricultura providenciar às pessoas tempo livre e proximidade suficiente para que conflitos fossem gerados uns com os outros.

Isto, supostamente, forneceu-lhes um incentivo para inventarem Deus e a religião.

Contadores de histórias evolucionistas como H. G. Wells ofereceram razões prováveis para a iniciativa humana de criar a religião. Em 1939, Wells especulou sobre as pessoas do Neolítico:

Tabu, that is to say primitive moral control, and magic, which is primitive science, are now grouped about the directive priesthood, and an elaborate astronomy fraught with worship, links the plough and the labouring beast and the sacrifice upon the altar with then constellations. (Wells, H. G., J. E. Huxley and G. P. Wells. 1939. The Science of Life. New York: Garden City Publishing Company, 1458-1459.)

Igualmente especulativa, a reportagem da National Geographic em torno de Gobekli Tepe afirmou que “aqueles que ascenderam ao poder eram vistos como possuidores duma ligação especial com os deuses.“

Mas a noção evolutiva de que as amenidades agriculturais geraram a religião está em vias de ser totalmente subvertida à luz dos complexos templos – totalmente construídos – descobertos em Gobekli Tepe (que, de forma lata, significa “montanha com barriga arredondada”) no sul da Turquia.

Estes achados espantosos demonstram que a humanidade era capaz de levar a cabo rituais religiosos e adoração desde o princípio da sua existência – e não milhares de anos depois de ter supostamente evoluído.

Existem muitos mistérios em torno deste local. Por exemplo, ninguém sabe o porquê dos pilares do templo terem sido enterrados de propósito, provavelmente séculos depois da sua cuidadosa construção, nem o porquê deles exibirem padrões ornamentais, nem o porquê de terem imagens de áves, serpentes, um escorpião, bois, raposas, répteis, um homem e provavelmente dinossauros.

Paralelamente, ninguém sabe o porquê dos pilares terem sido ordenados em círculos de 4 pedras, nem há conhecimento do propósito da construção da estrutura em si.

Elif Batuman, que descreveu a sua visita ao templo de Gobekli Tepe na edição de Dezembro do “The New Yorker” disse:

    De facto, ninguém sabe como é que o homem do neolítico conseguiu talhar estes pilares.

Estas perguntas gerais podem nunca ser respondidas, mas estas ruínas fascinantes sem dúvida que refutaram certas alegações inspiradas pela teoria da evolução em torno do homem primitivo. Batuman escreveu:

    A noção de se ter caçadores-recolectores a construir monumentos religiosos contradiz muito do que nós pensávamos saber sobre monumentos religiosos e sobre caçadores-recolectores. (Batuman, E. The Sanctuary. The New Yorker. December 19 and 26, 2011: 72-83.)

Porém, os evolucionistas continuam a tentar explicar mais esta contra-evidência dentro do seu paradigma naturalista.

O arqueólogo evolucionista Klaus Schmidt, pesquisador-chefe das escavações, sugeriu que, se calhar a adoração religiosa evoluiu primeiro, o que motivou a necessidade da agricultura.

Mas a reversão total da história evolutiva em torno das origens do homem apenas demonstra como esta suposta “teoria científica” é plástica, subjectiva e claramente duvidosa.

Fonte: Institute for Creation Research via Darwinismo

Nota do blog Darwinismo: A linha temporal Bíblica coloca o berço da civilização essencialmente no sítio onde a Arca de Noé aterrou, perto do Crescente Fértil do Médio Oriente – o que inclui a Turquia. Devido a isto, faz sentido que Gobekli Tepe tenha sido um dos primeiros templos que a humanidade pós-Dilúvio construiu.

Este achado maravilhoso vindica o que a Bíblia sempre disse sobre a humanidade. O homem “primitivo” era tão inteligente e habilitado como o homem moderno – se calhar até mais.

De acordo com a Palavra Daquele que estava lá quando o homem surgiu (sendo Ele o Criador) a humanidade foi criada à Imagem e Semelhança de Deus – com todas as capacidades necessárias para imaginar, projectar, construir, plantar e adorar.

Este achado científico demonstra mais uma vez que os Cristãos que defendem os “milhões de anos” com base na “datação” evolutiva não só estão em oposição ao que os dados científicos demonstram, como estão em desacordo com o que o Criador diz.

2 comentários:

  1. Ciência e fé tem muita diferença sim.

    A ciência quando se depara com um fato novo, repensa sobre a realidade em busca de uma explicação racional, lógica, experimental, etc.

    E a fé? bom a fé é fé, tá explicado.

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  2. A Ciência quando se ver muito avante, desaprova, esconde e pesegue os que estão avançados, para viver no engano. Com aconteceu com Buridan, caso este aconteceu com Tesla.
    Hoje Forças Militares se escondem nessa Ciência, e se revelam por OVNIs, deixando os demais na confusão, por não saberem nada da Ciência, e não conhecerem o mundo da mentira.
    Somente a Ciência até 1930 os militares deixaram ser reveladas ao público.

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