domingo, 31 de outubro de 2010

Jogos para estudar química


Saiba mais sobre este jogo clicando aqui.

"A bíblia é mais sábia que a ciência"

Desafiamos você que é ateu, ou mesmo que não crê nas narrativas bíblicas a ler este artigo até o fim. Não basta ler somente as primeiras linhas para deduzir uma conclusão. Leia por completo. Quando estou formulando artigos que defendem minha fé e a Bíblia, disponho de várias horas estudando teorias científicas e visões contrárias, a fim de entender aquilo que vou combater. Mas na minha caminhada tenho encontrado muitas pessoas que combatem a fé cristã duramente, porem nem sabem do que estão falando. Nunca leram! Nunca estudaram! Tais pessoas nem sequer merecem atenção.

Mas se você deseja conhecer as maravilhas de Deus. Ou mesmo conhecer sobre Ele. Despoje-se de todo o seu censo critico! Por favor não me entenda mau. Toda ciência é valiosa! Todo o conhecimento benéfico é precioso! Mas hoje encontrei um conhecimento em muito superior...

Por: Pastor Monteiro Junior.

AQUELE LIVRO ATORDOANTEMENTE MARAVILHOSO

O então presidente dos EUA Ronald Reagan chamou a atenção para aquele Livro maravilhoso, dizendo: “Na verdade, é um fato indisputável que todas as complexas e horrendas questões que nos confrontam, tanto no nosso lar como ao redor de todo o mundo, têm suas respostas naquele LIVRO SINGULAR”.

Napoleão disse a respeito daquele Livro maravilhoso “... ele não é um mero livro, mas é, sim, UMA CRIATURA VIVENTE, que conquista todos que lhe ficam face a face”.

A revista Newsweek (27.Dez.82), na sua capa, escreveu a respeito daquele Livro maravilhoso “Como um livro nos une, nos divide e até MESMO NOS DEFINE!”. AQUELE LIVRO ATORDOANTEMENTE MARAVILHOSO É A BÍBLIA!

E se você pensa que a Bíblia é como qualquer outro livro que jamais foi escrito – continue lendo. Quando terminar este texto... VOCÊ RECONHECERÁ QUE AQUELE LIVRO É ATORDOANTEMENTE MARAVILHOSO!

”Mas a Bíblia foi escrita milhares de anos atrás. E nós estamos no século 21! Temos visto o homem ir à lua. Temos visto a humanidade dar grandes passos na conquista dos mistérios mais escondidos do universo. A Bíblia foi escrita milhares de anos atrás por homens com um conhecimento muito mais limitado que o nosso. Com seus limitados conhecimentos, como poderiam eles ter sabido de certas coisas?”[Leia a matéria completa aqui.]

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Projeto quer o fim da propaganda enganosa. Se a moda pega...

Projeto quer o fim da propaganda enganosa

25/10/2010


Se você já sentiu iludido por comprar um produto pela foto e na prática ganhar outro, saiba que isso pode mudar. Está em tramitação na Câmara o PL 7228/10, que pede a proibição do uso de fotos ou imagens "meramente ilustrativas" em propagandas veiculadas nos jornais, revistas, panfletos, TV, embalagens, sites entre outros.
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Leia mais aqui: Adnews

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NOTA DO BLOGGER: desafiando a nomeclatura científica

Sugiro à Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados que acolha projeto no sentido de também coibir nos livros didáticos aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM a propaganda enganosa na abordagem da evolução onde é vendido um produto e o que se recebe é outro: a teoria da evolução é apresentada aos alunos, a priori, como verdade científica assim como a lei da gravidade, mas os alunos não ficam sabendo que o fato, Fato, FATO da evolução nunca é corroborado no contexto de justificação teórica.


Traduzindo em graúdos: estão vendendo gato por lebre. Isso não é propaganda enganosa???

FONTE: Desafiando a Nomeclatura Científica

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos


A guarda do domingo, natureza específica do domingo na Europa e na União Europeia, e a defesa do domingo em relação à defesa dos direitos humanos na Ásia, África e nos outros lugares onde há perseguição dos cristãos, foram os principais temas de uma coletiva de imprensa realizada no último dia 13 de outubro, na sede do Parlamento Europeu de Bruxelas. “Durante vários anos, não houve nenhum rastro do caráter específico do domingo nos documentos da União Europeia”, constatou o secretário da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), Piotr Mazurkiewicz. “Nestes meses, está sendo trabalhado um projeto de diretiva sobre a restauração do registro de 1983 sobre um caráter especial do dia da festa para os cristãos”, informou. “Uma pessoa precisa pelo menos de um dia de descanso na semana para se recuperar, por exigências espirituais e para ter tempo para estar com a família”, explicou Mazurkiewicz. Por esses motivos, “é muito importante guardar e proteger o domingo, como dia livre, como estão pedindo associações culturais, movimentos religiosos e sindicatos”, continuou. [Faltou mencionar os ambientalistas ECOmênicos.]

“Esta iniciativa dos cidadãos da União Europeia é um instrumento importante para o futuro e tem a natureza da mobilização - acrescentou o secretário da COMECE. Para a realização desaa iniciativa, é necessário recolher um milhão de assinaturas em nove países da União Europeia.”

Por sua parte, o bispo de Tarnów, Dom Wiktor Skworc, explicou que “não é possível imaginar a Europa de hoje sem o domingo como um dia para a família”, e que “a humanidade deve ter a possibilidade de satisfazer suas necessidades religiosas”.

(Zenit, via Diário da Profecia)

Nota: Imagine quando essa mobilização ganhar corpo, cruzar o Atlântico e contagiar também as Américas (especialmente a do Norte, onde a profecia será consumada)... Aqueles que se opuserem ao “dia da família” ou “dia para salvar Gaia”, serão vistos como contrários à paz mundial, exclusivistas e coisa pior. Minorias incômodas acabarão sendo vistas como empecilho e o mundo terá que lidar com elas de maneira mais firme, se quiser manter a coesão da maioria para o bem de todos (coletivismo). Essa história já está descrita (clique aqui). O verdadeiro dia da família, dia do Senhor e memorial da criação é o sábado, não o domingo.[Michelson Borges]

“Não frequento [a IASD] há muito tempo”

Luana Piovani afirmou ao Jornal da Tarde desta segunda-feira (18) que aceitaria posar nua caso recebesse um bom cachê. “Eu aceitaria, claro. Inclusive já falei isso para a Playboy. Se eles tivessem fazendo poupança desde o primeiro dia que me convidaram e me oferecessem uma grana boa, já teria posado”, afirmou. A atriz preferiu não citar valores do cachê que gostaria de receber. “Eu não sei [um valor]. Mas teria de ser muito mais do que já me ofereceram”, disse. Ela também falou sobre Dado Dolabella, com quem namorou até outubro de 2008 e rompeu após sofrer uma agressão física e processá-lo. Luana disse que o assunto é “coisa do passado”. “O episódio com Dado Dolabella ficou pra trás. Só que, toda hora, as pessoas tocam no assunto [da agressão]. E eu não tenho vergonha de falar.” Luana também falou sobre sua religiosidade. “Minha avó era evangélica, minha mãe é evangélica e eu sou evangélica. Somos da Igreja Adventista. Não frequento há muito tempo porque tenho uma vida corrida.”

(Quem)

Nota: “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36). Quando a fama acaba e o dinheiro se mostra incapaz de satisfazer as necessidades da alma, o que fazer? Para onde correr? Espero e oro para que Luana tenha tempo de correr para Aquele – o único – que pode lhe trazer paz e esperança. Como ela, há muitos por aí cuja “vida corrida” impede de se voltar para Deus e Sua igreja. Estão trocando ouro por bijuteria. Para esses corredores fujões, Deus diz: “Aquietai e sabei que Eu sou Deus” (Salmo 46:10).[Michelson Borges]

terça-feira, 19 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

Novidade no Ar

Apartir deste domingo dia, 17 de outubro de 2010, não deixam de ouvir o programa 96 gospel da rádio Guanambi Fm (frequência modulada 96,3 Fm ou pela internet, www.guanambifm.com.br) com o apresentador Firmo Neto. Teremos novidades na programação.

Estilo de vida do homem “criou” o câncer, diz pesquisa

Um estudo conduzido por cientistas das universidades de Manchester, no Reino Unido, e Villanova, nos Estados Unidos, indica que o câncer foi “criado” pelo estilo de vida moderna – no qual entram fatores como poluição e dieta – do ser humano.

Os pesquisadores investigaram registros literários do Egito e Grécia antigos, além de exames em múmias egípcias. Eles descobriram que investigações em centenas de múmias indicaram que apenas duas tinham resquícios de tumores e os registros escritos praticamente não indicavam casos da doença.

De acordo com os autores do estudo, os casos da doença dispararam a partir da Revolução Industrial, principalmente em crianças – o que indica que o aumento não é simplesmente devido ao fato de as pessoas viverem mais do que na Antiguidade.

“Em sociedades industrializadas, o câncer é a segunda causa de mortes, atrás apenas de doenças cardiovasculares. Mas em tempos antigos, era extremamente raro. Não há nada no ambiente natural que cause câncer. Então, deve ser uma doença criada pelo homem, devido à poluição e mudanças na nossa dieta e estilo de vida”, diz a professora Rosalie David, em comunicado da universidade britânica.

O professor Michael Zimmerman, da Universidade Villanova, que fez o diagnóstico em uma múmia de um homem “comum” que morreu entre 200 e 400 d.C., diz que, devido à falta de intervenções cirúrgicas naquela época, as evidências de câncer deveriam permanecer nas múmias. Segundo o professor, a raridade de casos descobertos indica também a raridade da doença na época.

Os pesquisadores investigaram ainda registros de câncer em fósseis animais e descobriram que são escassos, sendo alguns de tipos hoje desconhecidos da doença.

Já foi sugerido em outros estudos que os raros casos de tumores na Antiguidade eram resultado do curto período de vida dos indivíduos. Contudo, segundo a pesquisa britânica, os gregos e egípcios viviam tempo suficiente para desenvolver doenças como aterosclerose e osteoporose.

Outra explicação

Os cientistas, por outro lado, também procuraram outra possibilidade para o menor número de casos em múmias: a falta de conservação. Contudo, estudos experimentais de Zimmerman indicam que os tumores seriam beneficiados pela mumificação que outros órgãos, ou seja, ficariam mais preservados que outros tecidos.

Os pesquisadores afirmam ainda tentar entender o que causou os casos de câncer nas duas múmias, o que poderia ser explicado, com a fumaça do fogo usado para aquecer os lares, ou os incensos dos templos.

O estudo foi publicado na revista especializada Nature.

Fonte: Redação Terra

José Sarney revela profunda ignorância sobre a evolução

José Sarney escreve todas as sextas-feiras na Folha de São Paulo na coluna Opinião. Na coluna de 15/10/2010 intitulada Guerra religiosa [requer assinatura da FSP ou do UOL], Sarney, uma das maiores raposas políticas tupiniquins (e na FSP???) deu pitaco em várias nuances da disputa presidencial.

Gente, o pitaco de Sarney é universal. Não vou entrar nos detalhes de suas críticas, mas vou destacar tão-somente uma que ele enveredou e mostrou profunda ignorância: a controvérsia criação vs evolução.

Sarney escreveu:

"Os neoconservadores defendem ideias primitivas, como o Criacionismo, tese que rejeita a evolução das espécies e considera Darwin um demônio."

Sarney sabe de muitas coisas (gente, e como sabe!!!), mas não sabe cientificamente o que é evolução química e biológica. E tampouco sabe que a questão hoje em dia não é se as especulações transformistas de Darwin contrariam "ideias primitivas, como o Criacionismo", mas se elas são corroboradas pelas evidências em um contexto de justificação teórica.

Será que o Sarney sabe o que é contexto de justificação teórica? Duvido.

Além de ser profundamente ignorante em ciência evolutiva, Sarney não prima muito pela lógica sobre o que diz sua fé cristã a respeito do aborto:

"Sobre este, a legislação já protege a vida desde a concepção, vida que nós cristãos consideramos a maior graça de Deus."

Ora, os cristãos [seja lá o que isso signifique, pois Sarney se diz um deles] crêem na "ideia primitiva" de que Deus criou o ser humano. Ora, o cristão José Sarney diz que considera isto "a maior graça de Deus". Ué, mas Sarney, o cristão, não disse acima ser essa ideia uma "ideia primitiva"?

Que falta de Lógica 101, hein Sarney???

Perguntas para José Sarney responder sobre evolução:

1. A evolução biológica significa que as espécies mudaram ao longo do tempo?

2. A evolução biológica significa ancestralidade comum universal?

3. A evolução biológica significa que os erros genéticos aleatórios filtrados pela seleção natural ao longo das eras explicam toda a biologia?

4. A evolução biológica explica a origem da funcionalidade da informação especificada codificada no código digital de quatro letras na molécula de DNA, bem como a maquinaria de processamento de informação que traduz, detecta o erro e corrige, y otras cositas mais?

José Sarney, aprenda, a questão hoje em dia sobre a evolução não é sobre uma ideia primitiva de Criacionismo que você nega e afirma em sua coluna, mas uma questão estritamente científica e de razões seculares: contexto de justificação teórica.

Sarney, seu artigo revelou profunda ignorância e falta de lógica no raciocínio sobre esta questão.

Sinto muito, mas você deveria saber mais sobre evolução e pouco, ou nada, sabe.

FONTE: Desafiando a Nomeclatura científica

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Candidatos camaleônicos buscam a Deus como “aliado”

Deu na revista Época desta semana: “A religião não é um tema estranho às campanhas políticas no Brasil. A cada par de eleições, o assunto emerge da vida privada e chega aos debates eleitorais em favor de um ou outro candidato, contra ou a favor de determinado partido. Em 1985, o então senador Fernando Henrique Cardoso perdeu uma eleição para prefeito de São Paulo depois de um debate na televisão em que não respondeu com clareza quando lhe perguntaram se acreditava em Deus. Seu adversário, Jânio Quadros, reverteu a seu favor uma eleição que parecia perdida. Quatro anos depois, na campanha presidencial que opôs Fernando Collor de Mello a Lula no segundo turno, a ligação do PT com a Igreja Católica, somada a seu discurso de cores socialistas, fez com que as lideranças evangélicas passassem a recomendar o voto em Collor – que, como todos sabem, acabou vencendo a eleição. Esses dois episódios bastariam para deixar escaldado qualquer candidato a um cargo majoritário no país. Diante de questões como a fé em Deus, a posição diante da legalização do aborto ou a eutanásia, ou o casamento gay, o candidato precisa se preparar não apenas para dizer o que pensa e o que fará em relação ao assunto se eleito – mas também para o efeito que suas palavras podem ter diante dos eleitores religiosos. Menosprezar esse efeito foi um dos erros cometidos pela campanha da candidata Dilma Rousseff, do PT. Nos últimos dias antes da eleição, grupos de católicos e evangélicos se mobilizaram contra sua candidatura por causa de várias declarações dela em defesa da legalização do aborto. Numa sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo, em 2007, Dilma dissera: ‘Olha, eu acho que tem de haver a descriminalização do aborto.’ Em 2009, questionada sobre o tema em entrevista à revista Marie Claire, ela afirmou: ‘Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública.’ Finalmente, em sua primeira entrevista como candidata, concedida a Época em fevereiro passado, Dilma disse: ‘Sou a favor de que haja uma política que trate o aborto como uma questão de saúde pública. As mulheres que não têm acesso a uma clínica particular e moram na periferia tomam uma porção de chá, usam aquelas agulhas de tricô, se submetem a uma violência inimaginável. Por isso, sou a favor de uma política de saúde pública para o aborto.’
“Tais declarações forneceram munição para uma campanha contra Dilma que começou nas igrejas, agigantou-se na internet e emergiu nos jornais e na televisão às vésperas do primeiro turno. Foi como se um imperceptível rio de opinião subterrâneo se movesse contra Dilma. Esse rio tirou milhões de votos dela e os lançou na praia de Marina Silva, a candidata evangélica do PV. Segundo pesquisas feitas pela campanha de Marina, aqueles que desistiram de votar em Dilma na reta final do primeiro turno – sobretudo evangélicos – equivaleriam a 1% dos votos válidos. Embora pequeno, foi um porcentual que ajudou a empurrar a eleição para o segundo turno, entre Dilma e o candidato José Serra, do PSDB. Mais que isso, a discussão sobre a fé e o aborto se tornou um dos temas centrais na campanha eleitoral.

“A polêmica religiosa deu à oposição a oportunidade de tomar a iniciativa na campanha política, pôs Dilma e o PT na defensiva e redefiniu o segundo turno. Na sexta-feira, quando foram ao ar as primeiras peças de propaganda eleitoral gratuita, o uso da carta religiosa ficou claro. Dilma agradeceu a Deus, se declarou ‘a favor da vida’ e disse que é vítima de uma ‘campanha de calúnias’, como ocorreu com Lula no passado. O programa mencionou a existência de ‘uma corrente do mal na internet’ contra ela. Serra se apresentou como temente a Deus, defensor da vida e inimigo do aborto (apesar de seu partido, o PSDB, ter apresentado nos anos 90 um projeto de legalização do aborto no Senado). Pôs seis grávidas em cena e prometeu programas federais para ‘cuidar dos bebês mesmo antes que eles nasçam’.

Campanha de uma só nota (Nanihumor.com)


“Agora, atônito, o mundo político discute que tipo de efeito a discussão sobre valores religiosos terá sobre a votação de 31 de outubro. E como ela afetará o Brasil no futuro. Tradicionalmente, o cenário político brasileiro tem sido dominado por temas de fundo econômico – como inflação, desemprego, previdência e salário mínimo – ou social – como pobreza, segurança, educação e saúde. Mas a elevação do padrão de vida dos pobres e a superação das necessidades elementares de sobrevivência podem ter começado a abrir espaço para aquilo que, em democracias mais maduras, é conhecido como ‘agenda de valores’. Ela reúne temas como fé, aborto, eutanásia, ensino religioso, casamento entre homossexuais ou pesquisas com manipulação genética. ‘Ninguém mais vai se eleger para um cargo executivo facilmente com um programa que prevê a legalização do aborto’, afirma Ary Oro, estudioso de religião e política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. ‘É impossível ignorar a força numérica, demográfica e eleitoral da religião.’”

Nota: Por mais que queiram limitar a discussão sobre o aborto à esfera religiosa, como bem demonstrou o jornalista Nilson Lage, o assunto vai além disso. Não é preciso ser religioso para ser contra a liberação da matança indiscriminada praticada por pessoas que só se preocupam em “gozar a vida” (para outras situações extremas, como risco de vida para a mãe e o bebê, a lei já dá conta do recado). Chama atenção, também, a postura camaleônica dos dois candidatos à presidência. Para agradar a ala evangélica que, segundo dizem, garantiu um segundo turno inesperado, de repente, Dilma e Serra passam a se referir mais amiúde a Deus e à fé. O candidato do PSDB, seguidor de mapa astral, agora é cristão devoto. Dilma idem. Como bem disse um amigo meu, se houvesse uma eleição por mês, em pouco tempo todos os candidatos se tornariam cristãos. Esse oportunismo que segue a onda da opinião pública é objetável. Preferiria votar num(a) candidato(a) que assumisse sua posição com firmeza e defendesse o que considera correto, a despeito das opiniões em contrário. Afinal, como escreveu Ellen White, “a maior necessidade do mundo é a de homens; homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, p. 57). [MB]

FONTE: criacionismo

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Vai ter com a abelha

O que podemos aprender com as abelhas? Elas praticam uma espécie de democracia de consenso semelhante ao que acontece em uma reunião municipal do estado de Nova Inglaterra (EUA), de acordo com Thomas D. Seeley, autor de Honeybee Democracy (A Democracia das Abelhas). Um grupo chega a uma decisão após considerar as opções e trabalhar em um processo de eliminação. As abelhas precisam tomar uma decisão de vida ou morte: onde deve ser estabelecida a nova colmeia. Escolher um local exposto demais, muito pequeno ou próximo demais ao chão pode ser fatal. Nem sempre os enxames tomam a decisão correta, mas o fazem na maioria das vezes, com 10 mil ou mais abelhas, seguindo os avisos e sinais de algumas centenas de líderes para se restabelecer em um novo local a cada primavera. No caminho, eles têm que ter certeza de que a rainha – mais gorda e mais lenta do que as demais abelhas e mais propensa a ter uma parada de descanso – não está perdida.

O Dr. Seeley, professor e diretor do departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade de Cornell, apresenta notável argumentação ao comparar a administração e organização das abelhas com a dos seres humanos, mas eu não podia deixar de suspeitar que ele tenha sido influenciado por seu editor. Atualmente, abelhas e formigas são consideradas por muitos um modelo de administração de escolhas, e livros como The Swarm Smart (A Dor do Formigueiro), de Peter Miller, editor-chefe da National Geographic, são bastante admirados no mundo dos negócios. Mas como o próprio Dr. Seeley reconhece, a democracia exige um consenso por parte do eleitorado. E quantas vezes temos isso na vida real? [Leia mais]


Fonte: Science

Nota do blog criacionismo: Sociedades complexas como a das abelhas não sobreviveriam sem os instintos de grupo que lhes são próprios. É o tipo de comportamento que deveria funcionar bem desde o início, caso contrário, não haveria abelhas hoje para “contar a história”. O livro bíblico de Provérbios recomenda: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio” (6:6). Vale a pena, também, ter com as abelhas para aprender regras sociais e descobrir que elas revelam muito design inteligente, pois são obra do Criador.[MB]

sábado, 2 de outubro de 2010

Pare de tentar impressionar os outros e economize

Muitas pessoas compram roupas não porque precisam substituir as que já têm, mas apenas para impressionar os outros. Muitas pessoas compram o último modelo de automóvel não porque necessitam substituir o atual, mas para impressionar os outros. Muitas pessoas compram – ou alugam – casas e apartamentos maiores não porque precisam de espaços maiores, mas tão somente para impressionar os outros.

Em todos esses casos, geralmente as pessoas se preocupam em impressionar pessoas que mal conhecem. Ou, pior, que simplesmente não conhecem. Com isso, perdem não só dinheiro, que poderia ser gasto em coisas mais úteis, como também tempo, que poderia ser gasto em atividades mais gratificantes. Isso sem falar em energia, que poderia ser aproveitada para fins mais nobres.

Então aqui está uma dica que poderá fazer você economizar muito dinheiro. Essa dica se resume a seis palavras, que, interligadas, formam a seguinte frase: pare de tentar impressionar os outros. Quando você compra apenas para chamar a atenção de pessoas desconhecidas, para impressionar seus colegas de trabalho ou para chamar a atenção de seus vizinhos de condomínio, você está comprando por motivações erradas.

Não há nada de errado com a compra em si. Afinal, as compras podem ter sido realizadas para te recompensar por algo que você tanto almejava, e sobre isso inclusive já lancei meu olhar no artigo “Você compra para compensar ou para recompensar?”. O problema está localizado na finalidade da compra.

Infelizmente, vivemos numa sociedade dominada pela aparência, onde as pessoas querem ser valorizadas por aquilo que têm e não por aquilo que são. Quanto mais têm, mais chamam a atenção e mais aparentam ser pessoas bem-sucedidas. Afinal, se têm alguma coisa, é porque a compraram com dinheiro.

O que você não percebeu ainda é que no mundo há tanta gente querendo também te impressionar que elas mal notarão seus esforços em tentar impressioná-las. Não seja mais uma pessoa a figurar de modo passivo nesse círculo vicioso de completa futilidade. Impressione as pessoas pelo que você é e não pelo que você possui.

Foque seus esforços, concentre seu tempo e desenvolva suas habilidades na construção e transmissão de valores intangíveis, que o dinheiro não pode comprar: relacionamentos, caráter, honestidade, paixão por fazer aquilo que gosta, solidariedade, bondade, amor, compaixão etc. O leque é virtualmente infinito e depende apenas de você - e não daquilo que você tem no bolso. Desenvolva comportamentos positivos e seja lembrado pelas atividades que você realiza, não pelas coisas que você adquire.

No mundo, há opiniões que importam e opiniões que não importam. Você deve se concentrar no primeiro grupo, não no segundo. O problema é que as pessoas tentam impressionar os outros que se situam no segundo grupo. Raramente você vê um marido ou esposa que compra o carro apenas para impressionar o seu cônjuge.

Ele quer impressionar os vizinhos, colegas de trabalho, mas principalmente ele quer impressionar quem o vê no trânsito. Será que a opinião de todo mundo importa? É claro que não. Da mesma forma, a pessoa que compra roupas apenas para impressionar quem a vê andando na rua, estará gastando dinheiro à toa, pois a opinião das pessoas que estão na rua pouco importarão para ela.

Não centralize sua vida nas coisas que compra apenas para impressionar os outros, mas sim nos valores que podem influenciar positivamente a vida de todas as pessoas ao seu redor. Pense mais como um investidor, preencha sua vida com mais sentido e menos coisas. E, quando for preenchê-la com bens, que seja um preenchimento conectado aos seus valores, feito de um modo equilibrado e para fins proveitosos - e não apenas para tentar impressionar os outros. Porque, afinal, eles já estão ocupados demais tentando te impressionar. Agindo assim, a sua vida fica mais leve. E o seu bolso também.

É isso aí! Um grande abraço e que Deus os abençoe!

Autor desconhecido

Podemos crer na criação segundo a Bíblia?

Posso acreditar em Jesus e na Bíblia, mas sem acreditar em mitos ultrapassados como Adão e Eva, e Noé e o Dilúvio?

Hoje, existem três interpretações sobre a história de Gênesis. A primeira afirma que o autor de Gênesis pretendia que os leitores compreendessem as narrativas como literais e historicamente verdadeiras. Eles afirmam, no entanto, que a maior parte de Gênesis não aconteceu de fato. A segunda interpretação nega que o autor de Gênesis pretendia que as narrativas fossem compreendidas como literais ou históricas. Em vez disso, elas foram escritas para serem interpretadas de maneira simbólica, para transmitir apenas verdades morais e espirituais. A terceira interpretação afirma que o autor de Gênesis pretendia descrever eventos literais e históricos relacionados à Criação, ao Dilúvio, e assim por diante. Além disso, defendem a exatidão e veracidade da história. Portanto, pensam que a Criação ocorreu em seis dias de 24 horas e que houve um dilúvio global.

O Antigo Testamento e a história de Gênesis

Por várias razões, muitos estudiosos creem que o autor de Gênesis tinha a intenção de que seus relatos da Criação e do Dilúvio fossem entendidos de forma literal e histórica.

A sequência de tempo e espaço apresentada em Gênesis. Existe claramente uma unidade na grande narrativa de Gênesis que percorre todo o caminho desde o relato da Criação até o Êxodo. Essa história descreve os eventos passados dentro de uma estrutura narrativa. De fato, Gênesis 1-11 claramente serve como introdução para o restante de Gênesis e dos cinco primeiros livros da Bíblia.

A expressão “são estas as gerações de”. Vários estudiosos observam também a presença da palavra hebraica toledoth (“estas são as gerações de”) em Gênesis 1-11. Essa palavra, que tem o sentido de “registro histórico”, aparece antes de cada seção do livro de Gênesis, para iniciar o relato sobre a criação do mundo (Gn 2:4), os descendentes de Adão (5:1), Noé (6:9), os três filhos de Noé (10:1), Sem (11:10), Ismael (25:12), Isaque (25:19), Esaú (36:1) e Jacó (37:2).

Estilo literário: registro histórico. Não existe nenhuma mudança de estilo literário entre Gênesis e o restante do Pentateuco, nem entre o Pentateuco e os assim chamados “livros históricos” (Reis, Crônicas, etc.). “De fato, se estamos falando sobre a intenção original do autor bíblico, o estilo de Gênesis não dá margem para argumentar contra a conclusão óbvia de que o autor pretendia que o livro fosse considerado uma obra histórica que narra o que aconteceu no passado distante” (Raymond D. Dillard e Tremper Logman, An Introduction to the Old Testament [Grand Rapids, MI: Zondervan, 1994], p. 49).

Antigos relatos históricos fora da Bíblia. Os críticos da Bíblia frequentemente se esquecem de que as histórias antigas muitas vezes incluem histórias sobre deuses. Entretanto, recentemente tem sido observado que elementos nas histórias mesopotâmicas antigas, tais como a Lista de Reis Sumérios e a Epopeia de Gilgamesh mencionam os nomes de pessoas e locais confirmados pela arqueologia.

É interessante que algumas dessas pessoas que realmente existiram seriam consideradas lendárias segundo os padrões atuais – realizaram façanhas inacreditáveis e tiveram duração de vida incrivelmente longa. Por exemplo: a Lista de Reis Sumérios afirma que Enmebaragesi, rei de Kish, governou durante 900 anos! Mas os nomes de Gilgamesh e e Enmebaragesi, um de seus contemporâneos, foram encontrados em uma inscrição da época em que as lendas posteriores afirmam que eles viveram.

Vários elementos na história da torre de Babel foram registrados em documentos fora da Bíblia, sugerindo que a história não foi simplesmente inventada pelo escritor bíblico. Um texto sumério da terceira dinastia de Ur (Mesopotâmia) conta que, em uma época, os sumérios falavam apenas uma língua, mas o deus Enki confundiu a fala deles. Os sumérios possuíam torres especiais (os zigurates), que se acreditava serem uma ligação entre o Céu e a Terra.

O Novo Testamento e o livro de Gênesis

Os autores do Novo Testamento escreveram no contexto de uma sociedade que não aceitava a mensagem do evangelho. Pedro escreveu: “De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; ao contrário, nós fomos testemunhas oculares da Sua majestade” (2Pe 1:16).

No início de sua primeira epístola aos coríntios, Paulo admite que “a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo [aqueles que se recusam a crer], mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus [...] é escândalo para os judeus e loucura para os gentios” (1Co 1:18, 23).

É tentador pensar que as pessoas daquela época eram mais ingênuas, mas a verdade é que muitas, se não a maioria, eram tão desconfiadas sobre a ressurreição de um morto quanto as pessoas atuais. O conflito entre os saduceus e os fariseus (At 23:6-10) mostra a incerteza que havia entre os judeus cultos a respeito da possibilidade da ressurreição. O discurso de Paulo para a elite intelectual de Atenas no Areópago (At 17:32, 33) foi bem recebido até o momento em que ele mencionou a ressurreição, a respeito de que ele foi ridicularizado por alguns e educadamente despedido por outros.

Os escritores do Novo Testamento entendiam Gênesis capítulos 1 a 11 como um registro histórico. Em Mateus 19:4 e 5, Jesus cita Gênesis 1:27 e 2:24 e introduz esses textos perguntando: “Vocês não leram [...]?” Isso mostra que Ele considerou essas passagens como confiáveis, históricas e dignas de autoridade. Gênesis 1:27 fala sobre a criação de Adão e Eva como um evento histórico. Gênesis 2:24 declara que os dois “se tornarão uma só carne”; e Jesus utiliza esse texto para justificar o ensino de que o casamento é permanente e sagrado. Em Lucas 17:26-29, Jesus advertiu de que os últimos dias seriam “como foi nos dias de Noé”. Obviamente, o aviso sobre o juízo final é seriamente invalidado se o juízo no tempo de Noé não for considerado como real e histórico.

O autor da epístola aos Hebreus menciona sem interrupções eventos dos primeiros capítulos de Gênesis até eventos muito posteriores e geralmente considerados eventos históricos. Esse fato mostra que não havia qualquer distinção entre a veracidade histórica de tais eventos na mente dos primeiros cristãos (ver Hb 11). A referência de Pedro ao tempo do Dilúvio torna evidente que ele foi um acontecimento histórico (2Pe 3:3-7).

Essas e outras passagens do Novo Testamento mostram que a veracidade histórica de Gênesis capítulos 1 a 11 era aceita pela igreja antiga. Portanto, os cristãos que creem no Novo Testamento devem crer na história de Gênesis.

(Randall W. Younker, Th.D., Ph.D., é professor de Antigo Testamento e Arqueologia Bíblica e diretor do Instituto de Arqueologia da Andrews University, Berrien Springs, Michigan, Estados Unidos. Publicado originalmente como “A Literal Reading of Genesis”, Perspective Digest, ano 15, nº 3 (2010), p. 33-37. Traduzido e adaptado, com permissão, por Matheus Cardoso)

Todas as citações bíblicas foram extraídas da Nova Versão Internacional.

Fonte: Criacionismo.com.br

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