domingo, 30 de dezembro de 2012

Assinatura química do Criador

Marcos N. Eberlin é, desde 1982, professor doutor titular da Universidade Estadual de Campinas. Realizou pós-doutorado na Purdue University, Estados Unidos, e orientou diversos mestres, doutores e pós-doutores. Entre as pesquisas realizadas por seu grupo, destacam-se os estudos de reatividade de íons na fase gasosa, que levaram à descoberta de vários novos íons e novas reações com diferentes aplicações analíticas e sintéticas. Uma dessas reações hoje leva seu nome: Reação de Eberlin.

Membro da Academia Brasileira de Ciências, o Dr. Eberlin é comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações.

Nascido em Campinas, SP, é casado com Elisabeth Eberlin e tem duas filhas: Thaís e Lívia.

Nesta entrevista, concedida a Michelson Borges, o Dr. Eberlin, que é batista, fala de suas pesquisas e de sua fé no Criador.

Ao recomendar um livro criacionista, o senhor escreveu: “Como químico, percebo a assinatura do Criador em tudo, nos átomos e nas moléculas, na periodicidade dos elementos, na singularidade da água e do carbono, nos aminoácidos, proteínas e enzimas, nas máquinas moleculares e na obra-prima maior, a molécula de DNA.” Poderia falar um pouco sobre como cada um desses detalhes corresponde à “assinatura de Deus”?

A vida, quando observada “mais de longe”, superficialmente, já se mostra extremamente bela, complexa, simétrica, sincronizada, uma obra de arte, um esplendor absoluto. Veja as flores, os pássaros, a Lua e as estrelas, o homem e os animais, um espetáculo indefinível que nos apresenta, através da criação, um pouco de beleza, inteligência, engenhosidade; atributos inigualáveis de nosso Deus. Mas como cientista e mais particularmente como químico, tenho a oportunidade de observar a obra de Deus de um ponto de vista mais próximo, mais detalhado, em nível molecular.

Como químico, estudo a arquitetura da matéria, como foram formados os átomos, as moléculas, quais são as leis que regem o mundo atômico e molecular e suas transformações. Percebo, então, em uma dimensão atômica e molecular, como Deus é realmente um Ser de suprema inteligência e elegância, o Arquiteto, o Artista sem-par. Nessa dimensão, percebo uma riqueza extraordinária de detalhes, uma arquitetura constituída das mais diferentes formas geométricas, lindas, harmônicas, periódicas, perfeitas. Como a água, com sua estrutura angular simples, mas única, que rege suas propriedades também únicas, impressionantes, e que forma lindos cristais de gelo, de um design sem igual.

Veja os átomos e o balé sincronizado de seus elétrons em orbitais. As proteínas, outro espetáculo, uma arquitetura química tridimensional e com pontos de encaixe engenhosamente posicionados que confere a essas moléculas propriedades diversas, uma eficiência extraordinária como aceleradores de reações jamais igualada por qualquer outra espécie química. Beleza, simetria, design, engenhosidade, sincronismo, ordem, linguagem e periodicidade, quantização, tridimensionalidade – são assinaturas inquestionáveis de um Deus em tudo absolutamente espetacular! Evidências que nos tornam a todos, cientistas ou não, inescusáveis.

É um delírio duvidar desse Deus e questionar Sua existência. É um devaneio não admitir Sua majestade; uma insanidade zombar de Seu poder e glória.

O senhor e sua equipe do Laboratório Thomson, do Instituto de Química da Unicamp, têm se destacado por suas pesquisas sobre homoquiralidade. Do que se trata isso?

Algumas moléculas, como os aminoácidos e os açúcares, que são constituintes básicos de todos os seres vivos, podem se apresentar na forma de isômeros chamados de isômeros óticos ou enantiômeros. Esses isômeros diferem apenas pelo posicionamento de seus átomos em um espaço tridimensional (um Deus trino e um espaço tridimensional!). Em um desses isômeros, por exemplo, um átomo X está à direita e outro átomo Y à esquerda. No outro isômero, as posições estão trocadas, invertidas. Essas moléculas são “quase” idênticas, e pela lei das probabilidades em um sistema não controlado, teriam a mesma chance de se formar em uma reação química. Mas, por decisão do Criador, que em nós quis adicionar uma “assinatura química” que autenticaria Sua obra, todos os aminoácidos do corpo humano são de um único tipo, do tipo L, sem exceção, e 100% puros. E, para confundir ainda mais os “sábios deste mundo”, todos os açúcares também são de um único tipo, sem exceção, mas do tipo oposto, ou seja, D. Somos, portanto, seres únicos, enantiomericamente puros, homoquirais! Escolhidos pelo nosso Criador a dedo, entre alternativas muito mais prováveis, mas menos interessantes, para assim sermos. Entre a possibilidade maior, a possibilidade caótica de sermos metade L e metade D (racêmicos), ou entre as quatro improváveis LL, DD, LD ou DL, Ele escolheu que seríamos todos LD, e 100%! Pelo poder de Sua Palavra! Um enigma e tanto que estonteia os naturalistas e que cala os céticos!

Por que o senhor vê, especialmente nas moléculas quirais, as digitais do Criador?

Em todas as moléculas vemos “a mão e a mente” de nosso Criador. Mas as moléculas quirais são especiais, pois o acaso, o tempo, o caos, os “deuses naturalistas” nenhuma possibilidade teriam de criar seres 100% puros, homoquirais, especificamente seres exclusivamente LD. Os seres criados pelos “deuses naturalistas” seriam, no máximo, racêmicos (misturas 1:1 de L e D), ou talvez um pouquinho mais pra L ou mais pra D, ou misturas de LD e LL. Mas 100% LD, para todos os aminoácidos e açúcares? Por isso, sabemos que não há no Céu e não há na Terra Deus como o Senhor!

Quando Charles Darwin elaborou e publicou sua teoria, a bioquímica ainda ensaiava seus primeiros passos, já que a descoberta da primeira enzima ocorreu em 1833. De lá para cá, tanto a bioquímica quanto a biologia molecular se desenvolveram muito e foram feitas descobertas que mostraram que a vida é muito mais complexa do que Darwin poderia sequer supor. Em sua opinião, por que, a despeito disso, a idéia da origem espontânea da vida ainda persiste?

Na época de Darwin, o “equipamento científico” mais utilizado era a cadeira de balanço, onde Darwin e outros pensadores e filósofos elaboraram as teorias naturalistas sobre a origem da vida. Porém, o trabalho árduo e sério de muitos cientistas utilizando métodos modernos, equipamentos científicos cada vez mais poderosos, desvendou uma vida muitíssimas e muitíssimas vezes mais complexa, organizada, sincronizada e elaborada do que os “vaivéns” das cadeiras de balanço ou as viagens de barco poderiam revelar. Mas a evolução foi contada com tanto entusiasmo por mais de 150 anos, foi pregada com tanto fervor, foi catequizada com tanta veemência, está estampada e detalhada em tantos livros científicos com tanta pompa, deu tantos prêmios a tantos, serviu de alívio a tantos que tentam escapar da iminência de um encontro face a face com Deus, foi apregoada por céus e mares como cientificamente provada em todos os seus aspectos, foi apresentada como a verdade mais cristalina frente à ignorância dos religiosos, foi adotada como o evangelho-mor dos naturalistas, está permeada em tantos conceitos e projetos científicos, que seria uma catástrofe sem precedência na história científica admitir sua falha, sua total inconsistência frente à química e a bioquímica modernas. Mas, quando a caixa preta de Darwin foi aberta, quando foram desvendados os segredos da máquina mais complexa e espetacular deste planeta (a célula), a verdade foi, pouco a pouco, sendo revelada.

Deus “deu corda”, mas hoje Ele está dirigindo o processo de desmontagem do castelo naturalista, imenso, gigante, monstruoso, mas que precisa e vai cair.

Por que o senhor acha que teorias como a panspermia cósmica (origem espacial) têm conquistado espaço no meio científico, a despeito de todas as improbabilidades com que elas têm que lidar?

Qualquer explicação para a vida e o Universo que não inclua a intervenção de nosso Criador, de Deus, será assim mesmo um delírio. Mesmo assim, homens acreditarão nelas e com elas se embriagarão, pois muitos se recusam a admitir que Ele existe e que comanda o Universo.

O senhor declarou a um jornal que sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da química e da física. Esse tipo de postura não lhe causa problemas no meio acadêmico? Como seus colegas cientistas encaram sua postura religiosa?

Até hoje não tem causado, não. Deus tem me livrado pela Sua misericórdia e poder. Ao contrário, tenho tido o privilégio único de fazer amigos que, apesar de se declararem ateus ou descrentes, têm com sinceridade encontrado em mim uma voz com um discurso diferente, um discurso de esperança, um discurso de alegria, de reconciliação, que fala do amor sublime do Criador Supremo pelos Seus filhos, que mostra nossa importância como seres criados à semelhança de Deus, para Seu louvor e glória; seres com propósito, com destino, um destino de glória e honra, ao lado dEle.

É possível harmonizar ciência e religião? Como cada uma delas pode contribuir na busca da verdade?

Sem dúvida. A ciência é uma dádiva de Deus. Ela existe para minimizar os males causados pela queda do homem, e que se agravam a cada dia. A ciência pura e verdadeira deve ser exercida para o bem do homem e a preservação da obra de nosso Criador. Deve ser usada também para que o homem, imagem e semelhança de Deus, tenha a oportunidade de criar, de influenciar, de mudar um pouco o curso deste mundo. A ciência mostra que Deus existe, mas as religiões nos apresentam formas de nos relacionarmos com deuses ou com o Deus verdadeiro. Cabe a nós, cientistas, remover da ciência a religião naturalista que dela se apoderou e exercer uma ciência desvinculada de amarras religiosas de qualquer tipo. E cabe aos religiosos a busca pelo Deus verdadeiro e a observância de Seus mandamentos.

Por que o naturalismo filosófico tem tanta força no meio científico hoje, quando sabemos que os fundadores do método científico tiveram boa convivência com a fé?

Em determinado momento do desenvolvimento da ciência, baseado em informações imprecisas e incompletas, percebeu-se que a ciência poderia ser o berço do nascimento de uma religião conhecida hoje como naturalismo. Essa “religião” prega que a vida é obra de um “deus trino” (o acaso, o tempo e as mutações) e teve sua gênese em uma explosão cósmica, o Big Bang. Infelizmente, isso ocorreu de uma forma intensa, e muitos têm se convertido a essa crença. Mas Deus, que até hoje “deu corda”, que com ela confundiu os sábios deste mundo, Se cansou dessa situação e está revertendo tudo e restabelecendo a verdade, livrando a ciência ¬– que tanto bem tem trazido a todos nós – desse empecilho que prejudica um avanço científico ainda maior.

A controvérsia entre criacionismo e evolucionismo está crescendo e ganhando cada vez mais espaço na mídia. A que o senhor atribui essa tendência e onde isso vai parar?

Deus, que por 150 anos “deu corda”, resolveu dar um basta! O vento está soprando, e o castelo de areia naturalista vai cair.

Fonte: Entrevista Criacionista


Leia e assista também: Dr. Marcos Eberlin


Lição da Escola Sabatina "Origens": Jesus o Criador

 
Assista também à introdução geral à Lição deste trimestre (clique aqui).

Leia o comentário da Lição nº 1 (aqui) e a Introdução (aqui).

Nota: Esta é uma introdução ao estudo da lição do 1º Trimestre de 2013 - Origens. A lição da Escola Sabatina destre trimestre estudará a criação em Gênesis 1 e 2. O estudo do trimestre mostrará como a mensagem central da Bíblia está edificada sobre a verdade histórica da criação. Assim, postaremos toda semana estes vídeos estudos para você.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Palestra criacionista II

Nota: Agora é a vez da Igreja Adventista do Sétimo Dia do bairro Brasília de Guanambi receber a palestra criacionista. Data: 05/01/13 Horário: 10h30min. Veja mais sobre esta palestra aqui.

Verdadeira evolução II

Nota: Essa sim é a verdadeira Evolução do homem, aos pés da cruz!

100 anos depois da fraude do Homem de Piltdown pelos evolucionistas, por que os cientistas ainda fraudam suas pesquisas científicas???

By Bruce Ramsey
Times editorial columnist
Terça-feira é o centenário da mais grosseira fraude de 20 a ciência do século: homem de Piltdown. É um caso vale a pena lembrar.

Em 18 de dezembro de 1912, o geólogo amador Charles Dawson apresentado à Sociedade Geológica de Londres um crânio parcial. Era suposto ser um ancestral humano 500.000 a 1 milhão de anos, uma idade cientistas agora atribuir ao Homo erectus. Dawson disse que encontrou os fósseis em uma cascalheira perto de Piltdown comum, ao sul de Londres.

Dawson não tinha credenciais científicas, mas seu amigo Arthur Smith Woodward fez. Woodward era o guardião do departamento de geologia no Museu Britânico. Ele tinha sido na escavação e que tinham visto o maxilar "voar" do solo sob o golpe de picareta de Dawson.

Houve um problema com o maxilar. Foi a partir de um orangotango apenas algumas centenas de anos de idade. Foi equipado com dois dentes fossilizados de chimpanzé, lixados para fazê-los parecer mais com dentes humanos. Os fragmentos do crânio eram humanos, desde a Idade Média. Todos tinham sido tratados com uma solução de ferro e de ácido para torná-los mais velhos.

Os cientistas não têm muitos crânios de fósseis em 1912, mas nenhum deles parecia um crânio humano com uma mandíbula de macaco.

Vários cientistas, incluindo um da Smithsonian Institution, argumentou que a mandíbula eo crânio não coincidem. Foram necessários 40 anos para que eles ser provado, e ainda mais para Dawson para ser confirmado como o vigarista responsável.

Ciência é humano. Ele está sujeito a erro e, o que é mais, malícia. Ao contrário de alguns outros caminhos supostamente verdade, a ciência tem uma maneira de detectar erros, mas não de forma automática. Alguém tem de fazê-lo.

Um século, homem de Piltdown parece pitoresca, mas a fraude não é.


Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota: Leia mais sobre as Famosas fraudes evolucionistas

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Natal sem Jesus e nem com a família, não é natal!

Existem várias canções de Natal.  Algumas delas são tradicionais. Conhecidas. Outras, embora não façam parte da lista das que todo mundo conhece, também encantam. E fazem bem ao coração. É o caso da música escolhida para esta segunda-feira. “Something About December”, de Christina Perri, é linda. Fala do clima de festas, mas principalmente das emoções que muitas famílias experimentam nesta época do ano.

O que mais me tocou quando vi a letra desta canção é que ela faz um convite para abandonar as preocupações, os sentimentos negativos e deixar levar pela beleza do Natal.

    Deixe todas suas lembranças
    Te abraçarem forte
    Não importa onde você esteja
    Você não está só
    Porque aqueles que você ama
    Nunca estão longe
    Se o Natal estiver em seu coração

Ainda na semana passada publiquei aqui sobre as pessoas que não sentem o Natal em sua essência. Não curtem as festas, o momento… E torcem pra que tudo passe logo. Penso que esta música também é um convite para quem não se sente feliz nestes dias.

Portanto, vamos ouvir?


Fonte: ronaldonezo

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Membro do Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens realiza palestra criacionista

Na manhã do dia 15 de dezembro de 2012, na Igreja Adventista do Sétimo Dia central de Guanambi - Bahia foi realizada uma palestra sobre Criacionismo x Evolucionismo pelo blogueiro e estudante de química, Firmo Neto, cujo tema foi: "Origens - relacionando a ciência com a fé bíblica".

Segundo o palestrante, o objetivo deste evento é despertar nos cristãos a importância de estudar mais o livro de gênesis, pois este livro sagrado oferece um grande embasamento em todas as doutrinas bíblicas. Além disso, a palestra direcionou os ouvintes - a todo momento - para as possibilidades reais de uma junção entre ciência e fé cristã.

Assim, no final da oratória, o palestrante que também é presidente da NUBEPO (Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens) divulgou o mais novo núcleo de estudos e pesquisa sobre as origens e também abriu as inscrições para quem se interessar a estudar mais sobre este assunto.  Firmo, aproveitou e divulgou também em primeira mão a data e local do primeiro simpósio da NUBEPO que será realizado na cidade de Vitória da Conquista - Bahia no dia 15 e 16 de novembro de 2013.

Foi esclarecido também que o NUBEPO não tem vínculos com nenhuma instituição religiosa e políticas. Para participar ou se inscrever neste núcleo, deve primeiro entrar no site www.nubepo.org e ler antes o seu estatuto e consequentemente procurar inscrever-se na modalidade que mais se adequou como sócio.

Sobre o logomarca da NUBEPO: “O ornamento representa uma molécula de DNA, o código da vida extrapolando os limites da filosofia e pensamento humano representado pela caixinha. Uma semântica de que os atributos e desígnios divinos estão acima da compreensão humana. As cores da bandeira da Bahia fecham a identidade e origem do movimento”.
Para maiores esclarecimentos sobre o NUBEPO entrar em contato no site www.nubepo.org

sábado, 15 de dezembro de 2012

Adão e Eva foram pessoas reais, ou apenas um mito?

 PROBLEMA:

Muitos eruditos modernos consideram os primeiros capítulos de Gênesis como um mito, e não os tomam como históricos. Mas a Bíblia parece apresentar Adão e Eva como pessoas reais, que tiveram filhos, dos quais todo o restante da humanidade proveio (cf. Gn 5:lss).


SOLUÇÃO:

Há uma boa [quantidade de] evidência[s] para crermos que Adão e Eva tenham sido pessoas reais.

    1. Gênesis 1-2 apresenta-os como pessoas reais, e até mesmo narra os importantes acontecimentos de suas vidas (o que é histórico).
    2. Eles tiveram filhos que foram pessoas reais, que também tiveram filhos reais (Gn 4:1,25; 5:1).
    3. A mesma frase ("são estas as gerações de") usada para registrar dados históricos posteriores em Gênesis (6:9; 9:12; 10:1, 32; 11:10, 27; 17:7, 9) é empregada com respeito a Adão e Eva (Gn 5:1).
    4. Cronologias posteriores do AT colocam Adão no topo da lista (1 Cr 1:1).
    5. O NT põe Adão no início da lista dos antecedentes de Jesus (Lc 3:38).
    6. Jesus referiu-se a Adão e Eva como os primeiros "macho e fêmea", fazendo da união física deles a base do casamento (Mt 19:4).
    7. Romanos declara que a morte literalmente reinou no mundo trazida por um "Adão" literal (Rm 5:14).
    8. A comparação entre Adão (o "primeiro Adão") e Cristo (o "último Adão") em 1 Coríntios 15:45 manifesta que Adão é tomado literalmente como uma pessoa histórica.
    9. A declaração de Paulo de que "primeiro foi formado Adão, depois Eva" (1 Tm 2:13) revela que ele fala de uma pessoa real.
   10. É lógico que teve de haver um primeiro casal real de seres humanos, macho e fêmea, pois, caso contrário, a raça humana não teria como começar a existir. A Bíblia chama a esse casal, que de fato existiu, de "Adão e Eva", e não há por que duvidar de sua real existência.

(Norman Geisler e Thomas Howe. Manual popular de dúvidas, enigmas e "contradições" da Bíblia, 1999 p. 20-21)


É CIENTIFICAMENTE POSSÍVEL?

Até aqui você teve uma explicação teológica para o assunto. Mas, e a ciência, tem algo a oferecer neste assunto? A lógica é a seguinte: Se houve um Adão e uma Eva no início, então, todos nós, geneticamente, somos parentes (bem distantes, obviamente) e deve existir uma probabilidade matemática para isso. Pois bem, encontrei um artigo do Prof. de Bioquímica Sérgio Danilo Pena (UFMG), denominado "A grande família" na coluna "Deriva genética", o qual contém a seguinte explicação:

    "Nós temos dois pais, quatro avós, oito bisavós, 16 trisavós, 32 tetravós etc. O número de antepassados cresce exponencialmente, de maneira muito rápida. Vinte gerações atrás (400 anos, se considerarmos 20 anos por geração) eu deveria ter um milhão de antepassados. Há meros 600 anos (30 gerações) eu deveria ter um bilhão e, há 800 anos, um trilhão de antepassados!!! Nessa época, porém, estima-se que a população mundial era de cerca de 260 milhões de pessoas, não de um trilhão! Como explicar essa discrepância?

    Todos diferentes, mas todos parentes

    Se a matemática aponta que eu tinha um trilhão de antepassados há 800 anos, isso significa que, no ano 1207, as 260 milhões de pessoas vivas tinham de preencher todas as vagas de meus antepassados. Obviamente, então, meus ancestrais de 1207 não podiam ser todos pessoas diferentes! No meu heredograma, alguns nomes vão ter de aparecer duas, três ou mesmo centenas de vezes. Significaria isso que eu sou descendente de todo mundo que vivia em 1207?

    Não, por duas razões. A primeira é que nem todos que viviam em 1207 têm descendentes na Terra hoje. A segunda é que seria difícil para algumas dessas pessoas serem meus ancestrais por razões de localização geográfica (por exemplo, é muito pouco provável, embora não impossível, que asiáticos como Confúcio ou Genghis Khan sejam meus antepassados). Excluindo tais exceções, todas as pessoas que viviam na Europa, Ásia central, norte da África, Oriente Médio e Américas em 1207 são certamente meus antepassados.

    O grande geneticista nipo-americano Susumu Ohno (1928-2000) mostrou em elegante artigo que a principal razão do número de antepassados diferentes ser menor do que o esperado de acordo com a função exponencial é a consangüinidade entre eles. Ohno demonstrou que existe uma geração no passado de cada um de nós (que ele chama de AN SA, isto é, “ancestralidade saturada”) que abrange todos os adultos evolutivamente fecundos, responsáveis por linhagens familiares que se estendem até o dia de hoje.

    Em gerações anteriores à AN SA, o número de ancestrais de uma dada pessoa diminui progressivamente, no que tem sido chamado de “colapso do heredograma”. Mas o importante de se ressaltar é que todos os antepassados dos indivíduos evolutivamente fecundos da geração AN SA são também automaticamente nossos antepassados.

    Assim, quando digo que sou descendente de Nefertiti, Maomé, Julio César e Carlos Magno, não estou “surtando” e sim fazendo uma constatação matemática. Mas geralmente não faço muito alarde do fato de que também sou descendente de ladrões, assassinos, vigaristas, prostitutas, lavadeiras, camponeses, soldados, sapateiros, alfaiates e, inevitavelmente, de alguns clérigos.

    Um corolário do fato de eu ser descendente de todas as pessoas que existiram em 1207 é que sou parente de praticamente todas as pessoas que vivem no mundo hoje. Mas isso não se aplica somente a mim, como também a você, leitor, “ – mon semblable, – mon frère ”, nas palavras do poeta francês Charles Baudelaire (1821-1867), concluindo, em outro contexto, sermos todos semelhantes, todos irmãos. Estima-se que praticamente toda a população da Terra seja prima em um grau inferior ao 50º. Em outras palavras, toda a humanidade é uma grande família!" (Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/deriva-genetica/a-grande-familia) [Ênfase acrescentada].

Fonte: biologiateista

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Líderes criacionistas se unem em plano de ação

 Foi criado nesta quinta-feira, dia 13, em Brasília, o pioneiro Consórcio Criacionista Adventista. O grupo foi organizado para promover a implantação de um conjunto integrado de ações destinadas a disseminar o criacionismo no Brasil, no âmbito da América do Sul e em outras regiões. Foi assinado um Protocolo de Intenções entre a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia (sede geral dos adventistas para oito países sul-americanos), o Núcleo de Estudos das Origens (NEO) do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), a subsede brasileira do Geoscience Research Institute (GRI Brasil), a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) e o Museu de Geociências das Faculdades Adventistas da Bahia. Na prática, haverá mais pesquisa criacionista, maior número de publicações na área e visibilidade nos meios de comunicação dos materiais científicos produzidos.

O Protocolo prevê assembleias com representantes de todas essas entidades, as principais criacionistas no País atualmente. Além disso, foi montado um planejamento de atividades integradas para os próximos dois anos. Ficou acertado, por exemplo, que haverá investimento em pesquisa de campo na área de criacionismo nos próximos anos. Na área editorial, está prevista a publicação de várias obras impressas que ajudarão a fortalecer os conceitos criacionistas. Vários vídeos, alguns deles com linguagem voltada para adolescentes e jovens, inclusive, deverão ser produzidos com temáticas sobre criação e dilúvio.

Outra preocupação dos participantes do Consórcio foi a de planejar um projeto piloto para capacitação de docentes, com plano pedagógico para a utilização do livro-texto Criação – Criacionismo Bíblico. “Esse é um passo muito importante, pois o criacionismo está ligado à primeira mensagem angélica da Bíblia que tem total relação com a nossa missão como adventistas do sétimo dia”, afirma o professor Edgard Luz, diretor da Rede de Educação Adventista para oito países sul-americanos.

Para o presidente da SCB, Ruy Vieira, a iniciativa é necessária e oportuna, pois significa conjugação de esforços para promoção do criacionismo. O secretário geral da entidade, o advogado Hipólito Remigio, ressalta que a união desse grupo resultará em diminuição da duplicação de atividades. As entidades e instituições participantes vão cooperar dentro da sua esfera de atuação. O coordenador do NEO, Marcos Natal Costa, comemorou a assinatura do Protocolo de Intenções e destacou que é um momento histórico, pois nunca antes houve a reunião das principais lideranças criacionistas em torno de um plano de ação comum. Nahor Neves de Souza Jr., que coordena a subsede Brasileira do GRI, comemorou o encontro, especialmente por causa da possibilidade de incremento e incentivo à pesquisa científica criacionista.

O documento foi assinado pelo presidente da Divisão Sul-Americana, pastor Erton Köhler, pelo tesoureiro da instituição, pastor Marlon Lopes, pelo vice-presidente, pastor Almir Marroni, entre outros representantes das entidades relacionadas ao assunto. O Consórcio terá continuidade com reuniões regulares para que as metas gerais propostas se concretizem. O pastor Köhler ressaltou que a Igreja Adventista vai investir mais na área de criacionismo e que a criação de um Consórcio é algo estratégico para a organização, especialmente no cumprimento da missão evangelística.

Fonte: Felipe Lemos, ASN

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ateus e criacionistas concordam: existe design no mundo natural

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas. – Revelação 4:11

O conceito da criação através de um Criador Sobrenatural tem sido um aspecto persuasivo e poderoso da verdade desde o início dos tempos. A ideia de que não existe nenhum Criador sobrenatural, e que tudo no Universo – desde os colibris até aos seres humanos – evoluiu através de processos impessoais e aleatórios, foi avançada como tentativa de refutar a verdade da criação.

Uma das razões por trás do falhanço do evolucionismo naturalista em refutar por completo a noção da criação é o facto de, intuitivamente, os seres humanos serem capazes de observar que o mundo exibe sinais de design inteligente. Até mesmo o mais ardente ateu evolucionista admite este ponto, embora de modo tácito. Por exemplo, Richard Dawkins declarou:

    “As formas de vida não foram criadas, mas a selecção natural Darwiniana autoriza uma posição de design em relação a elas. Nós chegamos mais facilmente à resposta certa se assumirmos que o coração foi feito para bombear sangue.“ (2006, p. 182).

Apanharam o que ele disse? Essencialmente ele afirma que as formas de vida não foram criadas mas que o nosso entendimento em relação à sua funcionalidade é maior se assumirmos que as coisas existem segundo um propósito [isto é, criadas].

No seu livro “Why Evolution is True“, Jerry Coyne, professor da Universidade de Chicago, escreveu:

    “Se há algo que é verdade em relação à natureza, é que as plantas e os animais parecem criadas de modo intrincado e quase perfeito para viver as suas vidas.“ (2009, p. 1).

Ele acrescentou ainda:

    “A natureza tem a aparência duma máquina bem lubrificada, onde cada espécie é uma engrenagem ou uma roda dentada.“ (p. 1).

Na página 3 do mesmo livro, ele escreveu:

    “Quanto mais nós aprendemos sobre as plantas e os animais, mais ficamos maravilhados com a forma como o seu design se ajusta ao seu estilo de vida.“

No seu livro “Why Darwin Matters“, o ateu Michael Shermer declarou:

    “A inferência de design chega até nós de modo natural. O motivo que leva muitas pessoas a pensar que um Criador moldou o mundo é porque o mundo realmente parece que foi criado.“ (2006, p. 65)

Consideremos outro exemplo. Kenneth Miller [que não é ateu mas acredita virtualmente no mesmo modelo evolutivo que os ateus]  é um biólogo evolucionista da Brown University e co-editor do livro escolar (publicado pela Prentice Hall) que é amplamente usado nas escolas do país.

TigresNo seu livro “Only a Theory: Evolution and the Battle for America’s Soul“, Miller admite que, à medida que eles estudam a ordem natural, os biólogos moleculares e os biólogos estruturais frequentemente fazem menção da presença de design nas suas explorações. Ele mesmo admite que o corpo humano exibe evidências de design – apontando como exemplos o design “juntas + bola + soquetes” do quadris e dos ombros, bem como a curva em “S” da espinha dornal humana que nos permite caminhar de forma erecta (2008).

A inferência de design é tão poderosa que Dawkins foi forçado a admitir:

    “A ilusão [de design] é tão poderosa que enganou as mentes mais brilhantes durante séculos, até que Charles Darwin apareceu em cena.“ (2009, p. 416).

A ironia da situação é que cada um destes escritores afirma que tal design é produto de factores naturalistas e impessoais, mas as suas declarações sublinham a conclusão óbvia: se Um Designer Inteligente realmente tivesse criado o mundo, qual seria a aparência deste último? Resposta: Exactamente tal como ele é hoje!

Portanto, discutir se Deus existe ou não existe, é mais ridículo do que dois peixes questionarem a existência da água. As evidências para a existência de Deus são tão óbvias que a negação das mesmas não tem como base a ciência, mas a ideologia.

“Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.”
Jeremias 27:5

Fonte: Darwnismo

domingo, 9 de dezembro de 2012

James Shapiro 'falou e disse': o papel da seleção natural na evolução é muito limitado

 "Coyne e (eu acho) Pigliucci construíram suas carreiras [acadêmicas] aceitando o dogma central da seleção natural como uma força criadora na evolução. Eu penso que o papel da seleção natural é muito mais limitado. [...] Levantar questões sobre o papel da seleção natural é um grande tabu na biologia evolucionária. Eu tenho violado esse tabu. Eu creio que isso explica a hostilidade deles. Isso faz sentido para você?"

Leia a opinião completa de James Shapiro em: O conceito reducionista evolucionista do 'gene' impede o avanço da biologia 
 
Fonte: Desafiando a nomenklatura Científica

Encontrado fóssil de peixe de água salgada em MG

 Fósseis de uma família primitiva [sic] de peixes foram encontrados por pesquisadores do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis, da UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro). A espécie, segundo o coordenador da pesquisa, Agustín Martinelli, viveu na época dos dinossauros, há  85 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O fóssil encontrado pode ser considerado um “tataravô” da família amiídeos, que ainda tem espécie viva no mundo, como a Amia calva, um peixe que tem cerca de 90 centímetros. “O interessante é que eles são típicos de água salgada.” Agora, o paleontólogo afirma que irá investigar como o peixe, natural de água salgada, foi encontrado no Triângulo Mineiro.
A equipe achou os fósseis no sítio de escavações Serra da Galga, em Peirópolis, distrito que fica a 20 quilômetros de distância de Uberaba. O osso é craniano e, de acordo com Martinelli, é o primeiro registro desta família de peixes que viveu no período Cretáceo superior.

“Em outros países também foram encontrados fósseis do mesmo animal, mas de uma época diferente, do período de 30 milhões de anos mais velhos [idem]”, explica o pesquisador. “Tem sido uma pesquisa minuciosa. Fazemos isso o ano todo e passamos horas em busca de pequenos ossos, dentes e qualquer informação que possa identificar a fauna primitiva que vivia na região.”

Para Martinelli, a novidade aumenta a diversidade de animais encontrados na bacia Bauru, região sedimentar onde fica Peirópolis. “Essa fauna de pequenos animais nos dá um panorama muito mais amplo e complexo dos animais encontrados que viveram junto com os grandes dinossauros. Em conjunto, constituem a biota do cretáceo.”

Alunos de biologia, geografia e biomedicina da UFTM colaboraram nos trabalhos da descoberta, assim como funcionários do Complexo de Peirópolis.

A região de Peirópolis e Uberaba é conhecida no Brasil como uma região rica em fósseis de dinossauros. Os primeiros registros foram entre os anos de 1949 e 1961, quando foram encontrados dinossauros do grupo dos Titanossauros. Além deles, também há registros de tartarugas, moluscos bivalves e peixes. [Ou seja, animais marinhos no interior do Brasil...]

Todos estão expostos no museu que fica em uma fazenda do distrito. “Essa região é ótima para pesquisas de Paleontologia. O fato de ter uma reunião com muito material fóssil dá pra estudar muito”, concluiu Agustín Martinelli.

Fonte: uol via criacionismo

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Palestra: Criacionismo Bíblico

 Nota: Não percam! A palestra "Origens - relacionando a Ciência com a fé Bíblica" vem com objetivo de tentar responder uma das mais íntimas indagações do ser humano: De onde viemos? Para onde vamos? Evoluímos? Ou Fomos Planejados? [FN]

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Did God Use Evolution? (Será que Deus usou a evolução?)

Cada dia que passa com os avanços da tecnologia, fica bem evidente para qualquer estudioso da ciência que está cada vez mais difícil de acreditar que o mundo e tudo que nele há surgiram por um acaso.

Com isso, por motivos bem claros, percebo que o número é muito grande de evolucionistas ateus que se "converte" para outra filosofia evolucionista por não conseguir manter em uma teoria bastante refutada e criticada. Então, para não se render totalmente a uma fé em um Deus mantenedor, estes ex-ateus evolucionistas preferem seguir outra opção de crença: a evolução teísta.

De acordo com o ponto de vista da evolução teísta, Deus começou o processo de evolução sem guiar e sem mesmo conduzir, isso ao longo de milhões de anos. Werner Gitt, como um cientista da informação, em seu livro analisa criticamente e rejeita os pressupostos e as consequências da doutrina da evolução teísta. 

Vale a pena ler. Para adquir o livro dê um clique aqui. Infelizmente, a literatura não está disponível em português, mas fica a dica. Boa leitura!

Leia também o por que evolucionismo x teísmo não se mistura no post Mistura impossível.

Professor da Universidade de Harvard, reconhece que os "cientistas" aceitam histórias absurdas, contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo

Richard Lewontin
"Billions and Billions of Demons" é o título da crítica literária do Prof. Richard Lewontin, publicada no New York Times, ao livro de Carl Sagan intitulado "The Demon-Haunted World: Science as a Candle in the Dark".

Na crítica, Richard Lewontin, da Universidade de Harvard, reconhece que os "cientistas" aceitam histórias absurdas do tipo "é porque é", que são contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo. Leiam um trecho de sua confissão:

Nossa disposição de aceitar afirmações científicas que são contra o bom senso são a chave para uma compreensão da verdadeira luta entre a ciência e o sobrenatural. Assumimos o lado da ciência, a despeito do patente absurdo de alguns de seus constructos, a despeito de sua falha em cumprir muitas de suas promessas extravagantes de saúde e vida, a despeito da tolerância da comunidade científica pelas histórias do tipo "é porque é", porque nos comprometemos previamente com o materialismo. Não é que os métodos e as instituições científicas de alguma maneira tenham nos compelido a aceitar uma explicação materialista de um mundo fenomenal, mas, pelo contrário, nós é que somos forçados, por nossa própria aderência a priori às causas materiais, a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam as explicações materialistas, independentemente de quão contra-intuitivas e mistificadoras possam ser para o não iniciado. Além do mais, esse materialismo é absoluto, pois não podemos permitir a entrada de nada que seja divino.

Fonte: Origem e Destino


Nota: Leia mais citações do professor Richard Lewontin aqui.

Evolucionista honesto, 'falou e disse': os cientistas não sabem explicar as extinções das espécies

David M. Raup
 "A realidade perturbadora é que para nenhuma das milhares das extinções bem documentadas no passado geológico nós temos uma explicação sólida do por que ocorreu a extinção. Nós temos muitas propostas em casos específicos, é claro: … Eles são todos cenários plausíveis, mas não importa quão plausíveis, eles não podem ser demonstrados como verdadeiros além da dúvida razoável. Cenários alternativos igualmente plausíveis podem ser inventados com facilidade, e nenhum tem o poder preditivo no sentido de que pode mostrar a priori que uma dada espécie ou tipo anatômico foi destinado à extinção."

Fonte: Desafinado a Nomenklatura Científica

Nota: Os criacionistas têm respostas para esta pergunta. Leia aqui. [FN]

Único gene mantém embrião vivo

Pesquisadores descobriram que o Arih2, um gene envolvido no processo de manter um embrião vivo, também tem importante papel na atuação do sistema imunológico. Segundo esses especialistas, quando esse gene é desativado, a resposta imune do corpo aumenta. Isso pode, por um lado, ajudar a combater doenças que atacam o sistema imunológico, como a aids, mas também desencadear condições autoimunes (quando o sistema de defesa ataca o próprio corpo), como a artrite reumatoide. Os achados, publicados nesta segunda-feira na revista Nature Immunology, portanto, podem fazer com que esse gene se torne alvo para tratamentos contra esses dois tipos de doença.

O estudo, desenvolvido no Instituto de Pesquisa Médica Walter and Eliza Hall, na Austrália, foi feito com camundongos. Os pesquisadores, que já desconfiavam do papel do Arih2 sobre o sistema imunológico, primeiro retiraram esse gene dos embriões dos animais e observaram que eles morreram em seguida. Isso confirmou que uma deficiência nesse gene resulta na morte embrionária. “Nós não compreendemos completamente o motivo pelo qual a deficiência no gene Arih2 provoca a morte embrionária. Acreditamos que a causa mais provável seja a morte de um grande número de células do fígado do embrião que ocorre com a resposta inflamatória gerada por essa deficiência”, disse Marc Pellegrini, coordenador do estudo, ao site de Veja.

Depois, a equipe removeu o mesmo gene de camundongos adultos. Sem o gene, o sistema imunológico desses animais foi impulsionado por um curto período de tempo (seis semanas), mas depois passou a ser tão ativo que começou a atacar células saudáveis dos roedores – o que acontece quando existe uma doença autoimune. “É como um acelerador. Nas doenças infecciosas, você quer frear esse gene e, no caso de doenças autoimunes, você quer acelerar a sua ação com o objetivo de parar a resposta imune”, diz Pellegrini.

Embora a pesquisa tenha sido feita com camundongos, os autores acreditam que o gene Arih2 tem potencial para se tornar alvo para tratar e, eventualmente, combater doenças em humanos que, hoje, são incuráveis.

Fonte: Veja via criacinismo

Nota do criacionismo: Se apenas um gene tem a capacidade de evitar a morte de embriões e, na vida adulta, regular a resposta imune, fica no ar outra pergunta de complexidade irredutível: Até que esse gene “evoluísse”, como “se viravam” os seres vivos que dele dependem? Sem esse gene, o primeiro embrião teria morrido. E agora? [Michelson Borges]

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Cientistas encontram fósseis de pinguim gigante

 Cientistas argentinos descobriram fósseis de um pinguim de dois metros de altura que viveu na Antártida há 34 milhões de anos [segundo a majorada cronologia evolucionista]. Paleontólogos do Museu de Ciência Natural da província de La Plata, onde está Buenos Aires, disseram que os vestígios foram encontrados no continente gelado. “Este é o maior pinguim conhecido em termos de tamanho e massa corporal”, afirmou a cientista Carolina Acosta, destacando que o recorde atual pertence aos pinguins imperador, que atingem 1,2 metro de altura. Marcelo Reguero, o chefe das pesquisas, disse ainda que a descoberta, anunciada na terça-feira, “permitirá realizar um estudo mais intensivo e complexo sobre os ancestrais dos pinguins modernos”.

Em sua próxima expedição à Antártica, durante o verão no hemisfério sul, a equipe vai procurar fósseis adicionais da espécie recém-descoberta, assim como informações sobre sua anatomia e de como o pinguim gigante podia se locomover.

Descobertas anteriores feitas com pinguins pré-históricos indicaram que os animais não possuíam as penas pretas e brancas que caracterizam as aves hoje, mas uma plumagem marrom-avermelhada e cinzenta.

Fonte: Yahoo Notícias

Nota do blog criacionismo: Duas coisas: (1) de quando em quando, são descobertos fósseis de animais cujos correspondentes atuais são menores e mais fracos; plantas e animais “gigantes” são comuns no passado, como prevê o modelo criacionista; (2) quando se descobre o fóssil de uma espécie que existe em nossos dias, percebe-se que, com exceção do tamanho, características morfológicas sofreram pequenas alterações, o que pode bem ser descrito como “diversificação de baixo nível”, ou “microevolução”, algo também previsto pelo modelo criacionista.[Michelson Borges]

domingo, 25 de novembro de 2012

Academia em Debate com Michael Behe




Nota: Assista às palestras deste cientista e saiba mais sobre Michael Behe em uma matéria que publicamos neste blog com o título: O silêncio da Grande Mídia sobre Michael Behe no Brasil

É a abiogénese irrelevante para a teoria da evolução?

A Lei da Biogénese diz que na natureza, a vida só pode surgir proveniente de outra vida do mesmo tipo (Miller, 2012). Devido a isso, segundo as evidências científicas a abiogénese (isto é, a vida a surgir de material sem vida) é impossível. Como é que, então, uma teoria ateísta como a evolução darwiniana pode ser considerada aceitável?

Existe uma tendência crescente entre os evolucionistas de tentar evitar o problema da abiogénese alegando que a teoria da evolução não está de maneira nenhuma relacionada com a origem da vida, mas é sim uma teoria que começa com a vida já existente – e explica a origem das espécies a partir da forma de vida original. No entanto, esta posição esperançosa é um esforço para evitar a consequência lógica da Lei da Biogénese.

Historicamente, os evolucionistas reconheceram que a abiogénese é uma pressuposição fundamental inerente à teoria da evolução, e intuitivamente ela deve ter acontecido. Em 1960, o fisiologista evolutivo G.A. Kerkut listou a abiogénese como primeira suposição numa lista de suposições não-provadas sobre as quais assenta a teoria da evolução:

A primeira suposição é a de que coisas sem vida deram origem a material com vida, isto é, a geração espontânea ocorreu (Kerkut, 1960, p. 6).

A teoria da evolução é uma tentativa de explicar a origem das espécies através de meios naturais – sem Criação sobrenatural. Logicamente falando, a menos que se queira conceder a existência de Deus e subscrever ao evolucionismo teísta como forma de explicar a origem da vida (posição que já se mostrou ser insustentável, cf. Thompson, 2000), a abiogénese deve ter ocorrido no princípio como forma de dar início ao processo da evolução Darwiniana. A abiogénese é requerida pela evolução como um ponto de partida.

Para além disso, o geólogo evolucionista ateu, Robert Hazen, que recebeu o seu doutoramento em Harvard, admitiu que ele assume que a abiogénese ocorreu. Na sua palestra com o nome Origins of Life, ele diz:

 Nesta palestra eu faço a suposição inicial de que a vida surgiu através de algum processo natural. Proponho que a vida surgiu como resultado duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. (2005).

Mais uma vez, a teoria da evolução é uma tentativa de explicar a vida através de processos naturais, e a abiogénese tem que ser associada à teoria.

Hazen continuou declarando que ao fazer esta suposição, ele está a agir “da mesma forma que a maioria dos cientistas age” (2005). Faz sentido que os evolucionistas ateus admitam a sua crença na abiogénese uma vez que sem esta, não há ponto de partida para a evolução ateísta. No entanto, muitos evolucionistas não querem publicamente admitir tal crença uma vez que não existe qualquer tipo de suporte científico para ela; é uma fé cega, um dogma religioso.

É verdade também que os ateus usam o termo “evolução” como uma palavra abrangente, que engloba todos os modelos naturalistas que se focam nas nossas origens – incluindo a origem do cosmos. Uma simples busca pelos termos “evolução cósmica” ilustra esta alegação.

Consideremos, por exemplo, o título do site do astrofísico da Universidade de Harvard Eric Chaisson: “Evolução Cósmica: Do Big bang até a Humanidade” (2012). Consideremos também os comentários do historiador principal da NASA, Steven Dick:

 A evolução cósmica começa . . . com a formação das estrelas e a formação de sistemas planetários, e procede . . . para a vida primitiva e complexa, culmina com a inteligência, tecnologia e astrónomos . . . a contemplar o universo . . . Esta história da vida no universo, do nosso lugar nele, é conhecida como evolução cósmica (2005).

Se o ateísmo é verdadeiro (isto é, se Deus não existe), na mítica história de Steven Dick o Universo deve ter evoluído do nada para o tudo e a abiogénese deve ter ocorrido algures pelo meio. Portanto, a abiogénese é um fenómeno fundamental e implícito da teoria da evolução. Os criacionistas apenas usam os termos dos evolucionistas ateus da mesma maneira que eles o usam.

A verdade dos factos é que, não é possível dar início a um estudo das Ciências Naturais ou Biologia – disciplinas que são intimamente conectadas à teoria da evolução pela maioria da comunidade científica – sem primeiro estudar a origem de tal vida que alegadamente evoluiu duma organismo unicelular para as várias formas de vida presentes actualmente na Terra.

De forma quase unânime, os livros escolares das Ciências Naturais e de Biologia incluem uma discussão da biogénese, da abiogénese (ironicamente, discute-se o trabalho de Pasteur, Spallanzani, e Redi, que refutaram a teoria da abiogénese), e uma extensa discussão da teoria da evolução como se todas fizessem parte do mesmo corpo de doutrina.

Mas o estudo da vida – Biologia – tem que ter um ponto de partida. Portanto, os próprios evolucionistas estabelecem ligação entre o problema da abiogénese com a teoria da evolução. Se a comunidade evolucionista deseja separar o estudo da Biologia do estudo da teoria da evolução – uma posição que eu recomendo fortemente – então os evolucionistas podem colocar as suas cabeças na areia e ignorar o problema da abiogénese. Mas a distinção da teoria da evolução com a origem da vida não será feita enquanto os evolucionistas não separarem a teoria da evolução da Biologia.

A verdade dos factos é que a abiogénese permanece intimamente ligada à teoria da evolução como uns dos pilares fundamentais do ateísmo, e é aí que ela vai ficar. As duas encontram-se intimamente ligadas; ou elas subsistem juntas ou ambas vão abaixo. Chegou a hora do naturalista ser mais frontal e admitir que a sua crença religiosa na teoria da evolução baseia-se na aceitação cega dum fenómeno que contradiz as evidências cientificas: a vida a surgir como resultado das forças naturais (e não como efeito do Poder criativo de Deus).

“Muito tenho que dizer e julgar de vós, mas Aquele que Me enviou é Verdadeiro; e o que Dele tenho ouvido, isso falo ao mundo.”  João 8:26

Fonte: Darwnismo

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Faz mal ouvir

Enquanto a música toca no rádio, fico pensando sobre o impacto que produz na cabecinha da molecada. Imagine o baixinho que ouve frases e canções do tipo:

    Quando eu passava por você
    Na minha CG você nem me olhava.
    Fazia de tudo pra me ver, pra me perceber,
    Mas nem me olhava.

    Aí veio a herança do meu “véio”,
    E resolveu os meus problemas, minha situação.
    E do dia pra noite fiquei rico,
    “To” na grife, “to” bonito, “to” andando igual patrão.

    Agora eu fiquei doce igual caramelo;
    “To” tirando onda de Camaro amarelo.
    Agora você diz: vem cá que eu te quero;
    Quando eu passo no Camaro amarelo.

    E agora você vem, né?
    Agora você quer.
    Só que agora vou escolher,
    “Tá” sobrando mulher.

Ou algo do tipo:

    Não faz muito tempo,
    Que eu andava a pé, não pegava nem gripe muito menos mulher
    Só pegava poeira, não olhavam pra mim
    Um dia eu decidi, eu vou sair daqui.

    Quem não tem dinheiro é primo primeiro de um cachorro
    O trem era tão feio que nem sobrava osso pra mim
    Agora eu to mudado
    O meu bolso tá cheio
    Mulherada atrás
    Eu quero ouvir cada vez Mais

    Vem ni mim Dodge RAM
    Focker duzentos e oitenta, a mulherada louca
    Israel Novaes arrebenta!

Gosto é gosto, é verdade. E tem coisas piores que isso aí. Entretanto, alguns estudos psicológicos apontam que os valores culturais são reforçados pelas nossas relações sociais. E, obviamente, aquilo que a gente ouve ajuda a produzir crenças.

Músicas como essas, além de atropelarem a língua portuguesa, reproduzem o completo desprezo ao humano. Gente passa a ser medida pelo que tem. Gente passa a ser desejada pelo que possui.

Um pesquisador conhecido do século passado, o francês Pierre Bordieu, ao falar sobre a cultura, apontou que certas mensagens têm o poder de fixar valores, crenças. Ele ressalta que as imagens criadas pela sociedade fazem crer e ver. Exercem um poder mágico sobre as pessoas. Isto quer dizer que os atos individuais são movidos pela visão de mundo que adquirem.

É por isso que esse tipo de canção – entre outras mensagens midiáticas – me preocupa. O russo Vigotsky já dizia no início do século passado que a constituição psicológica do sujeito se dá de acordo com as condições sócio-históricas da sociedade. Então, se o garotinho cresce ouvindo que num determinado dia alguém pobre não é amado, ninguém gosta dele, mas no outro, quando passa a dirigir um carrão importado todo mundo lhe quer, todo mundo lhe deseja, que tipo de referência vai desenvolver?

Na Grécia antiga, um filósofo chamado Aristóteles defendia a tese de que a arte e a educação de um povo revelam quão grandiosa é uma nação.

Cá com meus botões, fico pensando: o que nossas músicas comerciais revelam sobre nós?

A cultura de um povo se mostra através do conjunto de valores que possui. Cultura não é ser culto. O que somos, o que gostamos revelam nossa cultura. Ou seja, se a gente acha que carro é sinônimo de sucesso com as mulheres, esta passa a ser a “verdade” de uma época, a “verdade” de um povo.

De alguma forma, a nossa consciência – entendida como nossa visão de mundo – é alimentada por esse tipo de discurso. E a molecadinha é alvo, ainda no desenvolvimento de seu psiquismo, desse tipo de mensagem. Uma mensagem que deturpa, inclusive, as relações afetivas. A garota não gosta do sujeito pelo que ele é. Gosta pelo carro que ele tem e tamanho da conta bancária.

Entretanto, outro russo, chamado Alexei Leontiv, aponta que o homem é o único dos animais que tem a capacidade e pode, intencionalmente, humanizar-se, transformar-se. Claro, não faz isso sozinho. Mas é capaz de desenvolver-se, inclusive do ponto de vista criativo.

Isto me faz lembrar, inclusive, de uma frase do Renato Russo. Ele dizia:

    Tudo está perdido, mas existem possibilidades.

Ou, como também defendia Vigotsky, o homem é capaz de humanizar-se, mesmo em condições adversas.

Essas premissas me fazem acreditar que há espaço para o desenvolvimento de um outro tipo de sensibilidade. Uma sensibilidade que valorize o bem comum, que rompa com nosso ajeito apressado de ser, que nos reaproxime do que é belo, do que é pleno.

Porém, isso passa por uma transformação do nosso modelo de educação. Não dá, por exemplo, para proibir que mensagens que deturpam valores éticos sejam veiculadas no rádio e na televisão. Todavia, por meio da educação, podemos desenvolver nas pessoas a habilidade de interpretar o que significam determinadas mensagens. E, ao mesmo tempo, promover uma outra sensibilidade estética.

Uma sociedade devidamente educada tem maior consciência e, consequentemente, criticidade a ponto de libertar-se de valores tão rasos e de completa desvalorização do humano. E se é por meio da ação do próprio homem que se desenvolve a cultura, por que não romper com esse modelo, com essa formação empobrecida de uma sociedade de aparência e tão pouca ética? Pois é, depende de nós.

Fonte: Blog do Ronaldo

Advertências

Nota do Amilton Menezes em seu facebook: "Me faz lembrar Provérbios 6 e 7. Imagem extremamente significativa. Por causa de um momento de "prazer", uma vida de amargura e remorso para tantos outros..."

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O deus de Dawkins: examinando os ataques ateus contra o Cristianismo

Aproveitei a viagem para Manaus, ida e volta, para ler no avião o livro de Alister McGrath "O Deus de Dawkins: genes, memes e o sentido da vida", publicado pela Shedd Publicações em 2007. A leitura é cativante e embora os temas sejam complexos para quem não tem formação em biologia, química e física, como eu, McGrath consegue falar deles de maneira simples e fácil. Acho que entendi os pontos principais da obra.

Como todo mundo sabe, Richard Dawkins é um dos principais ateus modernos, conhecido pela maneira radical e raivosa com que ataca a religião e os religiosos em geral. Possuidor de uma vasta cultura e sólida formação em sua área (biologia evolutiva), Dawkins é um dos mais ferrenhos defensores do evolucionismo darwinista, tendo sido apelidado de "o rottweiler de Darwin".

Alister McGrath tem doutorado em biofísica e teologia, ambos em Oxford. Foi ateu e evolucionista darwinista até se converter ao Cristianismo ainda estudante universitário. Este é seu segundo livro sobre Dawkins. O primeiro, "O delírio de Dawkins," foi uma reposta ao "Deus - um delírio" do famoso ateu, best-seller no Brasil.

McGrath leu todas as obras de Dawkins – O Gene Egoísta, O Capelão do Diabo, Desvendando o Arco Íris, etc. – e responde em "O Deus de Dawkins" às principais acusações de Dawkins à religião em geral e ao cristianismo em particular, que são estas: (1) A visão darwinista de mundo tornou Deus uma ideia desnecessária e impossível; (2) A religião faz afirmações com base na fé e abandona a verdade calcada em evidências; (3) A religião oferece uma visão de mundo extremamente pálida e pobre; (4) A religião leva ao mal, como um vírus (meme) que infecta a mente.

Foi intelectualmente satisfatório ler a demolição radical que McGrath faz destes conceitos usando os mesmos argumentos de Darwin e de outros cientistas ateus, sem sequer citar a Bíblia uma única vez. McGrath traz informações e resultados da pesquisa histórica e científica que Dawkins faz questão de omitir em sua obra, como por exemplo os 80 a 100 milhões de mortos debaixo dos regimes comunistas ateus ou ainda as mudanças de paradigmas científicos ao longo da história da ciência. McGrath submete as idéias de Dawkins a rigoroso exame científico e empírico e constata que, em que pese o brilho do cientista ateu e sua extraordinária capacidade e domínio da sua área, boa parte de seus ataques ao cristianismo não passa de retórica, por vezes do mais baixo tipo.

Recomendo a obra de McGrath para quem lida com colegas, amigos ou professores ateus admiradores de Dawkins. Veja os links para os livros de McGrath sobre ateísmo em português: aqui e aqui.

Fonte: O Tempora, O Mores

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Álcool inibe os benefícios do vinho tinto e ao mesmo tempo em que estes benefícios estão presentes no suco de uva. E o pior: o vinho aumenta o risco de câncer nas mamas.

 Os polifenóis são encontrados nas uvas e agem contra o envelhecimento do organismo. A substância reduz a oxidação de outras moléculas, diminuindo, por exemplo, a proporção de radicais livres.

Mas o estudo espanhol mostrou que a ação dos polifenóis do vinho é diminuída por causa do álcool. 67 voluntários beberam vinho e suco de uva, alternadamente. O suco foi associado com a redução da pressão arterial, com uma chance 14% menor de infarto e 20% menor de AVC. Os mesmos benefícios não foram observados com o vinho.

Para quem procura benefícios para o coração, os cientistas recomendam o consumo de suco de uva. O estudo completo pode ser visto no site da revista Circulation Research.

Fonte: Exame

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A alegação: suco de uva tem os mesmos benefícios que o vinho tinto. Os fatos: A essa altura, os benefícios cardiovasculares do consumo diário de um cálice de vinho tinto já são bem conhecidos. Mas muitos abstêmios imaginam se não seria possível colher as mesmas recompensas com o parente não fermentado do vinho, ou se esse é um benefício de saúde do qual estão excluídos.

O suco de uva pode não ser muito embriagador, mas ainda assim permite um brinde à boa saúde, no que tange à sua capacidade de prevenir doenças cardíacas.

O álcool, consumido em doses moderadas [está certificado de que muitos alcoólicos começaram com "doses moderadas"], pode relaxar os vasos sangüíneos e elevar os níveis de HL, o "bom colesterol". Mas as substâncias vistas como responsáveis por boa parte dos benefícios do vinho tinto - o resveratrol e os flavonóides - também existem no suco de uva, especialmente a variedade produzida com uvas Concord, vermelhas escuras.

Estudos independentes constataram que, como o álcool, o suco de uva pode ajudar a reduzir o risco de coágulos sangüíneos e prevenir o LDL, ou "mau colesterol" de aderir às artérias coronárias, entre outros benefícios cardíacos.

Um dos estudos, conduzido por cientistas da Universidade de Wisconsin e publicado pela revista Circulation, estuda os efeitos de duas doses diárias de suco de uvas Concord sobre 15 pessoas portadoras de doenças cardíacas coronárias.

Depois de suas semanas, os participantes tinham fluxo sangüíneo melhor e oxidação reduzida do LDL. O LDL oxidado pode danificar as artérias.

Outros estudos conduzidos com seres humanos e animais, entre os quais uma pesquisa de um ano reportada em artigo na revista Atherosclerosis, demonstraram que o consumo diário pode reduzir a pressão arterial e os níveis de colesterol. Mas atenção: algumas variantes de suco têm açúcar e ingredientes artificiais.

Em resumo: os estudos sugerem que alguns tipos de suco de uva podem oferecer os mesmos benefícios cardíacos do vinho tinto [e melhor: sem os ricos e malefícios do álcool].

Fonte: Terra

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Apenas meia taça de vinho ingerida diariamente aumenta a possibilidade de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo da Universidade de Oxford conduzido por um dos principais médicos britânicos da área. Ian Gilmore afirmou em entrevista ao jornal Daily Mail que 10 gramas de álcool diários aumentam em 10% o risco de câncer nas mulheres.

A pesquisa foi realizada com mais de um milhão de mulheres e revela que a bebida alcoólica altera os níveis hormonais, podendo causar uma elevação da quantidade de células cancerígenas no organismo.

Conforme o especialista, não existem níveis seguros para ingestão de álcool, mas o risco nas mulheres aumenta, ainda que o consumo esteja dentro do limite normalmente recomendado. [...] As taxas de câncer de mama têm subido nos últimos 30 anos e estima-se que uma em cada oito mulheres irá desenvolver a doença em algum momento de sua vida. O aumento dos casos tem sido atribuído em parte aos altos níveis de obesidade, tabagismo e alcoolismo.

Fonte: Diário Catarinense


Nota: Então, por que a grande mídia não exibe estes dados para a população? Talvez seja pelo mesmo motivo que também não divulga os resultados dos malefícios do café e das carnes vermelhas: interesses comerciais e publicitários! Portanto, os fatos estão aí para comprovar que o plano original de Deus são aqueles descritos no livro de gêneses. Neste caso, bebidas ideais para o consumo humano: somente água mineral e de coco e os sucos naturais das frutas. [FN]

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