quarta-feira, 14 de março de 2012

Estrutura interna do fígado contradiz mitos evolutivos

O fígado dum adulto médio tem essencialmente o tamanho duma pequena bola de futebol americano. Pesando cerca de 1,360 Kgs, é o maior órgão interno do corpo humano.

Ajustado de modo elegante entre costelas, o fígado não só executa mais de 500 funções distintas, como desempenha um papel de ligação fundamental e vital entre o coração, os pulmões e o sistema digestivo.

(Nada mau para algo que, segundo os evolucionistas, é o resultado de milhões de mutações aleatórias através dos mitológicos “milhões de anos”.)

Dentro do fígado existe uma série espantosa de veias microscópicas onde cada gota de sangue é processada. Lá, as condições do sangue são constantemente monitorizadas de modo a garantir que a sua química esteja de acordo com os parâmetros necessários e restritos. Químicos inúteis são transformados em químicos úteis.

Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige factores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado encarrega-se de as produzir e adicioná-las à corrente sanguínea.

O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como prepara-se a ele mesmo para fornecer ao corpo a energia necessária quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.

Design Inteligente

Como é que os evolucionistas explicam a origem aleatória dum sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções – cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o facto de haver funções que são executadas em simultâneo.

Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como é que a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíssem? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal “evolução”?

Apontar a existência actual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.

É contra-producente apontar fígados com complexidades distintas – e alinhá-los em ordem de complexidade – sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio “certo” dentro da mitológica escala evolutiva.

Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que o mesmo é o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela selecção natural.

Estruturas como o fígado são demasiado complexas e especificadas para serem o efeito da forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. É por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.

Fonte: Darwnismo

Leia também: Comunicação química e Estrutura interna dos cães contradiz mitologia evolutiva

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