sábado, 28 de janeiro de 2012

Programa 96 Gospel na 96FM

PROGRAMA 96 GOSPEL

Todos os domingos a partir das 08 horas da manhã na 96,3 FM em Guanambi-BA.
Se preferir, poderá ouvir pelo site da emissora no: www.guanambifm.com.br

LEMBRE-SE: "... A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus." (Rom 10:17)

Mestre em química fala sobre criacionismo e evolucionismo

Apesar de a matéria da revista Veja sobre o evolucionismo ter sido publicada há um mês (11/2), as questões que ela levanta não "esfriam", pois são recorrentes. Ainda mais quando estamos em um ano de festa para os darwinistas. Prova disso, foi o debate promovido pela Globo News, no dia 24 de fevereiro, entre o zoólogo evolucionista Dr. Mário Pinna e o geólogo criacionista Dr. Nahor Neves de Souza Jr. No entanto, o canal por assinatura parece ter sido mais feliz, pelo simples fato de dar espaço para os dois modelos. Com a proposta de também aprofundar a questão, entrevistei a professora Juciane França, que é bacharel e mestre em Química pela UFPR, criacionista de carterinha, e docente do Ensino Médio da Rede Adventista de Educação em Curitiba, PR. Ela é casada com o professor Rodrigo, também químico e criacionista.

A reportagem sugere que o corpo humano apresenta alguns resquícios do processo evolutivo. O temido dente de siso, por exemplo, seria uma evidência de que a nossa mandíbula não cresceu na proporção do nosso crânio. Já o cóccix, na base da coluna, apontaria para um suposto rabo do ancestral do homem. Como você responderia a isso?

No século 19, os órgãos que não tinham sua função plenamente conhecida eram considerados vestigiais. Com o avanço da biomedicina, muitos desses, como os endócrinos e linfáticos, receberam o seu devido valor por se conhecer sua funcionalidade. No caso do cóccix, ele é citado por evolucionistas para "comprovarem" suas teorias, uma vez que não seria possível atribuir uma função para essa estrutura óssea. No desenvolvimento do embrião, o ser humano tem uma cauda de aproximadamente um sexto do seu tamanho. Ao se tornar um feto, ela é absorvida pelo resto do corpo, permanecendo o cóccix. Ele é um pequeno osso que termina a coluna vertebral na parte inferior, tendo muitas funções importantes. Esse osso é responsável pela união de vários músculos pélvicos, formando o diafragma pélvico, que mantém fixos muitos órgãos em nossa cavidade abdominal. Com essas características, e conhecendo algumas de suas funcionalidades, não podemos atribuir o título de vestigial para uma estrutura tão importante. O exemplo do dente de siso já pode ser considerado o que chamamos de microevolução. Devido à mudança na alimentação, podemos dizer que os dentes que antes eram tão necessários quando o ser humano foi originalmente projetado, hoje já não possuem tanta utilidade, prova disso é que alguns seres humanos nunca o terão.

A revista, ao tentar reconstituir o caminho evolutivo do homem, também admite que ele é "cheio de lacunas e braços perdidos" (p.76). Seria essa uma das grandes pedras no sapato dos darwinistas?

Com certeza. Charles Darwin identificou isso como a maior fraqueza em sua teoria. Ele acreditava que fósseis intermediários seriam encontrados. Mas a maioria dos milhares de fósseis que é encontrada se encaixa nos grupos existentes. À medida que mais fósseis são achados, torna-se mais claro que as lacunas entre os principais grupos de organismos são reais, e que as sequências de intermediários, provavelmente, não serão encontradas. Essa evidência tem levado os teóricos evolucionistas a procurar novas maneiras de explicar a evolução dos principais grupos diante do não preenchimento dessas lacunas. Por exemplo, os mamíferos são os vertebrados que apresentam o melhor registro fóssil. Mas, na maioria das ordens, nenhum fóssil documenta a evolução a partir de supostos ancestrais.

Por que a descoberta do DNA, em 1953, é apontada como de grande importância para a aceitação da seleção natural proposta por Darwin? Ela foi cabal para comprovar a evolução?

Com a descoberta do DNA, os cientistas começaram a associar a evolução das espécies com as modificações estruturais no DNA. Para eles, isso já bastaria para comprovar a evolução. Mas não podemos nos esquecer de que o DNA é vulnerável. Nas células humanas, as atividades metabólicas e os fatores ambientais podem causar danos ao DNA. Diariamente, cada célula sofre cerca de 500 mil lesões. Elas causam danos estruturais à molécula de DNA e podem dramaticamente alterar o resultado da transcrição gênica. Consequentemente, o processo de reparo de DNA precisa estar operando constantemente, para corrigir rapidamente qualquer dano à estrutura do DNA. Como podemos então associar esse processo todo à evolução?

Vejamos o exemplo dos cães. Apesar de existirem raças distintas, as diferenças se encontram dentro de um limite. Não vemos cães pesando menos do que alguns quilos ou mais pesados que 80 quilos. Vários criadores, durante anos, tentaram em vão produzir galinhas que botassem mais de um ovo por dia. Vários criadores de cavalos já tentaram aumentar a velocidade de corrida dos cavalos que produzem, mas também não tiveram êxito. A teoria de Darwin exige que as espécies tenham a propriedade de mudar radicalmente em curto espaço de tempo, mas não é isso que as evidências das experiências de reprodução mostram. O que se observa é que há limites bem definidos para as mudanças em cada espécie.

No campo da Química, quais são os principais embates entre evolucionistas e criacionistas?

No primeiro ano do ensino médio, os alunos aprendem sobre os isótopos. E a primeira pergunta que eles fazem é sobre a datação dos fósseis utilizando o carbono 14. Muitos alunos acreditam realmente que o planeta passou por muitas transformações e possui milhões e milhões de anos. Estudando mais sobre o método de datação baseado no carbono 14, percebemos algumas falhas, o que evidencia uma metodologia não precisa e com muitas limitações. O carbono 14 se encontra em equilíbrio na atmosfera terrestre. Mas esse equilíbrio que hoje observamos não é o mesmo equilíbrio que havia na Revolução Industrial, por exemplo. Para se determinar de maneira correta a idade dos fósseis, seria necessário o tratamento prévio da amostra através de descontaminação de carbono 14 superficial. Com esse tratamento preliminar, a datação não passaria de alguns milhares de anos. A grande maioria dos cientistas que utiliza essa técnica de datação não toma o devido cuidado com as amostras, e uma vez que a descontaminação não é feita, elas apresentam milhões e milhões de anos. Uma pequena pesquisa na internet já evidencia essa triste realidade.

Como você trabalha os modelos da evolução e da criação dentro da sala de aula? O ensino do contraste das duas visões é positivo?

Os dois modelos são trabalhados mais amplamente na disciplina de Biologia. Na área da Química, sempre procuro colocar informações sobre pesquisas recentes que façam o aluno decidir sobre seu posicionamento. Um exemplo que utilizo muito é sobre o trabalho do Dr. Robert Gentry, professor e pesquisador do Departamento de Física do Columbia Union College, em Takoma Park, Maryland, EUA. A pesquisa dele envolve os radiohalos de polônio presentes em rochas. Em todos os trabalhos dele, dois deles já publicados na revista Nature e três na revista Science, os dados mostram claramente um planeta Terra muito mais jovem do que afirmam vários pesquisadores que utilizam a datação radiométrica. A diferença cai de milhões e bilhões de anos para milhares de anos. Os trabalhos dele nunca foram seriamente contestados. Com esse tipo de informação, o aluno pode ver que nem sempre o que é cientificamente divulgado é a verdade absoluta. É interessante notar que os alunos criam um senso crítico diante das informações que são passadas. Entendem que não é simplesmente porque uma revista disse isso ou aquilo que se deve acatar como verdadeiro.

Criacionistas e evolucionistas parecem concordar quanto à microevolução e discordar quanto à macroevolução. Por quê?

A microevolução se trata de pequenas mudanças genéticas que ocorrem dentro de uma mesma espécie. Vemos a microevolução em todos os momentos devido à adaptação das espécies ao meio em que vivem. A cada ano, novos antibióticos são lançados no mercado farmacêutico devido à resistência das bactérias aos medicamentos já existentes. Já a macroevolução contemplaria mudanças genéticas tão drásticas que novas espécies distintas seriam formadas. Na Bíblia, não vemos nenhum texto que vá contra a microevolução. Quando analisamos a macroevolução, percebemos que a base para sua comprovação é frágil, uma vez que ela trata de eventos que, presumivelmente, aconteceram num passado distante. Logo, nunca poderão se tratar de ciência precisa, testável e com o mesmo nível de confiança de muitas outras áreas.

Certa vez, o cientista agnóstico Marcelo Gleiser sugeriu que a razão da popularidade do criacionismo entre os brasileiros era a deficiência no ensino da disciplina de Ciências. Em outras palavras, se os alunos entendessem a evolução não a rejeitariam. Você concorda?

Certamente não. Depois de concluir a graduação e o mestrado em Química, é impossível dizer que não existe Deus. Todos os fenômenos químicos, o comportamento dos átomos, estejam eles em sistemas biológicos ou não, mostram uma perfeição infinita através da qual vemos Deus a cada minuto. Cheguei a essa conclusão mesmo estudando em uma instituição secular e praticamente cética.

Você já sofreu algum preconceito ou perseguição no ambiente acadêmico por suas crenças criacionistas?

Sim. No âmbito acadêmico, o pensamento mais seguido é de que o evolucionismo, bem como a teoria do Big Bang, são leis. Essas correntes são tão fortes que até mesmo pessoas que possuem fé altruísta acabam tentando conciliar o criacionismo com a evolução. Como são duas correntes totalmente opostas, elas acabam entrando em contradição. Infelizmente, as pessoas se esquecem de Deus e querem encontrar as respostas somente pela razão. Nos últimos anos acadêmicos, alguns colegas de trabalho me procuravam para tentar me convencer da minha "ignorância". Não conseguiam entender como uma pessoa tão estudada era capaz de acreditar que o mundo foi criado por Deus em sete dias e que Adão e Eva existiram. Às vezes, eu ficava chateada, pois por mais que se tente argumentar, muitos não estão dispostos nem mesmo a reconsiderar sua posição e muito menos escutar a minha. Acham que os criacionistas são totalmente ignorantes. E eu me perguntava: "Os evolucionistas dizem que os criacionistas refutam a ciência e as evidências e os atacam ferozmente. Mas com o comportamento deles, de não respeitar a nossa fé, que diferença eles têm?"

Por: Wendel Lima

Fonte: Outraleitura

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

McDonald's usava amônia em sua receita de hambúrguer nos EUA

Mais uma polêmica gira em torno dos alimentos comercializados pelo McDonald's. Nos Estados Unidos, a rede de fast-food vai mudar a receita de seu hambúrguer, informou nessa quinta-feira o jornal "Mail Online". Apesar do McDonald's não confirmar o motivo, a mudança na receita teria sido motivada depois que o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver (foto ao lado) resolveu botar a 'boca no trombone' ao descobrir que o processamento da carne usada no recheio de seus hambúrgueres utilizava hidróxido de amônia na conversão de sobras de carnes gordurosas. O produto de enchimento ganhou as manchetes depois que ele denunciou em seu programa, Jamie Oliver Revolução de Alimentos.

"Basicamente, nós estamos levando um produto que seria vendido na forma mais barata para cães e após este processo, podemos dar aos seres humanos. Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne cheio de amônia na boca de seus filhos?", disse Oliver em seu programa de televisão.

Ainda de acordo o "Mail Online", o processamento da carne é realizado pela empresa BPI (Beef Products Inc) e, segundo o jornal, ninguém da empresa estava disponível para comentar o assunto.

Todd Bacon, diretor do Sistemas da Qualidade da empresa nos Estados Unidos afirmou ao jornal que cumpre todos os requisitos e regulamentações governamentais de segurança alimentar. "Além disso, temos a nossa própria comida, medidas de segurança e normas em vigor em toda a cadeia de suprimentos para garantir que servimos alimentos seguros e de alta qualidade para cada cliente, cada vez que visitam nossos restaurantes." A rede também afirmou que "a decisão de retirar os produtos do sistema do BPI não está relacionada a qualquer evento específico".

Na América Latina, a Arcos Dorados, empresa que opera o McDonald´s em toda a região, inclusive no Brasil, informou por meio de nota que o aditivo em questão não é utilizado como ingrediente nem em qualquer processo da cadeia produtiva da marca na região. A companhia acrescenta que os hambúrgueres são preparados com 100% de carne bovina e que toda a produção é validada pelas autoridades regulatórias locais.

A marca McDonald's existe em cerca de 120 países.

Fonte: EM

Nota: O hidróxido de amônio, de fórmula química NH4OH é uma base solúvel e fraca, só existe em solução aquosa quando faz-se o borbulhamento de amônia (NH3) em água.

Hidróxido de Amônio não é considerado cancerígeno pela OSHA.

Resumo de riscos: Nocivo quando ingerido, inalado e absorvido pela pele. Extremamente irritante para mucosas, sistema respiratório superior, olhos e pele.

Efeitos agudos: A inalação pode causar dificuldades na vítima como consequência: espasmos, inflamação e edema de garganta, pneumonia química e edema pulmonar.

Efeitos crônicos: A exposição repetida ao produto pode causar tosse, respiração ruidosa e ofegante, laringite, dor de cabeça, náusea, vômito e dor abdominal.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Você já viu uma proteína de perto?

Clique na imagem para ampliar

Se você achava legal ter aulas de biologia ou química no laboratório da sua escola apenas por causa do microscópio, você ficaria eufórico ao experimentar os microscópios eletrônicos – dispositivos que possuem um potencial de aumento incrível.

Há pouco tempo, o Lawrence Berkeley National Laboratory adquiriu um equipamento desses (que custou quase US$ 1,5 milhão) para o um de seus departamentos, o U.S. Department of Energy. Nele, de acordo com o centro de notícias do site Berkeley Lab, os pesquisadores Gang Ren e Lei Zhang desenvolveram um estudo para analisar a estrutura molecular dinâmica de uma única molécula.

Utilizando todo o potencial do maquinário adquirido, os cientistas conseguiram alcançar resoluções nunca vislumbradas antes na instituição. A dupla conseguiu gerar as primeiras imagens 3D de uma molécula de proteína – as quais você pode conferir no topo.

Para chegar a tal resultado, os pesquisadores precisaram combinar algumas técnicas, como a difração de raio X, a ressonância magnética nuclear e a microscopia crioeletrônica. O estudo foi publicado ontem no periódico virtual PLoS One.

Fonte: TecMundo

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Por que duvidam da evolução?

[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] Ao menos nos EUA, a evidência é indiscutível. Em uma pesquisa do grupo Gallup na véspera do aniversário de 200 anos do nascimento de Charles Darwin, no dia 12 de fevereiro de 2009, apenas 39% dos americanos responderam que “acreditam na teoria da evolução”. Não há dados semelhantes no Brasil, mas imagino que os números sejam semelhantes ou piores [há sim, confira aqui]. A mesma pesquisa relaciona o resultado com o nível educacional dos respondentes. Apenas 21% das pessoas com ensino médio completo ou menos acreditam na evolução. O número sobe para 53% nos graduados e 74% em quem tem pós-graduação [mas é claro. Isso é resultado da doutrinação no naturalismo filosófico que vai corroendo a visão crítica da pessoa, preparando-a para aceitar a hipótese macroevolutiva como se fosse sinônimo de fato científico; além disso, praticamente não há professores que queiram ou se aventurem a lecionar evolução de uma perspectiva mais crítica, analisando suas insuficiências]. Outra variável investigada foi a relação do resultado com frequência à igreja. Dos que acreditam em evolução, 24% vão a igreja semanalmente, 30% ao menos uma vez por mês e 55% nunca vão. Quanto mais crente, maior a desconfiança em relação à teoria de Darwin. [O contrário é verdadeiro: quanto mais ateu, maior a aceitação do darwinismo como fato, possivelmente porque o darwinismo – se corretamente compreendido – se trata de uma teoria naturalista ateia – mesmo que alguns religiosos tentem se convencer do contrário, ou seja, de que seria possível hibridizar evolucionismo com a Bíblia. Criacionistas bem informados não têm receio de ler a vasta literatura evolucionista disponível no mercado; curiosamente, são poucos os evolucionistas com quem tenho conversado que admitem ter lido um ou dois bons livros criacionistas. A verdade não precisa temer o confronto e o pesquisador sincero deve estar disposto a seguir as evidências levem aonde levar.]

Por outro lado, a evidência em favor da evolução também é indiscutível. Ela está no registro fóssil, datado usando a emissão de partículas de núcleos atômicos radioativos [verdade? O registro fóssil mostra que as inúmeras formas transicionais que deveriam existir simplesmente não existem; mostra também que a vida simplesmente “explode” com toda a sua complexidade no chamado período Cambriano; e mostra que a superposição de camadas se deu de maneira rápida e catastrófica, já que os extratos geológicos são plano-paralelos sem evidência na área de contato entre eles de erosão ou exposição às intempéries]. Rochas de erupções vulcânicas (ígneas) enterradas perto de um fóssil contêm material radioativo. O mais comum é o urânio-235, que decai em chumbo-207 [por que Gleiser não se pergunta: Por que datar um fóssil a partir de uma rocha vulcânica enterrada com ele? Quem disse que a tal rocha tem a mesma idade do fóssil? E quem disse que o processo de decaimento do urânio-235 até o chumbo-207 se deu de maneira linear no tempo, intocado, de tal forma que possamos assumir que a taxa de decaimento nunca variou? Quem disse que podemos confiar nas estimativas com respeito às quantidades dos elementos pai e filho na amostra de rocha? E a atividade vulcânica, não teria promovido alterações nos relógios radioativos? “Por que duvidar da evolução?”, pergunta Gleiser; por esse e outros muitos motivos]. [...]

A evidência em favor da evolução aparece também na resistência que bactérias podem desenvolver contra antibióticos [mais uma vez esse argumento das bactérias... “Por que duvidar da evolução?”, pergunta Gleiser; porque seus defensores vivem trombeteando exemplos de microevolução – aceitos pelos criacionistas – como se fossem exemplo de macroevolução; porque os evolucionistas acreditam que uma baleia evoluir de uma ameba é a mesma coisa que uma bactéria adquirir resistência a antibióticos, muito embora continue sendo bactéria]. Quanto mais se usam antibióticos, maior a chance de que mutações gerem bactérias resistentes [só isso]. Esse tipo de adaptação por pressão seletiva pode ser investigado no laboratório, sujeitando populações de bactérias a certas drogas e monitorando modificações no seu código genético [perfeito, e o mesmo tipo de investigação vem sendo feita há cem anos com as drosophila. Resultado? Clique aqui para conferir].

Posto isso, pergunto-me por que a evolução causa tanto problema para tanta gente. Será que é tão ofensivo assim termos tido um ancestral em comum com outros primatas, como os chimpanzés? [Note como é típico este argumento evolucionista: as pedras parecem ter milhões de anos; as bactérias adquirem resistência a antibióticos; portanto, somos descendentes de um ancestral comum dos macacos e humanos (ancestral esse totalmente hipotético); isso é que é argumento non sequitur, mas o físico Gleiser parece não perceber isso. “Por que a evolução causa tanto problema para tanta gente”? Bem, na verdade, causa problema para aqueles que têm coragem de duvidar dela; para aqueles que, embora sejam chamados de “crentes”, resistem a crer numa teoria cuja fundamentação teórica é a filosofia naturalista, essa, sim, impossível de ser submetida ao método científico; causa problema para aqueles que pensam que a sociedade é democrática e que temos liberdade de expressão e, por isso, decidem manifestar sua discordância do establishment científico/educacional/político.]

A nossa descendência é ainda muito mais dramática: se formos mais para o passado, todos os animais que existem e descenderam [como ele pode afirmar isso com tanta certeza?] de um único ancestral, o Último Ancestral Universal Comum (na sigla Luca, em inglês), que provavelmente era um ser unicelular. [“Provavelmente”? Então que se prove! Depois de mais de um século e meio da publicação das ideias de Darwin, essa teoria (no que diz respeito à macroevolução, repito) continua tão especulativa quanto quando foi imaginada na cadeira de balanço do naturalista inglês – imaginada, sim, porque o microscópio nem permitia ver a complexidade contida dentro de uma “simples” célula que deveria ser semelhante ao suposto ser unicelular primordial que querem nos fazer crer que era tão simples que poderia ter “surgido”.]

Essa desconfiança do conhecimento científico é muito estranha, dada a nossa dependência dele no século 21. (De onde vêm os antibióticos e iPhones?) [Com todo respeito, mas isso é jogo sujo! Como Gleiser pode misturar tecnologias desenvolvidas por seres inteligentes e as hipóteses macroevolutivas naturalistas da biologia evolucionista? O que iPhones têm a ver com o suposto ancestral comum e com fósseis interpretados sob a lente darwinista?! Criacionistas não desconfiam do conhecimento científico – como Gleiser tenta induzir. Desconfiam, sim, de hipóteses metafísicas que tentam se passar por ciência experimental. Isaac Newton, Galileu Galilei e outros grandes cientistas do passado ajudaram a criar o método científico e não precisaram da evolução para fazer boa ciência. Agora quem pergunta sou eu: Por que endeusar essa hipótese e ficar tão chocado com aqueles que querem submetê-la à crítica? Não é exatamente assim que a ciência avança? Por que Gleiser sai de seus domínios na física para defender seus amigos evolucionistas contra os críticos? Que eles mesmo se defendam!] O problema parece estar ligado ao Deus-dos-Vãos, a noção de que quanto mais aprendemos sobre o mundo, menos Deus é necessário [clique aqui para ler uma parábola relacionada com essa ideia]. Os que interpretam a Bíblia literalmente [lá vem o físico dizer como se deve interpretar a Bíblia...] veem nisso uma perda de rumo. Se Deus não criou Adão e Eva e se não nos tornamos mortais após a “queda do Paraíso”, como lidar com a morte?

Uma teologia que insiste em contrapor a fé ao conhecimento científico só leva a um maior obscurantismo. Mesmo que não acredite em Deus [deu para perceber], imagino que existam outras formas de encontrar Deus ou outros caminhos em busca de uma espiritualidade maior na vida. [Termino parafraseando o que Gleiser disse: uma teoria que insiste em contrapor a filosofia naturalista (que posa de método e confunde tecnologia com ciência) ao conhecimento científico só leva a um maior obscurantismo. E querem saber, Gleiser e Folha? Cada vez que leio um texto como esse duvido ainda mais da evolução. – Michelson Borges]

(Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 22/01/2012)

Fonte: criacionismo

O BBB e o “estupro consentido” dos brasileiros

A revista Veja desta semana (com uma capa pra lá de apelativa) reclama da baixaria que vem tomando conta da TV. No editorial, publicaram: “O beijo mais casto já foi considerado imoral no cinema nos anos 30 e hoje a nudez parcial e as cenas que evocam o ato sexual são comuns nas telas.” É a mídia contribuindo para, aos poucos, romper toda barreira que ainda persiste na tentativa de conter a avalanche de imoralidade que toma conta do mundo. Mesmo sob a suspeita de que um dos participantes do reality teria estuprado uma colega adormecida (ou entorpecida pelo álcool), Pedro Bial disse: “O amor é lindo.” Além de distorcer o significado da palavra amor (na verdade, o que houve, possivelmente, tenha sido abuso – ou, que seja, fornicação indecente e voyeurística), o jornalista ajuda a esconder os fatos – o que a própria Globo fez, ao retirar da internet os vídeos suspeitos. Depois, Bial simplesmente justificou a saída do rapaz dizendo que o que ele havia feito se tratava de “comportamento inadequado”. Só isso? Possibilidade de estupro (crime), então, seria apenas “comportamento inadequado”?

As redes sociais fervilharam. A TV Record aproveitou a polêmica e martelou o “escândalo BBB” durante todo aquele dia. E a Veja, sem poupar críticas, escreveu: “Santa ironia: a emissora dos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, lar do assistencialismo apelativo de Gugu Liberato, do sensacionalismo do Domingo Espetacular e das peladonas de A Fazenda, desancava o baixo nível da líder de audiência. Logo quem.” Pois é, Edir, o sujo não pode falar do mal lavado. Toma!

Voltando ao BBB da Globo, o que esse programa chulo tem promovido? O consumo de álcool, o comportamento irresponsável e o sexo livre. E o que a mesma emissora hipocritamente combate ou noticia com espanto, de vez em quando? Os malefícios do álcool (famílias desfeitas, crimes e mortes no trânsito, por exemplo) e o aumento do número de mães adolescentes solteiras. Além disso, tenta combater a disseminação de doenças como a aids (com campanhas igualmente apelativas). Ou seja: morde e assopra.

Infelizmente, é a lei, os valores, os princípios morais e a mente dos brasileiros que vêm sendo estuprados diariamente por essa programação rasteira. Passou dos limites? Sim, mas a audiência continua nas alturas... E uma vez consentido, o abuso deixa de ser abuso.

Michelson Borges

Fonte: criacionismo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Diferenças entre amor e paixão

Muita gente já sofreu por alguém julgando que sentia amor quando na verdade era uma forte paixão.

Motivo de confusão na vida de milhares de pessoas, o primeiro passo para não cair numa armadilha como essa é conhecer a diferença entre esses dois sentimentos. Portanto, tome nota e não se deixe levar pelas ilusões do coração. Lembre-se de que em Jeremias 17:9 o Senhor nos alerta quanto a nossos sentimentos enganosos. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”. Continue lendo aqui.

sábado, 21 de janeiro de 2012

O veneno está na mesa. Brasileiro consome em média 5,2 litros de agrotóxicos por ano

Não consegui pensar em outra coisa depois que li este cartaz ficçado em um dos murais da faculdade onde estudo. Então, fui buscar mais informações no Google sobre o assunto e encontrei um resultado do estudo divulgado pela Anvisa. Isso é muito assustador!

Pela necessidade de produzir cada vez mais alimentos ficam cheios de agrotóxicos. Ou seja, a lavoura fica protegida, porém a nossa vida fica colocada em risco. Lucro certo para o produtor, déficit no sistema de saúde. O que é um crime. Afinal, em nome do lucro de alguns, toda uma sociedade padece.

E agora? Sinceramente, não sei responder. Mas a cada dia que passa me bate aquela vontade de viver uma vida mais tranquila na zona rural e produzir o próprio alimento (orgânico), isso dá!

Nota: Veja este excelente documentário mostrando o absurdo da agroindústria brasileira e a contaminação do meio ambiente, os danos a saúde, o trabalho dos lobbys dos fabricantes de agrotóxicos em Brasília, a politica "contaminada" de Brasília beneficiando as multinacionais dos agrotóxicos e dos transgênicos, como a Monsanto, Bayer, Syngenta, Cargill, ADM, Dow Química, etc, etc..

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Big Brother Brasil não deve acabar tão cedo, diz diretor geral da Globo

Falando sério, você já ligou para a Rede Globo para “retirar” algum participante do Big Brother Brasil? Você sabe quem sai ganhando com isso?

Nesta semana, o colunista Osvaldo Biz fala sobre a audiência do programa Big Brother Brasil da Rede Globo.

De acordo com Biz, a aceitação do publico ao programa é grande e é medida pelo Ibope e pela participação do público através de telefonemas para retirar alguém da “famosa casa”. “Se você não quer dar dinheiro para as companhias telefônicas, para as campanhas publicitárias e para a própria Rede Globo, pare de ligar para a emissora para retirar os integrantes da casa”, diz o colunista.

Ouça o comentário de Osvaldo Biz aqui:

Síntese Evolutiva Ampliada: só em 2020

A nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada (que não será selecionista pela montanha de evidências negativas, e deverá incorporar alguns aspectos lamarckianos) – somente será apresentada à comunidade científica e ao público em 2020. O que a Nomenklatura Científica fará para livrar a cara de Darwin da vergonha epistêmica? Fui, nem sei por que pensando em Sören Lovtrup, um biólogo evolucionista que disse o seguinte sobre a teoria da evolução:

“I believe that one day the Darwinian myth will be ranked the greatest deceit in the history of science.” [Eu creio que um dia o mito darwiniano será classificado como o maior de todos os enganos na história da ciência.] (Søren Løvtrup, Darwinism: The Refutation of a Myth [New York: Croom Helm, 1987], p. 422 – Tenho esse livro, mas não empresto para ninguém!)

Mito e o maior engano na história da ciência???

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Design da evolução (ou a roda quadrada)

[Meus comentários seguem entre colchetes. – Michelson Borges] O pai da evolução era um pai ansioso. Poucas coisas causavam mais preocupação a Charles Darwin do que ter de explicar de que modo surgiram algumas das estruturas mais complexas da natureza – o olho, por exemplo. “O olho me deixa arrepiado”, disse a um amigo em 1860. Só agora os biólogos estão começando a entender as origens da complexidade da vida – o refinado mecanismo óptico do olho, a magistral engenharia do braço, a arquitetura de uma pena, a coreografia que torna possível a cooperação de trilhões de células em um único organismo. A resposta básica é óbvia: de uma maneira ou de outra, todas essas maravilhas evoluíram [engenharia, arquitetura, refinamento, coreografia, então, dispensam engenheiro, arquiteto e coreógrafo?]. “O conceito fundamental da evolução é elegante, belo e simples”, diz Howard Berg, um pesquisador da Universidade Harvard que dedicou grande parte dos últimos 40 anos a estudar um dos exemplos mais humildes de complexidade na natureza, a cauda giratória de bactérias ordinárias [isso simplesmente não existe: o núcleo de uma “simples” ameba tem tanta informação quanto a Enciclopédia Btitânica]. “A ideia é simplesmente experimentar, fazer uma alteração e em seguida perguntar: ‘Com isto, a probabilidade de sobrevivência melhora ou piora?’ Em caso negativo, aqueles indivíduos alterados morrem e a ideia desaparece. Em caso positivo, os indivíduos sobrevivem e continua o processo de experimentação e aperfeiçoamento. É um método extremamente poderoso.”

No entanto, quase 150 anos depois de Darwin ter apresentado essa ideia elegante [para uma teoria ser verdadeira não basta ser “elegante”] para o mundo, ao publicar seu livro A Origem das Espécies, a evolução de estruturas complexas pode ainda ser difícil de aceitar [ainda bem que o bom senso ainda existe]. Quase todos nós conseguimos vislumbrar a seleção natural enquanto esta promove mutações em alguma característica simples – tornando mais peludo um animal, por exemplo, ou encompridando seu pescoço [é isso que os criacionistas chamam de diversificação de baixo nível, ou “microevolução”. Isso é um fato observável e aceito por todos, mas é bom lembrar que a microevolução nunca dá origem a novos planos corporais ou órgãos complexos, pois envolveria o acréscimo – a partir do nada – de grande quantidade de nova informação genética complexa e específica]. Mas é bem mais difícil imaginar a evolução produzindo novo órgão complexo, com todas as suas partes precisamente interconectadas. Os adeptos do criacionismo alegam que a vida possui tal complexidade que jamais poderia ser o resultado de uma evolução – é o resultado direto de um “projeto inteligente” concebido por um ser superior. [...]

[Por meio dos fósseis e de análise em laboratório, os cientistas têm feito algumas “descobertas”.] Uma delas é que uma estrutura complexa pode evoluir por meio de uma série de formas intermediárias mais simples [isso é hipótese, já que não se pode observar “ao vivo” um processo que, segundo os darwinistas, ocorre ao longo de milhões de anos]. Outra é que a natureza não gosta nada do desperdício, aproveitando genes velhos para novos usos e até mesmo reaproveitando os mesmos genes de maneiras inovadoras, a fim de construir algo mais complexo [reaproveitamento não explica a necessidade de NOVA informação complexa necessária para a macroevolução, afinal, humanos não teriam vindo de uma “simples ameba”?].

O biólogo Sean Carroll equipara os genes que formam os organismos a trabalhadores da construção civil. “Quem passa por uma construção todos os dias às 6 da manhã, bem que poderia dizer ‘Uau!, é um milagre – o prédio está crescendo sozinho’. Mas, se a pessoa ficar ali o dia todo, observando os operários, acabaria por entender como são feitas as coisas. E aqueles mesmos trabalhadores, usando as mesmas máquinas, são capazes de construir qualquer tipo de prédio.” [Inacreditável como os darwinistas usam ilustrações que apontam para o design inteligente e as torcem para se encaixar em seu modelo naturalista! A evolução é “cega” e não intencional. Trabalhadores de uma construção, ao contrário, seguem um projeto definido e usam muita inteligência e informação para fazer sua obra. Além disso, os materiais complexos de que eles necessitam – como cimento, máquinas e estruturas metálicas – também foram previamente projetados e fabricados.]

Embora uma perna, uma pena ou uma flor sejam de fato estruturas maravilhosas, certamente não surgiram por milagre [como podem usar a palavra “certamente” se isso não é uma certeza? Como podem provar cientificamente que “certamente” isso não foi assim? Como podem submeter ao método científico a filosofia naturalista? Determinar a existência ou não de milagres é algo que foge ao escopo da ciência]. Em cada corpo humano, cerca de 10 trilhões de células – unidades de vida desprovidas de cérebro [mas providas de muita informação complexa e específica] – interagem umas com as outras de modo a formar um todo unificado. Para a bióloga Nicole King, trata-se de “uma dança complexa” [quem predeterminou os passos dessa “dança” a fim de que o conjunto não desandasse?], que requer organização e comunicação ininterruptas [organização não depende de um organizador? Na natureza, o comum não é a tendência à desordem? E comunicação não depende de uma fonte de informações que serão comunicadas?]. E isso começou há mais de 600 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], quando organismos constituídos de uma única célula deram origem aos primeiros animais multicelulares, um grupo que hoje inclui criaturas tão diversas quanto as esponjas-do-mar, os besouros e os seres humanos [é fácil resolver isso com palavras e ideias metafísicas, difícil é provar cientificamente]. [...]

“Descobertas sugerem que muitas das ferramentas necessárias para a construção de um corpo multicelular já estavam presentes em nossos ancestrais unicelulares [de onde vieram?]. A evolução tomou emprestadas tais ferramentas para fazer algo diferente: construir corpos cada vez mais elaborados [a evolução é bem inteligente, não acha?].

Uma larva de mosca em desenvolvimento parece tão desprovida de características quanto um grão de arroz. Mas ela já contém um mapa da complexa criatura em que vai se transformar. No interior da larva, encontram-se diversas combinações de genes, os quais a dividem em compartimentos invisíveis. Esses genes ativam outros genes que atribuem a cada compartimento uma forma e uma função: alguns viram pernas, outros se transformam em asas e outros ainda em antenas. A anatomia invisível torna-se visível. [E o que é isso senão design inteligente?! De repente, parece que estou lendo um texto criacionista...]

As moscas não são os únicos animais cujo corpo se forma desse modo. Os cientistas descobriram que os genes responsáveis por definir o projeto do corpo da mosca possuem equivalentes quase idênticos em muitos outros bichos, desde caranguejos, passando por minhocas e lampreias, até os próprios seres humanos. Essa descoberta foi inesperada, pois esses animais possuem corpo muito diferente. Mas agora os cientistas em geral concordam que o ancestral comum de todos esses seres – uma criatura parecida com um verme que viveu há estimados 570 milhões de anos – já possuía um conjunto básico de genes associados ao projeto do corpo. Em seguida, seus descendentes usaram tais genes para desenvolver novos tipos de corpo. [Quanta especulação! Então o “ancestral comum” desconhecido de todos os seres vivos já dispunha de elaborado projeto e potencial evolutivo apenas aguardando a emergência dos inúmeros seres vivos que adviriam dele? Ele não precisava desses genes (então por que “surgiram”?), mas os estava guardando para seus descendentes. O fato de vários seres vivos tão diferentes possuírem genes semelhantes para funções semelhantes revela ao criacionista as digitais do Projetista, a assinatura do Designer, e não parentesco evolutivo. Uma coisa é o fato observável, outra é a interpretação dele.] [...]

Charles Darwin estava bem familiarizado com a refinada estrutura do olho – o modo como a lente está posicionada para focalizar a luz sobre a retina, a maneira como a íris controla a quantidade de luz que entra no olho. Na época parecia que um olho de nada serviria caso sua estrutura apresentasse alguma imperfeição. Em A Origem das Espécies, Darwin escreveu que a ideia de a seleção natural ter produzido o olho “parece, não temo confessar, absurda no mais alto grau”.

No entanto, o fato é que o olho está longe de ser perfeito. Nos seres humanos, a retina está presa de forma tão precária no fundo do olho que basta um golpe mais forte na cabeça para que se descole. Suas células de captação da luz estão voltadas para dentro, para o cérebro, e não para o orifício de entrada da luz. E o nervo óptico começa diante da retina e em seguida passa através dela a fim de alcançar o cérebro. O local em que o nervo óptico atravessa a retina é o ponto cego na visão. A evolução, com todos os tropeços, foi a responsável pelo desenvolvimento do olho. [Outra interpretação forçada dos fatos. Confira por que aqui.] [...]

Os insetos e os seres humanos recorrem aos mesmos genes para controlar no embrião a transformação das células em fotorreceptores. E ambos os tipos de fotorreceptor captam a luz graças a moléculas conhecidas como opsinas. [Por que o Criador desenvolveria processos totalmente diferentes para usos e funções iguais? Nem os seres humanos fazem isso. Repito: funções iguais revelam a assinatura do Designer e não necessariamente ancestralidade evolutiva.] [...]

[conclusão:] Os olhos primitivos eram provavelmente muito semelhantes aos que hoje achamos em criaturas marinhas gelatinosas, como os tunicados: pequenas cavidades revestidas de células fotorreceptoras, suficientes para detectar a luz e informar de onde ela vem. Porém, esses olhos simplificados são obra dos mesmos genes que formaram os nossos olhos, e dependem das mesmas opsinas para a captação da luz. [Curiosamente, nossos olhos e os de outros seres vivos “evoluíram” para se tornar essa maravilha óptica, ao passo que os “olhos” dos tunicados continuam os mesmo há supostos milhões de anos.]

Em seguida, a evolução recorreu aos mesmos genes para modelar olhos mais sofisticados, que em algum momento acabaram adquirindo [onde “compraram”?] uma lente capaz de transformar os raios luminosos em imagem. A lente, o cristalino, é feita de proteína translúcida que desvia os raios de luz como se fosse “vidro protéico”, nas palavras de um cientista. E já se comprovou que as proteínas do cristalino existiam bem antes de a evolução aproveitá-las para aperfeiçoar o olho [!]. Elas estavam apenas encarregadas de outras tarefas. [Ok, mas vieram de onde? E mais: De que adiantaria dispor de um “vidro protéico” capaz de produzir imagens do mundo externo se o cérebro ainda não dispusesse de neurônios especializados na visão? E o que “surgiu” primeiro: as estruturas do olho ou os neurônios da visão? Tudo ao mesmo tempo, ou foi uma sucessão de felizes mutações aleatórias selecionadas?]

Os cientistas detectaram uma dessas proteínas translúcidas, por exemplo, no sistema nervoso central das ascídias. Porém, neste caso, em vez de formar uma lente, elas são parte de um órgão de detecção da gravidade. É possível que uma mutação tenha feito com que células no primitivo olho dos vertebrados também formassem o cristalino. Ali elas acabaram fazendo algo novo e extraordinariamente útil: pôr o mundo em foco. [Esse “mundo em foco” não seria inteligível caso não existissem neurônios para fazer essa decodificação das imagens.] [...]

Em termos de engenharia, é difícil superar a pena de voo das aves. A partir de um eixo central, o raque, nascem centenas de filamentos, denominados barbas. Estas, por sua vez, produzem filamentos menores, as bárbulas, das quais algumas possuem sulcos e outras ganchos, que unem as barbas com o mesmo sistema do velcro. Com isso criam uma superfície plana e leve que torna possível o voo. Quando as aves afastam as penas umas das outras para limpá-las, as barbas grudam de novo sozinhas quando voltam a se encostar. [...] Todas essas estruturas têm a mesma origem nas prosaicas escamas dos répteis [depois o artigo luta para nos convencer disso com base em mais especulações].

Como tantos outros cavalheiros vitorianos, Charles Darwin tinha especial predileção pelo cultivo de plantas. Ele lotou sua estufa com dróseras, prímulas e apanha-moscas. Também tinha orquídeas, enviadas dos trópicos. E, no entanto, como escreveu a um amigo em 1879, para ele as flores continuavam sendo “um mistério abominável”.

Darwin estava se referindo ao súbito e inesperado surgimento das flores nos registros fósseis. E o que tornava ainda mais abominável o mistério era a requintada complexidade das flores. Tipicamente, estas possuem verticilos de pétalas e sépalas em torno dos órgãos sexuais masculinos e femininos das plantas. Muitas também produzem pigmentos brilhantes e néctar adocicado para atrair os insetos, responsáveis pelo transporte do pólen entre uma flor e outra.

Atualmente o mistério das flores já não é tão abominável, mas ainda restam dúvidas. É possível que as primeiras flores tenham se desenvolvido depois que as plantas florescentes se separaram de seus parentes vivos mais próximos, as gimnospermas – um grupo que inclui os pinheiros e outras coníferas, as cicadáceas e os gincos –, que produzem sementes, mas não florescem.

Algumas das pistas mais importantes dessa transição estão nos genes que atuam toda vez que há florescimento em uma planta. Sabe-se agora que, antes de uma flor adquirir sua forma, conjuntos de genes demarcam um mapa invisível na extremidade do estame – o mesmo tipo de mapa existente nos embriões de animais.

Como muitas vezes ocorre no caso de estruturas complexas, os genes que formam as flores são mais antigos que as próprias flores. As gimnospermas possuem genes de florescimento mesmo que não produzam flores. Os cientistas ainda precisam determinar a função de tais genes nas gimnospermas, mas a presença deles indica que provavelmente já existiam no ancestral comum das gimnospermas e das plantas florescentes. [Você captou o problema? O surgimento repentino no registro fóssil de uma estrutura complexa como as flores continua sendo um mistério (à semelhança do que ocorre com o trilobita). Então os cientistas teorizam que as plantas com flores evoluíram a partir das que não as têm, as gimnospermas. Depois dizem que, como as gimnospermas têm um gene semelhante ao que promove o florescimento, o enigma estaria resolvido. Não estaria, pois permanece o fato de que um órgão complexo, sem evidência de ancestrais mais simples, surge repentinamente no registro fóssil. Aliás, complexidade é o que se observa em todo o registro fóssil, de alto a baixo.] [...]

Darwin também argumentou que as características complexas podem degenerar ao longo do tempo. Os avestruzes descendem de aves voadoras, por exemplo, mas suas asas se tornaram inúteis ao vôo à medida que se transformaram em corredores em tempo integral. [Na verdade, este parece ser o padrão na natureza: degeneração. Os resquícios genéticos encontrados em certos seres vivos e tidos como evidência de ancestralidade e evolução não seriam, na verdade, evidência dessa degeneração?] [...]

[O título original desta matéria publicada na National Geographic é “Design da evolução”, mas bem poderia ser “A roda quadrada”, pois é igualmente autocontraditório. - Michelson Borges]

Fonte: Criacionismo e National Geographic

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Bíblia Eletrônica de Acesso Rápido

Software de Bíblia simples, com poucos recursos e acesso rápido, com sistema de busca de palavras e provida de 4 traduções da Bíblia: João Ferreira de Almeida, Almeida Corrigida Fiel, Nova Tradução na Linguagem de Hoje e Nova Versão Internacional. O programa tem o código fonte aberto e pode ser baixado gratuitamente clicando aqui.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Entrevista com o Dr. Marcos Eberlin

Parte 01



Parte 02

Histeria, incitação ao sexo e campanha contra evangélica

Já deu para sentir o tom do Big Brother Brasil 12. Mulheres histéricas aos berros por qualquer coisa, o poeta Pedro Bial como arauto da pegação – entre homens e mulheres, entre homens e entre mulheres – e os velhos perfis do caubói, da facinha e do galã foram ao ar na estreia do programa nesta terça, na Globo. Os perfis de cada jogador foram tão evidenciados pela produção do programa, através das vinhetas de apresentação dos BBBs e das perguntas dirigidas por Bial às novas celebridades instantâneas do mercado, que uma delas já ganhou até torcida – contra. No fim da noite, o tópico #forajakeline pedia a saída da estudante Jakeline, evangélica que quase se desfez em lágrima ao lembrar do casal de galináceos – sim, galináceos – deixado por ela na Bahia. Essa tem tudo para sair logo no começo dos 79 dias de confinamento, que deve seguir até 27 de março. [...]

Fonte: Veja

Nota 01: E toda essa futilidade já rendeu, antes mesmo de estrear, mais de quatro mil pautas na imprensa (confira). Tá faltando assunto para os jornalistas? Como diz o amigo João Vicente Pereyra: “Largue o BBB e leia um livro da CPB.”[Michelson Borges]

Leia também estas três matérias que publiquei:Big Brother Brasil , Bruna, do BBB 7, vira missionária evangélica: 'Fui resgatada das trevas' e Ex-BBB diz que Big Brother não programa para cristão

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano novo sem medo

Finalmente estamos em 2012. Expectativas, esperança, otimismo ou medo? As “profecias” dos Maias se cumprirão? O mundo terminará neste ano?

Lembro de ter lido sobre George VI, quando era rei da Inglaterra. George era tímido e assumiu o trono no lugar do irmão, o popular Eduardo VIII, que abdicara. Era o ano 1939 e a Europa já respirava os ares da segunda grande guerra. Na hora de apresentar o discurso de Natal para os súditos, o monarca utilizou as palavras de Minnie Louise Hoskins, em Deus sabe:

“E eu disse ao homem que se achava no limiar do ano: ‘Dá-me uma luz, para que eu possa andar com segurança no desconhecido’. E ele respondeu: ‘Penetra nas trevas, e põe tua mão na mão de Deus. Isto te será uma luz melhor, e mais segura, do que um caminho conhecido’”.

Mesmo que o ano se apresente repleto de desafios e perspectivas nada animadoras para você, creia: você não está só. A promessa não é de um rei terreno e tímido. É de um Deus poderoso. Inigualável. “Eis que estou com você, todos os dias, até o fim dos séculos” (Mateus 28:20). E mais: “Não tenham medo, Eu os redimi. Eu os chamei pelo nome. Vocês são meus. Quando estiverem atolados até o pescoço em problemas, estarei lá com vocês. Quando estiverem atravessando águas profundas, vocês não se afogarão. Quando estiverem entre a cruz e a espada, não será um beco sem saída – porque Eu Sou o Eterno, o seu Deus pessoal” (Isaías 43:1-3 AM).

Siga em frente. “Iluminado por Tuas palavras, consigo enxergar o caminho; elas lançam um facho de luz sobre a estrada escura” (Salmo 119:105 AM). Faça uso constante da luz poderosa – a Bíblia – que iluminará amplamente seu caminho em cada dia e em cada noite de 2012.

Fonte: Novo Tempo

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