terça-feira, 3 de abril de 2012

Fóssil pode mudar (de novo) estudo da evolução humana

O fóssil de um pé [na verdade, apenas alguns ossinhos] encontrado na Etiópia pode mudar concepção dos cientistas sobre as espécies que deram origem aos humanos modernos [sic]. Segundo um estudo publicado [na] quarta-feira (28) pela revista científica Nature, esses ossos mostram que diferentes espécies de hominídeos evoluíram paralelamente [segundo a hipótese darwinista]. Os pesquisadores não sabem ao certo a que espécie pertencem os dedos e parte do peito do pé analisados [mas, curiosamente, sabem tudo o mais que precisam saber para fundamentar a tese evolucionista]. No entanto, eles têm certeza de que não se trata do Australopithecus afarensis, espécie da “Lucy”, famosa ossada de hominídeo encontrada na década de 1970 – e essa é uma descoberta importante.

Até agora, os cientistas pensavam que o Australopithecus era a única espécie de hominídeo que viveu na região entre três milhões e quatro milhões de anos atrás [segundo a majorada cronologia evolucionista]. O fóssil analisado é de um animal que viveu há 3,4 milhões de anos [idem], o que indica que essas duas espécies coexistiram.

Mesmo sendo uma parte pequena do corpo, o pé diz muito sobre a vida desses hominídeos [com boa imaginação, claro]. A estrutura lembra a do Ardipithecus ramidus, que viveu há 4,4 milhões de anos [idem].

O dedo polegar se opõe aos demais – como em uma mão humana –, o que é um sinal de que eles eram adaptados a viver em árvores. O Australopithecus, por outro lado, era bípede e tinha os dedos dos pés alinhados, como os humanos modernos.

Além do pé, os pesquisadores encontraram apenas alguns dentes, que não serviram para nenhuma conclusão científica. Esses achados foram feitos em 2009, e os paleontólogos seguem procurando por mais vestígios que possam esclarecer que espécie é essa.

Fontes: G1Notícias e Criacionismo

Nota: Volta e meia, alguns ossinhos fósseis acabam virando de ponta cabeça o “edifício evolutivo humano”, lançando por terra teorias anteriormente vendidas como certas e promovidas à certeza nos livros didáticos. Os pesquisadores darwinistas deveriam aguardar a descoberta de esqueletos fósseis e achados mais consistentes que lhes fornecessem mais certezas, antes de sair publicando (a aparecendo) por aí.[Michelson Borges]

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