quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Falsos Pastores e Suas Igrejas Infernais


Programa Está Escrito Adoração Exibido na EXPO Cristã 2011
Com o Pr. Ivan Saraiva e a Participação Musical do Quarteto da
Voz da Profecia Arautos do Rei

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Manuscritos do mar Morto com textos bíblicos estão disponíveis on-line

Dois mil anos depois de terem sido escritos e quase uma década após serem descobertos em grutas em Qumran, manuscritos do mar Morto com textos bíblicos estão à disposição para consulta on-line a partir desta segunda-feira, em inglês.

Os registros são um dos mais antigos que retratam os costumes e as práticas religiosas de 2.000 anos atrás.

O projeto é uma parceria entre o Google e o Museu Nacional de Israel e tem previsão de colocar gradualmente todo o material encontrado nos próximos anos.

Fonte: Folha.com

Aposentadoria do Tevatron marca fim de uma era na física

A era dos grandes físicos americanos termina nesta sexta-feira, com a aposentadoria do acelerador de partículas Tevatron, que há 25 anos recria o Big Bang no subsolo de Illinois, nos EUA.

O Tevatron ficou obsoleto após o aparecimento de um colisor de átomos mais poderoso --na verdade, o maior do mundo--, construído nos Alpes, na fronteira franco-suíça, pela Cern (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear, na sigla em francês), um consórcio de 20 países-membros.

Parece improvável que os Estados Unidos, que já dominaram a área e colheram os louros de descobertas e inovações tecnológicas, sejam capazes de reunir os recursos necessários para construir o próximo grande projeto da física de partículas. A razão: simplesmente o financiamento de longo prazo parece muito difícil de aparecer.

Ao invés disso, físicos americanos se concentrarão em questões internas mais específicas -- e menos caras -- e trabalhar em conjunto com a Cern em projetos de alta energia, como a busca pela denominada "partícula de Deus".

"Na nossa área, não damos com a cabeça na parede se somos superados por outra máquina", declarou Pier Oddone, diretor do Fermilab (Laboratório Nacional Fermi), que opera o Tevatron.

"A ideia é mudarmos para aquelas áreas nas quais podemos fazer as maiores contribuições para o conhecimento", disse Oddone à AFP. "Às vezes, as maiores descobertas vêm de projetos menores", argumentou.

A aposentadoria do Tevatron ocorre em um momento ruim para a ciência americana.

A Nasa lançou seu último ônibus espacial em julho. O financiamento público está diminuindo devido a uma profunda crise econômica e a batalhas orçamentárias no Congresso. Além disso, a própria ciência se politizou, com a descrença na evolução e a contribuição humana ao aquecimento global posta em discussão pelos republicanos.

Os cientistas do Fermilab dizem não poder prever o que os Estados Unidos perderão cedendo o domínio da Física de alta energia para a Europa. Já os ganhos obtidos com o Tevatron são muito mais fáceis de quantificar. "O Tevatron deu contribuições fenomenais para a Física de partículas", explicou o diretor-geral do Cern, Rolf Heuer. "No topo da lista deve aparecer a descoberta do quark top em 1995, mas há muito mais", acrescentou.

Além de aprofundar nosso conhecimento sobre os mistérios fundamentais do universo, o Tevatron também levou a uma série de avanços mais concretos. Entre eles está o uso generalizado da geração de imagens por ressonância magnética (MRI, na sigla em inglês) para diagnósticos médicos.

Os supercondutores utilizados nos magnetos das máquinas de MRI eram raros e caros demais até que o Fermilab criou uma indústria com o Tevatron, gerando uma demanda de fios de supercondução suficientes para dar a volta na Terra 2,3 vezes.

Atualmente, os cientistas estão construindo uma câmera de energia escura, que será capaz de varrer a galáxia mais rápido do que qualquer outro telescópio. Sua função será descobrir porque a expansão do universo acelera ao invés de recuar.

Eles também trabalham na construção do feixe de neutrinos mais poderoso do mundo, que ajudará a explicar por que o Universo tem mais matéria do que antimatéria e aprofundar nosso conhecimento sobre suas partículas mais abundantes.

O projeto X, caso seu financiamento seja assegurado, será o acelerador de prótons mais intenso do mundo.

"Estamos em uma posição, aqui nos Estados Unidos, de realmente consolidar nosso papel de liderança na elucidação da fronteira de intensidade e o Projeto X realmente nos dá a plataforma para fazê-lo nos próximos 20 ou 30 anos", disse Henderson. "Se os Estados Unidos não o fizerem, estou certo de que alguém o fará por nós", concluiu.

Fonte: Folha Ciência

Onde caiu o satélite norte-americano?

Washington, 24 set (Lusa) - O satélite norte-americano de 6,3 toneladas que se esperava caísse sobre a Terra sexta-feira ou sábado caiu à volta da meia-noite (05:00 em Lisboa), anunciou hoje a NASA.

Através da rede social Twitter, a NASA informou que o satélite entrou na atmosfera sobre o oceano Pacífico.

Antes, a NASA tinha indicado que o satélite caiu entre as 23:23 de sexta-feira e as 01:09 de sábado, hora de Washington (04:23 e 06:09 de sábado em Lisboa), quando sobrevoava uma parte do Canadá e de África, assim com grande parte dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico.

O Satélite de Investigação de Alta Atmosfera foi lançado em 1991 para medir os efeitos da poluição na atmosfera e a evolução das alterações climáticas. O UARS deixou de funcionar em 2005.

Fonte: Notícias msn

domingo, 25 de setembro de 2011

Papa Bento XVI critica igrejas pentecostais e convida evangélicos a trabalharem juntos com os católicos

O Papa Bento XVI disse nessa Sexta-Feira, 23/09, estar preocupado com o crescimento das igrejas pentecostais e convidou os cristãos protestantes a trabalhar junto com os católicos.

O Papa afirmou ainda que os cristãos católicos e protestantes erraram ao dar mais atenção às diferenças do que aos motivos que os tornam iguais. “Foi um erro ter visto majoritariamente aquilo que nos separa e não ter percebido de forma essencial o que temos em comum nas grandes pautas da Sagrada Escritura e nas profissões de fé do cristianismo antigo”.

Sobre o crescimento das igrejas pentecostais no mundo todo, o Papa Bento XVI afirmou que “este fenômeno mundial de mudança traz um cristianismo com pouca densidade institucional, pouca bagagem racional e pouca estabilidade”. Por isso, segundo ele é necessário questionar se esse crescimento é benéfico.

Bento XVI continuou sua fala dizendo que as igrejas cristãs históricas estão “perplexas” e preocupadas com o avanço das igrejas pentecostais, e convidou os protestantes a trabalhar junto com os católicos para testemunhar a fé em um mundo moderno.

Fonte: Gospel+

Nota: Já foi profetizado que ainda em nossos tempos haverá união das igrejas comandada pelo papado e que posteriormente o decreto dominical será implantado em todo planeta. Você duvida? Quem viver, verá! Conheça esta história no livro O Grande Conflito da Editora CPB [FN]

sábado, 24 de setembro de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXXVII

O Dr. Marcos N. Eberlin (1959-) é presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas e membro da Academia Brasileira de Ciências. É desde 1982, Professor doutor e titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações.

Realizou pós-doutorado na Purdue University, Estados Unidos, e orientou diversos mestres, doutores e pós-doutores. Entre as pesquisas realizadas por seu grupo, destacam-se os estudos de reatividade de íons na fase gasosa, que levaram à descoberta de vários novos íons e novas reações com diferentes aplicações analíticas e sintéticas. Uma dessas reações hoje leva seu nome: Reação de Eberlin.

“Como químico, percebo a assinatura do Criador em tudo, nos átomos e nas moléculas, na periodicidade dos elementos, na singularidade da água e do carbono, nos aminoácidos, proteínas e enzimas, nas máquinas moleculares e na obra-prima maior, a molécula de DNA.”

''Origem de Deus é questão absurda''

Se Deus criou o universo, quem criou Deus?

A pergunta é "absurda", diz o matemático John Lennox, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. "Deus é eterno; ele não foi criado, sempre existiu", afirma o professor, enfático. "A única razão pela qual alguém pode perguntar isso é para dizer que não há realidade definitiva. Quem criou o Deus, que criou o Deus, que criou o Deus? Vamos retroceder no tempo para sempre."

Lennox é um dos notáveis defensores do "design inteligente", teoria que combina conceitos científicos e teológicos para explicar a origem do universo e a evolução da vida na Terra. Ele foi o convidado de honra do simpósio Darwinismo Hoje, organizado neste mês pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo - cujo colégio ensina o design nas aulas de ciência.

O professor, cristão, de origem irlandesa, faz questão de dizer que o design inteligente não é só um "criacionismo disfarçado". Segundo ele, suas opiniões são baseadas em lógicas científicas que demonstram a existência de Deus. Ele é um forte crítico do biólogo Richard Dawkins, seu "colega" de Oxford e autor de Deus, uma Ilusão, para quem a evolução darwiniana é suficiente para explicar a vida na Terra.

"Dawkins acha que ele foi criado pelo universo. Então eu pergunto: Quem criou o criador dele?", rebate Lennox. "Viu só? A pergunta funciona para os dois lados." A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Estado. [Entrevista completa aqui]

Uma carta aberta ao Ministro da Educação: atenda a sugestão de Darwin

Exmo. Sr.
Fernando Haddad
M. D. Ministro de Educação

Sr. Ministro, desde 1999 eu venho denunciando a relação incestuosa entre a Nomenklatura cientifica e a Grande Mídia quando a questão é Darwin. A máxima ricuperiana parafraseada descreve bem esta situação: “O que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde.”

Sr. Ministro, neste blog, “de rabo preso” com as evidências, eu só mostro o que Darwin tem de ruim. Enfrentando a Nomenklatura científica e a Grande Mídia sem medo de ser odiado por cientistas e jornalistas darwinistas. Alguns deles já tiveram esta oportunidade de demonstrar este ódio face a face. Não desviei o olhar. Fitei nos olhos sem temer. Silenciosamente. [Continue lendo aqui]

Cientistas tentam criar "vida inorgânica" em laboratório

Teoricamente, a vida na Terra é baseada nos compostos de carbono, que formam a biologia orgânica. Porém, uma equipe de cientistas da Glasgow University, na Escócia, está tentando criar, em laboratório, células químicas inorgânicas - ou seja, vida inorgânica.

A equipe tem como objetivo criar células que se replicam sozinhas. Isso ajudará a desenvolver as células inorgânicas, que podem contribuir para a química e a medicina. O professor Lee Cronin, do College of Science and Engineering, da Universidade de Minnesota, nos EUA, é o líder do projeto.

A teoria não é tão complicada: através da criação de membranas artificiais, o controle da passagem de materiais e energia é feito. Com isso, diversos processos químicos podem ser isolados dentro de apenas uma célula, como acontece nas estruturas biológicas.

Os cientistas afirmaram para o site da BBC que as células poderão até armazenar eletricidade."A principal meta é a construção de células químicas complexas com propriedades da nossa própria vida, que podem nos ajudar a entender como surgimos e também definir uma nova tecnologia baseada na evolução do mundo material", explica Cronin.

O professor explica que se o projeto der certo, algumas novas ideias sobre a evolução também surgiriam, além de mostrar que ela não é apenas um processo biológico. "Também significaria que teríamos provado que a vida pode existir sem ter bases em carbono", completa.

Fonte: Olhar digital

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cientistas dizem ter encontrado partícula que se move mais rápido que a luz

GENEBRA - Uma equipe internacional de cientistas encontrou neutrinos se movendo mais rápido que a velocidade da luz, relatou o porta-voz dos pesquisadores nesta quinta-feira, 22. A descoberta pode representar um desafio a uma das leis fundamentais da física.

Antonio Ereditato, que trabalha no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), disse que medidas realizadas ao longo dos três anos de funcionamento do Grande Colisor de Hádrons (LHC) mostraram neutrinos se movendo 60 nanosegundos mais rápido que a luz.

"Temos grande confiança em nossos resultados, mas precisamos que outros colegas façam seus testes e confirmem essa descoberta", afirmou.

Se confirmada, a descoberta mudaria uma parte chave da teoria da relatividade de 1905 de Albert Einstein, que afirma que nada no universo pode se mover mais rápido que a luz.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Um manifesto contra o criacionismo

Um grupo de 30 dos mais proeminentes cientistas [sic], entre eles Richard Dawkins [foto ao lado] e David Attenborough, assinou uma petição defendendo a ideia de que a Teoria da Evolução, de Charles Darwin, deve ser ensinada às crianças a partir dos cinco anos. Em carta ao governo britânico o grupo pede o combate às aulas de criacionismo nas escolas. O ensino do criacionismo e do design inteligente nas aulas de ciência, como se fossem teorias científicas, vem ganhando defensores e causando polêmica em todo o mundo. Embora o ensino da Teoria da Evolução não seja compulsório nas escolas primárias do Reino Unido, muitas já ensinam alguns de seus aspectos nas aulas. A proposta de colocar a Evolução no currículo nacional foi aceita pelo governo anterior, mas derrubada no ano passado e, atualmente, está sendo revista pelo Ministério da Educação.

A crença religiosa segundo a qual a humanidade, a vida e o próprio planeta Terra teriam sido criados por Deus em seis dias vem alimentando polêmica em diversos países nos últimos anos desde que ganhou novas roupagens, como o chamado design inteligente, e ampliou sua popularidade. A polêmica tomou os Estados Unidos e o Reino Unido. O biólogo Richard Dawkins, da Universidade de Oxford, acabou se tornando uma das principais vozes em defesa do evolucionismo de Charles Darwin.

A petição do governo britânico sustenta que embora o criacionismo e o design inteligente não sejam teorias científicas, eles são apresentados como se o fossem por “fundamentalistas religiosos” que tentam promover suas visões de mundo em escolas financiadas com verbas públicas.

A petição também defende o ensino da Teoria da Evolução desde o pré-primário, como parte obrigatória do currículo mínimo exigido das escolas. A teoria científica de Darwin, internacionalmente aceita, sustenta que todos os seres vivos se desenvolveram a partir de organismos primitivos por meio de mutações genéticas aleatórias e de um processo chamado de seleção natural - em que as espécies mais bem adaptadas sobrevivem.

O documento assinado pelos cientistas [apenas 30, frise-se, liderados pelos escritor metido a cientista] ressalva o fato de que algumas organizações religiosas estão conseguindo incluir nas aulas de ciência sobre evolução ensinamentos sobre o design inteligente - como se ambos fossem teorias científicas equivalentes - e pede ao governo que interfira.

O governo já havia dito que não aceitaria propostas de o ensino do criacionismo integrar o currículo escolar de ciência, nem mesmo como alternativa a teorias científicas. “A Evolução é uma explicação para a existência verdadeiramente satisfatória e completa; eu suspeito que isso seja algo que uma criança pode apreciar desde muito nova”, escreveu Dawkins em texto publicado no Times. Ele escreveu ainda que a Evolução poderia ser ensinada de forma “mais simples de ser entendida do que os mitos”. Isso porque, acrescentou, “mitos deixam várias perguntas sem resposta ou acabam por levantar mais questões do que as explicam”.

Fonte: O Globo

Nota do blog Criacionismo.com: Chamar Dawkins de “cientista proeminente” é forçar a barra. Há quantos anos ele não põe os pés num laboratório? Que descoberta ou pesquisa científica ele fez? O neoateísta ultradarwinista-mor vive da venda de seus livros polêmicos e, certamente, de sua aposentadoria de ex-professor universitário. Ele não faz ciência, apenas divulga estridentemente seu naturalismo filosófico antiteísta e anticriacionista por meio de livros, campanhas mal-educadas e, inclusive, acampamentos para doutrinação de crianças. (Aliás, o último livro dele para crianças tem como título The Magic of Reality. Isso é muito estranho, porque, anos atrás, o biólogo que também escreveu Deus, um Delírio, disse que ensinar religião para crianças é como praticar estupro. Mas ele pode ensinar ateísmo travestido de ciência?)

A verdade é que o próprio Dawkins admite que foi por razões filosóficas e não científicas que ele se sentiu atraído para a ciência: “My interest in biology was pretty much always on the philosophical side”, ele disse, listando a seguir as questões essenciais que o guiaram: “Why do we exist, why are we here, what is it all about?” Essas são questões metafísicas e não necessariamente científicas. Mas misturar as coisas parece atitude comum no pensamento e nos textos do britânico.

Dawkins mistura propositalmente o criacionismo e a teoria do design inteligente, mas ele sabe que há diferenças entre ambos. Enquanto os criacionistas (bíblicos) sustentam que o Designer é Yahweh, os teóricos do design inteligente “não se preocupam” com a identificação do Designer, uma vez que se atêm ao método científico e às ferramentas de detecção de projeto na natureza. Eles deduzem, a partir da existência de informação complexa específica e complexidade irredutível nos seres vivos, que o acaso e a aleatoriedade jamais poderiam ser responsáveis pela existência/surgimento da vida. É mais ou menos como a ciência forense que detecta evidências na cena do crime, ainda que o criminoso tenha se evadido do local. Nesse sentido, não há por que não se ensinar design inteligente nas escolas, uma vez que o conteúdo religioso não fará parte do currículo. Por que existe esse medo de se questionar o evolucionismo? Por que apresentá-lo como “fato”, quando se sabe de suas insuficiências epistêmicas? E por que fazer isso justamente com crianças que não terão visão crítica suficiente para se posicionar? Suspeito que o objetivo final de Dawkins e seus pares seja o de criar uma sociedade ateia, usando a ideia de um não ateu (agnóstico) útil: Charles Darwin.

A teoria segundo a qual todos os organismos se desenvolveram a partir de seres primitivos (se é que podemos chamar assim seres que já possuíam as indispensáveis máquinas moleculares e a tremenda informação genética da qual dependem) é a macroevolução, nunca demonstrada em laboratório ou observada na natureza. O que Darwin constatou foi a diversificação de baixo nível que promoveu mudanças no tamanho e formato do bico e na plumagem dos tentilhões, de uma ilha para outra, em Galápagos. Somente isso. O resto é extrapolação metafísica. E é isso que Dawkins e sua turma querem empurrar para a cabeça das crianças indefesas. Doutrinação pura!

O artigo acima mostra, uma vez mais, como a polarização criacionismo x evolucionismo (e, no fim das contas, também sábado x domingo) vai se tornando cada vez mais evidente. Aos poucos, os ultradarwinistas vão associando o pejorativo (e hoje, em tempos pós 11/9, praticamente criminoso) nome de “fundamentalistas” àqueles que defendem a Criação segundo o livro de Gênesis. Marcelo Gleiser já havia chamado de “criminosos” aqueles que ensinam o criacionismo. Pois é, dias (bem) piores virão. Mas isso já estava escrito... Os criacionistas que se preparem![Michelson Borges]

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nasa acha planeta ao redor de 2 'sóis' como no filme 'Guerra nas Estrelas'


Um planeta descoberto pela missão Kepler, da agência espacial norte-americana (Nasa), gira ao redor de dois 'sóis', assim como Tatooine, o mundo imaginário que serve de cenário para muitas passagens da série "Guerra nas Estrelas". A descoberta foi descrita na edição desta semana (15/09) da revista "Science".

O par de estrelas está a 200 anos-luz de distância da Terra. O planeta que as orbita se chama Kepler 16b. Trata-se de um lugar frio e gasoso, muito diferente da versão cinematográfica. As condições extremas do planeta impedem o desenvolvimento da vida, segundo os astrônomos.

Segundo o artigo, o planeta tem um terço da massa de Júpiter. O raio de Kepler 16b é cerca de um quarto menor do que o do maior planeta do Sistema Solar. Com esse tamanho e massa, a versão "real" de Tatooine teria um formato parecido com o de Saturno.

O astro está a 104,6 milhões de quilômetros e completa uma volta ao redor do par de estrelas a cada 229 dias. As estrelas são menores que o Sol, o que deixa a temperatura de Kepler 16b entre -101 e -73 graus Celsius.

A descoberta do planeta aconteceu quando o astro ficou entre as estrelas e os observadores na Terra - fenômeno que faz a luz das estrelas ser ofuscada. A detecção foi complicada pois as estrelas também se movimetavam e ficavam uma à frente da outra, como se estivessem gerando "eclipses" contínuos.

As estrelas giram uma ao redor da outra a cada 41 dias e estão afastadas por "apenas" 33,8 milhões de quilômetros.

A missão Kepler foi lançada em 2010 com o objetivo de detectar planetas fora do Sistema Solar - principalmente mundos que possam reunir condições para o desenvolvimento da vida. Até agora, o projeto já chegou a detectar até sistemas planetários inteiros, além de centenas de "candidatos" a planetas.

Fonte: G1

Nota:Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. (Salmos 19 -1)

Asteroide suspeito não poderia ter causado extinção dos dinossauros

Dados obtidos pelo telescópio espacial Wise, da Nasa, colocam em dúvida a origem do meteoro que caiu na Terra há 65 milhões de anos e encerrou a era dos dinossauros.

Em 2007, um estudo apontou que o que atingiu a Terra foi um fragmento de um asteroide gigante chamado Baptistina. De acordo com essa teoria, o Baptistina se chocou com outro asteroide no cinturão que fica entre Marte e Júpiter há cerca de 160 milhões de anos, espalhando pelo Sistema Solar detritos do tamanho de montanhas.

Porém, os novos dados obtidos pelo Wise, que usa raios infravermelhos, jogaram a teoria por água abaixo. A sonda observou mais de mil asteroides da família Baptistina – fragmentos de um único corpo original.

Na análise, os cientistas chegaram à conclusão de que a ruptura do Baptistina aconteceu há 80 milhões de anos – metade do que se imaginava. Não haveria, portanto, tempo suficiente para que um desses fragmentos chegasse à Terra a tempo de extinguir os dinossauros.

O cálculo foi possível porque o tamanho e a reflexibilidade dos asteroides indicam o tempo que eles levaram para alcançar as atuais posições. As informações obtidas pelos raios infravermelhos são mais precisas do que as do espectro visível, por isso a evidência pode ser considerada definitiva.

Fonte: G1

Nota: Os cientistas agnósticos só precisam hoje juntar todas as peças do quebra cabeça ("intensa chuva meteorítica, vastos derrames de lava, transgressão marinha e deposição de sedimentos nos continentes, formação plano-paralela rápida da coluna geológica, soterramento instantâneo e fossilização em massa de muitos animais, queda de temperatura etc") e achar a resposta. Pois existe forte evidência de que os dinossauros desapareceram por causa de uma grande catástrofe diluviana. Os fósseis são um exemplo clássico disso. Um rápido soterramento e posteriormente fossilização destes animais em todo planeta indicando também uma morte por asfixia. [FN]

Cientistas questionam “elos perdidos”

Recentemente, dois paleoantropólogos questionaram a “humanidade” de alguns fósseis de primatas descobertos. Para eles, a interpretação de fragmentos ósseos de sete milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] é mais complexa do que alguns pensam. Os fósseis em questão correspondem às espécies Orrorin tugenensis, Sahelanthropus tchadensis e Ardipithecus ramidus, e fizeram fama por [supostamente] preencher lacunas na história da evolução de macacos para seres humanos. Porém, os paleoantropólogos acreditam que os fósseis não sejam restos de alguns dos nossos antepassados hominídeos, mas sim apenas ossos de macaco. O problema é que uma série de características que têm sido identificadas como relacionadas aos seres humanos podem ser interpretadas de maneiras diferentes. Por exemplo, o Sahelanthropus, o mais antigo gênero que se acredita ter sido um hominídeo, é um crânio parcial de sete milhões de anos [sic]. Pela sua forma, os cientistas concluíram que o modelo deve ter andado ereto. A posição do seu “forame magno” no local onde o cérebro se conecta a medula espinhal historicamente tem sido associada ao bipedismo. No entanto, a anatomia comparativa prova que isso nem sempre é o caso.

O Orrorin, o segundo mais antigo, também seria bípede. Os paleoantropólogos também acham que ele pode não ter andado na vertical. E o famoso esqueleto parcial de Ardipithecus de 4,4 milhões de anos se parece muito com macacos do mesmo período.

Essas questões propostas pelos cientistas nos fazem pensar: Será que tais erros de interpretação são comuns? Será que tudo pode ser diferente do que se ensinam nas escolas?

Em ciência, sempre há diferenças de interpretação e debates. Não é fácil ser conclusivo ou definitivo, ainda mais em ciência histórica que não permite experiências. [Pena que as revistas científicas populares e a mídia em geral geralmente não admitam isso e tratem o assunto como certeza. – MB]

As espécies em debate viveram há milhões de anos [isso também não seria especulativo?], em uma pequena região da África em populações pequenas. Hoje, existem apenas exemplos isolados e demora um pouco para que vários cientistas tenham uma chance de estudá-los.

Também existem outros problemas na área, como encontrar a idade correta de fósseis. Apesar de existirem técnicas espetaculares, há limites. A técnica de argônio é realmente precisa, mas exige a presença de rochas vulcânicas que não são encontradas em todos os lugares. Datação por carbono 14 não é confiável em fósseis com mais de 40 mil anos.

Uma dificuldade acrescida é a ocorrência de homoplasia: uma situação em que os traços de duas espécies distantes evoluíram para uma aparência semelhante (ao invés de se parecerem por causa de uma estreita relação genética). Esse é um problema real no estudo e registro de fósseis. A semelhança não implica necessariamente a ancestralidade.

Considerando todas essas dificuldades, a compreensão científica atual das origens humanas é surpreendentemente bem desenvolvida. O registro fóssil humano é um dos melhores em biologia [então, imagine os piores...]. Desde que os humanos modernos evoluíram, há 200.000 anos [sic], a evidência fóssil que deixaram para trás é extensa, e de 50.000 a 60.000 anos atrás os nossos antepassados deixaram fósseis em uma grande região do mundo. O histórico é bastante sólido, mas o registro ancestral humano indiscutível só começa em torno de 4.200 anos atrás [os criacionistas sugerem que a vida humana tenha em torno de seis a dez mil anos, e o registro ancestral humano indiscutível também remonta a alguns milhares de anos]. Há muitos detalhes a serem ainda trabalhados.

Fonte:Hypescience

Nota do blog Criacionismo.com: Releia os trechos que grifei em bold para perceber o grau de incerteza nesse tipo de pesquisa evolucionista. A despeito disso, no último parágrafo, eles tentam salvar a teoria afirmando o que negam desde o começo: “a compreensão científica atual das origens humanas é surpreendentemente bem desenvolvida.” Como pode ser bem desenvolvida com tão poucos e incompletos fósseis antigos? Como pode ser bem desenvolvida, se é tão baseada em interpretações de evidências mínimas? De qualquer forma, já é um grande avanço a publicação de uma matéria dessa natureza. Parabéns ao Life’s Little Mysteries pela publicação e ao Hypescience, pela republicação.[MB]

domingo, 18 de setembro de 2011

Exposição incentiva estudo da química em São Paulo

Estudar química para muitos alunos não é tarefa das mais fáceis, quanto mais seguir carreira nesta área. Mas uma exposição em São Paulo pretende mudar este quadro.


Fonte: Globo Vídeos

sábado, 17 de setembro de 2011

Ano Internacional da Química e a utilidade da Química


O vasto mundo dos elementos químicos e suas reações é o tema do vídeo. Um especial sobre o Ano Internacional da Química.

A comemoração foi escolhida para 2011 porque a data marca o centenário do Nobel concedido à polonesa Marie Curie, que descobriu e estudou os elementos rádio e polônio.

Para entender como a Química é estudada nos dias atuais e será ensinada no futuro, segue-se uma busca por futuros professores da área. A formação destes profissionais em duas aulas distintas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), de Química do Cotidiano e de Desenvolvimento de Material Didático.

O vídeo apresenta três áreas de ponta da pesquisa em Química.

O Mérito Acadêmico traz entrevista com o professor Angelo da Cunha Pinto, referência nacional em produtos naturais. Ele conta como estuda substâncias que prometem combater o câncer e doenças autodegenerativas.

Já o Fora de Série mostra a aplicação da nanotecnologia na área. A aluna Aline Oliveira, que faz iniciação científica com este tema, explica como une tecnologia de ponta e garrafas PET para fazer peneiras moleculares, usadas para acelerar reações químicas.

E o Eu Amo meu Trabalho acompanha a jornada do engenheiro químico Marcus Vinícius de Araújo Fonseca, que identifica maneiras de transformar resíduos da indústria petrolífera em materiais que servem para construir paredes e divisórias, entre outros.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXX VI

Nicolau Copérnico (1473 - 1543) Astrônomo e matemático Estabeleceu a teoria heleocêntrica do sistema solar

“As leis da natureza não são intrínsecas e não podem ser deduzidas a priori: antes são impostas ou infundidas por Deus, e só podem ser conhecidas a posteriori, por meio da investigação empírica”.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Resultados de algumas escolas de Guanambi - Bahia no Enem 2010

Clique na imagem para ampliar!

- Colocação no Ranking na categoria de participantes
- Taxa de participação de estudantes da escola no Enem
- Média final da escola no Enem

Fonte: Inep

Barbaridades que não podem ser esquecidas

“Hiroshima e Nagasaki” foi um dos tópicos mais comentados no Twitter um dia após a celebração em memória das quase três mil vítimas do atentado de 11 de setembro, nos Estados Unidos. Isso porque, na opinião de alguns, embora seja legítima a dor dos parentes das vítimas do maior atentado terrorista realizado nos Estados Unidos, o mundo parece se esquecer de outras ações assassinas perpetradas inclusive pelo próprio governo norte-americano, como no caso das duas bombas lançadas sobre o rendido Japão no fim da Segunda Guerra Mundial – barbaridade que levou à morte centenas de milhares pessoas. Barbaridades não devem ser esquecidas, para que se pense milhares de vezes antes de repeti-las. Dizer que o 11 de Setembro “foi o maior atentado terrorista da história” é esquecer a história.

Relembre seis barbaridades cometidas pelos Estados Unidos ao longo de um século:

1) Bomba atômica sobre civis em Hiroshima, em 1945.
2) Bomba atômica sobre civis em Nagasaki, no mesmo ano.
3) Bombas incendiárias sobre civis em Dresden (este, sim, o maior “ataque terrorista” da história), matando mais de 350 mil habitantes.
4) Bombas incendiárias sobre civis em Tóquio.
5) Bombas incendiárias sobre civis no Vietnã, durante a década de 1960 e início dos anos 1970.
6) Bombardeio de civis em Belgrado, durante os anos 1990.

Quantos militares norte-americanos foram condenados pela Corte Internacional como criminosos de guerra? Nenhum. Na primeira tentativa, os juízes foram ameaçados.

“Os Estados Unidos são o país que mais consome drogas no mundo. Você já viu algum traficante ser preso e exposto na mídia?”, pergunta o jornalista e professor universitário Ruben Holdorf. “Só no cinema. Aliás, um recurso de denúncias, mesmo não funcionando na prática. Apenas os estrangeiros são perseguidos e condenados, inclusive com exigências de deportação. Ora, algo está errado”, completa.

Há mais coisas “erradas”, na opinião de Holdorf (e não somente na dele). Basta lembrar o arquivamento do processo a respeito da morte de John F. Kennedy. Por que arquivá-lo até 2029? Além disso, cerca de 22 autores respeitados (como Noam Chomsky) levantam dúvidas sobre os atentados de dez anos atrás, nos Estados Unidos. Alguns perguntam: Seres estúpidos, escondidos em cavernas, teriam condições de chegar aos Estados Unidos e treinar pilotagem em teco-teco a fim de manobrar uma aeronave supermoderna contra alvos difíceis? Cadê as listas de passageiros? Cadê os restos dos aviões no Pentágono e na Pensilvânia? Apenas escombros, um buraco arredondado no prédio da defesa e grama e árvores chamuscadas na fazenda. Logo depois, um gasto trilionário que enterrou de vez a economia mundial e a culpa jogada sobre as costas do “presidente negro”. Enquanto isso, a família causadora da confusão vive tranquila no Texas, desfrutando os lucros da guerra, do aumento do preço do petróleo e de suas relações, amplamente divulgadas pela mídia, com os Salinas e os cartéis fronteiriços com o México.

Para quem perdeu quem amava isso parece importar pouco agora. Mas a história não pode ser esquecida e o desejo por justiça – que somente será estabelecida definitivamente quando vier Aquele que é justo – não pode naufragar no mar da impunidade e da desinformação. [Michelson Borges]

Fonte: Criacionismo

domingo, 11 de setembro de 2011

10 anos do 11 de Setembro

Fonte: Nanihumor.com

Nota:
Assista o clipe musical que separei no final desta página sobre o 11 de Setembro. Quem canta é o Grupo Novo Tom - Estou em Paz.

sábado, 10 de setembro de 2011

Morador de Brasília encontra um selo de radioatividade no lixo

Na manhã deste sábado (10), um morador da quadra de uma área econômica do setor Sudoeste, em Brasília, encontrou um selo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM) jogada no lixo (Ver foto). A embalagem descreve o produto como sendo iodeto de sódio 131.

Segundo informações na página da CNEM, o iodeto de sódio é um produto radioativo usado na medicina no diagnóstico de doenças da glândula tireoide. Por ter uma validade média de oito dias, o produto tem sido substituído em exames pelo iodo 123 ultrapuro, cuja radioatividade dura 13,2 horas.

O técnico da CNEM Adriano de Souza afirmou que a embalagem encontrada estava vazia e com prazo de validade vencido – o selo era de 2008. Apesar disso, Souza disse que se houvesse iodeto e a substância estivesse dentro da validade, o produto poderia provocar queimaduras e até câncer em quem o manuseasse.

O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil foi acionado rapidamente fechando por quase três horas a quadra que dava acesso ao material radioativo e conseqüentemente alguns moradores que supostamente poderia ter manuseado o produto foi examinado - aparelho que mede radiação - e foi descartado qualquer contaminação.

Lembrança do césio 137

O selo da CNEM levantou o medo de que a radiação do produto pudesse causar danos à saúde, como no caso da cápsula de césio 137 encontrada por catadores de lixo em Goiânia, em 1987, e que se transformou no maior acidente nuclear brasileiro. O acidente com o Césio 137 ocorreu em 1987.

O material radioativo estava em um equipamento médico abandonado em um hospital desativado da cidade. Depois de retirado da máquina, o césio 137 foi vendido para o dono de um ferro-velho. Várias pessoas que tiveram contato com o produto morreram. Os donos do instituto de radiologia onde estava o equipamento foram condenados por homicídio culposo (quando não há intenção de matar).

O material contaminado – mais de 1,6 mil toneladas de entulhos, terra e roupas – foi transferido para um depósito especial em Abadia de Goiás.

Fonte: G1

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXX V

William Daniel Phillips (1948- ), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1997

"Muitos cientistas são também pessoas com uma fé religiosa bastante convencional. Eu, um físico, sou um exemplo. Creio em Deus como Criador e como Amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage conosco."

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Nanomáquinas - Obras de Designs Inteligentes

Uma máquina pode ser definida como um aparelho – formado por componentes, como motor, pistão, válvula e engrenagem – que executa uma tarefa ao ser fornecida a ele energia.

Máquinas permeiam nosso cotidiano. Por exemplo, acordamos ao som do despertador; preparamos café usando uma cafeteira elétrica; conferimos nossas mensagens de correio eletrônico no computador; andamos de carro, ônibus, metrô, avião, trem, barco... Máquinas nos ajudam a economizar e otimizar nosso tempo, para que possamos empregá-lo de outras maneiras.

Uma máquina molecular, também denominada nanomáquina – o prefixo nano (anão, em grego) indica que a máquina tem dimensões na ordem de um bilionésimo de metro (10-9m) –, pode ser descrita com base nos mesmos conceitos empregados para definir uma máquina macroscópica: dispositivo que executa determinada função ao receber um estímulo externo que pode ser elétrico, luminoso, químico ou térmico. Contudo, os componentes que formam uma nanomáquina são moléculas ou aglomerados de átomos.

As nanomáquinas podem ser naturais ou artificiais. As mais importantes – e mais estudadas – do primeiro tipo são a proteína miosina e a enzima F0F1-ATP sintase. Esta última, formada por proteínas, é uma das máquinas moleculares naturais mais eficientes conhecidas.

Converte a energia que vem da molécula adenosina trifosfato (ou simplesmente ATP) em movimento rotacional com quase 100% de eficiência, percentual praticamente inalcançável no reino das máquinas macroscópicas.

A miosina, responsável pela contração e extensão muscular, pertence a uma classe de motores lineares proteicos que convertem energia química em trabalho, com base nos movimentos coletivos de seus componentes moleculares. São máquinas biológicas complexas e sofisticadas cujo funcionamento é responsável por processos vitais do organismo.

O primeiro protótipo

Inspirados por motores proteicos naturais, cientistas – entre eles, vários químicos – desenvolveram nanomáquinas artificiais – daí, merecidamente, serem, por vezes, chamados arquitetos ou engenheiros do mundo molecular.

Essas nanomáquinas de laboratório são ainda primitivas quando comparadas às naturais. Mas não podemos esquecer que a natureza levou milhares – ou milhões – de anos para que as nanomáquinas naturais pudessem realizar suas tarefas de modo eficiente.

O norte-americano Richard Feynman (1918-1988), Nobel de Física de 1964, é considerado o pai da nanotecnologia. Cerca de 20 anos depois de sua palestra profética e desafiadora em 1959, a equipe de Seiji Shinkai, da Universidade de Kyushu (Japão), construiu o primeiro protótipo de nanomáquina. No caso, uma molécula que funciona como uma chave liga-desliga acionada pela luz.

A partir desse primeiro protótipo de nanomáquina artificial, houve progresso gigantesco nessa área de pesquisa, principalmente devido à combinação de fatores como: i) o avanço de métodos de síntese (‘fabricação’) de substâncias orgânicas e inorgânicas; ii) o desenvolvimento de técnicas computacionais que permitem entender os tipos de ligações e interações químicas presentes nos sistemas; iii) o avanço de técnicas analíticas para caracterizar a estrutura das moléculas.

O grande sonho dos químicos que trabalham nessa área é construir nanomáquinas que sejam tão eficientes quanto as naturais e que executem tarefas como transporte de medicamentos para pontos específicos do corpo humano; localização e destruição de moléculas orgânicas tóxicas presentes no ar e na água; transporte mais rápido de informações etc.

Pode parecer ficção científica, mas muitos sistemas assim já foram fabricados. Entre os mais interessantes, estão nanomáquinas que exercem a função de músculos artificiais, caminhões, rotores, elevadores, válvulas etc. Todas são movidas por um combustível específico, que pode ser químico, fotoquímico, eletroquímico ou térmico.

Algumas dessas nanomáquinas: i) músculos moleculares artificiais, com componentes capazes de se contrair e se estender, com movimento similar aos músculos naturais; ii) caminhões moleculares, formados por rodas, chassi e eixos; iii) rotores à base de moléculas com duas partes que giram uma em torno da outra de forma controlada, de modo semelhante a um giroscópio; iv) nanoelevadores com plataformas moleculares que sobem e descem entre duas estações; v) nanoválvulas que lembram reservatórios com um componente móvel que se abre e fecha, como uma porta, liberando seu conteúdo.

Por Célia Machado Ronconi
Laboratório de Química Supramolecular e Nanotecnologia
Instituto de Química, Universidade Federal Fluminense

Fonte: Ciência Hoje

Nota deste blog: Prestou atenção nos textos que grifei? Muitos cientistas e químicos ('chamados arquitetos ou engenheiros do mundo molecular') levaram mais de 20 anos na pesquisa, elaborando e construindo um protótipo primitivo. Por outro lado, as nanomáquinas naturais pré-existentes (muito mais complexas do que os artificiais), surgiu por mero acaso ('a natureza levou milhares – ou milhões de anos...'), sem presença de projetistas. Bastante estranho isso, não? Por que não acreditar também que as nanomáquinas biomoleculares naturais são obras de um grande Design Inteligente? [FN]

Nota do blog Desafiando aNomenklatura Científica: Nanomáquinas biomoleculares: onde a Física, Química e Biologia finalmente se encontram. Quem disse que a biologia e a física e a química não se encontram? Pois é, elas finalmente se encontraram nas nanomáquinas biomoleculares. Como é que fica agora a tese de Mayr que a Biologia evolutiva tem status diferente das outras ciências como a física e a química???

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dr Ateu - No Princípio

O professor ateu ensina como surgiram o universo, a vida e os seres humanos.

Como pode alguém duvidar de tanta sabedoria e sagacidade?

Eu postei esse vídeo para mostrar como os militantes ateus incorporaram a palavra "ciência" em seu arsenal erístico. Na verdade, o que eles fazem é trocar a palavra ateísmo/naturalismo/materialismo/fisicalismo por "ciência". Isso pode estar acontecendo na sua escola ou universidade...

sábado, 3 de setembro de 2011

Uma Questão de Origens

A compreeção da verdadeira origem da humanidade é essencial em determinar destino final. Esta produção visualmente rica, cheia apresenta evidências conclusivas que universo e toda a vida foram criados. , e que o Deus da Bíblia é o Criador. A Bíblia é o único livro santo no mundo que é cientificamente exato. Além disso, a predição de descobertas científicas demonstra que a Bíblia é de fato a Palavra de Deus. Este documentário é essencial para quem tem perguntas ou dúvidas a respeito da exatidão científica da Bíblia.

Famosos ateus fogem de debates com teólogo cristão Willian L. Craig por medo de nova humilhação

A 8ª Conferencia Teológica Vida Nova, em São Paulo trará em 2012 como tema a Apologética contemporânea para umo mundo de incertezas. Os palestrantes considerarão e rebaterão as críticas e dúvidas que nossa cultura lança contra a fé cristã e mostrarão a razoabilidade e confiabilidade do cristianismo. A conferencia terá como um dos preletores, William Lane Craig.

Doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham, William Lane Craig é um dos mais destacados apologetas da atualidade, é autor dos livros A Veracidade da Fé Cristã e Filosofia e Cosmovisão Cristã.

O teólogo e filósofo analítico, é conhecido por seu trabalho na filosofia da religião e sua vasta experiência em debates e palestras pelo mundo todo.

Entre os oponentes de W. L. Craig nos debates temos grandes nomes como ateus do porte de Anthony Flew, Lewis Wolpert, Christopher Hitchens, Sam Harris, o qual, curiosamente testemunhou a favor de Craig, descrevendo-o como “o único apologista cristão que colocou o temor de Deus em muitos dos meus companheiros ateus”. Em 2009, um debate de Craig com Christopher Hitchens (outro grande titã do neoateísmo), se tornou um tanto quanto conhecido, em função da declaração feita pelo do site ateu ‘Common Sense Atheism’, que afirmou que Craig “spanked Hitchens like a foolish child” (“espancou Hitchens como se fosse uma criança tola”).

Recentemente Polly Toynbee, presidente Associação Humanista Britânica (British Humanist Association - BHA) e colunista do jornal britânico The Guardian, desistiu de participar de um debate sobre a existência de Deus com Craig – estava agendado para outubro na Westminster Central Hall, em Londres, sob apoio da Premier Christian Radio – alegando que ”não tinha conhecimento do estilo de debate do Sr. Lane Craig, e a partir do momento que viu seus debates anteriores, percebeu que este não era o mesmo estilo de debate dela”.

Mas a Sra. Tonynbee, não foi a única a rejeitar um debate com Willian Lane Craig. Richard Dawkins, seu vice-presidente na BHA, já recusou debater com William L. Craig por quatro vezes e também o outro vice-presidente, A. C. Grayling – autor da “bíblia humanista” intitulada “The Good Book” – bate o pé e se recusa terminantemente a debater com Craig. Segundo crítica do Blog ‘O Contorno da sombra’ parece não ser o forte da diretoria da BHA e que talvez o “não” de Polly tenha sido parido num cafezinho nos corredores da mesma.

No entanto, pode-se em parte deduzir uma justificativa as recusas. Está disponibilizamos abaixo um dos vídeos dos vários debates feitos pelo teólogo. Neste está disponível parte do debate do Dr. William Lane Craig com o ateu darwinista Peter Atkins.

Craig deixa Atkins totalmente sem reação, ao provar que há várias verdades que não podem ser submetidas ao método científico, mas que nem por isso são menos verdadeira, rebatendo o argumento do ateu de que a ciência podia explicar tudo, sendo desnecessário a crença em Deus.

William F. Buckley Jr, o moderador do debate, brinca com Atkins dizendo, “Ponha isso no seu cachimbo e fume!”, ao contemplar a fisionomia sem jeito de Atkins e sem conseguir conter sua admiração com o argumento do Craig.

A ciência é Onipotente?


Fonte: Gospel mais

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXX IV

Arno Allan Penzias (1933-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1978

"Eu olho para Deus através das obras de suas mãos e estas obras implicam intenções. Destas intenções recebo uma impressão do Todo-Poderoso."

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O hambúrguer que dá ressaca

Deixei de aproveitar a oportunidade para escrever no fim de semana sobre o "McDia Feliz", campanha da franquia de lanchonetes McDonald's que destina a renda das vendas do sanduíche Big Mac para combate ao câncer infantil. Vou falar sobre o tema com dois dias de atraso, assumindo o risco de provocar sensação de ressaca moral em alguns leitores.

Esse tipo de estratégia de marketing é cada vez mais comum na indústria alimentícia, e aparentemente dá retorno. Neste ano, testemunhei pessoas que considero inteligentes _uma delas um cientista da área de saúde_ aplaudindo o McDia feliz. Eu já não bato mais palmas.[Continue lendo esta refexão aqui!]

Verdades e mentiras sobre o Dom de Línguas

Depois que postei uma opinião do apresentador Jô Soares sobre Dom de Línguas (tão falada em muitas igrejas evangélicas), recebi dos nossos amigos blogueiros, num só dia, dezenas de e-mails e comentários controversos sobre o tema [assista aqui]. Então, busquei dois estudos bíblicos pela internet [em forma de vídeo, a partir dos 15 minutos, e de texto que vem logo abaixo] realizados pelo mesmo autor, o Pr. Ivan Saraiva, orador do programa de Tv, Está Escrito. Aos interessados sobre o assunto, desejo que a referida pesquisa e o auxílio do Espírito Santo, ilumine-o para novas concepções.


O Dom de Língua Bíblico

Esse importante dom mencionado na Bíblia tem sido incompreendido pelos sinceros irmãos da atualidade. Há mesmo quem afirme que quem não fala em “línguas estranhas” não é batizado com o Espírito Santo (Contrariando totalmente o que está escrito em Efésios 1:13 que afirma sermos selados pelo Espírito a partir do momento em que cremos em Jesus e não no momento em que “falamos línguas estranhas”), ou seja, é uma espécie de “cristão de segunda classe”. Asseguram inclusive que a única prova de ser batizado com o Espírito Santo é falar “língua estranha”. [Continue lendo aqui].

Fonte: Novo Tempo

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