quinta-feira, 26 de abril de 2012

Portal Terra repercute polêmica da aula criacionista

O Portal Terra publicou notícia sobre a recente polêmica envolvendo a aula ministrada por um professor do Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, na qual ele apresenta uma versão alternativa para a formação dos fósseis: o dilúvio de Gênesis. Leia aqui a notícia completa e os comentários do blogueiro criacionista, Michelson Borges.

Quantas massas cefálicas existem por aí 'pretendendo' fazer o mesmo?

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Fonte: Mentirinhas


Nota: Leia a poesia de Paulo Hirami - Massa Cefálica.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Thomas Kuhn em retrospectiva

Já se passaram 50 anos desde que o livro The Structure of Scientific Revolutions [A Estrutura das Revoluções Científicas] apresentou uma perspectiva radicalmente diferente sobre o modo como os cientistas realizam seu trabalho. A maioria dos leitores desse livro teria familiaridade com o método científico, que define a maneira como a ciência deve funcionar. Mas o “método científico” dos livros didáticos subestima as contribuições criativas fornecidas pelos cientistas, e Thomas Kuhn sabia que a História da Ciência fornece evidência abundante demonstrando que os fatores humanos merecem um perfil muito maior em nosso pensamento. Mesmo assim, ele sabia que seu livro era iconoclástico:

“Kuhn não estava totalmente confiante sobre como o livro Structure seria recebido. A ele fora negado estabilidade no emprego na Universidade Harvard, em Cambridge, Massachusetts, alguns anos antes, e ele escreveu a diversos correspondentes após o livro ter sido publicado que ele sentia que tinha  ido ‘muito além da conta’. Todavia, dentro de meses, algumas pessoas estavam proclamando uma nova era no entendimento da ciência. Um biólogo brincou que todos os comentários poderiam ser agora datados com precisão: seus próprios esforços tinham aparecido ‘no ano 2 a.K.’, antes de Kuhn. Uma década mais tarde, Kuhn tinha recebido tanta correspondência sobre o livro que se desesperou pensando se novamente conseguiria fazer algum trabalho.”

Após duas décadas, o “Structure tinha alcançado o status de arrasa-quarteirão”. As vendas estavam beirando a casa de um milhão de cópias e numerosas edições em línguas estrangeiras tinham sido publicadas. “O livro se tornou a obra acadêmica mais citada de todas as ciências humanas e sociais entre 1976 e 1983.” Esta última estatística foi a chave para entender seu destino subsequente: o livro foi como um imã para os sociólogos de ciência porque sua mensagem era sobre a face humana da ciência. Embora Kuhn tenha começado sua carreira acadêmica como físico, ele passou para a História e Filosofia da Ciência. O que ele tinha a dizer era menos atraente para a comunidade científica.

A palavra-chave para Kuhn foi “paradigma”. Originalmente, a palavra foi usada para se referir a um exemplo definido, padrão ou modelo. Mais tarde, foi associada com um referencial teórico para entender um aspecto do mundo em nosso redor. A abordagem de Kuhn se baseou nesses dois significados e lhes deu novas profundidades de significados.

“[Kuhn] separou seus significados intencionais em dois grupos. Um significado se referia às teorias e métodos dominantes de uma comunidade científica. O segundo significado, que Kuhn argumentou era tanto mais original e mais importante, referia-se aos exemplares ou problemas modelos, os exemplos trabalhados nos quais os estudantes e os jovens cientistas iniciam seus estudos/pesquisas. Assim como Kuhn reconheceu a significância de seu treinamento em Física, os cientistas aprenderam por meio da aprendizagem imersiva; eles tiveram que aprimorar o que o químico e filósofo de ciência húngaro Michael Polanyi tinha chamado de “tácito conhecimento”, ao trabalhar através de grandes coleções de exemplares em vez de memorizar regras explícitas ou teoremas. Mais do que a maioria de especialistas do seu tempo, Kuhn ensinou os historiadores e filósofos a considerar a ciência como prática em vez de silogismo.”

A análise de Kuhn foi e continua sendo uma grande influência no meu pensamento. Sua primeira contribuição foi demonstrar que o progresso crescente na ciência é somente parte da história. Isso é uma parte importante, e tende a dominar o pensamento da maioria dos cientistas ativos. Kuhn explicou como as anomalias na teoria são abordadas: a ciência normal considera as anomalias como problemas a serem resolvidos gradualmente, enquanto os cientistas revolucionários consideram as anomalias como indicadores para outra maneira melhor de abordar a evidência e definir os problemas. Descobrir aquela melhor maneira conduz a um novo quadro conceitual e se constitui em uma revolução científica.

Tendo contribuído com esse entendimento de revoluções na ciência, Kuhn também lançou luz em algumas disputas que acontecem antes e depois dessas revoluções. Há disputas expressas com palavras fortes; cientistas mostram emoção; pessoas se sentem afrontadas!

[Nota 1: Recentemente Francisco Salzano, Sergio Pena e vários cientistas enviaram uma carta ao presidente da Academia Brasileira de Ciência dizendo-se “afrontados” pelo avanço e a divulgação da teoria do Design Inteligente entre membros da ABC. Veja aqui.]

Kuhn explicou que as pessoas que desenvolveram paradigmas diferentes de entendimento da evidência acham muito difícil se comunicar uma com a outra.

“Mais controversa foi a afirmação de Kuhn de que os cientistas não têm como comparar conceitos nos dois lados de uma revolução científica. Por exemplo, a ideia de ‘massa’ no paradigma newtoniano não é a mesma no paradigma einsteiniano, argumentou Kuhn; cada conceito tira o significado de teias de ideias, práticas e resultados separados. Se os conceitos científicos  estiverem presos em maneiras específicas de ver o mundo, como uma pessoa que vê somente um aspecto da figura pato-coelho de um psicólogo de Gestalt, então como é possível comparar um conceito com outro? Para Kuhn, os conceitos eram incomensuráveis: nenhuma medida comum poderia ser encontrada com que relacioná-los, porque os cientistas, argumentou ele, sempre interrogam a natureza por meio de um dado paradigma.”

Uma figura ambígua na qual o cérebro muda entre ver um coelho e um pato

Esses insights são extremamente úteis quando se consideram questões controversas em nossos dias. Considere a questão de design inteligente, por exemplo. Durante o surgimento da ciência, os acadêmicos trabalhavam com paradigmas que eram capazes de lidar com o conceito de design na natureza - e eles encontravam design em toda a parte. Com as influências secularizantes do Iluminismo, veio uma aceitação do Deísmo - e assim o design era admitido somente até onde pudesse ser empurrado para os começos da história natural. Mais tarde, veio a ascensão do materialismo e do naturalismo e o desejo de redefinir a ciência exclusivamente em termos de causação natural, e isso nos levou ao ponto de vista do mundo evolucionário e à exclusão rígida do design inteligente da ciência. Essas mudanças paradigmáticas foram acompanhadas por uma incapacidade de entender os acadêmicos com um paradigma diferente: daí a representação de qualquer um que defenda o design inteligente como um defensor da anticiência e da superstição.

Hoje a análise kuhniana mesma está sob fogo de pessoas que são profundamente influenciadas pela cosmovisão materialista. Elas se apegam às ênfases positivistas com uma paixão que está parecendo cada vez mais como fervor religioso.

[Nota 2: Foi justamente esse “fervor religioso” que vi na carta assinada por Francisco Salzano, Sergio Pena e vários cientistas, enviada ao presidente da Academia Brasileira de Ciência, por causa do avanço e divulgação da teoria do Design Inteligente entre cientistas de renome da ABC. Veja aqui]

Todavia, é bom ler essa resenha na revista Nature. Há certamente áreas de divergência com Kuhn, mas não percamos de vista sua abordagem magistral e ilustradora.

“Mesmo assim, ainda podemos admirar a destreza de Kuhn em abordar ideias desafiadoras com uma mistura fascinante de exemplos da psicologia, história, filosofia e mais além. Dificilmente precisamos concordar com cada uma das proposições de Kuhn para usufruir - nos beneficiar - desse livro clássico.”

Fontes: David Kaiser, In retrospect: The Structure of Scientific Revolutions, via Desafiando a Nomenklatura Científica

Meu texto no OI: A redundância das semanais

Mais uma vez, uma semanal brasileira volta à carga contra o teísmo (leia-se religião judaico-cristã) dando vez e voz a um ateu raivoso. No revezamento redundante de sempre (perdoem-me a redundância), a vez foi da revista Época, com a entrevista “Deus se tornou redundante”. E o pregador, digo, entrevistado escolhido pela Época foi o cosmologista ateu Lawrence Krauss, de 57 anos, autor, entre outros, do livro Um Universo a Partir do Nada (ainda inédito no Brasil, mas, a julgar pelo padrão comportamental das grandes editoras nacionais, isso será por pouco tempo). O entrevistador é o jornalista Peter Moon, e isso já me diz muita coisa. Em 1999 – nunca me esqueço e guardo a revista até hoje – Moon, numa matéria publicada na IstoÉ, escreveu que acreditar na semana da criação e em Adão e Eva é crer numa “bobagem sem tamanho”. Portanto, a entrevista da revista Época é mais uma conversa entre amigos ateus do que uma análise de ideias e questionamento crítico. Fica na cara que as perguntas são como bolas posicionadas no pé do atacante, bastando-lhe apenas chutar em direção ao gol. [Leia mais e deixe seu comentário lá.]

Fonte: criacionismo

segunda-feira, 23 de abril de 2012

"Não existe verdade" é uma afirmação tola e auto-refutável

William Lane Craig responde a pergunta de um dos leitores de seu site.

Dr. Craig, a vida tornou-se um absurdo para mim. As diversas conversas que tive com pessoas em meus anos de escola ensinaram-me que a maioria das pessoas não acredita que existe "verdade", antes a "verdade" é só uma questão de opinião e, portanto, não possui significado absoluto. Nas minhas conversas foi-me revelado que tudo que não é um fato científico é falso, e que a "verdade" é apenas um mecanismo de enfrentamento que o ser humano criou para fazer parecer que a vida tem sentido, mas na realidade a vida não tem nenhum sentido. Como você, como filósofo/teólogo, enxerga isso? Estou ansioso pela sua resposta!

Steven


Steven, seu desespero é totalmente desnecessário e até mesmo errado. Os indivíduos que lhe disseram que "Não há tal coisa como verdade" não são pensadores claros ou guias confiáveis. A posição que eles aderem é auto-referencialmente incoerente, isto é, é literalmente auto-refutável.

Basta perguntar a si mesmo a pergunta: A afirmação

1. "Não há verdade"

é verdadeira? Se não, então não há necessidade de se preocupar, certo? Por outro lado se (1) é verdade, então segue que (1) não é verdade, pois não há verdade. Portanto, se (1) é falso, é falso, e se (1) é verdadeira, é falso. Então, de qualquer forma (1) é falso. A posição defendida por seus amigos é incoerente.

Por favor, não descarte essa resposta com mera "lógica de shopping". A posição que seus amigos lhe ensinaram é facilmente auto-refutável e tola.

Na verdade, o resto de sua carta revela que você implicitamente rejeita a visão "auto-destrutiva" deles, pois você continua afirmando algumas supostas verdades:

2. A palavra "verdade" é somente uma matéria de opinião e portanto não possui significado absoluto.
3. Qualquer coisa que não é um fato científico é falsa.
4. A verdade é apenas um mecanismo de enfrentamento que os seres humanos criaram.
5. A vida realmente não tem sentido.

Se (1) é verdadeiro, então (2)-(5) não pode ser verdade. Agora, desde que (1) é "auto-destrutivo", você vai ter que abandoná-lo e apenas afirmar a verdade de (2)-(5).

Mas, em seguida, o problema é que (1) foi determinado como a justificativa para afirmar (2)-(5). Então, se você desistir de (1), qual é a justificativa para (2)-(5)?

Na verdade, (2)-(5) possuem os seus próprios problemas auto-referenciais. Escolha (2). Esta declaração é uma verdadeira bagunça. É evidente que a palavra "verdade" não é uma questão de opinião. A palavra "verdade" é uma palavra em Inglês, com cinco letras [o texto original é em inglês]. (2) não afirma nada e assim não pode ser uma questão de opinião. Da mesma forma, o que significa dizer que a "verdade" não tem significado absoluto? Claramente, esta palavra tem um significado (procurá-lo em qualquer dicionário), como é evidente pelo fato de que nós estamos discutindo isso. Se ele tem um significado em Inglês (ao contrário de, digamos, "zliibckk"), eu não sei o que significa dizer que o significado não é absoluto. Certamente, o significado de "verdade" é relativo ao idioma Inglês. Não tem nenhum significado em alemão, por exemplo (em oposição a "Wahrheit"). Claramente, o que se entende por (2) é algo mais parecido com

2*. O que é verdade é relativo à pessoa e somente uma questão de opinião.

"É verdade para você", como dizem, "mas não é verdade para mim." Mas, então, os mesmos problemas auto-referenciais surgem novamente. Se (2*) é verdadeiro, então (2*) em si é apenas uma questão de opinião e é relativo a uma pessoa. Mas então não é objetivamente verdade que a verdade é só uma questão de opinião. É apenas a sua opinião de que a verdade é uma questão de opinião, então quem se importa? O problema é que os relativistas querem afirmar que (2*) é objetivamente verdadeiro, mas, nesse caso, (2*) é falso. Então, mais uma vez, é auto-destrutivo.

Ou tome (3). (3) não é em si um fato científico. Não há experiências que você pode realizar para provar isso, nem você vai encontrá-lo afirmado em qualquer livro de ciências. É uma afirmação filosófica sobre a natureza dos fatos. Mas (3) afirma que qualquer coisa que não é um fato científico é falso. Mas, então, segue-se que (3) é falso! Acorde, Steven! Como você poderia ter ficado alheio a essas incoerências?

Que tal (4)? Verdade e falsidade são propriedades de afirmações. Uma afirmação S é verdadeira se e somente se o que S diz ser o acontecimento é realmente o acontecimento. Por exemplo, "A neve é branca" é verdadeiro se e somente se a neve é branca. Obviamente, a verdade não é um mecanismo de enfrentamento, já que os mecanismos de enfrentamento não são propriedades de afirmações. Isto é apenas uma forma confusa de pensar. O que se pretende por (4) deve ser algo como

4*. Pensamos que S é verdadeiro apenas porque este pensamento nos permite enfrentar a vida.

Agora, mesmo (4*) me parece totalmente implausível. Certamente você pode pensar em diversos tipos de afirmações que acha serem verdadeiras independentemente do fato de que se você assim pensar lhe ajuda a enfrentar a vida. De fato, algumas das coisas que pensamos que são verdadeiras são impedimentos positivos para enfrentar com sucesso a vida! Mas deixemos isso de lado. A coisa mais importante é que se (4*) é verdadeira, então a única razão para você acreditar em (4*) é porque ele lhe ajuda a enfrentar. Nesse caso, podemos sentir pena de você, mas não vamos nos preocupar com a objetividade da verdade como um resultado.

Quanto à (5), que é uma afirmação coerente e importante. Concordo com você que, se Deus não existe, então (5) é verdadeiro. Mas se ele existe, então (5) é falso. Então, quais são as evidências para fundamentar a sua opinião? Vai ser muito difícil para você dar qualquer evidência para o seu ponto de vista, se você negar que a verdade é objetiva e pode ser objetivamente conhecida!

O ponto de partida, Steven, é que é uma reivindicação substancial dizer que a vida é um absurdo, e estes seus conhecidos que o levaram a abraçar essa crença lhe enganaram através de argumentos pobres e afirmações auto-refutáveis. Exorto-lhe a sacudir o torpor causado por tais sofismas e voltar a pensar claramente sobre esses assuntos!

Fonte: Origem e Destino

 Tudo é Relativo?
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 Fonte: Criacionismo

domingo, 22 de abril de 2012

A pornografia pode desligar uma parte do seu cérebro

Para quem acreditava que a pornografia era uma atividade relacionada primordialmente a estímulos visuais intensos, temos novidades. Um novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Groningen, da Holanda, sugere que assistir a filmes eróticos pode, na verdade, desligar a região do cérebro conhecida como córtex visual primário, responsável por processar os estímulos visuais.

De acordo com o site Live Science, que conversou com um dos autores do estudo, Gert Holstege, a maioria das ações que envolvem assistir a filmes ou praticar qualquer outra atividade visual faz com que o fluxo de sangue para essa região aumente. Entretanto, quando essa atividade envolve assistir a filmes eróticos explícitos, ocorre o contrário. Ou seja, o cérebro parece desviar o fluxo de sangue para outras regiões, provavelmente para aquelas responsáveis pela excitação sexual.

Tomografias e fluxo sanguíneo

Os pesquisadores realizaram tomografias dos cérebros de mulheres enquanto elas assistiam a três tipos de filmes: um documentário sobre a vida marinha do Caribe, um clipe que mostrava cenas de carícias preliminares, e um terceiro, apresentando cenas de sexo explícitas.

Os resultados mostraram que as cenas explícitas provocaram reações físicas mais fortes entre as participantes e que o córtex visual primário recebeu um fluxo de sangue bem menor que o recebido durante as exibições dos outros filmes.

Para os pesquisadores, essa resposta do córtex pode ser entendida como o cérebro se concentrando mais na excitação do que no processamento das imagens, como se estivesse tentando guardar o máximo de energia possível, desligando todas as regiões que não são necessárias nesse momento. Ou seja, mais ou menos como as reações de fuga e luta, que fazem com que o cérebro estimule o nosso organismo a responder de determinada maneira em situações de stress.

Fonte: TecMundo

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Quer salvar o planeta? Pare de comer carne

Quer ajudar o clima? Que tal reduzir seu consumo de carne? [Melhor ainda: parar de comer carne.] Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso. O óxido nitroso é o maior contribuinte do homem à destruição do ozônio estratosférico (o “buraco de ozônio”), e o terceiro gás que mais contribui para o efeito estufa, depois do dióxido de carbono e do metano. Cerca de 80% das emissões humanas de óxido nitroso são provenientes da agricultura. Bactérias convertem o nitrogênio encontrado no esterco bovino ou o excesso deixado no solo em gás óxido nitroso. Cada quilo de carne que comemos requer múltiplos quilos de grãos, e cada grão, por sua vez, requer a utilização de fertilizantes contendo azoto, de modo que a quantidade de óxido nitroso liberado por caloria da carne (e laticínios) é muito maior do que simplesmente comer as culturas (verduras, frutas) diretamente.

Pesquisadores analisaram várias trajetórias possíveis para as futuras emissões de óxido nitroso, inclusive estabilizar os níveis atmosféricos de óxido nitroso deste século. Eles consideraram que alterações às emissões seriam necessárias para atingir essa meta.

Uma abordagem para reduzir a quantidade de óxido nitroso emitida é a utilização de azoto de maneira mais eficiente para cada quilo de grãos ou carne produzido. Mas reduzir a demanda por carne também é eficaz.

“Se quisermos chegar à redução mais agressiva – o que realmente estabiliza o óxido nitroso – temos que usar todos os itens acima, incluindo mudanças na dieta”, disse o pesquisador Eric Davidson. Ele mostrou que seria necessário reduzir o consumo de carne no mundo desenvolvido em 50% para gerir o azoto duas vezes mais eficientemente.

Essa análise é consistente com outros estudos, como um relatório de 2006 da ONU, que afirmou que a pecuária contribui mais para a mudança climática do que o transporte. Se incluirmos o metano – liberado em grandes quantidades por ruminantes como o gado – e as emissões de dióxido de carbono da produção de fertilizantes, as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura e pecuária são ainda maiores.

O óxido nitroso é liberado em quantidades muito menores do que o dióxido de carbono e o metano, mas é cerca de 300 vezes melhor em capturar calor, e dura na atmosfera por cerca de 100 anos, de modo que cada uma de suas moléculas contribui muito para o aquecimento climático.

Então, a solução é a redução do consumo de carne. Mas isso tem chances de acontecer? Davidson ressalta que, 30 anos atrás, ninguém acharia possível que o tabagismo fosse proibido em bares, ou que o consumo de cigarro diminuísse. Tudo pode acontecer.

De acordo com o estudo de Davidson, o consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de 78 quilos em 2002 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 28 quilos em 2002, projetado para crescer para 37 em 2030.

“Temos vivido de uma forma muito luxuosa. Ir de 82 kg de carne por ano a 40 não deveria ser pedir muito”, disse a cientista Christine Costello.

Fonte: Hypescience via criacionismo

Nota do blog Criacionismo: O fato é que existem muitas boas razões defendidas pelos adventistas do sétimo dia há mais de cem anos no sentido de que se reduza e mesmo se abandone a dieta cárnea: (1) saúde – está provado que a dieta vegetariana é a que mais promove a saúde e a longevidade; (2) crueldade com os animais – todo consumidor de carne deveria, alguma vez, visitar um matadouro para ter noção do sofrimento que é infligido aos animais criados para abate; além disso, os adventistas anseiam a volta de Jesus e o estabelecimento do Reino de Deus; lá não mais haverá morte, portanto, adeus churrasco!; (3) cuidado com o meio ambiente – as vastas pastagens destinadas à criação de gado poderiam ser mais bem aproveitadas com o cultivo de sementes e hortaliças que seriam mais do que suficientes para alimentar a população mundial, com um custo muito menor e um impacto ambiental bem mais reduzido. Qualquer um dos motivos acima (e muitos outros) é justificativa mais do que suficiente para uma equilibrada e sábia reforma em nosso estilo de vida e em nossa dieta. O planeta, nosso corpo e nossa mente agradecem.[Michelson Borges]

Minha Nota: Leia e assista mais sobre as desvantagens de consumir carne (aqui, aqui, aqui e aqui) e não deixe de ler também o artigo que fiz e publiquei no blog com o título:  A carne como alimento. Vale ressaltar, que este artigo causou uma tremenda polêmica nas redes sociais entre meus amigos. [FN]

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Templo antigo contradiz a imaginada evolução da religião

A National Geographic declara:

 Os antropólogos [evolucionistas] sempre assumiram que a religião organizada havia evoluído como forma de resolver as tensões que inevitavelmente surgiram quando os caçadores-recolectores se tornaram sedentários.

Mas pilares extraordinariamente esculpidos encontrados no mais antigo templo do mundo, Gobekli Tepe, contradiz a versão evolutiva em torno da história antiga do homem (Cosner, L. and R. Carter. How does Göbekli Tepe fit with biblical history?).

A antropologia evolutiva oficial insiste que os seres humanos foram inventando a adoração religiosa à medida que emergiam da sua ancestralidade primata. Supostamente a religião emergiu depois do desenvolvimento da agricultura providenciar às pessoas tempo livre e proximidade suficiente para que conflitos fossem gerados uns com os outros.

Isto, supostamente, forneceu-lhes um incentivo para inventarem Deus e a religião.

Contadores de histórias evolucionistas como H. G. Wells ofereceram razões prováveis para a iniciativa humana de criar a religião. Em 1939, Wells especulou sobre as pessoas do Neolítico:

Tabu, that is to say primitive moral control, and magic, which is primitive science, are now grouped about the directive priesthood, and an elaborate astronomy fraught with worship, links the plough and the labouring beast and the sacrifice upon the altar with then constellations. (Wells, H. G., J. E. Huxley and G. P. Wells. 1939. The Science of Life. New York: Garden City Publishing Company, 1458-1459.)

Igualmente especulativa, a reportagem da National Geographic em torno de Gobekli Tepe afirmou que “aqueles que ascenderam ao poder eram vistos como possuidores duma ligação especial com os deuses.“

Mas a noção evolutiva de que as amenidades agriculturais geraram a religião está em vias de ser totalmente subvertida à luz dos complexos templos – totalmente construídos – descobertos em Gobekli Tepe (que, de forma lata, significa “montanha com barriga arredondada”) no sul da Turquia.

Estes achados espantosos demonstram que a humanidade era capaz de levar a cabo rituais religiosos e adoração desde o princípio da sua existência – e não milhares de anos depois de ter supostamente evoluído.

Existem muitos mistérios em torno deste local. Por exemplo, ninguém sabe o porquê dos pilares do templo terem sido enterrados de propósito, provavelmente séculos depois da sua cuidadosa construção, nem o porquê deles exibirem padrões ornamentais, nem o porquê de terem imagens de áves, serpentes, um escorpião, bois, raposas, répteis, um homem e provavelmente dinossauros.

Paralelamente, ninguém sabe o porquê dos pilares terem sido ordenados em círculos de 4 pedras, nem há conhecimento do propósito da construção da estrutura em si.

Elif Batuman, que descreveu a sua visita ao templo de Gobekli Tepe na edição de Dezembro do “The New Yorker” disse:

    De facto, ninguém sabe como é que o homem do neolítico conseguiu talhar estes pilares.

Estas perguntas gerais podem nunca ser respondidas, mas estas ruínas fascinantes sem dúvida que refutaram certas alegações inspiradas pela teoria da evolução em torno do homem primitivo. Batuman escreveu:

    A noção de se ter caçadores-recolectores a construir monumentos religiosos contradiz muito do que nós pensávamos saber sobre monumentos religiosos e sobre caçadores-recolectores. (Batuman, E. The Sanctuary. The New Yorker. December 19 and 26, 2011: 72-83.)

Porém, os evolucionistas continuam a tentar explicar mais esta contra-evidência dentro do seu paradigma naturalista.

O arqueólogo evolucionista Klaus Schmidt, pesquisador-chefe das escavações, sugeriu que, se calhar a adoração religiosa evoluiu primeiro, o que motivou a necessidade da agricultura.

Mas a reversão total da história evolutiva em torno das origens do homem apenas demonstra como esta suposta “teoria científica” é plástica, subjectiva e claramente duvidosa.

Fonte: Institute for Creation Research via Darwinismo

Nota do blog Darwinismo: A linha temporal Bíblica coloca o berço da civilização essencialmente no sítio onde a Arca de Noé aterrou, perto do Crescente Fértil do Médio Oriente – o que inclui a Turquia. Devido a isto, faz sentido que Gobekli Tepe tenha sido um dos primeiros templos que a humanidade pós-Dilúvio construiu.

Este achado maravilhoso vindica o que a Bíblia sempre disse sobre a humanidade. O homem “primitivo” era tão inteligente e habilitado como o homem moderno – se calhar até mais.

De acordo com a Palavra Daquele que estava lá quando o homem surgiu (sendo Ele o Criador) a humanidade foi criada à Imagem e Semelhança de Deus – com todas as capacidades necessárias para imaginar, projectar, construir, plantar e adorar.

Este achado científico demonstra mais uma vez que os Cristãos que defendem os “milhões de anos” com base na “datação” evolutiva não só estão em oposição ao que os dados científicos demonstram, como estão em desacordo com o que o Criador diz.

Menina de 4 anos tem QI quase igual ao de Albert Einstein e Stephen Hawking

Heidi Hankins, uma garotinha inglesa de apenas 4 anos de idade, acabou de ser aceita pela Mensa —organização internacional que reúne pessoas com QIs na faixa dos 2% mais altos da população — após alcançar 159 pontos nos testes oficiais, ficando apenas 1 ponto abaixo de gênios como Albert Einstein e Stephen Hawking. De acordo com a organização, a pontuação média de um adulto é 100, e para ter o QI considerado alto, a pessoa deve alcançar 130 pontos.

De acordo com o Daily Mail, que conversou com os pais da menina, Heidi já sabia ler, somar, subtrair e recitar poemas aos dois anos de idade. As professoras da escolinha que a menina frequenta sugeriram que ela fizesse o teste de QI depois de perceber que ela era tão inteligente, que existiam poucas atividades que realmente a desafiassem.

Heidi realizou um teste específico para crianças de sua idade, e John Stevenage, CEO da Mensa britânica, afirmou que é pouco provável que os resultados da menina mudem com o passar do tempo.

Fonte: tecmundo

quarta-feira, 11 de abril de 2012

De onde vem o cheiro de livros velhos

Quando entramos em sebos (lugares onde se vendem livros usados e antigos), sentimos aquele aroma particular de livros envelhecidos pelo tempo. Alguns amam o cheiro e outros o detestam. Mas de onde ele vem?

Os livros são feitos de matéria orgânica, que reage ao calor, à luz, à umidade e aos produtos químicos utilizados na sua produção. O cheiro, portanto, é resultado da reação do material orgânico com esses fatores.

Químicos da University College London, em Londres, no Reino Unido, investigaram o odor de livros velhos e chegaram à conclusão que os papéis de livros mais velhos liberam centenas de substâncias orgânicas voláteis.

Segundo esse grupo de pesquisadores, liderados por Matija Strlic, o cheiro é uma combinação de grama, ácidos, baunilha e mofo.

Os produtos químicos, dos quais os cientistas falam, são encontrados na pasta de madeira e de celulose, das quais o papel é feito, e nas tintas utilizadas no texto e nas ilustrações. Do ponto de vista químico, a principal razão para a decomposição dos livros é a acidez, que é ainda mais forte em livros impressos nos séculos 19 e 20, que se deterioram mais rapidamente.

Mas, ao contrário do que pensa o senso comum, os primeiros livros impressos sobreviveram por mais de 500 anos devido à pureza do papel.

Além disso, livros também podem reagir com materiais externos, como um recorte de jornal, por exemplo, que pode ser deixado dentro do livro, o que causa uma reação do papel do livro com a tinta e o papel ácido barato do jornal.

Mais: os livros podem absorver cheiros fortes do ambiente. Isso é visto com o tabaco e a fumaça. Portanto, a melhor maneira de guardar seus livros é em ambientes secos e frescos, bem longe da luz direta do sol. [AbeBooks]

Fonte: hypescience

terça-feira, 10 de abril de 2012

Johan Vonlanthen "Eu parei no futebol europeu por não jogar no sábado"

Achei curiosa esta reportagem que está circulando nas redes sociais de que um jogar profissional veio a deixar de jogar futebol para 'guardar o sábado'. Então, fiz uma pesquisa na internet para saber mais sobre este assunto. Olha só que descobrir! Na época, em setembro de 2011, Johan Vonlanthen toma a decisão em deixar os gramados europeus por causa do sábado bíblico e, é claro, por causa disso, chamou atenção de muitos jornalistas e boa parte dos noticiários esportivos da europa que publicaram esta novidade. Então veja uma parte da entrevista concedida a revista Cromos. Tradução: Google tradutor



Que música você gosta? Salsa? Reggaeton?
Nada disso, porque minha vida mudou um pouco e deixar essas coisas em música e dança, tudo isso. Dediquei-me para os louvores e hinos ao Senhor.

Quando é dedicado a louvar?
Eu acho que começou em 2008.

Toma três anos de idade. Por que você mudou?
Quando fui para a Holanda, 17 Embora eu não tivesse problemas com companheiros de equipe, eu me senti muito sozinho. Ele morava em um apartamento e chorou durante a noite. Minha mãe raramente veio visitar-me porque era o seu próprio negócio na Suíça, com Aaron, um irmão mais novo nasceu.

Deprimido?
Sim, embora eu estava fazendo de errado e tudo estava indo bem, eu não estava feliz, eu precisava de algo pequeno. Foi quando comecei a ouvir e estudar a Bíblia com uma mulher que era adventista.

Quando é que a mudança?
Isso foi gradual e, embora a minha vida estava andando bem com namoradas, festas e treinamento, comecei a estudar e ler a Bíblia. Quando as coisas davam errado, me ajoelhei e comecei a orar.

Hoje você é adventista.
Sim, Adventista.

O que significa isso?
Existem dois grupos. Aquele que aceita a Santíssima Trindade eo outro não. Eu estou em nenhuma.

O que você acha?
Cremos em um Deus Pai e de Seu Filho Jesus Cristo, cremos que Jesus é o Espírito Santo e acredito que os mandamentos de Deus estão no lugar, são cruciais para a vida humana.

Será que essas crenças como eles mudaram o jogador de futebol?
Quando eu comecei profundizarme já sabe o que é no sábado, que é o dia do Senhor, comecei a ver o que é o sétimo dia. Foi quando eu soube que o sábado bíblico é o sábado e começou a ver que naquele dia foi uma bênção, uma santificação diferente de qualquer outro dia, e cada vez que eu fui para o campo no sábado foi mais difícil, eu sabia estávamos fazendo de errado em jogar ou trabalhar no sábado.

Como eles levaram em equipas onde jogou?
Ele caiu muito. Entrar sábado, causou-me um pouco na minha carreira de futebolista. Quero dizer, aos 20 anos eu comecei a falar sobre o sétimo dia não era o domingo, mas foi o sábado do Senhor. Não que eu disse ao técnico que não, mas eles sabiam que me incomodou.

Você que eu ainda jogar no sábado?Sim, ele jogou por respeito ao contrato. Quando a Red Bull pagou-me a Zurique, em 2009-2010, joguei Liga dos Campeões. Acho que foi o melhor ano que tive, eu marquei 17 gols no total, com os objetivos da Copa da Suíça, mas não pôde jogar no sábado e foi onde o presidente da equipe e pediu-lhe para me deixar sábados de folga, mas sua resposta foi não, porque na Suíça quase todos os jogos são no sábado. Ele disse: "Se tivéssemos 30 jogos no domingo e 6 jogos no sábado, lhe daria sábado de folga, mas como na Suíça tem 30 jogos no sábado e 6 no domingo um ano, você não estaria jogando."

 E isso é o fim de tudo na Europa?
Vem a Copa do Mundo em 2010 com a equipe suíça e eu perdê-la eu tive uma lesão no menisco. Eu voltar para a Áustria, que eu recuperar e começar a trabalhar com a equipe. Em junho, eu terminei o contrato com a Red Bull, teve ofertas de muitos lugares na França, Suíça, Rússia, Grécia a seguir. O salário seria muito bom, mas eu não queria dar ouvidos a Deus.

Não jogar no sábado?
Sim, foi essa a razão.

Como funciona o Itagüí proposta então? Você já procurou isso?
Eu disse Milton, meu pai biológico, eu queria vir aqui porque a Colômbia é jogado aos domingos e quartas-feiras, e às vezes aos sábados apenas.

Você veio para marcar golos, porque é isso que o presidente pediu Itagüí.Sim, eu perguntei objetivos eo treinador também, eu mesmo disse uma figura-chave e, bem, eu tenho que trabalhar por esse montante.

Fonte: Cromos

Dinossauros viviam na água ou foram sepultados nela?

“Os dinossauros foram as mais temidas criaturas a caminhar sobre a Terra” – segundo uma nova teoria, tem algo de errado nessa frase. É que um biólogo de Cambridge chamado Brian Ford está sugerindo que os dinos eram, na verdade, criaturas aquáticas. Os bichões passariam boa parte de suas vidas nadando em águas com profundidade entre quatro e nove metros, usando suas longas caudas para ajudar na movimentação. De acordo com Ford, isso explicaria por que cientistas encontram marcas de pegadas de dinossauro, mas nunca marcas de seus rabos – deixá-los sem tocar o chão demandaria uma grande quantidade de energia. A teoria de Ford também explicaria como bichos imensos e pesados, de até 100 toneladas, teriam apenas duas patas para sustentá-los, tendo em vista que os animais terrestres mais pesados da atualidade, como o Elefante, têm quatro.

“Os dinossauros normalmente são descritos caminhando em planícies áridas, mas acredito que a cena correta seria em um lago raso, já que a água ajudaria a suportar seu peso”, conta o cientista. Outro argumento é que na época em que eles viveram, a Terra seria coberta de lagos rasos.

Mas a comunidade científica, em sua maioria, não dá muito crédito à ideia. De acordo com o paleontólogo do Museu de História Natural de Londres, Paul Berret, a teoria dos dinos aquáticos era muito popular nos anos 1920, mas a partir de estudos feitos na década de 1960 foi provado que os bichos pré-históricos tinham, sim, força muscular suficiente para sustentar seu corpo pesado e sua cauda. “Eles podem até ter vivido perto da água e terem dado alguns mergulhos, mas duvido que vivessem nela”, completa.

Fonte: Galileu

Nota: Volta e meia, os cientistas tropeçam na verdade, mas não ousam dar o último passo e admitir o óbvio – por preconceito ou desconhecimento, mesmo. Pesquisas anteriores já deram conta de que os dinos muito provavelmente morreram afogados. Para serem fossilizados, os animais precisam ser instantaneamente soterrados por lama, a fim de que o corpo não seja decomposto ou devorado, mas acabe mineralizado, ou seja, vire fóssil. Agora imagine a quantidade de lama e sedimentos necessária para sepultar tantos grandes dinossauros em tantas partes do mundo. Por não admitir o modelo diluviano (segundo o livro de Gênesis), os cientistas darwinistas propõem cenários como o do texto acima: pegadas são encontradas em locais que foram cobertos por água, portanto, os dinossauros nadavam ali. Nadavam ou estavam fugindo de uma catástrofe aquática? Para que pegadas sejam fossilizadas, elas têm que ser impressas em lama e, em seguida, cobertas por mais lama. Alguns cientistas realmente tropeçam na verdade, mas se levantam e fazem de conta que nada é nada. Para ler mais sobre dinossauros, clique aqui.[MB]

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Música 'Galhos Secos' que ficou mais conhecida nacionalmente como 'Para Nossa Alegria'

No Youtube e nas redes sociais a música Galhos Secos ficou mais conhecida como 'para nossa alegria' cantada por Jefferson, Mara e Suelen, em um vídeo que contabilizou quase 14 milhões de acessos em 20 dias. Se você ainda não viu, Veja o vídeo.
Agora veja a versão original de Galhos Secos da Banda Exodos produzido em 1972.



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Os dez maiores mistérios da evolução humana

Teóricos antigos, Charles Darwin, a genética e a ciência moderna ainda não foram capazes de solucionar completamente os mistérios relacionados à nossa evolução. Existe sólido conhecimento produzido sobre os conceitos de evolução [quando se trata de microevolução e seleção natural, por exemplo], mas o senso comum ainda desconhece a maior parte deles. Confira uma lista com dez desses pontos obscuros:



10 – Por que não somos mais parecidos com os macacos?

Coloque lado a lado o DNA do homem e o do chimpanzé e você descobrirá que existe uma diferença de pouco mais de 1% entre nós e eles. Até as cadeias de cromossomos de ratos e camundongos, por exemplo, têm menos em comum entre si do que nós e os outros primatas. Apesar disso, somos muito diferentes.

A principal razão para isso é a própria genética. Quando se trata de cadeias de DNA, uma ínfima mudança de ordem pode incorrer em uma grande alteração no fenótipo. Apenas 1% difere entre chimpanzés e humanos, mas essas alterações se espalham por 80% dos nossos cerca de 30 mil genes. Dessa maneira, fica fácil haver duas espécies completamente distintas. [É bom lembrar que temos 50% de semelhança genéticas com as bananas, mas ninguém sugere parentesco, nesse caso.]

9 – Por que nos tornamos bípedes?

Os ancestrais do homem são bípedes há muito mais tempo do que se imagina. Darwin sugeriu que o ser humano passou a caminhar sobre duas pernas com o intuito biológico de deixar as mãos livres para a confecção de ferramentas. Cientistas posteriores, no entanto, derrubaram essa tese ao afirmar que o bipedalismo é quatro milhões de anos mais antigo que as primeiras ferramentas, logo, uma coisa está desvinculada da outra.

Um exame evolutivo mais apurado, feito por vários pesquisadores, mostra que há várias razões para que nós tenhamos deixado de ser quadrúpedes. Em parte, pode haver vínculo com a velha seleção natural, em que os bípedes levavam vantagem entre brigar melhor, economia de energia ao se movimentar, etc. O bipedalismo teria começado em árvores ou outros ambientes em que os quadrúpedes precisam de maior habilidade de locomoção. [Convencido?]

8 – Por que o desenvolvimento tecnológico foi tão lento?

Uma descoberta relativamente recente (há cerca de duas décadas), em Afar, na Etiópia, mudou o modo como os cientistas enxergam a evolução dos instrumentos manuais. Lascas de pedra nesse local foram datadas de 2,6 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], muito mais antigamente do que se imaginava. A nova questão a intrigar os pesquisadores passou a ser o motivo de a revolução tecnológica seguinte levar tanto tempo para acontecer [será que o problema, na verdade, não estaria com os métodos de datação?].

Uma das razões foi o lento amadurecimento do sistema nervoso central. Nos dois milhões de anos posteriores ao aparecimento das primeiras ferramentas, o cérebro humano dobrou de volume, atingindo 900 centímetros cúbicos. Entre os ganhos nesse aumento, incluem-se as capacidades motoras, o que propiciou a evolução. [E o que dizer de descobertas “anômalas” para a hipótese evolutiva, que apontam tecnologia e inteligência em nossos ancestrais?] 

7 – Quando desenvolvemos a linguagem? 


Anatomicamente falando, o Homo sapiens não foi a única espécie do mundo a ter habilidade para a fala. Os Neandertais tinham língua e estruturas vocais e respiratórias próprias para a função de se comunicar [mas isso é claro, porque os neandertais eram, muito provavelmente, humanos; digite a palavra “neandertais” no buscador do blog, lá em cima, e leia as postagens que forem apontadas], e indícios apontam para a existência de fala na espécie há cerca de [supostos] 500 mil anos. O pontapé inicial da comunicação pode estar por volta dessa época.

Apesar de não propriamente falarem, no entanto, hominídeos que teriam vivido na Terra algumas centenas de milhares de anos antes já gesticulavam. Ainda antes da fala em si, seu corpo já apresentava um órgão primitivo que se assemelhava a uma “caixa de voz”, e permitia a emissão de sons altos. [Como sabem tanta coisa a partir de fragmentos de ossos fossilizados? E o que dizer das complexas e específicas estruturas cerebrais que agem em sintonia fina com os órgãos fonadores a fim de que exista a fala? Quem “surgiu” primeiro: os órgãos da fala ou os neurônios especializados? E se surgiu tudo junto, o que diferenciaria um evento desses de um milagre?]

6 – Por que nosso cérebro é tão grande?

Alguns primatas, durante sua linha evolutiva, desenvolveram fortes músculos na mandíbula. Isso amplia a pressão sobre o crânio, inibindo o desenvolvimento físico do cérebro. O ancestral do ser humano, há cerca de dois milhões de anos, tomou o sentido contrário: uma mutação genética favoreceu o crescimento do cérebro [humm... simples assim].

Pouca gente imagina, mas um cérebro bem desenvolvido é literalmente faminto, ou seja, foi preciso que os hominídeos desenvolvessem uma dieta mais rica em vários nutrientes (derivados da carne, inclusive) para ampliar o próprio potencial. [Então as mutações, geralmente deletérias, como mostra a ciência experimental, foram responsáveis pelo desenvolvimento do quilo e meio de matéria mais complexa do Universo? Mutações são incapazes de criar nova informação complexa e específica, mas querem que acreditemos que essa máquina maravilhosa chamada cérebro teria sido resultado de mutações ocasionais? Minha fé não chega a tanto.]



5 – Por que somos pelados?

Uma ideia já levantada para o fato de os hominídeos terem perdido os pelos foi o fato de entrarem mais na água (em rios e lagos). Com a mudança de adaptação à temperatura externa, teríamos perdido a necessidade de tanta “cobertura”. A teoria mais aceita, no entanto, defende que nos livramos dos pelos porque estávamos superaquecendo, e não nos resfriando.

 Enquanto nos restringimos a florestas tropicais, onde a temperatura é amena devido à cobertura vegetal, ser peludo não era problema. Mas a partir do momento em que nossos ancestrais passaram a habitar áreas abertas e com a mesma alta temperatura, o único artifício para resfriamento corporal era o suor. Nessa etapa, os pelos se tornaram um entrave evolutivo, e foram pouco a pouco descartados. [Somente para, depois, os seres humanos que vivem em regiões muito quentes como os desertos terem que usar cobertura para se proteger dos raios solares e da perda excessiva de líquido. A evolução – na verdade, os evolucionistas – precisa decidir o que é bom ou não para o ser humano. O que eles querem, na verdade, é apenas nos convencer de que somos macacos pelados.]

4 – Como aconteceu nossa diáspora?

Já é famosa a postulação de que os hominídeos partiram da África em direção a outras regiões do planeta. Há cerca de 1,8 milhão de anos [sic] houve ancestrais na Ásia e há uns 800 mil, na Europa, mas essas espécies primitivas foram extintas. O ser humano se expandiu a partir do continente africano há cerca de 65 mil anos, um feito inédito para qualquer espécie animal.

 Uma das explicações para a diáspora foi a instabilidade climática que a África vivenciava naquela época. O que estimulou o crescimento populacional foram as conquistas materiais dos hominídeos, tais como o domínio do fogo e tecnologias rudimentares de defesa, transporte e obtenção de alimento. O fato de andar, conforme explicam os cientistas, não era suficiente. Era preciso saber transformar os novos ambientes conquistados. [Quando os historiadores estudam a história antiga, percebem quantas dificuldades há em se conhecerem todos os fatos, ainda que existam documentos escritos, achados arqueológicos e evidências importantes. No entanto, quando estudam a tal “pré-história”, baseados apenas em evidências mínimas e questionáveis, os darwinistas querem que aceitemos a interpretação “bonitinha” que eles inventam.]

3 – Alguns humanos podem ser “híbridos”

A ideia de que todos os humanos de hoje possuem uma genética descendente de um ancestral único parece ser um erro. Estudos recentes mostram que os melanésios (etnia que habita ilhas no Pacífico Sul) têm 7% dos genes derivados do Hominídeo de Denisova, espécie primitiva descoberta recentemente, que teria sido extinta na região onde hoje está a Sibéria, na Rússia.

Isso significa que diferentes espécies ancestrais do homem teriam acasalado entre si, e algumas diferenças de DNA permanecem até hoje. Dessa maneira, a grosso modo, nem todos seríamos completamente Homo sapiens. Mas estas teorias nunca foram completamente confirmadas e ainda enfrentam grande contestação da comunidade científica.

2 – Ainda há outros hominídeos vivos hoje?

Provavelmente não. Embora haja lendas tais como o “Pé Grande” ou o Iéti (abominável homem das neves), de criaturas que lembram humanos, nada passou perto de ser comprovado. As supostas pegadas do Pé Grande (que habitaria a América do Norte), por exemplo, parecem ter sido simplesmente impressas por ursos, de acordo com pesquisas recentes.

Apesar disso, alguns sinais apontam para a ideia de que certas espécies coexistiram com o Homo sapiens mesmo depois que ele já havia superado os estágios evolutivos e as espécies primitivas “clássicas”, como o Homo erectus, já estavam extintas há muito tempo. Uma delas, o Homo florensis, foi descoberta da Ilha de Flores, na Indonésia, e teria vivido há até 18 mil anos atrás. [Pergunte a um darwinista quantos esqueletos completos foram descobertos desses supostos hominídeos. Um evolucionista admitiu, certa vez, que se fossem reunidos todos os fragmentos fósseis desses tais ancestrais evolutivos, mal daria para encher um único caixão. Essas são as evidências da “historinha”.]

1 – Nós matamos os Neandertais?


Aparentemente, a culpa para a extinção dos Neandertais recai justamente sobre os ancestrais do Homo sapiens moderno [eu não tenho nada a ver com isso!]. Os Neandertais teriam se instalado há mais de cem mil anos em cavernas da Rocha de Gibraltar, na Espanha, e de lá se espalharam pela Europa e Ásia. Quando chegou a nossa vez de nos expandirmos a partir da África, no entanto, teríamos levado doenças que dizimaram pouco a pouco os Neandertais, até sua extinção há cerca de 24 mil anos [sic].

O cérebro deles, conforme apontam os estudos, era de tamanho semelhante ao nosso [tudo neles era semelhante a nós]. O que determinou nossa “vitória” sobre eles na face da Terra, no entanto, teriam sido diferentes atribuições da massa cerebral: enquanto eles dedicavam boa parte a habilidades como a visão noturna, nosso cérebro foi programado para tarefas mais versáteis em termos de adaptação. Dessa maneira, eles sucumbiram. [Volto a perguntar: Como sabem tanta coisa sobre os neandertais e “ancestrais humanos” baseados apenas em fósseis? Conhecem detalhes do desenho e do funcionamento cerebral deles, quando ainda hoje os neurocientistas se debatem para entender o cérebro humano que pode ser dissecado e investigado em minúcias. Pelo visto, a evolução continuará sendo um grande mistério não revelado. Dizer que são apenas dez os maiores mistérios dessa grande ficção científica é ser muito complacente com seus defensores. – Michelson Borges]

Fonte: NewScientist, via Hypescience via criacionismo

terça-feira, 3 de abril de 2012

Fóssil pode mudar (de novo) estudo da evolução humana

O fóssil de um pé [na verdade, apenas alguns ossinhos] encontrado na Etiópia pode mudar concepção dos cientistas sobre as espécies que deram origem aos humanos modernos [sic]. Segundo um estudo publicado [na] quarta-feira (28) pela revista científica Nature, esses ossos mostram que diferentes espécies de hominídeos evoluíram paralelamente [segundo a hipótese darwinista]. Os pesquisadores não sabem ao certo a que espécie pertencem os dedos e parte do peito do pé analisados [mas, curiosamente, sabem tudo o mais que precisam saber para fundamentar a tese evolucionista]. No entanto, eles têm certeza de que não se trata do Australopithecus afarensis, espécie da “Lucy”, famosa ossada de hominídeo encontrada na década de 1970 – e essa é uma descoberta importante.

Até agora, os cientistas pensavam que o Australopithecus era a única espécie de hominídeo que viveu na região entre três milhões e quatro milhões de anos atrás [segundo a majorada cronologia evolucionista]. O fóssil analisado é de um animal que viveu há 3,4 milhões de anos [idem], o que indica que essas duas espécies coexistiram.

Mesmo sendo uma parte pequena do corpo, o pé diz muito sobre a vida desses hominídeos [com boa imaginação, claro]. A estrutura lembra a do Ardipithecus ramidus, que viveu há 4,4 milhões de anos [idem].

O dedo polegar se opõe aos demais – como em uma mão humana –, o que é um sinal de que eles eram adaptados a viver em árvores. O Australopithecus, por outro lado, era bípede e tinha os dedos dos pés alinhados, como os humanos modernos.

Além do pé, os pesquisadores encontraram apenas alguns dentes, que não serviram para nenhuma conclusão científica. Esses achados foram feitos em 2009, e os paleontólogos seguem procurando por mais vestígios que possam esclarecer que espécie é essa.

Fontes: G1Notícias e Criacionismo

Nota: Volta e meia, alguns ossinhos fósseis acabam virando de ponta cabeça o “edifício evolutivo humano”, lançando por terra teorias anteriormente vendidas como certas e promovidas à certeza nos livros didáticos. Os pesquisadores darwinistas deveriam aguardar a descoberta de esqueletos fósseis e achados mais consistentes que lhes fornecessem mais certezas, antes de sair publicando (a aparecendo) por aí.[Michelson Borges]

domingo, 1 de abril de 2012

Os argumentos confusos de Richard Dawkins


Richard Dawkins Pai do Ateísmo Moderno Fica Sem Palavras diante dos Argumentos de um Cristão

Dia da mentira. Ou dos bobos?

A Televisão BBC, de Londres, apresentou há anos um documentário sobre a “colheita de espaguete” na Suíça. Milhares de telespectadores ingleses observaram com atenção os nativos de uma aldeia subindo em escadas para colher os fios de espaguete. Os fios foram colocados em árvores por operadores de câmera da própria BBC. Na cena seguinte, o documentário mostrava os aldeões à mesa de jantar, saboreando o espaguete recentemente “colhido”. Logo após o programa, centenas de ingleses, amantes da horticultura, telefonaram para a BBC querendo saber onde poderiam conseguir mudas de espaguete…

Um jornal holandês anunciou, numa de suas edições, que estava agora utilizando uma nova tinta de impressão, com cheiro de tulipa. Leitores de todo o país foram vistos cheirando o jornal.

 Estes são dois exemplos de “primeiro de abril”, que apanharam muita gente desprevenida e não tiverem maiores conseqüências. Algumas vezes, brincadeiras de mau gosto, como falsas notícias de falecimento ou acidentes, têm prejudicado seriamente as pessoas envolvidas.

 Há muitas explicações para o primeiro de abril ter se transformado no Dia da Mentira. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia primeiro de abril. Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IV determinou que o Ano Novo seria comemorado no dia primeiro de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que os gozadores passaram a ridicularizar os conservadores, enviando presentes esquisitos e convites para festas que não existiam.

 Mesmo que não haja uma explicação convincente sobre a origem do “dia dos bobos” ou da mentira, uma verdade é patente: ninguém gosta de passar por bobo. Jesus, o Grande Mestre, ensinou o seguinte princípio: “Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês” (Mateus 7:12). E na ordem inversa o princípio é o mesmo. Assim sendo, é melhor não fazer os outros de bobo, pois um dia eles farão o mesmo com você.

Fonte: Novo Tempo

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