segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Telescópio Newtoniano

Varanda da casa de Cristiano Magalhães

"Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos". (Salmos 19 -1)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Já estamos prontos para descartar a teoria do Big Bang?

Com informaçoes da PhysicsWorld - 22/10/2011Mais importante do que a teoria em si é a demonstração de que o Sol pode ser usado como laboratório para teorias cosmológicas.
Imagem: NASA

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cientistas fazem milagre da multiplicação dos elétrons

Em uma célula solar, cada fóton excita um elétron, que vai compor a energia elétrica gerada.

Mas, nas células solares de pontos quânticos, cada fóton pode excitar diversos elétrons, o que as torna potencialmente muito mais eficientes.

Esse fenômeno, chamado multiplicação das cargas, permite um rendimento líquido em torno de 44%, mais do que o dobro das melhores células solares atuais.

Os pontos quânticos são nanocristais de materiais semicondutores que podem ser fabricados em reações químicas de alto rendimento, em soluções líquidas, o que os torna potencialmente muito baratos, além de serem aplicáveis em substratos plásticos flexíveis. [Continue lendo aqui.]

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cientistas são mais religiosos do que se acreditava

Um estudo realizado na Universidade de Rice (EUA) mostra que apenas 15% dos cientistas das principais universidades daquele país veem a religião e a ciência como estando em conflito permanente. Apenas 15% dos entrevistados veem a religião e a ciência como sempre em conflito. Outros 15% dizem que os dois nunca estão em conflito. Mas 70% acreditam que a religião e a ciência apenas algumas vezes estão em conflito. O estudo mostrou que a maioria dos que acreditam em um conflito permanente tem um tipo particular de religião em mente (e de pessoas e de instituições religiosas). Grande parte dos entrevistados atribui a crença no conflito entre ciência e religião a problemas na esfera pública, sobretudo o ensino do criacionismo versus evolução e as pesquisas com células-tronco.

Ao longo da história, a ciência e a religião têm aparecido como estando em conflito perpétuo. Mas o novo estudo sugere que apenas uma minoria dos cientistas acredita que religião e ciência exigem fronteiras. “Quando se trata de questões como o que é a vida, formas de compreensão da realidade, as origens da Terra e como a vida se desenvolveu sobre ela, muitos veem a ciência e a religião como estando em desacordo e até mesmo em conflitos irreconciliáveis”, conta Elaine Howard Ecklund, coordenadora da pesquisa.

Mas, excluídos os fundamentalismos de ambas as partes, a maioria dos cientistas entrevistados por Ecklund e seus colegas acredita que tanto a religião quanto a ciência são “caminhos válidos de conhecimento” que podem trazer um entendimento mais amplo de questões importantes. Aproximadamente metade dos cientistas expressou alguma forma de identidade religiosa.

“Grande parte do público acredita que, conforme a ciência se torna mais proeminente, a secularização aumenta e a religião decresce”, disse Ecklund. “Descobertas como essa entre cientistas de elite, que muitos acreditam não serem religiosos, põem definitivamente em questão as ideias sobre a relação entre a secularização e a ciência.”

O estudo identificou três estratégias de ação utilizadas por esses cientistas de elite para gerenciar os limites entre a religião e a ciência e as circunstâncias em que os dois poderiam se sobrepor.

- Redefinição de categorias - os cientistas gerenciam o relacionamento ciência-religião alterando a definição de religião, ampliando-a para incluir formas não institucionalizadas de espiritualidade.

- Modelos de integração - os cientistas usam deliberadamente a visão de outros cientistas influentes que eles acreditam que integraram com êxito as suas crenças religiosas e científicas.

- Discussões - os cientistas se engajam ativamente em discussões sobre as fronteiras entre ciência e a religião.

Veja uma lista de outras conclusões do estudo:

68% dos cientistas entrevistados se consideram espirituais em algum grau.

Os cientistas que se veem como espirituais/religiosos são menos propensos a ver a religião e a ciência como sendo irreconciliáveis.

No geral, mesmo os cientistas mais religiosos foram descritos em termos muito positivos pelos seus pares não religiosos, o que sugere que a integração da religião e da ciência não é tão desagradável para todos os cientistas.

Os cientistas como um todo são substancialmente diferentes do público norte-americano na forma como veem o ensino do design inteligente nas escolas públicas.

Quase todos os cientistas - tanto religiosos quanto não religiosos - têm uma impressão negativa da teoria do design inteligente. [Aqui creio que o preconceito ainda fala alto e que questões políticas acabam atrapalhando a discussão franca e educada de ideias.]

Fonte: Diário da Saúde

Nota do blog criacionismo: Gostei da admissão de que existe fundamentalismo de ambas as partes, porque sempre tenho dito que os ultradarwinistas são tão dogmáticos quanto aqueles que eles acusam de ser fundamentalistas, ou seja, os criacionistas. Se os cientistas tivessem real noção do que advogam os criacionistas bíblicos bem informados (que nada têm contra o método científico, muito pelo contrário), creio que os percentuais de cientistas que creem e não veem incoerência entre ciência e religião seriam ainda maiores. De qualquer forma, 50% e 70% já são números capazes de deixar Richard Dawkins e sua turma loucos de raiva. Pelo jeito, as campanhas neoateístas e a doutrinação de crianças não estão surtindo muito efeito – nem mesmo estre os cientistas, o que dirá entre a população geral.[Michelson Borges]

Matemático tenta comprovar que ciência e Deus não são excludentes

O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em Por Que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus. O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença. Para o autor, alguns ateístas têm um “fervor religioso” tão grande, que chegam a perseguir homens da ciência que possuem algum tipo de fé. Em casos extremos, diz, eles não conseguem nem aceitar que pessoas com uma crença possam ser inteligentes e construir conhecimentos com base na realidade. [Continue lendo aqui]

Fonte: Editora Folha

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Evolução é isso?

Em registros paroquiais de uma ilha franco-canadense, pesquisadores encontraram o que pode ser a instância mais recente de evolução humana em resposta à seleção natural. A ilha, chamada Ile aux Coudres, fica no rio St. Lawrence, a cerca de 80 km a nordeste de Quebec. Os registros de sua igreja mantêm arquivos excepcionalmente completos de nascimentos, casamentos e mortes. A partir desses dados, uma equipe de pesquisadores conduzida por Emmanuel Milot e Denis Reale, da Universidade de Quebec, em Montreal, extraíram as histórias de vida de mulheres nascidas na ilha entre 1799 e 1940. Ao longo desse período de 140 anos, a idade em que as mulheres tiveram seu primeiro filho – um traço altamente hereditário – caiu de 26 para 22 anos. Graças a essa mudança, as mulheres tinham, em média, quatro filhos a mais em sua vida reprodutiva.

A descoberta “sustenta a ideia de que os humanos ainda estão evoluindo”, escrevem os pesquisadores na edição de segunda-feira de The Proceedings of the National Academy of Sciences. Segundo Milot, testes estatísticos permitiram que os pesquisadores distinguissem entre os efeitos da seleção natural e aqueles das práticas culturais afetando a idade do casamento. “A visão comum é que a evolução é um processo lento”, disse ele. “Mas biólogos evolucionários já sabem, há muitas décadas, que a evolução pode ser bastante rápida.”

Há tempos supôs-se que as pessoas, ao colocarem telhados sobre suas cabeças e plantarem sua própria comida, estariam se protegendo das forças da seleção natural. Dados coletados do genoma humano na última década mostraram que essa suposição não é verdadeira: as marcas da seleção natural são visíveis em no mínimo 10 por cento do genoma. E essa é uma seleção que ocorreu somente nos últimos 5 mil a 25 mil anos, pois sinais de episódios mais antigos de seleção são abafados pela constante mutação na sequência de DNA. [Ou são “abafados” simplesmente porque a vida remonta a apenas alguns milhares de anos no passado?]

Geneticistas examinando essa sequência não conseguem identificar episódios de seleção natural mais recentes do que 5 mil anos, a menos que o sinal seja particularmente forte, pois são necessárias muitas gerações para que uma versão nova e aprimorada de um gene apareça em toda numa população. Porém, biólogos evolucionários acreditam que podem detectar a seleção natural em funcionamento no passado recente, examinando os dados fenotípicos, ou naturais. [Seleção natural é um fato, mas é incapaz de explicar a macroevolução, conforme você lerá na nota abaixo.]

Esses dados são encontrados em grandes estudos médicos, como o estudo cardíaco Framingham, no qual muitas características de uma população são monitoradas ao longo de vários anos. Usando sofisticadas técnicas estatísticas, biólogos dizem poder distinguir traços que estejam mudando sob pressão da seleção natural, seja por efeitos ambientais ou pela deriva genética – a mudança genética aleatória que ocorre entre gerações. [Mas que também é incapaz de originar novos órgãos funcionais e planos corporais. A deriva genética apenas modifica o patrimônio genético ou faz desaparecer parte dele. Nunca acarreta ganho de informação complexa.]

Nota: Info

Nota do blog criacionismo: Se isso é evolução, posso me considerar evolucionista. Na verdade, modificações que tornam bactérias mais resistentes a antibióticos e mudança na idade em que as mulheres têm o primeiro filho parecem ser as únicas evidências apresentadas pelos darwinistas a favor de sua hipótese. Mas evidências de quê? De que uma bactéria tenha se transformado num ser multicelular? De que a espécie humana poderia ter se originado de ancestrais animais? Não. Isso seria macroevolução, mas as evidências apresentadas podem ser consideradas simplesmente “microevolução”, já que as bactérias, a despeito de inúmeras mutações observadas, continuam sendo bactérias; e as mulheres continuam sendo mulheres. Além disso, se a evolução pode ser bem rápida, como afirma a matéria acima, por que o registro fóssil mostra humanos mais ou menos inalterados ao longo de supostos milhões de anos? Mesmo o neandertal tem sido visto por muitos como plenamente humano. Note a sutileza e a tentativa de induzir conclusões: enquanto o texto trata de uma simples modificação no aspecto gestacional (possível “microevolução” ou simples modificação), a figura que ilustra a matéria sugere parentesco entre um humano e símios (macroevolução). Quanta forçação de barra! Os darwinistas deveriam ficar constrangidos com uma matéria como essa.[Michelson Borges]

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Nobel de química vai para cristal que "não deveria existir"

O pesquisador israelense Daniel Shechtman venceu o Prêmio Nobel de Química de 2011 por suas descobertas de materiais cristalinos não periódicos, anunciou nesta quarta-feira o comitê Nobel.

Segundo o anúncio da Real Academia Sueca de Ciência, o vencedor "modificou fundamentalmente a concepção de um sólido para os químicos" com os resultados de sua pesquisa em 1982. Os padrões encontrados nos quasicristais estudados são ordenados, infinitos e nunca se repetem.

"Ao contrário da crença anterior de que os átomos se distribuíam dentro de cristais em padrões simétricos, Shechtman mostrou que os átomos em um cristal podem estar em um padrão que não se repete", disse. "A descoberta foi extremamente controversa".

O israelense, de acordo com o comitê, teve que sair de seu grupo de pesquisa por defender suas conclusões, mas, eventualmente, outros cientistas se viram obrigados a reconsiderarem suas concepções sobre o assunto.

Os quasicristais, em sua maioria, são artificialmente criados quando um metal derretido é esfriado rapidamente em uma superfície giratória. Sua estrutura dificulta a propagação de ondas, o que define as características fisico-químicas dos materiais.

O material é um mau condutor de calor e eletricidade, tem baixo coeficiente de fricção e aderência, mas é altamente resistente e, por isso, bom de ser usado em ambientes extremos.

Segundo comitê, uma companhia sueca percebeu que eles eram um dos tipos mais duráveis de metais, usados atualmente em produtos como lâminas de barbear e agulhas muito finas para procedimentos cirúrgicos oculares. O material também está sendo testado para frigideiras e motores a diesel. Em 2009, foram descobertos quasicristais na natureza pela primeira vez.

Shechtman é professor do Instituto de Tecnologia de Israel em Haifa.

Fonte: Folha on line

Cientistas modificam vírus para atacar câncer

Uma nova pesquisa conseguiu “engenhar” um vírus injetado no sangue que pode alvejar seletivamente as células cancerosas em todo o corpo. Com resultados inéditos, o vírus atacou apenas tumores, deixando o tecido saudável intacto, em um pequeno teste com 23 pacientes. Segundo os pesquisadores, as descobertas podem transformar totalmente as terapias. O tratamento com vírus se mostrou uma promessa real. Apesar de não ser um conceito novo, antes precisava ser injetado diretamente em tumores, a fim de escapar do sistema imunológico. Na pesquisa, os cientistas modificaram o vírus JX-594, que é famoso por ser usado para desenvolver uma vacina contra a varíola. Ele é dependente de uma via química, comum em alguns tipos de câncer, para replicar. O vírus foi injetado em doses diferentes no sangue dos pacientes que tinham câncer espalhado para vários órgãos do corpo.

Dos oito pacientes que receberam a dose mais alta, o vírus replicou nos tumores de sete, mas não no tecido saudável. “Essa é a primeira vez na história da medicina que uma terapia viral tem se mostrado consistente e replicado seletivamente no tecido de câncer após infusão intravenosa em humanos”, disse o pesquisador chefe, John Bell. “A entrega por via intravenosa é crucial para o tratamento do câncer porque nos permite alvejar tumores por todo o corpo e não apenas aqueles nos quais podemos injetar diretamente”, explica.

A infecção impediu o crescimento do tumor em seis pacientes por um tempo. No entanto, o vírus não curou o câncer.

Os pesquisadores acreditam que o vírus pode ser usado para oferecer tratamentos diretamente às células cancerosas em concentrações elevadas, como terapia para cânceres complicados e difíceis de tratar.

Fonte: Hypescience

Comentário do blog Darwinismo: “Se o ser humano consegue modificar vírus já existentes de forma a que eles melhorem a saúde do homem, será ‘um ataque à ciência’ defender que os vírus, tal como criados originalmente (antes da queda), não tinham a capacidade de causar dano ao ser humano? Se o homem consegue modificar o que já existe e melhorá-lo, então Deus pode fazer muito mais. No caso de Deus, Ele não melhorou o que já existia, mas criou tudo perfeito e 100% funcional. A queda e a maldição do pecado é que degeneraram a perfeição proveniente da mão de Deus.”

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