sábado, 31 de dezembro de 2011

Para pesquisador, inscrição é projeto da Torre de Babel

Especialistas que analisaram uma inscrição de 2.600 anos dizem que ela é uma espécie de placa comemorativa da inauguração da Torre de Babel, com detalhes do projeto celebrizado pela Bíblia.

A conclusão está num novo livro de título indigesto, "Cuneiform Royal Inscriptions and Related Texts in the Schoyen Collection" ("Inscrições Reais em Cuneiforme e Textos Relacionados da Coleção Schoyen").

Martin Schoyen é um empresário norueguês, dono de uma coleção de antiguidades que inclui, entre outras coisas, inscrições em cuneiforme (difícil sistema de escrita do antigo Oriente Médio) feitas a mando dos reis da Mesopotâmia, no atual Iraque.

Entre essas inscrições está a estela -essencialmente um poste de pedra- erigida quando Nabucodonosor 2º governava a Babilônia, entre 605 a.C. e 562 a.C. Coberta com textos e desenhos, a estela relata a construção de uma obra que, se fosse egípcia, teria porte faraônico.

TERRA E CÉU

Seu nome era Etemenanki. Em sumério, idioma que já era arcaico nos tempos de Nabucodonosor 2º, a palavra significa "templo das fundações da terra e do céu". E o rei da Babilônia carrega nas tintas propagandísticas ao descrever como construiu a estrutura, cuja altura, segundo relatos posteriores, chegava a mais de 90 m.

"[Para construí-la] mobilizei todos em todo lugar, cada um dos governantes que alcançaram a grandeza entre todos os povos do mundo. Preenchi a base para fazer um terraço elevado. As estruturas construí com betume e tijolo. Completei-a erguendo seu topo até o céu, fazendo-a brilhar como o Sol", diz a inscrição na pedra.

O templo era dedicado ao deus Marduk, patrono da dinastia de Nabucodonosor.

ZIGURATE

A estrutura, que lembra um pouco uma pirâmide com degraus, encaixa-se na categoria dos zigurates, comum na arquitetura dos templos da antiga Mesopotâmia.

A equipe liderada por Andrew George, especialista em babilônio do University College de Londres, publicou pela primeira vez a descrição detalhada da estela no livro.

Para eles, a probabilidade de que o zigurate gigante tenha sido a inspiração para o relato bíblico da Torre de Babel é considerável. Para começar, já se sabia que "Babel" ("A Porta do Deus") é apenas o nome dado pelos antigos hebreus à Babilônia.

Em segundo lugar, foi Nabucodonosor 2º o responsável por destruir o último reino israelita independente, o de Judá, arrasando o templo de Jerusalém e deportando milhares de pessoas da terra de Israel para a Babilônia no ano 586 a.C.

Os deportados israelitas, portanto, teriam tido a chance de ver de perto a maior das obras de seu opressor, justamente no período em que, segundo a maior parte dos estudiosos atuais, o texto da Bíblia estava sendo editado e consolidado no exílio.

A inspiração para a história do rei que tentou construir uma torre até o céu (leia o texto abaixo, à direita), portanto, teria vindo nessa época.

Se a hipótese de George e seus colegas estiver correta, a imagem na estela é a mais antiga representação da Torre de Babel, que acabaria inspirando inúmeros artistas da Idade Média até hoje. Uma identificação definitiva, contudo, é difícil de provar sem evidências mais diretas.

Fonte: Sergyovitro

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Programa empresta livros gratuitamente em São Paulo

Agência FAPESP – O programa “De mão em mão”, parceria entre a Fundação Editora Unesp e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, foi lançado no dia 21 de dezembro, em cerimônia na Biblioteca Mário de Andrade, na capital paulista.

O projeto promoverá o empréstimo gratuito de livros. O primeiro título da coleção será a coletânea A Missa do Galo e Outros contos, de Machado de Assis (1839-1908). Com apoio da SPTrans, a ação terá os terminais de ônibus Mercado (no Centro) e Lapa (na Zona Oeste) como primeiros pontos de distribuição.

Terminais de ônibus Mercado e Lapa são primeiros pontos de distribuição da iniciativa da Prefeitura e da Unesp que começa com 20 mil exemplares de coletânea de Machado de Assis

De acordo com a Secretaria, a edição da coletânea foi realizada especialmente para o lançamento desse projeto-piloto. São 20 mil exemplares, que poderão ser lidos gratuitamente. A partir de um cadastro, o interessado poderá levar as publicações com o compromisso de passá-las “de mão em mão”.

Após a leitura, as obras podem também ser entregues nos pontos de devolução, a qualquer tempo, possibilitando o compartilhamento com outros leitores. Cada pessoa poderá retirar um único exemplar.

Os quiosques do projeto funcionarão todos os dias da semana, das 10h às 20h, com distribuição até quando houver livros. Nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro, os pontos estarão fechados.

A iniciativa, de caráter inicialmente experimental, busca promover a distribuição de livros em locais com ampla circulação de pessoas para incentivar o gosto pela leitura. Até o fim do primeiro semestre de 2012, término da fase de experiência, serão lançados mais cinco livros. O próximo título está previsto para março.

Os novos livros oferecidos serão selecionados pelo conselho editorial composto por José de Souza Martins (sociólogo e conselheiro da FAPESP), Luciana Veit (editora e escritora), Sérgio Vaz (poeta e fundador do sarau da Cooperifa), Heloísa Jahn (editora e tradutora), Jezio Hernani Bomfim Gutierre (professor de Filosofia da Unesp e Editor Executivo na Fundação Editora Unesp) e Samuel Titan Jr. (professor de teoria literária na Universidade de São Paulo).

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Escola de Verão em Química na UFSCar

Agência FAPESP – Estão abertas, até 15 de janeiro, as inscrições para participação nos minicursos da 32ª edição da Escola de Verão em Química, promovida pelo Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

O evento, que ocorrerá entre 6 e 10 de fevereiro de 2012, tem o objetivo de promover o intercâmbio entre alunos e professores da UFSCar com os de outras instituições do país e divulgar a química por meio de cursos específicos.

Os minicursos da Escola serão ministrados por pesquisadores da França, Austrália, Suíça e Brasil e têm como público-alvo estudantes de graduação e pós-graduação.

Além dos minicursos, a Escola contará com palestras e mesas-redondas, emtre [sic] outras atividades. O evento também fará uma homenagem ao professor Otto Richard Gottlieb, por sua contribuição ao desenvolvimento da pesquisa em química no Brasil.

Mais informações e inscrições:

Pós-doutorado em química com Bolsa da FAPESP

Pós-doutorado em química com Bolsa da FAPESP

Agência FAPESP – O Projeto Temático "Desenvolvimento de Compostos com Interesse Farmacológico ou Medicinal e de Sistemas para seu Transporte, Detecção e Reconhecimento no Meio Biológico", apoiado pela FAPESP, oferece uma oportunidade de pós-doutoramento com Bolsa da Fundação.

O projeto é coordenado por Ana Maria da Costa Ferreira no Laboratório de Bioinorgânica, Catálise e Farmacologia do Instituto de Química da Universidade de São Paulo.

A bolsa se destina a estudos de detecção e caracterização de interações entre complexos metálicos, especialmente de metais essenciais, e biomoléculas como DNA ou proteínas específicas, visando verificar ligações em sítios preferenciais, possíveis danos oxidativos decorrentes e prováveis mecanismos de atuação dos complexos como inibidor de proteína ou agente antitumoral.



Projeto Temático no Instituto de Química da USP tem oportunidade de pós-doutoramento em química bioinorgânica e bioquímica de macromoléculas (Wikimedia)

Um breve relato dos interesses do grupo na pesquisa e algumas publicações recentes estão disponíveis em:


Os candidatos devem ter experiência comprovada em química ou bioquímica, especialmente na síntese e caracterização espectroscópica de complexos metálicos e/ou em análise por espectrometria de massa (ESI-MS/MS) de adutos complexos metálico-biomoléculas e de produtos decorrentes. Experiência na síntese desses adutos ou compostos de adição também é desejável.

Os candidatos deverão enviar curriculum vitae, duas cartas de referência e uma carta contendo breve relato de sua experiência e seus objetivos de carreira para Ana Maria da Costa Ferreira (amdcferr@iq.usp.br) até o dia 1º de fevereiro de 2012.

Mais informações sobre a vaga estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/285.

A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP (no valor de R$ 5.333,40 mensais), Reserva Técnica e Auxílio Instalação. A Reserva Técnica de Bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

O bolsista de PD, caso resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição sede da pesquisa, poderá ter direito a um Auxílio Instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de Bolsas de Pós-Doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.oportunidades.fapesp.br.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Se não existe segurança quanto à data do nascimento de Cristo no dia 25 de dezembro, por que a maioria dos cristãos a celebram nessa ocasião?

Na Bíblia não temos a data do nascimento de Jesus. Entre as suposições sobre a escolha do dia 25 de dezembro como a festa do nascimento de Jesus está uma festa romana que comemorava o nascimento do Vitorioso Sol.

Todos nós sabemos que o cristianismo, com o passar dos anos, acabou adotando muitas das festas pagãs. O Papa Gregório, o Grande, aconselhava a seus missionários a aceitarem os costumes e os lugares considerados santos pelos pagãos. O dia de todos os santos e a festa de São João se originaram dessa maneira. Provavelmente aconteceu a mesma coisa com o Natal. O clero romano eliminou a festa do solstício, o vitorioso Sol e, em seu lugar, passou a celebrar o nascimento de Cristo.

A Bíblia informa que, por ocasião do nascimento de Cristo, os pastores guardavam seus rebanhos no campo. A única época do ano em que os pastores ficavam no campo, a noite, era no verão, que na palestina vai do início de março até meados de novembro. Portanto, Cristo não deve ter nascido em dezembro.

A opção pelo dia 25 de dezembro foi feita em Roma pelo papa Júlio I, cerca do ano 350, difundindo-se por todo o ocidente. As igrejas orientais, que comemoravam o natal no dia 6 de janeiro, depois de alguma resistência, acabaram adotando a nova data. A principal dificuldade sempre esteve ligada a identificação da festa pagã do solstício.

Como já disse, a Bíblia não revela a data do nascimento de Jesus. Não faz qualquer recomendação para a veneração desse dia. Aliás, em toda a Bíblia, Antigo e Novo Testamentos, não encontramos nenhuma ordem para observação de qualquer data, além do sétimo dia da criação, o sábado.

O Natal hoje é comemorado com muita extravagância, comércio, glutonaria e ostentação. Deus não é honrado com esse tipo de comemoração. Por outro lado, porém, essa é uma oportunidade toda especial para os cristãos testemunharem a todas as pessoas da alegria que temos por que Jesus veio a este mundo, nasceu aqui e nos oferece oportunidade de salvação.

O Natal não é uma festa pagã. O natal é real. Jesus nasceu. O que pode ter origem pagã é apenas a data, 25 de dezembro. Não podemos confundir as coisas.

Por isso, os pais deveriam dirigir o pensamento dos filhos para o fato de que Deus não é glorificado pela troca de presentes extravagantes. Um espírito de humildade e bondade deveria ser uma constante na vida do cristão, independente da época do ano. E o natal também deve ser aproveitado para uma inspeção introspectiva. Devemos refletir seriamente sobre o significado do nascimento do Deus-Homem; devemos permitir que Jesus nasça, acima de tudo, em nosso coração.

Portanto, resumindo, a história sagrada e a secular não nos fornecem qualquer evidência para determinar o dia do nascimento de Cristo. Se esse dia devesse ser observado, Deus teria revelado para os profetas e os apóstolos. Nós não observamos o Natal com o pensamento de ser esse um dia religioso, cuja observância seja necessária à nossa salvação. Porém, aproveitamos esse dia e essa época do ano para relembrarmos e agradecermos a Deus por ter mandado Jesus a este planeta para nos resgatar do pecado e da condenação eterna.

Fonte: Novo Tempo

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cientistas acham pistas fortes da "partícula de Deus" no LHC

Uma equipe internacional de cientistas diz ter achado sinais do bóson de Higgs, partícula elementar considerada uma das peças fundamentais da formação do Universo após o Big Bang.

No entanto, os cientistas do Cern (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear), perto de Genebra, disseram que ainda não há provas conclusivas da existência da partícula que, de acordo com as teorias em vigor hoje, confere massa a todas as demais partículas.
"Se a observação do Higgs for confirmada, essa realmente será uma das descobertas do século", disse Themis Bowcock, professor de física de partículas da Universidade de Liverpool (Reino Unido). "Os físicos terão descoberto uma pedra angular da composição do Universo, cuja influência sentimos e vemos todos os dias das nossas vidas."

Os líderes de dois experimentos, o Atlas e o CMS, revelaram suas descobertas num seminário lotado no Cern, onde estão tentando localizar traços do arredio bóson ao criar colisões de partículas em altíssima velocidade, no acelerador LHC (Grande Colisor de Hádrons).

"Ambos os experimentos produziram sinais essencialmente na mesma direção", declarou Oliver Buchmueller, físíco-sênior do CMS. "Parece que tanto nós quanto o Atlas achamos sinais no mesmo nível de massa [das partículas], o que é muito importante" porque eles parecem corroborar um ao outro. Trata-se de uma energia em torno de 126 GeV (gigaelétron-volts)

NO LIMIAR

De acordo com o chamado Modelo Padrão da física de partículas, o bóson de Higgs, batizado em homenagem ao físico britânico Peter Higgs, interage com as demais partículas, numa espécie de campo que permeia todo o Universo, conferindo massa a algumas, enquanto outras não possuem massa.

Embora sua descoberta possa solidificar o conhecimento atual sobre partículas como elétrons e fótons, os resultados do trabalho no LHC também poderiam provar que ele não existe. Esse último resultado exigiria que os cientistas repensassem as bases da física atual.

Os pesquisadores dizem que só terão certeza sobre os resultados envolvendo o Higgs no ano que vem.

Fonte:
Folha.com

Design Inteligente: ciência ou religião?


Continuação da Palestra aqui, aqui e aqui.

Palestra proferida no III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, realizado na Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP, 2010.

O Ms. Enézio essencialmente conceitua o que vem a ser Ciência e a teoria científica do Design Inteligente (D.I.), fornecendo critérios e discutindo toda essa questão sob toda a polêmica criada em torno do D.I. dentro da Academia.

Enézio possui um blog (citado acima) amplamente lido na comunidade científica nacional e também internacional, onde ele expõe as falhas epistemológicas da teoria neodarwinista e destaca as propostas do D.I.

Descoberto crânio de tigre mais antigo

A pesquisa mostrou que os tigres não mudaram em mais de dois milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], apenas ficaram maiores. O crânio foi encontrado no noroeste da China, datado com 2,55 milhões de anos. É considerado o mais antigo já encontrado, pertencente ao grupo dos grandes felinos que conhecemos hoje. Os especialistas afirmam que apenas alguns detalhes como, por exemplo, os dentes em tamanho maior, diferencia o crânio dos felinos atuais, mas a estrutura em si é praticamente a mesma, mostrando que em milhões de anos os grandes felinos não sofreram grandes evoluções, apenas ficaram maiores. Os cientistas compararam o crânio encontrado com 207 crânios de tigre, 66 crânios de onças e 100 crânios de leopardos. As pesquisas demonstraram que o felino pertence a uma linhagem muito antiga de tigre, talvez os primeiros existentes. Eles eram menores que os tigres atuais, e precisou evoluir [sic] em seu tamanho para buscar presas maiores.

Esse achado paleontológico é de vital importância, desencadeando novas pesquisas importantes sobre a compreensão da evolução dos felinos e a relação deles com o meio ambiente ao longo dos milhões de anos [idem].

Fonte: Jornal Ciência e criacionismo.com.br

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

'Diálogo de gêmeos em fase de gestação'

No ventre de uma mulher grávida, dois gêmeos dialogam:

– Você acredita em vida... após o parto?

– Claro! Deve haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

– Bobagem, não há vida após o nascimento! Afinal, como seria essa vida?

– Não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que há aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a nossa boca.

– Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido, pois o cordão umbilical é muito curto.

– Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

– Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

– Bem, não sei exatamente como será depois do nascimento, mas, com certeza, veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

– Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde está?

– Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.

– Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.

– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Penso que após o parto a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.

(Autor desconhecido)

Fonte: Facebook

Nota do meu irmão gêmeos, Orlando Filho: "Para àqueles que não tiveram que dividir o já apertado espaço de uma placenta com outra pessoa, afirmo-lhes que estes tipos de diálogos acima (assim como outros filosóficos) são perfeitamente normais em gestações de gêmeos. Lembro-me até hoje de alguns destes. Afinal de contas, nós, os gêmeos, só temos duas saídas: Ou você se contenta papiando com àquele que lhe rouba o que deveria ser só seu, exclusivo nestes 9 meses ou você passa o tempo todo brigando, como aconteceu com Esaú e Jacó! Todos nós já sabemos o quão é difícil a convivência com terceiros, e em lugares tão apertados nem se fala. Bem, este é o meu sincero testemunho e minha honesta impressão. rs"

Minha nota: Achei muito engraçado e bem criativo este diálogo - por isso que publiquei. No entanto, depois de ri bastante este cômico bate-papo entre gêmeos em fase de gestação e depois de ler o tão 'sincero' relato do meu irmão gêmeo, pude perceber que na vida real (pós-gestação) não é tão diferente assim. Em nossos tempos, somos iguais a este gêmeo quanto acreditar na existência ou não em Deus. Pois o próprio Jesus Cristo diz: "... quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?" Todavia, mesmo no mundo pós-moderno e incrédulo em que vivemos, podemos ainda encontrar muitas maneiras de exercitarmos esta fé em Deus, cito aqui quatro razões: 1º) Revelação Natural - pela natureza e suas complexidades. 2º) Revelação Escrita - a Palavra de Deus, tão respeitada hoje pela arqueologia Bíblica. 3º) Revelação Pessoal - através de Jesus Cristo, o Filho de Deus. 4º) Revelação Plena - em comunhão intimo com Ele. Contudo,
assim como os hebreus afirmavam antigamente, hoje também posso reafirmar que: "...muitas vezes e de modo diversos falou Deus"(Hb1:1). [FN]

Superpredador primitivo [?] tinha olho de alta precisão [!]

Fósseis recém-descobertos revelam que o primeiro superpredador da história da Terra contava com olhos à frente de seu tempo [!] para localizar presas no oceano. Com pelo menos 16 mil lentes de formato hexagonal (provavelmente eram bem mais), os olhos do Anomalocaris eram mais poderosos do que os da maioria de seus parentes vivos hoje [!], embora ele tenha vivido há 515 milhões de anos [segundo a esticada cronologia evolucionista], quando ainda nem havia animais terrestres. Embora o bicho (cujo nome científico quer dizer “camarão anômalo”) seja conhecido dos paleontólogos há tempos, versões bem preservadas de seus olhos nunca tinham sido achadas. Isso mudou graças aos fósseis vindos da ilha Kangaroo, na Austrália, e analisados pela equipe de John Paterson, da Universidade da Nova Inglaterra. O material é tão bom que permite a visualização individual dos omatídios, as pequenas lentes que, juntas, perfazem o olho composto.

Se você pensou numa mosca, acertou: é o mesmo tipo de visão hoje empregada pelos insetos e por outros membros do grupo dos artrópodes, como os camarões. A descoberta desse tipo de visão no Anomalocaris ajuda justamente a reforçar a ideia de que a criatura é aparentada aos ancestrais dos artrópodes, afirmam os cientistas responsáveis pelo achado.

A visão aguçada reforça outros elementos da anatomia da criatura - cauda e nadadeiras poderosas, corpo hidrodinâmico e apêndices bucais - que sugerem um predador ágil e feroz. Para os paleontólogos australianos, ele devia nadar em águas rasas e claras, nas quais sua visão seria útil.

A revista científica Nature, na qual a descrição dos olhos do Anomalocaris está saindo, colocou o invertebrado extinto na sua capa e ainda fez piada na manchete. Citando a célebre resposta do Lobo Mau à pergunta de Chapeuzinho Vermelho, a publicação diz que os olhos grandes do Anomalocaris “são para te ver melhor”.

Fonte: Folha.com

Nota: Tem horas em que não acredito nas coisas que leio! Como os darwinistas têm coragem de chamar “primitivo” um ser vivo cuja complexidade supera a dos seus “parentes” atuais? E mais: Como, num tempo evolutivamente tão recuado, pode ter existido um tipo de olho tão extremamente complexo? (É bom lembrar que o Anomalocaris faz parte da enigmática explosão cambriana.) É mais uma evidência de que complexidade específica pode ser observada de alto a baixo na coluna geológica, deitando por terra a ideia de “ancestrais primitivos” que teriam dado origem a seres mais complexos à medida que se avança pelo tempo (um dos “deuses” da evolução). Tudo o que os darwinistas conseguem ver é a semelhança entre o olho do Anomalocaris e o das moscas, por exemplo, como se isso indicasse ancestralidade e não a assinatura do Designer. O mesmo ocorre com lulas e seres humanos, mas ninguém sugere ancestralidade direta entre ambos. Quando se avança tanto assim no passado (levando em conta a escala de tempo evolucionista), fica a pergunta: Como pode ter havido tempo suficiente para a evolução de seres tão complexos? Eles simplesmente surgem de repente no registro fóssil? O mesmo ocorre com a água viva (confira) e com o trilobita (confira). Os olhos grandes do Anomalocaris deveriam abrir os olhos de quem faz vista grossa para as evidências.[Michelson Borges]

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Supostas respostas criativas dadas por estudantes em provas

Os estudantes podem ser criativos na hora de responderem as provas - principalmente se eles não têm ideia do que escrever. Nós professores às vezes nos divertimos na hora da correção. O UOL reuniu 12 supostos "exemplos" que estão na internet e o blog Ciência e Fé traz estas questões de prova para você se divertir. Chamo isso de humor 'inteligente'! Boas Risadas....


Fonte: Uol

sábado, 3 de dezembro de 2011

EXPERIMENTO QUÍMICO: bateria feito com pão de forma e maionese

Nota: Esta foi uma feira  itinerante de ciências química realizado pelos estudantes da faculdade de química do IF Baiano - Campus Guanambi com a finalidade de destacar a importância do estudo da química e chamar atenção ao ano  Internacional da Química. Este grupo de trabalho trouxe o tema: Cozinhando com química - dentro de uma cozinha muitas ações e reações acontecem.

 Foram realizados vários experimentos com esta temática que demonstrasse algumas reações química que poderiam ser vistos na cozinha. A demonstração que pode ser notado nas fotos é uma bateria feita com pão e maionese. Este experimento tem como objetivo colocar em funcionamento uma calculadora sem sua bateria convencional. Todavia, sem as baterias convencionais substituímos por quatro pilhas de sanduíches de pão de forma com maionese embrulhada com um pedaço de papel alumínio (como é observado nas foto)

Como funciona? Entre a maionese e o alumínio há cerca de 0,5 V - energia necessário para um funcionamento de uma calculadora. É uma reação química onde o alumínio (metálica) cede 03 elétrons para a água (que está na maionese) onde é cedido mais 03 elétrons da água. Estes elétrons podem ser colocados em circulação entre a maionese e o alumínio e utilizados para promover algum efeito elétrico.

Esta aula prática que desenvolvemos é de fácil realização que pudemos aproveitar e ensinar aos alunos do ensino médio daquele colégio alguns assuntos de química como: processos de oxido-redução e eletroquímica. Você gostou? Tente fazer em casa! [FN]

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Justiça dá a estudante adventista direito de faltar a aulas

Uma estudante adventista matriculada numa universidade católica do interior de São Paulo conseguiu na Justiça, na semana passada, o direito de não ir às aulas às sextas à noite e aos sábados de manhã.

Quielze Apolinario Miranda, 19, é da igreja Adventista do Sétimo Dia, que prega o recolhimento da hora em que anoitece nas sextas-feiras até o fim do dia dos sábados.

Aluna do 1º ano do curso de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração), instituição fundada por freiras católicas em Bauru na década de 1950, Quielze nunca foi às aulas noturnas às sextas e aos sábados e corria o risco de ser reprovada por faltas.

Ela diz ter tentado negociar com a reitoria para apresentar trabalhos alternativos. A USC, de acordo com a estudante, negou em várias instâncias o pedido.

"Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa", afirma. "Aqui, não consegui."

TRABALHO EXTRACLASSE

No último dia 16, o advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, entrou com mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru.

Solicitou a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por "prestações alternativas", como trabalhos extraclasse.

"O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela", diz.

"Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula. Não há uma quebra de isonomia entre os alunos."

AMPARO LEGAL

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, concedeu uma liminar que obriga a USC a oferecer atividades alternativas.

De acordo com o texto, a USC alegou que faltava ao requerimento da aluna "amparo legal".

O magistrado discordou da instituição e baseou sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142, de 2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.

A USC informou que só vai se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

Segundo o advogado de Quielze, que é adventista e se especializou em casos como o dela, a Justiça vem atendendo, nos últimos anos, aos pedidos de alunos adventistas e judeus, que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia, religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença que Jesus voltará -o advento- e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Existe no Brasil desde 1894.

Fonte: Folha de São Paulo

Nota: Sei realmente o que a estudante Quielze enfrenta e sinto hoje na pele esta dificuldade. Todavia, diferente da estudante Quielze, na faculdade que estudo (Instituto Federal Baiano - Campus Guanambi) tem professores que me ajuda com as atividades extraclasses e até fazem provas em outras datas, tudo para eu não sair prejudicado. Por outro lado, tenho também professores que não aceita minhas justificativas, pois refutam dizendo que a faculdade federal é laica - ocorrendo assim, consequentemente, trancamento das disciplinas. Contudo, o que posso dizer e aconselhar para aqueles que têm essa mesma dificuldade é: sempre que puder, negocie com o professor e não entrem com um recurso na justiça. Entrar na justiça nem sempre é a melhor opção. Afirmo isso por experiência própria e também por está acompanhando a todo o momento os jovens universitários adventistas da minha região. Outro ponto importante que não devemos esquecer é não deixar de orar, pois a oração é o segredo do sucesso de qualquer cristão. [FN]

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