quarta-feira, 23 de junho de 2010

I SINLAB Simpósio Nacional sobre Tratamento de Resíduos de Laboratório

A UESB, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia realizou no campus de Jequié nos dias 15 a 18 de Junho o I SINLAB - Simpósio Nacional Sobre Tratamento de Resíduos de Laboratórios, cujo tema foi "A ciência Protegendo o Meio Ambiente".

Foi apresentado como um fórum para iniciar as discussões acerca de formas de tratamentos de resíduos de laboratórios, recuperação, minimização e gerenciamento destes resíduos, propor ações que minimizem o impacto ambiental e os riscos envolvidos nas atividades laboratoriais, discutir linhas básicas que devem ser seguidas para a implementação de um plano de gestão de resíduos químicos, aperfeiçoar linhas de pesquisa na área, despertar na comunidade científica a consciência de que somos capazes de gerar conhecimento e descartar adequadamente aquilo que, na geração desse conhecimento, possa representar risco grave à saúde da população e ao ambiente.

Segundo os organizadores do evento, o próximo simpósio acontecerá no ano de 2012 na cidade do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O que os cientistas pensam sobre religião

[Meus breves comentários seguem entre colchetes.] Nos dias de hoje, um século e meio depois que Charles Darwin publicou On the Origin of Species by Means of Natural Selection [Sobre a Origem das Espécies por Meio de Seleção Natural], a maioria esmagadora dos cientistas americanos aceitou a evolução darwiniana como a base da compreensão do desenvolvimento da vida na Terra. Entretanto, embora a teoria evolucionista seja com frequência retratada como autêntica à religião, não destruiu a fé religiosa da comunidade científica. Conforme uma pesquisa dos membros da Associação Americana para o Avanço da Ciência, dirigida pelo Pew Research Center em maio e junho deste ano, a maioria dos cientistas (51%) diz crer em Deus ou em uma força suprema, enquanto 41% dizem não crer.

Além disso, os cientistas não são menos propensos a acreditar em Deus do que foram há cem anos, quando a comunidade científica foi a primeira a votar ness assunto. Em 1914, onze anos antes do “Julgamento do Macaco” e quatro décadas antes da descoberta da estrutura do DNA, o psicólogo James Leuba perguntou a mil cientistas americanos acerca da sua opinião sobre Deus. Ele descobriu que a comunidade científica estava igualmente dividida, com 42% dizendo que acreditavam em um Deus pessoal e o mesmo número dizendo que não criam. Os cientistas descobriram muitos fósseis importantes desde então, mas eles são, de fato, mais propensos a crer em Deus hoje.

A comunidade científica é, contudo, muito menos religiosa do que o público em geral. Nas pesquisas do Pew, 95% dos adultos americanos dizem que acreditam em alguma forma de divindade ou uma força suprema.

Também o público não compartilha a certeza que os cientistas têm acerca da evolução. Embora 87% dos cientistas digam que a vida evoluiu com o tempo, devido a processos naturais [e aqui há muita confusão, mesmo entre cientistas, com respeito à micro e à macroevolução], apenas 32% das pessoas acreditam que seja verdade, de acordo com uma pesquisa de opinião diferente do Pew, no ano passado.

Dado que os cientistas são muito menos propensos a acreditar em Deus como o público em geral, não é de se admirar que a porcentagem dos afiliados a uma religião particular também seja menor. Aproximadamente a metade dos cientistas americanos diz não ter afiliação religiosa – se descrevem como ateístas, agnósticos ou nada em particular – comparado com 17% de todos os americanos.

Entre os cientistas, há bem menos protestantes (21%) e católicos (10%) do que no público em geral, que é de 51% de protestantes e 24% de católicos. E embora os protestantes evangélicos constituam mais de um quarto da população em geral (28%), eles são apenas uma pequena porção (4%) da comunidade científica. Uma notável exceção é de judeus, que constituem uma proporção da comunidade cientifica (8%) maior do que a população em geral (2%).

Mas a pesquisa de opinião do Pew descobriu que os níveis da fé religiosa entre os cientistas variam um pouco, dependendo da sua especialidade e idade. Os químicos, por exemplo, são mais propensos a crer em Deus (41%) do que os biólogos e médicos (32%). [Será por que os químicos sabem ser impossível matéria inorgânica originar vida por processos naturais?] Da mesma forma, os cientistas mais jovens (entre 18 e 34 anos) tendem a crer em Deus ou uma força suprema. [Será que isso se deve ao fato de os mais jovens estarem mais familiarizados com as descobertas nos campos da bioquímica, biologia molecular e genética, que revelaram tremenda quantidade de informação complexa especificada e a existência de sistemas de complexidade irredutível? Ou será também devido ao fato de os mais jovens estarem aos poucos se livrando das amarras do naturalismo filosófico inspirado nas ideologias iluministas/racionalistas? Thomas Kuhn já dizia que, às vezes, para um paradigma ser substituído é necessária a morte da geração que o defende.]

Se uma parte substancial da comunidade científica é constituída por crentes, por que muitos acham que a evolução e a religião são incompatíveis? Pode ser porque alguns de nossos cientistas mais famosos e prolíficos, tais como o biólogo evolucionista americano Stephen Jay Gould e o físico britânico Stephen Hawkins, eram ou são ateístas e agnósticos. Mas e sobre Francis Collins, o autor/líder do Projeto Genoma Humano, recentemente apontado pelo presidente Obama como o diretor do Instituto Nacional de Saúde? Collins é um cristão evangélico que fala com paixão sobre sua fé – e também pensa que a evolução é um fato científico estabelecido. [Sobre isso, leia “Mistura Impossível”. – MB]

Quanto a Darwin, suas cartas indicam que provavelmente ele era um agnóstico que perdeu a fé, não porque sua teoria revolucionária era incompatível com a religião, mas por causa de seu luto depois de 1851, com a morte da filha favorita de 10 anos, Annie. E ainda assim, ele pode não ter rejeitado completamente a ideia da força suprema. A sentença concludente de A Origem das Espécies fala de um “Criador” que respira vida “em algumas formas ou em um”. A passagem origina ao menos uma pequena dúvida sobre como o pai da teoria da evolução moderna poderia ter respondido à questão da crença na recente pesquisa do Pew com os cientistas.

(Los Angeles Times)

Tradução: Elizandra Milene da Rocha

FONTE: criacionismo.com.br

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A ciência permite ver para além do óbvio


"É assim que os cientistas veem o mundo."

*Clique na imagem para visualizar a figura no tamanho maior.

NOTA: Para além do belo acessível a todos, a ciência permite aceder a outras maravilhas ocultas.

FONTE: Átomo e meio

domingo, 13 de junho de 2010

Dieta rica em carne pode antecipar menstruação

Uma pesquisa da Universidade de Brighton, na Grã-Bretanha, sugere que meninas que têm uma dieta rica em carne podem começar a menstruar antes que outras crianças. Os pesquisadores compararam as dietas de mais de 3 mil meninas de 12 anos e descobriram uma ligação entre a menstruação antecipada e o alto consumo de carne aos três anos de idade (mais do que oito porções por semana) e aos sete anos (mais de 12 porções por semana). No artigo, publicado na revista especializada Public Health Nutrition, os pesquisadores afirmaram que a dieta rica em carne pode preparar o corpo para a gravidez, desencadeando a puberdade antecipada. [Leia mais]

sábado, 12 de junho de 2010

A química do amor e o seu Criador!

Violência, miséria, injustiças. O que torna a vida tão bonita, tão desejada apesar disso tudo? Não há a menor dúvida: é o amor... Pela lente do amor as pessoas enxergam um mundo mais florido, repleto de possibilidades de dar certo. O amor é plenitude, é êxtase. Quando uma pessoa está amando ela se torna mais gentil, alegre, adquire um ar sonhador e vive rindo à toa. O problema é que se o amor não for bem administrado, ele pode levar a pessoa a atitudes "quase" ridículas. É justamente isso que tem feito muita gente resistir aos seus encantos. Há até os que desprezam totalmente (provavelmente por medo de se expor). Acham tudo muito embaraçoso e indesejável.

Afinal, uma pessoa que se dá o respeito não pode viver pelos cantos suspirando por alguém que a faz gaguejar e ficar rubro quando está por perto. Isso sem contar os outros sintomas: mãos suando, coração palpitando, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"). Muito constrangedor!... Afinal o amor não tem nada a ver com Química, certo? Errado! O AMOR É QUÍMICA! E a tão falada “QUÍMICA DO AMOR” pelos jovens tem também relação com a química dos laboratórios e das salas de aula? Sim! Vamos entender de maneira simples a relação da química com o sentimento amor. Os hormônios sexuais são agentes químicos liberados pelos órgãos masculinos e femininos, em conjunto com a supra-renal, e que são encaminhados ao nosso cérebro onde são recebidos por agentes específicos para influir na capacidade de reprodução e o impulso sexual. Há uma relação importante entre a química, a atração e o desejo sexual. Algumas substâncias químicas (hormônios e neurotransmissores) são produzidas por nosso corpo em resposta os nossos próprios impulsos internos e estímulos ambientais. Os neurotransmissores são substâncias que interligam os neurônios cerebrais e cumprem uma função indispensável na ativação do impulso sexual.

Todos os sintomas são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Achou que são muitos nomes? Mas sem eles você não se apaixonaria.

A ação de algumas delas é muito semelhante à ação dos narcóticos, o que explica de certa forma a oscilação entre sentimentos contraditórios como euforia e depressão, característica comum a drogados e apaixonados. A ciência ainda não sabe explicar o que desencadeia o processo químico da paixão.

Como acontece com toda anfetamina, porém, com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência. Passa a necessitar de doses cada vez maiores para provocar o mesmo frenesí do início. Após três ou quatro anos o delírio que você sentia já se esvaeceu por completo. Neste estágio bye, bye...

Se suportarem a falta de emoções intensas e decidirem continuar juntos, o cérebro passará a aumentar gradualmente a produção de endorfinas. As endorfinas atuam como calmante, são analgésicos naturais e proporcionam sentimentos de segurança, paz e tranquilidade. Quem diria, hein? A diferença entre uma paixão torrencial e um amor maduro é simplesmente uma questão de liberar a substância certa! Vale à pena ressaltar que a oxitocina desempenha um papel importante em nossa vida amorosa. Trata-se de um hormônio produzido na hipófise (uma glândula situada no cérebro) cujas funções principais são: sensibilizar os nervos e simular contrações musculares (a secreção de oxitocina é o que leva ao clímax no ato sexual). Além disso, esse hormônio estimula as contrações uterinas da mulher durante parto, leva a liberação de leite e parece que induz as mães a acariciarem e cheirarem seus bebês.

Fonte: Adaptado do livro: Química Integral - Martha Reis - Editora FTP - 1993 - pág. 379-380

Nota deste blog: Agora você já sabe que a química é o 'responsável' por todas estas contribuições afetivas. E mais um detalhe, sabes e tem conhecimento também de que ao amar uma pessoa você, consequentemente, estará conhecendo mais o seu Criador? Isto é verdadeiro e é real, pois “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (I João 4:8). Acredite nisso, este sentimento pode acontecer com você! [Firmo Neto]

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Por que os Adventistas não devem beber Coca-Cola.

Ellen White nos alerta quanto a ingestão de alimentos estimulantes. A cafeína é uma substância estimulante presente em vários alimentos e bebidas. De acordo com o artigo científico “Consumo de Cafeína e Prematuridade”, publicado na “Revista de Nutrição”, “as maiores fontes de cafeína são café, chá, chocolate e refrigerantes do tipo cola.” Mais a frente o artigo diz: “A cafeína é, provavelmente, a droga mais freqüentemente ingerida no mundo, sendo consumida por pessoas de todas as idades.”

A maioria das pessoas que consomem refrigerantes similares à Coca-Cola não são capazes de dizer se os mesmos contêm, ou não, cafeína, de acordo com um estudo de Johns Hopkins. “Isto vai contra à afirmação dos fabricantes, que dizem que adicionam a cafeína puramente pelo sabor”, afirma o psico-farmacêutico Roland Griffiths, Ph.D., que conduziu o estudo.

A pesquisa envolveu 25 consumidores de refrigerantes à base de cola. Descobriu-se que 8% deles eram capazes de detectar a cafeína em concentrações de 0,1 miligrama por mililitro, a mesma concentração encontrada na Coca-Cola clássica e na Pepsi. O restante do grupo não foi capaz de notar a diferença entre as colas que continham e as que não continham cafeína, até que os níveis desta fossem elevados muito acima daqueles aprovados pela FDA.

O artigo foi publicado na edição deste mês de Archives of Family Medicine.

A indústria de bebidas insere uma droga que, brandamente, leva ao vício e altera o ânimo das pessoas, a qual ainda é responsável pelo maior consumo de refrigerantes cafeinados”, diz Griffiths. Cerca de 70% dos refrigerantes americanos contém cafeína. As versões descafeinadas da Coca-Cola e da Pepsi representam apenas 5% da vendas.

“Como esses refrigerantes são agressivamente vendidos às crianças, os produtores deveriam explicar a razão da presença da cafeína", complementa.

Segundo Griffiths, tanto a nicotina quanto a cafeína são drogas psicoativas. Até recentemente, as companhias de cigarro negavam que a nicotina viciava e diziam que era adicionada apenas para melhorar o sabor dos cigarros. O mesmo ocorre com a cafeína, complementa.

Os refrigerantes representam a fonte mais rica de açúcar extra adicionada à dieta americana e o seu maior consumo pelas crianças toma o lugar de alimentos mais nutritivos, podendo aumentar a perda de dentes, bem como o número de casos de obesidade e de fraturas ósseas
É muito fácil dizer a um drogado que ele deve parar de usar droga, e a um viciado em alcool que ele precisa parar de beber. Entretanto, não é fácil dizer a um adventista que ele precisa abandonar a coca-cola, porque muitos de nós não temos coragem de abandonar essa bebida.
O uso de alimento estimulante e indigesto é, muitas vezes, tão ofensivo à saúde como alcolicas, e em muitos casos lança as sementes da embriaguez. A verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas, e usar judiciosamente aquilo que é saudável. Poucos há que se compenetram, como deviam, do quanto seus hábitos no regime alimentar têm que ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo e seu destino eterno. O apetite deve sempre estar sob a sujeição das faculdades morais e intelectuais. O corpo deve ser o servo da mente, e não a mente a serva do corpo.” Patriarcas e Profetas, p. 562

Nos Regulamentos Eclesiástico-Administrativos da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia de 2007/2008, página 293, lemos o seguinte: “É desaconselhado o uso do café, chá e outras bebidas que contêm cafeína e qualquer substância prejudicial.” Também, no Concílio Anual, no outono de 2007, a administração da igreja confirmou que “Os ministérios adventistas de cuidado da saúde devem promover apenas as práticas baseadas na Bíblia ou no Espírito de Profecia, ou métodos de prevenção de doenças, tratamentos e manutenção da saúde baseados em evidências” (Ibid., p. 297).

Uma declaração do presidente da Bolívia, Evo Morales, colocou a sociedade em choque por revelar que uma das bebidas mais consumidas do planeta pode fazer uso de uma planta proibida pela comunidade internacional. Evo Morales em entrevista a BBC de Londres revelou que os EUA são o principal comprador de 99% das folhas de coca comercializadas legalmente na Bolívia.

“Segundo dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, existem hoje três empresas no país autorizadas a importar folhas de coca; uma delas, Stepan Chemical, é responsável desde 1903 pela fabricação, para a Coca-Cola, de um aromatizante incluído na fórmula do refrigerante”. “Esta demanda americana pelas folhas de coca é alimentada pelo uso da planta como base para a fabricação de um aromatizante utilizado na preparação da Coca-Cola.

Se houver a possibilidade de estar na composição básica do refrigerante, os efeitos da substância cocaína, seriam a dependência da bebida, onde o consumidor seria levado a sempre dar preferência pela marca, haveria também um estado de revitalização energética, agitação e euforia. Como a possibilidade da composição pode ser baixa, estes efeitos seriam brandos no consumidor. Além da composição do xarope incluir o subproduto das folhas de coca, o refrigerante também possui a cafeína; uma porção de 200 ml (copo) de Coca-Cola, por exemplo, contém 19 miligramas (mg)de cafeína. Além disso, o refrigerante também leva entre 10 a 12 % de açúcar. Isso equivale a 240 gramas de açúcar na tradicional garrafa de 2 litros.

Confira os efeitos colaterais da Coca-Cola em seu organismo após beber um copo de 500ml:

10 minutos – Uma quantidade parecida com 10 colheres de chá de açúcar golpeiam seu organismo (100% da recomendação diária). Com essa quantidade de açúcar, você só não vomita imediatamente porque o ácido fosfórico quebra o enorme sabor de açúcar, permitindo que a Coca não fique tão doce.

20 minutos – O açúcar do seu sangue aumenta, causando uma explosão de insulina. Seu fígado responde transformando todo o açúcar em gordura (que nesse momento é abundante).

40 minutos – A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, sua pressão aumenta e, como resposta, seu fígado joga mais açúcar em sua corrente sanguínea. Os receptores de adenosina no seu cérebro são bloqueados, evitando que você fique entorpecido.

45 minutos – Seu corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do seu cérebro. Fisicamente, é exatamente isso que acontece se você tomar uma dose de heroína.

60 minutos – O ácido fosfórico prende o cálcio, o magnésio e zinco no seu intestino grosso, provocando um aumento no metabolismo. Essa junção é composta por altas doses de açúcar e adoçantes artificiais. Isso também faz você eliminar cálcio pela urina.

65 minutos – A propriedade diurética da cafeína começa a agir, e faz você ter vontade de ir ao banheiro. Agora é certo que você ira defecar a junção de cálcio, magnésio e zinco; que deveriam ir para seus ossos, assim como o sódio e a água.

70 minutos – O entusiasmo que você sentia, passa. Você começa a sentir falta de açúcar, que faz você ficar meio irritado e ou com preguiça. Essa hora você já urinou toda a água da Coca, mas não sem antes levar junto alguns nutrientes que seu corpo iria usar para hidratar o organismo e fortalecer ossos e dentes.

Mais um detalhe: A Coca Light e agora a Zero tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da combinação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.

O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é 2,8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias. Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e o maior contribuinte para o aumento da osteoporose.

Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de osteoporose em crianças a partir e 10 anos (pré-adolescentes). Resultado: Excesso de Coca-Cola, por falta de orientação dos pais.

Para transportar o xarope de Coca-Cola, os caminhões comerciais são identificados com a placa de Material Perigoso que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos.
Os distribuidores de Coca-Cola têm usado a coca para limpar os motores de seus caminhões há pelo menos 20 anos.

Fontes Bibliográficas:

BBC BRASIL.COM e BBC de LONDRES
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/01/060111_cocaleiroscocacolarw.shtml

PORTAL TERRA
http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI228538-EI1502,00-Efeitos+fisicos+e+emocionais+do+refrigerante.html

DIÁRIO DA SAÚDE
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=refrigerantes-cola-causam-superdimensionamento-muscular&id=4161

LIVRO PATRIARCAS E PROFETAS ELLEN G. WHITE pg. 562

Regulamentos Eclesiástico-Administrativos da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia de 2007/2008

LÁCTEA BRASIL
http://www.lacteabrasil.org.br/pagina.asp?idS=21&idN=328

EMEDIX PORTAL DE SÁUDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS
http://emedix.uol.com.br/not/not2000/00ago14nut-jhmi-cic-cafeina.php

Por: Emerson Nolasco

FONTE: advir.com

Leia mais sobre refrigerantes Coca-Cola aqui, aqui e aqui.

Escravos da imagem

Para a convivência social, temos que ter certo cuidado com o que falamos, com a maneira como nos portamos; nossos gestos e ações falam sobre nós. Tempos atrás, fiz um programa exatamente sobre este assunto. Na ocasião, conversei com a psicóloga Isla Gonçalves, uma especialista no tema. Recordo que apresentamos várias dicas sobre como devemos nos portar para nos relacionarmos bem, sermos bem vistos por familiares, amigos e, obviamente, no mundo dos negócios.

Hoje, há cursos específicos que ensinam a ter postura. Não se trata simplesmente de etiqueta. A ideia é treinar as pessoas a fim de se tornarem seres relacionais, capazes de se adequarem aos diferentes ambientes. Se o problema está na incapacidade de convivência com a mulher, namorada etc, manda o sujeito para a terapia ou para um curso de noivos/casais. Não sabe trabalhar em equipe? Capacitação nele! Passa imagem de arrogante, prepotente ou egoísta? Treinamento resolve. Na verdade, com a orientação adequada, qualquer pessoa consegue melhorar bastante sua imagem e garantir o sucesso desejado – seja na vida pessoal, amorosa ou profissional.

Todos nós carecemos de máscaras. Elas escondem nossas fragilidades, silencia nossos impulsos irracionais. Não há quem as dispense completamente. São fundamentais. Precisamos para “engolir alguns sapos”, preservar amizades, não agredir aqueles que amamos, evitar mágoas… Sem maquiarmos nossa verdadeira face, a convivência social se tornaria impossível. Afinal, as pessoas que mais rejeitamos são justamente aquelas que se dizem as mais “verdadeiras”.

Quem costuma dizer “eu não levo desaforo pra casa”, geralmente se torna irritante e a evitamos. Ninguém gosta de ser agredido. Ninguém se sente bem ao lado de quem fala demais e não mede as palavras. O trato com o que vamos dizer e com a maneira com que falamos é um princípio fundamental para o estabelecimento e manutenção dos relacionamentos. Trata-se, portanto, de uma máscara que usamos. Se não nos preocupássemos com o outro ou com o que vão pensar de nós, agiríamos da mesma forma? Talvez não.

Queremos causar uma boa impressão. É natural. Afinal, buscamos no outro nossa afirmação e identidade. Muito daquilo que acreditamos que somos é referenciado pelo que falam de nós. Poucos podem dizer “não ligo para o que pensam de mim”. Talvez até relevamos a opinião que alguns têm a nosso respeito, mas, por outro lado, não dá para negar que vamos considerar a imagem que construímos – ainda que em apenas certos meios ou diante de algumas pessoas.

Nada disso é ruim. Faz parte de nossa vida. É necessário. Somos frutos do meio. Não estamos sozinhos no mundo. Entretanto, muitas vezes nos tornamos reféns de nossa imagem. Quando isso acontece, temos um problema. Perdemos a identidade. Deixamos de ser o que somos para viver como querem que vivamos. Pode até parecer interessante durante algum tempo, pois é desejável a aprovação do outro. Mas aos poucos a infelicidade bate à porta e o que era bonito se torna feio, o que era claro fica escuro, a vida fica amarga e os dias passam a ser uma grande mentira.

Não há uma receita para escapar do risco de se tornar escravo de sua própria imagem. Contudo, uma dica pode ajudar: conhecer-se. Quem se conhece, percebe o que dá prazer, o que causa satisfação e é capaz de avaliar até que ponto as máscaras são necessárias. Elas podem até nos ajudar a viver melhor, mas não podemos permitir que ocultem quem verdadeiramente somos, silenciando nossos sonhos, desejos, escondendo nosso caráter e personalidade.

Por: Ronaldo Nezo

FONTE: Fato Pensado

Robert Boyle, o cientista cristão à frente de seu tempo

Avanços científicos como os submarinos, os aviões, a luz elétrica, a modificação genética e os transplantes de órgãos foram previstos há mais de três séculos pelo químico britânico Robert Boyle, quando eram apenas previsões impossíveis de conceber como factíveis naquele momento. Boyle escreveu em 1660 uma “lista de desejos” na qual refletiu sobre 24 grandes avanços para a humanidade que ocorreriam no futuro. Essa lista agora estará à disposição do público pela primeira vez na história a partir desta segunda-feira, 7, na Royal Society de Londres, em uma exposição que lembra o 350º aniversário da instituição, que teve como membros honoráveis personalidades como Charles Darwin e Isaac Newton.

O extraordinário das revelações de Boyle é que elas foram feitas em uma época dominada pela magia e pelas superstições religiosas. Contrariando a tudo e a todos, naquele período filósofos, advogados, médicos e escritores se propuseram a buscar explicações científicas para o que ocorria no mundo.

No topo da lista de Boyle, estava o “prolongamento da vida”, ou seja, os avanços médicos que estenderam a expectativa de vida, seguida da “recuperação da juventude”, o que se tornou possível por meio da cirurgia plástica, do botox, dos dentes postiços, dos cremes antirrugas e das tinturas para o cabelo.

O químico também predisse a possibilidade de o homem se “igualar aos peixes” - conquista alcançada graças às equipes que desenvolveram os submarinos -, além do invento de navios que pudessem navegar contra o vento e dos telescópios (“óculos parabólicos”, como os chamou).

Em sua lista, somente três “desejos” ficaram pendentes: a cura de ferimentos a distância, como fazem os personagens de “Jornada nas Estrelas”; a transmutação de todos os metais, algo que é possível somente com alguns, mas não com o ouro, por exemplo; e a invenção de um dissolvente universal.

Jonatham Ashmore, membro da Royal Society, assinalou que alguns dos prognósticos de Boyle, como a cura de doenças por transplante, os calmantes para a dor e os soníferos são os pilares da medicina contemporânea. “Esse documento assombroso nos abre uma janela ao entendimento de uma das mentes mais extraordinárias do século XVII”, destacou.

Boyle, conhecido pela famosa Lei de Boyle (sobre o comportamento dos gases) e batizado por isso como “o pai da química”, pertence à geração de filósofos naturalistas anteriores a Christopher Wren e Robert Hooke, que buscaram explicações aos fenômenos da natureza por meio da experiência.

Além da “lista de desejos” de Boyle, a exposição da Royal Society inclui outro fascinante documento: o manuscrito original de Isaac Newton “Princípios matemáticos da história natural” (1685), onde constam as fórmulas matemáticas que dominam as leis do universo e onde também se podem ver anotações, rabiscos e desenhos do próprio autor.

Outros documentos que representam um marco na história da ciência e que serão exibidos em Londres são um exemplar de A Origem das Espécies, de Charles Darwin, germe da teoria da evolução, e o primeiro tratado científico publicado pela Royal Society, no qual estão recompilados os conhecimentos obtidos pela instituição nos três primeiros anos de sua fundação, em 1660.

Será possível ainda contemplar um telescópio desenhado pelo próprio Newton, em 1671 (uma segunda versão melhorada do instrumento fabricado por ele três anos antes), a bomba de ar com a qual Boyle estudou o comportamento dos gases e o certificado da incorporação de Darwin como membro da instituição, em 1839.

(Estadão.com.br)

Nota: Leia de novo o parágrafo em itálico, acima, e leve em conta que Boyle, como outros precursores da ciência moderna, era cristão. Será que, como ocorreu com o estudioso da Bíblia Isaac Newton, Boyle “viu mais longe” por não colocar diante de si barreiras epistêmicas e tapa-olhos naturalistas? Creio que sim.[MB]

FONTE: Criacionismo.com.br

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Fifa proíbe expressão religiosa na Copa

A Associação de Pastores Evangélicos do Paraguai (Apep) expressou hoje sua desaprovação quanto às normas vigentes na Fifa sobre as proibições de manifestações religiosas e que também serão válidas na Copa do Mundo da África do Sul. A Apep, que reúne quase 1.800 pastores evangélicos cristãos, informou em comunicado sobre sua postura "após receber correspondências e ligações telefônicas de diferentes países nas quais expressam a preocupação pela suposta proibição de orar durante o Mundial da África do Sul". O documento menciona que "tal proibição é atribuída ao presidente da Fifa, Joseph Blatter", que, segundo o texto, "teria manifestado que a oração incentiva a violência".

A Apep sustenta "que a oração nunca foi motivo para incentivar a violência" e que a mesma "incentiva a amizade, a fraternidade, a unidade, a tolerância e a paz".

"Também recebemos a denúncia de que a Fifa proibiria, por exemplo, que um jogador mostre uma camisa com alguma inscrição relacionada a sua fé", diz outro parágrafo do comunicado. "Isso também é inadmissível, porque atenta contra a liberdade religiosa e a liberdade de consciência, direitos consagrados em todas as Constituições Nacionais dos cinco continentes", afirma a Apep.

Finalmente, os pastores evangélicos paraguaios, cujo país participará pela quarta vez consecutiva de um Mundial, solicitaram "encarecidamente às autoridades da Fifa, no caso que as denúncias que fazemos sejam verídicas, que deixem sem efeito as supostas proibições da oração e expressão de fé durante" a competição.

(Yahoo)

Nota: A Fifa deveria também proibir seleções de fazer propaganda de bebida alcoólica.[MB]

FONTE: criacionismo

terça-feira, 8 de junho de 2010

Artistas “pré-históricos”

Um antigo desenho indígena de dois pássaros extintos há 40 mil anos [segundo a cronologia evolucionista] pode ser um dos mais antigos do mundo, afirmam cientistas australianos. Arqueólogos acreditam que a pintura rupestre descoberta em um remoto planalto no Território do Norte, na Austrália, pode ter 40 mil anos de idade. A pintura mostra dois pássaros gigantes que parecem um genyornis, um tipo de ave não voadora que habitou a Austrália e que, se acredita, teria sido extinta com o aparecimento do homem. Se o desenho tiver sido produzido quando esta fauna ainda existia, como alguns especialistas acreditam, ele seria um dos desenhos rupestres mais antigos já encontrados.

Em tinta de cor ocre, a pintura foi descoberta sob uma prateleira de pedra sabão em Arnhem Land, ao leste de Darwin, onde a tradição artística indígena começou há milhares de anos.

A recente descoberta foi examinada pelo arqueólogo Ben Gunn, que afirma que, se a idade de 40 mil anos for confirmada, será um fato monumental. “Se for confirmada ela terá pelo menos o dobro da idade de qualquer outra pintura rupestre cuja idade já tentou se identificar na Austrália”, disse ele. “Então, o grau de sobrevivência dessa pintura seria enorme se comparada à maioria das obras de arte indígenas já classificadas.”

O remoto local será escavado cuidadosamente e testado para que os cientistas tentem estabelecer a idade da pintura. Ainda há dúvidas, entre especialistas, se a pintura sobreviveria tanto tempo nas duras condições tropicais do norte da Austrália. Os arqueólogos, no entanto, se sentem energizados pela descoberta, afirma o correspondente da BBC em Sydney, Phil Mercer.

Eles acreditam que possa haver centenas de milhares de pinturas rupestres aborígenes ainda espalhadas e não descobertas pela Austrália.

(BBC Brasil)

Nota: A idade de 40 mil anos atribuída à pintura é associada à suposta época da extinção dos pássaros gigantes. Os pesquisadores terão que resolver alguns problemas, se essa idade for confirmada: Como homens tão “primitivos” possuíam capacidade artística tão aprimorada? (Aliás, isso é comum em pinturas rupestres, que revelam técnicas apuradas impressionantes.) Como homens tão “primitivos” puderam fabricar pigmentos e fixadores tão fortes a ponto de ser preservados ao longo de tantos milênios? Homens e animais gigantes conviveram na mesma época?[MB]

sábado, 5 de junho de 2010

Darwin e design inteligente


Frequentemente lemos que Darwin, de uma vez por todas, eliminou a ideia de design em biologia. Será? Nada mais falso. E o pior de tudo, sua estrutura teórica, na verdade, ajuda a estabelecer a teoria do Design Inteligente. Vejamos como o raciocínio de Darwin ajuda o design inteligente a ser uma ideia científica válida:

1. Darwin usou exemplos de inteligência para argumentar a favor do poder da seleção natural. Ele argumentou que a seleção artificial (cruzamento realizado por humanos inteligentes) era uma evidência a favor da seleção natural. Talvez não intencionalmente, mas em erro, Darwin usou causas inteligentes como evidência a favor de sua teoria.

2. Darwin não sabia como a variação ou mudança ocorria nas coisas vivas. Ele também não sabia o que causava a hereditariedade, isto é, Darwin não sabia como essas mudanças eram passadas adiante. Ele não podia explicar como funcionava a variação ou a herança, e mesmo assim sua ideia de seleção natural convenceu muitos cientistas do seu tempo. Isso se deu porque Darwin estava argumentando a partir do efeito para a causa (diferenças visíveis entre as formas de vida para a seleção natural). Darwin não estava argumentando que o modo como as mudanças ocorrem (um mecanismo de mudança na vida) nos levaria a concluir que a seleção natural qua mecanismo para a origem das espécies fosse verdade. Os teóricos do DI também raciocinam de modo semelhante. Sob sua forma atual, a TDI também não tem uma explicação de como um designer possa ter causado os códigos simbólicos da vida, a informação funcional, e as máquinas biológicas sofisticadas. Como Darwin, os teóricos do DI também raciocinam a partir do efeito para a causa (a partir de códigos simbólicos e máquinas biológicas de alta tecnologia para a inteligência).

3. Darwin usou o raciocínio de "vera causa". A expressão "vera causa" significa que uma ideia científica deve ser invocada sobre "as causas agora em operação" (Charles Lyell) e "não admitir mais causas de coisas naturais do que as que tanto são verdadeiras e suficientes para explicar suas origens (Isaac Newton). Como Darwin, a TDI usa também o raciocínio de "vera causa". A única "causa agora em operação” de códigos e máquinas de alta tecnologia que conhecemos é a inteligência. Isso é um fato simples de ser entendido. Sem evidência confirmada de outras origens dos códigos da vida e de máquinas biológicas de alta tecnologia, a inteligência deve ser considerada como uma opção para explicá-las. Se fosse estritamente aplicado, o raciocínio de "vera causa" iria quase que totalmente desconsiderar o caso a favor da evolução cega e aleatória como sendo a causa dos códigos da vida e das máquinas biológicas sofisticadas.

Considerando esses três modos nos quais Darwin raciocinou, o design inteligente deveria, pelo menos, ser admitido como opção em biologia, e talvez a opção preferida pelas atuais evidências encontradas na natureza.

Lembre-se, todas as vezes que alguém afirmar que Darwin eliminou de vez a ideia de design em biologia, diga que o que ele fez, na verdade, foi fortalecer essa ideia. E, além disso, todas as críticas feitas contra a TDI são críticas à teoria da evolução de Darwin.

Darwin, bambino, onde foi que eu errei?

FONTE: (Desafiando a Nomenklatura Científica)

Há menos espécies do que se imaginava

Segundo matéria publicada no site Science Daily, novos cálculos revelam que o número de espécies na Terra provavelmente seja de alguns milhões em vez de dezenas de milhões. Os resultados, a partir de estudo da Universidade de Melbourne, baseia-se num novo método de estimativa de espécies de insetos tropicais – o maior e um dos grupos mais difíceis de se estudar no planeta – com implicações significativas para os esforços de conservação. O principal autor do estudo, Dr. Andrew Hamilton, disse que “nossa compreensão do número de espécies tem sido dificultada por um grupo de organismos artrópodes tropicais, que inclui insetos, aranhas, ácaros e organismos similares. Estimativas para esse grupo variavam de alguns milhões até 100 milhões”. O estudo será publicado na revista The American Naturalist.

Ao ler essa matéria, me lembrei de uma pergunta frequentemente feita aos criacionistas: Como representantes de todas as espécies de seres vivos caberiam na arca de Noé? Mesmo com essa revisão para baixo no número de espécies do planeta, parece que ainda é muito bicho. Mas é bom lembrar que a imensa maioria das espécies é composta por insetos. Descontando as bactérias e os animais aquáticos (que obviamente não precisaram entrar na arca), sobrariam as espécies de maior porte originalmente criadas por Deus. Como assim? Bem, criacionistas aceitam a microevolução, ou diversificação de baixo nível. Novas espécies podem ter se originado ao longo dos milênios, após o dilúvio, no ambiente diversificado que surgiu após a catástrofe e que exigiu características biológicas diferenciadas para possibilitar a sobrevivência dos seres vivos. O isolamento geográfico, em alguns casos, promoveu ainda maior diversificação.

É bom lembrar, também, que o termo “espécie”, em Gênesis, não equivale ao mesmo termo usado na taxonomia moderna. O mais correto seria traduzir a palavra hebraica por “tipo básico”.

Li, certa vez, que, segundo estimativas, o tamanho médio dos animais que entraram na arca seria o de uma ovelha. Levando-se em conta que Noé pode ter levado filhotes dos animais de grande porte e que muitos animais hibernam em certas condições (e que o número de espécies de então pode não ter sido tão grande quanto o atual), vejo como bem plausível a história do salvamento dos animais terrestres na arca, segundo narrado em Gênesis.[MB]

FONTE: criacionismo.com.br

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Futuro da química

Por Fabio Reynol, de Águas de Lindóia

Agência FAPESP – Como desenvolver a química de maneira sustentável para o Brasil e para o mundo? A questão esteve no centro das discussões da 33ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), realizada de 28 a 31 de maio em Águas de Lindoia (SP) e que teve participação da FAPESP como expositora.

“A química sustentável é o principal desafio atual, especialmente no ensino superior, mas a criação da cultura da sustentabilidade vai além dos currículos. Antes dos químicos, precisamos formar cidadãos”, disse César Zucco, novo presidente da SBQ, à Agência FAPESP.

Pesquisadores presentes na Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química destacam os desafios que o desenvolvimento sustentável impõe ao setor (foto: SBQ)

Zucco, que é professor na Universidade Fedederal de Santa Catarina (UFSC), admite, no entanto, que muitos formadores atuais na área não se preocupam com a sustentabilidade, uma questão que, para ele, não pode ser ignorada, “especialmente na química, por ser uma disciplina que permeia muitas outras áreas do conhecimento”.

“Estamos muito atrasados nesse aspecto, precisaríamos ter inserido os problemas de sustentabilidade há muito tempo no interior da universidade”, disse.

A fim de mudar esse quadro, a SBQ prepara diversas ações de divulgação, entre elas algumas relacionadas ao Ano Internacional da Sustentabilidade, declarado pela Organização das Nações Unidas para 2011.

Para Zucco, será uma oportunidade para levar a química aos profissionais da área, às escolas e ao cidadão comum. “Começaremos nos fóruns dos estudantes de graduação e de pós-graduação no fim de 2010”, disse.

O presidente da SBQ considera os fóruns espaços privilegiados para que estudantes e coordenadores dos cursos repensem currículos, culturas e modos de atuação envolvidos no ensino de química.

O tema da sustentabilidade permeou a reunião da sociedade, como na conferência “Química ambiental: entre o futuro desejável e o possível”, de Arnaldo Alves Cardoso, professor do Instituto de Química de Araraquara da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

“Desde 1980, o mundo excedeu sua capacidade regenerativa. Estamos tirando mais do que o planeta tem condições de oferecer”, disse Cardoso, referindo-se ao elevado aumento nos padrões de consumo em todo o mundo.

O enriquecimento das populações aumenta o consumo de alimentos, entre os quais a carne bovina. Segundo Cardoso, para cada quilo produzido desse tipo de carne produzido são gastos 7 quilos de grãos. Além disso, as criações bovinas ocupam um espaço 50 vezes maior do que o necessário para a produção de grãos.

“E quando uma pessoa melhora seu padrão de consumo, ela diminui o consumo de frango e aumenta o de carne bovina, por exemplo”, disse o professor da Unesp, para quem a química pode ajudar em vários aspectos a sustentabilidade.

O desenvolvimento de fertilizantes inteligentes que só liberam nitrogênio sob demanda da planta, a elaboração de processos de tratamento de esgoto mais eficientes, a descoberta de fontes de energia que não envolvam combustão, a redução de emissões de compostos orgânicos voláteis e a revisão do ensino da química são algumas constribuições importantes dos químicos, segundo Cardoso.

Novos combustíveis

No simpósio “A visão da química no Brasil de 2025”, Eduardo Falabella Sousa-Aguiar, pesquisador do Centro de Pesquisas da Petrobras, no Rio de Janeiro, falou sobre as vantagens do dimetil-éter (DME) como combustível.

Derivado do petróleo, o DME é um gás não agressivo à camada de ozônio e pode ser utilizado como substituto tanto do óleo diesel como do gás liquefeito do petróleo (GLP).

Falabella explica que, por não possuir ligação entre carbonos, a queima do DME é limpa, não gerando fuligem como o diesel. Além disso, é superior ao combustível líquido em desempenho e não depende de alterações nas câmaras de combustão dos motores diesel para funcionar, mas somente nos acessórios para se adaptar ao gás.

Segundo o pesquisador, em 15 anos o DME poderá estar pronto para ser produzido em vários países por meio de processos industriais economicamente viáveis. Japão, China e Coreia do Sul têm plantas produtoras de DME em pequena escala.

No mesmo simpósio, Cláudio José de Araújo Mota, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, expôs os desafios que a química encontra na área de energia.

Segundo ele, daqui a 15 anos vários países serão capazes de produzir etanol a partir da celulose, a chamada terceira geração de biocombustível. Mota também acredita que será importante a conversão do etanol para ser usado no lugar do querosene de aviação.

“Trata-se de um combustível que deve obedecer a rigorosos padrões, como o de não congelar quando submetido às baixas temperaturas encontradas em grandes altitudes”, disse.

Para o professor da UFRJ, a captura de dióxido de carbono deverá ser um ramo promissor da química nos próximos anos. “A conversão de dióxido de carbono em polímeros, por exemplo, será valorizada. Se eu fosse começar a minha carreira na química, hoje, pensaria com carinho nesse setor”, apontou.

Nanomateriais e química verde

Henrique Toma, professor do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), falou na sessão temática sobre química verde a respeito do papel da nanotecnologia no desenvolvimento sustentável.

Segundo ele, nanomateriais inseridos na borracha de pneus ou na composição de novos materiais, por exemplo, estão reduzindo a energia gasta nos processos de produção e ainda ajudam a reduzir os descartes.

“As nanopartículas podem se acoplar a enzimas e moléculas a fim de gerar materiais com novas propriedades, fabricados por processos mais limpos e eficientes do que os atuais”, disse.

Como exemplo, Toma apresentou um nanocompósito usado como matéria-prima de autopeças, que se mostrou capaz de reduzir em 70% o peso do produto e também a energia empregada em sua fabricação.

Do mesmo modo, membranas nanométricas têm sido usadas na indústria petroquímica para aprimorar a separação de propano e propileno, um processo que, no modelo convencional, utiliza grandes torres e é muito mais dispendioso.

Uma das áreas mais recentes da química, a dos produtos extraídos da natureza, também foi destaque no encontro. Raymond Andersen, do Departamento de Química da Columbia Britânica, no Canadá, expôs seus trabalhos de coleta de extratos de esponjas marinhas encontradas no mar do Caribe e na região tropical do Pacífico, com potencial de aplicação no tratamento do diabetes.

“Cerca de 15 mil novos produtos surgiram a partir do mar”, disse o pesquisador, para quem os oceanos contêm uma valiosa biblioteca de substâncias úteis para as mais variadas áreas.

A química de produtos naturais tem crescido de maneira expressiva no Brasil, segundo levantamento feito por Maysa Furlan, professora do Instituto de Química da Unesp, que identificou 125 grupos de pesquisa ligados a essa área atuando em instituições brasileiras de pesquisa.

A maior parte (28) está no Estado de São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (15 grupos) e dos Estados de Minas Gerais, Paraná e Amazonas, com dez grupos de pesquisa cada um.

“A presença desses grupos no Amazonas é uma boa notícia para o país”, disse a professora, destacando a região Amazônica como uma das mais importantes fontes de substâncias naturais no mundo.

Nova diretoria da SBQ

Realizada no encerramento da reunião anual, a assembleia geral da Sociedade Brasileira de Química marcou a posse da nova diretoria da entidade, referente à gestão 2010-2012.

Zucco, o novo presidente, é licenciado em química pela Fundação Universidade Regional de Blumenau, mestre em físico-química pela UFSC, doutor em química orgânica pela Universidade de Glasgow (Escócia) e pós-doutor nessa mesma área pela Universidade da Califórnia em Santa Barbara, Estados Unidos. Também é diretor de Pesquisa Científica e Tecnológica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Vitor Francisco Ferreira, professor da Universidade Federal Fluminense, é o novo vice-presidente da SBQ. Para o cargo de secretário geral foi eleito Adriano Defini Andricopulo, professor do Instituto de Física de São Carlos da USP.

Hugo Tubal Schmitz Braibant (Universidade Federal de Santa Maria) ocupará o cargo de primeiro secretário, ao lado de Cláudia Moraes de Rezende (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ), como tesoureira, e Marília Oliveira Goulart (Universidade Federal de Alagoas), como primeira tesoureira.

Membros do conselho consultivo eleitos: Luiz Henrique Catalani (USP), Fernando Galembeck (Universidade Estadual de Campinas), Vanderlan da Silva Bolzani (Unesp), Jailson de Andrade (Universidade Federal da Bahia), Eliezer de Lacerda Barreiro (UFRJ), Norberto Peporine Lopes (USP), Heloisa de Oliveira Beraldo (Universidade Federal de Minas Gerais), Hans Viertler (USP), Adley Forti Rubira (Universidade Estadual de Maringá), Raimundo Braz Filho (Universidade Estadual do Norte Fluminense), Alfredo Mayal Simas (Universidade Federal de Pernambuco) e Oswaldo Antonio Serra (USP).

Mais informações: www.sbq.org.br

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NOTA DESTE BLOGGER:

Quer saber mais sobre a vida? Pergunte a um químico. Ele sabe muito mais sobre isso do que um biólogo.


Consumo de carne e desmatamento

“Qual a origem da carne que eu consumo? Desmata a Amazônia?" Essas são algumas indagações da campanha "Carne Legal", que o Ministério Público Federal (MPF) lançou nesta terça-feira (1º) para estimular o consumo consciente de produtos bovinos. O trabalho tem o apoio do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e da ONG Repórter Brasil, organização que trabalha para a erradicação do trabalho escravo. Veiculada em todo Brasil, a campanha é um alerta sobre as ilegalidades presentes na cadeia da pecuária e também sobre a necessidade de os consumidores cobrarem informações a respeito da origem da carne que compram nos supermercados. O objetivo é provocar a reflexão e impulsionar supermercados, frigoríficos e pecuaristas, assim como instituições do governo, para que a informação sobre a origem da carne esteja disponível para todos no momento da venda. Até agora, apesar dos avanços obtidos, essa informação é encontrada apenas em alguns pontos de comercialização.

Além das peças gráficas, foram produzidos três filmetes de 30 segundos para veiculação na televisão e três spots para rádio, nos quais é evidenciada a relação entre carne, fazendas ilegais, desmatamento, trabalho escravo e lavagem de dinheiro.

(UOL)

Nota: Qual a origem da carne (todas elas)? Simples: a morte de um animal. Será que nosso paladar é tão importante assim?[MB]

FONTE: Criacionismo.com.br


Leia Também: A carne como alimento

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