terça-feira, 13 de março de 2012

Mais influente microbiólogo na França é cético de Darwin

Em biologia e outras áreas, a extensão do fermento antidarwinista é imensamente atenuado se alguém considerar somente os defensores do Design Inteligente. Existe também um corpo substancial de pesquisadores que rejeita o paradigma evolucionário convencional, assim como rejeitam o Design Inteligente. Assim encontramos, voltando nossa atenção para a edição da revista Science de 22 de março, que Didier Raoult, da University de Aix-Marseille, é um cético furioso de Darwin. “Controverso e sem papas na língua, Raoult publicou no ano passado um livro de ciência popular que declara peremptoriamente que a teoria da evolução de Darwin está errada.” O livro é Dépasser Darwin (Além de Darwin).

“Darwin foi um sacerdote”, disse Raoult, afirmando que a imagem da árvore da vida que Darwin propôs é inspirada na Bíblia. “Ela também é muito simples.” Raoult questiona outros diversos princípios da moderna teoria evolucionária, inclusive a importância da seleção natural. Ele diz que recentes descobertas em genética revelam como os genes são frequentemente trocados, não somente entre espécies microbianas diferentes, mas também entre micróbios e organismos complexos, por exemplo, no intestino humano. Isso quer dizer que a criação de novo de espécies completamente novas é possível, Raoult argumenta, e a árvore da vida de Darwin, ramificada, deve ser substituída por uma rede de espécies interconectadas. [Note que troca de genes não significa “surgimento” de genes ou de nova informação genética. Além disso, como explicar o surgimento/variação dos primeiros micróbios que não teriam com quem trocar genes? – MB.]

Um colega crítico se preocupa que Raoult fornece “munição” para os “criacionistas” [note que a maior preocupação não é com a verdade dos fatos e sim com a possível vantagem dada aos criacionistas], enquanto que Eugene Koonin é citado como oferecendo a estarrecedora opinião de que Raoult “vai um pouco longe demais”. Como você entende isso? Porque “a teoria de Darwin é relevante, mas é incompleta. Ela não se aplica à evolução de micro-organismos”. Mas os micro-organismos têm sido a forma predominante de vida na Terra na maior parte da história da vida. Dizer que o darwinismo não pode explicar sua evolução, vindo de um evolucionista, é uma admissão que deixa alguém sem ar.

Não é estranho que Raoult esteja na dúvida. Somente nos Estados Unidos [no Brasil também] a guilda darwinista teve sucesso tão esplendidamente em impor a conformidade da opinião expressa, de modo tal que as dúvidas são compartilhadas na maior parte sotto voce ou em contextos estritamente profissionais quando, supõe-se, o público não está ouvindo. Em nosso país, a guilda governa pelo temor e culpa por associação, mas - espere. Isso pode realmente continuar indefinitivamente? Parece que não. Na França, pelo menos, a guilda não pode fazer muito do que é feito aqui, e por isso você tem uma situação em que o microbiólogo proeminente do país também é um crítico de Darwin.

Nós uma vez tínhamos por certo de que a União Soviética não poderia cair durante nossa existência. Um colega acabou de retornar de uma viagem a Cuba, e ele fala sobre as mudanças portentosas [ocorrendo] até ali. O que isso quer dizer sobre as probabilidades de êxito do Design Inteligente não é certo, mas é um augúrio pavoroso para a ortodoxia evolucionista.

Fontes: Michelson Borges, Criacionismo e David Klinghoffer, Evolution News)

Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCoentífica: “Fui, nem sei por que, pensando na professora Silvia Regina Gobbo, do Grupo Criacionismo [nome indevidamente apropriado por darwinistas], no Facebook, que afirmou ser a teoria da evolução um fato cientificamente estabelecido, que a evolução humana a partir de primatas está mais do que comprovada [onde que ela obteve essa informação científica? Epifania??] e que não existe nenhuma dissidência científica de peso em relação à evolução. O professor Dr. Didier Raoult, da University de Aix-Marseille, o ‘mais produtivo e influente microbiólogo na França’, qualifica, profa. Gobbo???

“Aprendi com meus pais a tratar as mulheres com elegância - tenho cinco irmãs, e por isso vou ser o mais elegante possível com a profa. Gobbo. No Grupo Criacionismo, ela se mostra atualizada na literatura científica especializada, mas destaca somente os artigos e pesquisas favorecendo (circunstancialmente) o fato, Fato, FATO da evolução, e intencionalmente deixa de lado os artigos e pesquisas que apresentam montanhas de evidências questionando aspectos fundamentais da teoria no contexto de justificação teórica, e que revelam a falência epistêmica do darwinismo.

“Profa. Gobbo, você sabia que vem aí uma nova teoria geral da evolução? Que não será selecionista? Que irá incorporar aspectos teóricos lamarckistas? Que será apresentada à comunidade científica e ao público somente em 2020? Estou falando da Síntese Evolutiva Ampliada. Aprendi na universidade que a ciência abomina o vácuo epistemológico. Perguntar não ofende, profa. Gobbo, mas sob qual referencial teórico estamos fazendo biologia evolucionária???

“Profa. Gobbo, a Sra. me cobrou ali que eu fizesse ciência e publicasse pesquisa/artigo com revisão por pares. Você se diz cristã, e talvez seja isso mesmo, a sua inocência evangélica é muito grande: você não sabe que eu sou considerado PERSONA NON GRATA pela Nomenklatura científica? Trabalhos que apresento para congressos e conferências, apesar de embasados em especialistas de peso na comunidade científica, muito maiores no saber do que os pareceristas, são sumariamente rejeitados, e sou notificado da rejeição quase que no começo desses eventos. Por quê? Porque não rezo pela cartilha de Darwin. Traduzindo em miúdos: eu não beijo os pés e nem beijo as mãos de Darwin, mas o desnudo cientificamente.

“Gente graúda da Nomenklatura científica sabe do que estou falando e de uma história que ainda não posso contar, que eles foram atores comigo, mas que revela a Inquisição sem fogueira e a sordidez desses Torquemadas pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins em perseguir e destruir carreiras acadêmicas dos que ousaram dizer: Darwin está nu!!!”

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