segunda-feira, 14 de junho de 2010

A ciência permite ver para além do óbvio


"É assim que os cientistas veem o mundo."

*Clique na imagem para visualizar a figura no tamanho maior.

NOTA: Para além do belo acessível a todos, a ciência permite aceder a outras maravilhas ocultas.

FONTE: Átomo e meio

sábado, 12 de junho de 2010

A química do amor e o seu Criador!

Violência, miséria, injustiças. O que torna a vida tão bonita, tão desejada apesar disso tudo? Não há a menor dúvida: é o amor... Pela lente do amor as pessoas enxergam um mundo mais florido, repleto de possibilidades de dar certo. O amor é plenitude, é êxtase. Quando uma pessoa está amando ela se torna mais gentil, alegre, adquire um ar sonhador e vive rindo à toa. O problema é que se o amor não for bem administrado, ele pode levar a pessoa a atitudes "quase" ridículas. É justamente isso que tem feito muita gente resistir aos seus encantos. Há até os que desprezam totalmente (provavelmente por medo de se expor). Acham tudo muito embaraçoso e indesejável.

Afinal, uma pessoa que se dá o respeito não pode viver pelos cantos suspirando por alguém que a faz gaguejar e ficar rubro quando está por perto. Isso sem contar os outros sintomas: mãos suando, coração palpitando, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"). Muito constrangedor!... Afinal o amor não tem nada a ver com Química, certo? Errado! O AMOR É QUÍMICA! E a tão falada “QUÍMICA DO AMOR” pelos jovens tem também relação com a química dos laboratórios e das salas de aula? Sim! Vamos entender de maneira simples a relação da química com o sentimento amor. Os hormônios sexuais são agentes químicos liberados pelos órgãos masculinos e femininos, em conjunto com a supra-renal, e que são encaminhados ao nosso cérebro onde são recebidos por agentes específicos para influir na capacidade de reprodução e o impulso sexual. Há uma relação importante entre a química, a atração e o desejo sexual. Algumas substâncias químicas (hormônios e neurotransmissores) são produzidas por nosso corpo em resposta os nossos próprios impulsos internos e estímulos ambientais. Os neurotransmissores são substâncias que interligam os neurônios cerebrais e cumprem uma função indispensável na ativação do impulso sexual.

Todos os sintomas são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Achou que são muitos nomes? Mas sem eles você não se apaixonaria.

A ação de algumas delas é muito semelhante à ação dos narcóticos, o que explica de certa forma a oscilação entre sentimentos contraditórios como euforia e depressão, característica comum a drogados e apaixonados. A ciência ainda não sabe explicar o que desencadeia o processo químico da paixão.

Como acontece com toda anfetamina, porém, com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência. Passa a necessitar de doses cada vez maiores para provocar o mesmo frenesí do início. Após três ou quatro anos o delírio que você sentia já se esvaeceu por completo. Neste estágio bye, bye...

Se suportarem a falta de emoções intensas e decidirem continuar juntos, o cérebro passará a aumentar gradualmente a produção de endorfinas. As endorfinas atuam como calmante, são analgésicos naturais e proporcionam sentimentos de segurança, paz e tranquilidade. Quem diria, hein? A diferença entre uma paixão torrencial e um amor maduro é simplesmente uma questão de liberar a substância certa! Vale à pena ressaltar que a oxitocina desempenha um papel importante em nossa vida amorosa. Trata-se de um hormônio produzido na hipófise (uma glândula situada no cérebro) cujas funções principais são: sensibilizar os nervos e simular contrações musculares (a secreção de oxitocina é o que leva ao clímax no ato sexual). Além disso, esse hormônio estimula as contrações uterinas da mulher durante parto, leva a liberação de leite e parece que induz as mães a acariciarem e cheirarem seus bebês.

Fonte: Adaptado do livro: Química Integral - Martha Reis - Editora FTP - 1993 - pág. 379-380

Nota deste blog: Agora você já sabe que a química é o 'responsável' por todas estas contribuições afetivas. E mais um detalhe, sabes e tem conhecimento também de que ao amar uma pessoa você, consequentemente, estará conhecendo mais o seu Criador? Isto é verdadeiro e é real, pois “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (I João 4:8). Acredite nisso, este sentimento pode acontecer com você! [Firmo Neto]

terça-feira, 8 de junho de 2010

Artistas “pré-históricos”

Um antigo desenho indígena de dois pássaros extintos há 40 mil anos [segundo a cronologia evolucionista] pode ser um dos mais antigos do mundo, afirmam cientistas australianos. Arqueólogos acreditam que a pintura rupestre descoberta em um remoto planalto no Território do Norte, na Austrália, pode ter 40 mil anos de idade. A pintura mostra dois pássaros gigantes que parecem um genyornis, um tipo de ave não voadora que habitou a Austrália e que, se acredita, teria sido extinta com o aparecimento do homem. Se o desenho tiver sido produzido quando esta fauna ainda existia, como alguns especialistas acreditam, ele seria um dos desenhos rupestres mais antigos já encontrados.

Em tinta de cor ocre, a pintura foi descoberta sob uma prateleira de pedra sabão em Arnhem Land, ao leste de Darwin, onde a tradição artística indígena começou há milhares de anos.

A recente descoberta foi examinada pelo arqueólogo Ben Gunn, que afirma que, se a idade de 40 mil anos for confirmada, será um fato monumental. “Se for confirmada ela terá pelo menos o dobro da idade de qualquer outra pintura rupestre cuja idade já tentou se identificar na Austrália”, disse ele. “Então, o grau de sobrevivência dessa pintura seria enorme se comparada à maioria das obras de arte indígenas já classificadas.”

O remoto local será escavado cuidadosamente e testado para que os cientistas tentem estabelecer a idade da pintura. Ainda há dúvidas, entre especialistas, se a pintura sobreviveria tanto tempo nas duras condições tropicais do norte da Austrália. Os arqueólogos, no entanto, se sentem energizados pela descoberta, afirma o correspondente da BBC em Sydney, Phil Mercer.

Eles acreditam que possa haver centenas de milhares de pinturas rupestres aborígenes ainda espalhadas e não descobertas pela Austrália.

(BBC Brasil)

Nota: A idade de 40 mil anos atribuída à pintura é associada à suposta época da extinção dos pássaros gigantes. Os pesquisadores terão que resolver alguns problemas, se essa idade for confirmada: Como homens tão “primitivos” possuíam capacidade artística tão aprimorada? (Aliás, isso é comum em pinturas rupestres, que revelam técnicas apuradas impressionantes.) Como homens tão “primitivos” puderam fabricar pigmentos e fixadores tão fortes a ponto de ser preservados ao longo de tantos milênios? Homens e animais gigantes conviveram na mesma época?[MB]

sábado, 5 de junho de 2010

Darwin e design inteligente


Frequentemente lemos que Darwin, de uma vez por todas, eliminou a ideia de design em biologia. Será? Nada mais falso. E o pior de tudo, sua estrutura teórica, na verdade, ajuda a estabelecer a teoria do Design Inteligente. Vejamos como o raciocínio de Darwin ajuda o design inteligente a ser uma ideia científica válida:

1. Darwin usou exemplos de inteligência para argumentar a favor do poder da seleção natural. Ele argumentou que a seleção artificial (cruzamento realizado por humanos inteligentes) era uma evidência a favor da seleção natural. Talvez não intencionalmente, mas em erro, Darwin usou causas inteligentes como evidência a favor de sua teoria.

2. Darwin não sabia como a variação ou mudança ocorria nas coisas vivas. Ele também não sabia o que causava a hereditariedade, isto é, Darwin não sabia como essas mudanças eram passadas adiante. Ele não podia explicar como funcionava a variação ou a herança, e mesmo assim sua ideia de seleção natural convenceu muitos cientistas do seu tempo. Isso se deu porque Darwin estava argumentando a partir do efeito para a causa (diferenças visíveis entre as formas de vida para a seleção natural). Darwin não estava argumentando que o modo como as mudanças ocorrem (um mecanismo de mudança na vida) nos levaria a concluir que a seleção natural qua mecanismo para a origem das espécies fosse verdade. Os teóricos do DI também raciocinam de modo semelhante. Sob sua forma atual, a TDI também não tem uma explicação de como um designer possa ter causado os códigos simbólicos da vida, a informação funcional, e as máquinas biológicas sofisticadas. Como Darwin, os teóricos do DI também raciocinam a partir do efeito para a causa (a partir de códigos simbólicos e máquinas biológicas de alta tecnologia para a inteligência).

3. Darwin usou o raciocínio de "vera causa". A expressão "vera causa" significa que uma ideia científica deve ser invocada sobre "as causas agora em operação" (Charles Lyell) e "não admitir mais causas de coisas naturais do que as que tanto são verdadeiras e suficientes para explicar suas origens (Isaac Newton). Como Darwin, a TDI usa também o raciocínio de "vera causa". A única "causa agora em operação” de códigos e máquinas de alta tecnologia que conhecemos é a inteligência. Isso é um fato simples de ser entendido. Sem evidência confirmada de outras origens dos códigos da vida e de máquinas biológicas de alta tecnologia, a inteligência deve ser considerada como uma opção para explicá-las. Se fosse estritamente aplicado, o raciocínio de "vera causa" iria quase que totalmente desconsiderar o caso a favor da evolução cega e aleatória como sendo a causa dos códigos da vida e das máquinas biológicas sofisticadas.

Considerando esses três modos nos quais Darwin raciocinou, o design inteligente deveria, pelo menos, ser admitido como opção em biologia, e talvez a opção preferida pelas atuais evidências encontradas na natureza.

Lembre-se, todas as vezes que alguém afirmar que Darwin eliminou de vez a ideia de design em biologia, diga que o que ele fez, na verdade, foi fortalecer essa ideia. E, além disso, todas as críticas feitas contra a TDI são críticas à teoria da evolução de Darwin.

Darwin, bambino, onde foi que eu errei?

FONTE: (Desafiando a Nomenklatura Científica)

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails