terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cientistas acham pistas fortes da "partícula de Deus" no LHC

Uma equipe internacional de cientistas diz ter achado sinais do bóson de Higgs, partícula elementar considerada uma das peças fundamentais da formação do Universo após o Big Bang.

No entanto, os cientistas do Cern (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear), perto de Genebra, disseram que ainda não há provas conclusivas da existência da partícula que, de acordo com as teorias em vigor hoje, confere massa a todas as demais partículas.
"Se a observação do Higgs for confirmada, essa realmente será uma das descobertas do século", disse Themis Bowcock, professor de física de partículas da Universidade de Liverpool (Reino Unido). "Os físicos terão descoberto uma pedra angular da composição do Universo, cuja influência sentimos e vemos todos os dias das nossas vidas."

Os líderes de dois experimentos, o Atlas e o CMS, revelaram suas descobertas num seminário lotado no Cern, onde estão tentando localizar traços do arredio bóson ao criar colisões de partículas em altíssima velocidade, no acelerador LHC (Grande Colisor de Hádrons).

"Ambos os experimentos produziram sinais essencialmente na mesma direção", declarou Oliver Buchmueller, físíco-sênior do CMS. "Parece que tanto nós quanto o Atlas achamos sinais no mesmo nível de massa [das partículas], o que é muito importante" porque eles parecem corroborar um ao outro. Trata-se de uma energia em torno de 126 GeV (gigaelétron-volts)

NO LIMIAR

De acordo com o chamado Modelo Padrão da física de partículas, o bóson de Higgs, batizado em homenagem ao físico britânico Peter Higgs, interage com as demais partículas, numa espécie de campo que permeia todo o Universo, conferindo massa a algumas, enquanto outras não possuem massa.

Embora sua descoberta possa solidificar o conhecimento atual sobre partículas como elétrons e fótons, os resultados do trabalho no LHC também poderiam provar que ele não existe. Esse último resultado exigiria que os cientistas repensassem as bases da física atual.

Os pesquisadores dizem que só terão certeza sobre os resultados envolvendo o Higgs no ano que vem.

Fonte:
Folha.com

Design Inteligente: ciência ou religião?


Continuação da Palestra aqui, aqui e aqui.

Palestra proferida no III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, realizado na Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP, 2010.

O Ms. Enézio essencialmente conceitua o que vem a ser Ciência e a teoria científica do Design Inteligente (D.I.), fornecendo critérios e discutindo toda essa questão sob toda a polêmica criada em torno do D.I. dentro da Academia.

Enézio possui um blog (citado acima) amplamente lido na comunidade científica nacional e também internacional, onde ele expõe as falhas epistemológicas da teoria neodarwinista e destaca as propostas do D.I.

Descoberto crânio de tigre mais antigo

A pesquisa mostrou que os tigres não mudaram em mais de dois milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], apenas ficaram maiores. O crânio foi encontrado no noroeste da China, datado com 2,55 milhões de anos. É considerado o mais antigo já encontrado, pertencente ao grupo dos grandes felinos que conhecemos hoje. Os especialistas afirmam que apenas alguns detalhes como, por exemplo, os dentes em tamanho maior, diferencia o crânio dos felinos atuais, mas a estrutura em si é praticamente a mesma, mostrando que em milhões de anos os grandes felinos não sofreram grandes evoluções, apenas ficaram maiores. Os cientistas compararam o crânio encontrado com 207 crânios de tigre, 66 crânios de onças e 100 crânios de leopardos. As pesquisas demonstraram que o felino pertence a uma linhagem muito antiga de tigre, talvez os primeiros existentes. Eles eram menores que os tigres atuais, e precisou evoluir [sic] em seu tamanho para buscar presas maiores.

Esse achado paleontológico é de vital importância, desencadeando novas pesquisas importantes sobre a compreensão da evolução dos felinos e a relação deles com o meio ambiente ao longo dos milhões de anos [idem].

Fonte: Jornal Ciência e criacionismo.com.br

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Superpredador primitivo [?] tinha olho de alta precisão [!]

Fósseis recém-descobertos revelam que o primeiro superpredador da história da Terra contava com olhos à frente de seu tempo [!] para localizar presas no oceano. Com pelo menos 16 mil lentes de formato hexagonal (provavelmente eram bem mais), os olhos do Anomalocaris eram mais poderosos do que os da maioria de seus parentes vivos hoje [!], embora ele tenha vivido há 515 milhões de anos [segundo a esticada cronologia evolucionista], quando ainda nem havia animais terrestres. Embora o bicho (cujo nome científico quer dizer “camarão anômalo”) seja conhecido dos paleontólogos há tempos, versões bem preservadas de seus olhos nunca tinham sido achadas. Isso mudou graças aos fósseis vindos da ilha Kangaroo, na Austrália, e analisados pela equipe de John Paterson, da Universidade da Nova Inglaterra. O material é tão bom que permite a visualização individual dos omatídios, as pequenas lentes que, juntas, perfazem o olho composto.

Se você pensou numa mosca, acertou: é o mesmo tipo de visão hoje empregada pelos insetos e por outros membros do grupo dos artrópodes, como os camarões. A descoberta desse tipo de visão no Anomalocaris ajuda justamente a reforçar a ideia de que a criatura é aparentada aos ancestrais dos artrópodes, afirmam os cientistas responsáveis pelo achado.

A visão aguçada reforça outros elementos da anatomia da criatura - cauda e nadadeiras poderosas, corpo hidrodinâmico e apêndices bucais - que sugerem um predador ágil e feroz. Para os paleontólogos australianos, ele devia nadar em águas rasas e claras, nas quais sua visão seria útil.

A revista científica Nature, na qual a descrição dos olhos do Anomalocaris está saindo, colocou o invertebrado extinto na sua capa e ainda fez piada na manchete. Citando a célebre resposta do Lobo Mau à pergunta de Chapeuzinho Vermelho, a publicação diz que os olhos grandes do Anomalocaris “são para te ver melhor”.

Fonte: Folha.com

Nota: Tem horas em que não acredito nas coisas que leio! Como os darwinistas têm coragem de chamar “primitivo” um ser vivo cuja complexidade supera a dos seus “parentes” atuais? E mais: Como, num tempo evolutivamente tão recuado, pode ter existido um tipo de olho tão extremamente complexo? (É bom lembrar que o Anomalocaris faz parte da enigmática explosão cambriana.) É mais uma evidência de que complexidade específica pode ser observada de alto a baixo na coluna geológica, deitando por terra a ideia de “ancestrais primitivos” que teriam dado origem a seres mais complexos à medida que se avança pelo tempo (um dos “deuses” da evolução). Tudo o que os darwinistas conseguem ver é a semelhança entre o olho do Anomalocaris e o das moscas, por exemplo, como se isso indicasse ancestralidade e não a assinatura do Designer. O mesmo ocorre com lulas e seres humanos, mas ninguém sugere ancestralidade direta entre ambos. Quando se avança tanto assim no passado (levando em conta a escala de tempo evolucionista), fica a pergunta: Como pode ter havido tempo suficiente para a evolução de seres tão complexos? Eles simplesmente surgem de repente no registro fóssil? O mesmo ocorre com a água viva (confira) e com o trilobita (confira). Os olhos grandes do Anomalocaris deveriam abrir os olhos de quem faz vista grossa para as evidências.[Michelson Borges]

sábado, 3 de dezembro de 2011

EXPERIMENTO QUÍMICO: bateria feito com pão de forma e maionese

Nota: Esta foi uma feira  itinerante de ciências química realizado pelos estudantes da faculdade de química do IF Baiano - Campus Guanambi com a finalidade de destacar a importância do estudo da química e chamar atenção ao ano  Internacional da Química. Este grupo de trabalho trouxe o tema: Cozinhando com química - dentro de uma cozinha muitas ações e reações acontecem.

 Foram realizados vários experimentos com esta temática que demonstrasse algumas reações química que poderiam ser vistos na cozinha. A demonstração que pode ser notado nas fotos é uma bateria feita com pão e maionese. Este experimento tem como objetivo colocar em funcionamento uma calculadora sem sua bateria convencional. Todavia, sem as baterias convencionais substituímos por quatro pilhas de sanduíches de pão de forma com maionese embrulhada com um pedaço de papel alumínio (como é observado nas foto)

Como funciona? Entre a maionese e o alumínio há cerca de 0,5 V - energia necessário para um funcionamento de uma calculadora. É uma reação química onde o alumínio (metálica) cede 03 elétrons para a água (que está na maionese) onde é cedido mais 03 elétrons da água. Estes elétrons podem ser colocados em circulação entre a maionese e o alumínio e utilizados para promover algum efeito elétrico.

Esta aula prática que desenvolvemos é de fácil realização que pudemos aproveitar e ensinar aos alunos do ensino médio daquele colégio alguns assuntos de química como: processos de oxido-redução e eletroquímica. Você gostou? Tente fazer em casa! [FN]

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