quinta-feira, 30 de junho de 2011

Essa campanha bem que poderia ser nacional

Os outdoors colocados na cidade de Jaraguá do Sul, SC, demonstram a indignação da população em relação à proposta de aumento do número de vereadores na Câmara.

A destruição do casamento

Dados do Departamento de Censo mostram que os casados, pela primeira vez na história, representam menos das metades dos lares norte-americanos. A clássica família, com mamãe, papai e as crianças sob o mesmo teto está desaparecendo. Em todos os estados, o numero de companheiros não casados, casais sem filhos e pessoas solteiras cresce numa velocidade muito superior à dos casais com filhos, diz o censo de 2010. Casais com filhos representavam 43% dos lares no país, em 1950; eles agora representam apenas 20%. E essa tendência demonstra uma potente dimensão de classes. Casamentos tradicionais evoluíram de um rito quase universal para um luxo restrito aos educados e poderosos. Quase não havia diferença em 1960: apenas quatro pontos percentuais separavam os casados universitários dos formandos escolares. Essa diferença aumentou para 16%, de acordo com o Pew Research Centre. Uma analise do Departamento do Censo, lançada na última primavera, mostrou que as noivas estão muito mais propensas a terem um diploma universitário do que na metade dos anos 1990.

“O casamento se tornou muito mais seletivo, e é por isso que o índice de divórcios baixou”, diz Bradford Wilcox, diretor do Projeto Nacional de Casamentos na Universidade da Virgínia, em Charlottesville. O projeto descobriu que os índices de divórcio entre casais com diplomas universitários são apenas um terço maiores que entre aqueles apenas com diplomas escolares.

Norte-americanos com diplomas escolares ou menos (que representam 58% da população) disseram aos pesquisadores que gostariam de se casar, mas não têm condições financeiras para isso. Ao invés disso, eles têm filhos fora do casamento. Apenas 6% das crianças nascidas de mães com diplomas universitários nasceram fora do casamento. Entre as mães apenas com diploma escolar, esse índice é de 44%.

“Menos casamento significa menos renda e mais pobreza”, afirma Isabel Sawhill, da Brooking Institution. Ela e outros pesquisadores associaram a desigualdade na renda no país às mudanças na composição familiar: pais solteiros (quase sempre sem diploma universitário) estão se tornando mais pobres, enquanto casados (com educação e dupla renda) estão prosperando. “Essa é uma grande diferença que não é compreendida pelo público”, diz.

Não espere, no entanto, que o Partido Democrata aborde essa questão nas eleições do ano que vem. Mulheres solteiras votaram massivamente em Barack Obama. “Você não sugere a uma mãe solteira que se case”, diz Sawhill. “Seria denegrir seu estilo de vida.”

(Opinião e Notícia)

Nota: O inimigo de Deus continua firme em sua campanha de destruição de tudo o que o Criador estabeleceu como mais sagrado desde o Éden. Duas instituições, especialmente, são alvo de Satanás: o casamento e o sábado, ambas criadas por Deus no princípio deste mundo para nossa felicidade. Com o darwinismo (e, por favor, entenda bem: não estou dizendo aqui que os darwinistas são “do mal”), foi possível destruir a ideia da criação especial do ser humano e rebaixá-lo à categoria de simples “animal racional” – nada de imagem e semelhança de Deus. Além disso, o sábado do sétimo dia, o memorial da Criação, perde todo o sentido se a Criação não ocorreu como narra a Bíblia e como ratificou Jesus em Seus ensinamentos. Para aqueles que continuam crendo em Deus, o inimigo mesmo assim deu um jeito de substituir o sábado (santificado e abençoado no Éden) por um dia comum, usado, na verdade, para a adoração pagã do Sol: o domingo. Com respeito ao casamento, note o paradoxo: os heterossexuais ou querem se separar ou querem se unir sem casar; enquanto isso, os homossexuais lutam pelo direito de “casar”. Casamento é e sempre será a união entre um homem e uma mulher, sob as bênçãos de Deus. Qualquer coisa diferente disso é distorção do plano do Criador e serve bem aos propósitos daquele que começou a rebelião contra Deus.[Michelson Borges]

sábado, 25 de junho de 2011

A arte que deprecia a ciência

A imagem dos químicos disseminada pela literatura e pelo cinema é negativa, afirmam cientistas.

Um monstro sádico de guarda pó branco trancado em um laboratório cheio de cobaias. A imagem dos químicos disseminada pela literatura e pelo cinema é negativa, afirmam cientistas. O químico é mostrado como um maníaco diabólico e perigoso, obsessivo, secreto e arrogante.

Cientistas estão preocupados com a imagem pública da química. A revista alemã Hyle, especializada em debater a filosofia dessa ciência, trouxe uma edição com artigos voltados a analisar o papel da química na literatura e no cinema. A conclusão mostra uma visão popular negativa dessa disciplina, praticada por alquimistas [Alquimia e Química, ontem e hoje] ou cientistas malucos que desenvolvem em laboratórios obscuros venenos que oferecem perigo à humanidade e ao meio ambiente.
O alquimista , tela de 1853 do britânico William Fettes Douglas (1822-1891). No imaginário popular, os praticantes dessa disciplina foram os precursores da figura do químico louco comum no cinema contemporâneo.

Os alquimistas estão na raiz da mistificação da atividade desses cientistas que ganhou espaço nos livros e nos filmes. Figuras vistas como os únicos detentores do poder de transformar qualquer metal em ouro, com a lendária pedra filosofal, os alquimistas eram temidos por seu saber mágico e sobrenatural, capaz de dar vida a homúnculos e de favorecer privilegiados com elixires da juventude.

Vista como uma prática que envolvia magia negra e astrologia, foi considerada heresia – aqueles que com ela se envolviam só podiam estar compactuados com o demônio. Na literatura, a imagem popular dos alquimistas inspirou a construção de personagens como Fausto, o cientista que vendeu a alma ao diabo, o monstro de Frankenstein, ou o cruel Doutor Moreau, cientista que ignora os gritos de dor de suas cobaias animais, segundo a análise da química Roslynn Hayes, da Universidade da Nova Gales do Sul, na Austrália.

Não muito longe dessa caracterização está a figura dos químicos no cenário de hoje, segundo Hayes. “A literatura e os filmes atuais mostram o químico como um maníaco diabólico e perigoso, obsessivo, secreto e arrogante”, afirma ela em seu artigo. “Alquimistas e cientistas são representados como pessoas com valores diferentes dos outros, preparados para sacrificar homens e animais por seus experimentos”.

Na química praticada nos filmes e livros, a busca pelo conhecimento justifica qualquer prejuízo, seja através de efeitos colaterais, poluição ambiental ou contaminação genética. “Todo o glamour atingido com o sucesso de uma experiência se transforma em cinzas quando a mesma vira um desastre imprevisível“, explica Hayes. “É o exemplo de Frankenstein, cuja tragédia começa no momento em que o experimento dá certo”.

Em outro artigo da revista, o sociólogo alemão Peter Weingart, do Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica, na Alemanha, analisou 400 filmes que trazem personagens ou histórias associadas ao discurso científico. A química fica em terceiro lugar na ordem de disciplinas mais abordadas, sendo 24% desses filmes de terror, 13% de suspense e outros 13% comédia. Segundo a análise de Weingart, mais de metade dos filmes estudados apresentava a ciência de forma fantasiosa, irreal – 47% abordavam o tema de forma não-ficcional.

“A química não está sozinha nessa posição. A imagem da medicina e da física ainda é pior. Podemos concluir que as ciências mais poderosas são também as vistas com maiores suspeitas”, conclui o sociólogo. Filmes recentes como O enviado (2004) e O sexto dia (2000) abordam a questão da clonagem e deixam explícitas as ansiedades e medos associados à idéia de criação de um ser humano pela ciência. Em ambos os filmes as experiências de clonagem, obviamente, não dão certo. Sucessos de bilheteria como Jurassic Park e Erin Brockovich também não hesitam em implicar cientistas nos mais deferentes tipos de desastres.

Para Roslynn Hayes, os próprios químicos mantêm até hoje atitudes que perpetuam o estereótipo criado. “Os símbolos, fórmulas e teorias usados na química são tão opacos para os leigos quanto eram os dos alquimistas em sua época. Também falham ao não demonstrarem preocupação ética e moral pelos impactos de suas pesquisas”, afirma. Weingart está de acordo com essa análise: segundo ele, o que os filmes populares mostram é que os químicos não conseguem se comunicar com os leigos, apesar de todos os benefícios gerados por sua ciência.

Com a palavra, os químicos.

Por: Juliana Tinoco
Fonte: Ciência Hoje

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Unicamp seleciona docentes de Química em diversas áreas

Agência FAPESP – A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está com inscrições abertas até 14 de julho para o concurso público de provas e títulos para a contratação de professores doutores para o Instituto de Química, nas áreas de química inorgânica, biocatálise e química medicinal.

Os professores selecionados serão admitidos em Regime de Tempo Parcial (RTP), com opção preferencial para o Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP).

Instituto de Química e outras unidades estão com inscrições abertas em concursos para contratação de professores (Unicamp)

A Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e outras unidades da Unicamp também estão com inscrições abertas para concursos e processos seletivos para contratação de docentes.

Os editais podem ser acessados em www.sg.unicamp.br/dca/concurso

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Livro: A Grande Esperança

Esse livro é parte de uma grande campanha desenvolvida nos últimos anos em favor da esperança. É uma seleção de 11 capítulos curtos, simples, mas provocativos. Discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: o porquê do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus. A boa notícia é que há uma luz no fim. E essa luz está chegando até nós, para iluminar o nosso caminho.

Fonte: Esperança.com


quarta-feira, 22 de junho de 2011

11º Seminário “A Filosofia das Origens”

Já estão abertas as inscrições para o 11º Seminário “A Filosofia das Origens”, que sertá realizado em Curitiba, entre 19 e 21 de agosto de 2011. O evento vai tecer considerações sobre as origens na perspectiva criacionista. O seminário é realizado pela Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) e conta com o apoio do Departamento de Educação da União Sul-Brasileira. Na relação de palestrantes estão nomes como Eduardo Lütz, pós-graduado em Física pela Universidade Friedrich-Alexander, Erlangen, Alemanha; Marcos Natal de Souza Costa, doutor em Geologia pela USP; Marcus Vinicius Coimbra, doutor em Microbiologia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Medical College of Virginia (Estados Unidos) e membro titular da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, a CTNBIO; Queila de Souza Garcia, doutora na área de Ecofisiologia Vegetal pela Unicamp; Márcia Oliveira de Paula, doutora em Microbiologia pela USP; Nahor Neves de Souza Júnior, doutor em Geologia pela USP e coordenador do Geoscience Research Institute no Brasil; Tarcísio da Silva Vieira, mestre em Química Orgânica pela Universidade de Brasília e professor no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Tocantins; Enézio de Almeida Filho, doutorando em História da Ciência pela PUC-SP e coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente.

Eles vão explorar eixos temáticos como “Origem do Magnetismo Terrestre”, “Origem das Mutações”, “Origem dos Fósseis”, “Origem da Vida”, “Origem do Universo”, “Origem das Plantas” e “Origem das Formações Geológicas”. Ao longo do seminário também serão lançadas publicações da SCB sobre assuntos afins.

As vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas pela internet, no site www.scb.org.br ou na página www.filosofiadasorigens.com.br. A programação terá lugar no auditório do Colégio Curitibano Adventista Bom Retiro, situado à rua Nilo Peçanha, 501.

Fonte: Portal Adventista

sábado, 18 de junho de 2011

NT Repórter desta semana retrata sobre Criacionismo

Clique na imagem para assistir a reportagem

Nutricionista lista os 10 piores alimentos para sua saúde

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos. Confira abaixo:

10º lugar: Sorvete

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho

De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º lugar: Pizza

Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7º lugar: Batata frita

Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6 lugar: Salgadinhos de batata

Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º lugar: Bacon

Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente

Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º lugar: Donuts (Rosquinhas)

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.

2º lugar: Refrigerante

Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.

Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas. [Leia mais sobre refrigerantes aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.]

1º lugar: Refrigerante Diet

“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.

Fonte: Desconhecida

GRANDES NOMES CRISTÃOS - XXV

Arnold Joseph Toynbee (1889-1975), historiador

"E agora, quando olhamos para a outra margem, um único vulto ergue-se das águas e preenche todo o horizonte. É o Salvador - Deus encarnado no homem Jesus de Nazaré."

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nasce novo site criacionista

Instituto de Pesquisa de Geociência (Geoscience Research Institute) acaba de lançar um site criacionista. É o www.evidenciasonline.org/. O Instituto foi fundado em 1958, com o objetivo de examinar as evidências científicas sobre as origens, utilizando tanto a ciência quanto a Bíblia.

Como órgão oficial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, sua sede é localizada em Loma Linda, na Califórnia, Estados Unidos. A filial brasileira está no Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP campus 2, em Engenheiro Coelho (Foto ao lado).

Segundo o diretor regional do Instituto, Dr. Nahor Neves de Souza Júnior, “pesquisa e comunicação são nossos focos. O site irá contribuir muito para a divulgação de nosso trabalho”.

Por Márcia Ebinger

sábado, 11 de junho de 2011

Tabela periódica cresce com inclusão de mais dois elementos

Clique na ilustração para ampliar.
A tabela periódica ensinada nas escolas acaba de ganhar mais dois elementos químicos.

Reconhecidos como números 114 e 116, eles não foram batizados e por isso não têm nome ainda. Provisoriamente, estão sendo chamados de "ununquadium" e "ununhexium".
A inclusão foi reconhecida por um comitê internacional de químicos e físicos que pertencem ao Iupac (União Internacional de Química Pura e Aplicada) e ao Iupap (União Internacional de Física Pura e Aplicada).

No total, são 114 os elementos químicos conhecidos. Os de número 113, 115 e 118 não foram aceitos oficialmente pelas evidências e testes não se mostrarem conclusivos.

Os dois novos integrantes são os metais mais pesados da tabela e tiveram que passar por experimentos antes de serem reconhecidos.

Os pesquisadores criaram os elementos a partir de uma colisão de dois átomos produzida em um acelerador e "existiram" por menos de um segundo antes de se separarem.

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Organização divulga tema do Prêmio Jovem Cientista de 2011

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) comemorou seus 60 anos em um evento no Teatro Nacional, em Brasília, nesta quarta-feira (27), onde também foi apresentado o tema da edição de 2011 do Prêmio Jovem Cientista.

Neste ano, os estudantes deverão entregar trabalhos sobre “cidades sustentáveis”. As inscrições poderão ser feitas de 2 de maio a 31 de agosto pelos Correios ou pelo site www.jovemcientista.cnpq.br (que entrará no ar também em 2 de maio).

Ao todo, são quatro categorias: graduados no ensino superior, estudantes de ensino superior, estudantes de ensino médio e mérito institucional.

Os três primeiros lugares entre os estudantes de ensino médio ganham laptops, assim como seus orientadores e escolas. As linhas de pesquisa são:

- ambientes sustentáveis: casa, escola, trabalho, espaços públicos;
- planejamento urbano e qualidade de vida;
- gestão das águas no meio urbano;
- políticas de mobilidade nas cidades;
- agricultura urbana;
- gestão de resíduos: orgânicos, inorgânicos e perigosos;
- e impactos das mudanças climáticas nas cidades.

Na categoria “graduados no ensino superior”, o primeiro lugar leva R$ 30 mil, o segundo, R$ 20 mil e o terceiro, R$ 15 mil. Entre os estudantes do ensino superior, os prêmios são de R$ 15 mil, R$ 12 mil e R$ 10 mil respectivamente. Os trabalhos devem ser sobre:

- vulnerabilidade, risco e mudanças climáticas nas cidades;
- urbanização, ambiente e gestão das águas urbanas;
- produção do espaço urbano e apropriação da natureza relacionada com a questão do solo, água, ventos e dos recursos energéticos;
- políticas urbana, ambiental e de saúde relacionadas com a questão do lixo;
- planejamento urbano, gestão e conflitos ambientais;
- políticas de transporte e de mobilidade nas cidades;
- agricultura urbana e cidade sustentável;
- implicações socioambientais da legislação urbana;
- paisagem urbana e arquitetura sustentável;
- e cidades em fronteiras transnacionais e gestão ambiental.

O “mérito institucional” premia R$ 35 mil cada para a escola de ensino médio e a instituição de ensino superior que tiverem os maiores números de trabalhos com mérito científico inscritos. Há ainda uma “menção honrosa” de R$ 20 mil para um cientista com doutorado de destaque na área.

Todos os premiados também ganham uma bolsa de estudo do CNPq e os primeiros colocados participarão da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) de 2012.

A premiação é uma iniciativa do CNPq, em parceria com a Fundação Roberto Marinho, a Gerdau e a General Electric do Brasil (GE).

Fonte: G1

Comentário: O MEC sabia dessas fraudes na abordagem da evolução nos livros aprovados pelo MEC!!!

Em 2003 e 2005 entregamos no MEC uma análise crítica de alguns livros didáticos aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM por conterem duas fraudes e algumas evidências científicas distorcidas a favor do fato, Fato, FATO da evolução.

NOTA BENE: O MEC não tem como negar isso, pois tenho o protocolo da entrega desse documento.

Nada foi feito oficialmente. Do conhecimento deste blogger, somente Amabis e Martho tiraram as duas fraudes, mas não disseram porque usaram em edições anteriores de seu livro-texto (uma centenária -- os embriões de Haeckel para comprovar o fato da descendência comum, e uma mais recente -- as famosas mariposas de Manchester, Biston betularia, que não repousam em troncos, mas em copas de árvores, usadas como a seleção natural em ação). Nada mais falso em termos de evidências a favor do fato, Fato, FATO da evolução!!!
Bem, agora quero ver com que cara o Ministro Fernando Haddad vai ficar, pois uma publicação de divulgação científica popular -- da revista Aventuras da História revela duas dessas mesmas fraudes já apontadas e desmascaradas aqui e lá no MEC por este blogger (Desafiando a Nomenklatura Científica):

O homem de Piltdown. Em 18 de dezembro de 1912, o arqueólogo Charles Dawson e o geólogo Arthur Smith apresentaram a suposta maior descoberta arqueológica da história: o crânio de Piltdown, o “elo perdido” entre o Homo sapiens e nossos ancestrais primatas. Ele fora encontrado em 1908 por um operário no lugarejo de Piltdown, perto de Sussex, na Inglaterra. Faziam parte dos achados: um crânio parcial, um dente solto e uma mandíbula com dentes. Em 1953, om dentista T. A. Marston provou que o crânio era uma fraude. Testes de flúor mostraram que os dentes pertenciam a um orangotango e o crânio a um ser humano. Até hoje não se sabe quem foi o autor da graude. Muitos apostam em Dawson. Um candidato forte na lista de suspeitos era o teólogo e filósofo jesuíta Teilhard de Chardin. Também paleontólogo e conhecido por seu senso de humor, ele estava em Piltdown entre 1908 e 1909.

As mariposas salpicadas. Entre 1850 e 1950, na Inglaterra, as mariposas salpicadas, da espécie Biston betularia, tornaram-se mais escuras. No início do século 19, eram clarinhas. Com o tempo, foram ficando negras, com manchas brancas. A explicação foi dada pelo biólogo Bernard Kettlewell: um expediente evolucionário de proteção por mimetismo. Na Inglaterra poluída do século 19, os troncos das árvores ficavam enegrecidos pela fuligem do carvão das chaminés. As mariposas, escurecidas, ficavam camufladas e não eram vistas pelas aves, seu predador. Provou a tese em 1955, soltando mariposas brancas e negras junto a troncos de árvores em florestas. Como previsto, os pássaros se alimentaram mais dos insetos brancos nas regiões poluídas e dos negros nas regiões de natureza. As mariposas que se deram mal eram as que se destacavam mais no ambiente. Em 1980, porém, um detalhe que passou despercebido finalmente saltou aos olhos dos pesquisadores: mariposas não vivem em troncos de árvores. A pesquisa era fajuta desde o ponto de partida.

Embriões falsos. O engodo torna-se mais difícil de detectar quando o perpetrador é um figurão. Parece ser o caso do alemão Ernst von Haeckel. Naturalista renomado e criador do termo “ecologia”, Haeckel foi autor, em 1874, de uma série de desenhos de embriões de vertebrados – peixes, galinhas, seres humanos – que mostravam similaridades marcantes em seus primeiros estágios. Segundo ele, seria a prova de um ancestral comum, ponto essencial à teoria da evolução das espécies de Darwin. Os desenhos estavam errados. Não havia esse estágio inicial. No entanto, a descoberta – feita em 1997 pelo embriologista inglês Michael Richardson – foi tardia: por um século os desenhos serviram de base aos manuais de biologia.

Injustiça. Em 1953, na Universidade de Cambridge, o britânico Francis Crick e o americano James Watson ganharam notoriedade mundial ao descobrir a estrutura do DNA, em forma de dupla hélice. Quando publicaram a descoberta na revista Nature, não deram crédito à colega de departamento Rosalind Franklin. Sem as fotografias do DNA, feitas por Rosalind por difração de raios x, não teriam feito a descoberta. É o que conta o autor Robert Wright na matéria “Molecular Biologists Watson & Crick”, publicada na revista Time em 1999. Rosalind não teve a quem recorrer.

NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER DESAFIANDO A NOMENKLATURA CIENTÍFICA:

Alô Exmo. Sr. Fernando Haddad, Ministro da Educação: CIÊNCIA E MENTIRA NÃO PODEM ANDAR DE MÃOS DADAS. De quem é a culpa? Ué, e a douta comissão de especialistas do MEC, constituída por professores universitários especialistas em evolução, nada sabia disso? Me engana que eu gosto! Mas, quando a questão é Darwin, é tutti cosa nostra, capice?

Engraçado, nenhum desses especialistas e autores de livros didáticos de Biologia do Ensino Médio me processa por danos morais. Por que, hein??? É que eles sabem que Darwin vai junto comigo para os bancos dos réus!!

FONTE: Desafiando a Nomenklatura Científica

terça-feira, 7 de junho de 2011

As grandes fraudes da ciência

A revista Aventuras da História do mês passado traz uma interessante (e franca) matéria sobre as principais fraudes científicas da história. Entre elas, quero destacar três, duas das quais ainda aparecem de vez em quando por aí, nas argumentações pró-darwinismo, e constam de livros-texto de biologia do ensino médio. Curiosamente, na semana passada, outra polêmica envolveu livros aprovados pelo Ministério da Educação (MEC): material didático destinado à educação no campo ensina que dez menos sete é igual a quatro, entre outros erros. Os livros foram impressos e distribuídos a alunos de escolas multisseriadas, ou seja, de séries diferentes, de escolas públicas da zona rural do país. Em comunicado oficial, o MEC reconheceu que “erros de diagramação, editoração e revisão” foram constatados em fevereiro, por especialistas contratados pelo órgão. No entanto, a suspensão do uso do material didático só ocorreu na quinta-feira (2), pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após denúncia do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou na sexta-feira (3) que foram gastos R$ 13,4 milhões na impressão do material didático com conteúdo errado. Os livros foram distribuídos para cerca de 40 mil classes, que atendem 1,3 milhão de alunos.

Os erros de matemática são lamentáveis, sem dúvida, mas, pior que erros desse tipo, que podem ser facilmente detectados pelos professores e até por alunos mais atentos, são os erros ideológicos que visam a favorecer uma filosofia (a darwinista) em detrimento de outras cosmovisões – inclusive perpetuando fraudes já desmascaradas, como estas, relacionadas na matéria da revista Aventuras da História: [Confira aqui e leia as quatro fraudes em destaque.]

Limitações da ciência e o poder da religião

(Otávio Cardoso Filho)

Fonte: criacionismo

domingo, 5 de junho de 2011

Dia mundial do meio Ambiente

No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos. [Jussara de Barros]

Fonte: Brasil Escola

Nota: O blog Ciência e Fé convida você fazer a diferença e 'fazer a diferença não é apenas falar, fazer campanhas bonitas e se emocionar com atitude de outros. Fazer diferente é ‘colocar a mão na massa’ e isso você pode fazer através de pequenos atos'. O vídeo abaixo foi produzido através de uma mobilização pública (flash mob) para mostrar uma atitude simples, mas digna de aplausos.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Metamorfose: do darwinismo para o criacionismo

Abandonei a ideia da macroevolução e o naturalismo filosófico quando estudava no curso técnico de química. Sempre fui amante da ciência e, por isso, naturalmente cético. Quando soube que o darwinismo tinha graves insuficiências epistêmicas, passei a estudar o assunto mais a fundo. Deparei-me com o argumento da complexidade irredutível, de Michael Behe, e com a tremenda dificuldade que o darwinismo tem em explicar a origem da informação complexa e específica. De onde surgiu a informação genética necessária para fazer funcionar a primeira célula? De onde proveio o acréscimo de informação necessária para dar origem a novos planos corporais e às melhorias biológicas? O passo seguinte foi buscar um modelo que me fornecesse respostas ao enigma do código sem o codificador, do design sem o designer, da informação sem a fonte de informações. Fiquei aturdido com a complexidade física do Universo e com a complexidade integrada da vida. Nessas pesquisas, descobri que o criacionismo é a cosmovisão que associa coerentemente conhecimento científico e conhecimento bíblico. E me descobri em boa companhia ao saber que grandes cientistas como Galileu, Copérnico, Newton, Pascal, Pasteur e outros não viam contradição significativa entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã. Usei meu ceticismo, fui atrás das evidências – levassem aonde levassem – e me surpreendi com uma interpretação simples e não anticientífica para as origens. Resultado? Tornei-me criacionista.

Michelson Borges, jornalista (UFSC) e mestre em teologia (Unasp)

Assista à palestra “Metamorfose”, no qual Michelson Borges conta a história da sua conversão. [Parti 01 aqui] e [Parte 02 aqui.]

GRANDES NOMES CRISTÃOS - XXIV

Friedrich Dessauer (1881-1963), físico, pai da engenharia biomédica

"No fundo o ideal do homem cristão é a superação heróica de tudo o que rebaixa..., naturalmente não apenas por força própria, que é insuficiente, mas com ajuda da graça (de Deus)."

Construtor quer atracar réplica da arca em Londres

Em 1992, uma tempestade na região costeira ao norte de Amsterdã, onde vive, fez Johan Huibers alimentar um sonho. Apesar de a esposa não ter apoiado a ideia, o milionário construtor seguiu em frente. Em 2004, fez uma [arca] pequena, de 225 m de comprimento, para navegar nos canais holandeses. Mas ainda não estava satisfeito. Precisava de uma nas mesmas dimensões da de Noé. E ela ficará pronta em julho. Huibers, de 60 anos, enviou uma carta ao prefeito de Londres, Boris Johnson, para pedir permissão para atracá-la na capital inglesa durante os Jogos Olímpicos de 2012. O objetivo, segundo matéria publicada no The New York Times, é que seja aberta à visitação do público. A arca contará com dois auditórios para receber 1.500 pessoas, terá três andares e navegará pelo Tâmisa com animais de verdade. O holandês quer fazer um convite à reflexão e inspirar estudantes com a história bíblica, mostrando que existe um Deus. Ele iniciou a construção da embarcação em 2008 e fez uso até mesmo de pinho sueco, já que teria sido essa a madeira que Deus ordenou Noé a usar.

Fonte: Globo Esporte

Nota: Vejam mais fotos da Réplica da Arca de Noé aqui.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ABGLT: Vai queimar Bíblia em frente da Catedral de Brasília 01/06/2011

Clique na imagem para ampliar
Imaginem, o PL-122 ainda nem foi aprovado e esses indivíduos querem porque querem implantar a Ditadura Gayzista no Brasil, e põem as manguinhas de fora do que são capazes esses intolerantes!!!

Fonte: Desafiando a Nomenklatura

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