sexta-feira, 30 de março de 2012

Animações de biologia molecular

Animação do empacotado no núcleo sob a forma de cromossomas. Animação da divisão celular, transmissão de sinais para a divisão dos cromossomas através dos microtúbulos.

Fonte: Desing Inteligente

Nota: É possível estas máquinas surgirem do nada ou é fruto das mãos de um criador ou de um Desing Inteligente? [FN]

William Lane Craig: "O debate sobre ciência e fé precisa cada vez mais da filosofia"

William Lane Craig é muito conhecido por seus livros e, especialmente, por seus debates com nomes importantes do ateísmo militante (e também pelos debates que não ocorreram, como a ocasião recente em que Richard Dawkins recusou um convite). Em sua passagem recente pelo Brasil, Craig conversou com o Tubo de Ensaio (blog do jornal Gazeta do Povo) por alguns minutos, por telefone, e defendeu que os filósofos sejam mais ativos nos debates sobre a relação entre ciência e religião.

Por muitos séculos a relação entre ciência e fé foi vista como harmônica, mas hoje o discurso dominante é o do antagonismo. Como isso ocorreu?

Estamos vendo o resultado de um esforço deliberado, iniciado no fim do século 19, de reescrever a história da ciência de acordo com esse modelo de conflito. Até aquela época, o relacionamento entre ciência e teologia era descrito como uma aliança; os melhores cientistas eram cristãos. Mas, entre o fim do século 19 e o início do século 20, houve um forte esforço para reescrever a história da ciência de modo que ela mostrasse a existência de um antagonismo histórico. Nesse sentido, Andrew Dickson White criou o paradigma desse modelo de conflito com seu livro Uma História da Guerra Entre a Ciência e a Tecnologia na Cristandade. Hoje, os historiadores da ciência veem essa obra como uma piada, uma peça de propaganda; os que realmente conhecem a história sabem que o conflito não é uma representação adequada do relacionamento histórico entre ciência e religião [clique aqui para ler sobre outro mito “científico”]. É verdade que essa noção de antagonismo persiste na cultura popular, mas não é mais presente no trabalho acadêmico, nem na Teologia, nem na história da ciência. Neste século 21, estamos no limiar de uma era de mais abertura, por parte da ciência, à possibilidade de um criador e designer do Universo. É uma abertura que não tem precedentes nas últimas décadas.

Se na academia a percepção já é outra, por que na cultura popular o discurso do conflito ainda persiste? E como trazer para o público em geral aquilo que já está espalhado entre os especialistas?


Sempre existe uma defasagem entre o que ocorre na academia e o que chega à cultura popular. Obviamente é um processo que leva tempo. É necessário haver popularizadores: pessoas que escrevam livros e artigos de jornal direcionados ao público em geral, aos que não têm formação nem em ciência, nem em teologia, para explicar o diálogo entre ciência e religião que está havendo na academia. Os ateus militantes fazem isso muito bem; cientistas como Richard Dawkins e Lawrence Krauss escrevem e vendem livros que são populares e defendem o ateísmo. Precisamos de gente que seja igualmente bem-sucedida nesse trabalho, mas defendendo a harmonia entre ciência e fé.

Quem seriam hoje esses “popularizadores” da harmonia entre ciência e fé?

John Polkinghorne é um ótimo exemplo, pois ele é físico quântico e também clérigo anglicano, tendo escrito uma série de livros sobre ciência e religião. Outro muito conhecido é Francis Collins, chefe do Projeto Genoma, um biólogo cujas obras também são dirigidas para o público em geral. Alister McGrath é um teólogo que também tem formação em Química, mas escreve mais do ponto de vista teológico. Esses três são mais conhecidos, mas eu também queria destacar o cosmólogo Alexander Vilenkin, da Tufts University. Ele não é cristão; se não me engano, é agnóstico. Seu trabalho de popularização da ciência é muito bom e não tem o preconceito antirreligioso que observamos em outros autores como os já mencionados Dawkins e Krauss.

Algum deles teria o potencial para se tornar um “ícone pop” como foi Carl Sagan?

Sagan teve a grande vantagem de fazer a série “Cosmos”, que fez dele extremamente popular; ele usava muito bem os meios de comunicação. Entre as vozes que defendem a harmonia entre ciência e fé, não vejo ninguém fazendo algo na escala de Sagan. Esse tipo de presença exige uma pessoa que não apenas seja um expert na área, mas também saiba aparecer na mídia muito bem.

Já que falamos dos meios de comunicação, qual sua avaliação da maneira como a imprensa vem retratando as questões sobre as quais estamos conversando aqui?

A maneira como a mídia popular lida com a popularização da ciência é bem frustrante para mim. Ela segue um roteiro previsível na hora de mostrar a ciência moderna: tenta empurrar interpretações da ciência que são radicais, contrárias ao bom senso e altamente especulativas, em vez de se apoiar nas descobertas sólidas da ciência moderna. O que eu vejo é um esforço deliberado de fazer a ciência moderna parecer metafísica, o que leva a uma abordagem sensacionalista. Isso normalmente é feito com uma série de expressões metafóricas que não ajudam no bom entendimento dos assuntos científicos; chega a ser cansativo. Eu até entendo por que os veículos de comunicação agem assim, já que é da natureza da imprensa buscar o extraordinário, o extremo, o que desafia as concepções arraigadas, porque é o que atrai interesse. Mas não acho que isso ajude a entender o que a ciência moderna realmente diz sobre o mundo.

Como estará a discussão sobre ciência e religião em cinco ou dez anos?


Não creio que teremos mudanças radicais no caminho que estamos trilhando. Agora cientistas, filósofos e teólogos têm um diálogo saudável em que uns estão abertos ao que os outros oferecem, mas espero que a discussão envolva mais os filósofos. Agora estamos começando a perceber que as áreas que se sobrepõem no diálogo entre ciência e religião estão muito ligadas à Filosofia; como nem teólogos, nem cientistas são muito treinados nesse campo, o diálogo tem interferências porque está ocorrendo entre pessoas que, em geral, são “filosoficamente ingênuas”. Um diálogo realmente frutuoso precisa envolver mais filósofos, especialmente os que conheçam filosofia da ciência e a metafísica teológica. Os filósofos serão os mediadores entre os cientistas e os teólogos – é um “triálogo”, não um diálogo.

Na América Latina em geral, as questões bioéticas normalmente são mais relevantes que o debate sobre as origens do Universo ou do homem...

O que eu acabei de dizer sobre a importância da Filosofia se aplica aqui também. A ciência é eticamente neutra, não tem nada a dizer sobre o que é bom, mau, certo ou errado. Você não acha valores num tubo de ensaio. Assim, em questões bioéticas é necessário trazer pessoal da Ética, que é justamente uma área da Filosofia. A ciência proporciona a informação – por exemplo, sobre o status biológico do embrião ou do feto; mas não podemos buscar nela valores éticos. Aí precisamos da Filosofia e da Teologia para nos guiar em relação ao que é eticamente permissível. Sem isso caímos no utilitarismo, na ideia de que o tecnicamente viável é moralmente permissível, o que é absurdo, sem justificativa; foi o que levou ao nazismo, o mesmo tipo de raciocínio que justificou a engenharia genética para criar uma super raça e se livrar dos indesejados e exterminá-los, já que era tecnicamente possível. As pessoas mais sensatas percebem que isso é altamente antiético. [...]

Se pensarmos no ateísmo militante e nos criacionistas, qual dos extremos deveria ser considerado mais preocupante?
A maior ameaça vem da filosofia do naturalismo científico; ainda vivemos à sombra do Iluminismo, em que o único árbitro da verdade e fonte do conhecimento é a ciência natural, e por isso algo que não pode ser provado não existe ou não é verdadeiro. Essa filosofia permeia a cultura ocidental moderna.

Qual a sua opinião sobre as recentes tentativas de Stephen Hawking e Lawrence Krauss de demonstrar que o Universo surgiu do nada, sem a necessidade de um criador?

É lamentável que esses cientistas tenham representado tão mal a ciência moderna para o público em geral. Se uma pessoa religiosa fizesse isso, seria acusada de distorção, mas com os cientistas isso passa batido. Quando esses homens usam o termo “nada”, usam de forma equivocada, em vez de empregar o significado de “não ser”. Se me perguntam o que tenho na geladeira, e eu respondo “nada”, não significa que existe algo na geladeira, e esse algo seja o nada. Quero dizer é que não há nada. Se você me pergunta o que comi no almoço e respondo “nada”, você não me pergunta “e que gosto tem?” (risos). Seria ridículo. Mas esses homens usam o termo “nada” para se referir a algo. O vácuo quântico, um espaço vazio preenchido com energia, é algo, é uma realidade física com propriedades físicas, bem como certo estado do Universo em que as concepções clássicas de espaço e tempo ainda não se aplicam. Krauss chega a dizer que há diferentes tipos de “nada”, o que já indica que ele está usando o termo de forma equivocada. O nada não tem nenhuma propriedade, é ridículo falar em diferentes tipos de nada. Isso é uma grotesca distorção da linguagem, uma representação errada da ciência moderna em uma tentativa de convencer leigos de que a ciência pode explicar a origem última do Universo.

Eles agem assim por ignorância filosófica ou estão deliberadamente distorcendo o conceito?

Cientistas como Hawking e Krauss não são treinados em Filosofia e são bem ingênuos nesse campo. Eles não entendem as implicações metafísicas do que dizem e caem em uma armadilha criada por suas próprias palavras. Hawking, no começo de seu livro The Grand Design, diz que a Filosofia está morta e que ela não acompanhou os desenvolvimentos da ciência moderna; agora, cabe aos cientistas conduzir a luz do conhecimento. Essa, por si só, é uma afirmação filosófica – e o resto do livro vai fazendo uma afirmação filosófica após outra. Hawking faz filosofia em vez de ciência e não percebe. [E muitos darwinistas, ao abraçar cegamente o naturalismo filosófico e defender a macroevolução, também fazem filosofia sem se dar conta. – Michelson Borges.]

Nota: Leia também a entrevista que a Veja online publicou nesta semana com o filósofo e teólogo cristão William Lane Craig: "É possível acreditar em Deus usando a razão" [FN]

Corante à base de insetos cria polêmica nos EUA

A intenção, diz a Starbucks, era das melhores: diminuir o uso de ingredientes artificiais. Mas a decisão de trocar o corante químico da bebida Frappuccino sabor morango por extrato de cochonilha, extraído de insetos, acabou em polêmica para a empresa nos Estados Unidos. A rede de cafeterias passou a adotar o corante natural em suas bebidas neste ano. Mas o método de extração da cor rosa, resultado da trituração de milhares de cochonilhas [veja como isso funciona clicando aqui], não agradou o grupo de consumidores veganos. Os ativistas boicotam qualquer produto de origem animal. O “suco de inseto”, como tem sido chamado, está sendo apontado como não vegano em fóruns de discussão e comunidades de adeptos da dieta, como o ThisDishIsVegetarian.com. Os grupos chegaram a propor um boicote à cafeteria, apelidada de “Starbugs” (trocadilho com bug, “inseto” em inglês). As informações são da ABC News.

A rede chegou a se defender em um comunicado à imprensa. Segundo o texto, “ainda que o Frappuccino de Morango não seja vegano”, o produto faz parte de “um esforço por refeições mais naturais” e que a companhia “se esforça para abarcar todos os tipos de opções alimentares”.

Com o aumento da controvérsia, a empresa admitiu, por fim, ser impossível garantir a venda de algum produto 100% vegetal. "”Muitos dos produtos da Starbucks podem ser combinados para criar bebidas livres de derivados de animais; no entanto, não temos capacidade de dar garantias, diante do potencial de contaminação cruzada com outros produtos em nossos locais de funcionamento”, escreveu em comunicado.

Ainda que tenha gerado reações negativas, o uso de extrato de cochonilha não é incomum. O corante é aprovado pelos órgãos de controle de saúde em todo o mundo, como o americano FDA (Food and Drug Administration), e utilizado em iogurtes, sorvetes, recheios de bolachas e cosméticos. A cor vermelha é extraída da fêmea do inseto, originário do México e da América do Sul. Para cada quilo do pigmento, são trituradas 150 mil cochonilhas.

Fonte: Info

Nota: Muitos consumidores ainda não sabem que os produtos que contém este tipo de corante nem sempre vem registrado - em seus rótulos - com o nome cochonilha. Para se ter uma ideia, existe diversos 'sinônimos' registrados nas embalagens com este mesmo corante, nomes como: "Vermelho 4″, “Vermelho 3″, “Carmim”, “Cochineal”, “Corante natural carmim de Cochonilha”, “Corante C.I”, “Corante ou Colorizante E120″. Para saber mais sobre corantes de cochonilha, leia aqui  a nossa matéria especial que publicamos sobre este assunto. [FN]

terça-feira, 27 de março de 2012

"É possível acreditar em Deus usando a razão", afirma William Lane Craig

O ano de 2012 só está começando, mas posso adiantar e afirmar (em minha opinião) que este foi e será a entrevista do ano. Neste semana, (25/03), a Veja online publicou uma entrevista com o filósofo e teólogo cristão William Lane Craig. Que pena que não foi nas páginas amarelas de sua revista - mas já foi o bom começo.

William Lane Craig: "Sem Deus, não é possível explicar a existência de valores e deveres morais objetivos"
O texto de abertura da entrevista com Craig começa assim: “Quando o escritor britânico Christopher Hitchens, um dos maiores defensores do ateísmo, travou um longo debate nos Estados Unidos, em abril de 2009, com o filósofo e teólogo William Lane Craig sobre a existência de Deus, seus colegas ateus ficaram tensos. Momentos antes de subir ao palco, Hitchens – que morreu em dezembro de 2011, aos 62 anos – falou a jornalistas sobre a expectativa de enfrentar Craig. ‘Posso dizer que meus colegas ateus o levam bem a sério’, disse. ‘Ele é considerado um adversário muito duro, rigoroso, culto e formidável’, continuou. ‘Normalmente, as pessoas não me dizem ‘boa sorte’ ou ‘não nos decepcione’ antes de um debate – mas hoje, é o tipo de coisa que estão me dizendo.’ Difícil saber se houve um vencedor do debate. O certo é que Craig se destaca pela elegância com que apresenta seus argumentos, mesmo quando submetido ao fogo cerrado.

“O teólogo evangélico é considerado um dos maiores defensores da doutrina cristã na atualidade. Craig, que vive em Atlanta (EUA) com a esposa, sustenta que a existência de Deus e a ressurreição de Jesus, por exemplo, não são apenas questões de fé, mas passíveis de prova lógica e racional. Em seu currículo de debates estão o famoso químico e autor britânico Peter Atkins e o neurocientista americano Sam Harris (veja lista com vídeos legendados de Craig). Basta uma rápida procura no YouTube para encontrar uma vastidão de debates travados entre Craig e diversos estudiosos. Richard Dawkins, um dos maiores críticos do teísmo, ainda se recusa a discutir com Craig sobre a existência de Deus. [...]

“Autor de diversos livros – entre eles Em Guarda – Defenda a fé cristã com razão e precisão (Ed. Vida Nova), lançado no fim de 2011 no Brasil –, Craig é doutor em filosofia pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e em teologia pela Universidade de Munique, Alemanha. O filósofo esteve no Brasil para o 8º Congresso de Teologia da Editora Vida Nova, em Águas de Lindóia, entre 13 e 16 de março. Durante o simpósio, Craig deu palestras e dedicou a última apresentação a atacar, ponto a ponto, os argumentos de Richard Dawkins sobre a inexistência de Deus.

Por que deveríamos acreditar em Deus?

Porque os argumentos e evidências que apontam para Sua existência são mais plausíveis do que aqueles que apontam para a negação. Vários argumentos dão força à ideia de que Deus existe. Ele é a melhor explicação para a existência de tudo a partir de um momento no passado finito, e também para o ajuste preciso do Universo, levando ao surgimento de vida inteligente. Deus também é a melhor explicação para a existência de deveres e valores morais objetivos no mundo. Com isso, quero dizer valores e deveres que existem independentemente da opinião humana.

Se Deus é bondade e justiça, por que Ele não criou um universo perfeito onde todas as pessoas vivem felizes?

Acho que esse é o desejo de Deus. É o que a Bíblia ensina. O fato de que o desejo de Deus não é realizado implica que os seres humanos possuem livre-arbítrio. Não concordo com os teólogos que dizem que Deus determina quem é salvo ou não. Parece-me que os próprios humanos determinam isso. A única razão pela qual algumas pessoas não são salvas é porque elas próprias rejeitam livremente a vontade de Deus de salvá-las.

Alguns cientistas argumentam que o livre-arbítrio não existe. Se esse for o caso, as pessoas poderiam ser julgadas por Deus?

Não, elas não poderiam. Acredito que esses autores estão errados. É difícil entender como a concepção do determinismo pode ser racional. Se acreditarmos que tudo é determinado, então até a crença no determinismo foi determinada. Nesse contexto, não se chega a essa conclusão por reflexão racional. Ela seria tão natural e inevitável como um dente que nasce ou uma árvore que dá galhos. Penso que o determinismo, racionalmente, não passa de absurdo. Não é possível acreditar racionalmente nele. Portanto, a atitude racional é negá-lo e acreditar que existe o livre-arbítrio.

O senhor defende em seu site uma passagem do Velho Testamento em que Deus ordena a destruição da cidade de Canaã, inclusive autorizando o genocídio, argumentando que os inocentes mortos nesse massacre seriam salvos pela graça divina. Esse não é um argumento perigosamente próximo daqueles usados por terroristas motivados pela religião?

A teoria ética desses terroristas não está errada. Isso, contudo, não quer dizer que eles estão certos. O problema é a crença deles no deus errado. O verdadeiro Deus não ordena atos terroristas e, portanto, eles estariam cometendo uma atrocidade moral. Quero dizer que se Deus decide tirar a vida de uma pessoa inocente, especialmente uma criança, a Sua graça se estende a ela.

Se o terrorista é cristão o ato terrorista motivado pela religião é justificável, por ele acreditar no Deus “certo”?

Não é suficiente acreditar no deus certo. É preciso garantir que os comandos divinos estão sendo corretamente interpretados. Não acho que Deus dê esse tipo de comando hoje em dia. Os casos do Velho Testamento, como a conquista de Canaã, não representam a vontade normal de Deus.

O senhor está querendo dizer que Deus também está sujeito a variações de humor? Não é plausível esperar que pelo menos Ele seja consistente?

Penso que Deus pode fazer exceções aos comandos morais que dá. O principal exemplo no Velho Testamento é a ordem que ele dá a Abraão para sacrificar seu filho Isaque. Se Abraão tivesse feito isso por iniciativa própria, isso seria uma abominação. O Deus do Velho Testamento condena o sacrifício infantil. Essa foi uma das razões que O levou a ordenar a destruição das nações pagãs ao redor de Israel. Elas estavam sacrificando crianças aos seus deuses. E, no entanto, Deus dá essa ordem extraordinária a Abraão: sacrificar o próprio filho Isaque. Isso serviu para verificar a obediência e fé dele. Mas isso é a exceção que prova a regra. Não é a forma normal com que Deus conduz os assuntos humanos. Mas porque Deus é Deus, Ele tem a possibilidade de abrir exceções em alguns casos extremos, como esse.

O senhor disse que não é suficiente ter o deus certo, é preciso fazer a interpretação correta dos comandos divinos. Como garantir que a sua interpretação é objetivamente correta?

As coisas que digo são baseadas no que Deus nos deu a conhecer sobre Si mesmo e em preceitos registrados na Bíblia, que é a palavra dEle. Refiro-me a determinações sobre a vida humana, como “não matarás”. Deus condena o sacrifício de crianças, Seu desejo é que amemos uns ao outros. Essa é a Sua moral geral. Seria apenas em casos excepcionalmente extremos, como o de Abraão e Isaque, que Deus mudaria isso. Se eu achar que Deus me ordenou a fazer algo que é contra Seu desejo moral geral, revelado na Escritura, o mais provável é que eu tenha entendido errado. Temos a revelação do desejo moral de Deus e é assim que devemos nos comportar.

O senhor deposita grande parte da sua argumentação no conteúdo da Bíblia. Contudo, ela foi escrita por homens em um período restrito, em uma área restrita do mundo, em uma língua restrita, para um grupo específico de pessoas. Que evidência se tem de que a Bíblia é a palavra de um ser sobrenatural?

A razão pela qual acreditamos na Bíblia e sua validade é porque acreditamos em Cristo. Ele considerava as escrituras hebraicas como a Palavra de Deus. Seus ensinamentos são extensões do que é ensinado no Velho Testamento. Os ensinamentos de Jesus são direcionados à era da Igreja, que o sucederia. A questão, então, se torna a seguinte: temos boas razões para acreditar em Jesus? Ele é quem ele diz ser, a revelação de Deus? Acredito que sim. A ressurreição dos mortos, por exemplo, mostra que Ele era quem afirmava.

Existem provas que confirmem a ressurreição de Jesus?

Temos boas bases históricas. A palavra “prova” pode ser enganosa porque muitos a associam com matemática. Certamente, não temos prova matemática de qualquer coisa que tenha acontecido na história do homem. Não temos provas, nesse sentido, de que Júlio César foi assassinado no senado romano, por exemplo, mas temos boas bases históricas para isso. Meu argumento é que se você considera os documentos do Novo Testamento como fontes da história antiga – como os historiadores gregos Tácito, Heródoto ou Tucídides –, o Evangelho aparece como uma fonte histórica muito confiável para a vida de Jesus de Nazaré. A maioria dos historiadores do Novo Testamento concorda com os fatos fundamentais que balizam a inferência sobre a ressurreição de Cristo. Coisas como Sua execução sob autoridade romana, a descoberta das tumbas vazias por um grupo de mulheres no domingo depois da crucificação e o relato de vários indivíduos e grupos sobre os aparecimentos de Jesus vivo após Sua execução. Com isso, nos resta a seguinte pergunta: Qual é a melhor explicação para essa sequência de acontecimentos? Penso que a melhor explicação é aquela que os discípulos originais deram – Deus fez Jesus renascer dos mortos. Não podemos falar de uma prova, mas podemos levantar boas bases históricas para dizer que a ressurreição é a melhor explicação para os fatos. E como temos boas razões para acreditar que Cristo era quem dizia ser, portanto temos boas razões para acreditar que Seus ensinamentos eram verdade. Sendo assim, podemos ver que a Bíblia não foi criação contingente de um tempo, de um lugar e de certas pessoas, mas é a Palavra de Deus para a humanidade.

Os textos da Bíblia passaram por diversas revisões ao longo do tempo. Como podemos ter certeza de que as informações às quais temos acesso hoje são as mesmas escritas há dois mil anos? Além disso, como lidar com o fato de que informações podem ser perdidas durante a tradução?

Você tem razão quanto à variedade de revisões e traduções. Por isso, é imperativo voltar às línguas originais nas quais esses textos foram escritos. Hoje, os críticos textuais comparam diferentes manuscritos antigos de modo a reconstruir o que os originais diziam. O Novo Testamento é o livro mais atestado da história antiga, seja em termos de manuscritos encontrados ou em termos de quão próximos eles estão da data original de escrita. Os textos já foram reconstruídos com 99% de precisão em relação aos originais. As incertezas que restam são trivialidades. Por exemplo, na Primeira Epístola de João, ele diz: “Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.” Mas alguns manuscritos dizem: “Estas coisas vos escrevemos, para que o nosso gozo se cumpra.” Não temos certeza se o texto original diz “vosso” ou “nosso”. Isso ilustra como esse 1% de incerteza é trivial. Alguém que realmente queira entender os textos deverá aprender grego, a língua original em que o Novo Testamento foi escrito. Contudo, as pessoas também podem comprar diferentes traduções e compará-las para perceber como o texto se comporta em diferentes versões.

É possível explicar a existência de Deus apenas com a razão? Qual o papel da ciência na explicação das causas do Universo?

A razão é muito mais ampla do que a ciência. A ciência é uma exploração do mundo físico e natural. A razão, por outro lado, inclui elementos como a lógica, a matemática, a metafísica, a ética, a psicologia e assim por diante. Parte da cegueira de cientistas naturalistas, como Richard Dawkins, é que eles são culpados de algo chamado “cientismo”. Como se a ciência fosse a única fonte da verdade. Não acho que podemos explicar Deus em Sua plenitude, mas a razão é suficiente para justificar a conclusão de que um Criador transcendente do Universo existe e é a fonte absoluta de bondade moral.

Por que o cristianismo deveria ser mais importante do que outras religiões que ensinam as mesmas questões fundamentais, como o amor e a caridade?


As pessoas não entendem o que é o cristianismo. É por isso que alguns ficam tão ofendidos quando se prega que Jesus é a única forma de salvação. Elas pensam que ser cristão é seguir os ensinamentos éticos de Jesus, como amar ao próximo como a si mesmo. É claro que não é preciso acreditar em Jesus para se fazer isso. Isso não é o cristianismo. O evangelho diz que somos moralmente culpados perante Deus. Espiritualmente, somos separados dEle. É por isso que precisamos experimentar Seu perdão e graça. Para isso, é preciso ter um substituto que pague a pena dos nossos pecados. Jesus ofereceu a própria vida como sacrifício por nós. Ao aceitar o que Ele fez em nosso nome, podemos ter o perdão de Deus e a limpeza moral. A partir disso, nossa relação com Deus pode ser restaurada. Isso evidencia por que acreditar em Cristo é tão importante. Repudiá-Lo é rejeitar a graça de Deus e permanecer espiritualmente separado dEle. Se você morre nessa condição, você ficará eternamente separado de Deus. Outras religiões não ensinam a mesma coisa.

A crença em Deus é necessária para trazer qualidade de vida e felicidade?

Penso que a crença em Deus ajuda, mas não é necessária. Ela pode lhe dar uma fundação para valores morais, propósito de vida e esperança para o futuro. Contudo, se você quiser viver inconsistentemente, é possível ser um ateu feliz, contanto que não se pense nas implicações do ateísmo. Em última análise, o ateísmo prega que não existem valores morais objetivos, que tudo é uma ilusão, que não há propósito e significado para a vida e que somos um subproduto do acaso.

Por que importa se acreditamos no deus [sic] do cristianismo ou na “mãe natureza”, se na prática as pessoas podem seguir, fundamentalmente, os mesmos ensinamentos?

Deveríamos acreditar em uma mentira se isso for bom para a sociedade? As pessoas devem acreditar em uma falsa teoria, só por causa dos benefícios sociais? Eu acho que não. Isso seria uma alucinação. Algumas pessoas passam a acreditar na religião por esse motivo. Já que a religião traz benefícios para a sociedade, mesmo que o indivíduo pense que ela não passa de um “conto de fadas”, ele passa a acreditar. Digo que não. Se você acha que a religião é um conto de fadas, não acredite. Mas se o cristianismo é a verdade – como penso que é – temos que acreditar nele independentemente das consequências. É o que as pessoas racionais fazem, elas acreditam na verdade. A via contrária é o pragmatismo. “Isso Funciona?”, perguntam elas. “Não importa se é verdade, quero saber se funciona.” Não estou preocupado se na Suécia alguns são felizes sem acreditar em Deus ou se há alguma vantagem em acreditar nEle. Como filósofo, estou interessado no que é verdade e me parece que a existência desse Ser transcendente que criou e projetou o Universo, fonte dos valores morais, é a verdade.

domingo, 25 de março de 2012

Ser vivo mais antigo com esqueleto antecede cambriano

No artigo “Oldest organism with skeleton discovered in Australia” (Science Daily), somos informados: “Uma equipe de paleontólogos descobriu o animal com esqueleto mais antigo. Chamado de Coronacollina acula, o organismo tem entre 560 milhões a 550 milhões de anos de idade [segundo a cronologia evolucionista], o que o coloca no período Ediacarano, antes da explosão e da diversificação dos organismos que ocorreu na Terra no período Cambriano.” O mais antigo até aqui, nós imaginaríamos.

“Até o período Cambriano, era sabido que os animais tinham corpo mole e não tinham partes duras”, disse Mary Droser, professora de Geologia na Universidade da Califórnia, Riverside, cuja equipe de pesquisa fez a descoberta no sul da Austrália. “Mas agora temos um organismo com partes individuais do esqueleto que surgem [sic] antes do período Cambriano. Portanto, é o animal mais antigo com partes duras, e tem um punhado delas – elas teriam sido apoios estruturais – essencialmente sustentando tudo. Isso é uma inovação importante para os animais.”

“Os pesquisadores destacam que o Coronacollina acula vivia no leito do mar. Com um formato tipo dedal, ao qual pelo menos quatro ‘espículos’ tipo agulha de 20-40 centímetros de comprimento eram ligados, a Coronacollina acula mais provavelmente se mantinha estruturada pelos espículos. Os pesquisadores acreditam que ela ingeria alimentos do mesmo modo que a esponja, e que era incapaz de locomoção. Como se reproduzia permanece um mistério.”

Os darwinistas frequentemente apontam alegremente para tais descobertas, esperando derrubar a significância da explosão cambriana há [supostos] 500 milhões de anos, quando quase todos os filos de animais atuais apareceram prontamente. O problema que eles nunca discutem (e agora ninguém poderia legalmente discutir em muitos sistemas escolares) é este: Se as explosivas inovações ocorreram muito mais cedo, elas diminuem o tempo para a seleção natural ter agido sobre as mutações aleatórias (darwinismo) para produzir tais inovações, um processo que deve, geralmente, ser lento, de qualquer maneira.

Mas por que se preocupar sobre o fato quando você tem um caso jurídico a seu favor? É assim que a ciência funciona, não é? É mesmo?


Fontes: UncommonDescent Blog e criacionismo

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Por que a Explosão Cambriana é tratada en passant em nossos livros didáticos de Biologia do ensino médio TODOS aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM? Por que os alunos não são informados sobre o que isso significa para a corroboração de uma teoria científica no contexto de justificação teórica? O nome disso é 171 epistêmico, desonestidade científica, e nenhum desses autores de livros didáticos me processa por danos morais e materiais. Por quê? Porque eles sabem que Darwin vai junto comigo para o banco dos réus!!!”

sábado, 24 de março de 2012

Chegou o dia, o dia da Esperança!

Hoje, dia 24 de março de 2012, ficou marcado - para sempre - no mundo como o Dia da Esperança. Um projeto evangelístico realizado em escala global pelos membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia em todo o planeta, no qual tiveram a missão de sair de casa em casa para entregar o livro A Grande Esperança.

no continente sul-americano foram adquiridos 52 milhões de exemplares desse livro para serem distribuidos em seu território.

Na região Nordeste brasileira, serão distribuidos 05 milhões de livros com a participação de 300 mil adventistas. Serão distribuidos em passeatas, reuniões em praça pública, no comércio, em centros urbanos e nas ruas já mapeadas e divididas entre as igrejas e os pequenos grupos locais.

Em Salvador, na capital Baiana, a Assembleia Legislativa do estado foi um dos locais a receber os livros da esperança. Na ocasião foram distribuídos cerca de 700 livros em duas horas e todas as pessoas que passavam queriam outros exemplares para presentearem seus amigos e familiares. A iniciativa contou também com momentos espirituais, louvores e mensagens. Toda a programação foi registrada pela TV Assembleia e no Diário Oficial.

Já no interior, em Guanambi-Bahia, membros adventistas também mobilizaram para distribuição desta literatura. Serão necessários 58 mil exemplares da A Grande Esperança nesta localidade, pois a meta é que cada casa também tenha um literatura até o final do ano de 2012. A foto tirada abaixo dar para ter uma ideia da imensidão do projeto. Vale ressaltar que, nesta foto, contém somente 35 mil livros, outra parte dos 23 mil exemplares chegará na cidade até o final do ano.
O projeto é tão organizado que até mesmo as cidades ou localidades distantes dos grandes centros onde não existe ainda a presença dos adventistas a literatura também vai chegar nestes lares. A exemplo disso é a cidade de Matina na Bahia, onde existem pouco mais de 12 mil habitantes e nenhum adventista. Assim, vários jovens foram deslocados para esta localidade para obter o mesmo objetivo de outras grandes cidades - distribuir um livro A grande Esperança em cada casa.

Com certeza, este projeto Impacto Esperança é uma benção sem limites. Só nesta experiência que tivemos nesta manhã, vimos claramente a mão de Deus guiando este projeto. Confira isso nos relatos abaixo.

Os 12 jovens evangelistas adventistas convocados para esta missão na cidade de Matina-Ba [que foram neste carro acima], conseguiram distribuir durante duas horas que estiveram lá, mais de 1600 exemplares e folhetos. Cada um destes missionários pôde testemunhar várias manifestações do Espírito Santo atuando em cada livro doado. Algumas experiências são relatadas em seguida.

Um jovem quando recebeu o livro A Grande Esperança disse: "Humm... muito legal, já conhecia [o livro A Grande Esperança], tinha visto este livro pela internet mas não tive oportunidade de ler, agora fiquei mais curioso, vou poder ler ele em formato de livro".

Outro testemunho maravilhoso foi de um professor de matemática daquele município quando folheou rapidamente a última página do livro A grande Esperança e olhou a foto da capa de um outro livro [O Grande Conflito]. Ele confessou que aquele livro que está em suas mãos é mais um chamado de Deus, pois ele já conhecia o conteúdo do livro A Grande Esperança e tinha lido o livro O Grande Conflito [o referido livro é a obra completa que deu origem ao livro A Grande Esperança]. Assim, ele prometeu a si mesmo e aos missionários Tertulino e Ruy que vai frequentar a igreja adventista em Guanambi -Ba a partir do próximo sábado.

Veja algumas fotos tiradas naquela cidade:

Os 12 evangelistas reunidos na praça da cidade de Matina-Ba

Da esquerda para direita: Ana Paula, Firmo Neto e Ariane Domingues

Caso você queira ler o livro A Grande Esperança, clique aqui! Tenho certeza que você irá ser abençoado.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cancro evolutivo em regressão no Canadá

Na província canadiana de Alberta os museus criacionistas estão a ter um impacto tão profundo junto da população que os mesmos já causaram um significativo número de pessoas a abandonar a fé em Darwin e depositar a fé no Criador de Darwin.

Espera-se que a campanha Question evolution! [Questionem a evolução!] venha a ter o mesmo efeito.

Um artigo de 8 de Agosto de 2008, com o título de Canadians Moving Towards Creation [“Canadianos Movem-se Rumo à Criação”] reportou:

Mas isto não é tudo – louvemos o Senhor juntos visto que estamos a observar agora a eficácia dos museus da Criação!

Houve uma mudança de opinião espantosa durante o ano passado – o ano seguinte ao ano que em que abriram dois museus da criação em Alberta!

No ano passado 58% dos inquiridos locais acreditava na evolução, ao mesmo tempo que uns meros 28% acreditava que Deus havia criado os seres humanos nas formas actuais nos últimos 10,000 anos.

Cerca de 14% afirmou não estar seguro. Claramente uma maioria acreditava na evolução e rejeitava o modelo criacionista da Terra-jovem. Observem agora a enorme mudança que houve entre os inquiridos deste ano:

*37% acredita que evoluímos (menos 21% pontos que os anteriores 58%)

*40% dos inquiridos afirmou acreditar no criacionismo da Terra-jovem (+12 pontos que os anteriores 28%)

*23% afirmou não saber (+ 9 pontos que os anteriores 14%)

Parabéns a Harry Nibourg [dono do “Big Valley Museum”], Vance Nelson [dono do “Creation Truth Museum”] e Larry Dye [dono do “Bow Island Museum”] – vocês tiveram um impacto enorme nas crenças dos habitantes de Alberta.

Trabalhemos agora no resto do Canadá.

Ou seja, quando os residentes de Alberta tiveram acesso ao tipo de informação que as escolas públicas não disponibilizam, eles rapidamente começaram a perder a fé na tese que postula que lobos/vacas/ursos evoluíram para baleias. Porque será?

Isto talvez explique o porquê dos militantes evolucionistas não permitirem que informação antagónica à sua teoria seja colocada à disposição da população.

A beleza da campanha Questionem a Evolução! é a de trazer a “montanha do museu da criação” às pessoas, e comunicar a Mensagem Bíblica e científica de modo a que as pessoas possam tomar decisões informadas (coisa que os evolucionistas evitam ao máximo).

Claro que, por mais propaganda que tivesse sido feita em favor da Bíblia e a da Criação, o seu efeito seria mínimo se não fosse o óbvio facto da teoria da evolução ser um anedota.

Aparentemente o dualismo que os evolucionistas tanto usam está a ter o efeito reverso ao desejado.

Fonte:
Darwnismo

Nota: Ao ler o título deste post (Cancro evolutivo em regressão no Canadá), acredito que muitos - principalmente aqueles que não são da área de saúde - devem está se perguntado se realmente a palavra 'cancro' estava escrito corretamente. Bem, posso afirmar uma coisa, não só está redigido certo, como é a palavra mais indicada atualmente para descrever a teoria evolutiva. Então, veja abaixo o significado desta palavra:

"A palavra cancro é utilizada genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malignos. Os tumores malignos são muito diversos, havendo causas, formas de evolução e tratamentos diferentes para cada tipo. Há, porém, uma característica comum a todos eles: a divisão e o crescimento descontrolado das células".

Concordaram comigo? Caso você que ainda não conhece esta importante teoria criacionista e queira saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo no e-mail: firmonneto@hotmail.com Vai ser o maior prazer em atendê-lo. [FN]

quarta-feira, 21 de março de 2012

Para eles, tudo sempre tem origem na caverna

A matéria de capa da revista Veja desta semana (a semanal que mais defende o darwinismo em terras tupiniquins e nunca vai atrás de fontes teístas/criacionistas) afirma que a paixão, a atração e o amor que aproximam e unem casais humanos tiveram origem com nossos ancestrais pré-históricos na luta por preservar sua tão preciosa herança genética. Assim, a escolha de parceiros para dividir um teto obedece aos ditames da evolução que teria moldado nossos comportamentos ao longo dos supostos milhões de anos. A mulher tem que ter cintura fina (evidência de que não está grávida de outro) e o homem precisa ser alto e ter costas largas, o que indica ser um bom protetor para a fêmea e sua prole. O rosto, à semelhança da cauda do pavão, tem que ser simétrico e bonito, o que revelaria ausência de doenças. Além disso, a seleção natural garantiu que os mais fiéis, monogâmicos sobrevivessem e se tornassem predominantes, já que os muito dados a aventuras e relacionamentos casuais não estariam presentes para proteger seus herdeiros. Assim, o bicho homem viveria o eterno dilema de defender seu patrimônio genético garantindo a exclusividade sexual com sua parceira, ao passo que no mais profundo de seus genes estaria escondida a vontade, o desejo, o imperativo (chame do que quiser) de espalhar seus genes por aí (o adultério darwinisticamente justificado). Dependendo do momento ou da situação apresentada, a psicologia darwinista (a velha teoria-explica-tudo) tira da manga a “explicação” que melhor lhe convém.

Com essas “explicações” que remontam (sempre) à caverna, sentimentos nobres como o amor são “diluídos” e transformados em simples reações bioquímicas num cérebro pouco superior ao dos macacos. O casamento? Mera convenção social. Nada de instituição edênica e muito menos sagrada. O darwinismo não é apenas uma hipótese científica. Quando extrapola os domínios do que é observável e cientificamente aceitável (como a seleção natural e a diversificação de baixo nível [microevolução], por exemplo), torna-se uma ideia metafísica capaz de desconstruir a cosmovisão judaico-cristã segundo a qual fomos criados num jardim (não numa poça de lama), qualitativamente superiores aos nossos companheiros de planeta (não somos apenas animais racionais) e dotados de sentimentos nobres capazes de nos aproximar uns dos outros em relações orientadas pelo respeito e pelo amor. A sexualidade e a família são presentes do Criador, não “efeitos colaterais” de uma evolução cega.

Lamentavelmente, a hipótese evolutiva tem aceitação garantida em praticamente qualquer área do conhecimento, devido ao fato de o naturalismo filosófico impedir qualquer menção ao sobrenatural. Dois exemplos: (1) quando comecei meu curso de jornalismo na UFSC, numa das primeiras aulas de Teoria da Comunicação, o professor começou afirmando que a fala teve origem nas cavernas pré-históricas, quando nossos supostos ancestrais grunhiam para se comunicar; depois, para reforçar a doutrinação, ele nos fez assistir ao filme A Guerra do Fogo; (2) minha esposa, numa das primeiras aulas de História da Educação (também numa faculdade secular), ouviu o professor explicar que as primeiras relações sociais humanas tiveram origem numa caverna, ao redor de uma fogueira.

Esse conto darwinista é tão contado e recontado que, para eles (os que se recusam a admitir que possa haver outra cosmovisão mais abrangente ou que simplesmente ignoram isso), o jardim seria o verdadeiro conto e tudo teria tido origem numa caverna – até mesmo o amor entre um homem e uma mulher.

Fonte: Michelson Borges

segunda-feira, 19 de março de 2012

Record ataca Valdomiro Santiago e bate Fantástico no Ibope

A Rede Record não poupo esforços para atacar o bispo Valdomiro Santiago, dono da ingreja Mundial. Como sempre, quando quer atacar alguém, uma longa e polêmica resportagem.

O motivo, uma guerra entre o bispo Edir Macedo e Valdomiro. Para o ataque, o jornalista Marcelo Rezende, mostrou as possíveis irregularidades financeiras, com fazendas milhionárias, falta de pagamentos de aluguéis de seus templos entre outros.

Valdomiro não quis falar com a reportagem da Record, que finalizou dizendo que vai continuar investigando.

Por hora, durante a reportagem, a repercução foi intensa. No twitter, o assunto foi o mais comentado, e no ibope a reportagem bateu o Fantástico com picos de mais de 20 pontos.



Fonte: O Canal TV

Veja também: Igreja Universal do Reino de Deus X Igreja Mundial do Poder de Deus

sábado, 17 de março de 2012

Razões por que sou criacionista

Conhecida campanha educativa, veiculada pela TV Futura, apresenta num de seus comerciais a seguinte declaração: “Até hoje os cientistas discutem como a vida começou.” Noutras versões da propaganda, são levantadas interessantes perguntas que despertam tanto a curiosidade quanto o espírito investigativo e científico do ser humano. Por fim, é dita a frase-síntese: “São as perguntas que movem o mundo, e não as respostas.” Pelo que se percebe, a intenção do comercial, além de se relacionar com a educação, é a de fomentar nas pessoas a busca pelo conhecimento e pela “verdade”, tomando como ponto de partida o questionamento – algo bastante peculiar à natureza humana. Mas se “as perguntas movem o mundo”, movem-no para onde? Se elas constituem o meio de se chegar a determinado fim, o objetivo delas não deveria ser o de nos aproximar de uma resposta? Acreditamos que sim.

Segundo um levantamento feito anos atrás e publicado numa das edições da revista Veja, existem, pelo menos, 43 perguntas intrigantes para as quais a ciência não oferece resposta (leia algo sobre isso aqui). Algumas delas são: Por que as estrelas se agrupam em galáxias? Nosso universo é único ou apenas um entre milhões? Como é o interior da Terra? Por que o campo magnético da Terra se inverte em grandes intervalos de tempo? Em que grau os genes influenciam o comportamento? Por que ninguém consegue prever terremotos? É possível entender a consciência? Por que um organismo não ataca as próprias células? Quantas espécies de vida existem na Terra? E por aí vai... Dentre as perguntas enigmáticas feitas pelos cientistas, uma ocupará nossa atenção: “Como a vida começou na Terra?”

Perguntar e questionar é muito importante, tendo o seu lugar em nosso raciocínio. Essa característica inerente ao ser humano, quando cuidadosamente aplicada, traz seus benefícios, pois o convida à pesquisa, guardando-o dos dogmas absurdos e da estreiteza e obscuridade mentais. Além disso, perguntar constitui o ponto de partida para se chegar a uma resposta que, talvez, produza outros tipos de questionamentos mais profundos e existenciais: perguntas que saltam do como para o porquê, estando vinculadas ao sentido da vida. Por isso, desde a antiguidade o homem vem remoendo dentro de si três profundas indagações: De onde eu vim? Por que estou aqui? Para onde vou? De maneira parecida, no seu estilo de filósofo, o eminente matemático alemão Leibniz (1646-1716) ultrapassou o como da grande questão “Como a vida começou na Terra?” para fazer a essencial e incômoda pergunta: “Por que existe algo em vez de nada?” Quem se atreve a apresentar resposta?

Atualmente, dois destacados candidatos ousam responder. Entretanto, ambos se encontram em lados antagônicos do pensamento, travando uma batalha intelectual das mais gigantescas. O primeiro deles, a ciência naturalista, propaga a ideia, ainda muito controversa, de que nossas origens podem ser explicadas por meio da teoria da evolução, nas suas vertentes de evolução cósmica, química e biológica. Em sua resposta, o evolucionismo radical prescinde de Deus, considerando-O desnecessário. Não está tão preocupado com o porquê da vida, mas como ela surgiu. Centra-se em processos, não no significado das coisas. Opondo-se a essa concepção, está o outro posicionamento com o qual nós, cristãos adventistas, pactuamos. Cremos na revelação bíblica de que “no princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1:1), em seis dias literais, e reservou o sábado para lembrança e celebração de Seu ato criador. Sendo assim, mesmo tachados de “fundamentalistas” pela quase totalidade da comunidade científica, nos posicionamos pelo criacionismo por acreditar na historicidade do primeiro capítulo da Bíblia. Dessa forma, nossa resposta para o enigma das origens, especialmente no que tange ao surgimento dos seres e do homem na Terra, jamais pode se pautar no livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin – obra que serviu de impulso para todo o arcabouço teórico evolucionista moderno. Nosso documento de consulta é a fidedigna Palavra de Deus. Por meio dela, recebemos do próprio Criador as explicações. Todavia, “precisamente como Deus realizou a obra da criação, jamais Ele o revelou ao homem; a ciência humana não pode pesquisar os segredos do Altíssimo. Seu poder criador é tão incompreensível como a Sua existência” (Ellen G. White). Ele não nos dirá os detalhes de como fez o mundo e criou as espécies, mas nos dará algo que satisfará nosso intelecto e coração. O conhecimento de Sua Palavra trará sentido à vida, cuidando dos nossos porquês e oferecendo-nos descanso mental e espiritual. Partindo dessa perspectiva, podemos avançar com segurança no estudo da Criação – um dos grandes e maravilhosos mistérios de Deus.

Vimos que a ciência atual, mesmo sendo bem-sucedida, continua levantando grandes indagações. Contudo, acerca de muita coisa ainda se demonstra incapaz de trazer respostas satisfatórias. Os cientistas crentes no poder da ciência dizem que, se lhe for dado tempo suficiente, ela conseguirá resolver os enigmas e solucionar os problemas da humanidade. Sem menosprezar a ciência, pois ela é muito útil e não é inimiga da religião, somos desconfiados no tocante a essa pretensão. Quando o assunto diz respeito às origens, preferimos a alternativa do conhecimento revelado. Por causa de tal preferência, algumas pessoas nos tecem críticas como a seguinte, advogada por um cético: “Apelar para Deus jamais foi explicação alguma, é apenas a desistência do entendimento, o abandono da pesquisa. Por isso mesmo, os criacionistas não têm intenção alguma de contribuir para o progresso científico, de expandir nosso conhecimento. Estão apenas defendendo suas crenças no irracional contra uma suposta ameaça proveniente do progresso científico. Ou, como dizem alguns, ‘a fé não fornece respostas, apenas impede perguntas’.”

Curiosa esta última afirmação: “a fé não fornece respostas, apenas impede perguntas”. Será mesmo assim? Será que, por exercermos fé, teremos que sacrificar a razão e desistir do entendimento para crer em ilusões? A crença em Deus nos desestimula a pesquisar e a progredir cientificamente? Não seria o contrário? O que dizer, então, de Hebreus 11:3: “Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus, de maneira que o visível não foi feito do que se vê”? Não! Jamais podemos concordar com a equivocada assertiva cética, pois ela soa estranha para os criacionistas bem informados e envolvidos no meio científico, não encontrando respaldo nem na realidade nem na Palavra de Deus, a qual nos garante que o entendimento começa por um ato de fé. Todos somos criaturas de fé, não importa o objeto de nossa crença.

Bíblia: livro de perguntas e respostas

A Bíblia, que nos estimula a unir fé com razão, é um livro de perguntas, feitas tanto pelo homem quanto pelo Senhor. No Livro de Deus, há dezenas de questões sobre as mais variadas temáticas. O interessante é que, se cavarmos fundo, encontraremos as respostas embutidas nas próprias perguntas. E a resposta se revela uma só: DEUS. Sim, Ele Se apresenta como a Grande Resposta – a base para todas as demais! Quem entendeu muito bem isso foi o patriarca Jó, num dos momentos mais difíceis da vida.

Quando o homem pergunta, Deus, à Sua maneira, responde; entretanto, quando Deus questiona, o homem se cala. Jó experimentou o peso das irrespondíveis perguntas de Deus sobre a natureza. O Senhor começou arguindo-o: “Se você é sábio, diga-me onde estava quando Eu lancei os alicerces do mundo? Quem foi que mediu os continentes, como um construtor usando trena e fio de prumo? Diga-me, se você sabe! Sobre o que se apoiam os alicerces do mundo, e quem colocou a primeira pedra dessa construção?” (Jó 38:4-6, BV). Do capítulo 38 ao 41, Jó é sabatinado pelo Criador acerca do mundo natural, como se estivesse diante de uma banca examinadora a lhe testar os conhecimentos. São-lhe feitas perguntas sobre princípios de cosmologia, astronomia, física, geofísica, meteorologia, oceanografia, óptica, biologia: o suficiente para Jó emudecer. Como se diz por aí, “calado estava e calado ficou”... Viu que não entendia nada e reconheceu a grandeza, o poder e o amor de Deus. O objetivo do Senhor ao “bombardear” o patriarca com uma amostra de difíceis interrogações era um só: Ele queria que Jó compreendesse o essencial e reconhecesse o espaço que o mistério tem no mundo. Em outras palavras, Deus dizia a Jó: “Tenha fé, pois nem tudo pode ser explicado. Porém, Meu filho, Eu Me apresento a você como a resposta pessoal de que todo ser humano necessita para ser feliz”. Assim, para cada questão complicada da existência (seja ela de caráter científico, filosófico, histórico, psicológico ou religioso), Deus é o fundamento, o ponto de partida e o de chegada: o Alfa e o Ômega. Se, do começo ao fim, Ele controla tudo no mundo natural, igualmente cuidará de nossas necessidades, não importa quais sejam.

O criacionismo, antes de ser um modelo teórico-religioso, é uma proposta que reconhece Deus como o Pai da criação, coisa que o acaso jamais pode ser. Por esse motivo, somos criacionistas. Não defendemos apenas uma ideia no meio da tantas outras; não pretendemos ser antievolucionistas, como se estivéssemos numa guerra santa, até porque Darwin contribuiu de algum modo para o desenvolvimento de uma teoria que explica, parcialmente, as modificações ocorridas nos seres por meio da seleção natural e de outros mecanismos ditos “evolutivos”. O grande problema de Darwin foi extrapolar os dados e tentar substituir a história da criação pela narrativa da evolução. Se o naturalista inglês mantivesse sua teoria sustentada apenas nos fatos, a Biologia moderna e outras ciências fundamentadas no darwinismo estariam em paz com a fé, sairiam do labirinto em que se encontram e tomariam um rumo mais produtivo. Abrir-se-ia novo horizonte de possibilidades de pesquisa e as explicações sobre a natureza não seriam tão especulativas nem limitadas por aspectos meramente filosóficos.

O erro, portanto, do evolucionismo foi dar à palavra evolução um significado não totalmente científico, mas também “religioso”, descartando a Bíblia como material válido de pesquisa histórica sobre o passado sobrenatural do mundo. O pensamento criacionista não resolve tudo, mas, ainda assim, é o melhor porque permite um espaço para a fé ancorada nas evidências. Além disso: não rejeita totalmente a contribuição dos evolucionistas à ciência (é inclusivo), deixa-nos com menos perguntas (inferência à melhor explicação), imprime um sentido à realidade, é filosoficamente satisfatório, e o mais importante: gera consequências existenciais positivas na vida de quem o adota. Sobre este último ponto, devemos refletir cuidadosamente.

Os frutos

Uma das grandes verdades proferidas por Jesus está expressa em Mateus 7:16: “Pelos seus frutos os conhecereis.” Isso pode ser aplicado a qualquer situação, mesmo que seja sobre uma teoria. Dessa forma, os resultados de uma escola de pensamento podem ser avaliados na prática. Então, que “frutos” derivam da “árvore” do criacionismo e da “árvore” do evolucionismo? Procurando ser imparciais em nossa avaliação sobre os dois modelos das origens, vamos confrontá-los na esfera existencial do ser humano. Estabeleçamos, pelo menos, quatro contrastes.

1º Contraste: “No princípio, Deus...” O criacionismo considera Gênesis 1:1 uma verdade fundamental. Consequentemente, o reconhecimento de um Criador pessoal, onipotente, eterno e amoroso gera em nós o senso de segurança, de valor, de importância. Não estamos sozinhos no Universo, e o fruto desse pensamento é que todas as coisas começaram a ser planejadas, existindo para um propósito elevado, para a comunhão com Deus. Se Ele está no princípio, criando e sustentando a vida, temos a certeza de que tudo começou bem e terminará em segurança. O evolucionismo, por outro lado, defende que o mundo resultou do acaso cego, fruto de forças impessoais das leis mecânicas da natureza; o design é aparente, não há nenhum propósito, sendo o Universo seu próprio autor. No criacionismo, há uma certeza sólida e segura; no evolucionismo, apenas vagas e incertas probabilidades.

2º Contraste: A história da criação é resumida no salmo 33:9: “Pois Ele falou, e tudo se fez; ordenou, e logo tudo apareceu.” Para os criacionistas bíblicos, sem muita demora Deus seguiu um padrão lógico e ordenado ao trazer à existência Suas obras. Em seis significativos dias literais, ele imprimiu beleza, funcionalidade e utilidade ao planeta. A morte não existia e tudo interagia em pacífica interdependência. Retirando o planeta do caos, Elohim o faz habitável. Já os evolucionistas, mesmo aqueles que acreditam em Deus, creem nos milhões de anos em que a vida é arrastada por processos evolutivos. As criaturas não são criadas “segundo a sua espécie [tipo básico]”, não têm sua própria identidade, mas descendem de um primitivo e obscuro ancestral comum. O mundo constitui uma terra selvagem, regida unicamente pela cruel seleção natural, em que sobreviver é privilégio dos mais aptos. A morte faz parte da vida, sendo Deus, se Ele existir, responsável por ela. Que consequências terríveis, se acreditarmos nessa proposta!

3º Contraste: O criacionismo apresenta uma explicação razoável para o surgimento do mal no mundo, bem como sua erradicação final. Esclarece que a criação caiu em pecado, foi destruída inicialmente por um dilúvio universal, mas será restaurada pelo mesmo poder infinito de Deus. Assim, traz para a história humana uma filosofia linear de tempo, mostrando a transição sobrenatural do velho mundo para o renovado planeta. Os criacionistas confiam na promessa de um “novo céu e uma nova terra” (Ap 21:1). Suas premissas têm caráter apocalíptico, no qual o começo das coisas está ligado a um glorioso fim. Nesse aspecto, acreditar na evolução significa admitir uma concepção de história essencialmente drástica e sem esperança, em que a vida pode terminar num triste colapso. O fruto dessa crença é o niilismo ou “a morte do sentido, a ausência de finalidade e de resposta ao ‘porquê’”. Você prefere provar de qual “fruto”?

4º Contraste: Aceitar a criação segundo Gênesis pressupõe aceitar o Criador e Seu plano para todos os viventes. Advogar a evolução naturalista, após todas as evidências em contrário, significa rebelar-se contra a vontade do Criador. Essa é a diferença mais séria entre os dois modelos, pois envolve profundas implicações espirituais. Certo cientista evolucionista confessou, com impressionante honestidade, seu compromisso com o materialismo: “Nossa disposição de aceitar alegações científicas que vão contra o senso comum é a chave para o entendimento da verdadeira luta entre a ciência e o sobrenatural. Nós nos posicionamos do lado da ciência, apesar do evidente absurdo de alguns de seus construtos, [...] porque temos um compromisso prévio com o materialismo. Não é que os métodos e as instituições científicas de algum modo nos obriguem a aceitar uma explicação material do mundo dos fenômenos, mas, ao contrário, somos forçados, por nossa adesão a priori a causas materiais, a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam explicações materiais, por mais contraintuitivas que sejam, por mais difíceis de compreender para os não iniciados.” Em outras palavras, é proibido o pé divino na porta do laboratório!

A observância do sétimo dia constitui um ponto decisivo nessa questão. No mandamento do sábado, está implícito o evangelho da graça, pois ali criação e redenção se encontram. Por isso, quando o ser humano busca anular a literalidade dos atos criativos de Deus, ele destrói a lei divina e o plano da redenção e implanta, no lugar deles, um governo instável e desequilibrado que, aos poucos, vai levando o mundo de volta ao caos. O evolucionismo mata os valores absolutos e a dimensão genuinamente espiritual da vida.

Conclusão

Abrimos este texto com uma pergunta não respondida pela ciência: “Como a vida começou?” Nós, criacionistas, aceitamos a resposta da Palavra de Deus, registrada em Isaías 45:12: “Eu fiz a terra, e criei nela o homem. As Minhas mãos estenderam os céus.” Diante de nossa nobre origem, chegam-nos sentimentos poderosos. Logo, na percepção de certo teólogo, “toda pessoa verdadeiramente criacionista é agradecida a Deus, e olha em cinco direções que definem muito bem a vida cristã: para trás, com gratidão; para frente, com esperança; para dentro, com contrição; ao redor, com compaixão; e para cima, com louvor”. Não, nada é por acaso, já que ex nihilo nihil (do nada, nada). A criação começa com o pairar do Espírito em atitude protetora, é redimida por Ele e termina em uma nova criação que reconhece o Senhor como a causa, o sustento e o objetivo final para o qual convergem todas as coisas (Ap 4:11). Por tais razões, sou criacionista. Ele satisfaz as exigências de minha mente inquiridora e me estimula a prosseguir com mais perguntas. No pensamento criacionista, encontro aquilo que não percebo no evolucionismo: a harmonia entre fé e razão.

Não está longe o raiar de um novo gênesis! O mundo presente sairá de seu estado caótico de escuridão, passando do abismo para o Éden restaurado. Quando acontecer esse renovado milagre pelo falar divino (no potente “Faça-se!” ou “Refaça-se!”), a voz da criação também ressoará: os seres criados elevarão sua gratidão e louvor cósmicos ao testemunharem, outra vez, a ação de Deus sobre a natureza. Veremos a criação inteira retornando ao Criador, ficando para sempre “debaixo de Suas asas”, sob Seu eterno amor. Entraremos todos em um novo princípio – os novos céus e a nova Terra libertos para sempre do mal.

Autor: Frank de Souza Mangabeira, membro da Igreja Adventista do Bairro Siqueira Campos, Aracaju, SE; servidor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe

Fonte: criacionismo

A estátua do Cristo Redentor vista por dentro

O labirinto de dez andares de escadas abafado e escuro, no interior da estátua, leva a uma vista única e inesquecível da cidade do Rio com direito a fotos e vídeos. Clique aqui para ver!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Por que a educação brasileira é desvalorizada?

Esta semana, o Brasil acompanhou mais uma vez um movimento que se tornou comum. A greve dos professores. Com a paralisação, os educadores exigem melhores salários e condições de trabalho dignas.

Em países como o Japão, os professores recebem os melhores salários. Os japoneses acreditam que sem um professor, não existiriam médicos, advogados, engenheiros ou qualquer outro tipo de profissão.

A Rádio Novo Tempo entrevistou o atual senador e ex- ministro da educação Cristóvão Buarque. Ele falou um pouco sobre a atual situação da educação brasileira e explicou porque a nossa educação é tão desvalorizada.

Rádio NT Um concurso público de uma cidade brasileira oferece as seguintes condições: Enquanto a remuneração inicial oferecida a um operador de escavadeira hidráulica, com ensino fundamental incompleto, é de R$ 1.291,98, o salário para um professor com ensino superior completo é de R$ 1.246,32. Por que a educação no Brasil é tão desvalorizada?

Cristóvam Buarque - Por duas razões, a primeira é cultural, nós somos um povo cuja cultura não dá importância a educação. Uma pessoa no Brasil não é considerada rica por ser culta, não é respeitada por ser culta, ela é respeitada pelo tamanho do carro, pela casa; é uma cultura que foi se criando. Aqui a gente chama até um filósofo de lunático, é outra política. Nós somos um país dividido em dois e resolvemos serviços dos ricos; transporte, saúde, moradia e a educação também. A gente cuida da educação da parcela rica, por isso que as universidades são federais e as escolas de base não

“Nós ( os brasileiros) somos um povo cuja cultura não dá importância a educação. Uma pessoa no Brasil não é considerada rica por ser culta, não é respeitada por ser culta, ela é respeitada pelo tamanho do carro ou pela casa.”

Rádio NT - A desvalorização dos professores acaba prejudicando os alunos, muitos educadores, desmotivados acabam passando um ensino de baixa qualidade …

Cristóvam Buarque -Não tem como atrair os melhores jovens de um país para serem professores sem um bom salário. Não basta um bom salário para ter um bom professor. Se pagar um salário alto, qualquer um vai se candidatar a professor, gente que não gosta de criança, gente sem vocação termina indo para a carreira. Como é que a gente resolve isso? Baixando o salário? Não. Com um critério de seleção que leva em conta a identificação da vocação do candidato

Rádio NT - Constantemente ouvimos falar de notícias sobre alunos que agridem os professores, tanto fisicamente como verbalmente. Porque essa onda crescente de desrespeito e violência na sala de aula?

Cristóvam Buarque - Essa violência das crianças com os professores tem explicações claras. Primeiro a violência geral da sociedade. Os meninos passam o tempo em um videogame de guerra e assistindo no mundo real mesmo assassinatos e mortes. Muitos destes meninos, que agridem os professores, já viram mortes, já viram assassinatos na rua. Segundo é que a escola é uma coisa chata, degradada, que gera raiva nas crianças. As crianças não têm porque gostar de uma escola caindo aos pedaços, uma escola do quadro negro, quando a gente está no tempo do computador. Elas vão ao cinema ver um filme em 3D e chega um professor e desenha um pontinho de giz e diz esse é o sol e desenha outro e diz essa é a terra. A terceira é a diminuição da respeitabilidade ao professor. As crianças sabem que o professor ganha pouco. Num país, quem ganha pouco não é valorizado e eu diria uma quarta razão, é que nós próprios fomos contribuindo para isso, porque como ganhamos pouco, trabalhamos pouco, nos dedicamos pouco, fazemos muitas greves. Então se quebrou o seguimento de solidariedade professor aluno no Brasil

Rádio NT Há pesquisas que constatam que um grande número de professores sofre com problemas de saúde. Isso pode se atribuir a todas essas condições?

Cristóvam Buarque - A essas e a outras. Essa coisa absolutamente maluca de obrigar um professor a dar 8 horas de aula por dia. Isso é um crime. Isso é tratar um professor como escravo. Eu trabalho muito mais de 8 horas, mas é diferente trabalhar aqui 8 horas na atividade administrativa do que dar 8 horas de aula. Eu acho que professor deve trabalhar 8 horas, mas só dar quatro de aula. O resto é orientar aluno, é estudar para se preparar. Oito horas de aula é impossível para as cordas vocais, para as pernas e a tensão? Por isso existem tantos professores de licença.

Rádio NTPesquisas apontam uma baixa procura por cursos voltados para a educação.

O valor do piso salarial dos professores não chega a dois salários mínimos. Como estimular uma pessoa a fazer faculdade e a ingressar numa carreira de educador, quando existem outras oportunidades de estudar menos e ganhar mais?

Cristóvam Buarque - Não existe como estimular. Os pais hoje não querem que os filhos sejam professores. Então como é que a gente resolve isso? A proposta que eu tenho é a gente criar uma carreira federal do magistério. Pagando R$ 9 mil por mês. Fazendo concursos federais para escolher de fato os bons. Pegar esses professores novos desta nova carreira e colocar nas mesmas cidades em escolas federais em prédios bonitos com novos equipamentos, que criança gosta de equipamento; e horário integral. A gente já tem o Colégio Pedro II. Já tem as escolas técnicas, é fazer isso em escala nacional, levaria 20 anos a chegar a todo o Brasil, sem professores por ano ensinam 3 milhões de crianças , em 20 anos chegamos a 60.

Fonte: Novo Tempo

Programa Via Legal: Dias Sagrados

quinta-feira, 15 de março de 2012

Genoma do gorila revela semelhanças com seres humanos

Quando os cientistas começaram a sequenciar o genoma da gorila Kamilah, de 35 anos, eles esperavam encontrar algumas similaridades com os humanos. O que eles descobriram, no entanto, foi uma semelhança bem maior: pelo menos 15% do nosso genoma é mais parecido com o dos gorilas do que com o de nossos “parentes” mais próximos, os chimpanzés. Antes, é preciso entender algumas coisas. Gorilas, chimpanzés e seres humanos têm todos um ancestral em comum [como podem afirmar isso sem evidências concretas?]. Primeiro, os gorilas se distinguiram e seguiram seu próprio caminho evolutivo. Depois, humanos e chimpanzés se separaram [quanta certeza!]. É por isso que o chimpanzé é considerado o animal mais parecido com o ser humano - e o gorila, o segundo.

Kamilah é um “gorila do Ocidente” (nome científico Gorilla gorilla) e a primeira de seu gênero a ter todo o seu genoma sequenciado. Depois dela, os cientistas ainda compararam os resultados com outros dois animais da mesma espécie e um outro “gorila do Oriente” (Gorilla beringei). Os dados mostraram que a separação dos gorilas do nosso ancestral comum aconteceu há cerca de 10 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] – quatro milhões antes da separação entre humanos e chimpanzés.

O mais surpreendente, no entanto, foi a revelação de que 15% dos genes humanos parecem bem mais com os do gorila do que com os do chimpanzé. A maior parte deles não é capaz de formar proteínas – e isso era esperado, já que a maior parte do genoma como um todo não faz isso.

Mas, entre os genes que fazem, alguns tiveram mudanças mais rápidas do que seriam esperadas nos gorilas, mais ou menos na mesma velocidade com que elas ocorreram nos seres humanos. Entre eles, genes envolvidos no desenvolvimento cerebral e na audição.

Isso surpreendeu os pesquisadores. A rápida evolução no gene da audição é uma das coisas que se acredita que levaram ao desenvolvimento da fala em humanos. Mas os gorilas tiveram uma evolução tão rápida quanto nesse gene – e gorilas não falam. “Se eles falam, estão guardando segredo”, brinca o cientista Aylwyn Scally, do Wellcome Trust Sanger Institute, no Reino Unido, que fez o sequenciamento, publicado nesta quarta-feira (7) na revista científica Nature.

A descoberta pode invalidar uma das explicações mais aceitas sobre como nossos ancestrais desenvolveram a fala. [Mas isso não foi apresentado insistentemente na imprensa como “certeza científica”? E agora? Jogar fora os livros?]

O sequenciamento genético também pode render resultados médicos. Entre nossos genes “comuns”, estão alguns que causam problemas cardíacos e demência em pessoas - mas são completamente inofensivos nos gorilas. Se pudermos entender porque eles não fazem efeito nos macacos, novas possibilidades de tratamentos e cura se abrem.

Com o genoma do gorila, os cientistas encerram agora o mapeamento completo dos quatro grandes primatas vivos: humanos, chimpanzés, gorilas e orangotangos.

Fonte: G1 Notícias

Nota do blog criacionismo: Nunca é demais lembrar que também compartilhamos 50% de semelhança genética com a banana, mas isso não nos faz meio-bananas (sei lá, às vezes...). A grande semelhança genética entre o ser humano e os chamados “grandes primatas” não se deveria ao fato de que esses seres são anatômica, fisiológica e metabolicamente semelhantes? É evidente que, por conta disso e de outros fatores, nossa genética tem mesmo que ser parecida. O que os cientistas nem sempre destacam são as diferenças entre humanos e quaisquer outros seres vivos. Aí é que reside o problema para a teoria da evolução.

Espermatozoides são inteligentes e calculam o tempo

Um estudo publicado no jornal médico Journal of Cell Biology indica que os espermatozoides são inteligentes e sabem contar. A pesquisa levou em consideração a maneira como eles nadam e como escolhem os caminhos para seguir adiante. Segundo os cientistas o esperma parece ser controlado pela concentração de cálcio do ambiente em que está, mudando de forma ou velocidade de acordo com a situação encontrada. Em outras palavras, é preciso que o esperma saiba contar para perceber o quão rápido a concentração de cálcio muda. A mensuração é feita para que os espermas saibam como reagir quando há muito cálcio ao seu redor. Próximo do óvulo, por exemplo, costumam haver concentrações mais altas. Como essa contagem é feita, ainda permanece um mistério para os cientistas.

Fonte: TecMundo

quarta-feira, 14 de março de 2012

Estrutura interna do fígado contradiz mitos evolutivos

O fígado dum adulto médio tem essencialmente o tamanho duma pequena bola de futebol americano. Pesando cerca de 1,360 Kgs, é o maior órgão interno do corpo humano.

Ajustado de modo elegante entre costelas, o fígado não só executa mais de 500 funções distintas, como desempenha um papel de ligação fundamental e vital entre o coração, os pulmões e o sistema digestivo.

(Nada mau para algo que, segundo os evolucionistas, é o resultado de milhões de mutações aleatórias através dos mitológicos “milhões de anos”.)

Dentro do fígado existe uma série espantosa de veias microscópicas onde cada gota de sangue é processada. Lá, as condições do sangue são constantemente monitorizadas de modo a garantir que a sua química esteja de acordo com os parâmetros necessários e restritos. Químicos inúteis são transformados em químicos úteis.

Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige factores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado encarrega-se de as produzir e adicioná-las à corrente sanguínea.

O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como prepara-se a ele mesmo para fornecer ao corpo a energia necessária quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.

Design Inteligente

Como é que os evolucionistas explicam a origem aleatória dum sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções – cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o facto de haver funções que são executadas em simultâneo.

Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como é que a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíssem? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal “evolução”?

Apontar a existência actual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.

É contra-producente apontar fígados com complexidades distintas – e alinhá-los em ordem de complexidade – sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio “certo” dentro da mitológica escala evolutiva.

Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que o mesmo é o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela selecção natural.

Estruturas como o fígado são demasiado complexas e especificadas para serem o efeito da forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. É por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.

Fonte: Darwnismo

Leia também: Comunicação química e Estrutura interna dos cães contradiz mitologia evolutiva

terça-feira, 13 de março de 2012

Mulher é atacada por ex-marido por um ácido

Você tem ideia dos efeitos que o corpo humano pode ter quando é atingido por um ácido? E quando esse ácido é o Ácido Sulfúrico - um dos mais fortes existentes? Vai aqui um exemplo do efeito potencial deste ácido. A matéria a seguir não é tão agradável de ler e nem de ver, mas fica a advertência e cuidados para aqueles que manipulam em laboratórios.

Uma mulher belga que teve a face deformada após ser atacada por seu amante com ácido depôs na corte nesta segunda-feira (12) contra o homem. "Ele fez de mim um monstro", afirmou Patricia Lefranc, que passou por 86 operações após o que ela descreve como uma tentativa de assassinato.

É justamente isso que seus advogados tentam provar no julgamento de Richard Remes em Bruxelas: que ele não queria apenas ferir a amante, de 48 anos, quando a atacou em dezembro de 2009.

Remes, de 57 anos, já era casado à época e mantinha um caso com Lefranc. O ataque ocorreu depois que a mulher pôs fim ao relacionamento, segundo a reportagem do "Daily Mail".

Lefranc descia de um carro após pegar uma carona até o subúrbio de Molenbeek-Saint-Jean quando sofreu o ataque. O homem jogou ácido sulfúrico sobre seu rosto e busto. A mulher foi socorrida por vizinhos e levada para um hospital, onde ficou em coma por três meses.

"Perdi a visão do olho esquerdo e a audição em um dos ouvidos. Meu dedo anular direito foi amputado. Por volta da oitava cirurgia, eu parei de contar", afirma a mulher.

A defesa de Remes diz que ele não tinha noção do efeito devastador que o ácido usado teria. Segundo ele, o relacionamento começou depois que ele se mudou com sua mulher e filhos para um prédio de flats do qual Lefranc era zeladora. Depois que ela terminou um namoro, eles começaram a se encontrar.

Patricia Lefranc também tem um filho, e entre os danos causados pelo ataque ela cita que os amigos de seu filho fazem piadas sobre sua aparência. "As pessoas ficam me olhando na rua. Pior, eu sou usada como exemplo do que pode acontecer a uma mulher que ponha fim a um relacionamento", afirma.
Entre seus advogados, Patricia Lefranc chega para sessão do julgamento de Richard Remes em Bruxelas, na segunda-feira (12) (Foto: Yves Herman/Reuters)

Fonte: G1

Mais influente microbiólogo na França é cético de Darwin

Em biologia e outras áreas, a extensão do fermento antidarwinista é imensamente atenuado se alguém considerar somente os defensores do Design Inteligente. Existe também um corpo substancial de pesquisadores que rejeita o paradigma evolucionário convencional, assim como rejeitam o Design Inteligente. Assim encontramos, voltando nossa atenção para a edição da revista Science de 22 de março, que Didier Raoult, da University de Aix-Marseille, é um cético furioso de Darwin. “Controverso e sem papas na língua, Raoult publicou no ano passado um livro de ciência popular que declara peremptoriamente que a teoria da evolução de Darwin está errada.” O livro é Dépasser Darwin (Além de Darwin).

“Darwin foi um sacerdote”, disse Raoult, afirmando que a imagem da árvore da vida que Darwin propôs é inspirada na Bíblia. “Ela também é muito simples.” Raoult questiona outros diversos princípios da moderna teoria evolucionária, inclusive a importância da seleção natural. Ele diz que recentes descobertas em genética revelam como os genes são frequentemente trocados, não somente entre espécies microbianas diferentes, mas também entre micróbios e organismos complexos, por exemplo, no intestino humano. Isso quer dizer que a criação de novo de espécies completamente novas é possível, Raoult argumenta, e a árvore da vida de Darwin, ramificada, deve ser substituída por uma rede de espécies interconectadas. [Note que troca de genes não significa “surgimento” de genes ou de nova informação genética. Além disso, como explicar o surgimento/variação dos primeiros micróbios que não teriam com quem trocar genes? – MB.]

Um colega crítico se preocupa que Raoult fornece “munição” para os “criacionistas” [note que a maior preocupação não é com a verdade dos fatos e sim com a possível vantagem dada aos criacionistas], enquanto que Eugene Koonin é citado como oferecendo a estarrecedora opinião de que Raoult “vai um pouco longe demais”. Como você entende isso? Porque “a teoria de Darwin é relevante, mas é incompleta. Ela não se aplica à evolução de micro-organismos”. Mas os micro-organismos têm sido a forma predominante de vida na Terra na maior parte da história da vida. Dizer que o darwinismo não pode explicar sua evolução, vindo de um evolucionista, é uma admissão que deixa alguém sem ar.

Não é estranho que Raoult esteja na dúvida. Somente nos Estados Unidos [no Brasil também] a guilda darwinista teve sucesso tão esplendidamente em impor a conformidade da opinião expressa, de modo tal que as dúvidas são compartilhadas na maior parte sotto voce ou em contextos estritamente profissionais quando, supõe-se, o público não está ouvindo. Em nosso país, a guilda governa pelo temor e culpa por associação, mas - espere. Isso pode realmente continuar indefinitivamente? Parece que não. Na França, pelo menos, a guilda não pode fazer muito do que é feito aqui, e por isso você tem uma situação em que o microbiólogo proeminente do país também é um crítico de Darwin.

Nós uma vez tínhamos por certo de que a União Soviética não poderia cair durante nossa existência. Um colega acabou de retornar de uma viagem a Cuba, e ele fala sobre as mudanças portentosas [ocorrendo] até ali. O que isso quer dizer sobre as probabilidades de êxito do Design Inteligente não é certo, mas é um augúrio pavoroso para a ortodoxia evolucionista.

Fontes: Michelson Borges, Criacionismo e David Klinghoffer, Evolution News)

Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCoentífica: “Fui, nem sei por que, pensando na professora Silvia Regina Gobbo, do Grupo Criacionismo [nome indevidamente apropriado por darwinistas], no Facebook, que afirmou ser a teoria da evolução um fato cientificamente estabelecido, que a evolução humana a partir de primatas está mais do que comprovada [onde que ela obteve essa informação científica? Epifania??] e que não existe nenhuma dissidência científica de peso em relação à evolução. O professor Dr. Didier Raoult, da University de Aix-Marseille, o ‘mais produtivo e influente microbiólogo na França’, qualifica, profa. Gobbo???

“Aprendi com meus pais a tratar as mulheres com elegância - tenho cinco irmãs, e por isso vou ser o mais elegante possível com a profa. Gobbo. No Grupo Criacionismo, ela se mostra atualizada na literatura científica especializada, mas destaca somente os artigos e pesquisas favorecendo (circunstancialmente) o fato, Fato, FATO da evolução, e intencionalmente deixa de lado os artigos e pesquisas que apresentam montanhas de evidências questionando aspectos fundamentais da teoria no contexto de justificação teórica, e que revelam a falência epistêmica do darwinismo.

“Profa. Gobbo, você sabia que vem aí uma nova teoria geral da evolução? Que não será selecionista? Que irá incorporar aspectos teóricos lamarckistas? Que será apresentada à comunidade científica e ao público somente em 2020? Estou falando da Síntese Evolutiva Ampliada. Aprendi na universidade que a ciência abomina o vácuo epistemológico. Perguntar não ofende, profa. Gobbo, mas sob qual referencial teórico estamos fazendo biologia evolucionária???

“Profa. Gobbo, a Sra. me cobrou ali que eu fizesse ciência e publicasse pesquisa/artigo com revisão por pares. Você se diz cristã, e talvez seja isso mesmo, a sua inocência evangélica é muito grande: você não sabe que eu sou considerado PERSONA NON GRATA pela Nomenklatura científica? Trabalhos que apresento para congressos e conferências, apesar de embasados em especialistas de peso na comunidade científica, muito maiores no saber do que os pareceristas, são sumariamente rejeitados, e sou notificado da rejeição quase que no começo desses eventos. Por quê? Porque não rezo pela cartilha de Darwin. Traduzindo em miúdos: eu não beijo os pés e nem beijo as mãos de Darwin, mas o desnudo cientificamente.

“Gente graúda da Nomenklatura científica sabe do que estou falando e de uma história que ainda não posso contar, que eles foram atores comigo, mas que revela a Inquisição sem fogueira e a sordidez desses Torquemadas pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins em perseguir e destruir carreiras acadêmicas dos que ousaram dizer: Darwin está nu!!!”

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