segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Woese 'falou e disse': está na hora de se abandonar o paradigma molecular em biologia

Carl Woese, professor de microbiologia na Universidade de Illinois, Estados Unidos, escreveu sobre o que ele considerava o desafio da biologia no século 21:

"O sucesso da biologia molecular ao longo do último século veio somente de olhar para certos problemas que a biologia propõe (o gene e a natureza da célula) e considerá-los a partir de um ponto de vista puramente reducionista. Isso produziu uma colheita surpreendente. Os outros problemas, a evolução e a natureza da forma biológica, a biologia molecular preferiu ignorar, ou falhando totalmente em reconhecê-los, ou desconsiderando-os como inconsequentes, como acidentes históricos, fundamentalmente inexplicáveis e irrelevantes ao nosso entendimento de biologia. Agora, isso deve ser motivo para se parar. [*]

NOTA causticante do blog Desafiando a Nomenklatura Científica:

Alô MEC/SEMTEC/PNLEM não dá mais para continuar engabelando os alunos de Biologia do ensino médio com livros didáticos que contêm duas fraudes e várias evidências distorcidas a favor do fato, Fato, FATO da evolução quando os especialistas de renome estão discutindo se isso se corrobora no contexto de justificação teórica. Parece que ainda há controvérsias sobre o fato, Fato, FATO da evolução...

Ministro Fernando Haddad: 171 epistêmico com aval do MEC? Durma-se com um barulho desses! Pereça tal pensamento! Mas que está na hora de podar esses livros didáticos, ah, isso está!

sábado, 28 de agosto de 2010

Dr. Ruy Vieira: agente da democracia

Ex-professor da USP e do ITA, membro fundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, consultor do Plano das Nações Unidas para o Desenvolvimento Tecnológico e representante do MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira. Se depois de ler um currículo como esse você tivesse que descobrir qual a crença do tal cientista, em qual teoria apostaria? O evolucionismo, com todos os bilhões de anos, ou o criacionismo, que acredita num mundo criado em sete dias? Se você respondeu evolucionismo, errou. Isso mesmo. O dono desse histórico é fundador e presidente da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br), o engenheiro mecânico-eletricista Ruy Vieira. Agora pode vir um pensamento de ressalva: “Ah, ele devia ser religioso desde criança...” Ao contrário, Ruy Vieira só passou a defender o criacionismo quando estava na faculdade de engenharia, fase na qual a maioria adere à visão evolucionista da origem da vida.

Uma das experiências que fizeram Ruy Vieira consolidar sua crença no modelo cracionista foi a leitura de Observações Sobre as Profecias de Daniel e Apocalipse, escrito por ninguém menos que Isaac Newton. Depois de ler a obra, o engenheiro fortaleceu suas crenças, pois “ele tinha do seu lado um grande cientista”.

O criacionismo moderno nasceu nos Estados Unidos, no começo do século 20. Os americanos conduziram as argumentações sobre a criação bíblica para um viés racional e científico. O primeiro livro criacionista que alcançou o sucesso foi The Genesis Flood (O Dilúvio do Gênesis), datado de 1961. E em 1963, foi criada a primeira associação criacionista do mundo, Creation Research Society. Aqui no Brasil, Ruy Vieira começou a organizar os cientistas criacionistas, idealizando em 1972 a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).

Inicialmente a atividade da sociedade estava limitada à publicação da Folha Criacionista [hoje Revista Criacionista], que era uma tradução de alguns artigos das revistas da Creation Research Society. Vieira traduzia os textos e distribuía entre os universitários e os estudantes do ensino médio. Após 35 anos, a SCB publica cinco periódicos, organiza palestras e seminários em todo o Brasil, além de manter um museu de arqueologia e paleontologia em Brasília, DF.[clique aqui]

A SCB foi um marco. A organização mostrou para a comunidade científica do País que há possibilidade de cientistas renomados acreditarem no criacionismo. [...] Vieira foi corajoso ao criar a SCB. Mesmo em um país católico, a educação – seja nas escolas ou nas universidades – segue a corrente evolucionista. Ele não teve medo de apresentar suas ideias e fundamentá-las.

Mas a verdade absoluta, que todos concordam, é que Ruy Vieira foi um agente da democracia. Ele conseguiu introduzir um espaço para os criacionistas. Seu esforço de traduzir textos há 35 anos foi compensado, pois hoje não são traduzidos apenas artigos, mas livros inteiros são colocados à disposição daqueles que têm interesse em aprender e entender a funcionalidade do modelo criacionista.

FONTE:(Rizza Matos, canal da imprensa


NOTA deste blog: Tive o prazer de conhecer em 2008 e conversar com o Dr. Ruy Vieira sobre diversos assuntos que retratam a teoria criacionista. Pude notar claramente numa só manhã em que estive com ele o quanto é inteligente e detentor de vários conhecimentos. O mais bonito e surpreendente de tudo que observei foi sua simplicidade. É uma das raras pessoas que conheci e percebi que consegue aliar conhecimento à humildade. Deixo aqui registrado meus agradecimentos pelas várias orientações e conselhos dado naquele dia inesquecível. [FN]

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Estudo questiona “sobrevivência do mais forte”

Charles Darwin talvez estivesse errado quando disse que a competição era a principal força impulsionando a evolução das espécies. O autor de A Origem das Espécies, obra publicada em 1859 que lançou as bases da Teoria da Evolução, imaginou um mundo no qual os organismos lutavam por supremacia e em que apenas o mais forte sobrevivia. Mas uma nova pesquisa identifica a disponibilidade de espaço para desenvolvimento de vida, em vez de competição, como o principal fator da evolução. A pesquisa, conduzida pelo estudante de pós-doutorado Sarda Sahney e outros colegas da Universidade de Bristol, foi publicada na revista científica Biology Letters. Eles usaram fósseis para estudar padrões de evolução ao longo de 400 milhões de anos [na escala de tempo evolucionista].

Focando apenas em animais terrestres - anfíbios, répteis, mamíferos e pássaros - os cientistas descobriram que a quantidade de biodiversidade tem relação com o espaço disponível para a vida se desenvolver ao longo do tempo. O conceito de espaço para a vida - conhecido na literatura científica como “conceito de nicho ecológico” - se refere às necessidades particulares de cada organismo para sobreviver. Entre os fatores estão a disponibilidade de alimentos e um habitat favorável à procriação.

A pesquisa sugere que grandes mudanças de evolução de espécies acontecem quando animais se mudam para áreas vazias, não ocupadas por outros bichos. Por exemplo, quando os pássaros desenvolveram a habilidade de voar, eles abriram uma nova fronteira de possibilidades aos demais animais. Igualmente, os mamíferos tiveram a chance de se desenvolver depois que os dinossauros foram extintos, dando “espaço para a vida” aos demais animais. A ideia vai de encontro ao conceito darwinista de que uma intensa competição por recursos em ambientes altamente populosos é a grande força por trás da evolução.

Para o professor Mike Benton, co-autor do estudo, a “competição não desempenha um grande papel nos padrões gerais de evolução”. “Por exemplo, apesar de os mamíferos viverem junto com os dinossauros há 60 milhões de anos [idem], eles não conseguiam vencer os répteis na competição. Mas quando os dinossauros foram extintos, os mamíferos rapidamente preencheram os nichos vazios deixados por eles e hoje os mamíferos dominam a terra”, disse ele à BBC.

No entanto, para o professor Stephen Stearns, biólogo evolucionista da universidade americana de Yale, que não participou do estudo, “há padrões interessantes, mas uma interpretação problemática” no trabalho da Universidade de Bristol. “Para dar um exemplo, se os répteis não eram competitivamente superiores aos mamíferos durante a Era Mesozoica, então por que os mamíferos só se expandiram após a extinção dos grandes répteis no fim da Era Mesozoica?” “E, em geral, qual é o motivo de se ocupar novas porções de espaço ecológico, se não o de evitar a competição com outras espécies no espaço ocupado?”

(UOL)

Nota: Stephen Stearns matou a charada: o problema sempre está na interpretação dos fatos. Por exemplo: a descoberta das pequenas variações morfológicas encontradas nos pássaros tentilhões que Darwin estudou nas Ilhas Galápagos fez com que o naturalista concluísse que a seleção natural seria a mola da evolução. Acontece que nenhum tentilhão se transformou em urubu, ao longo dos anos, assim como as moscas da fruta, depois de cem anos de mutações induzidas, continuam sendo moscas da fruta (confira). Microevolução não é macroevolução. Com competição ou sem ela, o que se observa na natureza é sempre microevolução. Fora disso, o que se tem é interpretação do registro fóssil que continua não apresentando as inúmeras formas transicionais que deveriam existir para justificar a macroevulção ao longo das eras. Mais um detalhe: tudo indica que os dinossauros foram extintos de maneira catastrófica. Portanto, a pergunta é: Por que apenas eles? Por que mamíferos mais frágeis sobreviveram e os poderosos dinossauros, não? Que fator seletivo ocorreu aí? Alguém teria separado os animais que seriam preservados da catástrofe? Pelo visto, depois de mais de um século e meio de pesquisas darwinistas, ainda há muitas perguntas para serem respondidas.[MB]

domingo, 22 de agosto de 2010

Quase nada na biologia faz sentido excepto à luz do design

À medida que aprendemos mais, isto está a tornar-se cada vez mais claro e óbvio. Erros aleatórios podem estragar tudo, e – em circunstâncias muito raras – podem fornecer uma vantagem de sobrevivência num ambiente patológico.

A noção de que os erros aleatórios filtrados pela selecção natural podem explicar tudo o que é encontrado nos sistemas biológicos é uma explicação patéticamente ilógica, uma explicação completamente improvável para a maquinaria de processamento de informação da célula.

A química não é a base da vida. A química é o meio; a informação é a mensagem.

Sobre a questão da química: O movimento do Design Inteligente atirou uma granada para o edifício-fraude darwinismo e rebentou com ele em pedaços.

Por GilDodgen

FONTE: Design Inteligente

NOTA: O que é o Design Inteligente? É a pergunta que muitos me fazem aqui no blog Ciência e Fé. Segundo os membros da teoria do Design Inteligente, a melhor definição ou resposta é: uma nova abordagem para um velho problema: a complexidade da vida. Defende que a especificidade biológica deixa transparecer um projecto inteligente que não pode ser fruto do acaso. Como conseqüência, a origem e o desenvolvimento da vida é intencional. Porém, a natureza da causa inteligente está fora do âmbito da teoria. Caso queira saber mais sobre este tema, visite a blog designinteligente.blogspot.com.[FN]

sábado, 21 de agosto de 2010

Em sua obra PRINCIPIA, afirma Isaac Newton:


"... este maravilhoso sistema composto pelo sol, planetas e cometas só poderia ter surgido a partir do conselho e domínio de um Ser poderoso e inteligente". Newton I. 1686, 1934. Mathematical principles of natural philosophy and his system of the world. Traduzido para o inglês em 1729 por Andrew Motte; tradução revisada por Florian Cajori. Berkeley: University of California Press, p. 544.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A ciência ajuda ou ameaça a fé


Por J. P. Moreland

A questão é: como devemos entender o relacionamento entre a ciência e o cristianismo? Em uma festa, fui apresentado a um professor de física. Ao saber que eu era filósofo e teólogo, ele me notificou sobre a natureza irracional das minhas áreas, argumentando que a ciência removeu a necessidade da crença em Deus.

Outros defendem a idéia de que ciência e teologia não se misturam, como o óleo e a água. São tão diferentes uma da outra que nenhuma descoberta científica tem qualquer sentido para a teologia, e vice-versa. “Ciência e religião são esferas de vida radicalmente divergentes”, asseguram. Essa opinião foi sacralizada na lei, no julgamento da ciência criacionista em Little Rock, Arkansas, nos Estados Unidos, em dezembro de 1981. Naquele tribunal, a ciência criacionista foi julgada como religião disfarçada de ciência.

Ainda outros parecem crer que a teologia não é racional, a menos que tenha comprovação científica, e assim passam a procurar fervorosamente essa confirmação. Quem está certo? Será que a ciência é uma ameaça ou um auxílio à fé, ou são campos não-correlatos em nível intelectual? Leia a matéria completa aqui.

"Há menos liberdade intelectual na ciência"

O alemão Harald zur Hausen, 74, diz, com seu tom de voz sempre baixo, que, apesar da internet, é mais difícil para um cientista jovem fazer um bom trabalho hoje. "Há enorme pressão para publicar [artigos científicos] rápido. É contraprodutivo. Precisamos dar aos cientistas jovens um período de mais liberdade, estimular alguma independência intelectual, para que desenvolvam ideias por eles mesmos." Com essa pressão, a tendência é fazer o que todos já estão fazendo - é mais garantido do que apostar alto. Hausen, que esteve em São Paulo para um encontro organizado pelo Hospital A. C. Camargo, fala por experiência própria. Quando todos achavam que o câncer no colo de útero era causado pelo vírus da herpes, ele apostou no HPV. Fracassou por cinco anos, até que, em 1983, mostrou que estava certo.

Ganhou o Nobel em 2008. Quando sua neta de três anos soube, começou a chorar. Ninguém entendeu, e ela explicou, inconsolável: "Também quero um Nobel." Se a garota quiser levar o projeto adiante, Hausen tem um conselho. "É sempre bom passar pelo menos dois anos fora do seu país de origem", diz. "Justamente para adquirir novas ideias, novas maneiras de pensar, e também um estilo de vida diferente."

Foi o que ele fez na década de 1960, quando morou nos EUA. A Alemanha, diz, tinha sofrido com a saída de bons cientistas durante o nazismo - "e leva muito tempo para um país se recuperar disso".

"Nos EUA, você discutia suas ideias, ainda que fossem loucas, com muita gente boa. Satisfação que eu não tinha, antes, na Alemanha." [...]

(Folha.com)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Esponjas do mar são “surpreendentemente” complexas

Pode ser que a humanidade descenda do macaco [sic], mas cientistas australianos encontraram provas de relações muito mais estreitas do homem com o solo submarino, em um estudo que revela que as esponjas do mar compartilham quase 70% de genes com os humanos. A sequência genética das esponjas do mar na Grande Barreira de Recifes da Austrália mostrou que esse animal aquático invertebrado compartilha muito de seus genes com os humanos, incluindo um grande número de genes associados com doenças como o câncer. A descoberta pode proporcionar novas bases de descobertas em relação ao câncer e a pesquisas com células-tronco, afirmou o chefe do estudo, Bernard Degnan, da Universidade de Queensland, Austrália.

“As esponjas têm o que consideramos o ‘Santo Graal’ das células-tronco”, afirmou Degnan. Explorar as funções genética das células-tronco das esponjas poderá revelar “relações profundas e importantes” com os genes que influenciam a biologia das células-tronco humanas. “Pode, inclusive, modificar a forma em que pensamos nossas células-tronco e como poderíamos usá-las em futuras aplicações médicas”, explicou.

O estudo, publicado pela revista Nature esta semana, é o resultado de mais de cinco anos de pesquisas de uma equipe internacional de cientistas.

(UOL)

Nota: Alguns textos, basta ler um parágrafo para identificar, pelo estilo, a autoria. O mesmo ocorre com certas pinturas e obras de arte. Por que não esperar algo parecido com a natureza? Todos os seres vivos contêm as digitais do Criador, e mesmo em formas de vida tidas como “simples”, a complexidade salta aos olhos.[MB]

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Charles Marshall 'falou e disse': eu quero saber o que todos esses genes estavam fazendo antes da chegada da esponja do mar


Charles Marshall, diretor do Museu de Paleontologia da Universidade da Califórnia em Berkeley, disse: "Isso significa que havia uma maquinaria elaborada que já tinha alguma função... O que eu quero saber agora é o que todos esses genes estavam fazendo antes da chegada da esponja."

FONTE:
pós-darwinista

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Como se faz uma bomba atômica

O poder de destruição de Hiroshima e Nagasaki dependeu de alguns poucos quilos de material radioativo.

Foto: Arte/iG

Há dois tipos básicos de bombas nucleares, chamadas comumemente de bombas atômicas. A bomba de fissão e a bomba de fusão (também conhecida como bomba de hidrogênio).
Uma bomba de fissão é um mecanismo que quebra o núcleo de um átomo de forma descontrolada – a forma controlada é um reator nuclear. Para realizá-la, é preciso arremessar nêutrons contra um átomo (de urânio ou plutônio). No choque, esses átomos são quebrados, gerando dois átomos de menor massa, radiação gama e dois a três nêutrons. Estes novamente colidirão com um átomo (novamente de urânio ou plutônio), gerando mais dois ou três nêutrons e assim por diante. Nesse processo de fissão, o urânio gera em outros dois átomos e perde um pouco de massa, que se transforma em energia pela famosa equação de Einstein (E=mc2).

Quando esse processo acontece sucessivamente ocorre a chamada reação em cadeia, que produz cada vez mais energia. É essa energia associada ao calor e ao aquecimento súbito do ar que dá o poder de destruição da bomba.

O aquecimento do ar é tão rápido (ocorre em alguns microssegundos) que desata uma onda de choque que viaja a uma velocidade maior do que a do som -- ou seja: quem estava perto da bomba morreu antes de ouvir o barulho da sua explosão. Também acontece um aumento de temperatura que chega a milhões de graus Celsius, maior que a temperatura do Sol.

O urânio, no entanto, não pode ser de qualquer tipo. Tem de ser o U235, cujo núcleo é físsil (ou seja, capaz de sustentar uma reação em cadeia) e que representa apenas 0,7% do urânio presente na natureza – a maior parte é U238.

Para fazer uma bomba, é preciso juntar uma quantidade mínima de U235 de forma que a reação em cadeia se sustente sozinha, a chamada massa crítica. No caso do plutônio (Pu239), ele não existe na natureza e é produzido em reatores nucleares.

A quantidade de urânio ou plutônio necessária para uma reação em cadeia depende de diversos fatores, entre eles a forma do material, seu nível de pureza e sua composição. Se colocarmos U235 no formato de uma esfera e ele for enriquecido a mais de 90%, a quantidade necessária será por volta de 15 kg. No caso do Pu239, a massa é de cerca de 5kg. A bomba jogada em Hiroshima, chamada de Little Boy, usava U235; a de Nagasaki, conhecida como Fat Man, Pu239.

Para começar a liberação dos nêutrons e a reação em cadeia foi usado o explosivo TNT. No caso das bombas de fusão nuclear (também chamadas de bombas de hidrogênio), o material usado são diferentes átomos de hidrogênio, deutério (H2) e trítio (H3), que se unem formando um núcleo de Hélio (H4) e liberando um nêutron e energia.

A reação em cadeia que causa a explosão da bomba acontece quando essas uniões de átomos são sucessivas, também em milissegundos. Seu poder de destruição é ainda maior que as de fissão nuclear. Embora essas bombas já tenham sido testadas, elas nunca foram usadas em confrontos reais.

Por: Alessandro Greco

NOTA: O Bombardeamento de Hiroshima e Nagasaki foram ataques nucleares ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial contra o Império do Japão realizados pela Força Aérea dos Estados Unidos da América na ordem do presidente americano Harry S. Truman nos dias 6 de agosto e 9 de agosto de 1945. Portando, hoje faz 65 anos que ocorreu o maior massacre da história através de um bombardeio atômico matando uma estimativa que variam entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagazaki, sendo consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação.

FONTE: ultimosegundos.ig.com.br

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