quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Alguns fatos sobre a evolução

A evolução é uma teoria amplamente conhecida, e mesmo aqueles que nunca estudaram ciência têm alguma ideia sobre ela. Tanto assim, que é comum palestrantes que falam sobre a Bíblia e a Ciência e encontrar pessoas do meio comercial, ou com conhecimentos de história, interessadas em saber as questões relacionadas com a evolução e a fé cristã. Neste artigo, alguns dos fatos e verdades mais importantes sobre a teoria da evolução são apresentados para benefício tanto do especialista quanto do estudante geral desses assuntos.

Em primeiro lugar, ao contrário do que muitos acreditam, a teoria da evolução é apenas uma hipótese da ciência. Não é um fato comprovado da ciência. Sendo uma hipótese, significa que ela é uma proposta que tem de ser estabelecida pela ciência experimental e empírica. Normalmente, os manuais escolares e universitários sobre evolução dão a ideia errada de que ela é um fato ou uma lei da ciência, mas isso está longe da verdade. Assim como existem várias outras hipóteses em ciência, a evolução também é mera hipótese.

Segundo ponto. Diz-se que a evolução é resultado do acaso cego. Mas o estudo dos processos de acaso mostra que este só irá destruir a ordem, e não evoluí-la. Quando a matéria é deixada a si mesma neste universo, como os evolucionistas supõem que tenha sido o caso, a ordem sempre tende à desordem e sistemas complexos sempre se desintegram em confusão desordenada. A informação sempre acaba sendo destruída, o que significa que não há nenhuma maneira de que a informação presente nos genes pudesse vir à existência por acaso.

Terceiro. Mais de um século e meio de pesquisas renderam milhões de fósseis, mas nem mesmo um único deles apoia a teoria da evolução. De acordo com a evolução, deve haver inúmeros fósseis que demonstram a evolução de uma espécie de animal ou planta em outra espécie, mas tais fósseis nunca foram encontrados. Todos os fósseis que foram reivindicados como formas intermediárias foram desacreditados pelos cientistas em estudos mais aprofundados.

Quarto. Ninguém jamais demonstrou que o homem evoluiu de criaturas simiescas. Mais de uma dezena de tipos de fósseis de “homens-macacos” foram expostos ao mundo pelos evolucionistas, mas, num pensamento posterior, seus próprios companheiros cientistas competentes rejeitaram esses achados. Os cientistas descobriram que alguns desses fósseis representam macacos, enquanto outros representam verdadeiros seres humanos, mas nenhum deles vem de um homem-macaco. Curiosamente, nenhum dos fósseis apresentados vem de um homem-macaco.

Quinto. A Terra não tem, necessariamente, milhões ou bilhões de anos, contrariamente às suposições dos evolucionistas. Eles tentam retratar a Terra como muito antiga, mas esse é um resultado de sua teoria, que exige uma idade muito longa para a Terra. Naquilo que diz respeito às experiências, elas fornecem ampla gama de resultados. De acordo com alguns métodos de determinação da idade da Terra, nosso planeta tem apenas alguns milhares de anos. Outros testes dão uma idade de 10.000 ou 20.000 anos e alguns apontam milhões ou bilhões de anos. Um cientista honesto e objetivo levará em consideração todas essas datas na sua discussão, mas os evolucionistas selecionam as longas eras apenas porque isso lhes é conveniente.

Sexto. Um bom número de darwinistas competentes abandonou sua crença no darwinismo: alguns deles são cientistas altamente respeitados, os quais publicaram as suas conclusões em livros e artigos científicos. E o fizeram porque não conseguiram encontrar uma única prova científica a favor do darwinismo [macroevolução].

Sétimo. Alguns evolucionistas altamente competentes abandonaram todas as formas de evolução. Eles descobriram que qualquer que seja a forma de evolução, darwiniana ou outra, ela simplesmente não funciona. Cientificamente as evidências são nulas. Muitos deles tornaram isso conhecido da comunidade científica.

Oitavo. Há muitos cientistas agora que aceitam que a evidência científica favorece a criação. Essas pessoas não são cristãs, nem crentes na criação. No entanto, a partir de suas observações científicas são obrigadas a acreditar na criação.

Nono. Várias descobertas científicas têm demonstrado que a evolução não é possível. Em outras palavras, cada vez mais as descobertas científicas falam contra a possibilidade de evolução da vida por mero acaso. É por isso que cientistas famosos como Fred Hoyle e Chandra Wickramasinge abandonaram sua fé na teoria da evolução. Cientistas de renome mundial têm amplamente divulgado as razões pelas quais a vida na Terra não poderia ter evoluído por processos de acaso.

Décimo. Enquanto as descobertas da ciência vão contra as teorias da evolução, elas têm dado cada vez mais apoio à Bíblia. Existem numerosas evidências de apoio em favor da Bíblia - da física, química, lógica, ciência da informação, arqueologia, história e, claro, também da biologia.

Décimo primeiro. Nenhum fato conhecido da ciência contradiz a Bíblia, e a Bíblia não contradiz nenhum fato estabelecido pela ciência. Todo estudante sério de ciências deve considerar seriamente a Bíblia e suas afirmações.

(Dr. Johnson C. Philip é físico, com conhecimentos em física quântica nuclear. É também especializado em apologética cristã, arqueologia bíblica e em vários outros campos. Ler Pra Crer [o artigo original pode ser lido aqui]).

Fonte: Criacionismo

Comemoraremos o centenário da morte de Wallace?

Dentro de três anos, terá se passado um século desde a morte de Alfred Russel Wallace, o outro “pai” da teoria da evolução por seleção natural. Como é sabido, Darwin e Wallace coincidiram seus objetivos quando propuseram ao mesmo tempo uma teoria científica idêntica, sendo ambos aceitos nos círculos acadêmicos da época como co-autores de uma só proposta; seus trabalhos foram lidos simultaneamente perante a Sociedade Linneana de Londres, em 1º de julho de 1858. Todavia, o prestígio e a autoridade de cada um deles não foram histórica e cientificamente contrabalançados com a devida justiça ao longo dos anos. E a razão disso já é conhecida de sobra. Darwin concedeu à sua teoria um valor adicional: a certeza de que “tudo”, desde o surgimento imprevisível da vida até o aparecimento das características racionais humanas, seria explicado à luz da evolução por meio da acumulação gradual de novidades surgidas ao acaso. A seleção natural se transformaria, pois, para Darwin, num fator preponderante para explicar todas as manifestações relacionadas à vida no decorrer dos tempos.

Quanto a Wallace, não obstante compartilhasse com Darwin dos mesmos ideais de evolução por seleção natural, negou-se a acreditar que vida, mente e consciência humanas pudessem ser explicadas pela exclusiva ação da matéria. Wallace defendeu durante toda sua vida um entendimento espiritualista da realidade, algo que transcendesse a visão meramente materialista amparada pelo seu conterrâneo Darwin. A explicação de Wallace pode muito bem ser designada como “criacionismo racionalista”, ou seja, a ideia de que as manifestações relacionadas à vida não podem ser estritamente reduzidas ao mundo natural, às leis físico-químicas como as conhecemos.

Fonte: (Humor Darwinista)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Darwin nos vestibulares - VIII

Aos que vão prestar vestibular, seguem novas questões de Biologia, todas referentes a temas relacionados à Teoria da Evolução, tais como: especiação, Seleção Natural, mutações, transformismo, gradualismo, adaptacionismo e outros enigmas evolutivos: [Leia aqui]

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A complexidade da maquinaria celular da qual Darwin era totalmente ignorante

Building on decades of research and mountains of data, scientists and animators are now recreating in vivid and sometimes jaw-dropping detail the complex inner machinery of living cells.

"Partindo de décadas de pesquisas e montanhas de dados, os cientistas e animadores são recriar em detalhes vívidos e às vezes de cair o queixo a complexa maquinaria interior de células vivas".- tradutor google


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Watch video here/Assista ao vídeo aqui: The New York Times

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NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER Desafiando a nomenklatura científica

Fazendo ressalvas e considerando as limitações tecnológicas e até científicas do seu tempo, mas Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve, era completamente ignorante da complexidade da maquinaria celular: é muito, mas muito mais do que um simples aglomerado de gelatina, Charlie! É Design Inteligente!!!


Fui, nem sei por que, pensando: a cegueira de quem vê, e diz que não vê, e diz que é mera ilusão, é a pior das cegueiras!!!

Fonte: Desafiando a nomemklatura científica

Darwin nos vestibulares - V

Seguem novas questões de vestibulares relacionadas à Teoria da Evolução e seus temas congêneres, tais como: Seleção Natural, mutações, lamarckismo etc.

Atenção!

Não espere encontrar perguntas com críticas ou contestações a Charles Darwin. Em geral os vestibulares também rastejam pelos falsos tapetes de ciência da teoria neodarwinista. [Leia aqui]

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Escolas têm de repensar maneira de ensinar matemática

Alguns alunos, para justificar seu mau desempenho em alguma disciplina escolar, dizem que ela não serve para nada. Diante de tal argumentação, não tomam atitude alguma para mudar o rumo das coisas.

É comum isso acontecer com o português. Não conseguem enxergar a necessidade prática de diferenciar os vários tipos de orações encontradas num texto, por exemplo (oração subordinada substantiva subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta...). Com as outras matérias isso também ocorre, como se aquilo que aprendessem ficasse desvinculado da vida.

Isso se deve, muito provavelmente, à maneira como as escolas têm trabalhado as diversas áreas do conhecimento. Elas têm se prendido a regras preestabelecidas, sendo que a função dos professores tem sido de apresentá-las aos alunos, que, por sua vez, as reproduzem e as memorizam, sem espaço para a real compreensão das coisas e do significado delas em suas vidas. Isso, com certeza, não será percebido pelo aluno se apenas lhe for dito.

A matemática é vítima dessa incompreensão, embora seja muito útil em nossas vidas. Não só pelo óbvio de se fazer uma compra, saber o valor do produto, efetuar o pagamento e conferir o troco. O que já não é pouco. Ela está inserida em muitas coisas da vida, em nossas ações diárias, não se limita às quatro operações.

Por exemplo, ao atravessarmos uma rua, observamos a velocidade do carro e a distância a ser percorrida, para então fazermos o percurso, apertando o passo ou não, para que a travessia se dê com segurança, ou mesmo se devemos esperar o veículo passar.

Não usamos números, apenas a lógica da ação (embora essa ação possa ser escrita e calculada usando números e regras matemáticas), estabelecendo a relação entre os objetos, num pensamento abstrato, sem a necessidade de fazermos experiências concretas para decidir a melhor estratégia a ser usada (caso fizéssemos isso, provavelmente morreríamos atropelados antes de chegarmos a uma conclusão segura).

Apesar do esforço para mudar, algumas escolas ainda guardam muitos ranços quando trabalham com a matemática, acabam reduzindo-na a um sistema de signos e à manipulação dos mesmos. Para os pequenos, isso é muito difícil e sem sentido, o pensamento deles é concreto. Que o digam aqueles que ainda são obrigados a decorar (isso mesmo, decorar!) a tabuada.

Ela nada mais é que uma tabela usada para a multiplicação. Se por um lado ela pode contribuir para agilizar a solução de algumas contas mentalmente, principalmente quando envolve as operações multiplicação e divisão, ela não deve constituir um fim em si mesmo e nem ser cobrada em provas.

A tabuada é apenas um instrumento para agilizar o pensamento, que deverá preceder a compreensão, por exemplo, de quanto um determinado número cabe em outro (cabem dois cinquentas no número cem). Além de entender sua versão mais extensa, que é a soma (três vezes dez é o mesmo que dizer dez mais dez mais dez), que a princípio é mais fácil para um aluno usar.

Memorizar alguns resultados virá do uso que a pessoa fizer dele. De tanto multiplicar o nove pelo oito (= 72), o aluno memorizará. Se for bom de memória. Caso contrário, ele terá um trabalhinho maior para resolver uma questão matemática.

A matemática tem que ser repensada na prática das escolas. O pensamento matemático nada mais é que o pensamento lógico, como bem lembra Piaget. O que importa é que ele seja desenvolvido nos alunos, não se restringindo sua prática a mera reprodução de fórmulas e contas, que rapidamente são esquecidas pelos alunos.

A escola tem que ir de encontro às necessidades dos alunos e não o contrário. Quem sabe assim, o fracasso escolar venha a diminuir.

(Opinião de Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)

Fonte: G1

Nota: A disciplina de matemática sempre foi um desafio para os educadores brasileiros que sempre tiveram dificuldade de contextualizar seus assuntos. Nos cursos do ensino médio e superiores é mais claro percebermos este problema. No meu curso (licenciatura em química), por exemplo, é de se admirar ver professores de matemática com titulações de mestres e doutores comenterem erros pedagógicos grotescos. Pergunto: Por que há tanta dificuldade destes professores de ensinar um conteúdo voltado ao cotidiano do alunado? O que está faltando na construção de formação destes docentes? Por que eles insistem em manter esta tradição pedagógica no ensino de matemática? Será que está faltando tempo para preparar as suas aulas? São reflexões estas que precisam ser feitas e revistos. [FN]

domingo, 14 de novembro de 2010

Darwin nos vestibulares - IV

A concorrência por uma vaga nas boas universidades públicas aqui no Brasil é simplesmente cruel. Este ano, por exemplo, na USP, o curso mais concorrido será o de Medicina, com o total de 49,25 canditado por vaga.

Lamentavelmente o pobre, que sempre estudou em escolas públicas e que precisou trabalhar para ajudar nas despesas de casa, dificilmente terá algum êxito nos cursos mais concorridos.
No fim, quem tem dinheiro é que logrará sucesso e ocupará as vagas mais cobiçadas destas universidades.


Seja como for, embora a forma de ingresso nas universidades públicas do Brasil ainda seja extremamente injusta, o vestibular continua sendo uma forma democrática de seleção.


E por falar em seleção, vão a seguir mais algumas questões relaciondas à matéria de Biologia, especialmente aquelas que tratam de assuntos ligados à pessoa de Charles Darwin, à Teoria da Evolução, à Seleção Natural e outros temas paralelos. Ei-las aqui:

sábado, 13 de novembro de 2010

Vegetarianismo: 20 respostas certas.

Quais são os benefícios da alimentação vegetariana (vegana)? A dieta vegetariana pura ou restrita a alimentos de origem vegetal é a melhor forma de suprir as exigências de um corpo saudável. Para funcionar adequadamente, o corpo necessita de vários elementos mas o oxigênio, a água e o açúcar são essenciais para sua sobrevivência. Portanto, a dieta vegetariana pura é a fonte dos carboidratos de origem exclusivamente vegetal que fornecem este açúcar: a glicose.

Ricos em água, vitaminas e sais minerais, estes vegetais associados ao elevado consumo de oxigênio de uma atividade aeróbica, são a receita para uma vida saudável. [Leia as 20 respostas aqui.]

Darwin nos vestibulares - III

Quem realmente está disposto a entrar numa boa universidade aqui no Brasil, necessariamente terá que passar pelo martírio do vestibular. Na Universidade de São Paulo (onde tive o prazer de estudar), todo ano mais de 100 mil alunos batalham por cerca de 10 mil vagas. Em alguns dos cursos a concorrência chega a ser até "darwiniana". Os "mais aptos", ou seja, aqueles que desde a infância só estudaram e que sempre freqüentaram escolas particulares, certamente estarão em vantagem nesta eterna "luta pela sobrevivência" no mercado.

As questões a seguir, todas relacionadas à Teoria da Evolução, são alguns exemplos daquilo que costuma aparecer nas provas de Biologia sobre o assunto. Portanto, se voce vai prestar vestibular, lembre-se de que "Darwin cai na prova". Veja aqui

Darwin nos vestibulares - II

Estamos em plena época de Vestibular. Aqui no Brasil, quem pretende estudar numa boa universidade, necessariamente tem de passar por este inevitável “purgatório”. Especificamente na matéria de Biologia, um assunto muito encontradiço diz respeito à Teoria da Evolução e a seu principal ícone, Charles Darwin. As questões a seguir, todas extraídas dos muitos vestibulares espalhados pelo país, servem como mostra de que o darwinismo ainda ostenta um elevado prestígio nas grandes universidades. Vejamos... aqui.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Bióloga transexual ataca tese de Darwin

Em sua primeira visita ao Brasil, a bióloga americana Joan Roughgarden, 64, professora da Universidade Stanford e referência em estudos sobre homossexualidade no mundo animal, atacou a teoria de seleção sexual de Charles Darwin. Para a cientista, que em 1998 fez uma cirurgia de mudança de sexo e deixou de se chamar Jonathan para virar Joan, Darwin estava “profundamente equivocado” ao descrever padrões rígidos de distinção entre os sexos. O conceito de seleção sexual é um dos componentes da teoria da evolução. Darwin diz que as fêmeas, por gastarem mais tempo e energia com a criação da prole, tendem a ser mais recatadas, escolhendo os parceiros rigidamente, muitas vezes com base em características físicas exageradas - as caudas dos pavões ou os chifres dos veados, por exemplo. Tais traços serviriam, para as fêmeas, como indicador de qualidade genética, enquanto os machos tenderiam a ser mais promíscuos.

Roughgarden se opõe a isso e afirma que não há um padrão rígido de comportamento para machos e fêmeas. Haveria, na realidade, várias gradações entre o feminino e o masculino. Ela cita várias pesquisas indicando que, na natureza, nem mesmo a relação entre macho e fêmea pode ser considerada padrão. “Há mais de 300 espécies de vertebrados com registro de homossexualidade. Um terço dos peixes de recifes de coral pode trocar de sexo durante a vida. A seleção sexual não explica isso”, diz.

No lugar do conceito de Darwin, Roughgarden propõe a teoria de “seleção social”. Além de compreender as várias gradações entre os gêneros, a teoria afirma que, na natureza, é comum haver sexo sem fins reprodutivos. Como exemplo, ela cita os bonobos, primatas africanos que usam sexo como forma de integração e interação social, além de outros bichos.

Lançado há um ano, seu último livro, The Genial Gene, aprofunda as críticas. Um dos principais alvos é o zoólogo Richard Dawkins, ex-professor da Universidade de Oxford e defensor da visão darwinista clássica. Para a bióloga, Dawkins e outros dão peso excessivo à competição no processo evolutivo. Ela acusa as universidades britânicas de ignorar qualquer indício de erros na teoria da seleção sexual.

“Charles Darwin é um herói nacional. Por isso, admitir que existe uma falha no seu raciocínio tem um significado enorme. É como se estivessem desmoralizando a nação”, afirmou.

(Folha de S. Paulo, 11/11/2010)

Nota: Charles Darwin é mais que um herói nacional britânico; para muito darwinistas, ele é o maior cientista de todos os tempos – e ouse criticá-lo em público pra ver só! Imagino que as conclusões de Roughgarden se devam também à sua subjetividade comportamental/sexual. Isso é mais uma evidência de que cientistas não são máquinas objetivas. A posição da cientista também ajuda a evidenciar o fato de que o darwinismo não é unanimidade científica e que as críticas a essa hipótese não são levantadas apenas por criacionistas. Ainda segundo a matéria da Folha, além da homossexualidade, a relação da religião com a biologia também é um dos objetos de estudo de Roughgarden. Em 2006, a pesquisadora lançou um livro em que defende a compatibilidade entre a teoria da evolução e a fé cristã. Essa suposta compatibilidade entre darwinismo e religião é o “canto da sereia pragmático para engabelar os de subjetividades religiosas”, na definição do coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente, Enézio E. de Almeida Filho. Conforme lembra Enézio, St. George Jackson Mivart (personagem de sua dissertação de mestrado em História da Ciência), um dos maiores críticos científicos do papel da seleção natural na origem das espécies, foi expulso do círculo íntimo de Darwin e da comunidade científica (Thomas Huxley e Joseph Hooker fizeram de tudo para que Mivart não fosse aceito nas organizações científicas) impedindo, assim, seu avanço acadêmico justamente por, como evolucionista, promover a compatibilidade da evolução com a religião.[Michelson Borges]

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Abelhas fazem cálculos complexos

Abelhas podem solucionar problemas matemáticos complexos, superando até a capacidade de computadores para cálculos. Esse é o cerne de um estudo desenvolvido por cientistas do departamento de ciências biológicas, a Royal Holloway, da Universidade de Londres, no Reino Unido. Os insetos aprendem a pegar a rota mais curta para chegar até as flores que costumam ser encontradas aleatoriamente pelo caminho. Ou seja, a que economiza tempo e poupa gasto de energia, um dos princípios da questão matemática conhecida como “problema do caixeiro-viajante” (“traveling salesman problem”, em inglês). “Apesar de seu pequeno cérebro, elas são capazes de façanhas extraordinárias”, comenta Nigel Raine, que participou da pesquisa.

A conclusão foi possível com a ajuda de um computador que controlou flores artificiais para identificar o comportamento das abelhas. A ideia era mostrar se os insetos seguiam uma rota comum conforme encontravam as flores ou se procuraram instintivamente a mais curta. Depois de explorar a região florida, elas rapidamente tendem a voar pela rota mais curta.

(Folha.com)

Leia também: “Bees’ tiny brains beat computers, study finds” e “Abelhas resolvem dilema da computação” (esta matéria traz o seguinte subtítulo: “Com um cérebro do tamanho de uma cabeça de alfinete, as abelhas resolvem rapidamente um problema matemático que deixa os supercomputadores ocupados por dias”)

Nota: Se você encontrasse um nanocomputador capaz de realizar cálculos complexos em poucos instantes, concluiria que ele poderia ser fruto de mutações aleatórias não direcionais selecionadas naturalmente? Trocando em miúdos simplificados: Você acreditaria que esse superminicomputador poderia ser fruto do acaso cego? Pois é, nem eu...[Michelson Borges]

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Darwin nos vestibulares

Aos que pretendem ingressar numa boa universidade aqui no Brasil, o vestibular continua sendo o inevitável purgatório. Especificamente na matéria de Biologia, temas relacionadas ao naturalista Charles Darwin e à Teoria da Evolução são deveras corriqueiros nos melhores exames do país. A par disto e para melhorar o desempenho dos vestibulandos, publico a seguir uma série de questões, todas abordando a temática da evolução.

Mas, cuidado!
Se você é um crítico da teoria evolucionista ou contesta o autor de “A Origem das Espécies”, nunca tente colocar em dúvida seus intocáveis pilares. Do contrário, além de perder pontos na matéria, correrá ainda o risco de ser rotulado de “fundamentalista”. Sim, afinal, Darwin e a Teoria da Evolução fazem parte do “cânone sagrado” da Biologia, e por isso nunca podem ser contrariados. Mas, vamos aos vestibulares, clicando aqui:

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