quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Projeto Inteligente é inteligente?

Os darwinistas há muito argumentam que, se existisse um projetista, ele teria projetado suas criaturas de maneira melhor. Stephen Jay Gould destacou isso em seu livro The Panda's Thumb [publicado em português pela Martins Fontes, O polegar do panda], no qual cita o aparente projeto menos que ótimo de uma saliência óssea nos pandas que se assemelha a um polegar.

O problema dos darwinistas é que isso, na verdade, se mostra mais como um argumento favorável à existência de um projetista do que um argumento contrário a ele. Primeiramente, o fato de Gould poder identificar alguma coisa como um projeto menos que ótimo implica que sabe qual é o projeto ótimo. Você não pode saber se alguma coisa é imperfeita a não ser que saiba como é a coisa perfeita. Desse modo, até mesmo a observação de Gould de que existe um projeto menos que ótimo implica a admissão de que é possível perceber um projeto no polegar do panda (a propósito, essa é outra razão pela qual podemos dizer que os darwinistas estão errados quando afirmam que o projeto inteligente não é ciência. Quando afirmam que alguma coisa não foi planejada corretamente, a implicação é que eles poderiam dizer se determinada coisa foi projetada corretamente. Isso prova aquilo que os cientistas do PI estão dizendo há muito tempo: o PI é ciência porque o projeto é empiricamente detectável). [Leia a matéria completa aqui.]

Vida começou há três bilhões de anos – como?

A vida na Terra teria surgido há cerca de três bilhões de anos, provavelmente quando formas primitivas desenvolveram estratégias mais eficazes de captar energia do sol, segundo estudo publicado na revista científica Nature. A conclusão é de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), que construíram [!] um “fóssil genômico”, essencialmente um modelo matemático que tomou 1.0000 genes chave existentes hoje e calculou como evoluíram a partir de um passado muito distante. Segundo o estudo, o genoma coletivo de toda a forma de vida se expandiu maciçamente entre 3,3 e 2,8 bilhões de anos e durante esse tempo, 27% de todas as famílias de genes existentes atualmente emergiram para a vida.

Os cientistas Eric Alm e Lawrence David afirmaram que a grande emergência provavelmente se deu através do advento de um processo bioquímico chamado transporte de elétrons. Essa é uma função chave da biologia, que envolve o movimento de elétrons dentro das membranas das células e é central para plantas e alguns micróbios, capacitando-os a captar energia do sol através da fotossíntese e respirar oxigênio.

A grande mudança, que Alm e David apelidaram de expansão Arqueana, foi seguida, cerca de 500 milhões de anos depois, de um fenômeno conhecido como Grande Evento da Oxidação, quando a atmosfera terrestre se tornou progessivamente impregnada de oxigênio. O Grande Evento de Oxidação foi, possivelmente, a maior reviravolta de espécies da história da Terra, uma vez que as formas de vida primitivas ou biológicas anaeróbicas morreram, sendo substituídas por formas aeróbicas maiores e mais inteligentes.

“Nossos resultados não podem dizer se o desenvolvimento do transporte de elétrons causou diretamente a Expansão Arqueana”, admitiu David. “No entanto, podemos especular que ter acesso a uma disponibilidade muito maior de energia permitiu à biosfera abrigar ecossistemas microbianos mais complexos e maiores”, disse.

Os fósseis remotos datam de um período chamado de Explosão Cambriana, 588 milhões de anos atrás. Mas, com raras exceções, formas de vida pré-cambrianas tinham o corpo macio, e por isso não deixavam marcas fossilizadas. Mesmo assim, deixaram como legado um DNA abundante, que explica a recriação do “fóssil genômico” em computador. “O que é realmente notável sobre essas descobertas [?] é que provam que as histórias de eventos muito antigos são registradas no DNA compartilhado por organismos vivos”, disse Alm. “Agora que começamos a entender como decodificar essa história, espero que possamos reconstruir alguns dos eventos mais remotos da evolução da vida em detalhes”, emendou.

(UOL)

Nota: Os cientistas ainda não sabem o que causa um simples soluço; não sabem se o universo é múltiplo ou único e nem se tem muita ou pouca matéria escura; confundem bactérias terrestres com vida alienígena (isso aconteceu com o meteorito de Marte [lembra?] e com a pataquada da Nasa); e querem que acreditemos que eles sabem como a vida “surgiu” há supostos três bilhões de anos! Isso é que é ufanismo darwinista! A ciência é uma tremenda ferramenta útil, quando trabalha dentro dos limites do método científico. Mas, quando resolve extrapolar sua esfera de ação para a história e a filosofia, a coisa começa a complicar, pois fica-se na dependência de pressupostos não verificáveis. Uma experiência feita com modelo computacional, com premissas alimentadas por cientistas que já sabem o que querem encontrar... Isso é ciência empírica? Passa longe. E o que seria uma forma de vida “primitiva”? Uma célula? Mas esta já deveria conter informação genética para existir e se multiplicar. Informação surge do nada? Deveria ter, também, uma membrana seletiva composta de proteínas específicas. Isso já existia, então? E antes que surgisse o tal processo bioquímico de transporte de elétrons, essencial à vida? Como as primeiras formas de vida “se viravam”? Complexidade irredutível surge de repente? O uso das palavras “possivelmente”, “provavelmente” e “especulação” dá o tom da matéria acima. Mas, para quem lê somente os títulos das reportagens e suas linhas (não as entrelinhas), fica a certeza de que a vida pode simplesmente surgir.[Michelson Borges]

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os ingredientes do seu corpo – menos um

Seu corpo não passa de um amontoado de elementos que não custam nem R$ 150. O que não tem preço, claro, é o jeito que tudo isso se organiza para formar você.

Carbono - 23% - 16 quilos - O que é a vida? O efeito colateral de uma propriedade dos átomos de carbono. Eles se juntam naturalmente em cadeias grandes e complexas. E seu corpo, em última instância, é uma dessas cadeias. Se o DNA fosse uma árvore, o carbono formaria os galhos. E esses galhos somos nozes: os vemos na forma de músculos, pele, cabelos...

Cálcio - 1,4% - 1 quilo - Não é só de dentes e ossos que se faz o cálcio no corpo humano. Ok, 99% é. O minério mais abundante do organismo (e das salas de aula, já que giz é cálcio puro) tem outras funções tão importantes quanto: sem ele, o sangue não coagularia e não conseguiríamos mover os músculos.

Fósforo - 0,83% - 580 gramas - No nosso corpo, o fósforo está longe de causar explosões. O que ele faz é armazenar e transportar energia dentro das células (e entre elas). Mesmo assim, só 20% do fósforo do organismo está nas células e no fluido em que elas boiam. Os outros 80% combinam-se com o cálcio para formar ossos e dentes.

Nitrogênio - 2,6% - 2,22 litros - O nitrogênio se junta com carbono para formar o ácido nucleico, coisa que você conhece como DNA, a supermolécula que organiza todos os ingredientes [em] uma estrutura bem especial, capaz de criar cópias de si mesma, se reproduzir. Em outras palavras, uma estrutura viva.

Água - 55% - 38,5 litros - Sem água não há vida porque é boiando na água que as moléculas do corpo se encontram e reagem quimicamente - a transformação de ar em energia via respiração é uma dessas reações. E claro: os 6 litros de sangue correndo aí para transportar nutrientes são 92% água (quase uma Coca-Cola, que é 95%).

Enxofre - 0,2% - 140 gramas - O enxofre não deve ser subestimado e reduzido a um gás fedorento - pelo menos não quando está no organismo. Aqui ele não aparece na forma gasosa, mas sempre ligado a outros átomos. E compõe proteínas como a insulina, que transporta a glicose do sangue para servir de combustível às células.

Cloro e sódio - 0,27% - 195 gramas - Juntos, o cloro e o sódio formam o sal. Mas no corpo eles trabalham separados. São como válvulas: não deixam faltar nem sobrar água nos tecidos do organismo. O sódio também é uma das peças envolvidas na contração muscular - para isso ele atua com o elemento aqui embaixo.

Potássio - 0,2% - 140 gramas - Quando o sistema nervoso envia um sinal para que um músculo seja contraído, começa um movimento dentro das células: o potássio sai e o sódio entra. Essa troca da guarda gera o movimento. Por isso, a deficiência (ou o excesso) de potássio pode causar paralisia.

Metais - 0,009% - 6 gramas - Ferro, zinco, cobre... Você também é feito de metal. O corpo usa 7 deles para funcionar. Ferro é o mais abundante (4,2 g): ele se junta com proteínas para formar nossos glóbulos vermelhos, os veículos que transportam oxigênio pelo corpo. O zinco, 2º mais presente (2 g), entra na receita dos glóbulos brancos, os soldados do sistema imunológico.

*Esse é o peso que o carbono representa em um adulto de 70 quilos. O mesmo vale para as quantidades dos outros elementos.

(Superinteressante)

Nota: Muito interessante essa descrição química do ser humano. Mas quero chamar atenção para algo escrito no começo dessa matéria da Superinteressante: “tudo isso se organiza para formar você”. Como assim se organiza? Elementos químicos têm a capacidade de se auto-organizar? Isso é científico? Então, se juntarmos os elementos químicos na proporção certa teremos um ser humano funcionando? Claro que não. O ingrediente essencial esquecido por Superinteressante e que sem o qual não há vida é justamente o fôlego de vida dado por Deus (Gn 2:7) e que nos torna mais do que um amontoado de matéria.[Michelson Borges]

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Design Inteligente colocando o último prego no caixão epistemológico de Darwin

Uma teoria científica moribunda desde 1859

1. Complexidade irredutível de sistemas biológicos, Darwin era completamente ignorante.

2. Informação complexa especificada como o DNA, Darwin também era completamente ignorante.

3. Seu livro Origem das Espécies não explicou a origem das espécies, e muito menos a origem das variações, pois Darwin também era completamente ignorante da origem das variações.

E esta é a maior ideia que toda a humanidade já teve? E o livro provocou uma revolução científica? Catacumba, mano! Esta não é a teoria científica tão corroborada no contexto de justificação teórica assim como a lei da gravidade? Tão certa como a Terra gira em torno do Sol? E até hoje, nem Darwin e nem seus discípulos conseguiram demonstrar cientificamente o fato, Fato, FATO da evolução?

Fui, nem sei por que, cada vez mais cético do naturalista de Down porque vazio de proposições científicas corroboradas pelas evidências.

FONTE: Desafiando a Nomeclatura Científica

sábado, 11 de dezembro de 2010

Jerry Coyne, honestamente, 'falou e disse': quase nenhuma pesquisa evolucionária é repetida por outros pesquisadores

“Eu sou inclinado a concordar com Lehrer sobre pesquisas no meu próprio campo de biologia evolucionária. Quase que nenhuma das descobertas são replicadas, há um prêmio em publicar resultados positivos, e, diferente de algumas outras áreas, as descobertas em biologia evolucionária, necessariamente, não se constroem uma em cima da outra: os pesquisadores geralmente não têm que repetir o trabalho de outras pessoas como base para o seu próprio trabalho. (Eu estou falando, na maior parte, de trabalho experimental, não de coisas como estudos de fósseis transicionais.) O mesmo para a ecologia. Mas, isso não quer dizer que tudo seja arbitrário. Eu estou bem certo, por exemplo, que a razão por que os híbridos interespecíficos na Drosophila são estéreis enquanto que as fêmeas não são (“regra de Haldane”) reflete os genes cujos efeitos em esterilidade híbrida são recessivos. Isso tem sido demonstrado por diversos pesquisadores. E eu estou igualmente certo que os humanos são mais aproximadamente relacionados com os chimpanzés do que com os orangutangos. Mesmo assim, quando uma nova descoberta aparece, eu frequentemente me deparo imaginando se isso ficaria de pé se alguém repetisse a pesquisa, ou o fizesse em uma outra espécie.”

Blog do Jerry Coyne

NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER Desafiando a Nomeclatura Científica

Ué, mas a teoria da evolução através da seleção natural, a maior ideia que toda a humanidade já teve, tão certa como a lei da gravidade, e a Terra gira em torno do Sol, não tem a maior parte de suas pesquisas reproduzidas pela comunidade científica?

Gente, eu nem quero estar na pele do Jerry Coyne. Os agentes da KGB da Nomenklatura científica vão dar uma chincha no Jerry por este pecado mortal cometido contra Darwin.

E ainda dizem que a Teoria do Design Inteligente não é ciência porque não é repetida em outras pesquisas, e sendo assim, não passaria no teste de justificação teórica. Ué, é só explicar através dos processos evolucionários lentos e graduais através de muitas e muitas eras como se originou a complexidade irredutível em sistemas biológicos e a origem da informação complexa especificada como a do DNA. Se conseguirem, aí sim terão falseado as teses do DI, e nós iríamos chupar manga no Hawai.

Fui, nem sei por que, pensando que a honestidade do Jerry Coyne precisa crescer no meio dos biólogos evolucionários.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Nasa anuncia forma de vida extraterrestre terrestre

Em coletiva de imprensa realizada [ontem], a Nasa anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”. “É extremamente importante porque essa foi a primeira vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo. O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nessa bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.

Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente [sic], separada de todo o resto que conhecemos.

“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo. [...]

(Info Exame)

Nota: Dias antes, a Nasa já havia anunciado que faria uma declaração impressionante sobre vida extraterrestre, o que causou sensação em todo o mundo. A descoberta é interessante, sem dúvida, mas de extraterrestre nada tem. Na verdade, revela o quanto ainda desconhecemos sobre a vida em nosso próprio planeta. O que me chamou a atenção mesmo foi a maneira como a revista Veja colocou a coisa: “A descoberta de uma bactéria que se comporta como um organismo extraterrestre[!], anunciada nesta quinta-feira pela Nasa, pode ser a conquista mais importante da astrobiologia neste século, de acordo com o astrônomo Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). ‘Isso abre portas para a existência de formas de vida em outros planetas que não utilizem os seis elementos básicos da vida na Terra’, afirma. Todas as formas de vida em nosso planeta são baseadas em seis elementos químicos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Mas a bactéria descoberta por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Astrobiologia da Nasa é capaz de dispensar o fósforo e substituí-lo por arsênio.” Se nunca foi encontrado um organismo extraterrestre, como Veja pode afirmar que essa bactéria se comporta como extraterrestre? Sei não, mas acho que além de um argumento do tipo non sequitur (encontramos um organismo na Terra que se comporta de maneira diferente dos outros, portanto, pode existir vida extraterrestre), esse é outro caso em que a empolgação atropelou o bom senso. Aguardemos novas pesquisas.[Michelson Borges]

FONTE: criacionismo

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