terça-feira, 29 de março de 2011

Dez estratégias para ler artigos acadêmicos

1. Artigo científico não é para ser memorizado;

2. A leitura de artigos científicos não deve ser de capa a capa; tenha liberdade de ler a parte que mais lhe interessa;

3. Faça marcações em palavras, frase ou parágrafos que sejam interessantes para seu uso (numa revisão bibliográfica ou simplesmente para alguma consulta mais adiante);

4. Escreva no próprio artigo alguma ideia ou o que for preciso. Não tenha medo de escrever no seu artigo. Anotações em artigos, livros e revistas, fazem parte do processo de leitura (aprendizagem);

5. Arquive os artigos já lidos em lugar de fácil acesso;

6. Inicie sua leitura pelo Título e, em seguida, vá para o Resumo; depois, escolha que direção tomar;

7. Quando o resumo transmite informação suficiente sobre algo de que você já tem conhecimento, você poderá até pular a Introdução e ir direto para as Conclusões;

8. Tente ler sempre o original (impresso ou no computador); às vezes, fotocópias podem mascarar alguma linha em gráfico ou algum detalhe em fotografias ou radiografias;

9. Não hesite em marcar todas as palavras ou frases que você não entenda; marque TODAS (com um marca texto) e depois da leitura utilize um dicionário técnico para tentar entender as palavras desconhecidas;

10. Haverá 'coisas' no artigo que você não entenderá (uma palavra, uma expressão, um método) mesmo depois de buscar seu significado em dicionário, faça um grande favor a você mesmo: releia o artigo, seção por seção, e então você verá, como será mais fácil desta vez.

*




Autor: Italo de Souza Aquino
Editora: Saraiva
Páginas: 112
Quanto: R$ 23,92 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha




Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Dinossauro é encontrado em campo petrolífero

Os campos petrolíferos do Canadá forneceram mais do que óleo cru neste mês. O fóssil de um anquilossauro, herbívoro que se distingue pela carapaça nas costas, foi achado em Alberta. Um trabalhador da empresa de exploração Suncor Energy viu o dinossauro na última quarta-feira e avisou os responsáveis. Por uma sorte do acaso, o homem havia visitado a ala sobre os animais pré-históricos do museu Royal Tyrrell algumas semanas antes. A descoberta surpreendeu porque se estima que a região era coberta totalmente pela água milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista]. “Nunca vimos um dinossauro nessa localidade”, conta o curador do Museu Royal Tyrrell, Donald Henderson. “A área era um oceano, e a maior parte dos achados são de invertebrados como moluscos e ammonites.” O anquilossauro deveria ter cerca de cinco metros de comprimento e outros dois de largura. Ao contrário de outros fósseis, não estava incrustado em sedimentos rochosos e apresenta boas condições. O último fóssil de grandes proporções já registrado em Alberta foi de um peixe-réptil gigante, o ichthyossauro, localizado dez anos atrás perto de Fort McMurray.

(Folha.com)

Nota: Um anquilossauro herbívoro sepultado em petróleo juntamente com moluscos como amonitas e em boas condições. Vamos esperar para ver qual será a explicação darwinista para esse “fóssil anômalo”.[Michelson Borges]

segunda-feira, 28 de março de 2011

“Charles Darwin estava errado”

O americano Samuel Bowles, 71 anos, é dono de um currículo invejável. Ph.D em economia pela Universidade Harvard, onde também foi professor durante quase uma década, atualmente ele dirige o Programa de Ciências Comportamentais do Instituto Santa Fé, na capital do Novo México, e leciona na Universidade de Siena, na Itália. Autor de diversos livros, Bowles foi conselheiro econômico em Cuba, na Grécia, do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela e dos ex-candidatos à presidência dos Estados Unidos Robert F. Kennedy e Jesse Jackson. Seus estudos sobre a evolução genética e cultural dos humanos têm repercutido em publicações de prestígio, como as revistas Nature e Science, porque põem em dúvida nada menos do que a teoria da evolução, de Charles Darwin, e a ideia de que os homens são inteiramente egoístas. “O comportamento humano é muito mais complexo do que a teoria da evolução supõe”, diz Bowles. “A seleção natural pode, sim, produzir espécies altruístas e cooperativas.” [Leia a entrevista aqui]

sexta-feira, 25 de março de 2011

O que mostra o melhor exemplo de “evolução”?

Desde a época de Darwin, os biólogos reconhecem a evolução da vida. Porém, nos últimos 25 anos, alguns pesquisadores argumentam que certos organismos são melhores em evoluir do que outros pelas diferenças de seus genomas. As espécies com menos probabilidade de evoluir, em contraste, são rígidas demais para tirar vantagem das novas mutações ou para encontrar novas soluções para a sobrevivência. Muitos biólogos concordam que a capacidade de evoluir faz sentido na teoria. No entanto, encontrar evidências no mundo natural tem se mostrado difícil. Parte do problema é que a seleção natural pode levar um longo tempo para agir numa espécie. Também é difícil para os pesquisadores identificarem as mutações por trás da evolução. Mas na edição mais recente da Science, uma equipe de pesquisadores relata um exemplo detalhado sobre a capacidade evolutiva em ação, que ocorreu bem diante de seus olhos num laboratório. “Acho um trabalho brilhante”, diz um dos pesquisadores líderes sobre a capacidade evolutiva, Massimo Pigliucci, professor do Lehman College no Bronx, Nova York.

O novo estudo surgiu a partir do experimento contínuo mais duradouro sobre a evolução, iniciado em 1988 quando Richard E. Lenski, hoje na Universidade do Estado de Michigan, colocou em 12 frascos cópias idênticas de Escherichia coli. Ele e seus colegas cultivaram a bactéria com uma dieta escassa de glicose desde então. Ao longo das 52 mil gerações, a bactéria se adaptou ao ambiente peculiar. A cada 500 gerações, Lenski e seus colegas congelam algumas das bactérias, que podem ser aquecidas para serem comparadas a seus descendentes evoluídos [melhor seria dizer “adaptado”].

Lenski e seus colegas selecionaram uma das 12 linhagens para um estudo mais próximo. “Queríamos rastrear a ordem nas quais as mutações apareciam e tirar um sentido disso”, conta. Os cientistas observaram que, após 500 gerações, dois tipos de E. coli eram dominantes no frasco, cada uma com um conjunto distinto de mutações. No entanto, após mil gerações, apenas um tipo permaneceu. Lenski e seus colegas o batizaram de “ganhadores”.

Eles quiseram demonstrar o curso dessa vitória sobre os perdedores e aqueceram ambos os tipos da 500ª geração, e fizeram com que competissem entre si. Os cientistas esperavam que o resultado fosse uma conclusão inevitável: os vencedores já estariam mostrando sua superioridade. Ainda assim, o experimento foi feito em nome da exatidão. “Queríamos colocar os pingos nos is”, explica Lenski.

Para surpresa dos pesquisadores, eles estavam errados. Na 500ª geração, os supostos perdedores eram muito superiores, crescendo 6,5% mais rápido do que os que seriam vencedores. Nesse ritmo, eles levariam os supostos vencedores à extinção em 350 gerações. [...]

(Folha.com)

Nota: Antes de mais nada, é bom destacar o fato de que a pesquisa acima lida apenas com a diversificação de baixo nível (“microevolução”), já que, depois de milhares de gerações, as bactérias continuam sendo bactérias. Como sempre, falta esclarecer ao leitor o que os cientistas e os jornalistas querem dizer quando empregam o termo “evolução”. Além disso, a admissão inicial de que “encontrar evidências [de evolução] no mundo natural tem se mostrado difícil” é bem-vinda.[Michelson Borges]

Mecanismo molecular da fecundação

Um mecanismo molecular que ajuda o espermatozoide humano a detectar e chegar até os óvulos está descrito em dois artigos publicados nesta quinta-feira (17/3) no site da revista Nature. De acordo com a publicação científica, as pesquisas destacam o papel de um inusitado canal de íons e poderá ajudar no desenvolvimento de novas classes de anticoncepcionais não hormonais. Os estudos independentes foram conduzidos pelo grupo de Yuriy Kirichok, na Universidade da Califórnia em San Francisco, Estados Unidos, e por Benjamin Kaupp, do Center of Advanced European Studies and Research, e colegas. Células do cúmulos (que envolvem os óvulos) liberam progesterona, que induz o influxo de íons de Ca2+ (cálcio) nos espermatozoides. A progesterona é um hormônio esteroide produzido, a partir da puberdade, pelo corpo lúteo (que também libera estrógeno) e pela placenta durante a gravidez. O influxo de íons de Ca2+ leva a um aumento na atividade dos espermatozoides e estimula o movimento da célula reprodutiva masculina em direção ao óvulo.

Os novos estudos ajudam a esclarecer os mecanismos desse processo. Os dois grupos demonstraram que a progesterona ativa um canal de cálcio sensitivo ao pH chamado CatSper, o que causa um rápido influxo de íons de cálcio nos espermatozoides.

Como outros hormônios esteroides, a progesterona atua normalmente por meio de um receptor intracelular, mas as novas pesquisas destacam que, nos espermatozoides, o hormônio feminino pode sinalizar por meio de um mecanismo não genômico.

Se a ativação do CatSper é o único efeito da progesterona na sinalização de Ca2+ é algo que futuras pesquisas poderão esclarecer.

Fonte: Agência Fapesp

Nota: Sempre me chama atenção o fato de não serem mencionadas “explicações” darwinistas para certos processos, quando o assunto envolve complexidade em níveis extremos (o mesmo ocorre com o sensacional artigo “Por que a mãe não rejeita o feto”, que eu comentei aqui). Afinal, como explicar que um mecanismo como o descrito acima tenha “evoluído” (surgido) no corpo da mulher a fim de orientar os espermatozoides que são produzidos no corpo masculino? Como explicar essa evolução simultânea de gametas tão interdependentes e perfeitamente compatíveis desde sempre? Se você optar pelo design inteligente, estará argumentando com base no pensamento lógico de que um projeto elaborado pressupõe um projetista. Se optar pelo acaso cego, terá que, forçosamente, admitir que é mais crente do que os criacionistas.[Michelson Borges]

terça-feira, 22 de março de 2011

Os biólogos evolucionistas estão realmente preparados para a Síntese Evolutiva Ampliada?

Daniel Brooks vem vivendo com a controvérsia desde 1982, quando suas ideias apareceram em um trabalho acadêmico, e depois em 1986 quando ele foi co-autor de um livro junto com Ed Wiley, intitulado Evolution as Entropy [Evolução como entropia]. Ao mesmo tempo em que promovia a ideia de que a diversificação evolucionária era para ser entendida como inevitável porque isso representa um aumento na entropia, ele também argumentou que a teoria proposta era uma alternativa ao neodarwinismo (amplamente conhecido como a Nova Síntese). Em um comentário na revista Science, Lewin (1982) explicou que:

“Reações à proposta t^em sido variadas e frequentemente bem fortes. Alguns consideram a teoria como sendo um insight brilhante que irá avançar a biologia evolucionária imensuravelmente. Outros a rejeitam veementemente como sendo um ataque infundado ao neodarwinismo. Curiosamente, mesmo assim outros a consideram como sendo nada mas o próprio neodarwinismo traduzido em forma incompreensível. Outros ainda, sustentam que o uso de Brooks e Wiley da termodinâmica do não equilíbrio é insustentável neste contexto.” [Continue lendo aqui.]

sexta-feira, 11 de março de 2011

“Microevolução” é um termo desnecessário

“Macroevolução” é o termo usado pelos evolucionistas para as variações biológicas em larga escala. “Microevolução” é o termo empregado para variações biológicas que se podem demonstrar empiricamente. Os evolucionistas precisam desses termos por causa de um debate interno que ocorre entre eles. Os evolucionistas gradualistas (ex.: Dawkins) alegam que a macroevolução é apenas consequência de um acumular de microevoluções. Seus adversários, os evolucionistas pontualistas, refutam essa crença e ressalvam que as variações em pequena escala visíveis empiricamente e visíveis nos fósseis não podem explicar a evolução no geral. Os pontualistas usam um potente argumento antievolutivo, e como tal os termos tiveram que ser inventados para esconder o teor da discussão. Segundo os evolucionistas, eles não discutem o “fato” da evolução, mas sim “detalhes menores”. As palavras macro e microevolução servem exatamente a esse propósito. Enquanto o debate for escondido por trás desses termos, o público nunca vai se aperceber de que se está discutindo exatamente o “fato” da evolução.

A terminologia serve para obscurecer as dificuldades que a ciência tem gerado contra a teoria da evolução, e também para criar mais uma ilusão na mente do público.

Os evolucionistas geralmente usam esses dois termos como armas nos seus debates. De acordo com seu argumento, se nós acreditamos na “microevolução”, então somos todos evolucionistas. (Faz-me lembrar da declaração dos militantes ateus de que “somos todos ateus”.) Esse tipo de argumento não possui bases lógicas.

Alguns criacionistas tentam esclarecer o debate afirmando que “a microevolução não é verdadeira evolução”. Embora o argumento seja legítimo, ele soa sem sentido e isso coloca os críticos da teoria da evolução numa posição desconfortável.

O termo “macroevolução” é redundante e desnecessário. Macroevolução é a evolução que todos temos em mente quando falamos das nossas origens. A palavra é desnecessariamente repetitiva. “Microevolução” é um termo paradoxal e autocontraditório. Não há “micro” evolução. A evolução ou é em grande escala ou então estamos falando de algo que está de acordo com o criacionismo. Devido a isso, o termo “microevolução”, por levar a declarações enganadoras, deveria ser abandonado.

Como se isso não fosse suficiente, já existem palavras que passam a informação necessária sem confusão nem ilusões evolutivas: “variações biológicas”, “mudanças genéticas” ou simplesmente “variação”. Não há necessidade de se usar a palavra “microevolução” quando já existem termos que se aplicam ao tipo de fenômeno que o termo visa a classificar.

Conclusão: os evolucionistas fazem mau uso da palavra “evolução” como forma de gerar uma ilusão que lhes serve ao propósito. O debate em torno das nossas origens tem que ser o mais claro possível para não levar os ouvintes a más conclusões. Evolução se refere SEMPRE à transformação em larga escala de moléculas a seres humanos. Qualquer coisa menor que isso está de acordo com o criacionismo bíblico.

(Darwinismo)

Nota: Por isso gosto da expressão “diversificação de baixo nível”, usada pelo biólogo James Gibson (confira aqui).[Michelson Borges]

Novo devaneio darwinista: pênis humano tinha espinhos

O cérebro do homem é maior e seu pênis não tem mais as protuberâncias presentes entre os chimpanzés e outros mamíferos. Isso ocorreu devido à perda de sequências do DNA durante a evolução, segundo estudo publicado [na] quarta-feira (9/3). Tais mudanças poderiam, segundo os cientistas, ter favorecido a formação de casais monogâmicos e a emergência de estruturas sociais complexas permitindo criar os frágeis bebês humanos. Como aconteceu isso? É o que procura descrever Gill Bejerano (Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, Estados Unidos) e sua equipe. “A morfologia simplificada do pênis” no homem teria favorecido “estratégias monogâmicas de reprodução entre os primatas”, revelam os pesquisadores na revista científica britânica Nature. A ausência na glande de protuberâncias de queratina, presentes entre muitos outros mamíferos, reduziu a sensibilidade tátil do pênis, e poderia aumentar a duração da cópula no homem, em relação a outras espécies, explicam.

A sequência de DNA perdida pelo homem desempenhava igualmente um papel no desenvolvimento de pelos. Uma outra região do DNA desaparecida no homem estaria próxima a um gene (dito supressor de tumor) que impede o crescimento de neurônios numa região particular do cérebro. Sem poder mais se expressar (produzir a molécula prevista), esse gene pôde contribuir para o desenvolvimento de um cérebro maior nos humanos. [Mas o cérebro humano não está diminuindo?]

A equipe de Gill Bejerano identificou 510 sequências de DNA ausentes no homem, mas amplamente conservadas entre os chimpanzés e outras espécies. Trata-se, essencialmente, de DNA que não fornece o programa de síntese de uma proteína. Esse DNA perdido servia para controlar a expressão de genes próximos envolvidos nos sinais hormonais e nas funções do cérebro.

A perda de pequenas sequências regulatórias, mais do que os genes que elas controlam, pode acarretar mudanças muito sutis. “A maior parte, não a totalidade, dessas regiões está igualmente ausente no genoma do Neandertal, o que indica que essas supressões de DNA aconteceram há mais de 500 mil anos” [segundo a cronologia evolucionista], precisa David Kingsley, um dos autores do estudo.

(UOL)

Nota: A pesquisa parte do pressuposto darwinista de que seres humanos e chimpanzés seriam parentes. Depois os pesquisadores perceberam que no homem falta um bloco não codificante do DNA presente no chimpanzé e interpretam, fazendo uso de pressupostos evolucionistas, que o ser humano perdeu esse gene. E se a interpretação dos fatos fosse outra? O ser humano pode ter sido criado qualitativamente superior/diferente dos demais animais. No ser humano, o sexo não depende de cio e não existe simplesmente para disseminar o “gene egoísta” por aí. Diferentemente da concepção darwinista minimalista e animalesca do sexo, segundo a Revelação Bíblica, o ato sexual é a união sublime entre homem e mulher (que se tornam “uma só carne”, nesse momento), não necessariamente apenas para procriar. Talvez resida aí o motivo para o fato de o sexo entre humanos ser mais prolongado e prazeroso para ambos os gêneros. Além disso, o volume de informações resultantes do sequenciamento genético de diferentes espécies tem revelado aos cientistas que muito pouco se sabe sobre a relação genótipo-fenótipo. Isso implica que ainda que seres humanos tivessem tal gene em seu DNA, não significa que expressariam o mesmo fenótipo, ou seja, não significa que teriam o pênis com protuberâncias como no chimpanzé! Mais um detalhe: ao que tudo indica, nova informação genética não surge do nada (sendo esse um dos grandes problemas para a origem da vida segundo a visão naturalista). O contrário disso ocorre, ou seja, perda de informação. Se ao longo dos supostos milhões de anos de existência a vida vem perdendo sequências do DNA (como essa que supostamente teria dado origem ao pênis liso humano), como explicar que ainda estejamos aqui com tantas perdas sucessivas?[Michelson Borges]

Coincidências genéticas e o mito do parentesco evolutivo

“Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como Nós, que se parecerão conosco. Eles terão poder sobre os peixes, sobre as aves, sobre os animais domésticos e selvagens e sobre os animais que se arrastam pelo chão” (Gênesis 1:26, NTLH).

São frequentes as notícias veiculadas pelos diversos meios de comunicação tratando das semelhanças genéticas entre seres humanos e macacos. À luz do pensamento evolucionista, essas semelhanças genéticas indicam parentesco evolutivo entre ambas as espécies, ou seja, seres humanos e macacos descenderiam de um mesmo ancestral comum. Essa ideia amplamente divulgada depois do lançamento do livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin, contrasta com a afirmação bíblica de que os ser humano foi criado originalmente à imagem e semelhança de Deus. [Continue lendo aqui.]

sexta-feira, 4 de março de 2011

Quando os espermatozoides “surgiram”?

Um novo estudo descobriu que o gene responsável pela produção de espermatozoides é tão vital que sua função se manteve inalterada ao longo da evolução. Ele é encontrado em quase todos os animais, e provavelmente se originou [sic] há 600 milhões de anos. O gene, chamado Boule, parece ser o único exclusivamente necessário para a produção de espermatozoides nos animais, desde insetos aos mamíferos. No estudo, foi detectada a presença do gene Boule no esperma em diferentes linhas evolutivas: humanos, mamíferos, peixes, insetos, vermes e marinhos invertebrados. A pesquisa usou esperma de um ouriço do mar, um galo, uma mosca de fruta, um homem e um peixe. Os pesquisadores afirmaram que a descoberta é muito surpreendente, porque a produção de espermatozoides tende a mudar devido à forte pressão seletiva para genes específicos do esperma evoluir, ser um supermacho para melhorar o sucesso reprodutivo. E esse é o único elemento específico do sexo que não se alterou entre as espécies. O gene deve ser tão importante que não pode mudar. [Quem disse isso a ele?]

A descoberta do papel crucial Boule na perpetuação da espécie pode ter muitas aplicações práticas para a saúde humana. Por exemplo, quando os investigadores retiraram o gene Boule de um rato, o animal pareceu saudável, mas não produziu espermatozoides. Um gene específico como esse pode ser ideal para um medicamento contraceptivo masculino.

Boule também tem o potencial para reduzir as doenças causadas por mosquitos e parasitas. A pesquisa sugere que a desregulação da função de Boule em animais irá perturbar a sua criação e colocar os parasitas sob ameaça ou germes sob controle. Isso poderia representar um novo rumo para o nosso desenvolvimento futuro de agrotóxicos ou medicamentos contra parasitas infecciosos ou portadores de germes.

(Hypescience)

Nota: A seleção natural deve ser realmente muito inteligente, pois além de selecionar características úteis aos seres vivos, garante que certas características vitais como o gene Boule responsável pela produção de espermatozoides permaneçam inalteradas ao longo de milhões de anos. Detalhe: Se esse gene específico é tão “vital”, como os seres sexuados se viravam antes de ele “surgir”? E mais: De onde “surgiu” a informação genética necessária para o “surgimento” dessa novidade específica complexa? Quem “surgiu” primeiro: os seres sexuados com todas as suas funções e órgãos distintos e específicos ou o Boule? Um não seria inútil sem o outro? E a pergunta que não quer calar: Quando e como surgiu a reprodução sexuada, já que ela dependeria de uma série de mutações específicas em organismos diferentes numa mesma geração e espaço físico, mutações essas capazes de torná-los macho e fêmea, perfeitamente compatíveis e reprodutores? Finalmente, note que apenas a desregulação da função de Boule já é capaz de ameaçar o ciclo da vida e que esse gene funciona perfeitamente em animais como moscas, peixes e galos, além do ser humano. Em todos esses seres vivos o Boule permaneceu inalterado durante “milhões de anos”. E depois dizem que eu é que sou crente... O Boule, para mim, é outra assinatura deixada nos seres vivos pelo grande Designer.[MichelsonBorges]

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