domingo, 26 de setembro de 2010

“Na Ciência Nós Acreditamos”, na Nomenklatura científica NÃO!

“Na Ciência Nós Acreditamos”

Sondagem da Nature e Scientific American feita em 18 países, Brasil inclusive, indica que as pessoas acreditam na ciência e nos cientistas

Edição Online - 22/09/2010

Uma tomada de opinião feita pela internet com mais de 21 mil leitores de 18 países, inclusive o Brasil, das revistasNature e das edições americana e internacionais da Scientific Americanindica que a credibilidade da ciência e dos cientistas é alta. Feita sem qualquer metodologia científica, como ressaltam seus próprios autores, a enquete divulgada hoje (22/09) mostra que os leitores acreditam mais na palavra dos cientistas do que na de qualquer outro grupo de pessoas.
...

Leia mais aqui: Pesquisa FAPESP


NOTA CAUSTICANTE Do BLOGGER Desafiando a Nomeklatura científica:

Se a Grande Mídia tivesse coragem e publicasse dando mais destaque sobre as fraudes cometidas pelos cientistas em suas pesquisas, pela inquisição sem fogueiras perpetrada pela Nomenklatura científica contra os dissidentes e críticos dos atuais paradigmas queridinhos, e tomassem conhecimento de como isso se dá por detrás dos bastidores, ainda assim a confiança da população na ciência continuaria, mas a confiança nos cientistas ficaria bastante abalada. Especialmente pela recusa de debater civil e publicamente as dificuldades fundamentais desses paradigmas no contexto de justificação teórica.


Eu sei de muitas pesquisas que foram fraudadas no passado distante e bem recentemente, inclusive por membros de equipes de gente que ganhou o prêmio Nobel, mas não perco meu tempo com isso, pois sei ser a ciência um construto humano tentando descrever a realidade das coisas, feito por humanos sujeitos às mesmas paixões e deslizes. Mas isso a Grande Mídia não dá o devido destaque. Eu poderia citar aqui alguns casos de fraudes cometidas por cientistas nesta semana que apareceram em revistas populares de divulgação científica que as editorias da Grande Mídia recebem online.

Na ciência eu acredito, na Nomenklatura científica, NÃO!!!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Neurônios entram em sintonia para que cérebro funcione

Na hora de realizar tarefas complexas, há algo a mais de que o cérebro precisa: ritmo. Segundo estudo feito na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, ritmos corticais fazem com que grupos de neurônios espalhados por diversas regiões do cérebro sejam convocados para realizar uma atividade coordenada, como se fossem um regente conduzindo as várias seções de uma orquestra. O estudo será publicado esta semana no site e sairá em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Os atos mais simples, como abaixar para apanhar uma folha de papel, exigem uma coordenação notável de múltiplos grupos de neurônios, de modo a perceber o objeto, a distância que ele se encontra, quando usar os músculos necessários para abaixar, esticar o braço, agarrar a folha e assim por diante.

Os neurocientistas ainda não sabem bem como esses grupos de células cerebrais dispersas em regiões diferentes e distantes umas das outras ligam-se entre si de modo que tarefas simples ou complexas possam ser realizadas. “Um dos principais problemas atuais da neurociência é compreender como saímos de bilhões de neurônios distintos e independentes, de um lado, para, do outro, um cérebro unificado capaz de atuar em um mundo complexo”, disse Jose Carmena, professor assistente do Departamento de Engenharia e Ciências da Computação, um dos autores do estudo.

A ideia de grupos de neurônios anatomicamente dispersos, mas funcionalmente relacionados, foi descrita pela primeira vez pelo neurocientista canadense Donald Hebb, em 1949, no livro The Organization of Behavior. “Ele basicamente disse que neurônios isolados não são as unidades mais importantes na operação cerebral e que o que realmente importa é a montagem das células”, disse Ryan Canolty, outro autor do estudo.

Hoje se sabe que grupos de neurônios não apenas precisam trabalhar em conjunto para a realização de uma determinada tarefa, mas que esses grupos têm que unir forças com outros, em partes distintas do cérebro, como em regiões responsáveis pela cognição e pelo controle dos movimentos do corpo. [...]

“Se os neurônios se importassem apenas com o que ocorre em seu ambiente local, seria difícil fazer com que trabalhassem em conjunto caso estivessem em diferentes áreas corticais. Mas quando múltiplos neurônios, espalhados por todo o cérebro, são sintonizados em um padrão de atividade elétrica em uma frequência específica, então sempre que o padrão de atividade global ocorrer esses neurônios podem atuar em um agrupamento coordenado”, disse Canolty. [...]

(Diário da Saúde)

Nota: “Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formate; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139:14).

O X-Club de Darwin

Quem foram as pessoas que verdadeiramente mais contribuíram na construção do darwinismo e na sua imposição como “teoria científica”? Será realmente que se pode atribuir a Darwin o principal mérito em idealizar o conceito de Seleção Natural como uma força onipotente capaz de reger os destinos dos seres vivos? O que leva muita gente a comparar a Teoria da Evolução com a Teoria da Relatividade ou com a Lei da Gravitação Universal? Como explicar que Darwin seja considerado um gênio da ciência e sua obra A Origem das Espécies a maior contribuição científica da história da humanidade? Para R. M. Young e Bernard Shaw, o êxito do darwinismo poderia ser atribuído às funestas ideias de Thomas Malthus e Herbert Spencer, as quais serviram para justificar as condições coloniais e sociais da época. Todavia, como bem o disse Maximo Sandin, em uma de suas entrevistas, tal constatação apenas corrobora seu êxito social, porém não explica sua ascensão como “teoria científica”.

É aqui que entram outros nomes, e o principal deles diz respeito a Thomas Huxley, o famoso “Bulldog de Darwin”. Ele, Joseph Dalton Hooker, John Tindall, entre outros, controlaram durante décadas a Royal Society. Huxley foi presidente da Geological Society, da Ethnological Society, da British Association for the Advancement of Science, da Marine Biological Association e da própria Royal Society.

Esse grupo, também chamado “X-Club”, deliberava sobre tudo, de pescarias a enfermidades, e tinha por objetivo “promover o darwinismo e o liberalismo científico”. A revista Nature também surgiu por obra de Huxley e Hooker, o que explica a postura ideológica desse periódico nos dias de hoje. Tudo isso combinado dá sentido às razões pelas quais o zoólogo evolucionista St. George Mivart, um crítico contundente da Seleção Natural, ter sido silenciado.

Foi com a dedicada colaboração do “X-Club” que Darwin se tornou membro da mais importante das sociedades científicas. E já com seu nome ideologicamente erigido, foi ele sepultado com todas as pompas na Abadia de Westminster, onde apenas cinco pessoas pertencentes à nobreza foram enterradas.

Tais fatos nos levam a concluir que o darwinismo não foi assim obra direta de Darwin. Em vez disso, originou-se de um conjunto de objetivos idealizados e postos em prática pelas classes dominantes, a elite inglesa, que, ostentando grande poder e influência social, fez de Darwin seu grande motivo e pretexto. Não fora isso, seria difícil compreender como uma ideologia assim tão escancarada se fez passar por legítima ciência, e dessa forma permanecer até os dias de hoje.

Fonte: (Humor Darwinista)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Bursas: outra evidência de design inteligente

Sempre fiquei impressionado com as maravilhas da criação; sempre gostei de ciência, e o estudo das criações de Deus me aproxima cada vez mais do Criador. Nunca me preocupei em observar algo que necessariamente teria que ter sido planejado, pois para mim chega a ser óbvio que tudo foi cuidadosamente projetado. Porém, como todo estudante, logo me encontrei entre intelectuais que “tinham certeza” de que tudo o que conhecemos evoluiu. Cheguei à faculdade, e achei que essas “certezas” só aumentariam, mas, na verdade, não foi o que aconteceu. Curso Medicina, e nessa área o corpo humano é estudado a fundo, em seus mínimos detalhes. Se, para mim, já era impossível que tivéssemos evoluído, agora, quanto mais avanço nos estudos, mais tenho certeza de que fomos criados. É tudo tão perfeito, harmonioso, complexo, e o mais intrigante: muitas vezes incompreensível! Apenas se sabe que há algo ali, e funcionando, como? Tenho certeza de que o Arquiteto sabe! Porque nossas mentes inteligentes ainda não encontraram a resposta. Entretanto, não sou apenas eu que encontro cada vez mais evidências de planejamento estudando o corpo humano. Muitos mestres e doutores também não conseguem negar que o que veem foi planejado. Alguns ainda relutam em admitir, outros, talvez com medo de se posicionar, durante suas aulas não param de repetir que “a natureza foi muito inteligente em criar esse mecanismo”, ou que “a natureza escolheu assim porque seria melhor”. O terceiro grupo, por meio de seus estudos, concluiu que foi necessário um projeto inteligente.

Cito, como exemplo, uma ocasião em que, durante a aula de reumatologia, o professor perguntou o que eram as bursas. Nenhum aluno se manifestou e então ele iniciou sua explicação com as seguintes palavras: “Bursas são pequenas estruturas em nosso corpo que deveriam ser consideradas como o ápice da criação! Pois elas não têm nenhuma função no corpo, só existem para dar conforto aos nossos movimentos.”

Bursas são pequenas bolsas que ficam estrategicamente situadas em áreas de tensão do corpo. Localizam-se entre a pele e os ossos, ligamentos e ossos, tendões e ossos, e músculos e ossos. Essas bolsas estão cheias de líquido e amortecem os movimentos de uma estrutura sobre a outra. Apesar de serem parecidas com a cápsula articular (que também possui o líquido sinovial lubrificando os ossos), bursa e cápsula articular não são a mesma coisa; as bursas nem sequer fazem parte do arcabouço articular – poderíamos dizer que são itens adicionais. Viveríamos perfeitamente sem as bursas, mas elas estão ali para nos dar conforto! Se supusermos que a evolução realmente fosse capaz de fabricar nosso maravilhoso, complexo, perfeito e incompreensível organismo, a façanha acabaria antes da formação de estruturas como as bursas, pois somente a teoria criacionista pode explicar o surgimento delas.

É maravilhoso saber que temos um Deus poderoso e que Se preocupa conosco! E que nos ama a tal ponto de não apenas prover tudo o que necessitamos para viver, mas também nos dar conforto para viver. As bursas poderiam ser comparadas a móveis em uma casa. Para habitar na casa, o chão já seria suficiente para sentarmos. No máximo, haveria uma cadeira, o que, se fosse possível, a evolução nos “ofertaria”. Mas as bursas são como as almofadas; são dispensáveis, mas estão ali para dar mais conforto. Só um Deus de muito amor faria algo assim. Enquanto a evolução nos oferece a cadeira, Deus nos dá cadeiras com almofadas; enquanto a evolução nos oferece um chinelo, Deus nos dá tênis com amortecedores; enfim, sem mais comparações simbólicas, a evolução nos oferece a luta desesperadora pela sobrevivência; Deus nos oferece paz, segurança e alegria para viver (mesmo em meio as turbulências deste mundo de pecado que logo terá fim). Enquanto a evolução nos oferece a morte cruel, Deus nos dá a vida eterna!

(Roberto Lenz Betz, 7ª fase de Medicina, Universidade Regional de Blumenau)

Para saber mais: TORTORA, Gerard J; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Princípios de anatomia e fisiologia. 9ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. xxxviii, 1047p, il; SKARE, Thelma Larocca. Reumatologia: princípios e prática. 2ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. xii, 335p, il.

Fonte: criaciosnimo.com.br

O "pesadelo" do mapa metabólico


Sou estudante de medicina e também criacionista e adventista do sétimo dia. Quanto mais avanço nos estudos, mais certeza tenho de que tudo foi planejado. A gigantesca complexidade, a total funcionalidade e harmonia de todos os componentes e processos da vida, acrescidos da falta de capacidade humana em simplesmente identificar esses processos e componentes, dão certeza absoluta de que Deus está no comando. Aliás, se a ciência é o estudo das coisas criadas por Deus, com certeza a ciência sempre revelará o Criador.

Um dos "pesadelos" dos acadêmicos das áreas biológicas é o estudo do mapa metabólico, justamente por causa de sua complexidade. Mas acabei vendo ali mais uma grande evidência criacionista (se quiser ver o mapa em detalhes, clique na figura acima).

Quem cursa alguma graduação na área da saúde certamente compreenderá o que eu vou falar agora. Esse é um mapa esquematizado do metabolismo humano, deveras resumido e apresentando apenas os produtos das reações; não chega nem aos pés do metabolismo humano completo. Existem mapas metabólicos muito, mas muito maiores do que esse. Para falar a verdade, grande parte dos processos metabólicos permanecem incógnitos.

Olhando pra esse mapa é possível entender o que tantos cientistas querem dizer com complexidade. É realmente muito complexo, com muitas substâncias que ninguém ainda sabe extrair do corpo ou sintetizar. Quando e SE um dia souberem, será um grande passo para a indústria farmacêutica.

As setas simbolizam o caminho das substâncias, e omitindo apenas uma, distúrbios graves serão desencadeados.

Fico pensando como pode algo tão gigantesco e complexo simplesmente "surgir", já que a evolução ocorreu* por uma série de "acidentes" genéticos provocados pelo acaso e por fatores ambientais randômicos. O que me deixa perplexo também é o fato de todo esse mecanismo estar constantemente acontecendo em perfeita harmonia e estarmos vivos pela sua completa funcionalidade. O incrível é que esses acidentes isolados pelo mundo produziram um sistema idêntico em todo o globo.

Se, com inteligência, estamos sofrendo para compreender isso, imagine a dificuldade que o "acaso" teve em fabricá-lo! O acaso, que eu saiba, deveria ser "burro", caso contrário seria uma entidade inteligente.

O "burro do acaso" construiu processos tão complexos que nós, igualmente frutos do "burro do acaso", apesar de miraculosamente dotados com inteligência superior à "dele", não conseguimos compreender suas obras.

(Roberto Lenz Betz e Jean Rafael Soares e Silva)

* Partindo do pressuposto acientífico que diz: não importa o quanto pareça ao contrário, a vida evoluiu, sim.

FONTE: criacionismo.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Evolução? “Não tenho fé suficiente”

Sentado no gabinete do neurocirurgião Ben Carson, diretor de neurocirurgia pediátrica no Hospital Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, em conversa com ele, acabamos entrando no assunto da evolução e da origem. Ao interagirmos um com outro entre os eruditos volumes da estante e o moderno equipamento tecnológico sobre a escrivaninha, pareceu apropriado pensar sobre quem somos e de onde viemos. [O Dr. Carson é considerado um dos maiores neurocirurgiões do mundo, cuja história de vida tem servido de inspiração para muitas pessoas ao redor do mundo. Se quiser conhecer mais sobre esse grande cientista, leia o livro e assista ao filme .]

Dr. Carson: Considere, por exemplo, este computador: Se você entrasse nesta sala e visse o computador, não pensaria que ele simplesmente apareceu. Ele não surgiu ao acaso.

Por que tantas pessoas preferem crer na formação ao acaso do Universo – e da vida em si? Em outras palavras, por que o assunto da evolução é tão importante?

Dr. Carson: Acaba sendo uma questão de propriedade. Quem é o proprietário do Universo? Quem é o proprietário da Terra? Quem é o proprietário da nossa vida? Quem acredita na evolução, e em uma explicação naturalista do Universo, basicamente vê a si mesmo como proprietário do fim – como o criador e fonte máxima de autoridade. Desse modo, essas pessoas não respondem a nada e a ninguém, pois não existe nada mais elevado do que elas mesmas.

Como isso acontece? Quais são as consequências de aceitar a opinião evolucionista da origem do ser humano? Como isso afeta a sociedade e a maneira como vemos a nós mesmos?

Dr. Carson: Crendo que somos o produto de “atos do acaso”, eliminamos a moralidade e o fundamento do comportamento ético. Pois, se não existe tal coisa como autoridade moral, podemos fazer o que quisermos. Todas as coisas se tornam relativas e não há razão para nenhum de nossos valores mais elevados.

Se somos produto do acaso, um sortimento de átomos ao acaso, vivendo em um universo determinístico que é simplesmente a consequência de interações físicas, isso tudo não parece futilidade?

Dr. Carson: Sim. Ao educar-me tive que aprender a teoria evolucionista, e como cristão que teme a Deus fiquei imaginando como fazer Deus e a evolução se entrosarem. A verdade é que não podemos fazê-los se entrosar; temos que escolher um ou o outro.

Muitos cristãos têm se dedicado demasiadamente à “ciência”, admitindo não só os dados observados, mas também as interpretações antiteístas. Você é questionado com frequência a respeito de ser um cientista lógico e um cristão?

Dr. Carson: Sim. Minha resposta é que quanto mais se entende a ciência, menos se acredita que tudo isso foi um acidente! Considere o cérebro, por exemplo, com seus bilhões de neurônios, centenas de bilhões de conexões e como se lembra de todas as coisas que já viu e ouviu.

Todas as coisas? Esta não parece uma descrição correta, pelo menos não do meu cérebro. Estou sempre me esquecendo das coisas...

Dr. Carson: Ponha uma sonda no hipocampo de um homem de 80 anos de idade e ele lhe contará as palavras textuais de um livro que leu 60 anos atrás. Esse é um órgão extremamente complexo e sofisticado; não o resultado de processos ao acaso.

Nem mesmo em menor grau?

Dr. Carson: Ainda que se permita a formação de uma única célula. E um organismo de uma única célula também é surpreendentemente complexo – as membranas, o núcleo, os nucléolos, a mitocôndria... Além disso, favorecemos demais os evolucionistas se começarmos com uma única célula. Procure começar com substâncias inertes!

Apenas suponhamos que tivéssemos aquela primeira célula?

Dr. Carson: Mesmo que você aceitasse a teoria evolucionista – desenvolvendo um organismo mais sofisticado nessa maneira teoricamente “lógica”, então deveria haver um continuum de organismos. E por que a evolução se desviou em tantas direções – aves, peixes, elefantes, primatas, seres humanos – se há alguma força evoluindo ao máximo? Por que não são todas as coisas um ser humano – um ser humano superior? Darwin declarou especificamente que sua teoria se baseava na descoberta de formas intermediárias, e tinha certeza de que nós as encontraríamos. Mais de cem anos depois ainda não as encontramos. Mesmo os mais primitivos fósseis não mostram tais intermediários.

Considere o simples caso do primata para o ser humano. Deveria ser fácil encontrar uma abundância de restos fósseis sendo que, de acordo com a teoria evolucionista, essa é a mais recente transição. Se podemos encontrar tantos fósseis de dinossauros, os quais são muito mais antigos no esquema evolucionista, deveríamos ter amplas evidências de intermediários entre os primatas e os humanos. Mas não temos. Temos muito poucos supostos intermediários – como “Lucy”, baseada na extravagante reconstrução com muito enchimento. Atualmente temos pessoas com significativas anormalidades congênitas cujos restos do esqueleto pareceriam um elo desaparecido. Por isso, “Lucy” não comprova o caso, e poderia haver inúmeras “Lucys” se a transição dos primatas para os humanos fosse verdadeira.

Há, também, todo o assunto dos organismos irredutivelmente complexos – a ideia de que todas as coisas precisam estar presentes de uma vez para que ele funcione. Como poderiam todos os itens complexos evoluir simultaneamente, como no olho, por exemplo?

Os muitos cientistas que discordam das suas opiniões lhe preocupariam? Afinal, 99 por cento poderá dizer que você está errado!

Dr. Carson: Antes de Darwin, a maioria dos cientistas era cristã. Mesmo Darwin foi criado como cristão, mas ficou amargurado. Propôs-se então a provar outra explicação para a vida. Devo dar a esse homem algum crédito: ele foi um grande observador. Nas ilhas Galápagos, ele encontrou tentilhões de bico forte, capaz de quebrar sementes duras. Descobriu também iguanas e tartarugas com diferentes adaptações. Portanto, concluiu que esses organismos estavam evoluindo, e ele estava correto em termos de microevolução – adaptação ao ambiente. Imagine se você só pudesse se alimentar se conseguisse encestar uma bola de basquete...

Jogadores de basquete evoluindo?

Dr. Carson: Somente pessoas altas seriam alimentadas e sobreviveriam. Eles transmitiriam seu gene de altura aos seus descendentes. Isso é evolução ou adaptação? Obviamente a última alternativa. Mas evolução significa que um organismo finalmente se transforma em outro bem diferente, e não existe evidência de tal transformação. Deus admitiu a adaptação, que fala de um Criador maravilhoso que concedeu a Suas criaturas uma estrutura genética flexível o suficiente para se adaptar. Mas isso não é evolução.

Considere também a complexidade do Universo. O telescópio Hubble nos revelou muito mais. Mas nossa galáxia é apenas um pequeno ponto no imenso esquema do Universo, e existe muito mais além do que conhecemos. Mesmo em nosso próprio Sistema Solar – estamos a 93 milhões de milhas do Sol. Se estivéssemos a 92 milhões de milhas, estaríamos incinerados; se a 94 milhões de milhas, estaríamos congelados. É demais! Tudo é extraordinariamente organizado com tanta complexidade. Como pode isso acontecer?

Depois considere as opiniões sobre a origem do Universo. Os cientistas falam sobre a segunda lei da termodinâmica, que declara que todas as coisas tendem a um estado de desorganização.

Então como poderia nosso Universo incrivelmente organizado surgir como resultado de uma grande explosão? Isso bate frontalmente com a segunda lei, que declara que como resultado ele seria menos organizado, não mais! Os cientistas precisam ser coerentes.

Agora uns poucos pensamentos conclusivos.

Dr. Carson: Finalmente, se você aceitar a teoria da evolução, despedirá a ética, não precisará defender um conjunto de códigos morais e determinará sua própria consciência baseada nos próprios desejos. Não terá razão nenhuma para coisas como amor altruísta, quando um pai mergulha para salvar um filho de se afogar. Poderá jogar fora a Bíblia como algo irrelevante, apenas fábulas tolas, pois você crê que ela não se harmoniza com o pensamento científico. Você poderá ser como Lúcifer, que disse: “Serei semelhante ao Altíssimo.”

Você pode provar a evolução? Não. Pode provar a Criação? Não. Pode usar o intelecto concedido por Deus para decidir se alguma coisa é lógica ou ilógica? Sim, absolutamente. Tudo se resume na “fé” – e eu não tenho o suficiente para crer na evolução. Sou uma pessoa lógica demais!

(Adventist Review)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Superbactérias derrubam mais um mito evolutivo

Inimigas letais dos seres humanos, as bactérias são de um altruísmo invejável entre si. Levando a sério o termo trabalho em grupo, esses micro-organismos são capazes de se autodestruir em prol da sobrevivência de uma colônia. A descoberta, feita por pesquisadores do Howard Hughes Medical Institute (HHMI), na Inglaterra, surpreendeu os cientistas e pode ajudar a desenvolver novas drogas que combatam uma das características mais desafiadoras desses seres unicelulares: a resistência que criam contra os medicamentos. A pesquisa, que foi publicada pela revista especializada Nature, mostra que, quando o grupo está ameaçado, as bactérias mais fortes se sacrificam em prol das outras, ao contrário do que se imaginava previamente [altruísmo em vez de sobrevivência do mais forte]. Até agora, os cientistas pensavam que a resistência aos antibióticos acontecia quando uma bactéria sofria mutações genéticas, tornando-se indiferente à ação do remédio. Como esses micro-organismos se dividem para criar novos exemplares, achava-se [mas se afirmava com toda certeza] que a superbactéria disseminava a mutação para suas descendentes.

O novo estudo, porém, provou que as bactérias trabalham de uma forma diferente. Quando defrontadas com um ataque violento de antibióticos, a mais resistente Escherichia coli produz - ao custo da própria energia - uma proteína que desencadeia um mecanismo de proteção às vizinhas mais fracas. Nos últimos anos, o crescimento alarmante das superbugs, como são chamadas as cepas hiper-resistentes, têm despertado a preocupação de hospitais, que temem uma onda de contaminações. Uma das mais temidas é o estafilococo áureo resistente à meticilina (MRSA, sigla em inglês), que provocou um surto de infecções nos Estados Unidos, em 2005, matando 19 mil pessoas.

Para estudar a resistência das bactérias, o pesquisador James J. Collins e seus colegas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, cultivaram um micro-organismo em um biorreator - equipamento que permite controlar o ambiente ao qual os bugs estão expostos. Ainda acreditando que o que fazia os patógenos se tornarem super-resistentes eram as supostas mutações, eles adicionaram no biorreator doses do antibiótico norfloxacina. A ideia era medir, periodicamente, a concentração inibitória mínima (CIM), método que permite verificar o nível de crescimento de uma colônia. Quanto maior o CIM, mais resistente é o micro-organismo.

“Foi quando ficamos completamente paralisados”, conta Collins. Para a surpresa dos cientistas, o CIM de algumas amostras era muito mais baixo do que o da população como um todo. Além disso, a quantidade desses patógenos na colônia era muito pequena - representavam menos de 1% do total. A equipe, então, analisou as proteínas produzidas pelas bactérias com alto CIM em contato com o antibiótico. Eles descobriram que a triptofanase era abundante. Essa enzima tem como função quebrar o aminoácido tripnofano em pequenos pedaços, sendo que um dos produtos da degradação é o indol, um composto orgânico que fortalece as bactérias vizinhas, à custa de muito gasto energético da superbactéria que o produz.

O indol atua de duas maneiras. Uma delas é estimular as células a expulsar o antibiótico de dentro delas, como se estivessem expelindo um veneno. Como se não bastasse, ele protege as bactérias contra os radicais livres, que levam à oxidação. Há alguns anos, a equipe de Collins já havia descoberto que os antibióticos funcionavam justamente bombardeando as bactérias com radicais livres. “Agora, nós vimos que o indol bloqueia esse efeito”, diz.

Todo esse mecanismo custa a energia e a vida da superbactéria. Ao comparar o crescimento dos micro-organismos, os cientistas notaram que a produção do indol “suga as forças” da bactéria generosa. “Ela não cresce tanto quanto podia, porque passa a produzir indol para todas as outras”, explica o pesquisador. De acordo com ele, esse comportamento “altruísta” - que ocorre em diversas espécies do mundo animal, incluindo os humanos - representa um já conhecido paradoxo para os biólogos evolucionistas: se a evolução favorece o mais forte, por que um indivíduo iria sacrificar sua própria força pelo restante do grupo?

A descoberta de Collin reforça a teoria da seleção de parentesco, formulada na década de 1969 pelo cientista britânico W.D. Hamilton. De acordo com ele, os organismos precisam se comportar de maneira altruísta com aqueles que compartilham seus genes. Mesmo que esse indivíduo “especial” não sobreviva, ele está passando suas características às futuras gerações, que vão desempenhar o papel evolutivo. No caso da pesquisa de Collins, as bactérias estudadas pertenciam a uma mesma colônia. Então, ao produzir o indol, os bugs mutantes estavam protegendo sua própria herança genética.

Apesar de as descobertas flutuarem pelo ramo da biologia evolutiva, Collins acredita que as principais implicações do estudo referem-se à saúde pública. De acordo com ele, novas pesquisas sobre antibióticos devem se focar no padrão de produção do idol, de forma a bloquear a habilidade da superbactéria de compartilhar com as outras sua resistência. “Acredito que nosso trabalho demonstra a necessidade premente de se investir no desenvolvimento de novos medicamentos”, diz. “A chance de termos novos e perigosos superbugs emergindo são bastante grandes, e estou preocupado que nosso arsenal de antibióticos não dê conta deles. Ainda temos tempo de oferecer uma resposta, mas, para isso, precisamos nos empenhar para expandir as pesquisas e a fabricação de novas drogas”, afirma o cientista.

(ABC Farma)

Nota: Parece que um dos grandes argumentos utilizados para justificar a evolução está caindo por terra. Na verdade, na forma como era anteriormente entendido, esse argumento só favorecia a microevolução (ou seja, essas mutações não transformavam as bactérias em outro tipo de ser vivo, apenas as tornariam mais resistentes). Mas, pelo visto, nem isso era verdade. A tal “teoria da seleção de parentesco” é mais uma manifestação da teoria-explica-tudo – quando uma suposição darwinista se mostra falha, salva-se a teoria dos fatos e se adapta sua explicação. Fácil assim. Só falta a ciência demonstrar factualmente que a seleção natural também não tem poder evolutivo, mas apenas conservativo. Macroevolução é um dogma/mito, e, como tal, vai sendo sustentado, a despeito das evidências em contrário. Mas os mitos existem para ser destruídos.[Michelson Borges]

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