segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Internacionalização da Amazônia

Recebi este e-mail de um amigo admirador do senador Cristovam Buarque, que por sinal é um raro intelectual político que temos. Não quero aqui fazer política e sim passar esta reflexão a você sobre a internacionalização da nossa Amazônia. Pois este discurso merece ser lido, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador Cristóvam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso."

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade."

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado."

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Salvador, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro."

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil."

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro."

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS - XI

Justus von Liebig (1803 - 1873), químico, patrono da Universidade de Giessen, Alemanha

"O conhecimento da natureza é o caminho para a admiração do Criador."

O Projeto Genoma detona o dogma central darwiniano

O Projeto Genoma completou dez anos e eu nada vi na Grande Mídia que informasse os leitores leigos sobre o status desse grande projeto científico. Você viu? Nem os grandes jornais como a Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, e olha que esses dois jornais têm editorias de ciência pra ninguém botar defeito; eles não publicaram um especial ou apenas um artigo informativo. Por que nada publicaram? Explico. A revista Nature publicou um especial sobre o Projeto Genoma Humano no dia 10 de fevereiro de 2011. Naquela semana a Science também publicou uma série de artigos sobre isso. Eu não vi uma linha na Grande Mídia sobre essa importante questão científica. Você viu? Por que será que as editorias de ciência ficaram mudas? Elas ficaram mudas porque a maioria dos artigos destacou que as descobertas contrariam as predições do paradigma darwiniano. Quando a questão é Darwin, a Grande Mídia vive uma relação incestuosa com a Nomenklatura científica: o que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde! Tutti cosa nostra, capice?

Traduzindo em miúdos: as descobertas científicas do Projeto Genoma não estão corroborando as expectativas do paradigma evolucionário. A publicação do genoma humano revelou duas coisas interessantes: não identifica a nossa história evolucionária e nem levou às curas milagrosas.

Gente, entre outras coisas, o genoma humano revelou complexidade por detrás de mais complexidade que é a biblioteca de informação genética existente em cada um de nós. Como a Grande Mídia não destacou, este blogger destaca alguns excertos dos artigos da Science que revelam essa maravilha de complexidade.

O cientista John Mattick, da Universidade de Queensland, evolucionista, no seu artigo “The Genomic Foundation is Shifting” [A base genômica está mudando], destacou como que a fundação genômica está mudando: “Para mim, o resultado mais importante do projeto do genoma humano foi ter exposto a falácia de que a maioria da informação genética está expressa como proteínas.”

Gente, do que mesmo o Mattick está falando? Você está sentado? Como vai o coração? Está de bem com a vida? Não tem inimigos? Nem este blogger por dizer a verdade sobre Darwin e seus discípulos? Mattick está falando do Dogma Central da genética – o princípio de que o DNA é o controlador mestre da hereditariedade, traduzindo sua informação em proteínas que criam nossos corpos e cérebros.

Uma coisa surpreendente revelada no Projeto Genoma é que o número de genes é muito menor do que era esperado (apenas 1,5% do DNA humano contém genes), é suplantado pelo DNA não codificante (foi chamado de DNA lixo, lembra?), mas que é responsável pela geração do RNA, pela regulação da expressão dos genes, especialmente durante o desenvolvimento embriônico.

O código da histona y otras cositas gerou mais “tremores secundários” que minaram o Dogma Central. Mattick concluiu: “Essas observações sugerem que nós precisamos reavaliar a ortodoxia genética subjacente, que está profundamente arraigada e tem sido dada trégua superficial pelas premissas aceitas sem críticas sobre a natureza e o poder do controle combinatorial. Como Barbara McClintock, laureada com o Nobel, escreveu em 1950: 'Nós estamos permitindo uma filosofia da [codificação de proteína] de gene controlar [o nosso] raciocínio? O que é então a filosofia do gene? É uma filosofia válida?' […] Há uma alternativa: A complexidade humana tem sido construída em uma grande expansão de sequências genômicas reguladoras, a maioria das quais é efetuada pelos RNAs que usam a infraestrura genérica de proteína e controlam os mecanismos epigenéticos que sustentam a embriogênesis e a função cerebral. Eu considero o genoma humano não simplesmente como fornecendo detalhe, mas muito mais importante, como o começo de um iluminismo conceitual em biologia.”

Fonte: Desafiando a Nomeklatura Científica

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Formação da Associação de Universitários Adventistas de Guanambi - BA, realizado no dia 19/02/2011

Presidenta Regional (Sede em Vitória da Conquista): Thaiane Firmino

Presidente Distrital: Firmo Neto

Diretoria da Associação, da esquerda para direita: Renato Matos (Tesoureiro), Adrielle de Souza (Secretária), Frank Evilácio (Vice-Presidente), Firmo Neto (Presidente), Pr. Antônio Sales (Conselheiro), Thaiane Firmino (Presidenta Regional) e no fundo Garlane Antunes (Apoio nas divulgações).
Membros presentes na 1º reunião da Associação de Universitários Adventistas de Guanambi- BA, onde foram eleitos e nomeados a primeira diretoria.

Sugestões para o tuitaço #religiaoeciencia

No próximo tuitaço promovido pelo blog www.criacionismo.com.br (dia 25, a partir das 18h), será usada a tag #religiaoeciencia. Ao contrário do que alguns possam pensar, a ideia não é promover a controvérsia artificialmente alimentada pela mídia entre a ciência e a religião. O objetivo é justamente o contrário disso – queremos mostrar que a ciência experimental (método) e a teologia bíblica são duas ótimas lentes para compor uma cosmovisão útil com a qual se possa entender melhor a realidade que nos cerca. Assim fizeram os cientistas que criaram o método científico, homens do quilate de Galileu Galilei e Isaac Newton (Clique aqui). Assim fizeram grandes pensadores como Blaise Pascal e Antony Flew. Assim fazem muitos cientistas atuais, como Ruy Vieira e Marcos Eberlin (veja os banners abaixo e espalhe-os na internet). Ajude-nos a mostrar para muita gente que os religiosos podem amar a ciência tanto quanto os cientistas podem amar a religião. Corretamente compreendidas, essas duas áreas nos levam ao verdadeiro conhecimento e à Fonte desse conhecimento verdadeiro. Participe do tuitaço e ajude a espalhar os banners dessa campanha.


Sugestões de conteúdos para serem tuitados (basta copiar e colar em seu Twitter):

1) Leia a coluna “Ciência e Religião”: http://bit.ly/8Ekc2q >> #religiaoeciencia
2)
Leia a coluna “Ciência e Criacionismo”: http://bit.ly/gRSolJ >> #religiaoeciencia
3)
Jornalismo, teologia e ciência http://bit.ly/e5tehT >> #religiaoeciencia
4)
Deus – mais uma biografia não autorizada http://bit.ly/ihtUr6 >> #religiaoeciencia
5)
Papa afirma que Deus é responsável pelo Big Bang http://bit.ly/gpG9iW >> #religiaoeciencia
6)
Mistura impossível http://bit.ly/4WWNlK >> #religiaoeciencia
7)
Cosmos versus caos, ou discurso conveniente? http://bit.ly/fJIeWG >> #religiaoeciencia
8)
Jornalismo, teologia e ciência http://bit.ly/e5tehT >> #religiaoeciencia
9)
O que é ciência? http://bit.ly/g14xFW >> #religiaoeciencia
10) Em busca das digitais do Criador http://bit.ly/cws8IB >> #religiaoeciencia
11) O berço da ciência http://bit.ly/gYUubr >> #religiaoeciencia
12) Apologética cristã: uma necessidade presente http://bit.ly/bZo5Qk >> #religiaoeciencia
13) Ele harmonizou a fé com a razão http://bit.ly/djJkyj >> #religiaoeciencia
14) Não se pode explicar o universo sem Deus http://bit.ly/gfQ4wK >> #religiaoeciencia
15) Professor da Unicamp defende design inteligente http://bit.ly/9ife3T >> #religiaoeciencia
16) Assinatura química do Criador http://bit.ly/aopmZ >> #religiaoeciencia
17) Sobre as origens http://bit.ly/9ZJm8p >> #religiaoeciencia
18) Entrevista para o Correio Braziliense http://bit.ly/68DWl >> #religiaoeciencia
19) Gazeta do Povo dá espaço a biólogo criacionista http://bit.ly/h6oJ8m >> #religiaoeciencia
20) O criacionismo no ano de Darwin http://bit.ly/bozxtY >> #religiaoeciencia
21) Educação, ciência e... Deus http://bit.ly/gz38Bj >> #religiaoeciencia
22) A História da Vida (edição revista e atualizada) http://bit.ly/hgezMg >> #religiaoeciencia
23) O benefício da dúvida http://bit.ly/e09x92 >> #religiaoeciencia
24) Robert Boyle, o cientista cristão à frente de seu tempo http://bit.ly/gfn0Vu >> #religiaoeciencia
25) O que os cientistas pensam sobre religião http://bit.ly/hjBNjJ >> >> #religiaoeciencia
26) Vídeo "Por Que Creio em Deus" http://bit.ly/gyihph >> #religiaoeciencia
27) A fé de Von Braun http://bit.ly/efe4bp >> #religiaoeciencia
28) Estão redescobrindo o Newton religioso http://bit.ly/fv0q1V >> #religiaoeciencia
29) Simetrias da criação, mistério de Deus http://bit.ly/hebU0a >> #religiaoeciencia
29) Isaac Newton: cientista e teólogo http://bit.ly/fW0CUl >> #religiaoeciencia
30) Quem alimenta a controvérsia ciência x religião http://bit.ly/e13uKn >> #religiaoeciencia
31) Também é preciso ter fé na ciência http://bit.ly/hPXSR7 >> #religiaoeciencia
32) Religião estereotipada http://bit.ly/gzONju >> #religiaoeciencia
33) Pasteur e a Bíblia http://bit.ly/geg1Ri >> #religiaoeciencia
34) Como se faz ciência http://bit.ly/hjCRXd >> #religiaoeciencia
35) Adventistas que fazem ciência http://bit.ly/ia8s5f >> #religiaoeciencia
36) A dívida da ciência http://bit.ly/ej8Wum >> #religiaoeciencia
37) A Religião do Cérebro http://bit.ly/fGbSgR >> #religiaoeciencia
38) Os físicos e a Bíblia http://bit.ly/gfrrCL >> #religiaoeciencia

Peixe “evolui” para sobreviver no meio de toxinas

A maioria das pessoas pensa que a evolução ocorre ao longo de centenas ou milhares de anos, mas não é o que aconteceu com um peixe dos Estados Unidos. Bastaram 50 anos para que a espécie, parecida com um pequeno bacalhau, evoluísse [sic] com o propósito de se tornar mais resistente às toxinas que poluem o rio Hudson. “Estamos falando de uma evolução muito rápida”, comenta o professor de medicina ambiental da Escola de Medicina da Universidade de New York, Isaac Wirgin. Segundo Wirgin, autor de um estudo publicado na versão on-line da Science, a variação de um gene garantiu ao peixe uma resistência ao bifenilpoliclorado (PCB), substância tóxica e cancerígena. O peixe se tornou capaz de acumular grandes quantidades da química industrial sem necessariamente morrer ou ficar doente.

O rio Hudson recebeu durante 30 anos altas doses de PCB - a substância foi identificada pela primeira vez nas suas águas em 1947 - e ainda continua sob processo de limpeza. “A questão seguinte é como eles fazem isso”, comenta Adria Elskus, especialista que estuda a resistência de peixes a PCBs, mercúrio e outras dioxinas.

Uma segunda pergunta, feita pelo cientista que realizou o estudo, é sobre a contaminação de PBC por outras espécies, já que o pequeno bacalhau serve de comida para peixes maiores. Isso significa que há transferência da toxina pela cadeia alimentar e possivelmente para o homem.

(Folha.com)

Nota 1: É o velho sensacionalismo ultradarwinista em ação. É preciso pontuar algumas questões, depois de se ler uma matéria enviesada como essa: (1) Sobre o que o autor do texto e os entrevistados estão falando quando usam a palavra “evolução”? O que fica no subconsciente das pessoas e vem à tona quando leem reportagens como essa é aquela figura dos hominídeos “evoluindo” para se tornar humanos ou a ideia da macroevolução de uma célula até uma ave passando por um réptil. Só que o que ocorreu com peixe do rio Hudson é semelhante ao que ocorre com bactérias que adquirem resistência a antibióticos, ou seja, sofrem algum tipo de mutação (microevolução), mas não deixam de ser bactérias, assim como o peixe não deixou de ser peixe. (2) A própria matéria acima admite que o peixe sofreu “variação”, portanto, não houve qualquer acréscimo de informação genética capaz de dar origem a um novo órgão complexo e funcional, o que seria de esperar, caso a macroevolução fosse um “fato” científico e não um mito naturalista. (3) Parece que a capacidade de acumular grandes quantidades de toxinas não pertence apenas ao pequeno bacalhau, mas também aos peixes que se alimentam dele. Não seria essa uma característica já presente em todos esses peixes e manifestada no momento em que dela precisaram? Portanto, afirmar que essa adaptação se trata de “evolução” (e nós sabemos o que eles querem dizer com essa palavra) é forçar a barra. Pra variar.[Michelson Borges]

Nota 2: O que ocorreu com esse peixe foi uma base mecanicista de resistência ao PCB por meio de uma mutação adaptativa com perda de função em um local, resultante de deleção de seis bases em um gene particular, o AHR2. Não houve macroevolução, e a microevolução que ocorreu foi perda de função, e não de acréscimo de informação genética.

Excerto da pesquisa que destaca isso:

The mechanistic basis of resistance of vertebrate populations to contaminants, including Atlantic tomcod from the Hudson River (HR) to polychlorinated biphenyls (PCBs), is unknown. HR tomcod exhibited variants in the aryl hydrocarbon receptor2 (AHR2) that were nearly absent elsewhere. In ligand binding assays, AHR2-1 protein (common in HR) was impaired compared to widespread AHR2-2 in binding TCDD (2,3,7,8-tetrachlorodibenzo-p-dioxin) and in driving expression in reporter gene assays in AHR-deficient cells treated with TCDD or PCB126. We identified a six-base deletion in AHR2 as the basis of resistance and suggest that the HR population has undergone rapid ev olution probably due to contaminant exposure. The mechanistic basis of resistance in a vertebrate population provides evidence of evolutionary change due to selective pressure at a single locus.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Folha não contribuiu para "colocar Darwin nos trilhos"

O jornal Folha de São Paulo completou neste sábado, 90 anos de existência. Particularmente, é o melhor meio de comunicação que temos no Brasil. Já fui assinante da Folha por dois anos e hoje leio as notícias pela internet e raramente compro nas bancas.

Lembro de ter lido e arquivado também algumas reportagens marcantes sobre Criacionismo x evolucionismo - a maioria sendo a favor da teoria evolucionista. Entre várias matérias publicadas sobre o referido tema - pela primeira vez – a Folha abre um espaço para a teoria criacionista, convidando um jornalista cristão e editor de uma editora cristã, Michelson Borges, para escrever uma coluna explicativa sobre a teoria do criacionismo. Assim, o jornal Folha de São Paulo publicou - na integra - o texto de Michelson, intitulado: Teoria é mal compreendida. No entanto, mesmo abrindo esta oportunidade (rara, por sinal) a Folha não deixa de ser um jornal tendencioso.

Neste post você irá ler trechos do discurso [revoltante e com razão] do blogger Enézio E. de Almeida Filho (Desafiando a Nomenklatura científica) nos 90 anos da Folha de São Paulo:

DE CAMPINAS

"Sinto-me constrangido de registrar que a Folha, de 1998 a 2011 ajudou a destruir a educação no Brasil, impedindo a construção da cidadania, da educação dos nossos cidadãos, de preservar o que há de mais nobre num país, que é o crescimento com democracia e educação, com respeito aos direitos de cidadania ao acesso a informações científicas atualizadas."
"Cada um dos presentes aqui com certeza se recorda de um ou mais episódios em que a Folha, apesar de sua editoria de ciência ter sido notificada diversas vezes sobre as insuficiências fundamentais na teoria da evolução através da seleção natural no contexto de justificação teórica, deixou de investigar, de debater, de ouvir o outro lado, de corrigir rumos da educação brasileira sobre a abordagem fraudulenta e distorcida da evolução em nossos livros didáticos aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM, para com a sua credibilidade e poder científico, ela pudesse contribuir para colocar Darwin nos trilhos uma vez que temos uma nova teoria da geral da evolução sendo elaborada ‒ a Síntese Evolutiva Ampliada ‒ que pela montanha de evidências negativas não pode e nem deve ser selecionista."

"Um jornal que se diz a serviço do Brasil e da educação, não tem nada a comemorar nesta questão científica importante. Quando a questão é Darwin, a Folha precisa evoluir seu jornalismo científico", concluiu Almeida Filho.

Cientistas debatem se fóssil da Ardi era de humana ou macaca

Macaca ou humana? O fóssil da pequena Ardi, uma criatura 1,2 metro e 50 kg que viveu há 4,4 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], despertou um furioso debate agora que um artigo na Nature colocou mais dúvidas sobre ela ser de fato um ancestral humano. Batizada com o nome científico Ardipithecus ramidus, sua descrição detalhada na Science em 2009 se tornou a descoberta do ano [e não foi fácil aguentar o típico ufanismo darwinista na época]. O fóssil foi declarado o mais espetacular achado paleontológico desde a escavação de Lucy, em 1974, com 3,2 milhões de anos [idem]. Os paleontólogos sempre especularam sobre como seria a forma do ancestral comum [sic], se algo intermediário entre o humano e os grandes macacos africanos. “Nós vimos o ancestral, e não é um chimpanzé”, declarou Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley, que chefiou os estudos. Ardi é o grande achado de White e colegas. Por isso, é compreensível que não gostem da ideia de que ela seja apenas uma macaca velha. [Que bom que, de vez em quando, a mídia admita que os cientistas não são assim tão objetivos quanto nos tentam fazer crer. Há ambições, vaidades e segundas intenções também nos domínios da ciência.]

Ardipithecus ramidus é apenas 200 mil anos mais velho que o Australopithecus anamensis. Mesmo com a melhor boa vontade do mundo eu não consigo ver o Ardipithecus ramidus evoluindo para o Au. Anamensis”, disse à Folha um dos autores do artigo da Nature, Bernard Wood, da Universidade George Washington.

O outro autor do mesmo trabalho é Terry Harrison, da Universidade Nova York. “Não há absolutamente nada de novo nesse artigo”, reagiu White, em declaração à Folha sobre o artigo de Wood e Harrison, que criticam a humanidade de Ardi.

O principal argumento da dupla é que White e colegas não teriam considerado a hipótese de “convergência evolutiva”, isto é, o mesmo traço anatômico - a forma de um osso, por exemplo - surgir em espécies que não são diretamente relacionadas. A ancestralidade humana de Ardi já tinha sido criticada no ano passado na própria Science por Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. Para ele, o Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado, que se apoia nas plantas das quatro patas, e não um bípede, como dito por White.

Sarmiento não gostou nem da réplica de White e colegas publicada na mesma Science, nem do novo artigo de Wood e Harrison. “Para ser capaz de decidir sobre as relações ancestral-descendente entre macacos vivos e fósseis, nós precisamos olhar para traços suficientemente complexos de modo a deixarem um registro de convergência na anatomia”, declarou Sarmiento. Segundo ele, a dupla, com base nos mesmos traços anatômicos, aceita que o Australopithecus seja da linhagem humana, mas não o Ardipithecus.

[Essa história de ancestralidade comum e evolução humana ainda vai dar muito pano pra manga. Não caia na conversa de que esse assunto está resolvido e que “a ciência diz isso, diz aquilo”. A ciência não diz nada; os cientistas é que dizem, e eles frequentamente se contradizem quando o assunto é macroevolução.–Michelson Borges]

Fonte: Folha.com

Leia também: Estudo diz que Ardi não é ancestral do homem, Osso do pé revela que "ancestral" Lucy andava ereto e Observe bem: este é seu “novo parente mais antigo" .

Descoberto “segundo cérebro” no aparelho digestivo

Carlos costuma dizer que sente “um nó no estômago” quando está angustiado ou muito estressado e sente a barriga encolher. Sebastião afirma que está “se remoendo por dentro” quando enfrenta uma situação de dúvida ou incerteza ou está simplesmente muito curioso por algo. Provavelmente você mesmo já tenha mencionado alguma vez que sente “borboletas no estômago” para explicar as cócegas causadas pela presença de uma pessoa que o atrai ou o nervosismo prévio a um encontro com alguém por quem está apaixonado. Essas e outras sensações na região do aparelho digestivo, que aparentemente têm algum vínculo com os sentimentos, podem ter uma explicação científica segundo o médico Michael Gershon, pesquisador da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e autor do livro The Second Brain (O Segundo Cérebro).

O segundo cérebro de Gershon está na região do corpo chamada sistema nervoso entérico, formado por uma série de camadas de células nervosas localizadas nas paredes do tubo intestinal e que contém cerca de 100 milhões de neurônios. Nesse sistema estão presentes todos os tipos de neurotransmissores - substâncias químicas que transmitem os impulsos nervosos entre os neurônios e os nervos - que existem no encéfalo craniano, como a serotonina, cuja maior concentração se encontra justamente na região intestinal.

Esse pequeno cérebro estomacal tem uma conexão direta com o cérebro de verdade, e determina, ele também, em certa medida, o estado mental da pessoa. Também desempenha um papel-chave em certas doenças que afetam outras partes do organismo, como a maioria dos transtornos de intestino, desde a síndrome do intestino irritado até as doenças relacionadas com a inflamação intestinal e a prisão de ventre da terceira idade.

De acordo com Gershon, “o sistema nervoso entérico fala ao cérebro e este órgão responde. O intestino pode afetar o estado de ânimo, e a estimulação do nervo principal, chamado vago, que conecta o cérebro com o intestino, pode ajudar a aliviar a depressão e a tratar a epilepsia”.

O estômago não é a única parte do aparelho digestivo que mantém um vínculo com o cérebro. De acordo com outro estudo, de cientistas canadenses, a flora intestinal também se relaciona com a conduta e a memória. Segundo a pesquisa, comandada pelo médico Stephen Collins, professor da Faculdade de Ciências da Saúde na Universidade McMaster, em Ontário, as bactérias que formam a flora intestinal são capazes de se comunicar com o cérebro, além de poderem ter um papel importante no combate a algumas doenças de estômago.

Segundo Collins explicou à publicação especializada Diário Médico, a evidência obtida até agora “reforça a teoria de que as bactérias se comunicam com o cérebro e têm um efeito em algumas de suas funções”. [...]

Collins e sua equipe acreditam que "as mudanças nas bactérias poderiam explicar, em grande medida, os problemas físicos e de conduta sofridos pelas pessoas afetadas pela síndrome do intestino irritado, uma doença inflamatória intestinal”. Entre 60% e 80% das pessoas que sofrem dessa desordem gastrointestinal sofrem de estresse, ansiedade e depressão também. Até há alguns anos se pensava, inclusive, que em muitos dos casos o problema poderia ser tratar como uma doença psicossomática.

(Época)

Nota: Essa pesquisa deixa mais evidente a correlação entre “estado de espírito” e alimentação/estilo de vida. Há um século, Ellen White escreveu: “As coisas que perturbam a digestão têm uma influência entorpecente sobre os sentimentos mais delicados do coração” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 298); “Alimentos cárneos, manteiga, queijo, ricas massas, alimentos temperados e condimentos são usados livremente, por adultos e jovens. Esses artigos fazem sua obra em perturbar o estômago, estimulando os nervos e enfraquecendo o intelecto” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 236); “O chá, o café, os condimentos, os doces, as pastelarias, todos constituem causas ativas de perturbações da digestão. O alimento cárneo também é prejudicial. Seu efeito, por natureza estimulante, deveria ser argumento suficiente contra o seu uso, e o estado doentio quase geral entre os animais torna-o duplamente objetável. Tende a irritar os nervos e despertar as paixões, fazendo assim com que a balança das faculdades penda para o lado das propensões baixas” (Educação, p. 203). Note também como, à luz da reportagem acima, este salmo se torna ainda mais significativo: “Quando o coração se me amargou e as entranhas se me comoveram” (Salmo 73:21). A ciência avança, mas a revelação já estava lá na frente.[Michelson Borges]

NOTA do blog Ciência e Fé: Vale à pena ler também O CÉREBRO DESCONHECIDO, Dr. Helion Póvoa revela as incríveis potencialidades terapêuticas desse órgão, cuja importância vem sendo resgatada pelos médicos, nas últimas décadas.

Desde o século 19, o intestino é reconhecido como órgão autônomo, capaz de executar funções independentemente de estar conectado ao sistema nervoso central. É o intestino que seleciona, entre o que comemos, o que é ou não útil. Alguns fatores, porém, como uso de antibióticos, podem tornar a mucosa intestinal mais permeável, absorvendo elementos prejudicias à saúde, como os radicais livres.

O sistema gartintestinal é o local onde mais se produz radicais livres — até porque tudo o que comemos vai parar neste órgão.

Alergias, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares também estão associados a perturbações na dinâmica das enzimas, hormônios e neurotransmissores que atuam no sistema gastrintestinal. Se algo vai mal com o intestino — como uma prisão de ventre —, as chances de efeitos colaterais são grandes.

Desta forma, o corpo humano possuei dois cérebros: um na cabeça (que lhe permitia encontrar meios de sobrevivência e garantir a reprodução da espécie) e o intestino, que ficaria responsável pelos processos vitais de digerir e absorver alimentos.

Dr. Helion Póvoa é um dos maiores especialistas na área de nutrição e bioquímica do país. Ex-aluno de Linus Pauling, trouxe para o Brasil a medicina ortomolecular. Membro da Academia Nacional de Medicina, pesquisador da Fiocruz e professor-visitante de Nutrição em Harvard, Póvoa possui inúmeros trabalhos publicados no exterior. É autor de A chave da longevidade, também publicado pela Objetiva.

Neste livro, Dr. Helion Póvoa contou com a colaboração da nutricionista Luciana Ayer, do psiquiatra Juarez Callegaro e da imunologista Claudia Calixto.

Conheça a verdadeira história da foto do urubu que espera criança morrer

Por muitos anos, a foto acima foi utilizada para sensibilizar milhares de pessoas quanto ao tema da fome na África. Conta-se, ou pelo menos se subentende, que a menina da foto virou alimento de urubu, e que o fotógrafo suicidou-se, após um ano, vítima de remorso. A famosa imagem, tirada em uma aldeia do Sudão, rendeu um prêmio Pullitzer ao fotógrafo Kevin Carter.

Contudo, uma investigação realizada pelo jornal espanhol El Mundo, na zona de Ayod, no sul do país africano onde a foto foi tirada, comprovou que a menina magérrima retratada na publicação de 1993 não morreu nesse momento, nem poucos dias depois. Segundo o pai da criança, a pequena morreu, após quatro anos, “de febres”.

No momento da sua publicação no The New York Times, a foto desencadeou uma série de polêmicas ao redor do mundo, gerando críticas ao fotógrafo sul-africano.

A história de que Kevin Carter teria cometido suicídio por remorso, também não é verdadeira. De acordo com as investigações, Carter, que se matou no dia 27 de julho de 1994, padecia de diversos vícios, tinha muitas dívidas e estava afetado pela perda de amigos, alguns mortos nos distúrbios da efervescente África do Sul pré-Mandela. Inclusive, ressalta o jornal El Mundo, Carter já havia tentado o suicídio antes da famigerada foto.

De acordo com o El Mundo, a suposta menina era, na verdade, um menino chamado Kong. Segundo o jornalista Alberto Rojas, a criança sobreviveu ao período de fome que afetava o país, vindo a falecer quatro anos mais tarde.

Além disso, se a foto for vista em alta resolução, é possível distinguir uma fita branca em suas mãos. O objeto, diz o jornal, identificada que o pequeno Kong recebia ajuda das Nações Unidas, que tinha um centro de apoio a 10 metros do local da foto.

Outro fato interessante é que o urubu não comeu, na ocasião, mais que fezes desta e de outras crianças.

Fonte: Novo tempo

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Controlamos a comida ou é ela que está nos controlando?

"Coma o que você quiser, pois comer é um dos maiores prazeres do ser humano."
Escuto esta frase com certa freqüência, principalmente quando almoço com meus colegas de trabalho.

Não me irrito com as brincadeiras que fazem. Mas observo o quanto o ser humano consome os serviços e prazeres que o mundo oferece, muitas vezes sem necessidade, mas simplesmente por mera satisfação. Não há uma análise para verificar se realmente uma necessário. Simplesmente faça! Afinal, se você se sente bem ao realizar aquilo, não pense duas vezes, apenas faça!

Ser impulsivo tornou-se tão comum que ninguém sequer reconhece mais como um defeito. Pensar antes de falar, comer e agir é uma virtude que infelizmente tem sido deixada para trás de forma cada vez mais rápida. Estes são os efeitos do “pós modernismo”, que tem como base que toda verdade é relativa. [Continue lendo aqui.]

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Religião não é contra a ciência

Inspirado na campanha “Ciência não é contra Religião”, encabeçada pelos blogs www.teismo.net e www.quebrandoneoateismo.com.br, o blog www.criacionismo.com.br está promovendo também a campanha “Religião não é contra a Ciência”. Muitos ateus militantes e darwinistas tentam convencer os desavisados de que a ciência é incompatível com a religião bíblica. Nada mais falso. Na verdade, o método científico nasceu num contexto cristão, tendo os primeiros cientistas sido verdadeiros crentes na Palavra de Deus.

Para fazer frente a essa ideia preconceituosa, elaboramos seis banners (três dos quais estão aí abaixo) com destaque para seis cientistas religiosos que provam a compatibilidade entre o pensamento científico e a religião baseada na Bíblia.

Ajude-nos a divulgar essas imagens (e as próximas três que publicarei em breve) no Orkut, Facebook, Twitter e em blogs/sites. E na próxima sexta-feira, dia 25, participe do tuitaço com a tag #religiaoeciencia

Mais próximo da data, postarei aqui algumas sugestões de conteúdos para o tuitaço. Participe![Michelson Borges]

Fonte: Criacionismo

NOTA: Há mais de 10 semanas o blog Ciência e Fé também vêm publicando semanalmente vários nomes de cristãos famosos do meio científico e suas frases, demonstrando assim, a compatibilidade que os cientistas renomados de todos os séculos têm entre o pensamento científico e a fé baseada nas escrituras sagradas. Para ler esta nossa série, "Grandes Nomes Cristãos", é só ir para o link ASSUNTOS PUBLICADOS deste blog que fica localizado ao lado direito destes posts e clicar em cima da frase: GRANDES NOMES CRISTÃOS E FRASES. Lá você terá dezenas de nomes, frases e fotos destes cientistas.[FN]

sábado, 19 de fevereiro de 2011

17% dos professores não dispõem de formação ideal

No discurso de Dilma Rousseff, o Brasil está na bica de converter-se na quinta maior economia do mundo.

Na área educacional, pilar do desenvolvimento, o país não passa, por ora, de um ‘pobrema’ à espera de solução.

Reza a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) que os professores do sexto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio devem ter formação superior.

Pois bem. As repórteres Marília Rocha e Natalia Cancian contam, na Folha, que 16,8% dos docentes da rede pública não têm formação universitária.

Em números absolutos, desfilam pelas salas de aula como ilegalidades ambulantes nada menos que 208 mil professores.

É gente que só concluiu o ensino médio. Ou, pior, só completou o ensino fundamental.

O quadro é mais dramático na Bahia. Ali, metade (50,8%) dos 96,5 mil professores da rede pública não tem formação adequada.

O flagelo é menor em São Paulo: 2,25% dos 238.667 docentes não completaram o ensino superior.

Os dados são oficiais. Contam de levantamento feito pelo Inep, instituto do MEC, junto a 1,2 milhão de professores. Coisa de 2009, atualizada em janeiro deste ano.

Ouvida, a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Almeida e Silva, admitiu o inegável: professor sem formação em sala de aula "fere a lei".

Reconheceu também que o ‘pobrema’ pode comprometer a aprendizagem. Afirma, porém, que o governo não está parado.

Segundo ela, estão sendo estruturadas políticas que, em articulação com os Estados, vão sanar a ilegalidade.

Quando? "Nunca temos resultados rápidos em educação, mas as políticas atuais estão bem estruturadas", diz Maria do Pilar.

Em 2007, ano em que foi feito o primeiro levantamento do gênero, os professores “ilegais” somavam 16%. Menos, portanto, que os atuais 16,8%.

Fonte: Blog do Josias

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Corante de refrigerante pode causar câncer, diz estudo dos EUA

Alguns corantes químicos usados em muitos refrigerantes podem causar câncer, diz um comunicado do Center for Science in the Public Interest, organização de defesa do consumidor dos EUA.

Segundo a instituição, o corante tem amônia e produz vários compostos químicos que causaram câncer em estudos com animais. As conclusões são baseadas em pesquisas realizadas por cientistas do National Institutes of Health, órgão do governo americano.

A entidade pediu que a FDA (agência de vigilância sanitária dos EUA) proíba o uso da substância. Os refrigerantes que mais têm o corante são aqueles de cores escuras.
"O público americano não deve ser exposto ao risco de câncer de qualquer tipo como resultado do consumo desses produtos químicos, especialmente quando eles servem a um propósito que não é essencial," diz um trecho da carta.

Segundo a Coca-Cola Co, maior fabricante mundial do segmento, o corante usado na fórmula não causa câncer. De acordo com a empresa, a substância tem apenas um dos compostos citados pela entidade.

A Pepsi Co foi procurada mas não respondeu.

Fonte: Folha On Line

NOTA: Essa matéria só foi mais uma de várias que já lemos até aqui sobre malefícios dos refrigerantes. Leiam outras publicações aqui, aqui e aqui sobre o assunto. [FN]

Vídeos para consciência ambiental

Vejam que bacana os vídeos que a HP fez em parceria com o Instituto Akatu e o Canal Futura. São dez animações de dois minutos cada, com objetivo de estimular o consumo consciente.

De acordo com a assessoria da HP, a série está concorrendo na 54ª edição do New York Festivals international Television & Film Awards, na categoria “Programas de Animação”.

O primeiro episódio está abaixo. Os demais dá para você assistir pelo YouTube.


FONTE: Folha online

GRANDES NOMES CRISTÃOS - X

Karl Ernst von Baer (1792 - 1876), biólogo, pai da embriologia

"O bondoso Criador colocou quatro desejos no homem, pelos quais podemos dizer que este é segundo a imagem de Deus: a fé, a consciência, o desejo de saber, o sentido pela estética." (citação resumida)

Adolescentes querem virgindade de volta

Dois terços dos adolescentes gostariam de ser virgens novamente, segundo pesquisa da OneHope, ministério jovem fundado em 1987 pelo missionário Bob Hoskins. Situada na Flórida, a OneHope calcula que já atingiu 700 milhões de jovens em 125 países através de revistas infantis, filmes, espetáculos musicais, aplicativos de smartphones, jogos interativos, entre outros meios de comunicação. Segundo o ministério, foram entrevistados 5.108 jovens, com idade entre 13 e 18 anos e selecionados aleatoriamente. A pesquisa também levou em consideração a formação e a espiritualidade dos entrevistados. Os resultados divulgados são:

61% dos adolescentes gostariam de se casar virgens.
50% consideram um casal (homem e mulher) como uma família, mesmo que não sejam casados.
82% acreditam que o plano de Deus era que o casamento durasse a vida toda.
76% aprovam o divórcio quando há crianças envolvidas.
80% citam os pais como fonte de forte influência em seus pensamentos e ações.
Porém, 34% passam menos de 15 minutos por semana discutindo assuntos importantes com seus pais.
57% acreditam que apenas ser uma pessoa boa e fazer boas ações pode levá-los ao céu.
Ainda assim, 52% acreditam que desenvolvimento espiritual não é algo necessário para obter uma vida satisfatória.
65% acreditam que a verdade é relativa.
69% assistem MTV todas as semanas.

“Existem muitas pesquisas a respeito dos jovens, mas quando nós ouvimos diretamente deles?”, questiona Chad Causey, vice-presidente do ministério. “É por isso que a OneHope faz pesquisas ao redor do mundo perguntando aos próprios jovens o que mais os influencia. Usamos esse levantamento para entender melhor as necessidades que têm, conhecer o que os incomoda e proporcionar esperança através de experiências na mídia transmitindo o amor de Deus.”

Eles também disponibilizam sua pesquisa gratuitamente para organizações sem fins lucrativos e governos de todo o mundo no site SpiritualStateoftheChildren.com. O estudo científico contém relatórios específicos das pesquisas realizadas em cada país, além de análises, fotos e outras informações sobre a condição espiritual de crianças e jovens. Já foram feitas pesquisas em 36 países, mas o Brasil ainda não participou. O material da OneHope já está disponível em português e pode ser recebido gratuitamente pelo site da missão AMME (aqui).

(Agência Pavanews)

Nota: A despeito de a maioria dos jovens entrevistados assistir a programas de conteúdo “liberal” e se dizer relativista, no fundo, possivelmente ouvindo (sem compreender direito) um anseio intrínseco implantado por Deus no coração, querem casar virgens e acreditam que o casamento deve ser para a vida toda. Pesquisa já demonstrou que praticar sexo antes do casamento piora a vida sexual depois do casamento (confira) <> Os planos de Deus sempre são os melhores para os seres que Ele criou. Estude a Bíblia e paute a vida por ela. Vale a pena![Michelson Borges]

O mínimo: Respeito à autoridade e Consciência máxima


Fonte: Pelicano

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.

Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'

Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

2. Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

3. Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

4. Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

5. Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

7. Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire GAY.

Só tem mulher, quem pode!
(Luiz Fernando Veríssimo)

Anvisa quer banir venda de emagrecedores no Brasil

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quer proibir o consumo e venda no Brasil da sibutramina e de outros inibidores de apetite derivados das anfetaminas (anfepramona, fempropox e mazindol). Alguns remédios que contêm sibutramina são Reductil, Plenty, Saciette, Biomag, Vazy, Slenfig, Sibutran e Sigran.

A proposta será discutida em audiência pública em Brasília na próxima quarta-feira, dia 23. Depois disso, a decisão será tomada pela diretoria da agência. A avaliação da Câmara Técnica de Medicamentos da Anvisa é que o risco potencial à saúde desses produtos supera os benefícios.

No caso da sibutramina, a manutenção da perda de peso a longo prazo seria difícil e não compensaria os possíveis danos ao sistema cardiovascular. Já os anfetamínicos trariam riscos pulmonares e ao sistema nervoso central.

Em nota, a Anvisa informa que os inibidores de apetite que contêm sibutramina e os anorexígenos anfetamínicos já foram banidos em diversos países desenvolvidos por serem considerados medicamentos obsoletos e de elevado risco para o paciente.

"As novas evidências científicas, aliadas aos dados obtidos por meio das ações de vigilância pós-mercado da Anvisa, apontam para a necessidade de retirada dos inibidores de apetite do mercado brasileiro, não havendo justificativa para a permanência desses produtos no país", afirma a nota.

RESTRIÇÕES

O cerco à venda de emagredores com sibutramina começou no ano passado. No final de março de 2010, a A Anvisa endureceu as regras para prescrição e venda da droga. Desde então, o medicamento só pode ser vendido com receita azul (de controle especial) --antes, podia ser comprado com receita branca (de controle simples).

Com isso, a sibutramina deixou de constar da lista de medicamentos de controle comum e passou a ser classificada como droga anorexígena (que atua no sistema nervoso central), junto com outras três: dietilpropiona (anfepramona), femproporex e mazindol.

A restrição de março de 2010 ocorreu depois de a Europa suspender a venda da substância, com base em um estudo que ligou o remédio ao maior risco cardíaco em pessoas propensas.

Na ocasião, a Abbott, fabricante dos medicamentos Meridia e Reductil, que contêm com sibutramina, divulgou nota afirmando que a substância 'apresenta uma relação positiva de risco-benefício quando utillizada adequadamente'.
Clique na imagem para aumentar.

FONTE: Folha de São Paulo

Livros sobre ateísmo têm mais divulgação no Brasil

No campo do neoateísmo militante, quatro autores se destacam com livros amplamente divulgados e publicados no Brasil:

Deus, um Delírio, do biólogo Richard Dawkins. Embora não seja unanimidade entre os ateus, o “devoto de Darwin” (na definição da revista Veja) é um dos maiores expoentes do neoateísmo. Em seu estilo estridente, Dawkins protesta contra o que ele considera uma das maiores irracionalidades humanas: a crença em Deus. À semelhança de seus pares neoateus, ele também aponta os crimes cometidos em nome da religião como exemplos dos efeitos dessa irracionalidade. Para o biólogo, a religião – qualquer tipo – não merece respeito especial, e ele compara a educação religiosa de crianças ao abuso infantil (embora faça algo semelhante). Seu livro assume caráter panfletário ao admitir que visa a estimular os ateus a se pronunciarem publicamente, e quem sabe até converter alguns crentes em ateus. Ele escreveu: “Se este livro funcionar do modo como pretendo, os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem” (p. 23).

A Morte da Fé – Religião, terror e o futuro da razão, do escritor e filósofo Sam Harris. Vencedor do PEN/Martha Albrand Award de 2005, Harris denuncia o perigo representado pelo relativismo cultural e pela tolerância aos fundamentalismos. O autor menciona os horrores da Inquisição, do antissemitismo e das “guerras santas” como exemplos dos riscos para os quais procura chamar atenção. A proposta de Harris consiste na abolição de todas as religiões dogmáticas e sua substituição pelo autoconhecimento.

Deus Não é Grande, do jornalista e escritor Christopher Hitchens, sustenta que o conceito de Deus é um reflexo do medo da morte. Tonitruante como Dawkins, porém ainda mais ácido, Hitchens ecoa a ideia de que Deus não criou o homem à sua imagem, mas o contrário. Segundo ele, as religiões têm adiado o desenvolvimento da civilização e “envenenam tudo”. Diferentemente de Dawkins, que aponta suas armas para a Bíblia, Hitchens procura fulminar também o Corão e a religião muçulmana, mas sempre partindo de sua área de conhecimento: o jornalismo (em lugar da biologia, por exemplo, como é o caso de Dawkins).

Quebrando o Encanto – A religião como fenômeno natural, do filósofo ateu e estudioso da teoria da evolução Daniel Dennett. O livro pretende ser, segundo o autor, um “guia do consumidor religioso”. Em lugar de negar a religião, Dennett busca quebrar seu poder de encanto, seu feitiço sobre as massas. Ele fala sobre bons e maus “encantamentos”, e considera a religião – bem como o alcoolismo e a pornografia infantil – como estando na segunda categoria. A obra pode ser encarada como um alerta contra o que, para ele, é o pior produzido pela religião: fanatismo, intolerância e perda da autonomia individual. Detalhe: o texto é dirigido ao público norte-americano pós-atentados do 11 de Setembro e deve ser compreendido nesse contexto.

Os críticos desse ateísmo fundamentalista não demoraram a reagir e produziram, também, suas obras, poucas delas publicadas no Brasil:

Para conhecer o pensamento neoateísta e seus principais argumentos, é bastante útil o livro God and the New Atheism – A critical response to Dawkins, Harris, and Hitchens, do professor de Teologia Sistemática e ex-presidente do Departamento de Teologia da Universidade de Georgetown, John F. Haught.

O Delírio de Dawkins, escrito pelo ex-ateu e também professor em Oxford (como Dawkins) Alister McGrath (em co-autoria com a esposa Johanna), desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath mostra que Dawkins abraçou o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista, e em apenas 156 páginas desconstrói os argumentos que Dawkins expôs em mais de 500.

Vale a pena conferir também os livros Ansewering the New Atheism – Dismantling Dawkins’ case against God, de Scott Hahn e Benjamin Wiker, e Um Ateu Garante: Deus Existe, do filósofo Antony Flew, considerado o maior ateu do século 20.

Pesquisei esses livros (e outros) durante meu mestrado em teologia no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). Vale a pena e é recomendável contrastar todos os argumentos antes de assumir qualquer posição sobre o assunto.

(Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Você é uma galáxia de informação

Se você acha que está sobrecarregado com informações, essa matéria é para você. Um artigo publicado nesta quinta-feira, 10, na edição online da revista Science tenta responder à pergunta: quanta informação há no mundo?

Medindo tanto a capacidade de armazenamento digital quanto analógica, os pesquisadores chegaram à conclusão que a humanidade é capaz de guardar impressionantes 295 exabytes de informação.

Mas espera! O que é um exabyte? É uma unidade de armazenamento em computação equivalente a 1.000.000.000.000.000.000 bytes (sim, um número com 18 zeros). Assim, o valor total do conteúdo armazenado na Terra representa 315 vezes o número de grãos de areia de toda a Terra - mas há menos de 1% da informação armazenada nas moléculas de DNA dos seres humanos.

Para entender ainda melhor, se uma única estrela é um bit de informação, cada ser humano armazena o equivalente a uma galáxia inteira.

link Para entender zilhões de bytes

O estudo afirma ainda que 2002 pode ser considerado o marco de início da era digital, pois foi nesse ano que a capacidade de armazenamento digital de sobrepôs à analógica. Em 2007, 94% de toda a memória do mundo já era digital.

No mesmo ano de 2007, 1.9 zettabytes de informações foram enviados através de tecnologias de transmissão como a televisão e o GPS, uma grandeza que equivale a cada um de nós ler 174 jornais por dia.

Nossa necessidade de conversar e informar também marca presença nos dados: as telecomunicações crescem 28% anualmente e as tecnologias de comunicação de via dupla (como os celulares) usaram 65 exabytes de informação em 2007 – o equivalente a cada pessoa do mundo ler seis jornais por dia todos os dias.

E, embora as tecnologias de computação cresçam 58% e a capacidade de armazenamento 23% todos os anos, os pesquisadores lembram que esses números são impressionantes, mas não são nada perto de como a natureza lida com a informação.

Fonte: Estadão

Nota do leitor Valter Baiecijo: “Para tratar do volume de informação mencionado, são utilizados métodos e ferramentas extremamente complexas (ex.: sistemas operacionais, banco de dados relacionais, linguagens de programação, sistemas de armazenamento, redes de comunicação), que são desenvolvidos para essa finalidade, de maneira lógica e racional (sei disso, pois trabalho na área de Tecnologia da Informação). Essa informação tem uma finalidade, um propósito, não apareceu do nada, de maneira aleatória. Então vem a pergunta: Se toda a informação mencionada não representa 1% do que está armazenado nas moléculas de DNA do ser humano, como é possível afirmar que os outros 99% têm uma origem aleatória, não planejada? Agradeço cada dia o fato de ter o maior Administrador de Sistemas cuidando do meu sistema de informações!”

Darwin não era ultradarwinista

“Estou bem a par do fato de existirem neste volume [A Origem das espécies] pouquíssimas afirmativas acerca das quais não se possam invocar diversos fatos passíveis de levar a conclusões diametralmente opostas àquelas às quais cheguei. Uma conclusão satisfatória só poderá ser alcançada através do exame e confronto dos fatos e argumentos em prol deste ou daquele ponto de vista, e tal coisa seria impossível de se fazer na presente obra” (Charles Darwin, A Origem das espécies, Belo Horizonte-Rio de Janeiro, Villa Rica, 1994, p. 36).

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “A Nomenklatura científica ao proibir a dissensão e o ensino honesto e objetivo da teoria da evolução através da seleção natural e n mecanismos evolucionários, desonra a liberalidade epistêmica de Darwin para o estabelecimento de teorias científicas. Não seguir a Darwin nessa liberalidade epistêmica é prova nua e crua de que temos densas trevas medievais (no medievo, a ciência teve grandes avanços, mas a expressão comum para identificar obscurantismo e repressão que ficou foi essa) na Nomenklatura científica que pontifica somente o que pode ser ensinado e discutido sobre a evolução em salas de aulas e conferências, e que persegue implacavelmente seus críticos e oponentes. Eu sei do que estou falando: estão aí os atuais mandarins para confirmar essa inquisição sem fogueiras que destrói vidas e carreiras acadêmicas promissoras em defesa de uma teoria científica que nunca é corroborada no contexto de justificação teórica: a origem e evolução das espécies! Traduzindo em graúdos: um Australopithecus afarensis se transmutar em antropólogo amazonense!”

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sobre a vírgula

Esta é uma campanha publicitária da ABI [Associação Brasileira de Imprensa]: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.








Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.

23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

NOTA: Na leitura da Bíblia não é diferente, a tradução correta e a pontuação fazem muita diferença. Um exemplo clássico que muitos evangélicos confundem é a passagem bíblica do livro de Lucas 23:43, quando Jesus ainda crucificado respondeu para o ladrão crucificado dizendo: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. A tradução correta é assim: “Em verdade te digo que hoje, estarás comigo no paraíso”. Sem a vírgula, poderíamos dizer que Jesus garantiu ao ladrão que ele viveria e estaria no paraíso logo após falecer. No entanto, não foi bem assim que aconteceu, com o uso da vírgula - como lemos antes - a situação do ladrão é continuar no pó da terra aguardando o segundo retorno de Jesus Cristo para ressuscitá-lo, como o próprio Cristo pregou e ensinou quando esteve aqui. Leiam a explicação completa deste texto aqui, aqui e aqui.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

GRANDES NOMES CRISTÃOS - IX

Michael Faraday (1791-1867), físico e químico

"Eu confio em certezas. Eu sei que meu Redentor vive, e porque Ele vive eu também viverei."

Matemática de mendigo

Tenho que dar os parabéns ao estagiário que elaborou essa pesquisa, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade. Preste atenção!

Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar em media pelo menos R$ 0,20, o que numa hora dará: 60 x 0,20 = R$12,00.

Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 12 = R$ 2.400,00. Será que isso é uma conta maluca?

Bom, 12 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 20 centavos e sim 30, 50 e às vezes até 1,00. Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 6,00 por hora terá R$1.200,00 no final do mês.

Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto..

Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real. De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na padaria. Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?

É isso mesmo, de 45 a 55 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 45 = 1.125 ou 25 x 55 = 1375, então na média R$ 1.100,00 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.

Moral da História :

É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo.... Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor. Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego. E lembre-se:

Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um "bando de políticos”. Viva a Matemática!
(autor desconhecido)

Osso do pé revela que "ancestral" Lucy andava ereto

Um osso fossilizado do arco do pé, encontrado na Etiópia, revela que os ancestrais humanos andavam eretos 3,2 milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista] e não eram mais escaladores de árvores, segundo estudo publicado na edição desta quinta-feira da revista Science. O osso pertence a um conjunto do famoso hominídeo Lucy, cuja espécie, o Australopithecus afarensis, vagou pelo leste da África, e seria a primeira evidência de como eles costumavam se deslocar por lá. “Este quarto metatarso é o único conhecido do A. afarensis e é uma peça chave da evolução remota da forma única com que os humanos caminham”, disse William Kimbel, coautor do estudo na Universidade do Estado do Arizona. O arco do pé serviria como alavanca para sair do chão no início de uma caminhada e para absorver o impacto quando o pé volta a pisar, sugerindo que o pé de Lucy era parecido ao nosso.

Os símios têm pés mais planos, flexíveis e dedos grandes que lhes permitem se agarrar às árvores, atributos que não estão presentes no A. afarensis. “Compreender que os arcos dos pés apareceram muito cedo na nossa evolução mostra que a estrutura única dos nossos pés é fundamental para a locomoção humana”, disse a coautora do estudo, Carol Ward, da Universidade do Missouri.

Uma espécie mais velha, o Ardipithecus ramidus, da Etiópia, é o tipo mais remoto de homem moderno do qual os paleontólogos descobriram vestígios significativos de esqueleto. Ele viveu 4,4 milhões de anos atrás [idem], mas seus pés, mais semelhantes aos de um símio, indicam que caminhava ereto apenas parte do tempo.

(UOL Notícias)

Nota: É interessante notar como a descoberta de um único osso pode mudar totalmente teorias “bem estabelecidas”. A verdade é que humanos não têm ancestrais e sempre andaram em pé. A imagem acima é pura ficção. Uma reconstituição imaginária. O que temos de Lucy são os fragmentos vistos na foto ao lado. Note que da cabeça restou apenas parte do maxilar, mas a ilustração acima mostra o formato, as feições e o tamanho da cabeça. A intenção é sempre a mesma: humanizar os macacos e macaquizar os humanos.[Michelson Borges]

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Cai total de formandos em cursos que preparam docente para ensinar crianças

De 2005 a 2009, o número de alunos que concluíram essas graduações caiu pela metade

O número de formandos nos cursos que preparam docentes para os primeiros anos da educação básica - como pedagogia e normal superior - caiu pela metade em quatro anos, segundo os últimos dados do Censo do Ensino Superior, realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC). De 2005 a 2009, os alunos que concluíram essas graduações foram de 103.000 para 52.000, o que comprova o desinteresse dos jovens pela carreira.

Houve queda também no total de graduandos em cursos de licenciaturas, que preparam professores para atuar no ensino médio e últimos anos do fundamental - em 2005 foram 77.000, contra 64.000 em 2009. No mesmo período, o total de concluintes do ensino superior no país cresceu de 717.000 para 826.000.

Ao mesmo tempo em que o Brasil forma menos professores, o número dos que estão em sala de aula sem diploma vem crescendo. Em 2009, docentes sem curso superior somavam 636.000 nos ensinos infantil, fundamental e médio - cerca de 32% do total. Em 2007, eram 594.000.

Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Carlos Eduardo Sanches, a queda na quantidade de formandos é "preocupante". "Os municípios se preparam para ampliar o número de matrículas para crianças de 4 e 5 anos, que se tornarão obrigatórias em 2016. Isso projeta um cenário de falta de docentes", afirmou.

Especialistas em ensino alertam que o Brasil já enfrenta um déficit de professores nas redes públicas. "Muitos desses formandos preferem seguir na área acadêmica, ir para colégios particulares ou atuar em outras áreas, onde ganham mais. Eles não vão para as escolas públicas", diz Mozart Ramos Neves, membro do movimento Todos Pela Educação.

(Com Agência Estado)

FONTE: Veja

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