segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Macacos, sexo e Michelangelo

O pênis ereto de um gorila mede quatro centímetros. Foi por isso que nós fizemos a Capela Sistina, enquanto os gorilas só aprenderam a comer larvas de cupim. A teoria é do americano Jared Diamond, autor de O Terceiro Chimpanzé, que chegará no próximo dia 18 às livrarias brasileiras, publicado pela Editora Record. Jared Diamond é um misto de Charles Darwin com Carrie Bradshaw, a protagonista de Sex and the City. Se Carrie Bradshaw fosse uma gorila, ela poderia anotar em seu computador, como anotou Jared Diamond: “Por que os humanos copulam privadamente, se todos os outros animais sociais copulam em público?”

Segundo Jared Diamond, a espécie humana evoluiu a partir de seu comportamento sexual. Mais importante do que o tamanho de nosso cérebro – que é 10% menor do que o do homem de Neandertal – é o tamanho de nosso apetite e, principalmente, de nosso aparato sexual. De fato, se Carrie Bradshaw fosse uma gorila, ela jamais encontraria um Mr. Big.

Em O Terceiro Chimpanzé, Jared Diamond trata de outros temas, além da Teoria do Tamanho do Pênis. Ele trata também da Teoria do Tamanho dos Testículos, da Teoria do Tamanho dos Mamilos e, por fim, da Teoria da Ruiva Peituda.

Nas últimas décadas, a biologia se transformou numa Galápagos intelectual, em que darwinistas das mais variadas espécies competem entre si, apresentando teorias extravagantes para se adaptar ao ambiente editorial e televisivo. Os mais bem-sucedidos divulgadores do darwinismo vendem livros como se fossem larvas de cupim e ganham documentários produzidos pela National Geographic Society. Foi exatamente o que ocorreu com Jared Diamond. Se Stephen Jay Gould e Richard Dawkins podem ser considerados o albatroz e a tartaruga-gigante da Galápagos darwinista, Jared Diamond posiciona-se imediatamente abaixo deles, como uma iguana do evolucionismo.

Jared Diamond estudou medicina. Depois de uma viagem a Papua-Nova Guiné, em que conheceu os membros de uma tribo de homens da Idade da Pedra, ele converteu-se em ecologista, em pacifista e em autor de ensaios sobre a origem da humanidade.

O Terceiro Chimpanzé foi publicado nos Estados Unidos em 1991. Foi o primeiro livro de Jared Diamond. Nele se encontram praticamente todas as ideias que seriam desenvolvidas em seus trabalhos seguintes. Em Why Is Sex Fun?, de 1997, Jared Diamond ampliou sua Teoria do Tamanho do Pênis, constrangendo novamente os gorilas. Em Armas, Germes e Aço, também de 1997, ele tentou explicar por que, em nossa história, um povo sempre procurou exterminar o outro – tema da parte final de O Terceiro Chimpanzé.

Nosso DNA é 98,8% igual ao de um chimpanzé. Geneticamente, um chimpanzé é mais próximo de um homem do que de um gorila. Há o chimpanzé comum. Há o chimpanzé pigmeu. Para Jared Diamond, o homem é uma terceira espécie de chimpanzé. Somos ligados como Tarzan e Chita. Como foi que Chita conseguiu fazer a Capela Sistina? Qual foi o elemento que, em apenas 40.000 anos, possibilitou que a humanidade abandonasse as cavernas e desse seu “Grande Salto para a Frente”?

A resposta, segundo Jared Diamond, é a linguagem falada. O aparelho vocal humano, em algum momento de nosso caminho evolutivo, transformou-se, diferenciando-se do de outros primatas e permitindo que nossos antepassados pronunciassem e articulassem uma série de novos sons. Esses novos sons deram origem a uma língua comum, extremamente rudimentar, cuja raiz sobrevive até hoje, em particular na fala de Dilma Rousseff. Através dessa língua comum, passamos a transmitir uns aos outros conhecimentos que possibilitaram o desenvolvimento da agricultura, do pastoreio, da roda e do adestramento de cavalos.

Nada disso teria ocorrido, porém, se nossas necessidades sexuais fossem iguais às de um chimpanzé ou às de um gorila. Contrariamente ao que acontece com os outros primatas, “os pais humanos oferecem às suas parceiras muito mais do que o esperma”. De fato, eles cuidam de seus filhos e se responsabilizam por eles, a fim de garantir a disponibilidade sexual de suas mulheres. A linguagem falada, de acordo com Jared Diamond, desenvolveu-se no ambiente familiar. Em primeiro lugar, para determinar o papel de cada um de seus membros. Em segundo, para estabelecer normas e leis que assegurassem aos homens que seus filhos eram seus, e que eles herdariam seus bens.

Os evolucionistas debocham dos criacionistas, mas o Velho Testamento, ilustrado na Capela Sistina, já contou essa história. Veja o Pecado Original. Veja nossos antepassados sendo expulsos do Jardim do Éden e dando origem à sociedade humana. Veja Noé nu e embriagado. No fim de O Terceiro Chimpanzé, Jared Diamond vislumbra o apocalipse ecológico e nuclear. Isso também está no Velho Testamento, ilustrado na Capela Sistina, no Juízo Final. Sim: em 40.000 anos, nós, chimpanzés superdotados, conseguimos fazer a Capela Sistina. Mas chegará o dia em que voltaremos a comer larvas de cupim.

(Diogo Mainardi, Veja)

Nota do Blog Criacionismo.com: Cuidado, Mainardi! Ironizando o darwinismo desse jeito você comprará briga com a galera dos “meninos e meninas de Darwin” (como diria o Enézio), assim como atraiu a ira de grandes segmentos petistas. Você verá que os ultradarwinistas não empunham bandeiras vermelhas, mas podem ficar roxos de raiva quando é questionada a “maior ideia científica que a humanidade já teve”.[Michelson Borges]

Nota do Blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Não é somente de criacionistas que os evolucionistas debocham, eles debocham também da turma do Design Inteligente e suas evidências encontradas na natureza -- sistemas biológicos de complexidade irredutível e informação complexa especificada que Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve, não consegue explicar. E ainda têm a cara de pau de dizer que a teoria geral da evolução através da seleção natural e/ou n mecanismos evolucionários é a teoria científica mais corroborada assim como a Terra gira em torno do Sol, tão certa como a lei da gravidade. Nada mais falso! E Mainardi precisa se informar mais a respeito e informar os leitores de VEJA de que a teoria da evolução de Darwin sobre a origem das espécies é um smorgasbord epistêmico, um amontoado de especulações transformistas onde um Australopithecus afarensis se transmuta em Antropólogo amazonense. Diogo Mainardi, seus comentários mezzo contra Darwin vão lhe atrair a ira da Nomenklatura científica e da Galera dos meninos e meninas de Darwin. Vão pedir à revista VEJA a cabeça do Mainardi numa bandeja??? [Enézio E. de Almeida Filho]

sábado, 29 de janeiro de 2011

Darwin no Banco dos Réus: o desafio completa 20 anos

O polêmico livro que mexeu com os fundamentos científicos. Por quê? Ele demonstra que a teoria da evolução não tem sua base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico. Phillip Johnson argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que deem suporte à teoria. Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como ao assistirmos a um julgamento, Johnson conduz o leitor através das evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos. “Qual a razão pela qual uma editora cristã [brasileira] lança no mercado a tradução de uma obra contra o evolucionismo escrita em 1993, portanto com 15 anos de atraso? A principal razão é a sua pujança e relevância. Apesar dos 15 anos de idade, o livro de Phillip Johnson continua atualíssimo. Pouca coisa surgiu nesse período que inovou a apologética antievolucionista além do que Johnson tem feito” (Augustus Nicodemus Lopes, na apresentação).

Phillip E. Johnson é graduado em Harvard e na Universidade de Chicago. Ele foi oficial de direito do presidente do Superior Tribunal Earl Warren e ensinou por mais de trinta anos na Universidade da Califórnia, Berkeley, onde é professor emérito de Direito.

Adquira o livro aqui.

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Sou suspeito para recomendar esse livro. Primeiro porque já fui evolucionista de carteirinha. Segundo porque defendo uma teoria científica que vai de encontro à teoria da evolução através da seleção natural de Darwin: a teoria do Design Inteligente. Há exatamente 20 anos, Johnson expunha o Darwinismo como sempre foi desde 1859 - uma fé no naturalismo filosófico que não é corroborada pelas evidências, se submetidas ao contexto de justificação teórica. Se você crítico de Darwin ainda não leu esse livro, leia e conheça as muitas dificuldades fundamentais que essa teoria sofre. Se você evolucionista ainda não leu, leia e mostre que você se sujeita às evidências aonde elas forem dar por ser uma pessoa objetiva que se convence pelos dados e não pela retórica darwiniana. O livro de Johnson continua, apesar de publicado há 20 anos, sendo um desafio devastador à Nomenklatura científica.”

O benefício da dúvida

Karl Popper, um dos filósofos mais influentes do século passado, apontou para o fato de que, para ser validada, uma teoria científica deve necessariamente ser confrontada, desafiada, falseada. Dizia que, do contrário, a teoria poderia se tornar dogma – e qualquer dogma, para Popper, seria terrível para a ciência. É curioso notar como o raciocínio de Popper vai ao encontro de um texto publicado pelo jornal britânico Guardian sábado passado. A matéria repercute uma pesquisa realizada pela revista eletrônica Edge, que faz, todo ano, uma pergunta para centenas de especialistas de áreas distintas com o objetivo de colher tendências. A pergunta de 2011 é: “Qual conceito científico poderia aprimorar a ferramenta cognitiva de uma pessoa?” Artistas, cientistas e filósofos responderam a questão. Surpreendentemente, muitos deles destacaram a relevância dos erros, incertezas e dúvidas para a ciência e ressaltaram a importância de esses aspectos inerentes ao empreendimento científico serem melhor divulgados ao público não especializado.

A CH On-line procurou cientistas brasileiros para saber o que eles pensam sobre a questão levantada pela Edge e sobre as respostas apuradas pela revista até o momento.

“É realmente fundamental desmistificar o trabalho do cientista. A questão principal é que, ao pesquisar, você lida necessariamente com o desconhecido, então, é claro que há erros e dúvidas, é isso que nos impulsiona”, diz o físico Caio Lewenkopf, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“Existem matérias que são intrinsecamente complexas, como, por exemplo, os modelos utilizados para mensurar as mudanças climáticas. Temos inúmeros indicadores de várias décadas e alguns cientistas divergem sobre essa questão”, completa Lewenkopf.

O físico cita justamente um dos pontos colocados no texto do Guardian: assuntos controversos como mudança climática seriam menos polêmicos na esfera social caso fosse divulgado, com mais clareza, que a natureza da ciência comporta a dúvida.

Osvaldo Frota Jr., físico e doutor em história e filosofia da ciência e membro do Departamento de Letras da Universidade de São Paulo (USP), faz coro. Para ele, mesmo os objetivistas, aqueles que tendem a não relativizar muito a ciência e a enxergam de modo positivista, sabem que a matéria que estudam é feita de dúvida. “Mesmo quem não é um relativista ou, na antropologia e sociologia, pós-moderno, sabe reconhecer que a ciência é calcada em incertezas”, comenta Frota Jr. “

A conversa com um cientista social toca na mesma tecla, embora haja um estranhamento do teor da matéria do Guardian. “Dizer que a ciência é falível, no ponto de vista da filosofia da ciência, é uma trivialidade. Mas não tenho certeza se, de fato, a sociedade acredita que ela é infalível”, afirma Renan Springer de Freitas, sociólogo que estuda temas relacionados à ciência na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Freitas afirma que sua visão de ciência é objetivista. Ou seja, ele acredita que a ciência traz consigo uma verdade. Uma verdade, no entanto, que pode e deve ser questionada. “A ciência tem o privilégio do debate, da possibilidade de discordância. Isso, no entanto, não a coloca em xeque. Muito pelo contrário”, defende o sociólogo.

(Ciência Hoje)

Nota: Mas é preciso admitir que existem dogmas científicos blindados. Tente confrontar e desafiar a teoria da macroevolução em sala de aula, por exemplo. Você corre o risco de ser massacrado, mesmo usando bons argumentos científicos. Parafraseando a matéria acima, “assuntos controversos como a teoria da evolução seriam menos polêmicos na esfera social caso fosse divulgado, com mais clareza, que a natureza da ciência comporta a dúvida”. Aliás, como as teorias da macroevolução e da “evolução” da informação genética complexa e específica podem ser falseadas a la Popper? Não podem. Assim como a criação também não pode. Quando o assunto é a mudança climática, acham que faz bem ressaltar a falibilidade dos métodos de aferição (talvez para justificar as “falhas” e poder reafirmar a tese). Deveriam assumir a mesma postura humilde quanto aos aspectos nebulosos da teoria da evolução e permitir a discussão ampla de suas insuficiências. Todos ganhariam com isso, inclusive os cientistas que poderiam ampliar o horizonte de suas pesquisas para além dos limites do naturalismo filosófico engessante.[Michelson Borges]

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dentes podem “detonar” teoria da evolução humana

Uma equipe de cientistas da Universidade de Telavive descobriu numa gruta em Israel fósseis que parecem ser do homem moderno, mas que estão em camadas de terra com idades entre os 400 e 200 mil anos [sic] – mais antigas do que o nascimento dos [ditos] antepassados diretos do homem. A descoberta deixou a comunidade científica em alvoroço. A história da evolução humana é resumida assim: pensa-se que o homem moderno evoluiu há 200 mil anos, na África [o que também vem sendo contestado], tendo depois migrado para o resto do mundo, substituindo os humanos que existiam em cada local. O autor do artigo diz que os dentes possuem tanto características de neandertais como de Homo sapiens. Mas se esses dentes forem do Homo sapiens, isso significa que toda a história da evolução humana como nos tem sido contada nos últimos anos, todos os dados e descobertas feitas para alimentar essa visão, não passam de [conversa fiada].

O líder do grupo, Avi Gopher, parece o mais apreensivo com a descoberta: “É preciso sermos cuidadosos; não podemos atirar para o lixo um paradigma só por causa de alguns dentes.” Essa afirmação não deixa de ser curiosa, já que outros elos perdidos foram inventados apenas e só a partir de dentes (o caso mais insólito é o famoso Homem de Nebraska).

Os dados foram publicados no The American Journal of Physical Anthropology.

A Nature perguntou ao investigador se esses dentes realmente ofereciam evidência de que o Homo sapiens não evoluiu na África. Ele respondeu: “O que posso dizer é que eles deixam todas as hipóteses em aberto. Há uma tendência das pessoas a se acostumarem à hipótese ‘Fora da África’, utilizando-a exclusivamente e explicando todas as descobertas que não se encaixam nela como novas ondas de migração para fora da África.”

O que ele está dizendo é que os evolucionistas são pródigos em descartar os dados que não se encaixam em seus paradigmas pré-estabelecidos. Nada que nós já não soubéssemos.

Se eu tivesse de apostar, diria que tudo vai ser feito para que essa descoberta seja minimizada e descartada. É mais fácil dizer que os dentes, que têm tudo para terem pertencido ao Homo sapiens, tenham pertencido a uma espécie diferente, de modo a não atrapalhar a linha de tempo evolucionista. Já imaginou o que significa ter de reconstruir toda a narrativa, toda a linha de tempo evolutiva? E como se explicariam os milhares de “estudos” que há anos têm sido usados para alimentar a visão do “Fora da África”? Vai-se admitir que foram tempo e dinheiro perdido? É mais fácil e barato descartar novamente uma evidência contra (sim, novamente! Já aconteceu).

Os evolucionistas estão com muito medo e profetizo pressões vindas de todo o lado em direção à equipe de paleoantropólogos liderada por Avi Gopher. É por isso que a teoria da evolução não merece credibilidade. Uns simples dentes facilmente mostram que todas as histórias inventadas e que subsistiram por longos anos ou décadas não passam de pura fantasia e propaganda naturalista. Por sua vez, os criacionistas bíblicos não precisam todos os anos alterar suas convicções a respeito da verdadeira origem das espécies.

(A Lógica do Sabino) (criacionismo)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Concurso Público aborda o refutado experimento de Miller

Domingo passado (09/01), houve um concurso para provimento de professores no estado da Bahia. Fiquei um pouco surpreso quando li quatro questões (de números 21, 22, 23 e 24) da prova de conhecimentos interdisciplinares (responderam a estas questões somente aqueles que concorreram às vagas para professores das disciplinas de biologia, química e física) que retratava do famoso experimento de Miller-Urey - como pode ser vista na figura ilustrativa a cima. Experimento este, que ainda consta registrado em praticamente todos os livros didáticos do ensino médio e também de nível superior.

Quem nunca leu a respeito, o referido experimento tinha a finalidade de testar a hipótese de Oparin e Haldane sobre a origem da vida. O experimento de Miller na época (sua foto ao lado) produziu o tipo de resultados que os naturalistas desejavam para comprovar que a vida poderia ter uma origem inorgânica sob condições redutoras na suposta atmosfera primitiva.

No entanto, o que muitos ainda não sabem é que o experimento foi repetido muitas vezes por outros investigadores utilizando pequenas variações na composição, e obtendo resultados similares. Não obstante, apenas uma década após este experimento, os cientistas já questionavam a postulada composição da atmosfera da terra primitiva que baseou essas descobertas.

[Leia aqui o estudo completo dos problemas com os experimentos de Miller- Urey e os verdadeiros resultados químicos dos experimentos.]

Contudo, é bom ter em mente que para nos beneficiarmos com um resultado positivo nas provas de concursos públicos, vestibulares e até mesmo em algumas disciplinas dentro da faculdade - infelizmente - somos obrigados a pontuar nessas avaliações estas teorias como supostamente verdadeiras, mesmo sabendo que elas são contraditórias até mesmo pela própria ciência. [Firmo Neto]

Veja também esse vídeo: É uma sátira à Teoria da Abiogênese. Uma vovó atéia e evolucionista chama a sua netinha criacionista para contar como a vida surgiu no mundo utilizando-se da Teoria da Abiogênese. Mas a vovó subestimou sua netinha!

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