sábado, 30 de julho de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXIX

Carlos Chagas Filho (1910-2000), médico, membro da Academia Brasileira de Ciências

"Estou procurando mostrar que não há incompatibilidade entre a verdade científica e a revelação: são duas coisas que tratam de espaços diferentes. Uma trata da realidade da vida, a outra trata do transcendental. E a Bíblia, que é um livro muito interessante de ser lido (principalmente Isaías), não procura ensinar à gente nada de ciência, e sim uma ordem moral. ... a Bíblia não quer ensinar como é que se fez o céu, mas quer ensinar como é que se vai ao céu. Trata-se de um preceito teológico muito importante, relativo à questão de graça: a pessoa acredita ou não. Agora, como eu respeito as pessoas que não crêem, quero também que elas respeitem a sinceridade de minha fé."

Portal Unesp entrevista Ada Yonathan, prêmio Nobel em Química (2009)

A israelense Ada Yonath, Prêmio Nobel de Química em 2009, participará da São Paulo Advanced School on Natural Products, Medicinal Chemistry and Organic Synthesis Integrated Solutions for Tomorrow's World (ESPCA - Chemistry).

O evento, que será realizado de 14 a 18 de agosto, no campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é coordenado pela professora Vanderlan da Silva Bolzani, do Instituto de Química (IQ), campus de Araraquara.

Ada integra a lista dos palestrantes agraciados pelo Prêmio Nobel convidados e já confirmados no evento. Os outros são o japonês Ei-ichi Negishi (2010), o americano Richard R. Schrock (2005) e o suíço Kurt Wuthrich (2002).

Nascida em 22 de junho de 1939, em Jerusalém, a cientista recebeu o Nobel de Química juntamente com Venkatraman Ramakrishnan e Thomas Steitz. Conhecida por seus trabalhos pioneiros, Ada estuda a biosíntese, com foco nos ribossomos, que sintetizam o código genético em proteínas. Estudou na Hebrew University e realizou seu doutorado na Weizmann Institute of Science (WIS), onde hoje leciona. O pós-doutorado foi realizado no MIT (EUA). Entre 1986 e 2004, chefiou a Max-Planck Research Unit em Hamburgo, Alemanha.

Por e-mail, Ada Yonath enfatizou seu amor à ciência, em breve entrevista ao Portal Unesp:

Portal Unesp: De que forma um Prêmio Nobel altera a vida profissional de um cientista?

Ada Yonath: No meu caso, a motivação para fazer ciência, principalmente a paixão pela curiosidade e o desejo de descobrir, não mudaram. Contudo, a exposição pública do trabalho desenvolvido aumenta significativamente e fico muito feliz com isso.

Portal Unesp: Quais são os principais desafios da área em que a senhora recebeu o Prêmio Nobel?

Ada: As questões mais importantes são entender melhor a forma como o código genético é sintetizado em proteína em todos os organismos. Buscamos ainda descobrir as interações entre as células e o funcionamento dos mecanismos que traduzem esse código. Uma questão essencial é o funcionamento dos ribossomos, um dos constituintes das células animais que tem justamente um papel fundamental nesse processo. Também se está trabalhando na maior eficácia dos antibióticos e na busca das origens da vida.

Portal Unesp: Quais as perspectivas para da área no Ano Internacional da Química e nos próximos anos?

Ada: Devemos sempre celebrar a beleza da Química. O futuro dela é trazer cada vez mais conhecimento sobre os processos naturais e trabalhar no design de novos materiais que atendam as propriedades desejadas pela humanidade.

Sobre a ESPCA - A ESPCA é um programa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) que financia propostas de eventos que tragam para São Paulo grandes nomes da ciência, além de estudantes e profissionais de todo o mundo, interessados em dar continuidade aos seus estudos em instituições paulistas.

Em Química, a School foi aprovada pela qualidade da proposta e também por ser este o Ano Internacional da Química (IYC, sigla em inglês). Duzentos alunos foram selecionados para participar do evento. Destes, cem receberão auxílios transporte, alimentação e hospedagem.

Além da Fapesp, da Unesp e da Unicamp, também participam da coordenação do evento a Sociedade Brasileira de Química (SBQ), a USP e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Informações estão disponíveis no site www.espcachemistry.iqm.unicamp.br.

Fontes: Ascom da Unesp e Desafiando a Nomenklatura Científica

Borboletas: mero acaso, fortuita necessidade ou design inteligente???



Nota: Se encontrarmos algo mecânico parecido com a borboleta, nós atribuiremos inteligência como o fator preponderante em seu design intencional. E uma borboleta, dá para se atribuir ao mero acaso, fortuita necessidade, mutações através da seleção natural gradualmente ao longo do tempo? Expliquem!!!


Fonte: Desafiando a Nomencklatura Científica

Primeira ave é apenas dino com penas

Querem derrubar o célebre fóssil Archaeopteryx do poleiro que ele ocupa lá se vão 150 anos. Pesquisadores chineses defendem que o bicho não é o “pai” das aves, como se acredita, mas apenas uma espécie de dinossauro penoso. O líder do grupo que defende a ideia na edição desta quinta-feira da revista científica Nature é Xing Xu, provavelmente o maior especialista em dinos emplumados do planeta. Paleontólogo da Academia Chinesa de Ciências, Xu já descreveu dezenas de fósseis espetaculares, cujas penas estão preservadas graças a condições geológicas muito especiais. Na Nature, ele e seus colegas apresentam mais um desses bichos, o pequeno Xiaotingia zhengi, de 155 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] e peso estimado de apenas 800 g. A questão é que a criatura possui um conjunto de características morfológicas (como as patas da frente, ou “asas”, longas e robustas) muito parecidas com as do suposto pai das aves. Tem também a mesma idade do Archaeopteryx - ambos são bichos do fim do período Jurássico.

Quando Xu e seus colegas usaram um programa de computador para saber onde o novo animal se posiciona na árvore genealógica de dinossauros e aves - método comum nessa área de pesquisa -, eles viram que não só o bicho foi considerado dinossauro como também sua presença “puxou” o Archaeopteryx para o lado dos dinos.

Isso significa que o Archaeopteryx pertenceria ao grupo mais geral de dinossauros emplumados, que inclui o famoso o Velociraptor, e não ao conjunto em que estão as aves “verdadeiras”.

(Folha.com)

Nota: Criacionistas já diziam isso há anos, mas os ultradarwinistas e as publicações científicas regidas pela filosofia naturalista dão ouvidos aos criacionistas?[Michelson Borges]

Viagem no tempo: fóton não ultrapassa velocidade da luz

Uma equipe de físicos da Universidade de Hong Kong afirma ter conseguido uma medição direta do precursor óptico de um único fóton, demonstrando que fótons individuais não podem viajar mais rápido do que a luz no vácuo. O estudo reafirma a teoria de Einstein de que nada viaja mais rápido do que a velocidade máxima da luz e fecha um debate de uma década sobre a velocidade de um fóton individual. Para Einstein, nada pode viajar mais rápido do que a velocidade máxima da luz. Mas esta é a primeira demonstração experimental de que os chamados precursores ópticos - uma espécie de parte frontal da onda de luz, sua porção que viaja mais rapidamente - existem ao nível dos fótons individuais e que eles são, como se previa, a parte mais rápida do pacote de onda, mesmo em um meio superluminal. Ou seja, se há alguém que realmente atinge a famosa velocidade máxima c - de 299.792.458 m/s - esse alguém é o precursor óptico.

“Os resultados ampliam nosso entendimento de como um fóton individual se move. Eles também confirmam o limite máximo de velocidade que uma informação pode ser transportada com luz”, afirmou Shengwang Du [foto acima], coordenador do estudo. “Ao mostrar que os fótons individuais não podem viajar mais rápido do que a velocidade da luz, nossos resultados encerram o debate sobre a verdadeira velocidade da informação transportada por um único fóton. Nossas conclusões também poderão dar aos cientistas um quadro melhor sobre a transmissão da informação quântica”, completou.

Quanto a “encerrar o debate”, talvez seja melhor um pouco de prudência, uma vez que o experimento contém muitos pressupostos que podem ser discutidos. Para se ter uma ideia, em 2010, um grupo de pesquisadores alemães fez um experimento diferente e chegou à conclusão oposta.

Há cerca de 10 anos, a descoberta de uma propagação superluminal - acima da velocidade da luz - causou sensação ao levantar a possibilidade da viagem no tempo. Mas só até que a diferença entre a velocidade de fase e a velocidade de grupo fosse devidamente explicada.

O que ocorre é que a propagação daqueles pulsos ópticos em alguns meios específicos era apenas um efeito visual - a velocidade superluminal de um grupo de fótons não poderia ser usada para transmitir qualquer informação real.

As esperanças foram então para os fótons individuais, porque a partícula quântica fóton parece poder viajar mais rápido do que o limite da velocidade da luz no mundo clássico. Foi isso o que o Dr. Shengwang Du quis checar, medindo a velocidade máxima de um fóton individual. Sua conclusão é que os fótons individuais obedecem às regras de trânsito da relatividade, confirmando a causalidade de Einstein, ou seja, que um efeito não pode ocorrer antes de sua causa - e isto joga por terra a possibilidade teórica da viagem no tempo que havia sido levantada com base na velocidade superluminal.

Isto não significa, porém, que o experimento “provou que a viagem no tempo é impossível” - ele demonstra que não é possível viajar no tempo superando o limite de velocidade do universo com uma nave para fazer o tempo encolher.

É verdade que essa seria a forma “mais fácil” de viajar no tempo - ao menos para fótons. Mas ainda restam esperanças para os visionários e curiosos sobre o passado e o futuro. A teoria da relatividade continua aceitando a possibilidade de uma dobradura no contínuo do espaço-tempo para chegar aonde você já esteve antes - bastará ter uma massa suficiente, e controlável, para fazer isso. Algo bastante difícil, mas tampouco seria fácil entrar em uma nave do tamanho de um fóton.

Há também sugestões menos ortodoxas, baseadas na Teoria M, mas testáveis experimentalmente. Mas toda essa discussão pode produzir pouca luz se, antes, não se resolver uma questão mais fundamental, praticamente filosófica: o tempo é uma entidade real ou é apenas um construto humano? Se for este o caso, faria sentido falar em viajar através de algo que não seja uma entidade física?

A pesquisa abre outra possibilidade interessante: como o fóton individual é considerado como uma entidade que tem uma porção frontal - o precursor óptico - que viaja mais rápido, isso significa que ele possui uma dimensão não-zero. Assim, embora você não possa voltar no tempo, pode ser possível criar um hiato entre a causa e o efeito, modulando o comprimento do fóton como um todo. Se você abstrair das incrivelmente pequenas frações de tempo envolvidas, será possível ver “causas” que parecem não gerar efeitos, e “efeitos” que aparentemente saem do nada, quando todos já se esqueceram da sua “causa”.

Fonte: Inovação Tecnológica

Jornal “científico” censura artigo antinaturalista

Para que a vida tivesse evoluído a partir de matéria inorgânica, os átomos e as moléculas teriam que se mover de um estado de organização inferior para um estado de organização superior e mais complexa, para além de se auto-organizarem de forma a gerar estruturas precisas e complexas. Mas a Segunda Lei da Termodinâmica (SLT), generalizada para a informação, demonstra que, sem um agente inteligente a controlar e a influenciar o processo, as moléculas caminham sempre para um estado de menor organização informacional. Um artigo técnico recente demonstra de forma clara que a perspectiva naturalista para a origem da vida está em oposição à SLT. Isso talvez explique o porquê de, apesar de o artigo ter sido inicialmente publicado, mais tarde ter sido removido. Aparentemente, a “ciência” avança mais depressa quando se censuram evidências que contradizem o naturalismo.

A SLT é uma descrição da tendência (universal) dos sistemas naturais de perderem sua organização e ordem ao longo do tempo. A lei descreve como o calor se movimenta em direção a zonas mais frias de forma a que a temperatura se equilibre. Descreve também como as partículas naturalmente se afastam umas das outras – decrescendo sempre a organização estrutural quando largadas sem supervisão inteligente.

Há pessoas que só têm emprego porque a SLT é um fato. Profissionais como restauradores de imóveis, mecânicos, médicos, e mesmo empresas que reparam computadores, só fazem sentido num mundo em que os sistemas naturalmente progridem para a degeneração informacional. E reparemos que, mesmo quando há supervisão inteligente, os sistemas físicos inexoravelmente perderão sua funcionalidade original. Um exemplo de um desses sistemas informáticos que, apesar de todo o cuidado e atividades de restauro, caminha para a deterioração, é você.

Num artigo intitulado “Um segundo olhar à Segunda Lei”, o professor Granville Sewell (Universidade de Texas) mostrou que a noção que defende a capacidade da natureza de gerar as complexas estruturas do DNA é tão improvável como a natureza construir um computador. Qualquer um dos eventos violaria a SLT.

Depois de o artigo ter sido aceito para publicação no jornal Applied Mathematics Letters, um militante evolucionista escreveu uma carta aos editores, avisando-os de que a “reputação” do jornal seria “manchada” se eles publicassem o artigo. Devido a isso, os editores o retiraram.

Sewell, que já publicou 39 artigos científicos e outros documentos técnicos, iniciou um processo legal visto que a política do jornal em questão é só remover artigos revistos e aprovados em “condições excepcionais”, tais como plágio ou dados fraudulentos. Como o artigo de Sewell não contém erros ou problemas técnicos, os editores do jornal endereçaram-lhe um pedido de desculpas e concederam-lhe permissão para colocar versão pré-publicada do seu artigo na página web da universidade – embora o jornal Applied Mathematics Letters não tenha intenções de publicar o artigo.

O medo do editor em publicar o artigo não é surpreendente, considerando a oposição virulenta (e quase sempre e ignorante e desonesta) dos ativistas darwinistas às teorias científicas que fragilizam sua fé em Darwin.

Como o artigo em si mostra que, uma vez que a SLT declara que a ordem presente na matéria e na energia tende sempre a decrescer, a teoria da evolução tal como é ensinada nas escolas e nas universidades é cientificamente impossível. Daí se infere que a vida não tem causas naturais.

Alguns darwinistas tentam “resolver” o problema científico levantado pela SLT afirmando que a ordem pode aumentar num lugar (por exemplo, na Terra), desde que haja uma compensação noutro lugar qualquer do Universo. No entanto, a maioria dos militantes darwinistas se apercebe de que a melhor forma de “resolver” a questão é impedir que o público se aperceba dele – isto é, censurando a informação contrária.

Sewell mostra no artigo dele – através de fórmulas matemáticas sucintas – que esse tipo de alegação (isto é, que a ordem pode aumentar aqui na Terra desde que haja compensação em outras zonas) não tem mérito científico. O aumento de ordem num lugar teria que estar diretamente conectado com o decréscimo da mesma ordem em outro lugar, e os darwinistas não ofereceram qualquer tipo de evidência em favor de tal conexão. Ele escreve:

“O fato de a ordem estar desaparecendo no quarto ao lado não facilita o aparecimento de computadores no nosso quarto – a não ser que a ordem esteja desaparecendo no nosso quarto, e mesmo assim só se for o tipo de ordem que não torna o aparecimento de computadores extremamente improvável.”

Dito de outra forma, são esmagadoras as probabilidades de os átomos que compõem os computadores (e, segundo a mesma lógica, o DNA) se dispersarem naturalmente. Mais improvável ainda é eles se organizarem de forma a gerar sistemas funcionais ricos em informação codificada.

A fórmula-chave, que é a expressão da taxa de alteração entrópica, está nos livros-padrão que se dedicam à SLT, mas as implicações são raramente discutidas.

Conclusão: a forma de ter um computador numa sala não é através da transferência de matéria ou energia, mas sim alguém construir um computador e colocá-lo na dita sala. Semelhantemente, a única forma de se construir um sistema com informação em código como o DNA não é através do acréscimo de energia solar nos químicos terrestres, mas sim que Alguém construa o DNA e o coloque dentro das formas de vida do planeta.

Essa última proposição está de acordo com o que Deus declara na Sua Palavra, quando diz, em Êxodo 20:11: “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.”

Que a Criação foi instantânea também pode ser visto em Salmos 33:9: “Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.”

Imediatamente e instantaneamente, sem esperar “milhões de anos” de morte e sofrimento na Sua Criação.

Fonte: Darwinismo

domingo, 24 de julho de 2011

I SENnQ - I Simpósio de Ensino de Química - As inscrições encontram-se abertas

O ano de 2011 foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU), consoante projeto do Conselho da União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) como o Ano Internacional da Química (AIQ) cujo tema é "Química nossa vida, nosso futuro".

No intuito de contribuir com a celebração do AIQ, os docentes e discentes do curso de Licenciatura em Química do Institutto Federal de Educação, Ciência e tecnologia Baiano campus Guanambi, propõem a realização do I Simpósio de Ensino de Química com a finalidade de divulgar a produção científica – através de painéis e comunicações orais, dos cursos de Licenciatura em Química e áreas afins das diversas instituições de ensino superior do país.

Acrescenta-se como objetivo do I SiEnQ a atualização de conhecimentos do público alvo através da disponibilização de palestras e cursos voltados ao ensino de Química de forma a abranger suas diversas peculiaridades tais como: Ciência, Tecnologia e Sociedade; Formação de professores; Ensino-aprendizagem; Experimentação e Educação ambiental.

A escolha do tema “As contribuições da Química para a sociedade” pelos profissionais e discentes do curso de Licenciatura em Química do IF Baiano, Campus Guanambi, corrobora com o pensamento dos diversos profissionais que vivenciam o ensino de Química no país: a necessidade de difundir o que a Química, enquanto ciência tem contribuído para o desenvolvimento dos distintos setores da economia. Um simples produto de limpeza utilizado em domicílios, o uso da radioatividade no tratamento do câncer ou o desenvolvimento de novas substâncias capazes de substituir as naturais, cujas fontes estão ameaçadas de esgotamento mostram uma face da Química que a maioria da população ainda desconhece.

JustificarLocal do evento

O município de Guanambi, onde funciona um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IFBaiano), localizado no sudoeste do estado da Bahia, possui uma área de 1.292 km² e uma população de 76.230 habitantes . O município apresenta uma economia predominantemente agrícola destacando-se ainda em outros setores como o comércio e serviços. Faz limite com as cidades de Caetité, Igaporã, Candiba, Pindaí, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.

O IFBaiano oferece à comunidade guanambiense e às cidades circunvizinhas os seguintes cursos: técnico integrado (Agropecuária e Agroindústria), técnico subseqüente (Agricultura e Zootecnia), PROEJA (Informática) e, a partir deste ano, os cursos em nível superior (Tecnólogo em Agroindústria, Bacharel em Agronomia e Licenciatura em Química), funcionando nos turnos matutino, vespertino e noturno com um quantitativo de, aproximadamente, 1000 alunos.

Inscrições

As inscrições encontram-se abertas para estudantes e profissionais de cursos de Licenciatura em Química e áreas afins. Os inscritos poderão participar de cursos e palestras além de apresentar trabalhos em diversas temáticas. As inscrições serão feitos somente no site do evento: http://sienq.blogspot.com

Data de realização do evento: 5 a 7 de outubro de 2011.

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXVIII

Nevill Mott (1905-1996), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1977

"Os milagres da história humana são aqueles em que Deus falou aos homens. O supremo milagre para os cristãos é a ressurreição. Alguma coisa aconteceu àqueles poucos homens que conheciam Jesus que os levou a acreditar que Jesus estava vivo, com tal intensidade e convicção que esta fé permanece a base da igreja cristã dois mil anos depois."

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Humano andava ereto muito antes do que se imaginava

Os seres humanos andavam de pé muito antes do que se imaginava. Cientistas da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, descobriram pegadas humanas de quase 3,7 milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista]. Até então, acreditava-se que a habilidade de andar ereto em duas pernas havia evoluído há 1,9 milhão de anos. As 11 pegadas encontradas em sedimentos rochosos na Tanzânia mostram um passo mais parecido com o dos humanos do que a postura adotada pelos chimpanzés, orangotangos e gorilas. Estudos anteriores haviam encontrado apenas a marca de um dos pés, dificultando a análise do andar dos animais [sic]. Os pesquisadores acreditam que as pegadas foram deixadas por Australopithecus afarensis, um humano primitivo [sic] que pode ter sido o ancestral direto dos que vivem hoje. A análise das marcas foi comparada com dados anteriores sobre humanos modernos e primatas. A habilidade de andar como os seres humanos modernos evoluiu [sic] há quase 4 milhões de anos [idem] em uma espécie que os cientistas acreditavam [crença é crença, cada um tem a sua] passar parte do tempo em árvores.

A descoberta mostrou que o Australopithecus afarensis não andava em uma postura agachada e apoiando-se nas laterais dos pés, como os grandes primatas de hoje o fazem. As pegadas mostraram que o ancestral do homem andava ereto e se apoiava na parte da frente do pé, especialmente no dedão, assim como os humanos de atualmente. Isso quer dizer que o desenvolvimento do andar do Australopithecus afarensis o ajudou a expandir suas fronteiras além da África.

(Veja)

Nota: O fato é que humanos já eram humanos desde que foram criados! Pesquisadores já perceberam que o neandertal era bem “evoluído” para ter vivido há tantos supostos milhares de anos. Agora vem a constatação de que o Australopithecus afarensis também se comportava como humano muito antes dos imaginados 1,9 milhão de anos. Daqui a pouco terão que concluir que os ancestrais do ser humano sempre foram “evoluídos”! A despeito de procurarem nossos supostos “ancestrais” no local errado – nas planícies da África e não no ponto de dispersão da Ásia –, os cientistas têm percebido (ou deveriam) que humanos são humanos e macacos são macacos. Sempre foi assim, embora os evolucionistas tenham empreendido muito esforço para macaquizar os humanos e humanizar os macacos.[Michelson Borges]

Cientistas evolucionistas não sabem como vida começou

Há vinte anos, John Horgan, escrevendo para a Scientific American, queria publicar um artigo com o título: “Pssst! Não digam nada aos criacionistas, mas os cientistas não sabem como é que a vida começou.” O editor na época não gostou do título e o alterou. No entanto, Horgan esperou 20 anos e agora que o editor que não aprovou seu título já não se encontra por lá, Horgan reutilizou o título para um artigo que ele escreveu em fevereiro de 2011, duas décadas após a primeira tentativa. O fato de Horgan poder acertadamente dizer que a comunidade científica não fazia ideia nenhuma, há 20 anos, de como a vida tinha iniciado, e a situação se manter após duas décadas de pesquisas intensas, revela-nos muito sobre a mitologia da teoria da evolução e os cenários naturalistas para a origem da vida. O motivo pelo qual os “cientistas não sabem como a vida teve início” é devido ao fato de aqueles a quem Horgan identifica como “cientistas” terem eliminado a priori a única opção viável para a origem da vida. [Vida somente provém de vida.]

O que Horgan quer realmente dizer é que os cientistas que acreditam na teoria da evolução não conseguem fornecer qualquer cenário naturalista cientificamente sólido que explique o que torna a vida possível. Horgan erradamente equivale “cientistas” a “cientistas evolucionistas”. A verdade é que milhares de cientistas por todo o mundo sabem exatamente como a vida começou: Deus a criou durante os seis dias da semana da Criação. De fato, sites cristãos como o Apologetic Press [e o Geoscience Research Institute] possuem vários cientistas qualificados que estudaram as evidências e sabem como a vida começou.

O dilema em que se encontram os cientistas evolucionistas surge devido à crença de que, segundo a evolução, a vida [deve] ter surgido espontaneamente a partir de químicos sem vida – e não há justificação naturalista para isso. Para defender a posição de que os “cientistas” não possuem a mínima pista, Horgan explicou que a ideia das moléculas de DNA se formarem espontaneamente possui vários problemas: o DNA não consegue fazer cópias de si mesmo, nem fazer proteínas catalíticas sem a ajuda de proteínas catalíticas conhecidas como enzimas. Isso transformou a origem da vida num clássico dilema ovo-ou-galinha: O que veio primeiro: proteínas ou o DNA?

Horgan ressalvou então que os cientistas que estudam a origem da vida postularam que o RNA pode ser a resposta para o início da vida. No entanto, ele concluiu: “O mundo RNA é tão insatisfatório que alguns cientistas frustrados estão propondo especulações bem absurdas.” (Sim, porque propor que a vida criou-se a si mesma não é absurdo?)

As ideias absurdas a que Horgan se refere são noções tais como a vida ter sido largada na Terra por extraterrestres, ou a mesma ter-se originado a partir de micróbios provenientes do espaço que se “plantaram” na Terra. Horgan corretamente observou que tais cenários só mudam o problema da origem da vida para o espaço. Se a vida não começou na Terra, como é que começou no espaço?

No seu parágrafo final, Horgan escreveu: “Sem dúvida que os criacionistas estão alegres com o fato de as pesquisas em torno da origem da vida terem chegado a um impasse… mas eles não têm razões para estar. Suas explicações sofrem da mesma falha: Quem criou o Criador divino? Pelo menos os cientistas estão levando a cabo um esforço honesto para resolver o mistério, em vez de culparem Deus por tudo.”

Horgan está correto quando afirma que os cientistas (leia-se “cientistas evolucionistas”) não fazem ideia alguma da forma como a vida começou. Ele está errado, no entanto, quando insiste que a ignorância evolutiva sobre a origem da vida está ao mesmo nível da alegada “ignorância” em torno das “origens” do Criador.

As pesquisas em torno da origem da vida não mostram apenas que os cenários naturalistas são improváveis; elas mostram que são, sim, impossíveis – a vida não se pode gerar espontaneamente a partir de químicos sem vida. Dada essa situação, a única ideia verdadeiramente “científica” seria seguir as evidências aonde quer que elas nos levem: para um Criador sobrenatural e infinitamente inteligente.

Anthony Flew, que durante décadas foi o líder filosófico do mundo ateu, chegou a esta conclusão: “A única explicação satisfatória para a origem da vida com um fim, e autorreplicante tal como vemos na Terra, é uma mente infinitamente inteligente.”

Referências:

Antony Flew and Roy Varghese (2007), There Is No God: How the World’s Most Notorious Atheist Changed His Mind (New York: HarperOne).
John Horgan (2011), “Pssst! Don’t Tell the Creationists, but Scientists Don’t Have a Clue How Life Began”, Scientific American.

(Darwinismo)

sábado, 9 de julho de 2011

Cenas de um mundo que afunda

Leia: Sinais do Fim - todos de uma vez

Fontes: Criacionismo.com

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXVII

Walter Heinrich Heitler (1904-1981), físico, recebedor da Medalha Max Planck de 1968

"Natureza definitivamente não pode ser discutida de modo completo em termos científicos sem incluir também a indagação por Deus."

quarta-feira, 6 de julho de 2011

I Seminário Sobre as Drogas e Seus Males

DIA: 16/07/2011
LOCAL: Igreja Adventista do Sétimo Dia - Central de Guanambi - Bahia
HORÁRIO: Das 14h00min às 18h00min

PALESTRAS

I - AS DROGAS E SUA QUÍMICA

Palestrante: Firmo Malheiros Neto
Graduando em Química pelo Instituto faderal Baiano Campus - Guanambi.

II - AS DROGAS E A SAÚDE FÍSICA

Palestrante: Giseli Barros Rocha
Pedagoga formada pela UNEB (Universidade do Estado da Bahia) e Enfermeira formada pela Faculdade Guanambi.

III - AS DROGAS E A SAÚDE MENTAL

Palestrante: Renato da Silva Matos
Graduando em Psicologia pela Faculdade Guanambi

IV - AS DROGAS E A VIOLÊNCIA

Palestrante: Humberto Alves Pereira
Investigador da Coordenadoria da Polícia Civil do Estado da Bahia

V - AS DROGAS E A PALAVRA DE DEUS

Palestrante: Pr. Antônio Sales
Pastor distrital da igreja Adventista do Sétimo Dia

terça-feira, 5 de julho de 2011

O Crente e o Sexo

Como anda a sexualidade do cristão? Será que é alta a fidelidade conjugal do povo que diz acreditar e adorar a Deus? E os hábitos sexuais entre casados? Existe promiscuidade, pornografia e sexo antes do casamento no universo cristão?

Para conversar sobre o assunto, que é tabu para muita gente, o Conexão Novo Tempo entrevistou Darleide Alves, que é apresentadora do programa ‘Sem Tabus’, da TV Novo Tempo e a terapeuta familiar Vivian Cisneros. [Ouça a entrevista completa aqui.]

sábado, 2 de julho de 2011

Bíblia em Áudio - Gênesis a Apocalipse - Cid Moreira

O DVD Bíblia em áudio, com a narração de Cid Moreira, é um projeto que levou cinco anos para ser concluído devido ao seu cuidado a sua produção. A narração de toda a bíblia do Gênesis ao Apocalipse tem efeitos especiais e tornar o áudio mais emocionante. Participação especial da cantora Rafaela Pinho, corais e vários nomes da música cristã.

Para você ouvir no carro, em casa e com seus amigos! Bíblia em áudio - gravação em MP3! Adquira o seu aqui!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXVI

Werner Heisenberg (1901-1976), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1932

"O primeiro gole do copo das ciências naturais torna ateu; mas no fundo do copo Deus aguarda."

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