quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Bebê jogado na rua pela mãe sofre parada cardíada e morre

Morreu por volta das 7h desta quinta-feira (30), no Hospital Estadual da Criança, o bebê recém-nascido que foi jogado na rua pela própria mãe, em Ipirá, no Centro Norte da Bahia. Segundo a TV Subaé, a menina sofreu uma parada cardíaca e os médicos não conseguiram renimá-la.

Renilda Rosa Dias, de 29 anos, que é empregada doméstica e mora com a tia, deu à luz a uma menina na noite de terça-feira (28). Ela estava sozinha em casa quando teve o bebê. Logo depois, ela passou mal e foi levada por familiares para o hospital da cidade.

O médico que atendeu a empregada doméstica percebeu que ela ainda estava com a placenta e acionou a Polícia Militar. Os policiais conseguiram encontrar o bebê com vida enrolado em um saco plástico. A criança estava em um quintal ao lado da casa de Renilda.

Renilda foi conduzida para a delegacia na manhã desta quarta-feira (29) ao receber alta do hospital. Ela será indiciada por tentativa de homicídio. A acusada continua presa.

FONTE: Correio

NOTA: Depois de ler esta matéria, só resta uma pergunta: O que faz de uma mãe matar a seu próprio filho? Bom, a única resposta que encontrei está registrado no livro de Mateus 24:9-14, “...o amor de muitos se esfriará”. Segundo Jesus Cristo, este é mais um sinal da sua segunda vinda e eles estão cada vez mais constantes nos nossos dias, estamos mesmo vivendo os últimos minutos da história deste mundo... Mas, lembro-me agora de uma promessa bíblica de confiança e esperança que diz: "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti." (Isaías 49:15). Amém, vem logo Senhor Jesus! [FN]

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Nasce a Esperança



Nasce a esperança revestida de fragilidade na inocência de uma criança. Deus revela Sua majestade. Um bebê veio representar a mais pura forma da amar.

Feliz Natal!!!

Leia também:
O Natal é pagão?

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Há professores que prestam um desserviço à educação

Sou professor e também por isso procuro defender os educadores, inclusive das críticas que meus filhos fazem a alguns deles. Hoje, minha pequena falava de uma professora. Ela só tem nove anos. Está longe de entender toda a complexidade do ser humano. Mas chama a atenção o que minha filha contava a respeito dessa mestre.

Segundo ela, nos momentos de tensão em sala, a professora dizia aos alunos coisas do tipo:

- Se eu soubesse que ia ser assim, tinha ficado em casa, com minha filha. Deixo minha filha em casa pra dar aula pra vocês. Vocês são muito bagunceiros. Não merecem que a gente venha aqui dar aulas.

De verdade, sair de casa todos os dias, deixar uma filha pequena pra encarar uma sala de aula repleta de crianças, muitas delas indisciplinadas, não é tarefa fácil. Entretanto, por escolha consciente ou não, o educador optou por essa profissão. Não dá pra simplesmente dizer que é vítima. E ao assumir tal papel comprometeu-se com uma profissão cheia de desafios. Entre eles, enfrentar a dura rotina de ensinar quem nem sempre está muito disposto a aprender. Ainda assim, faz parte de sua missão despertar o desejo pelo aprendizado. Não dá pra esperar que a criança saia de casa desejando preencher páginas e mais páginas com exercícios e atividades diversas que são listadas no quadro-negro.

Por isso, é quase um crime a resposta de alguns professores a esse tipo de pressão. O trabalho dos professores em nosso país não é devidamente reconhecido. Isto é uma verdade. Mas também é verdade que muitos deles não deveriam estar em sala de aula, pois prestam um desserviço à educação.

Fonte: Fato Pensado

O Projeto Inteligente é inteligente?

Os darwinistas há muito argumentam que, se existisse um projetista, ele teria projetado suas criaturas de maneira melhor. Stephen Jay Gould destacou isso em seu livro The Panda's Thumb [publicado em português pela Martins Fontes, O polegar do panda], no qual cita o aparente projeto menos que ótimo de uma saliência óssea nos pandas que se assemelha a um polegar.

O problema dos darwinistas é que isso, na verdade, se mostra mais como um argumento favorável à existência de um projetista do que um argumento contrário a ele. Primeiramente, o fato de Gould poder identificar alguma coisa como um projeto menos que ótimo implica que sabe qual é o projeto ótimo. Você não pode saber se alguma coisa é imperfeita a não ser que saiba como é a coisa perfeita. Desse modo, até mesmo a observação de Gould de que existe um projeto menos que ótimo implica a admissão de que é possível perceber um projeto no polegar do panda (a propósito, essa é outra razão pela qual podemos dizer que os darwinistas estão errados quando afirmam que o projeto inteligente não é ciência. Quando afirmam que alguma coisa não foi planejada corretamente, a implicação é que eles poderiam dizer se determinada coisa foi projetada corretamente. Isso prova aquilo que os cientistas do PI estão dizendo há muito tempo: o PI é ciência porque o projeto é empiricamente detectável). [Leia a matéria completa aqui.]

Vida começou há três bilhões de anos – como?

A vida na Terra teria surgido há cerca de três bilhões de anos, provavelmente quando formas primitivas desenvolveram estratégias mais eficazes de captar energia do sol, segundo estudo publicado na revista científica Nature. A conclusão é de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), que construíram [!] um “fóssil genômico”, essencialmente um modelo matemático que tomou 1.0000 genes chave existentes hoje e calculou como evoluíram a partir de um passado muito distante. Segundo o estudo, o genoma coletivo de toda a forma de vida se expandiu maciçamente entre 3,3 e 2,8 bilhões de anos e durante esse tempo, 27% de todas as famílias de genes existentes atualmente emergiram para a vida.

Os cientistas Eric Alm e Lawrence David afirmaram que a grande emergência provavelmente se deu através do advento de um processo bioquímico chamado transporte de elétrons. Essa é uma função chave da biologia, que envolve o movimento de elétrons dentro das membranas das células e é central para plantas e alguns micróbios, capacitando-os a captar energia do sol através da fotossíntese e respirar oxigênio.

A grande mudança, que Alm e David apelidaram de expansão Arqueana, foi seguida, cerca de 500 milhões de anos depois, de um fenômeno conhecido como Grande Evento da Oxidação, quando a atmosfera terrestre se tornou progessivamente impregnada de oxigênio. O Grande Evento de Oxidação foi, possivelmente, a maior reviravolta de espécies da história da Terra, uma vez que as formas de vida primitivas ou biológicas anaeróbicas morreram, sendo substituídas por formas aeróbicas maiores e mais inteligentes.

“Nossos resultados não podem dizer se o desenvolvimento do transporte de elétrons causou diretamente a Expansão Arqueana”, admitiu David. “No entanto, podemos especular que ter acesso a uma disponibilidade muito maior de energia permitiu à biosfera abrigar ecossistemas microbianos mais complexos e maiores”, disse.

Os fósseis remotos datam de um período chamado de Explosão Cambriana, 588 milhões de anos atrás. Mas, com raras exceções, formas de vida pré-cambrianas tinham o corpo macio, e por isso não deixavam marcas fossilizadas. Mesmo assim, deixaram como legado um DNA abundante, que explica a recriação do “fóssil genômico” em computador. “O que é realmente notável sobre essas descobertas [?] é que provam que as histórias de eventos muito antigos são registradas no DNA compartilhado por organismos vivos”, disse Alm. “Agora que começamos a entender como decodificar essa história, espero que possamos reconstruir alguns dos eventos mais remotos da evolução da vida em detalhes”, emendou.

(UOL)

Nota: Os cientistas ainda não sabem o que causa um simples soluço; não sabem se o universo é múltiplo ou único e nem se tem muita ou pouca matéria escura; confundem bactérias terrestres com vida alienígena (isso aconteceu com o meteorito de Marte [lembra?] e com a pataquada da Nasa); e querem que acreditemos que eles sabem como a vida “surgiu” há supostos três bilhões de anos! Isso é que é ufanismo darwinista! A ciência é uma tremenda ferramenta útil, quando trabalha dentro dos limites do método científico. Mas, quando resolve extrapolar sua esfera de ação para a história e a filosofia, a coisa começa a complicar, pois fica-se na dependência de pressupostos não verificáveis. Uma experiência feita com modelo computacional, com premissas alimentadas por cientistas que já sabem o que querem encontrar... Isso é ciência empírica? Passa longe. E o que seria uma forma de vida “primitiva”? Uma célula? Mas esta já deveria conter informação genética para existir e se multiplicar. Informação surge do nada? Deveria ter, também, uma membrana seletiva composta de proteínas específicas. Isso já existia, então? E antes que surgisse o tal processo bioquímico de transporte de elétrons, essencial à vida? Como as primeiras formas de vida “se viravam”? Complexidade irredutível surge de repente? O uso das palavras “possivelmente”, “provavelmente” e “especulação” dá o tom da matéria acima. Mas, para quem lê somente os títulos das reportagens e suas linhas (não as entrelinhas), fica a certeza de que a vida pode simplesmente surgir.[Michelson Borges]

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

As Chaves do sucesso

Conselhos de doze cientistas para quem quer se destacar em carreiras competitivas.

1. Leia muito e de tudo -
Não apenas livros técnicos. Leia romances, contos e poesia. Eles ajudam a desenvolver uma visão plural da vida.

2. Exercite a curiosidade – Ela é o primeiro degrau de todas as descobertas.

3. O terceiro idioma – Ler, escrever e falar inglês é básico. A diferença começa com o aprendizado de uma terceira língua.

4. Tenha base sólida – As ciências básicas, como a física, a química e a matemática, alicerçam todas as outras carreiras.

5. Escolha bem – A melhor escola nem sempre é a mais conhecida e famosa. Escolha entre as que têm professores mais atuantes.

6. Pesquisa sempre – As bolsas de iniciação cientifica dão chance de começar a pesquisar ainda na graduação. Aproveite-se.

7. Escolha suas companhias – Se quiser ser cientista, conviva com cientistas. Freqüente os laboratórios e centros de pesquisa mais produtivos de sua faculdade.

8. Dedique-se – vale a mais famosa equação de Einstein: sucesso= 10% de talento + 90% de suor.

9. Tome a iniciativa – Não se satisfaça com o que o professor ensina. Busque mais informação. Todo bom cientista é um autodidata.

10. Mire no exterior – O isolamento mata a pesquisa. A troca de informações é uma das chaves do sucesso.

11. Faça a diferença – escolha a área de atuação em que seu trabalho possa se destacar.

12. Busque a visão universal – O cientista tende a se especializar cada vez mais cedo. Isso é inevitável, mas é um erro fatal fechar—se a outras áreas da pesquisa.

FONTE: desconhecida

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os ingredientes do seu corpo – menos um

Seu corpo não passa de um amontoado de elementos que não custam nem R$ 150. O que não tem preço, claro, é o jeito que tudo isso se organiza para formar você.

Carbono - 23% - 16 quilos - O que é a vida? O efeito colateral de uma propriedade dos átomos de carbono. Eles se juntam naturalmente em cadeias grandes e complexas. E seu corpo, em última instância, é uma dessas cadeias. Se o DNA fosse uma árvore, o carbono formaria os galhos. E esses galhos somos nozes: os vemos na forma de músculos, pele, cabelos...

Cálcio - 1,4% - 1 quilo - Não é só de dentes e ossos que se faz o cálcio no corpo humano. Ok, 99% é. O minério mais abundante do organismo (e das salas de aula, já que giz é cálcio puro) tem outras funções tão importantes quanto: sem ele, o sangue não coagularia e não conseguiríamos mover os músculos.

Fósforo - 0,83% - 580 gramas - No nosso corpo, o fósforo está longe de causar explosões. O que ele faz é armazenar e transportar energia dentro das células (e entre elas). Mesmo assim, só 20% do fósforo do organismo está nas células e no fluido em que elas boiam. Os outros 80% combinam-se com o cálcio para formar ossos e dentes.

Nitrogênio - 2,6% - 2,22 litros - O nitrogênio se junta com carbono para formar o ácido nucleico, coisa que você conhece como DNA, a supermolécula que organiza todos os ingredientes [em] uma estrutura bem especial, capaz de criar cópias de si mesma, se reproduzir. Em outras palavras, uma estrutura viva.

Água - 55% - 38,5 litros - Sem água não há vida porque é boiando na água que as moléculas do corpo se encontram e reagem quimicamente - a transformação de ar em energia via respiração é uma dessas reações. E claro: os 6 litros de sangue correndo aí para transportar nutrientes são 92% água (quase uma Coca-Cola, que é 95%).

Enxofre - 0,2% - 140 gramas - O enxofre não deve ser subestimado e reduzido a um gás fedorento - pelo menos não quando está no organismo. Aqui ele não aparece na forma gasosa, mas sempre ligado a outros átomos. E compõe proteínas como a insulina, que transporta a glicose do sangue para servir de combustível às células.

Cloro e sódio - 0,27% - 195 gramas - Juntos, o cloro e o sódio formam o sal. Mas no corpo eles trabalham separados. São como válvulas: não deixam faltar nem sobrar água nos tecidos do organismo. O sódio também é uma das peças envolvidas na contração muscular - para isso ele atua com o elemento aqui embaixo.

Potássio - 0,2% - 140 gramas - Quando o sistema nervoso envia um sinal para que um músculo seja contraído, começa um movimento dentro das células: o potássio sai e o sódio entra. Essa troca da guarda gera o movimento. Por isso, a deficiência (ou o excesso) de potássio pode causar paralisia.

Metais - 0,009% - 6 gramas - Ferro, zinco, cobre... Você também é feito de metal. O corpo usa 7 deles para funcionar. Ferro é o mais abundante (4,2 g): ele se junta com proteínas para formar nossos glóbulos vermelhos, os veículos que transportam oxigênio pelo corpo. O zinco, 2º mais presente (2 g), entra na receita dos glóbulos brancos, os soldados do sistema imunológico.

*Esse é o peso que o carbono representa em um adulto de 70 quilos. O mesmo vale para as quantidades dos outros elementos.

(Superinteressante)

Nota: Muito interessante essa descrição química do ser humano. Mas quero chamar atenção para algo escrito no começo dessa matéria da Superinteressante: “tudo isso se organiza para formar você”. Como assim se organiza? Elementos químicos têm a capacidade de se auto-organizar? Isso é científico? Então, se juntarmos os elementos químicos na proporção certa teremos um ser humano funcionando? Claro que não. O ingrediente essencial esquecido por Superinteressante e que sem o qual não há vida é justamente o fôlego de vida dado por Deus (Gn 2:7) e que nos torna mais do que um amontoado de matéria.[Michelson Borges]

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Design Inteligente colocando o último prego no caixão epistemológico de Darwin

Uma teoria científica moribunda desde 1859

1. Complexidade irredutível de sistemas biológicos, Darwin era completamente ignorante.

2. Informação complexa especificada como o DNA, Darwin também era completamente ignorante.

3. Seu livro Origem das Espécies não explicou a origem das espécies, e muito menos a origem das variações, pois Darwin também era completamente ignorante da origem das variações.

E esta é a maior ideia que toda a humanidade já teve? E o livro provocou uma revolução científica? Catacumba, mano! Esta não é a teoria científica tão corroborada no contexto de justificação teórica assim como a lei da gravidade? Tão certa como a Terra gira em torno do Sol? E até hoje, nem Darwin e nem seus discípulos conseguiram demonstrar cientificamente o fato, Fato, FATO da evolução?

Fui, nem sei por que, cada vez mais cético do naturalista de Down porque vazio de proposições científicas corroboradas pelas evidências.

FONTE: Desafiando a Nomeclatura Científica

Filhos mimados; filhos castrados

Por uma dessas razões que a gente desconhece, trombei ontem com um texto meu de agosto de 2009. Tratava nele da incapacidade de alguns pais educarem seus filhos. Falava que existem pais frouxos; e que pais frouxos criam filhos dominadores. Encontrar esse texto foi curioso porque pensava justamente numa situação envolvendo uma família que pouco conheço, mas que se comporta de uma maneira questionável - no que diz respeito ao trato com os filhos.

Recentemente vi um de seus filhos, já adulto, homem feito, ser defendido pelo pai. Mas não era uma defesa qualquer... Era numa situação em que o próprio jovem deveria ser capaz de fazê-lo. Não vou contar o caso, pra evitar exposição - ou identificação dos personagens. Entretanto, para se ter uma ideia do tipo de interferência, vamos fazer de conta que o fato fosse este: o cara tira nota baixa na universidade e a mãe vai tirar satisfação com a professora. Consegue imaginar? Dá pra pensar no que representaria um marmanjo precisar da mãe pra discutir nota com a professora? Pois é... O que dizer? O que dizer dessa família? O que dizer desse filho?

Eu diria o seguinte: esses pais roubaram desse jovem o direito de ser homem. Alguém que chega à fase adulta e não é capaz de cuidar de si próprio, tomar as próprias decisões, continua criança. O problema é que, infelizmente, situações como essa se repetem em inúmeras famílias. São pais que castraram seus filhos; não os deixaram crescer. Se um dia quiserem ser gente, vão precisar de ajuda profissional. E talvez nunca se tornem homens e mulheres de verdade.

Educar um filho implica em permitir que sofram. O mesmo sofrimento que produz frustração, decepção... a mesma derrota que gera dor... são as melhores ferramentas para nos levar ao amadurecimento, à experiência, tornando-nos seres humanos melhores, mais sociáveis, relacionais.

PS- A foto é só ilustrativa. Brincar com os filhos não os torna mimados. Rsrs.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

GRANDES NOMES CRISTÃOS - III

Leonhard Euler (1707-1783), matemático e físico

"A verdadeira felicidade pode ser encontrada somente em Deus, todos os outros prazeres nada mais são do que uma máscara vazia e são capazes de produzir apenas uma satisfação momentânea."

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Confira os 10 melhores comerciais de TV de todos os tempos

Brasileiros estão se alimentando pior em casa, mostra estudo do IBGE

RIO - O brasileiro está comendo mal em casa. As frutas e verduras, que deveriam corresponder a uma proporção entre 9% e 12% das calorias diárias ingeridas, representam 2,8%. Já os alimentos essencialmente calóricos (óleos e gorduras vegetais, gordura animal, açúcar de mesa e refrigerantes), atingem 28% da caloria consumida.

Entre os 20% mais ricos, o consumo desses alimentos ultrapassa a proporção recomendada por nutricionistas, de 30% - essa porcentagem alcança 31,8%. Os dados fazem parte do levantamento Avaliação Nutricional da Disponibilidade Domiciliar de alimentos no Brasil, feito com base na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009.

Para chegar a essas informações, os pesquisadores avaliaram apenas os alimentos disponíveis nas residências. E ressalvam que, comparando-se com a POF anterior, de 2002/2003, a despesa com alimentação fora de casa saltou de 24,1% para 31,1% - crescimento de sete pontos porcentuais.

Entre uma pesquisa e outra, a disponibilidade média per capita de alimentos passou de 1.791 calorias ao dia para 1.611, mas a diferença pode ser atribuída à troca de alimentos consumidos fora do domicílio.

Segundo o trabalho, o brasileiro diminuiu drasticamente a compra de itens básicos, como arroz, feijão e açúcar, m sua alimentação. De 1975 para 2009, o arroz polido teve redução de 60% na quantidade anual per capita adquirida - de 31,6 quilos para 12,6 quilos, comparando-se as regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

A aquisição do feijão para consumo em casa caiu de 14,7 quilos anuais para 7,4 quilos (redução de 49%). Já o açúcar caiu de 15,8 quilos para 3,3 quilos (menos 79%). O refrigerante de guaraná subiu de 1,3 quilos anuais para 6 quilos.

Essa comparação é possível porque são levados em conta dados do Estudo Nacional de Despesa Familiar (1974/1975). Comparações com POFs mais recentes mostram que essa queda se acentuou mais recentemente. De 2002/2003 para 2008/2009, a aquisição anual de arroz polido caiu 40,5%, a de feijão, 26,4% e a aquisição do açúcar refinado, 48,3%.

Industrialização. Nesse mesmo período subiu o consumo de alimentos preparados e misturas industriais (o que não era computado na Endef). Hoje a média nacional está em 3,5 quilos anuais, alcançando 8,3 quilos entre os 20% mais ricos. Entre os 20% mais pobres, o consumo desse tipo de alimento corresponde a 2,1% da caloria consumido diariamente. Já entre os 20% mais ricos, as refeições prontas correspondem a 8,3% da caloria ingerida. Também aumentaram a aquisição de refrigerante de cola (39,3%), água mineral (27,5%) e cerveja (23,2%).

No carrinho do supermercado, o que ocupa o maior espaço não são carnes, cereais, hortaliças ou frutas. Bebidas e infusões são os itens mais adquiridos - a média domiciliar per capita é de 50,7 quilos, seguido por laticínios (43,7 quilos). Só então entram os cereais e leguminosas (39 quilos), frutas (28,9 quilos), hortaliças (27,1 quilos) e carnes (25,4 quilos).

A média da aquisição na área urbana é maior do que na rural para bebidas e infusões (55,2 quilos ante 28,9 quilos) e frutas (30,3 quilos ante 21,9 quilos). Mas a situação se inverte no grupo de cereais e leguminosas (62,5 quilos na região rural ante 34,1 quilos na região urbana), e carnes (29,6 quilos ante 24,6 quilos). A forma de aquisição é predominantemente monetária. Mas na região rural a forma não monetária (doação, produção própria, pesca) é maior na aquisição de laticínios e pescados.

Leite e derivados, frutas, verduras e legumes, gordura animal, bebidas alcoólicas e refeições prontas são mais consumidos pelas classes com maior rendimento. A diferença pode chegar a 799% no caso da bebida alcoólica (19,2 quilos contra 2,1 quilos).

Poder aquisitivo. O consumo de alimentos preparados é 514% maior entre os 20% mais ricos em comparação com os 20% mais pobres (8,4 quilos contra 1,4 quilo). O mesmo ocorre com bebidas não alcoólicas (401%), iogurtes (379%), frutas (316%), leite de vaca pasteurizado (246%). Apenas arroz e feijão foram mais adquiridos por aqueles com menor renda. Quem ganhava até R$ 830, adquiriu 27,6 quilos de arroz e 10,3 quilos de feijão. Os que têm renda acima de R$ 6.225 compraram 18,6 quilos e 7,3 quilos respectivamente.

O estudo do IBGE também constatou que a região Sul do País tem a despensa mais farta. A aquisição anual per capita de carnes (35,7 quilos), laticínios (67,4 quilos), bebidas e infusões (64,1 quilos), hortaliças (38,6 quilos), frutas (36,5 quilos) e alimentos preparados e misturas industriais (4,8 quilos) está acima das respectivas médias nacionais e de outras regiões.

Para os pesquisadores do IBGE, esta diferença pode ser explicada pelo hábito cultural, com aquisições mais frequentes e localização do domicílio próxima da área de trabalho - as pessoas vão em casa para almoçar.

Fonte: (Estadão)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Fabricantes reduzem a vida útil dos produtos para incentivar o consumo

As lâmpadas são projetadas para durar milhares de horas quando elas poderiam fazer o mesmo por mais de cem anos, e um chip limita a vida útil de impressoras [e por que as lâminas de barbear oxidam com tanta facilidade? Por que os pneus desgastam tão rapidamente?]. É o que mostra o documentário "Comprar, Puxar, Comprar", denunciando a obsolescência por empresas para incentivar o consumo.

"Essa prática se tornou a base da economia moderna, apesar das terríveis conseqüências ambientais de um sistema que gera toneladas de lixo desnecessário", disse a diretora do filme, Cosima Dannoritzer, durante a apresentação do documentário, que será exibido esta semana em emissoras espanholas.

O documentário, que também será exibido em breve em outros países europeus, mostra que o ciclo produção-consumo de resíduos está crescendo mais rápido, mas não é novo. A obsolescência planejada nasceu nos anos 20, quando as empresas de produção de bulbos de lâmpadas concordaram em limitar a vida deles a um máximo de mil horas. Antes desse acordo, as lâmpadas duravam muito mais tempo, como evidenciado pela lâmpada que permanece acesa por mais de cem anos em uma estação de bombeiros nos Estados Unidos.

Exemplos ocorrem até hoje, onde os casos mais claros são encontrados em produtos eletrônicos, como impressoras e iPods.

O caso do iPod foi levado a tribunal por um advogado de San Francisco (EUA), que afirmou que a Apple tinha obsolescência planejada aplicada às baterias, com a intenção de que o iPod vai durar pouco e que o consumidor é forçado a comprar outro após um ano.

"O documentário não vai contra nenhuma empresa em particular, porque a obsolescência é generalizada", diz o produtor executivo do filme, Joan Ubeda, que esclareceu que "o problema está na filosofia do sistema que atua de forma claramente insustentável, obrigando os engenheiros a criarem produtos de vida curta, quando poderiam ser muito melhores". "Não é só colocar a questão sobre a mesa, mas também mostrar que algumas saídas ou soluções já estão sendo discutidas", acrescentou Cosima Dannoritz.

FONTE: www.Bol.uol.com.br

Por que o homem tem mamilos?

Por que os homens possuem mamilos e glândulas mamárias, se não produzem leite? Darwin inventa explica: “No homem e em algum outro macho de mamífero esses órgãos são notórios por se terem em algum caso desenvolvido tão bem durante a maturidade a ponto de produzirem boa quantidade de leite. Ora, se supormos que durante um longo período inicial os machos dos mamíferos ajudaram as fêmeas a nutrir os recém-nascidos e que em seguida, por algum motivo (como, por exemplo, a produção de um número menor de filhos), os machos deixaram de prestar essa ajuda, o não-uso dos órgãos durante a maturidade teria levado a uma inatividade inicial; e, em virtude dos dois bem conhecidos princípios de hereditariedade, esse estado de inatividade provavelmente se deve ter transmitido aos machos na correspondente idade adulta. Mas numa idade primitiva esses órgãos devem ter permanecido inalterados, de modo a se desenvolverem quase igualmente nos jovens de ambos os sexos” (A Origem do Homem e a Seleção Sexual, p. 195, 196).

Nota: Na verdade, no processo de desenvolvimento do feto, os mamilos aparecem em machos e fêmeas. Mas o homem não terá os hormônios – prolactina, que estimula a produção do leite, e citosina, que permite a saída do líquido – que colocam as glândulas para funcionar. Nas mulheres, esses hormônios começam a ser fabricados horas depois do parto. O que se percebe é projeto inteligente que determina a diferenciação entre os sexos e suas funções (algo que o darwinismo não sabe explicar como surgiu). A história contada por Darwin é apenas isto: história. Sem comprovação científica. Não seria mais fácil dizer que os mamilos do homem são uma simples questão de estética?[Michelson Borges]

FONTE: criacionismo

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Adventistas na TV JUSTIÇA

Reportagem da TV Justiça a respeito dos Adventistas do 7º dia quanto a questão das implicações jurídicas da crença da santificação e guarda do sábado.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Em Seis Dias - Por Que 50 Cientistas Decidiram Aceitar a Criação

Este é um livro que, desde há cerca de 10 anos, estava sendo traduzido e editorado para ser impresso na primeira ocasião em que a SCB dispusesse de recursos suficientes para a sua publicação.

Seu autor é o Dr. John F. Ashton, criacionista australiano com quem os Editores mantiveram contato em congresso realizado na Austrália no ano 2000, e que gentilmente concedeu à SCB os direitos autorais para a publicação desse seu livro.

A tradução para o Português deste livro de autoria de John F. Ashton, originalmente publicado na Austrália em Inglês, foi efetuada pela Profa. Ieda C. Tetzke, e a revisão final procedida por uma equipe coordenada pela Sociedade Criacionista Brasileira, contando com a colaboração técnica dos Professores Mestres e Doutores Eduardo Ferreira Lütz, Nahor Neves de Souza Júnior, Queila de Souza Garcia, Tarcísio da Silva Vieira, Urias Echterhoff Takatohi e Wellington dos Santos Silva. A todas essas pessoas a SCB apresenta seus agradecimentos pela preciosa colaboração.

Foram inseridas nesta edição do livro várias ilustrações pertinentes, e sem dúvida ele será de leitura agradável e muito interessante por narrar a experiência pessoal de 50 cientistas que aceitaram a Criação da forma como ela é apresentada na Bíblia.

Por que alguns homens de ciência, muito bem preparados, ainda acreditam na Criação? Por que preferiram não acreditar na evolução darwinista ou mesmo na evolução teísta, na qual uma inteligência todo-poderosa é vista como direcionando os processos evolutivos? Poderiam cientistas acreditar que a vida na Terra tem provavelmente menos de 10.000 anos de idade? Como eles lidariam com as evidências do registro fóssil e as eras sugeridas pela datação radiométrica de rochas que contariam milhões ou bilhões de anos?

Os ensaios apresentados nesse livro levantam questões que são debatidas acaloradamente entre cientistas e educadores, e oferecem uma perspectiva diferente em nossa abordagem para a educação científica.

No livro, 50 cientistas explicam suas razões para a escolha dessa perspectiva criacionista. Todos eles têm doutorado obtido em universidades públicas de prestígio na Austrália, EUA, Reino Unido, Canadá, África do Sul ou Alemanha. São professores universitários e pesquisadores, geólogos, zoólogos, biólogos, botânicos, físicos, químicos, matemáticos, pesquisadores biomédicos e engenheiros.

Pela primeira vez todas essas áreas estão sendo cobertas simultaneamente em uma só publicação com os testemunhos pessoais de cientistas criacionistas.

Vale a pela ler !

Fonte: SCB

National Geographic e as controvérsias arqueológicas

A revista National Geographic deste mês apresenta o cenário belicoso que há entre duas correntes arqueológicas: os que procuram negar a historicidade dos relatos bíblicos e os que tentam confirmá-los. A reportagem de capa merece ser lida pela riqueza de detalhes com que trata o assunto e pelo relativo equilíbrio entre os “dois lados” da história. Isso deveria ser imitado pelas populares revistas brasileiras de divulgação científica que frequentemente pecam pela superficialidade e partidarismo. [Leia a matéria completa aqui]

sábado, 11 de dezembro de 2010

Jerry Coyne, honestamente, 'falou e disse': quase nenhuma pesquisa evolucionária é repetida por outros pesquisadores

“Eu sou inclinado a concordar com Lehrer sobre pesquisas no meu próprio campo de biologia evolucionária. Quase que nenhuma das descobertas são replicadas, há um prêmio em publicar resultados positivos, e, diferente de algumas outras áreas, as descobertas em biologia evolucionária, necessariamente, não se constroem uma em cima da outra: os pesquisadores geralmente não têm que repetir o trabalho de outras pessoas como base para o seu próprio trabalho. (Eu estou falando, na maior parte, de trabalho experimental, não de coisas como estudos de fósseis transicionais.) O mesmo para a ecologia. Mas, isso não quer dizer que tudo seja arbitrário. Eu estou bem certo, por exemplo, que a razão por que os híbridos interespecíficos na Drosophila são estéreis enquanto que as fêmeas não são (“regra de Haldane”) reflete os genes cujos efeitos em esterilidade híbrida são recessivos. Isso tem sido demonstrado por diversos pesquisadores. E eu estou igualmente certo que os humanos são mais aproximadamente relacionados com os chimpanzés do que com os orangutangos. Mesmo assim, quando uma nova descoberta aparece, eu frequentemente me deparo imaginando se isso ficaria de pé se alguém repetisse a pesquisa, ou o fizesse em uma outra espécie.”

Blog do Jerry Coyne

NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER Desafiando a Nomeclatura Científica

Ué, mas a teoria da evolução através da seleção natural, a maior ideia que toda a humanidade já teve, tão certa como a lei da gravidade, e a Terra gira em torno do Sol, não tem a maior parte de suas pesquisas reproduzidas pela comunidade científica?

Gente, eu nem quero estar na pele do Jerry Coyne. Os agentes da KGB da Nomenklatura científica vão dar uma chincha no Jerry por este pecado mortal cometido contra Darwin.

E ainda dizem que a Teoria do Design Inteligente não é ciência porque não é repetida em outras pesquisas, e sendo assim, não passaria no teste de justificação teórica. Ué, é só explicar através dos processos evolucionários lentos e graduais através de muitas e muitas eras como se originou a complexidade irredutível em sistemas biológicos e a origem da informação complexa especificada como a do DNA. Se conseguirem, aí sim terão falseado as teses do DI, e nós iríamos chupar manga no Hawai.

Fui, nem sei por que, pensando que a honestidade do Jerry Coyne precisa crescer no meio dos biólogos evolucionários.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

GRANDES NOMES CRISTÃOS - II

Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), matemático, engenheiro, filósofo e diplomata

"A verdadeira felicidade consiste no amor a Deus, porém num amor sem preconceitos, cujo fogo arde na luz do conhecimento. Este tipo de amor gera a alegria com boas ações, que dá apoio à virtude e, tendo Deus como centro, eleva o humano ao divino."

E Deus com isso?

A Folha de S. Paulo informa hoje que a Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) inicia hoje uma Campanha publicitária para dizer que Deus pode não existir. As peças de propaganda com frases como “Religião não define caráter” e “A fé não dá respostas. Ela só impede perguntas”, circularão em ônibus de Salvador e Porto Alegre por um mês.

“A campanha teve início no Reino Unido em 2009 e se espalhou por outros países, com resultados distintos. Nos EUA e na Espanha, a iniciativa deu certo, provocando a esperada polêmica. Na Itália, a veiculação foi proibida. Na Austrália, a companhia responsável por anúncios em ônibus se recusou a exibi-los”, escreve Hélio Schuwartsman. “Algo parecido aconteceu em São Paulo. Depois que conheceu o conteúdo dos anúncios, já após a assinatura do contrato, a empresa que os veicularia se negou a fazê-lo, alegando que a legislação proíbe temas religiosos”.

A notícia informa também que “metade dos cerca de R$ 10 mil utilizados na campanha brasileira vem de pequenas doações e de recursos da própria instituição. A outra metade vem de um único doador paulista que prefere permanecer anônimo”.

Isso me fez lembrar aquela história dos dois rabinos que invadem a madrugada discutindo a existência de Deus e, depois de umas taças de bom vinho, concluem que Deus não existe. Já tarde da noite cada um vai para o seu aposento, mas como de costume acordam bem cedo. Um deles, entretanto, não se apresenta para o desjejum. O outro sai à sua procura vasculhando a casa, e logo encontra o amigo no jardim fazendo seu rito matinal. Ele tem a cabeça coberta com o solidéu, os ombros com o tallit, o manto de orações, e em voz alta repete o Shacharit e o Shema.

– O que você está fazendo?

– Minhas orações matinais - responde o outro com naturalidade.

– Mas nós não concluímos que Deus não existe?

– E o que é que Deus tem a ver com isso?

(Ed René Kivitz)

Nota: Curioso colocarem a foto de Hitler num dos cartazes da campanha. Leia "Hitler e Darwin" para entender o paradoxo. Quanto às demais fotos, digo apenas que nunca vi outro livro senão a Bíblia transformar bandidos em pessoas de bem, e desde que estudo a Bíblia, entendo que o Deus apresentado nas páginas dela é quem nos convida a pensar, analisar, julgar, discernir e escolher. Mais uma vez os ateus militantes desperdiçam dinheiro que poderia ser usado em milhares de causas verdadeiramente nobres.[Michelson Borges]

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Compre sempre à vista

A tradição das religiões não permite incorporar algumas modernidades, situações novas com as quais os antigos não conviviam. Infelizmente não podemos criar mandamentos que eliminariam imenso sofrimento humano, que reduziriam inúmeros conflitos familiares modernos, que devolveriam paz de espírito a muitos seres humanos. Se pudéssemos, eu proporia um décimo primeiro mandamento: "Jamais comprarás a prazo".

O endividamento pessoal, o crediário sem fim e as compras a prazo deturpam a condição humana. O trabalho se torna uma obrigação, a de saldar as dívidas do consumo, em vez do contrário: O consumo deveria ser a recompensa merecida pelo trabalho bem feito.

"Curta hoje, pague depois", tornou-se o novo lema do consumismo mundial, uma inversão da ética milenar de colocar o sacrifício antes do prazer.

Talvez por isso somos um povo eternamente endividado, pendurado. Poupamos pouco, investimos menos ainda. Não é à toa que para muitos trabalhar é um fardo. O prazer veio antes.

A desculpa de "se eu não comprar a prazo jamais comprarei algo" não convence, porque comprando a prazo você estará pagando muito mais pelo mesmo produto, acrescidos de juros e inúmeros outros custos adicionais.

Se você depositar todo mês numa aplicação de renda fixa o valor equivalente ao que seria o da prestação, depois de dezoito meses terá entre 50% e 100% de rendimento a seu dispor, dependendo das taxas de juros do momento.

A questão nunca está entre comprar e não comprar, mas entre receber a mercadoria já, pagando prestações e juros no futuro, e poupar e comprar no futuro, à vista, com desconto e tudo mais. Não são os pobres que compram a prazo, é a compra a prazo que os deixa mais pobres. Compre a prazo e você ficará eternamente pendurado. Compre à vista e estará eternamente livre dos juros do crediário.

Quando se compra a prazo, paga-se por muitos custos adicionais, além dos juros, algo que nossos professores não ensinam. Comprando à vista, uma série de despesas se torna desnecessária, barateando o custo do produto.

Comprando em dez prestações, você está pagando por dez notas promissórias e dez lançamentos que precisam ser contabilizados e registrados. Cada vez que você paga uma prestação, um funcionário tem de receber e contar o dinheiro, um contador precisará dar baixa na prestação, um recibo deverá ser emitido e assinado. Tudo isso tem um custo. Além do mais, há o custo do centro de atendimento de crediário. Nada disso é necessário quando você compra à vista.

Existe ainda o custo da pesquisa de crédito: alguém tem de telefonar para seu empregador, seus antigos credores, para o serviço de proteção ao crédito e assim por diante. Chamam a isso custo de abertura de crédito. E quem paga é você.

Muita gente acaba não saldando as prestações, e o pior da compra a prazo é que você terá de pagar por esses caloteiros. De 3% a 8% dos devedores nunca quitam suas dívidas, e quem paga é você. Isso é uma enorme injustiça, os bons pagadores acabam pagando pelos maus pagadores. Como nunca se sabe de antemão quem vai dar o calote ou não, não há outro remédio a não ser incluir o custo no preço pago por todos.

Inadimplência não é o único custo que se tem quando se compra a prazo, existem ainda milhares de devedores que atrasam o pagamento. Embora não sejam exatamente caloteiros, acabam incorrendo em outros custos, dos cobradores, dos advogados, das cartas de aviso, e quem paga novamente é você, pagador pontual.

Todos esses custos estão embutidos nos juros cobrados, o que gera algumas conclusões equivocadas por parte de certos economistas, jornalistas e políticos que acusam o comércio, os bancos e os cartões de crédito de cobrar juros abusivos. Esquecem que os "juros" são na realidade a soma de juros mais todas essas despesas.

Além de tudo isso, a compra a prazo provoca um senso de superioridade incompatível com sua produtividade, uma ostentação acima de sua capacidade de produção. Na compra de um imóvel não há alternativa a não ser o plano a prazo, mas na compra de um eletrodoméstico há. Para sua felicidade e de sua família, incorpore mais um lema em sua vida: compre à vista.

Por: Stephen Kanitz, é administrador.
Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1742, ano 35, nº 10, 13 de março de 2002, página 20.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Pequenos ou grandes remendos para continuar vivendo

Fui pegar o cartão de uma das contas bancárias a fim de passar uns dados para o administrativo da empresa e me surpreendi com o estado do "coitado". Remendado, quebrado agora em mais um lugar e com os números e letras praticamente inelegíveis. Enquanto buscava uma fita adesiva para tentar salvar o velho cartão, fui levado a pensar em nossa vida. Fiquei imaginando: quantos de nós seguimos remendados e precisando de novos reparos pra continuar vivendo?

Todos temos problemas. Alguns deles deixam arranhões; outros causam feridas; e têm aqueles que chegam a nos quebrar por inteiro. Recuperar-se e continuar a jornada é necessário. Não dá para desistir de viver. Embora por vezes a vida possa perder o sentido, nada é mais precioso do que viver. Por isso, sempre vale insistir, tentar de novo - de preferência, de um novo jeito.

Depois das fraturas que sofrermos, dos dias de tempestade, semelhante ao meu cartão bancário, é provável que, ao olharmos para o espelho, encontremos vários remendos. Talvez as letras já estejam um tanto apagadas. Quem sabe nem seja possível identificar algumas de nossas histórias, e outras até tenham que ser silenciadas pelas lembranças dolorosas. A ação do tempo e dos problemas corrompe o plástico do cartão, mas não é capaz de atingir a conta bancária. Por isso, se nossa alma resistir, teremos "saldo" (energia) e vida pra viver.

FONTE: Fato pensado

Ateus e católicos fazem "guerra de outdoors" em NY

Outdoor de grupo ateísta próximo à entrada do Túnel Lincoln, em North Bergen, Nova Jersey, uma das entradas para a cidade de Nova York. O texto diz: "Você sabe que é um mito. Neste ano, celebre a razão."

A Liga Católica contra-atacou, colocando seu próprio cartaz no outro lado do tunel. O texto diz: "Você sabe que é real. Neste ano, celebre Jesus."

(G1 Notícias)

Nota: Eu acrescentaria ainda a seguinte frase de James Irwin, o oitavo astronauta a caminhar na Lua: "É mais importante Deus ter andado na Terra do que o homem ter pisado na Lua."[Michelson Borges]

domingo, 5 de dezembro de 2010

O Ministério da Saúde adverte…

Alimentos com grandes quantidades de gordura, sódio ou açúcar, como refrigerantes, por exemplo, em suas propagandas devem advertir o consumidor sobre
os riscos para saúde. A medida visa a prevenção de males advindos do consumo frequente, principalmente entre as crianças. Biscoitos recheados, por exemplo,
devem vir associados a problemas como diabetes e obesidade. Fique de olho!

FONTE: Vida e Saúde

sábado, 4 de dezembro de 2010

Os três porquinhos e o Papai Noel

Nossa! Gostei muito deste vídeo, muito boa! Acabei de assistir no blog de Enézio E. de Almeida. Espero que você goste também.
"Nem sempre a logica funciona se não usada a razão..."

Observar e Pensar

O primeiro passo para aprender a pensar, curiosamente, é aprender a observar. Só que isso, infelizmente, não é ensinado. Hoje nossos alunos são proibidos de observar o mundo, trancafiados que ficam numa sala de aula, estrategicamente colocada bem longe do dia-a-dia e da realidade. Nossas escolas nos obrigam a estudar mais os livros de antigamente do que a realidade que nos cerca. Observar, para muitos professores, significa ler o que os grandes intelectuais do passado observaram – gente como Rousseau, Platão ou Keynes. Só que esses grandes pensadores seriam os primeiros a dizer "esqueçam tudo o que escrevi", se estivessem vivos. Na época não existia internet nem computadores, o mundo era totalmente diferente. Eles ficariam chocados se soubessem que nossos alunos são impedidos de observar o mundo que os cerca e obrigados a ler teoria escrita 200 ou 2.000 anos atrás – o que leva os jovens de hoje a se sentir alienados, confusos e sem respostas coerentes para explicar a realidade.

Não que eu seja contra livros, muito pelo contrário. Sou a favor de observar primeiro, ler depois. Os livros, se forem bons, confirmarão o que você já suspeitava. Ou porão tudo em ordem, de forma esclarecedora. Existem livros antigos maravilhosos, com fatos que não podem ser esquecidos, mas precisam ser dosados com o aprendizado da observação.

Ensinar a observar deveria ser a tarefa número 1 da educação. Quase metade das grandes descobertas científicas surgiu não da lógica, do raciocínio ou do uso de teoria, mas da simples observação, auxiliada talvez por novos instrumentos, como o telescópio, o microscópio, o tomógrafo, ou pelo uso de novos algoritmos matemáticos. Se você tem dificuldade de raciocínio, talvez seja porque não aprendeu a observar direito, e seu problema nada tem a ver com sua cabeça.

Ensinar a observar não é fácil. Primeiro você precisa eliminar os preconceitos, ou pré-conceitos, que são a carga de atitudes e visões incorretas que alguns nos ensinam e nos impedem de enxergar o verdadeiro mundo. Há tanta coisa que é escrita hoje simplesmente para defender os interesses do autor ou grupo que dissemina essa idéia, o que é assustador. Se você quer ter uma visão independente, aprenda correndo a observar você mesmo.

Sou formado em contabilidade e administração. A contabilidade me ensinou a observar primeiro e opinar (muito) depois. Ensinou-me o rigor da observação, da necessidade de dados corretamente contabilizados, e também a medir resultados, a recusar achismos e opiniões pessoais. Aprendi ainda estatística e probabilidade, o método científico de chegar a conclusões, e finalmente que nunca teremos certeza de nada. Mas aprendi muito tarde, tudo isso me deveria ter sido ensinado bem antes da faculdade.

Se eu fosse ministro da Educação, criaria um curso obrigatório de técnicas de observação, quanto mais cedo na escala educacional, melhor. Incentivaria os alunos a estudar menos e a observar mais, e de forma correta. Um curso que apresentasse várias técnicas e treinasse os alunos a observar o mundo de diversas formas. O curso teria diariamente exercícios de observação, como:

1. Pegue uma cadeira de rodas, vá à escola com ela por uma semana e sinta como é a vida de um deficiente físico no Brasil.

2. Coloque uma venda nos olhos e vivencie o mundo como os cegos o vivenciam.

3. Escolha um vereador qualquer e observe o que ele faz ao longo de uma semana de trabalho. Observe quanto ele ganha por tudo o que faz ou não faz.

Quantas vezes não participamos de uma reunião e alguém diz "vamos parar de discutir", no sentido de pensar e tentar "ver" o problema de outro ângulo? Quantas vezes a gente simplesmente não "enxerga" a questão? Se você realmente quiser ter idéias novas, ser criativo, ser inovador e ter uma opinião independente, aprimore primeiro os seus sentidos. Você estará no caminho certo para começar a pensar.

Autor desconhecido

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

GRANDES NOMES CRISTÃOS - I

Isaac Newton (1643-1727), matemático e físico.

"Devemos crer em um Deus e não ter outros deuses além dele. Ele é eterno, onipresente, onisciente, onipotente, criador de todas as coisas, sábio, justo, bom e santo. Devemos amá-lo, temê-lo, honrá-lo e confiar nele, orar a ele, dar-lhe graças, louvá-lo e santificar seu nome, cumprir seus mandamentos e dispor de tempo para honrá-lo em culto."

O criacionista precursor da invenção do computador

Cem anos atrás, antes de os computadores estarem disponíveis, Charles Babbage tinha previsto essa máquina. A máquina analítica foi concebida no papel pelo matemático e engenheiro Babbage. Previa-se que seria construída a partir de bronze e ferro. A máquina teria memória expansível, CPU, microcódigo, uma impressora, um plotter e funcionaria com cartões perfurados. Era do tamanho de um caminhão pequeno movido a vapor. O aparelho de Babbage é considerado o primeiro projeto para um computador de propósito geral que poderia ser reprogramado para realizar diferentes tarefas. Ninguém ainda construiu um motor analítico inteiro, embora várias pessoas, incluindo o filho de Babbage, tenham criado elementos da máquina. Por isso, está sendo promovida uma campanha no Reino Unido para levantar fundos para se construir a máquina histórica.


(Fonte: BBC)

FONTE: criacionismo

Nasa anuncia forma de vida extraterrestre terrestre

Em coletiva de imprensa realizada [ontem], a Nasa anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”. “É extremamente importante porque essa foi a primeira vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo. O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nessa bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.

Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente [sic], separada de todo o resto que conhecemos.

“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo. [...]

(Info Exame)

Nota: Dias antes, a Nasa já havia anunciado que faria uma declaração impressionante sobre vida extraterrestre, o que causou sensação em todo o mundo. A descoberta é interessante, sem dúvida, mas de extraterrestre nada tem. Na verdade, revela o quanto ainda desconhecemos sobre a vida em nosso próprio planeta. O que me chamou a atenção mesmo foi a maneira como a revista Veja colocou a coisa: “A descoberta de uma bactéria que se comporta como um organismo extraterrestre[!], anunciada nesta quinta-feira pela Nasa, pode ser a conquista mais importante da astrobiologia neste século, de acordo com o astrônomo Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). ‘Isso abre portas para a existência de formas de vida em outros planetas que não utilizem os seis elementos básicos da vida na Terra’, afirma. Todas as formas de vida em nosso planeta são baseadas em seis elementos químicos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Mas a bactéria descoberta por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Astrobiologia da Nasa é capaz de dispensar o fósforo e substituí-lo por arsênio.” Se nunca foi encontrado um organismo extraterrestre, como Veja pode afirmar que essa bactéria se comporta como extraterrestre? Sei não, mas acho que além de um argumento do tipo non sequitur (encontramos um organismo na Terra que se comporta de maneira diferente dos outros, portanto, pode existir vida extraterrestre), esse é outro caso em que a empolgação atropelou o bom senso. Aguardemos novas pesquisas.[Michelson Borges]

FONTE: criacionismo

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Jô Soares entrevista Rodrigo Pereira da Silva

O professor e arqueólogo Rodrigo Silva, apresentador do Programa Evidências da TV Novo Tempo, participou de uma entrevista de 3 blocos no Programa do Jô Soares nesta semana, no dia 29/11/2010. Foi um papo muito informal sobre as curiosidades do período que Jesus esteve na Terra.
Em um momento da entrevista professor Rodrigo diz que consegue provar a ressurreição de Cristo, Jô fica meio desconfiado, chega a duvidar, diz que é apenas uma evidência, mas o professor consegue provar…confira!

Parte 01



Parte 02



Parte 03

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