domingo, 30 de dezembro de 2012

Assinatura química do Criador

Marcos N. Eberlin é, desde 1982, professor doutor titular da Universidade Estadual de Campinas. Realizou pós-doutorado na Purdue University, Estados Unidos, e orientou diversos mestres, doutores e pós-doutores. Entre as pesquisas realizadas por seu grupo, destacam-se os estudos de reatividade de íons na fase gasosa, que levaram à descoberta de vários novos íons e novas reações com diferentes aplicações analíticas e sintéticas. Uma dessas reações hoje leva seu nome: Reação de Eberlin.

Membro da Academia Brasileira de Ciências, o Dr. Eberlin é comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações.

Nascido em Campinas, SP, é casado com Elisabeth Eberlin e tem duas filhas: Thaís e Lívia.

Nesta entrevista, concedida a Michelson Borges, o Dr. Eberlin, que é batista, fala de suas pesquisas e de sua fé no Criador.

Ao recomendar um livro criacionista, o senhor escreveu: “Como químico, percebo a assinatura do Criador em tudo, nos átomos e nas moléculas, na periodicidade dos elementos, na singularidade da água e do carbono, nos aminoácidos, proteínas e enzimas, nas máquinas moleculares e na obra-prima maior, a molécula de DNA.” Poderia falar um pouco sobre como cada um desses detalhes corresponde à “assinatura de Deus”?

A vida, quando observada “mais de longe”, superficialmente, já se mostra extremamente bela, complexa, simétrica, sincronizada, uma obra de arte, um esplendor absoluto. Veja as flores, os pássaros, a Lua e as estrelas, o homem e os animais, um espetáculo indefinível que nos apresenta, através da criação, um pouco de beleza, inteligência, engenhosidade; atributos inigualáveis de nosso Deus. Mas como cientista e mais particularmente como químico, tenho a oportunidade de observar a obra de Deus de um ponto de vista mais próximo, mais detalhado, em nível molecular.

Como químico, estudo a arquitetura da matéria, como foram formados os átomos, as moléculas, quais são as leis que regem o mundo atômico e molecular e suas transformações. Percebo, então, em uma dimensão atômica e molecular, como Deus é realmente um Ser de suprema inteligência e elegância, o Arquiteto, o Artista sem-par. Nessa dimensão, percebo uma riqueza extraordinária de detalhes, uma arquitetura constituída das mais diferentes formas geométricas, lindas, harmônicas, periódicas, perfeitas. Como a água, com sua estrutura angular simples, mas única, que rege suas propriedades também únicas, impressionantes, e que forma lindos cristais de gelo, de um design sem igual.

Veja os átomos e o balé sincronizado de seus elétrons em orbitais. As proteínas, outro espetáculo, uma arquitetura química tridimensional e com pontos de encaixe engenhosamente posicionados que confere a essas moléculas propriedades diversas, uma eficiência extraordinária como aceleradores de reações jamais igualada por qualquer outra espécie química. Beleza, simetria, design, engenhosidade, sincronismo, ordem, linguagem e periodicidade, quantização, tridimensionalidade – são assinaturas inquestionáveis de um Deus em tudo absolutamente espetacular! Evidências que nos tornam a todos, cientistas ou não, inescusáveis.

É um delírio duvidar desse Deus e questionar Sua existência. É um devaneio não admitir Sua majestade; uma insanidade zombar de Seu poder e glória.

O senhor e sua equipe do Laboratório Thomson, do Instituto de Química da Unicamp, têm se destacado por suas pesquisas sobre homoquiralidade. Do que se trata isso?

Algumas moléculas, como os aminoácidos e os açúcares, que são constituintes básicos de todos os seres vivos, podem se apresentar na forma de isômeros chamados de isômeros óticos ou enantiômeros. Esses isômeros diferem apenas pelo posicionamento de seus átomos em um espaço tridimensional (um Deus trino e um espaço tridimensional!). Em um desses isômeros, por exemplo, um átomo X está à direita e outro átomo Y à esquerda. No outro isômero, as posições estão trocadas, invertidas. Essas moléculas são “quase” idênticas, e pela lei das probabilidades em um sistema não controlado, teriam a mesma chance de se formar em uma reação química. Mas, por decisão do Criador, que em nós quis adicionar uma “assinatura química” que autenticaria Sua obra, todos os aminoácidos do corpo humano são de um único tipo, do tipo L, sem exceção, e 100% puros. E, para confundir ainda mais os “sábios deste mundo”, todos os açúcares também são de um único tipo, sem exceção, mas do tipo oposto, ou seja, D. Somos, portanto, seres únicos, enantiomericamente puros, homoquirais! Escolhidos pelo nosso Criador a dedo, entre alternativas muito mais prováveis, mas menos interessantes, para assim sermos. Entre a possibilidade maior, a possibilidade caótica de sermos metade L e metade D (racêmicos), ou entre as quatro improváveis LL, DD, LD ou DL, Ele escolheu que seríamos todos LD, e 100%! Pelo poder de Sua Palavra! Um enigma e tanto que estonteia os naturalistas e que cala os céticos!

Por que o senhor vê, especialmente nas moléculas quirais, as digitais do Criador?

Em todas as moléculas vemos “a mão e a mente” de nosso Criador. Mas as moléculas quirais são especiais, pois o acaso, o tempo, o caos, os “deuses naturalistas” nenhuma possibilidade teriam de criar seres 100% puros, homoquirais, especificamente seres exclusivamente LD. Os seres criados pelos “deuses naturalistas” seriam, no máximo, racêmicos (misturas 1:1 de L e D), ou talvez um pouquinho mais pra L ou mais pra D, ou misturas de LD e LL. Mas 100% LD, para todos os aminoácidos e açúcares? Por isso, sabemos que não há no Céu e não há na Terra Deus como o Senhor!

Quando Charles Darwin elaborou e publicou sua teoria, a bioquímica ainda ensaiava seus primeiros passos, já que a descoberta da primeira enzima ocorreu em 1833. De lá para cá, tanto a bioquímica quanto a biologia molecular se desenvolveram muito e foram feitas descobertas que mostraram que a vida é muito mais complexa do que Darwin poderia sequer supor. Em sua opinião, por que, a despeito disso, a idéia da origem espontânea da vida ainda persiste?

Na época de Darwin, o “equipamento científico” mais utilizado era a cadeira de balanço, onde Darwin e outros pensadores e filósofos elaboraram as teorias naturalistas sobre a origem da vida. Porém, o trabalho árduo e sério de muitos cientistas utilizando métodos modernos, equipamentos científicos cada vez mais poderosos, desvendou uma vida muitíssimas e muitíssimas vezes mais complexa, organizada, sincronizada e elaborada do que os “vaivéns” das cadeiras de balanço ou as viagens de barco poderiam revelar. Mas a evolução foi contada com tanto entusiasmo por mais de 150 anos, foi pregada com tanto fervor, foi catequizada com tanta veemência, está estampada e detalhada em tantos livros científicos com tanta pompa, deu tantos prêmios a tantos, serviu de alívio a tantos que tentam escapar da iminência de um encontro face a face com Deus, foi apregoada por céus e mares como cientificamente provada em todos os seus aspectos, foi apresentada como a verdade mais cristalina frente à ignorância dos religiosos, foi adotada como o evangelho-mor dos naturalistas, está permeada em tantos conceitos e projetos científicos, que seria uma catástrofe sem precedência na história científica admitir sua falha, sua total inconsistência frente à química e a bioquímica modernas. Mas, quando a caixa preta de Darwin foi aberta, quando foram desvendados os segredos da máquina mais complexa e espetacular deste planeta (a célula), a verdade foi, pouco a pouco, sendo revelada.

Deus “deu corda”, mas hoje Ele está dirigindo o processo de desmontagem do castelo naturalista, imenso, gigante, monstruoso, mas que precisa e vai cair.

Por que o senhor acha que teorias como a panspermia cósmica (origem espacial) têm conquistado espaço no meio científico, a despeito de todas as improbabilidades com que elas têm que lidar?

Qualquer explicação para a vida e o Universo que não inclua a intervenção de nosso Criador, de Deus, será assim mesmo um delírio. Mesmo assim, homens acreditarão nelas e com elas se embriagarão, pois muitos se recusam a admitir que Ele existe e que comanda o Universo.

O senhor declarou a um jornal que sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da química e da física. Esse tipo de postura não lhe causa problemas no meio acadêmico? Como seus colegas cientistas encaram sua postura religiosa?

Até hoje não tem causado, não. Deus tem me livrado pela Sua misericórdia e poder. Ao contrário, tenho tido o privilégio único de fazer amigos que, apesar de se declararem ateus ou descrentes, têm com sinceridade encontrado em mim uma voz com um discurso diferente, um discurso de esperança, um discurso de alegria, de reconciliação, que fala do amor sublime do Criador Supremo pelos Seus filhos, que mostra nossa importância como seres criados à semelhança de Deus, para Seu louvor e glória; seres com propósito, com destino, um destino de glória e honra, ao lado dEle.

É possível harmonizar ciência e religião? Como cada uma delas pode contribuir na busca da verdade?

Sem dúvida. A ciência é uma dádiva de Deus. Ela existe para minimizar os males causados pela queda do homem, e que se agravam a cada dia. A ciência pura e verdadeira deve ser exercida para o bem do homem e a preservação da obra de nosso Criador. Deve ser usada também para que o homem, imagem e semelhança de Deus, tenha a oportunidade de criar, de influenciar, de mudar um pouco o curso deste mundo. A ciência mostra que Deus existe, mas as religiões nos apresentam formas de nos relacionarmos com deuses ou com o Deus verdadeiro. Cabe a nós, cientistas, remover da ciência a religião naturalista que dela se apoderou e exercer uma ciência desvinculada de amarras religiosas de qualquer tipo. E cabe aos religiosos a busca pelo Deus verdadeiro e a observância de Seus mandamentos.

Por que o naturalismo filosófico tem tanta força no meio científico hoje, quando sabemos que os fundadores do método científico tiveram boa convivência com a fé?

Em determinado momento do desenvolvimento da ciência, baseado em informações imprecisas e incompletas, percebeu-se que a ciência poderia ser o berço do nascimento de uma religião conhecida hoje como naturalismo. Essa “religião” prega que a vida é obra de um “deus trino” (o acaso, o tempo e as mutações) e teve sua gênese em uma explosão cósmica, o Big Bang. Infelizmente, isso ocorreu de uma forma intensa, e muitos têm se convertido a essa crença. Mas Deus, que até hoje “deu corda”, que com ela confundiu os sábios deste mundo, Se cansou dessa situação e está revertendo tudo e restabelecendo a verdade, livrando a ciência ¬– que tanto bem tem trazido a todos nós – desse empecilho que prejudica um avanço científico ainda maior.

A controvérsia entre criacionismo e evolucionismo está crescendo e ganhando cada vez mais espaço na mídia. A que o senhor atribui essa tendência e onde isso vai parar?

Deus, que por 150 anos “deu corda”, resolveu dar um basta! O vento está soprando, e o castelo de areia naturalista vai cair.

Fonte: Entrevista Criacionista


Leia e assista também: Dr. Marcos Eberlin


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

100 anos depois da fraude do Homem de Piltdown pelos evolucionistas, por que os cientistas ainda fraudam suas pesquisas científicas???

By Bruce Ramsey
Times editorial columnist
Terça-feira é o centenário da mais grosseira fraude de 20 a ciência do século: homem de Piltdown. É um caso vale a pena lembrar.

Em 18 de dezembro de 1912, o geólogo amador Charles Dawson apresentado à Sociedade Geológica de Londres um crânio parcial. Era suposto ser um ancestral humano 500.000 a 1 milhão de anos, uma idade cientistas agora atribuir ao Homo erectus. Dawson disse que encontrou os fósseis em uma cascalheira perto de Piltdown comum, ao sul de Londres.

Dawson não tinha credenciais científicas, mas seu amigo Arthur Smith Woodward fez. Woodward era o guardião do departamento de geologia no Museu Britânico. Ele tinha sido na escavação e que tinham visto o maxilar "voar" do solo sob o golpe de picareta de Dawson.

Houve um problema com o maxilar. Foi a partir de um orangotango apenas algumas centenas de anos de idade. Foi equipado com dois dentes fossilizados de chimpanzé, lixados para fazê-los parecer mais com dentes humanos. Os fragmentos do crânio eram humanos, desde a Idade Média. Todos tinham sido tratados com uma solução de ferro e de ácido para torná-los mais velhos.

Os cientistas não têm muitos crânios de fósseis em 1912, mas nenhum deles parecia um crânio humano com uma mandíbula de macaco.

Vários cientistas, incluindo um da Smithsonian Institution, argumentou que a mandíbula eo crânio não coincidem. Foram necessários 40 anos para que eles ser provado, e ainda mais para Dawson para ser confirmado como o vigarista responsável.

Ciência é humano. Ele está sujeito a erro e, o que é mais, malícia. Ao contrário de alguns outros caminhos supostamente verdade, a ciência tem uma maneira de detectar erros, mas não de forma automática. Alguém tem de fazê-lo.

Um século, homem de Piltdown parece pitoresca, mas a fraude não é.


Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota: Leia mais sobre as Famosas fraudes evolucionistas

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Membro do Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens realiza palestra criacionista

Na manhã do dia 15 de dezembro de 2012, na Igreja Adventista do Sétimo Dia central de Guanambi - Bahia foi realizada uma palestra sobre Criacionismo x Evolucionismo pelo blogueiro e estudante de química, Firmo Neto, cujo tema foi: "Origens - relacionando a ciência com a fé bíblica".

Segundo o palestrante, o objetivo deste evento é despertar nos cristãos a importância de estudar mais o livro de gênesis, pois este livro sagrado oferece um grande embasamento em todas as doutrinas bíblicas. Além disso, a palestra direcionou os ouvintes - a todo momento - para as possibilidades reais de uma junção entre ciência e fé cristã.

Assim, no final da oratória, o palestrante que também é presidente da NUBEPO (Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens) divulgou o mais novo núcleo de estudos e pesquisa sobre as origens e também abriu as inscrições para quem se interessar a estudar mais sobre este assunto.  Firmo, aproveitou e divulgou também em primeira mão a data e local do primeiro simpósio da NUBEPO que será realizado na cidade de Vitória da Conquista - Bahia no dia 15 e 16 de novembro de 2013.

Foi esclarecido também que o NUBEPO não tem vínculos com nenhuma instituição religiosa e políticas. Para participar ou se inscrever neste núcleo, deve primeiro entrar no site www.nubepo.org e ler antes o seu estatuto e consequentemente procurar inscrever-se na modalidade que mais se adequou como sócio.

Sobre o logomarca da NUBEPO: “O ornamento representa uma molécula de DNA, o código da vida extrapolando os limites da filosofia e pensamento humano representado pela caixinha. Uma semântica de que os atributos e desígnios divinos estão acima da compreensão humana. As cores da bandeira da Bahia fecham a identidade e origem do movimento”.
Para maiores esclarecimentos sobre o NUBEPO entrar em contato no site www.nubepo.org

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ateus e criacionistas concordam: existe design no mundo natural

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas. – Revelação 4:11

O conceito da criação através de um Criador Sobrenatural tem sido um aspecto persuasivo e poderoso da verdade desde o início dos tempos. A ideia de que não existe nenhum Criador sobrenatural, e que tudo no Universo – desde os colibris até aos seres humanos – evoluiu através de processos impessoais e aleatórios, foi avançada como tentativa de refutar a verdade da criação.

Uma das razões por trás do falhanço do evolucionismo naturalista em refutar por completo a noção da criação é o facto de, intuitivamente, os seres humanos serem capazes de observar que o mundo exibe sinais de design inteligente. Até mesmo o mais ardente ateu evolucionista admite este ponto, embora de modo tácito. Por exemplo, Richard Dawkins declarou:

    “As formas de vida não foram criadas, mas a selecção natural Darwiniana autoriza uma posição de design em relação a elas. Nós chegamos mais facilmente à resposta certa se assumirmos que o coração foi feito para bombear sangue.“ (2006, p. 182).

Apanharam o que ele disse? Essencialmente ele afirma que as formas de vida não foram criadas mas que o nosso entendimento em relação à sua funcionalidade é maior se assumirmos que as coisas existem segundo um propósito [isto é, criadas].

No seu livro “Why Evolution is True“, Jerry Coyne, professor da Universidade de Chicago, escreveu:

    “Se há algo que é verdade em relação à natureza, é que as plantas e os animais parecem criadas de modo intrincado e quase perfeito para viver as suas vidas.“ (2009, p. 1).

Ele acrescentou ainda:

    “A natureza tem a aparência duma máquina bem lubrificada, onde cada espécie é uma engrenagem ou uma roda dentada.“ (p. 1).

Na página 3 do mesmo livro, ele escreveu:

    “Quanto mais nós aprendemos sobre as plantas e os animais, mais ficamos maravilhados com a forma como o seu design se ajusta ao seu estilo de vida.“

No seu livro “Why Darwin Matters“, o ateu Michael Shermer declarou:

    “A inferência de design chega até nós de modo natural. O motivo que leva muitas pessoas a pensar que um Criador moldou o mundo é porque o mundo realmente parece que foi criado.“ (2006, p. 65)

Consideremos outro exemplo. Kenneth Miller [que não é ateu mas acredita virtualmente no mesmo modelo evolutivo que os ateus]  é um biólogo evolucionista da Brown University e co-editor do livro escolar (publicado pela Prentice Hall) que é amplamente usado nas escolas do país.

TigresNo seu livro “Only a Theory: Evolution and the Battle for America’s Soul“, Miller admite que, à medida que eles estudam a ordem natural, os biólogos moleculares e os biólogos estruturais frequentemente fazem menção da presença de design nas suas explorações. Ele mesmo admite que o corpo humano exibe evidências de design – apontando como exemplos o design “juntas + bola + soquetes” do quadris e dos ombros, bem como a curva em “S” da espinha dornal humana que nos permite caminhar de forma erecta (2008).

A inferência de design é tão poderosa que Dawkins foi forçado a admitir:

    “A ilusão [de design] é tão poderosa que enganou as mentes mais brilhantes durante séculos, até que Charles Darwin apareceu em cena.“ (2009, p. 416).

A ironia da situação é que cada um destes escritores afirma que tal design é produto de factores naturalistas e impessoais, mas as suas declarações sublinham a conclusão óbvia: se Um Designer Inteligente realmente tivesse criado o mundo, qual seria a aparência deste último? Resposta: Exactamente tal como ele é hoje!

Portanto, discutir se Deus existe ou não existe, é mais ridículo do que dois peixes questionarem a existência da água. As evidências para a existência de Deus são tão óbvias que a negação das mesmas não tem como base a ciência, mas a ideologia.

“Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.”
Jeremias 27:5

Fonte: Darwnismo

domingo, 9 de dezembro de 2012

James Shapiro 'falou e disse': o papel da seleção natural na evolução é muito limitado

 "Coyne e (eu acho) Pigliucci construíram suas carreiras [acadêmicas] aceitando o dogma central da seleção natural como uma força criadora na evolução. Eu penso que o papel da seleção natural é muito mais limitado. [...] Levantar questões sobre o papel da seleção natural é um grande tabu na biologia evolucionária. Eu tenho violado esse tabu. Eu creio que isso explica a hostilidade deles. Isso faz sentido para você?"

Leia a opinião completa de James Shapiro em: O conceito reducionista evolucionista do 'gene' impede o avanço da biologia 
 
Fonte: Desafiando a nomenklatura Científica

Encontrado fóssil de peixe de água salgada em MG

 Fósseis de uma família primitiva [sic] de peixes foram encontrados por pesquisadores do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis, da UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro). A espécie, segundo o coordenador da pesquisa, Agustín Martinelli, viveu na época dos dinossauros, há  85 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O fóssil encontrado pode ser considerado um “tataravô” da família amiídeos, que ainda tem espécie viva no mundo, como a Amia calva, um peixe que tem cerca de 90 centímetros. “O interessante é que eles são típicos de água salgada.” Agora, o paleontólogo afirma que irá investigar como o peixe, natural de água salgada, foi encontrado no Triângulo Mineiro.
A equipe achou os fósseis no sítio de escavações Serra da Galga, em Peirópolis, distrito que fica a 20 quilômetros de distância de Uberaba. O osso é craniano e, de acordo com Martinelli, é o primeiro registro desta família de peixes que viveu no período Cretáceo superior.

“Em outros países também foram encontrados fósseis do mesmo animal, mas de uma época diferente, do período de 30 milhões de anos mais velhos [idem]”, explica o pesquisador. “Tem sido uma pesquisa minuciosa. Fazemos isso o ano todo e passamos horas em busca de pequenos ossos, dentes e qualquer informação que possa identificar a fauna primitiva que vivia na região.”

Para Martinelli, a novidade aumenta a diversidade de animais encontrados na bacia Bauru, região sedimentar onde fica Peirópolis. “Essa fauna de pequenos animais nos dá um panorama muito mais amplo e complexo dos animais encontrados que viveram junto com os grandes dinossauros. Em conjunto, constituem a biota do cretáceo.”

Alunos de biologia, geografia e biomedicina da UFTM colaboraram nos trabalhos da descoberta, assim como funcionários do Complexo de Peirópolis.

A região de Peirópolis e Uberaba é conhecida no Brasil como uma região rica em fósseis de dinossauros. Os primeiros registros foram entre os anos de 1949 e 1961, quando foram encontrados dinossauros do grupo dos Titanossauros. Além deles, também há registros de tartarugas, moluscos bivalves e peixes. [Ou seja, animais marinhos no interior do Brasil...]

Todos estão expostos no museu que fica em uma fazenda do distrito. “Essa região é ótima para pesquisas de Paleontologia. O fato de ter uma reunião com muito material fóssil dá pra estudar muito”, concluiu Agustín Martinelli.

Fonte: uol via criacionismo

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Did God Use Evolution? (Será que Deus usou a evolução?)

Cada dia que passa com os avanços da tecnologia, fica bem evidente para qualquer estudioso da ciência que está cada vez mais difícil de acreditar que o mundo e tudo que nele há surgiram por um acaso.

Com isso, por motivos bem claros, percebo que o número é muito grande de evolucionistas ateus que se "converte" para outra filosofia evolucionista por não conseguir manter em uma teoria bastante refutada e criticada. Então, para não se render totalmente a uma fé em um Deus mantenedor, estes ex-ateus evolucionistas preferem seguir outra opção de crença: a evolução teísta.

De acordo com o ponto de vista da evolução teísta, Deus começou o processo de evolução sem guiar e sem mesmo conduzir, isso ao longo de milhões de anos. Werner Gitt, como um cientista da informação, em seu livro analisa criticamente e rejeita os pressupostos e as consequências da doutrina da evolução teísta. 

Vale a pena ler. Para adquir o livro dê um clique aqui. Infelizmente, a literatura não está disponível em português, mas fica a dica. Boa leitura!

Leia também o por que evolucionismo x teísmo não se mistura no post Mistura impossível.

Professor da Universidade de Harvard, reconhece que os "cientistas" aceitam histórias absurdas, contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo

Richard Lewontin
"Billions and Billions of Demons" é o título da crítica literária do Prof. Richard Lewontin, publicada no New York Times, ao livro de Carl Sagan intitulado "The Demon-Haunted World: Science as a Candle in the Dark".

Na crítica, Richard Lewontin, da Universidade de Harvard, reconhece que os "cientistas" aceitam histórias absurdas do tipo "é porque é", que são contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo. Leiam um trecho de sua confissão:

Nossa disposição de aceitar afirmações científicas que são contra o bom senso são a chave para uma compreensão da verdadeira luta entre a ciência e o sobrenatural. Assumimos o lado da ciência, a despeito do patente absurdo de alguns de seus constructos, a despeito de sua falha em cumprir muitas de suas promessas extravagantes de saúde e vida, a despeito da tolerância da comunidade científica pelas histórias do tipo "é porque é", porque nos comprometemos previamente com o materialismo. Não é que os métodos e as instituições científicas de alguma maneira tenham nos compelido a aceitar uma explicação materialista de um mundo fenomenal, mas, pelo contrário, nós é que somos forçados, por nossa própria aderência a priori às causas materiais, a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam as explicações materialistas, independentemente de quão contra-intuitivas e mistificadoras possam ser para o não iniciado. Além do mais, esse materialismo é absoluto, pois não podemos permitir a entrada de nada que seja divino.

Fonte: Origem e Destino


Nota: Leia mais citações do professor Richard Lewontin aqui.

Evolucionista honesto, 'falou e disse': os cientistas não sabem explicar as extinções das espécies

David M. Raup
 "A realidade perturbadora é que para nenhuma das milhares das extinções bem documentadas no passado geológico nós temos uma explicação sólida do por que ocorreu a extinção. Nós temos muitas propostas em casos específicos, é claro: … Eles são todos cenários plausíveis, mas não importa quão plausíveis, eles não podem ser demonstrados como verdadeiros além da dúvida razoável. Cenários alternativos igualmente plausíveis podem ser inventados com facilidade, e nenhum tem o poder preditivo no sentido de que pode mostrar a priori que uma dada espécie ou tipo anatômico foi destinado à extinção."

Fonte: Desafinado a Nomenklatura Científica

Nota: Os criacionistas têm respostas para esta pergunta. Leia aqui. [FN]

Único gene mantém embrião vivo

Pesquisadores descobriram que o Arih2, um gene envolvido no processo de manter um embrião vivo, também tem importante papel na atuação do sistema imunológico. Segundo esses especialistas, quando esse gene é desativado, a resposta imune do corpo aumenta. Isso pode, por um lado, ajudar a combater doenças que atacam o sistema imunológico, como a aids, mas também desencadear condições autoimunes (quando o sistema de defesa ataca o próprio corpo), como a artrite reumatoide. Os achados, publicados nesta segunda-feira na revista Nature Immunology, portanto, podem fazer com que esse gene se torne alvo para tratamentos contra esses dois tipos de doença.

O estudo, desenvolvido no Instituto de Pesquisa Médica Walter and Eliza Hall, na Austrália, foi feito com camundongos. Os pesquisadores, que já desconfiavam do papel do Arih2 sobre o sistema imunológico, primeiro retiraram esse gene dos embriões dos animais e observaram que eles morreram em seguida. Isso confirmou que uma deficiência nesse gene resulta na morte embrionária. “Nós não compreendemos completamente o motivo pelo qual a deficiência no gene Arih2 provoca a morte embrionária. Acreditamos que a causa mais provável seja a morte de um grande número de células do fígado do embrião que ocorre com a resposta inflamatória gerada por essa deficiência”, disse Marc Pellegrini, coordenador do estudo, ao site de Veja.

Depois, a equipe removeu o mesmo gene de camundongos adultos. Sem o gene, o sistema imunológico desses animais foi impulsionado por um curto período de tempo (seis semanas), mas depois passou a ser tão ativo que começou a atacar células saudáveis dos roedores – o que acontece quando existe uma doença autoimune. “É como um acelerador. Nas doenças infecciosas, você quer frear esse gene e, no caso de doenças autoimunes, você quer acelerar a sua ação com o objetivo de parar a resposta imune”, diz Pellegrini.

Embora a pesquisa tenha sido feita com camundongos, os autores acreditam que o gene Arih2 tem potencial para se tornar alvo para tratar e, eventualmente, combater doenças em humanos que, hoje, são incuráveis.

Fonte: Veja via criacinismo

Nota do criacionismo: Se apenas um gene tem a capacidade de evitar a morte de embriões e, na vida adulta, regular a resposta imune, fica no ar outra pergunta de complexidade irredutível: Até que esse gene “evoluísse”, como “se viravam” os seres vivos que dele dependem? Sem esse gene, o primeiro embrião teria morrido. E agora? [Michelson Borges]

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Cientistas encontram fósseis de pinguim gigante

 Cientistas argentinos descobriram fósseis de um pinguim de dois metros de altura que viveu na Antártida há 34 milhões de anos [segundo a majorada cronologia evolucionista]. Paleontólogos do Museu de Ciência Natural da província de La Plata, onde está Buenos Aires, disseram que os vestígios foram encontrados no continente gelado. “Este é o maior pinguim conhecido em termos de tamanho e massa corporal”, afirmou a cientista Carolina Acosta, destacando que o recorde atual pertence aos pinguins imperador, que atingem 1,2 metro de altura. Marcelo Reguero, o chefe das pesquisas, disse ainda que a descoberta, anunciada na terça-feira, “permitirá realizar um estudo mais intensivo e complexo sobre os ancestrais dos pinguins modernos”.

Em sua próxima expedição à Antártica, durante o verão no hemisfério sul, a equipe vai procurar fósseis adicionais da espécie recém-descoberta, assim como informações sobre sua anatomia e de como o pinguim gigante podia se locomover.

Descobertas anteriores feitas com pinguins pré-históricos indicaram que os animais não possuíam as penas pretas e brancas que caracterizam as aves hoje, mas uma plumagem marrom-avermelhada e cinzenta.

Fonte: Yahoo Notícias

Nota do blog criacionismo: Duas coisas: (1) de quando em quando, são descobertos fósseis de animais cujos correspondentes atuais são menores e mais fracos; plantas e animais “gigantes” são comuns no passado, como prevê o modelo criacionista; (2) quando se descobre o fóssil de uma espécie que existe em nossos dias, percebe-se que, com exceção do tamanho, características morfológicas sofreram pequenas alterações, o que pode bem ser descrito como “diversificação de baixo nível”, ou “microevolução”, algo também previsto pelo modelo criacionista.[Michelson Borges]

domingo, 25 de novembro de 2012

Academia em Debate com Michael Behe




Nota: Assista às palestras deste cientista e saiba mais sobre Michael Behe em uma matéria que publicamos neste blog com o título: O silêncio da Grande Mídia sobre Michael Behe no Brasil

É a abiogénese irrelevante para a teoria da evolução?

A Lei da Biogénese diz que na natureza, a vida só pode surgir proveniente de outra vida do mesmo tipo (Miller, 2012). Devido a isso, segundo as evidências científicas a abiogénese (isto é, a vida a surgir de material sem vida) é impossível. Como é que, então, uma teoria ateísta como a evolução darwiniana pode ser considerada aceitável?

Existe uma tendência crescente entre os evolucionistas de tentar evitar o problema da abiogénese alegando que a teoria da evolução não está de maneira nenhuma relacionada com a origem da vida, mas é sim uma teoria que começa com a vida já existente – e explica a origem das espécies a partir da forma de vida original. No entanto, esta posição esperançosa é um esforço para evitar a consequência lógica da Lei da Biogénese.

Historicamente, os evolucionistas reconheceram que a abiogénese é uma pressuposição fundamental inerente à teoria da evolução, e intuitivamente ela deve ter acontecido. Em 1960, o fisiologista evolutivo G.A. Kerkut listou a abiogénese como primeira suposição numa lista de suposições não-provadas sobre as quais assenta a teoria da evolução:

A primeira suposição é a de que coisas sem vida deram origem a material com vida, isto é, a geração espontânea ocorreu (Kerkut, 1960, p. 6).

A teoria da evolução é uma tentativa de explicar a origem das espécies através de meios naturais – sem Criação sobrenatural. Logicamente falando, a menos que se queira conceder a existência de Deus e subscrever ao evolucionismo teísta como forma de explicar a origem da vida (posição que já se mostrou ser insustentável, cf. Thompson, 2000), a abiogénese deve ter ocorrido no princípio como forma de dar início ao processo da evolução Darwiniana. A abiogénese é requerida pela evolução como um ponto de partida.

Para além disso, o geólogo evolucionista ateu, Robert Hazen, que recebeu o seu doutoramento em Harvard, admitiu que ele assume que a abiogénese ocorreu. Na sua palestra com o nome Origins of Life, ele diz:

 Nesta palestra eu faço a suposição inicial de que a vida surgiu através de algum processo natural. Proponho que a vida surgiu como resultado duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. (2005).

Mais uma vez, a teoria da evolução é uma tentativa de explicar a vida através de processos naturais, e a abiogénese tem que ser associada à teoria.

Hazen continuou declarando que ao fazer esta suposição, ele está a agir “da mesma forma que a maioria dos cientistas age” (2005). Faz sentido que os evolucionistas ateus admitam a sua crença na abiogénese uma vez que sem esta, não há ponto de partida para a evolução ateísta. No entanto, muitos evolucionistas não querem publicamente admitir tal crença uma vez que não existe qualquer tipo de suporte científico para ela; é uma fé cega, um dogma religioso.

É verdade também que os ateus usam o termo “evolução” como uma palavra abrangente, que engloba todos os modelos naturalistas que se focam nas nossas origens – incluindo a origem do cosmos. Uma simples busca pelos termos “evolução cósmica” ilustra esta alegação.

Consideremos, por exemplo, o título do site do astrofísico da Universidade de Harvard Eric Chaisson: “Evolução Cósmica: Do Big bang até a Humanidade” (2012). Consideremos também os comentários do historiador principal da NASA, Steven Dick:

 A evolução cósmica começa . . . com a formação das estrelas e a formação de sistemas planetários, e procede . . . para a vida primitiva e complexa, culmina com a inteligência, tecnologia e astrónomos . . . a contemplar o universo . . . Esta história da vida no universo, do nosso lugar nele, é conhecida como evolução cósmica (2005).

Se o ateísmo é verdadeiro (isto é, se Deus não existe), na mítica história de Steven Dick o Universo deve ter evoluído do nada para o tudo e a abiogénese deve ter ocorrido algures pelo meio. Portanto, a abiogénese é um fenómeno fundamental e implícito da teoria da evolução. Os criacionistas apenas usam os termos dos evolucionistas ateus da mesma maneira que eles o usam.

A verdade dos factos é que, não é possível dar início a um estudo das Ciências Naturais ou Biologia – disciplinas que são intimamente conectadas à teoria da evolução pela maioria da comunidade científica – sem primeiro estudar a origem de tal vida que alegadamente evoluiu duma organismo unicelular para as várias formas de vida presentes actualmente na Terra.

De forma quase unânime, os livros escolares das Ciências Naturais e de Biologia incluem uma discussão da biogénese, da abiogénese (ironicamente, discute-se o trabalho de Pasteur, Spallanzani, e Redi, que refutaram a teoria da abiogénese), e uma extensa discussão da teoria da evolução como se todas fizessem parte do mesmo corpo de doutrina.

Mas o estudo da vida – Biologia – tem que ter um ponto de partida. Portanto, os próprios evolucionistas estabelecem ligação entre o problema da abiogénese com a teoria da evolução. Se a comunidade evolucionista deseja separar o estudo da Biologia do estudo da teoria da evolução – uma posição que eu recomendo fortemente – então os evolucionistas podem colocar as suas cabeças na areia e ignorar o problema da abiogénese. Mas a distinção da teoria da evolução com a origem da vida não será feita enquanto os evolucionistas não separarem a teoria da evolução da Biologia.

A verdade dos factos é que a abiogénese permanece intimamente ligada à teoria da evolução como uns dos pilares fundamentais do ateísmo, e é aí que ela vai ficar. As duas encontram-se intimamente ligadas; ou elas subsistem juntas ou ambas vão abaixo. Chegou a hora do naturalista ser mais frontal e admitir que a sua crença religiosa na teoria da evolução baseia-se na aceitação cega dum fenómeno que contradiz as evidências cientificas: a vida a surgir como resultado das forças naturais (e não como efeito do Poder criativo de Deus).

“Muito tenho que dizer e julgar de vós, mas Aquele que Me enviou é Verdadeiro; e o que Dele tenho ouvido, isso falo ao mundo.”  João 8:26

Fonte: Darwnismo

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O deus de Dawkins: examinando os ataques ateus contra o Cristianismo

Aproveitei a viagem para Manaus, ida e volta, para ler no avião o livro de Alister McGrath "O Deus de Dawkins: genes, memes e o sentido da vida", publicado pela Shedd Publicações em 2007. A leitura é cativante e embora os temas sejam complexos para quem não tem formação em biologia, química e física, como eu, McGrath consegue falar deles de maneira simples e fácil. Acho que entendi os pontos principais da obra.

Como todo mundo sabe, Richard Dawkins é um dos principais ateus modernos, conhecido pela maneira radical e raivosa com que ataca a religião e os religiosos em geral. Possuidor de uma vasta cultura e sólida formação em sua área (biologia evolutiva), Dawkins é um dos mais ferrenhos defensores do evolucionismo darwinista, tendo sido apelidado de "o rottweiler de Darwin".

Alister McGrath tem doutorado em biofísica e teologia, ambos em Oxford. Foi ateu e evolucionista darwinista até se converter ao Cristianismo ainda estudante universitário. Este é seu segundo livro sobre Dawkins. O primeiro, "O delírio de Dawkins," foi uma reposta ao "Deus - um delírio" do famoso ateu, best-seller no Brasil.

McGrath leu todas as obras de Dawkins – O Gene Egoísta, O Capelão do Diabo, Desvendando o Arco Íris, etc. – e responde em "O Deus de Dawkins" às principais acusações de Dawkins à religião em geral e ao cristianismo em particular, que são estas: (1) A visão darwinista de mundo tornou Deus uma ideia desnecessária e impossível; (2) A religião faz afirmações com base na fé e abandona a verdade calcada em evidências; (3) A religião oferece uma visão de mundo extremamente pálida e pobre; (4) A religião leva ao mal, como um vírus (meme) que infecta a mente.

Foi intelectualmente satisfatório ler a demolição radical que McGrath faz destes conceitos usando os mesmos argumentos de Darwin e de outros cientistas ateus, sem sequer citar a Bíblia uma única vez. McGrath traz informações e resultados da pesquisa histórica e científica que Dawkins faz questão de omitir em sua obra, como por exemplo os 80 a 100 milhões de mortos debaixo dos regimes comunistas ateus ou ainda as mudanças de paradigmas científicos ao longo da história da ciência. McGrath submete as idéias de Dawkins a rigoroso exame científico e empírico e constata que, em que pese o brilho do cientista ateu e sua extraordinária capacidade e domínio da sua área, boa parte de seus ataques ao cristianismo não passa de retórica, por vezes do mais baixo tipo.

Recomendo a obra de McGrath para quem lida com colegas, amigos ou professores ateus admiradores de Dawkins. Veja os links para os livros de McGrath sobre ateísmo em português: aqui e aqui.

Fonte: O Tempora, O Mores

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Álcool inibe os benefícios do vinho tinto e ao mesmo tempo em que estes benefícios estão presentes no suco de uva. E o pior: o vinho aumenta o risco de câncer nas mamas.

 Os polifenóis são encontrados nas uvas e agem contra o envelhecimento do organismo. A substância reduz a oxidação de outras moléculas, diminuindo, por exemplo, a proporção de radicais livres.

Mas o estudo espanhol mostrou que a ação dos polifenóis do vinho é diminuída por causa do álcool. 67 voluntários beberam vinho e suco de uva, alternadamente. O suco foi associado com a redução da pressão arterial, com uma chance 14% menor de infarto e 20% menor de AVC. Os mesmos benefícios não foram observados com o vinho.

Para quem procura benefícios para o coração, os cientistas recomendam o consumo de suco de uva. O estudo completo pode ser visto no site da revista Circulation Research.

Fonte: Exame

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A alegação: suco de uva tem os mesmos benefícios que o vinho tinto. Os fatos: A essa altura, os benefícios cardiovasculares do consumo diário de um cálice de vinho tinto já são bem conhecidos. Mas muitos abstêmios imaginam se não seria possível colher as mesmas recompensas com o parente não fermentado do vinho, ou se esse é um benefício de saúde do qual estão excluídos.

O suco de uva pode não ser muito embriagador, mas ainda assim permite um brinde à boa saúde, no que tange à sua capacidade de prevenir doenças cardíacas.

O álcool, consumido em doses moderadas [está certificado de que muitos alcoólicos começaram com "doses moderadas"], pode relaxar os vasos sangüíneos e elevar os níveis de HL, o "bom colesterol". Mas as substâncias vistas como responsáveis por boa parte dos benefícios do vinho tinto - o resveratrol e os flavonóides - também existem no suco de uva, especialmente a variedade produzida com uvas Concord, vermelhas escuras.

Estudos independentes constataram que, como o álcool, o suco de uva pode ajudar a reduzir o risco de coágulos sangüíneos e prevenir o LDL, ou "mau colesterol" de aderir às artérias coronárias, entre outros benefícios cardíacos.

Um dos estudos, conduzido por cientistas da Universidade de Wisconsin e publicado pela revista Circulation, estuda os efeitos de duas doses diárias de suco de uvas Concord sobre 15 pessoas portadoras de doenças cardíacas coronárias.

Depois de suas semanas, os participantes tinham fluxo sangüíneo melhor e oxidação reduzida do LDL. O LDL oxidado pode danificar as artérias.

Outros estudos conduzidos com seres humanos e animais, entre os quais uma pesquisa de um ano reportada em artigo na revista Atherosclerosis, demonstraram que o consumo diário pode reduzir a pressão arterial e os níveis de colesterol. Mas atenção: algumas variantes de suco têm açúcar e ingredientes artificiais.

Em resumo: os estudos sugerem que alguns tipos de suco de uva podem oferecer os mesmos benefícios cardíacos do vinho tinto [e melhor: sem os ricos e malefícios do álcool].

Fonte: Terra

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Apenas meia taça de vinho ingerida diariamente aumenta a possibilidade de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo da Universidade de Oxford conduzido por um dos principais médicos britânicos da área. Ian Gilmore afirmou em entrevista ao jornal Daily Mail que 10 gramas de álcool diários aumentam em 10% o risco de câncer nas mulheres.

A pesquisa foi realizada com mais de um milhão de mulheres e revela que a bebida alcoólica altera os níveis hormonais, podendo causar uma elevação da quantidade de células cancerígenas no organismo.

Conforme o especialista, não existem níveis seguros para ingestão de álcool, mas o risco nas mulheres aumenta, ainda que o consumo esteja dentro do limite normalmente recomendado. [...] As taxas de câncer de mama têm subido nos últimos 30 anos e estima-se que uma em cada oito mulheres irá desenvolver a doença em algum momento de sua vida. O aumento dos casos tem sido atribuído em parte aos altos níveis de obesidade, tabagismo e alcoolismo.

Fonte: Diário Catarinense


Nota: Então, por que a grande mídia não exibe estes dados para a população? Talvez seja pelo mesmo motivo que também não divulga os resultados dos malefícios do café e das carnes vermelhas: interesses comerciais e publicitários! Portanto, os fatos estão aí para comprovar que o plano original de Deus são aqueles descritos no livro de gêneses. Neste caso, bebidas ideais para o consumo humano: somente água mineral e de coco e os sucos naturais das frutas. [FN]

“Homens das Cavernas” eram pensadores avançados

Um grupo de paleontólogos afirmou ter descoberto pequenas lâminas numa caverna da África do Sul que comprovam que o homem arcaico [sic] era um pensador avançado e que fazia instrumentos de pedras há 71.000 anos [segundo a cronologia evolucionista] antes do que se achava até agora. As descobertas sugerem que nossos primeiros antepassados da África tinham uma capacidade maior para o pensamento complexo e a produção de armas deu a eles uma vantagem em termos de instinto evolucionário sobre o homem de Neanderthal [outro homem bastante avançado], segundo os autores de um estudo publicado na revista Nature.

Os cientistas concordam que nossa linhagem apareceu na África há mais de 100 mil anos [mas também há pesquisas que indicam uma origem asiática], mas há muito debate sobre quando a personalidade cultural e cognitiva do Homo sapiens começou a se assemelhar com à do homem moderno. As pequenas lâminas achadas na África do Sul teoricamente teriam sido manufaturadas entre 65.000 e 60.000 anos [sic].

Agora, uma equipe de cientistas descobriu lâminas muito mais antigas, chamadas microlíticas e produzidas através de lascas de pedra aquecidas, em uma caverna perto da Baía de Mossel, litoral sul da África do Sul. “Nossa pesquisa mostra que a tecnologia microlítica se originou na África do Sul, evoluiu durante um longo período de tempo (cerca de 11.000 anos) e tinha um complexo tratamento com calor”, afirmam os autores do estudo. “Tecnologias avançadas na África eram antigas e duradouras”, explicaram, acrescentando que a longa ausência de artefatos instrumentais no registro paleontológico é explicada por um número relativamente pequeno de sítios escavados até o momento, e não por uma inexistência de conhecimento tecnológico do homem primitivo.

A descoberta evidencia que o antepassado do homem moderno na África do Sul tinha a habilidade de fazer artefatos complexos e ensinar seus companheiros a como fazê-los. Isso permitiria que eles produzissem instrumentos como flechas capazes de atingir maiores distâncias que as lanças manuais.

“As armas do tipo projéteis microlíticos ampliaram a capacidade de sucesso na caça, reduziram o risco de ferimentos dos caçadores e estenderam o raio de violência letal interpessoal”, afirma a equipe. “Também conferiram vantagens substanciais ao homens da época quando deixaram a África e encontram representantes do homem de Neanderthal equipado apenas com lanças manuais.”

O homem de Neanderthal viveu em partes da Europa e partes da Ásia por cerca de 300.000 [sic], mas desapareceu há 40.000 anos [sic].

Comentando o estudo, a antropóloga Sally McBrearty, da Universidade de Connecticut, afirmou que, ao fazer essas armas, os humanos arcaicos teriam usado lascas de pedras cuidadosamente selecionadas por sua textura e com uso do calor para poder trabalhar com elas mais facilmente. Eles teriam moldado as lâminas em formas geométricas, provavelmente para o uso de flechas atiradas de arcos.

Isso, por outro lado, implicaria que aqueles homens teriam que coletar outros materiais como madeira, fibras, penas, osso e tendões por um período de dias, semanas ou meses, o que teria sido interrompido por outras tarefas mais urgentes.

“A habilidade de preservar e manipular operações e imagens de objetos na memória, e depois executar procedimentos posteriormente, é um componente essencial da mente moderna”, escreveu McBrearty.

Fonte: Info via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Tente ler esse tipo de texto eliminando as fantasias e os elementos criados pela imaginação fértil dos pesquisadores, e fique apenas com os fatos. Fato 1: aos poucos, o mito do homem das cavernas troglodita e ignorante vai caindo por terra. Fato 2: como admite a reportagem, “a longa ausência de artefatos instrumentais no registro paleontológico é explicada por um número relativamente pequeno de sítios escavados até o momento, e não por uma inexistência de conhecimento tecnológico do homem primitivo”; portanto, todo o conhecimento factual sobre os tais homens das cavernas é baseado em evidências mínimas, pois é pequeno o número de sítios escavados. Fato 3: “O antepassado do homem moderno na África do Sul tinha a habilidade de fazer artefatos complexos e ensinar seus companheiros a como fazê-los.” Fato 4: “A habilidade de preservar e manipular operações e imagens de objetos na memória, e depois executar procedimentos posteriormente, é um componente essencial da mente moderna.” Entre as elucubrações e os fatos, com o que você fica?[Michelson Borges]

sábado, 10 de novembro de 2012

Mistura Impossível

[Esta semana recebi um e-mail de um professor da USP que se declara ser um evolucionista teísta, ou seja, acredita que Deus é o criador mas não o mantenedor. O legal de tudo isso é que tivemos uma ótima troca de correspondências. Então, pensando em nossas conversas, resolvi publicar este artigo de Michelson Borges que retrata mais ou menos o que nós conversamos.]
 
À medida que as pesquisas no campo da Bioquímica e da Biologia Molecular avançam, mais o homem se conscientiza da enorme complexidade da vida. A ideia de que tudo teria surgido por mero acaso, através de fatores aleatórios ao longo de bilhões de anos, já não é tão aceita em nossos dias. E é nesse vácuo entre fé e teorias científicas ateias que vem surgindo com força o evolucionismo teísta.

É interessante observar as reviravoltas que ocorrem na História. Durante a Idade Média não foram poucos os casos em que a ciência teve que se submeter à Igreja. Por meio da "Santa" Inquisição, o romanismo impunha o medo e mantinha sua dominação ideológica sobre a massa desinformada. A própria Bíblia era negada ao povo pois, "a fim de Satanás manter seu domínio sobre os homens e estabelecer a autoridade do usurpador papal, deveria conservá-los na ignorância das Escrituras. Suas sagradas verdades deveriam ser ocultadas e suprimidas. Durante séculos a circulação da Bíblia foi proibida pela Igreja de Roma. Ao povo foi proibida a sua leitura. Sacerdotes e prelados interpretavam-lhes os ensinos de modo a favorecer suas pretensões" (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 33 - Ed. Condensada).

Os anos passaram. Pudemos ver, no fim do século 20, outra reviravolta. A Igreja Romana (quem diria!) se submetendo às proposições da ciência. Pior: às incertezas da ciência. Pelo menos foi o que se pôde perceber através dos jornais de todo o mundo, no fim de outubro de 1997.

A revista Veja, por exemplo, trouxe à página 47, de sua edição de 30 de outubro daquele ano, o seguinte subtítulo: "O Papa surpreende ao dizer que a teoria da evolução é mais do que uma simples hipótese." E o artigo de Laurentino Gomes continua: "A Igreja [Católica] há muito tempo admite que alguns textos bíblicos são narrativas alegóricas, que não devem ser tomadas ao pé da letra. É o caso do livro Gênese..."

Bem, isso não é nenhuma novidade, mas a seguinte declaração do falecido Papa foi: "As novas descobertas levam à constatação de que a teoria da evolução é mais do que uma hipótese... se o corpo humano tem sua origem em matéria pré-existente, a alma foi criada diretamente por Deus" (Aqui João Paulo II repetiu uma frase da encíclica "Humani Generis", do papa Pio XII). Essa declaração papal conferiu grande força à evolução teísta.

Na verdade, mesmo que o papa não tivesse dito isso, as pessoas estão percebendo que Deus se explica (ou se aceita) pela impossibilidade de, sem Ele, se poder explicar tudo o que existe. Cada vez mais a ideia lógica de um Planejador cósmico é admitida, mas o pensamento macroevolucionista ainda resiste, uma vez que, para muitos (como os católicos), é sinônimo de verdade científica incontestável.

Qual a solução, então? "Bem" - explicam alguns, - "Deus criou a matéria através do Big Bang e deu início ao processo evolutivo." Simples, não? Na verdade, parece simples, mas não é.

Se partirmos da premissa de que Deus é o Criador, mas Se utilizou de processos evolutivos para trazer a vida como a conhecemos à existência, a primeira a ser atingida por esse raciocínio "conciliatório" é a Bíblia. Vejamos por quê.

A Palavra de Deus deixa clara a nossa responsabilidade diante do Criador. Mas se a espécie humana é o resultado final do acaso e da evolução através das eras cronológicas, temos nós qualquer responsabilidade diante de um poder mais elevado? De acordo com o Dr. S. J. Schwantes (Colunas do Caráter, p. 205 - Casa), "que estímulo há para se forjarem caracteres nobres e se praticarem atos heróicos numa filosofia que não reconhece outra lei que não a da selva, nem outra sanção que não a sobrevivência do mais forte?"

Se a espécie humana evoluiu, tem significado o importante conceito "todos são criados iguais"? E como a regra áurea "fazei aos outros o que quereis que vos façam" encontra significado na sociedade, se a "sobrevivência dos mais aptos" tem sido responsável por trazer a humanidade ao seu presente estado de inteligência superior?

As duas ideias não parecem ser compatíveis. Aliás, se a teoria evolucionista estiver correta, nem ao menos poderemos estar certos de que a "raça" branca, a "raça" negra, ou qualquer outra "raça" não seja inferior.

Como se pode ver, a teologia bíblica é atingida bem no centro se rejeitarmos o relato da Criação. Importantíssimas doutrinas da Bíblia dependem desse relato. Por exemplo: a Bíblia afirma que a morte ocorreu como resultado do pecado (ver Gênesis 2). E na carta de Paulo aos Romanos, lemos que "por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte" (Romanos 5:12). Mas a evolução ensina que a morte existiu desde o princípio, muito antes que houvesse um ser humano. Em outras palavras: a morte não é um resultado do pecado.

Nesse caso, qual é o significado teológico da vida e morte de Jesus? Paulo diz: "Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de Um só muitos se tornarão justos" (Romanos 5:19).

Por que precisamos de redenção e libertação? Se não houve um Jardim do Éden, com sua árvore da vida, qual é o futuro que Apocalipse 22 descreve para os remidos? Se as rochas da crosta terrestre já estivessem cheias de restos fossilizados de bilhões de animais, e mesmo de formas hominídeas que pareciam homens, então o próprio Deus é diretamente responsável por ter criado o sofrimento e a morte, não como julgamento pela rebelião, mas como fator integral da Sua obra de criação e governo soberano. E isso significa caos teológico!

O quarto mandamento da Lei de Deus diz: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar, seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus... porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra e o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado e o santificou" (Êxodo 20:8-11).

Além de ser um mandamento e um sinal distintivo entre o Senhor e Seu povo (ver Ezequiel 20:20), o sábado comemora a obra criadora de Deus, em seis dias literais. Cristo confirmou esse mandamento guardando-o (ver Lucas 4:16). A Bíblia assegura que na Nova Terra (Apocalipse 21) também será observado o sábado (ver Isaías 66:23).

Pela teoria evolucionista teríamos que ignorar também esse importante conceito bíblico que é uma evidência de nosso amor ao Criador (ver João 14:15), memorial da Criação e selo de obediência e fidelidade a Deus.

Como se pode ver, evolução e criação é uma mistura impossível. A tentativa de conciliação (talvez para se evitar maiores discussões) acaba originando uma teoria amorfa e ilógica.

A Criação não pode ser provada em laboratório, é verdade. Mas a macroevolução biológica também não. No fundo, tudo é uma questão de fé. De minha parte, prefiro crer no Deus Criador Todo-Poderoso, a crer no acaso e no tempo como os fatores "desencadeadores" da vida.

Fonte: Outra leitura

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Resolvido mistério sobre natureza fundamental da luz

Dois grupos de físicos, trabalhando de forma independente, garantem ter chegado a um veredito final sobre a chamada dualidade onda/partícula.

De Newton a Maxwell, a luz foi sempre considerada como uma onda. Foi Einstein quem ganhou o Prêmio Nobel de Física demonstrando o efeito fotoelétrico, cuja explicação depende de que os fótons sejam vistos como partículas.

E daí pôde então surgir toda a mecânica quântica, que prevê que os fótons, os elementos fundamentais da luz, assim como qualquer outro "sistema quântico", podem ser partículas e ondas simultaneamente.

Contudo, as discussões sobre o assunto nunca foram suspensas porque o resultado - onda ou partícula - dependerá de como a medição é realizada. Meça um fóton de um jeito, e ele lhe dirá que é uma partícula. Altere a medição, e ele se transmutará em partícula.

Isso criou correntes entre os físicos que gostariam de encontrar uma resposta "mais fundamental" - uns defendendo que fótons são essencialmente partículas e outros defendendo que eles são essencialmente ondas.

O que essas correntes buscam é a "verdadeira natureza da luz", porque parece esquisito demais ter que assumir que uma "coisa pode ser duas coisas".

As duas correntes assumem que o fóton se transmutaria em sua segunda personalidade sob condições a serem ainda especificadas ou descobertas. Continue lendo aqui.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Uma perspectiva fundamentalmente nova sobre a origem e evolução da vida

Philip J.Darlington, Jr. (1904 - 1983)

Destaque
Uma perspectiva fundamentalmente diferente sobre a origem e evolução da vida foi fornecido mais de 17 anos e deve ser seriamente considerada hoje por todos os pesquisadores da área de estudo evolução.

Resumo

Hipótese de darwin de que todas as formas de vida existentes são descendetes de uma célula ancestral comum e diversificação das formas de vida resulta mutação gradual mais seleção natural representa uma visão comum que influenciou biologia e até mesmo a sociedade por mais de um século.

No entanto, esta visão darwiniana da vida é contrariada por muitas observações e carece de uma explicação físico-química plausível. Forte evidências surgerem que hipótese de célula ancetral comum é falha mais fundamental do darwnismo.

Por outro lado, uma perspectiva totalmente diferente sobre a origem e evolução da vida afirmada que as formas de vida celulares eram descendentes de já diversificadas formas de vida acelulares. As formas de vida,  independetemente originaram evoluir em grande parte, certa forma paralela, embora eles também interagir uns com os outros. Alguns evolucionistas "lacunas" naturalmente existem entre linhas evolutivas. Similaridade pode não ser o único resultado de herança filogenética, mas pode ser um resultado de um mecanismo convergente da origem e da evolução.

A evolução não é um processo aleatório, mas segue alguns básicos princípios físico-químicos, como resultado da interação de energia e entropia sobre a matéria.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

 Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: A Nomenklatura científica diz que o fato, Fato, FATO da evolução foi explicado pela teoria da evolução de Darwin através da seleção natural (núcleo duro da teoria que, mesmo sem evidências que corroborem sua ação criadora (ARGH!!!) evolucionária, e n mecanismos evolutivos (de A a Z), é defendida com unhas e dentes e tacapes pelos evolucionistas.

Nada mais falso 1! Desde 1980 que evolucionistas honestos como Stephen Jay Gould afirmaram que a Síntese Evolutiva Moderna era uma teoria científica morta e que posava, NOTA BENE, posava como ortodoxia SOMENTE nos livros didáticos de Biologia do ensino médio, outrora aprovados, hoje apenas recomendados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. Quer dizer então que em duas décadas o que foi ensinado sobre a evolução químico-biológica nas escolas públicas brasileiras foi em cima de uma teoria morta??? Chamam isso de ciência? Eu chamo de DESONESTIDADE CIENTÍFICA dos autores desses livros-texto! 171 EPISTÊMICO!!!

Nada mais falso 2! A Síntese Evolutiva Moderna está mais furada do que queijo suiço e, o que era o upgrade Darwin 2.0, após os 16 de Altenberg, demanda o upgrade Darwin 3.0 - A SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA (ou Expandida como quer a Nomenklatura científica). Só que essa nova teoria não pode e nem deve ser selecionista, pois há montanhas de evidências demonstrando a falência da seleção natural como mecanismo evolutivo. A SEA deverá incorporar aspectos lamarckistas, o que não é novidade nenhuma, pois Darwin, apesar de esculhambar com Lamarck no Origem das Espécies, na sexta edição (1872) foi mais lamarckista do que o próprio Lamarck. O tempora, o mores!!!

Nada mais falso 3! Aprendi na universidade que a ciência ABOMINA O VÁCUO EPISTÊMICO. Ora, se a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários não é corroborada no contexto de justificação teórica desde 1859, a pergunta que não quer se calar é: Sob qual referencial teórico os cientistas estão fazendo ciência normal em biologia evolucionária se a  SEM foi considerada uma teoria científica morta desde 1980? Abracadabra? Alakazam? Varinha mágica? Búzios? Tarô???

Pano rápido...

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Expulsos - Não se permite inteligência


Expelled - No intelligence allowed [Expulsos - Não se permite inteligência] é o documentário de Ben Stein entrevistando cientistas e acadêmicos sobre a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural.

Neste documentário é narrada a saga dos cientistas que ousaram criticar cientificamente o status epistêmico da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica, e o modus operandi da Nomenklatura científica contra os dissidentes de Darwin: foram expulsos das universidades ou tiveram suas carreiras acadêmicas tolhidas pela perseguição e patrulhamento ideológico.

E ainda têm a cara de pau de dizer que na ciência é livre o debate das ideias. Nada mais falso!!!

Sigam os demais episódios aqui mesmo através do YouTube.

Fonte: Desafinado a Nomenklatura Científica

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Mero acaso, fortuita necessidade ou 100% Design Inteligente? III



Nota: Como evoluiu ou surgiu este sistema imunológico? Foi por processos graduais? Acho que os meninos e meninas de Darwin não sabem responder... [FN]

Veja mais vídeo que se relaciona a complexos irredutíveis aqui.

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