quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Jô Soares fala sobre o dom de línguas na Bíblia

Até o Jô Soares que não é "teólogo" ENTENDEU, como pode alguém que "lê" a Biblia não entender essa grosseira contradição Neo-Pentecostal?



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nobel de Química garante que indústria farmacêutica não quer que povo se cure

O prêmio Nobel de Química 2009, o americano Thomas Steitz, denunciou em Madri o fato de que os laboratórios farmacêuticos não pesquisam antibióticos efetivos e acrescentou que "não querem que o povo se cure".

– Preferem centrar o negócio em remédios que deverão ser tomados durante toda a vida. Muitas das grandes farmacêuticas fecharam suas pesquisas sobre antibióticos porque estes curam as pessoas.

Thomas Steitz é pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes da Universidade americano de Yale, e assiste em Madri ao Congresso Internacional de Cristalografia (estudo da estrutura ordenada dos átomos nos cristais da natureza).

No caso da tuberculose, Steitz analisou o funcionamento que deveria seguir um novo antibiótico para combater cepas resistentes à doença que surgem, sobretudo, no sul da África.

O cientista comentou em entrevista coletiva que o desenvolvimento deste remédio exige um grande investimento e a colaboração de um laboratório farmacêutico para avançar na pesquisa.

– É muito difícil encontrar um que queira trabalhar conosco, porque para estas empresas vender antibióticos em países como a África do Sul não gera dinheiro e preferem investir em remédios para toda a vida.

Por enquanto, segundo Steitz, estes novos antibióticos são "só um sonho, uma esperança, até que alguém esteja disposto a financiar o trabalho".

Steitz e os espanhóis Enrique Gutiérrez-Puebla e Martín M. Ripoll, do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), pediram nesta sexta-feira aos países para que invistam mais em ciência. Os cientistas acreditam que a resistência das bactérias aos antibióticos será necessária continuar pesquisando "indefinidamente".

Fonte: BioMedicina Padrão

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXX III

Arthur L. Schawlow (1921-1999), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1981

"... eu encontro uma necessidade por Deus no universo e em minha própria vida ... Somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento, que nos fala de Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender."

Debate sobre alimentação na RIT TV

Tema: “Comer mal é pecado contra o templo do Espírito Santo [corpo]. Então, as igrejas não deveriam ensinar a comer direito?”



Fonte: Na Mira da Verdade

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Evolução da química levou à criação de aromas sofisticados

O uso de aromas, presentes em desodorantes, cremes, xampus e perfumes, faz parte da história da humanidade. Mas a produção de cheiros de hoje só foi possível com a evolução da química.

As primeiras formas de aromatização eram feitas pela simples fumigação de ervas. Essa técnica fazia parte das cerimônias religiosas.

"Acreditava-se que Deus estivesse no ambiente, mesmo sem ser visto, assim como os cheiros", explica João Braga, professor de história da moda da Faap (Fundação Armando Alvares Penteado).

Os aromas feitos a partir de ervas como a mirra --um dos presentes que teriam sido dados a Jesus-- faziam parte de rituais desde o Egito Antigo. Lá, surgiram também as primeiras formas de perfumar-se por meio de pastas.

"Havia diferentes aromas para cada parte do corpo. Mas os líquidos dessas pastas eram muito voláteis", conta a química Claudia Rezende, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Ela coordena o Ano Internacional da Química no Brasil.

'ALQUIMIA'

Com o processo de destilação (separação da água e do álcool), aperfeiçoado no século 14, o perfume ficou independente dos banhos. Nessa época, as ervas para culinária, religião e perfumes se confundiam.

No século 16, os últimos alquimistas europeus --químicos da época-- aperfeiçoaram a condensação do vapor de ervas em ebulição para extração dos óleos essenciais --a base dos perfumes.

"Isso deu um salto na história dos perfumes", explica Humberto Bizzo, que pesquisa óleos essenciais na Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

Desde então, a vida de personagens históricos foi marcada também pelos cheiros. Um deles é Napoleão Bonaparte, líder da revolução francesa no século 18. Ele usava uma fragrância como a atual "Água de Colônia".

Apesar de adepto de cheiros, um perfume teria tirado Napoleão do sério: o de sua ex-mulher, Josefina. Ela teria impregnado o quarto dele com seu forte aroma antes de deixar sua casa.

A popularização dos perfumes aconteceu no século 19, com o avanço da química e o crescimento da indústria. Mas os perfumes não deixaram de ser itens "de luxo" e passaram a ter uma uma relação cada vez mais próxima com a moda. "O sensorial é uma das formas de convencimento de consumo", lembra Braga.

Mas o odor é importante também para a sobrevivência. Serve, por exemplo, para identificar comida estragada. "É um alerta para o sistema de defesa", diz Rezende.

Hoje, a química se ocupa buscando moléculas, reproduzindo-as sinteticamente e criando fixadores.

Os perfumistas trabalham com um universo limitado, mas grande, de substâncias: são cerca de 3.000 matérias-primas. A arte é fazer uma combinação delas.

"Além disso, há prospecção de novas substâncias na natureza e no laboratório", lembra Bizzo, da Embrapa. Ele, por exemplo, está em busca de novos aromas no cerrado brasileiro.

Fonte: Folha.com

sábado, 20 de agosto de 2011

Padre Fábio Melo assombra a Igreja Católica sobre a doutrina do Sábado Bíblico

Padre Fábio Melo não faltou com a verdade ao comentar sobre o sábado, o quarto mandamento da lei de Deus, segundo a Bíblia (Exodo 20:8). Além do mais, citou como foi o costume de Jesus (Lucas 4:16) e afirma também que Jesus não baniu a lei (Mateus 5:17).



Nota: Tenho que parabenizar ao padre Fábio de Melo pela coragem e a sinceridade de falar estas verdades no seu programa [Vídeo na integra]. Sendo que não existe um só versículo que ordene guardar o domingo como dia santo de repouso, torna-se evidente que este é guardado pela maioria dos cristãos católicos e evangélicos exclusivamente por tradição, ao passo que centenas de versiculos mandam observar o sábado. O decreto mais antigo, obrigando a guardar o domingo é pagão. Foi assinalado pelo Imperador Constantino no dia 07 de março do ano 321. [FN]

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXX II

Charles Townes (1915-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1964

"Você pode perguntar: onde exatamente Deus entra em tudo isto? Talvez minha narrativa possa lhe dar algumas respostas, mas para mim a pergunta quase não faz sentido. Se você crê em Deus, não existe um 'onde' em particular. Ele sempre está presente... Para mim Deus é pessoal e também onipresente. Uma grande fonte de força, Ele fez uma enorme diferença para mim."

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Centenário do Premio Nobel de Química da Madame Curie.

2011 foi tomado como o ano internacional da química e também comemora o centenário do Premio Nobel de Química recebido pela Madame Curi, mas você sabe quem foi Madame Curie?

Madame Curie é como é chamada Marie sklodowska que ao se casar com Pierre Curie adotou o nome Marie sklodowska Curie, seu marido o qual ela dividiu o Premio Nobel de Física anos antes.

Marie Curie era filha de professor que envolvida com grupos que almejavam transformar a ciência teve que fugir de sua terra até Paris, onde se licenciou em Física e Matemática, Marie Curie estudava elementos radioativos e suas radiações e foi nestes estudos que ela descobriu dois elementos novos, o Polônio e o Rádio, imaginem que para ela obter 1g de sal de radio ela teve processar oito toneladas de pechblenda e que por acaso foi a partir deste elemento e a energia que ele libera que foi inventados os termos radioativo e radioatividade e foi com estes estudos de radiação que ela e seu marido ganharam o Premio Nobel de Física e pela descoberta dos elementos o Premio Nobel de Química.

Ela foi à primeira pessoa a ganhar dois Prêmios Nobel, feito no qual foi repetido somente depois de mais de 40 anos por Linus Pauling e mesmo assim ela foi à única a ganhar dois em áreas científica.

Mesmo falando de dois grandes prêmios que esta grande mulher recebeu, ainda assim não falaríamos nem metade os grandes feitos que esta mulher teve, feitos como o uso da radiografia para tratamentos de soldados feridos, fundadora do instituto do Rádio, sócia da Academia de Medicina, autora do livro “Radioactivité”, teve seu rosto impresso em notas de sua terra natal, mãe de mais uma ganhadora do Premio Nobel e seu sobrenome foi homenageado com o batismo do elemento 96 da tabela periódica nomeado Cúrio.

Não é a toa que ela é uma grande inspiração para toda a sociedade científica e tão lembrada nesta nossa celebrarão do Ano Internacional da Química.

Fonte: Teoria da Relatividade

Nota: Veja mais novidades sobre o Ano Internacional da Química aqui, aqui e aqui.

Polícia Federal realiza Operação Alquimia

A Polícia Federal prendeu 23 suspeitos de integrar uma organização criminosa acusada de sonegar R$ 1 bilhão em impostos. Entre os bens confiscados pela Justiça está uma ilha de 20 mil m2 na baía de Todos os Santos, próxima a Salvador (BA).

A Operação Alquimia, que ocorreu em 17 Estados e no Distrito Federal, foi conduzida pela PF e pela Receita e teve seu foco nas atividades do grupo Sasil, um dos principais distribuidores de produtos químicos do Nordeste.

A reportagem apurou que o inquérito da PF aponta os irmãos Paulo Sérgio Pinto Cavalcanti e Ismael César Cavalcanti Neto, da Sasil, como mentores do esquema.

Segundo a PF, uma rede de empresas foi registrada em nome de laranjas para não recolher tributos federais e estaduais. Ao todo, 300 empresas foram usadas desde a década de 1990. Os irmãos tiveram as prisões temporárias decretadas pela 3ª Vara da Justiça Federal de Juiz de Fora (MG). O juiz decretou, ao todo, a prisão de 31 pessoas. Até a noite de ontem, havia oito pessoas foragidas.

As empresas de fachada tinham movimentações milionárias, mas foram constituídas tendo como sócios pedreiros, motoristas e pessoas cujos vencimentos eram insuficientes para declarar o Imposto de Renda.

A ilha confiscada foi avaliada em R$ 15 milhões. Foram ainda apreendidos cerca de 2,5 kg de ouro em barras, R$ 40 mil em espécie, oito jet skis e uma lancha, quase uma centena de veículos e maquinário.

Fonte: Correio do Povo

As imagens da ilha confiscada na Operação Alquimia

A flauta mágica!

Parte 02
Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Depois do caso Wasthi, escritor e jornalista fala sobre convicções religiosas

Em entrevista concedida à Rede Brasil Diário, o escritor e jornalista, Michelson Borges, dimensionou a atitude da jovem Wasthi Lauers de Castro, que desistiu de participar de um programa de reality show por causa da fé. De acordo com o escritor, em tempos como os de hoje, é raro ver pessoas lutando por aquilo que acreditam. (Veja antes a história completa de Wasthi no programa de Ana Hickmann aqui.)

1. Como ‘enxergou’ a atitude de Wasthi, quando ela simplesmente abandonou o reality show da Record para obedecer princípios bíblicos?

De uma tremenda coragem e senso de oportunidade. Declarar para milhões de telespectadores que abriu mão de uma grande oportunidade para se manter fiel à Palavra de Deus deve ter exigido da moça muita convicção e firmeza de caráter.

Alguém poderia argumentar que ela foi um tanto imprudente ao aceitar participar de um programa que muito provavelmente colocaria à prova suas convicções de guardadora do sábado. Pode ser. Mas o que importa mesmo é que, no momento em que se viu sob pressão, Wasthi foi fiel e pôde testemunhar de sua crença, o que deixou admirada até mesmo a apresentadora do programa.

Certamente, muitas pessoas devem ter pensado no exemplo dessa jovem que decidiu não violar sua consciência e sua fidelidade para com Deus - diga-se de passagem, algo muito raro nestes tempos de relativismo e corrupção moral.

2. Na sua opinião, o que leva uma pessoa a desistir de uma oportunidade como Wasthi teve? O que acontece na cabeça de uma pessoa com convicções tão fortes?

Uma íntima relação com o Criador, sólidos princípios morais e muita convicção de que a Bíblia, de fato, é a Palavra de Deus. É relativamente fácil obedecer a mandamentos que dizem: "Não matarás", "Não furtarás", etc., pois, se os transgredirmos, poderemos acabar na prisão. Há aí uma relação de causa e efeito negativa que inibe muita gente.

Mas o que acontece com quem transgride o mandamento bíblico do sábado? Absolutamente nada, do ponto de vista humano. Quem guarda o sábado o faz pura e simplesmente porque reconhece que esse é um mandamento divino como os demais nove. Obedece porque está escrito e porque ama quem escreveu, e não porque poderá sofrer consequências, caso desobedeça.

3. Vale a pena desistir de sonhos e oportunidades por causa de uma religião?

Vale a pena desistir de sonhos quando temos um sonho maior do que todos os outros. Wasthi, os cristãos bíblicos em geral e os adventistas em particular têm um grande sonho: estar prontos para se encontrar com Jesus, quando Ele voltar.

Todo e qualquer sonho ou plano para esta vida fica apequenado diante dessa grande esperança. Tudo o mais fica relegado a planos inferiores em perspectiva desse grande evento. Além disso, quando se tem a consciência afinada e sensível, uma das piores coisas é viver com o pensamento de se ter transgredido princípios que servem para nos proteger e que caracterizam nossa fidelidade ao Criador.

Wasthi não desistiu de uma oportunidade simplesmente por causa de uma religião. Ela abriu mão daquilo por causa de seu amor a Deus. Muitos cristãos, ontem e hoje, têm tomado decisões semelhantes todos os dias.

4. O que os adventistas ganham com a guarda do sábado? Quais os benefícios disso?

Em Gênesis capítulo 2, vemos que Deus distingue o sétimo dia dos demais dias da semana: Ele descansa nesse dia (dando-nos o exemplo), abençoa-o e o santifica (separa-o). Deus fez isso e ninguém pode revogar esse feito. Portanto, os guardadores do sábado creem que o sétimo dia contém uma bênção que os demais dias não têm.

Além de ser o memorial da Criação, conforme nos lembra o mandamento de Êxodo 20:8-11, o sábado é um dia especial de adoração a Deus e de tempo para convivência com a natureza e com a família. Se corretamente guardado (leia Isaías 58:13, 14), o sábado passa ser a solução para relacionamentos deteriorados (com Deus e com o semelhante) e um poderoso "antídoto" para o estresse.

Assim, a devida observância do sábado, longe de ser um fardo, como pensam alguns, é uma bênção que confere saúde física, mental e espiritual. No que concerne à comunhão com Deus, há quem diga que, durante a semana, o cristão anda de mãos dadas com Jesus; no sábado, senta-se aos pés dEle para ouvi-Lo despreocupadamente (Salmo 46:10).

5. Na sua opinião, qual deveria ser a atitude de empregadores ao se depararem com homens e mulheres que tem em sua fé o sábado?

Se eu fosse proprietário de uma empresa, por exemplo, e me deparasse com um candidato adventista, levaria em conta a fidelidade dessa pessoa. Se alguém é tão fiel e íntegro a ponto de, por seu Deus, abrir mão de um emprego, de uma promoção, de um concurso, certamente essa pessoa é do tipo confiável, que se dedicará de maneira fiel também à empresa e aos empregadores.

O respeito às crenças alheias e à liberdade religiosa igualmente revela nobreza de caráter. Assim, penso que as empresas, as escolas e os legisladores deveriam levar isso em conta e impedir que sejam prejudicados os observadores do sábado, em sua manifestação de fé pacífica e ordeira.

FONTE: Rede Brasil Diário

XI Seminário A Filosofia das Origens

A Sociedade Criacionista Brasileira realizará mais um evento em 2011. O terceiro deste ano. O XI Seminário “A Filosofia das Origens”. O evento vai acontecer neste final de semana de 19 a 21 de agosto de 2011. Saiba mais sobre o evento aqui.

Aos interessados, o prazo para as inscrições vai até amanhã , 18 de Agosto de 2011.
Cidade: Curitiba – Paraná
Local: Auditório do Colégio Curitibano Adventista Bom Retiro.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Nova droga mataria todos os vírus do corpo

A medicação ataca um tipo de material genético produzido apenas pelo invasor e, em tese, funcionaria com qualquer tipo de vírus.

Em testes, a equipe do dr. Todd Rider, do Massachusetts Institute of Technology, curou ratos com gripe e, em laboratório, eliminou 100% da infecção de células humanas e de outros animais.

Os testes, que ao todo eliminaram 15 tipos diferentes de vírus, como gripe, H1N1, poliomielite e dengue, foram publicados no jornal científico PLoS One.

Inspiração celular

Os vírus são criaturas incapazes de se reproduzir sozinhos: eles precisam usar a estrutura das células, seu “maquinário”, para se multiplicar. Durante esse processo, um tipo especial de RNA é produzido – o chamado dsRNA, que não existe em humanos.

Como parte de seus sistema normal de defesa contra infecções virais, as células humanas produzem proteínas que se ligam ao dsRNA, disparando uma reação em cadeia que impede que o vírus se replique. No entanto, muitas vezes esse sistema falha, pois o vírus consegue bloquear uma dessas etapas da reação.

Foi inspirado nesse mecanismo próprio do organismo que os pesquisadores criaram a droga, batizada de DRACOs (Double-stranded RNA Activated Caspase Oligomerizers). Ela combina essa proteína específica que se liga ao dsRNA com outra, que induz a célula à morte.

O DRACO entra em qualquer célula mas, se não encontra vestígios de dsRNA, vai embora deixando-a ilesa.

Após o sucesso do teste da gripe em ratos, os pesquisadores pretendem testar “in vivo” outros vírus. A expectativa é que a pesquisa leve à criação de uma droga “universal” contra infecções virais.

FONTE: info.abril.com.br

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Testemunho de uma jovem Adventista no Programa da Ana Hickmann

Um testemunho muito bonito de uma jovem que não abriu mão de sua crença e seus princípios. Vale a pena assistir até o final.

PARTE 01



PARTE 02

domingo, 14 de agosto de 2011

A. N. Wilson voltou para Cristo em 2009

Há duas décadas, A. N. Wilson escreveu uma biografia de C. S. Lewis aclamada pela crítica. Este e alguns outros dos seus escritos levaram alguns cristãos a esperar que Wilson pudesse se tornar no que Alan Jacobs uma vez chamou “a figura por quem tantos têm estado à espera há muito tempo, o próximo C. S. Lewis.” Portanto, foi uma surpresa e desilusão quando Wilson repudiou publicamente sua fé cristã uns anos mais tarde e se tornou num escarnecedor do cristianismo. Todavia, [em 2009], no jornal Daily Mail do Reino Unido, Wilson [incitou] os cristãos a não se deixarem intimidar por críticos “escarnecedores” e “cheios de presunção” como Richard Dawkins. A. N. Wilson, como se vê, voltou à fé. Por quê? Em grande medida devido à evidência mais forte favorável à verdade do Evangelho, ou seja, o seu impacto sobre a vida das pessoas.

Wilson escreveu que no seu “vigor juvenil” ele “começou a se interrogar sobre quanto da história da Páscoa [ele] aceitava”. Pelos seus 30 anos, ele perdeu toda a crença espiritual. Por quê? Ele atribui [essa decisão ao fato de] ter crescido numa cultura que estava cada vez mais e “preponderantemente secular e antirreligiosa”. Para sua “vergonha”, diz ele, acompanhou a onda cultural. Ele achava que a fé cristã era “enfadonha” e “nada atraente”.

Wilson não parou no que ele chama de essa “atitude infantil”: ele “começou a encarrilar contra o cristianismo” e escreveu um livro que descrevia Jesus como um “profeta messiânico que tinha... verdadeiramente falhado, e morrido”.

Todavia, [em 2009], Wilson informou que “ouviu o Evangelho ser cantado” [era Páscoa] e pôde concordar com ele “com simplicidade completa”. Em algum momento, nos passados cinco anos, ele passou de escritor de um livro sobre um profeta messiânico falho a crente que Jesus ressuscitou dos mortos.

Uma vez mais a questão é: “Por quê?” Parte da razão foi que o ateísmo e os ateus, nas suas palavras, “falharam em algumas experiências muito básicas da vida”. Ele [afirmou que, ao] escutar Bach ou o ler as obras de autores cristãos, [tomou] consciência de que sua “percepção da vida era mais profunda, mais sábia, mais completa do que a [dele]”. Ver o mundo através dos olhos da fé “é muito mais interessante”, disse ele.

Depois havia a baixa-estima em que o darwinismo mantém o homem. As pessoas que insistem que somos “simplesmente macacos antropoides” não conseguem prestar contas de algo tão básico como a língua. A “existência da língua”, amor e música, para nomear apenas algumas de muitas coisas, convenceram Wilson de que somos “seres espirituais”. Para Wilson, elas provam que “a religião da encarnação, ao declarar que Deus criou a humanidade à Sua imagem, e ao continuar a restaurar a humanidade à Sua imagem, é simplesmente verdade”.

Depois há o que ele considera o “argumento mesmo mais forte”: “A forma como a fé Cristã transforma vidas individualmente.” Desde “a serenidade de Bonhoeffer antes de ser executado” à pessoa ao seu lado na igreja, os cristãos dão testemunho da verdade do cristianismo e de que como um “projeto funcional para a vida” e “padrão com que se mede a experiência, satisfaz”. [...]

O ex-ateu convertido A. N. Wilson é escritor inglês, professor de Literatura no New St Hugh’s College e na Universidade de Oxford, e também jornalista e editor. Escreveu sobre Tolstoy, C. S. Lewis, Hilaire Belloc e Jesus Cristo. [...] “Minha crença surgiu devido a pessoas que eu conheci, não de famosos, ou de santos, mas de amigos e familiares, que viveram e enfrentaram a morte, à luz da ressureição, na calma aceitação de que há um futuro após a morte”, [disse ele].

Fonte:IQC

Nota: A. N. Wilson foi um dos maiores críticos de C. S. Lewis e preparou o terreno para Dawkins, Hitchens e outros. Ele abandonou o ateísmo em 2009 e voltou para Cristo. Foi entrevistado pelo Times e New York Times sobre o assunto. Procure “A. N. Wilson conversion”, no Google. [Criacionismo]

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXXI

Derek Harold R. Barton (1918-1998), ganhador do Prêmio Nobel de Química de 1969

"Deus é verdade. Não há incompatibilidade entre ciência e religião. Ambas estão buscando a mesma verdade. A ciência mostra que Deus existe."

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Exageros da NASA e a festa da mídia

Talvez nenhum outro indicador mostre tão claramente o desespero da NASA pela sobrevivência enquanto instituição quanto as suas recentes “revelações científicas” bombásticas, sempre feitas em conferências anunciadas previamente a jornalistas do mundo inteiro. Acostumados a décadas de seriedade e estudos de ponta financiados pela agência norte-americana, vários jornalistas não têm tido o cuidado necessário para separar os novos frutos dos “frutos recauchutados” e dos “possíveis-frutos-se-vocês-nos-derem-dinheiro-para-plantar-as-árvores”. Essa ansiedade pela mostra de resultados tem levado a NASA a promover anúncios de “descobertas científicas” altamente polêmicas, seguidamente questionadas por vários grupos que não participam das pesquisas.

Foi assim com a bactéria alienígena que respira arsênio, com as seguidas “descobertas” de água na Lua em volumes que chegaram a ser comparados aos oceanos da Terra, e com as seguidas “descobertas” de água em Marte, que têm acontecido cerca de duas vezes por ano. A mais recente se baseia em sinais geológicos de uma provável água que escorreria a temperaturas bem abaixo de zero.

Agora foi a vez de uma nova descoberta de componentes de uma molécula de DNA em meteoritos. Ora, os chamados “blocos elementares” de uma molécula de DNA têm sido encontrados em meteoritos desde os anos 1960. O mérito deste novo estudo é que os cientistas juntaram dois argumentos para descartar que o meteorito tenha sido contaminado depois de ter caído na Terra. Então, será que os anúncios anteriores não deveriam ter sido levados tão a sério?

Isso importa pouco agora, já que, ao que parece, desta vez a NASA teve mais cautela com o “estardalhaço” e se baseou em um estudo muito cuidadoso. Mesmo o anúncio foi cauteloso: “Pesquisa da NASA mostra que elementos básicos do DNA podem ser feitos no espaço.”

Seria admirável se não pudesse - estatisticamente seria algo praticamente indefensável - mas a comprovação experimental é essencial para que os cientistas possam avançar em suas teorias e embasar novas pesquisas. Não há qualquer crítica aqui. Há muitas críticas, porém, para a forma como muitos órgãos de imprensa “traduziram” o estudo, simplesmente colocando as conclusões do estudo de forma taxativa demais.

Mas talvez seja melhor esquecer o marketing e o desejo de chamar a atenção e nos concentrarmos em algo que o episódio traz à tona e que merece nossa atenção. E esse algo é o caminho que vem tomando a busca pelas explicações da origem da vida. Em termos puramente experimentais, a vida sempre foi um estorvo para a ciência, se parecendo mais com uma anomalia contaminando um sistema mecanicamente muito bem engrenado.

Ora, o trabalho dos cientistas consiste em explicar os fenômenos usando as ferramentas de que dispõem. É mais ou menos como se o desconhecido tivesse que ser explicado com base no conhecido, um problema de lógica que tem encantado e desencantado gerações de filósofos da ciência. Contudo, as explicações mecanicistas para a vida relutam em engatar em qualquer engrenagem já bem compreendida.

É por isto que a explicação para uma origem extraterrestre da vida vem tanto a calhar. A procura pela origem da vida é um campo de pesquisa que vem sendo deixado praticamente de lado. Por ser complexo demais, talvez seja melhor abordá-lo aos poucos, estudando seus “blocos básicos” um a um, na esperança de que o conhecimento das partes possa dar algum insight sobre a composição do todo.

Ora, se pudermos dizer que a vida veio do espaço, isso nos dá um tempo precioso, já que o nosso acesso ao espaço é limitado demais para qualquer pesquisa que se queira séria. Isso tiraria de pauta qualquer necessidade de entendimento da origem da vida aqui na Terra, até hoje às voltas com uma incômoda teoria da geração espontânea, ou abiogênese. Aparentemente, os experimentos de Francesco Redi, feitos em 1668, não valem quando se considera um espaço grande o suficiente - como a Terra - em um tempo longo o suficiente - tudo parece possível desde que você possa lançar mão do largamente usado “argumento científico” dos “ao longo de milhões de anos”. [Bingo!]

A ciência acadêmica vem tentando escapar do geocentrismo há séculos. Contudo, embora intuitivamente não haja nenhum elemento para embasar argumentos de uma pretensa exclusividade terráquea da vida, os acadêmicos só admitirão a vida fora da Terra quando puderem examiná-la. Isso tem levado a posturas ultraconservadoras em vários campos de pesquisa, mas é difícil imaginar uma prática alternativa que seja também capaz de “defender” a ciência contra uma enxurrada de achismos e palpites, por mais bem-intencionados que sejam.

Mas é importante perceber que não há uma relação causal entre encontrar “blocos básicos” da vida em um cometa ou meteorito e a atribuição da origem da vida na Terra a esses corpos celestes. O que se demonstrou experimentalmente até agora é que elementos moleculares presentes nos organismos vivos podem surgir em qualquer lugar, inclusive aqui na Terra. O jeito usual de falar - elementos básicos da vida se originam no espaço - contrapõe o espaço à Terra, como se a Terra não fizesse parte desse espaço - provavelmente ainda um resquício das eras de geocentrismo.

Por uma daquelas coincidências admiráveis, mas muito comuns no mundo da ciência, no dia anterior ao anúncio da pesquisa da NASA, a revista Nature Chemistry publicou um artigo que apresenta uma solução para o longo debate sobre a quiralidade das moléculas biológicas [clique aqui e aqui], essencial para o reconhecimento molecular e os processos de replicação, ambos, por sua vez, essenciais para a origem da vida.

Tudo acontecendo aqui na Terra, o grupo da Universidade da Califórnia, campus de Merced, mostrou uma rota para sintetização dos tais blocos básicos da vida por meio de uma combinação relativamente simples de açúcares e aminoácidos, em um ambiente pré-biótico. As moléculas biológicas, como o RNA e as proteínas, podem existir em formas distintas, chamadas enantiômeros. O que ninguém conseguiu explicar até agora é por que uma dessas formas, justamente a forma que é necessária para a vida, se tornou predominante.

Os cientistas demonstraram que as reações químicas abióticas podem gerar a forma natural dos precursores do RNA - a forma presente nos seres vivos - pela inclusão de aminoácidos simples. O enantiômero natural dos precursores do RNA formou uma estrutura cristalina visível a olho nu, que pode potencialmente permanecer estável até que se coloquem as condições para que eles se transmutem em RNA (“ao longo de milhões de anos”, como é usual nesses casos).

Aliás, esse mecanismo elusivo, chamado “ao longo de milhões de anos”, tem sustentado algumas das teorias científicas mais bem-sucedidas de todos os tempos, da evolução biológica à formação das estrelas - ao longo de suficientes milhões de anos, espécies vivas se transformam em outras espécies e nuvens moleculares espalhadas pelo cosmos se juntam, igualmente movidas pelos milhões de anos, para formar estrelas. Mágico, não? Sem dúvida fala muito ao coração, mas não é o bastante para o intelecto.

Resumindo, os cientistas demonstraram que é possível que um ambiente pré-biótico terrestre gere preferencialmente as moléculas necessárias para a vida - outros cientistas já haviam tentado explicar a quiralidade da vida com base nos meteoritos.

Assim, os tais blocos básicos da vida podem se originar tanto lá como cá. Mas, por conveniência, vamos considerar que eles se originaram lá e vieram para cá, e assim poderemos continuar deixando o assunto - a origem da vida - a cargo dos filósofos.

A próxima discussão lógica seria considerar se, e como, esses blocos, emergindo onde quer que seja, se unem para formar a vida. Mas aí já é querer exigir da ciência acadêmica algo que ela não pode dar. [...]

Fonte: Inovação Tecnológica

Nota: Os trechos grifados na matéria acima são exatamente o que eu gostaria de ter escrito, mas que, como “leigo” em ciência, possivelmente não seria levado em consideração. Parabéns a Agostinho Rosa e ao site Inovação Tecnológica pela ousadia (e coragem) de publicar esse texto, indo na contramão da euforia midiática e dos repórteres que parecem não mais se dar ao trabalho de perguntar o que está nas entrelinhas das produções das agências de notícias internacionais.[Michelson Borges]

Nasa indica que vida na Terra pode ter origem espacial

A vida na Terra pode ter sua origem no espaço, de acordo com pesquisas da Nasa divulgadas pelo britânico Daily Mail. Os cientistas analisaram 12 meteoritos que se formaram há bilhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. Os fragmentos de carbono que foram encontrados podem conter elementos químicos similares a um dos componentes-chave do DNA humano. Segundo o Daily Mail, os testes mostram que a presença dessas substâncias químicas não é explicada pela contaminação terrestre, sugerindo que as origens do DNA podem estar no espaço. Em nota na revista Proceedings of National Academy of Sciences, os pesquisadores disseram que sua descoberta tem “implicações de longo alcance”. Principal autor do estudo, Dr. Michael Callahan, do Goddard Space Flight Centre da Nasa, em Maryland, afirmou: “Os meteoritos e os cometas que caíram na Terra primitiva contêm alguns ingredientes muito importantes.”

Fonte: Terra

Nota: Escrevi isto em meu livro A História da Vida (p. 39, 40): “Diante da tremenda dificuldade de demonstrar que a vida teria surgido sem a interferência de um ser sobrenatural, alguns cientistas propuseram uma hipótese que tem ganhado adeptos, graças ao seu poder de jogar o problema para outro campo. Trata-se da teoria da panspermia cósmica. A ideia é a de que ‘o aparecimento dos primeiros seres vivos na Terra veio dos cosmozoários, que seriam micro-organismos flutuantes no espaço cósmico. Mas existem provas concretas de que isso jamais poderia ter acontecido. Tais seres seriam destruídos pelos raios cósmicos e ultravioleta que varrem continuamente o espaço sideral’ (fonte). Isso sem contar que, se a radiação cósmica não desse conta do trabalho, o calor da entrada na atmosfera e o impacto do meteorito no qual os micro-organismos estivessem ‘embarcados’ os teria liquidado antes de terem a chance de ‘evoluir’ (como se isso também fosse fácil...). Como disse, essa hipótese é conveniente porque, se você perguntar como a vida começou em algum lugar do espaço, a resposta será: Não há como saber, pois não temos acesso ao campo de estudo. Então tá...”[Michelson Borges]

Esvaziando as provas sintéticas do mundo RNA

Em junho de 2005, o biofísico David Deamer e colegas visitaram uma pequena poça de água aquecida por atividade vulcânica na penísula de Kamchatka, na Rússia. Os cientistas estavam convencidos de que a água era estéril e que as atividades vulcânicas teriam apagado todos os sinais de vida. “Darwin propôs que a vida começou em ‘uma pequena poça morna’... Nós estamos testando sua teoria em ‘uma pequena poça’”, Demer relatou em uma reunião da Royal Society em Londres, em fevereiro de 2006. O grupo colocou uma “sopa primordial” de proteínas, DNA, membranas de células dentro da poça e esperou para ver o que aconteceria. “Quando os cientistas verificaram a amostra de água após algumas horas, eles ficaram surpresos em descobrir que a maioria do material adicionado tinha desaparecido. Os testes revelaram que os ingredientes em falta estavam vinculados à argila que forrava a pequena poça. As moléculas “estão presas de modo que elas não podem interagir”, disse Deamer. E, como resultado, “as poças vulcânicas quentes não podem ser provavelmente os pontos para a primeira montagem dos pequenos pedaços de vida”, disse Deamer (fonte aqui).

Com essa anedota, Robert Shapiro começa sua resenha do mais recente livro de Deamer: First Life: Discovering the Connections Between Stars, Cells, and How Life Began [Primeira vida: descobrindo as conexões entre as estrelas, células e como começou a vida]. Na verdade, Deamer também menciona o incidente no livro e o descreve como um “teste da realidade”. Isso o ensinou que os sistemas naturais são bem diferentes do laboratório, e embora numerosos artigos tenham sido publicados sobre a abiogênese no laboratório, os autores têm falhado em lidar com o princípio de que “não podemos traduzir os resultados dos laboratórios aos ambientes naturais”.

“Porque podemos obter as reações para funcionarem em condições controladas de um laboratório”, ele adverte, “isso não quer dizer que reações semelhantes ocorreram na Terra pré-biótica. Podemos nem ter notado algo que se torna aparente quando tentamos reproduzir as reações em um ambiente natural. Esse insight provocador explica por que a área da origem da vida tem tido pouco progresso ao longo da metade do século passado, enquanto a biologia molecular tem florescido.”

A abordagem teórica contemporânea dominante da abiogênese é conhecida como “mundo RNA”. A ideia básica é que um filamento de RNA apareceu espontaneamente na era Arqueana da Terra primitiva. Essa molécula de RNA teria a capacidade de replicar a si mesma. Shapiro disse: “A vantagem dessa ideia é que apenas a formação de um polímero seria tudo necessário para que a vida iniciasse. A desvantagem é que tal evento seria incrivelmente improvável.” Há problemas químicos só na obtenção do filamento de RNA, mas, além disso, há os problemas na obtenção da replicação. É por isso que alguns cientistas escolheram deixar o paradigma do mundo RNA para tentar desenvolver uma abordagem bem diferente.

“Nucleotídeos, por exemplo, não são encontrados na natureza além dos organismos ou em síntese de laboratório. Para se construir o RNA, altas concentrações de quatro nucleotídeos seletos seriam necessárias no mesmo local, com outros sendo excluídos. Se isso é o pré-requisito para a vida, então é um fenômeno incomum, raro no Universo. Como alternativa, outros cientistas (eu inclusive) têm sugerido que a vida começou sem a presença de polímeros; que, em vez disso, a hereditariedade e a catálise começaram com monômeros.”

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Por que a evolução química ainda aparece nos livros didáticos de Biologia do ensino médio, quando a Academia sabe que NADA SABE sobre a origem da vida? Quer dizer, então, que especulação agora é ciência? Nem errado não é! É projeção da mente... Os evolucionistas dizem em debates que a origem da vida (evolução química) não é importante para o estabelecimento da evolução biológica. Ora, se não é importante, então por que aparece nos livros didáticos aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM? Se a ciência NADA SABE sobre a origem da vida, o que temos naqueles livros não é ciência, mas IDEOLOGIA MATERIALISTA posando como se fosse CIÊNCIA. Fui, nem sei por que, pensando que nesta área os cientistas estão correndo atrás de vento... E o vento levou a sopa pré-biótica...

sábado, 6 de agosto de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXX

Wernher von Braun (1912-1977), pioneiro da exploração espacial

"Minhas experiências com ciência conduziram-me a Deus. Desafiam a ciência a provar a existência de Deus. Mas precisamos realmente acender uma vela para ver o sol?"

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A árvore da vida de Darwin cai por terra

A revista Ciência Hoje de julho publicou o interessante artigo “A árvore da vida”, escrito por Francisco Ângelo Coutinho, da Faculdade de Educação da UFMG; Rogério Parentoni Martins, do Departamento de Biologia da UFC; e Gabriel Menezes Viana, também da Faculdade de Educação da UFMG. Eles abrem o artigo assim: “O diagrama conhecido como ‘árvore da vida’ é uma representação gráfica da ascendência vertical de organismos a partir de uma suposta [isso mesmo, suposta] origem comum (raiz), contendo bifurcações (ramos) com extremidades que representam a diferenciação resultante do processo de especiação por meio da evolução. É uma figura poderosa, que organiza a forma pela qual compreendemos um dos aspectos importantes do processo evolutivo: o da formação de novas espécies. No entanto, pesquisas recentes lançam dúvidas sobre a adequação dessa imagem como a melhor representação para a dinâmica e a complexidade do processo evolutivo.”

Depois de traçar o histórico da figura/gráfico de Darwin, os autores explicam que “os estudos de Hennig e o aprimoramento, por outros biólogos, da sistemática filogenética levaram à consolidação da cladística, ramo da biologia que estuda o parentesco entre as espécies com base em suas [aqui também caberia um supostas] relações evolutivas. Com isso, a concepção da árvore da vida se modificou, e sua versão mais atual é representada pelos esquemas de clados (cladogramas) encontrados hoje nos livros didáticos de biologia”.

O artigo menciona também o legado de Ernst Mayr: “Nascido alemão e naturalizado norte-americano, o biólogo Ernst Mayr (1904-2005) exerceu forte influência sobre o desenvolvimento da filosofia da biologia moderna e proporcionou uma perspectiva particular sobre evolução e filogenia. Uma de suas grandes influências foi a formulação do ‘conceito biológico de espécie’: ‘espécies biológicas são grupos de populações real ou potencialmente intercruzantes que estão isoladas reprodutivamente de outros grupos semelhantes.’” [Leia também: “Biologia também é ciência histórica”.]

Ciência Hoje destaca o fato de que, para Mayr, a árvore da vida é uma árvore de espécies, representando um processo de herança vertical no qual não haveria troca de informações genéticas entre os “galhos”. Segundo o biólogo, “somente organismos sexualmente reprodutivos se qualificam como espécies”, criando o discutido conceito de paraespécies.

Os autores do texto realçam algo que os criacionistas dizem há muito tempo: parece haver intensa transferência lateral de genes entre bactérias e fungos, entre diferentes fungos e entre estes e outros organismo multicelulares. Há também hibridização, como fonte de variações limitadas que facilitam a adaptação a novos ambientes.

Transferência lateral tem que ver com informação já existente. Assim, a tal árvore da vida de Darwin, como os criacionistas sempre têm dito, estaria mais para “gramado da vida”, com a criação original dos tipos básicos de seres vivos (com seu amplo e versátil patrimônio genético) que sofreram limitadas diversificações de baixo nível. Assim, as espécies atuais seriam descendentes mais ou menos modificados das espécies originais.

Embora critiquem a validade do diagrama de Darwin, como não poderiam deixar de fazer, os autores do texto tentam, no último parágrafo, amenizar as coisas para o naturalista: “É importante, entretanto, lembrarmos da advertência do biólogo norte-americano Edward O. Wiley: ‘A hipótese da árvore, como todas as hipóteses científicas, é apenas conjectura e não fato.” Admitir isso e usar as palavras “hipótese” e “conjectura” já é um bom começo...

O blog Desafiando a Nomenklatura Científica também comentou o assunto: “À medida que os evolucionistas elaboraram mais sobre a ideia de Darwin no século 20, o conceito de uma árvore evolucionária se tornou cada vez mais fundamental para a teoria. Esta figura abaixo, de um livro-texto importante [George Johnson, Jonathan Losos, The Living World, Fifth Edition, McGraw Hill, 2008.] é típica:

“Como é explicado no livro didático: ‘Hoje os cientistas podem decifrar cada um dos milhares de genes (o genoma) de um organismo. Ao compararem os genomas de organismos diferentes, os pesquisadores podem, literalmente, reconstruir a árvore da vida. Os organismos na base da árvore são as formas mais antigas de vida, tendo evoluído bem antes na história da vida na Terra. Os galhos superiores indicam outros organismos que evoluíram mais tarde.’ [...]

“E à medida que mais dados de genomas se tornaram cada vez mais disponíveis os evolucionistas pensaram naturalmente que seria possível deduzir uma árvore evolucionária completa. [...]

“[Mas a coisa não é tão simples.] Como um evolucionista escreveu: ‘Incongruências filogenéticas podem ser vistas em toda a árvore universal, desde a sua raiz até às principais ramificações dentro e entre os variados táxons até à elaboração dos próprios agrupamentos primários.’

“Outro artigo admite que ‘quanto mais os dados moleculares são analisados, mais difícil é interpretar exatamente as histórias evolucionárias daquelas moléculas.’ Ou, ainda, como outro evolucionista propôs sucintamente, ‘a vida não é uma árvore’.”

E os livros didáticos, continuarão falando da tal árvore?[Michelson Borges]

Fonte: criacionismo.com.br

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