domingo, 26 de fevereiro de 2012

Richard Dawkins: Eu não posso estar certo de que Deus não existe

Ele é considerado como o ateu mais famoso do mundo, mas na noite passada o professor Richard Dawkins admitiu que não poderia ter certeza de que Deus não existe.


Ele disse o arcebispo de Canterbury, Dr. Rowan Williams, que ele preferia chamar-se agnóstico do que ateu.

Os dois homens faziam parte de um "diálogo" público na Universidade de Oxford no final de uma semana que viu amargo debate sobre o papel da religião na vida pública na Grã-Bretanha.

Na semana passada, baronesa Warsi, o presidente do partido Tory, alertou para uma onda de "secularismo militante" desafiar os fundamentos religiosos da sociedade britânica.

A discussão, no Sheldonian Sir Christopher Wren Teatro, atraiu a atenção de todo o mundo.

Além de serem retransmitidas para dois outros teatros, que foi transmitida ao vivo pela internet e promoveu um debate feroz sobre a rede social Twitter.

Fonte: The Telegraph

Nota: O "Devoto de Darwin" (apelido dado a Dawkins pela revista Veja) admite isso, mas escreve um livro intitulado Deus, um Delírio. Pura propaganda enganosa. [Michelson Borges]

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Mesa-Periódica: o jeito mais legal do mundo de aprender química

Theo Gray, um empresário norte-americano, decidiu montar em sua casa uma mesa que, além de ser uma tabela periódica, também apresenta amostras dos elementos químicos presentes na “cartela”.

O móvel dispõe de diversos compartimentos, nos quais Gray guarda as amostras que vai conseguindo. Elas se encontram nas mais variadas formas, que vão de balas de prata a piercings de nióbio. Algumas delas são bem complicadas de guardar, como é o caso do hidrogênio, por exemplo — por se tratar de um gás, Gray engarrafou uma pequena quantidade desse componente químico em um frasco de vidro.

Os elementos mais valiosos da coleção ficam guardados em um cofre, como é o caso do ouro, da prata e da platina, e é claro que os elementos radioativos não estão presentes na mesa.

Além disso, Gray também possui uma coleção respeitável de elementos químicos que não couberam nos compartimentos da mesa. Para dar inveja a qualquer professor de química!



Fonte: TecMundo

sábado, 18 de fevereiro de 2012

"Devoto de Darwin" não sabe título do livro do seu ídolo.

Mais humor por parte do militante ateu e ávido evolucionista Clinton Richard Dawkins. Se depois de ler e ouvir as palavras dele você ficar com alguma réstia de respeito por esse indivíduo, [é possível que você seja mais crédulo] do que parece. Se, por acaso, tentassem definir o que é a arrogância intelectual deslocada, não poderiam fazê-lo de melhor maniera do que pedir ao mais famoso ateu do mundo que dissesse quem é e quem não é cristão. O militante ateu Richard Dawkins anunciou triunfalmente que “um surpreendente número [de cristãos] não consegue dizer qual é o primeiro livro do Novo Testamento“. A transcrição da discussão [numa rádio] demonstra o quão embaraçoso foi o momento para Dawkins:

Fraser: "Richard, se eu lhe perguntasse qual é o título completo do livro A Origem das Espécies, estou certo de que você seria capaz de responder a isso."

Dawkins: "Sim, seria."

Fraser: "Então diga lá."

Dawkins: "A Origem das Espécies... uh... com... oh, Deus... A Origem das Espécies... Há um subtítulo em torno da preservação das raças favorecidas no combate... na luta pela vida."

Fraser: "Se você perguntasse às pessoas que acreditam na teoria da evolução o que eu lhe perguntei e apenas 2% das pessoas respondesse da forma correta, seria terrivelmente fácil para mim afirmar que elas, afinal, não acreditam na teoria da evolução. Portanto, não é justo você fazer esse tipo de perguntas."

Foi um minuto de ouro radiofónico. Para além de ser hilariante, foi bastante simbólico.

O que temos aqui, portanto, é o Richard Dawkins a demonstrar que não sabe o título integral do livro cuja obediência religiosa ele tão avidamente promove por todo o mundo.

Como já foi dito por várias pessoas, Dawkins é uma fraude intelectual de todo o tamanho. Esse tipo de comportamento não foi um lapso de memória temporário mas sim uma característica dele.

Esse indivíduo frequentemente finge ter conhecimento que ele obviamente não tem, e assume saber coisas que claramente não sabe. É precisamente por isso que ele evita debater com pessoas que estão cientes de sua arrogância intelectual e que facilmente poderiam ridiculariá-lo em publico.

É suficientemente mau que Dawkins não tenha sido capaz de dizer o título integral do livro que ele afirma ser o mais importante da história – logo depois de ter afriamdo que seria capaz de dizê-lo. Mas mais importante ainda: ele se esqueceu da parte do título que se refere ao mecanismo supostamente responsável pela evolução!

Lembre-se desse tipo de vergonha da próxima vez que um militante evolucionista vier com ares de superioridade intelectual e moral. Lembre-se disso sempre que alguém quiser citar Dawkins como algum tipo de “autoridade” científica no que toca a questões em torno da Biologia.

Entretanto, fica aqui o título integral do livro que Dawkins promove como sendo o mais importante da história humana, mas cujo titulo ele não sabe: On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life. [Sobre a Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Vida.]

Obs: "Devoto de Darwin" foi um apelido dado pela revista Veja a Richard Dawkins.[Michelson Borges]



Fonte: Criacionismo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Nova teoria para a origem da vida (eles não descansam)

[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] O prato da “sopa primordial” ficou bem menor: uma equipe de pesquisadores sugeriu, em artigo científico a ser publicado nesta terça-feira na revista PNAS, que a origem da vida celular não se deu na vastidão do oceano [será por que eles sabem que a água, por causa da despolimerização, seria o pior ambiente possível para o “surgimento” da vida?], mas sim em pequenas poças em terra [e os livros didáticos, como ficam agora?]. É consenso entre os cientistas que os seres vivos surgiram da combinação de certos elementos químicos, que produziram os “tijolos” de substâncias orgânicas dos quais eles são feitos [só que nenhum desses cientistas explica como isso aconteceu, dadas as tremendas probabilidades em contrário]. Esses ingredientes seriam as substâncias químicas dessa “sopa primordial” no mar. Essa forma de vida primitiva teria se isolado do ambiente, criado um metabolismo próprio para consumo de energia e a capacidade de se reproduzir [“criado um metabolismo próprio”?! Como é fácil resolver o assunto com palavras... Então, essa “forma de vida primitiva” – seja lá o que tenha sido – adicionou do nada informação complexa ao próprio sistema a fim de “criar” os intrincados mecanismos metabólicos dos quais dependia, mas não sabia disso antes?]. Pesquisadores da área se dividem entre os que acham que o metabolismo surgiu antes e os que acham que a capacidade de replicação veio primeiro. [Como essa forma de vida poderia se replicar sem metabolismo? E se não era capaz de se replicar, como pôde ser perpetuar sem se extinguir, fazendo com que a evolução nunca se processasse?]

Uma hipótese popular de um dos defensores do “metabolismo primeiro” foi criada por Mike Russel, hoje no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. Para ele, os precursores da vida surgiram no fundo dos oceanos, ao redor de jatos de água quente que surgem de fissuras ligadas à atividade vulcânica.

“Estávamos bem contentes [eles também estão contentes com o darwinismo e a abiogênese, mas dessas ideias eles não abrem mão de jeito nenhum] com a ideia da origem da vida no mar e nossas visões atuais ainda incorporam alguns traços da hipótese de Mike Russell”, disse à Folha o principal autor do estudo, Armen Mulkidjanian, da Universidade de Osnabrück, na Alemanha.

Mas os cientistas notaram discrepâncias entre as proporções de certas formas de elementos químicos no interior das células atuais dos seres vivos e em ambientes marinhos e terrestres em geral. É o caso de certos íons, átomos ou moléculas eletricamente carregados [só isso? Se continuarem a pesquisar e a abrir a mente, notarão muito mais discrepâncias entre a célula ultracomplexa sob seus microscópios e as teorias mirabolantes de uma origem “simples” que inviabilizaria a vida logo no seu “início”].

De acordo com o grupo, a proporção dos íons dentro das células de hoje reflete a composição do ambiente em que elas se formaram há bilhões de anos. As células atuais contêm os seus típicos íons graças a membranas permeáveis a alguns deles e a enzimas que transportam outros para dentro e para fora. Seria muito exagero sugerir que algo tão sofisticado já existisse nas células primitivas. [Estão chegando perto da verdade! Vão aceitá-la ou tropeçar nela, se levantar e fazer de conta que nada é nada? A célula, para existir como tal, dependia dessa membrana complexa, seletiva, mas como conceber a ideia de que essa complexidade estivesse presente no cenário darwinista primordial?]

Essas “protocélulas” devem ter evoluído em habitats com uma alta relação de íons positivos de potássio e sódio e concentrações altas de compostos de zinco, manganês e fósforo, dizem os pesquisadores. Segundo eles, essas condições químicas não teriam existido em ambientes marinhos, mas são compatíveis com zonas dominadas por vapor de sistemas geotérmicos.

A vida teria surgido em discretas poças ao lado de grandes gêiseres, como os do parque Yellowstone, nos EUA, e só depois os oceanos teriam sido colonizados, quando as condições permitiram.

Fonte: Folha.com

Nota do blog criacionismo: Resumindo: a célula depende de uma membrana seletiva que lhe possibilite aceitar a entrada de íons e compostos que não estariam disponíveis na água (então, adeus água e tudo o que aprendi quando era criança). Esses íons e compostos estariam presentes em poças ao lado de gêiseres. Conclusão: a célula “surgiu” ao lado de gêiseres. Voilá! Sinceramente, é muita imaginação (ou fé) e pouca evidência. E eu não tenho fé suficiente para ser naturalista.[Miclelson Borges]

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Menina de 10 anos descobre nova molécula acidentalmente

Clara Lazen é a descobridora da “tetranitratoxicarbono”, uma molécula composta de oxigênio, nitrogênio e carbono. A molécula tem algumas propriedades interessantes – embora ainda teóricas – que vão desde o uso como um explosivo até o armazenamento de energia. Clara Lazen está listada como a coautora de um artigo recente sobre a molécula. Só que Clara tem 10 anos!

Kenneth Boehr é professor de ciência de Clara em Kansas, EUA. Um belo dia, ele distribuiu os habituais modelos de bolas e pauzinhos utilizados para visualizar moléculas simples para sua classe de quinta série. A minigênia Clara colocou os átomos de carbono, nitrogênio e oxigênio juntos de uma forma particular complexa, e perguntou a Boehr se ela tinha feito uma molécula real. Para sua surpresa, Boehr não tinha certeza. Ele fotografou o modelo e enviou-o para um amigo químico, que o identificou como um produto químico totalmente novo, mas também totalmente viável.

O composto tem a mesma fórmula de um outro existente, mas os átomos estão “arranjados” de maneira diferente, por isso se qualifica como uma molécula única, até então nunca descoberta. Ela não existe na natureza, por isso teria que ser sintetizada em laboratório, o que leva tempo e esforço. Então, por enquanto, a solução foi o amigo de Boehr, Robert Zoellner, escrever um artigo sobre a molécula, listando Clara como coautora.

Boehr disse que a descoberta e posterior publicação do artigo incitou um novo interesse em ciência e química na sua escola – e Clara parece particularmente feliz, afirmando estar agora muito mais interessada em biologia e medicina.

Fonte: hypescience

Nota do leitor Cesar A. Grossmann: "Adorei a história! A criança brincando sem regras com as peças representando uma molécula, o professor com humildade reconhecendo que não conhecia aquela molécula e, em vez de dizer “isto não existe”, procurou ajuda com um especialista, e o especialista olhando para a molécula sem preconceito por que tinha sido feita por uma criança de 10 anos que não sabe quase nada sobre leis de ligação química.

Quantas descobertas e quantos talentos, quantas mentes inteligentes e inquisidoras não são jogadas no lixo por professores despreparados para lidar com a curiosidade das crianças e incapazes de reconhecer a própria ignorância com humildade e pesquisadores arrogantes que não dão valor a nenhum papel que não tenha sido feito por um Ph.D.?

Mais uma vez, excelente notícia, valeu meu dia esta reportagem!"

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Cresce número de cientistas desconfiados do darwinismo

Recentemente [no blog Uncommon Descent], temos visto James Shapiro, um geneticista molecular não darwinista e autor do livro Evolution: A View from the 21st Century, debater com teóricos e pesquisadores do Design Inteligente. Eis uma resenha [de dez páginas] de sua obra, escrita por Adam Wilkins, um expoente biólogo do Reino Unido e ex-editor do journal BioEssays, publicada no Genome Biology and Evolution (24 de janeiro de 2012). Wilkins admite algo que todo mundo sabe, mas que alguns darwinistas convictos como ele irão admitir de verdade: um crescente grupo de cientistas, especialmente aqueles da biologia molecular, biologia do desenvolvimento ou genética do desenvolvimento, e da microbiologia não está convencido do suposto poder da seleção natural de Darwin em criar o mundo de vida que nós vemos:

“... o argumento sustentado no livro de que a importância da seleção natural para a evolução tem sido imensamente exagerada representa um ponto de vista que tem um grupo crescente de adeptos. (Alguns meses atrás, fiquei surpreso de ouvir isso expresso, nos termos mais contundentes, de outro microbiólogo muito eminente.) Minha impressão é de que a biologia evolucionária está cada vez mais se separando em dois campos, divididos justamente sobre essa questão. De um lado, estão os geneticistas de população e os biólogos evolucionários que continuam a acreditar que a seleção tem um papel ‘criador’ e crucial na evolução, e, de outro lado, há um grupo crescente de cientistas (a maioria deles que entraram na evolução vindo da biologia molecular, da biologia do desenvolvimento ou da genética de desenvolvimento e a da microbiologia) que a rejeitam.”

Ele pensa que isso ainda não seja uma crise de paradigma a la Thomas Kuhn.

O resto da resenha é interessante, especialmente sua defesa da seleção natural:

“Os argumentos da evidência paleontológica a favor da importância da seleção natural dizem respeito, na sua maioria, às tendências de mudanças morfológicas de longo tempo, que são visíveis em muitas linhagens. É difícil imaginar o que mais, a não ser que a seleção natural pudesse ser responsável por tais tendências, a menos que alguém invoque forças sobrenaturais ou místicas tais como a muito popular, mas definitivamente desacreditada, força da ‘ortogênese’.”

Considere o que isso significa: a verdadeira razão em colocar Darwin somente [como explicação] – em oposição a qualquer outra maneira pela qual a evolução possa ocorrer – é que de outro modo nós devemos invocar o sobrenatural? Alguém pode se perguntar o que todos esses cientistas que rejeitam “Darwin somente” pensam disso.

Nosso velho amigo Larry Moran pensa que deriva genética é importante na evolução. (Eu te peguei! Um católico no armário!) Lynn Margulis, famosa por causa da endosimbiose? (Oh, você sabe o que eles dizem dela...) E o próprio Shapiro? (Eu ouvi dizer que ele vai a reuniões secretas com...)

Finalmente, as pessoas que querem ouvir a si mesmas pensam que elas têm que dizer o suficiente. A evidência é importante. A falta de evidência é importante. A liberdade de pensar é importante. E a evolução não é sobre proteger a posição do lobby de Darwin vs. Deus.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota de Michelson Borges: A Nomenklatura científica já tomou conhecimento do poder epistemológico das teses de Shapiro (um cientista evolucionista não darwinista) nesse livro, que só falta dizer: uma iminente e eminente mudança paradigmática em biologia evolucionária já se faz necessária.

Você não vai ler sobre essas questões de ceticismo sobre a eficácia da seleção natural em sites de ciência como o HypeScience, em outros blogs científicos, muito menos nas publicações de divulgação científica como o JC E-Mail (órgão da SBPC), Ciência Hoje, Galileu, Superinteressante e os jornais e revistas como a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Globo, Veja, Época.

Por que esses grandes veículos midiáticos não abordam temas assim? Por que, hein? É porque quando a questão é Darwin, é tutti cosa nostra, capice?

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