terça-feira, 7 de junho de 2011

As grandes fraudes da ciência

A revista Aventuras da História do mês passado traz uma interessante (e franca) matéria sobre as principais fraudes científicas da história. Entre elas, quero destacar três, duas das quais ainda aparecem de vez em quando por aí, nas argumentações pró-darwinismo, e constam de livros-texto de biologia do ensino médio. Curiosamente, na semana passada, outra polêmica envolveu livros aprovados pelo Ministério da Educação (MEC): material didático destinado à educação no campo ensina que dez menos sete é igual a quatro, entre outros erros. Os livros foram impressos e distribuídos a alunos de escolas multisseriadas, ou seja, de séries diferentes, de escolas públicas da zona rural do país. Em comunicado oficial, o MEC reconheceu que “erros de diagramação, editoração e revisão” foram constatados em fevereiro, por especialistas contratados pelo órgão. No entanto, a suspensão do uso do material didático só ocorreu na quinta-feira (2), pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após denúncia do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou na sexta-feira (3) que foram gastos R$ 13,4 milhões na impressão do material didático com conteúdo errado. Os livros foram distribuídos para cerca de 40 mil classes, que atendem 1,3 milhão de alunos.

Os erros de matemática são lamentáveis, sem dúvida, mas, pior que erros desse tipo, que podem ser facilmente detectados pelos professores e até por alunos mais atentos, são os erros ideológicos que visam a favorecer uma filosofia (a darwinista) em detrimento de outras cosmovisões – inclusive perpetuando fraudes já desmascaradas, como estas, relacionadas na matéria da revista Aventuras da História: [Confira aqui e leia as quatro fraudes em destaque.]

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