domingo, 30 de maio de 2010

Educação, ciência e... Deus

Um dos artigos que a revista IstoÉ [publicou dias atrás] (confira meus comentários aqui), intitulado “Deus chega às aulas de biologia”, assinado por Hélio Gomes, pretende ativar uma polêmica educacional, opondo ciência e religião. Talvez o título mais adequado fosse “Deus retorna à biologia”. De fato, o que se vê por parte de alguns movimentos religiosos estigmatizados como “fundamentalistas” (nem sempre o são...) é a reivindicação de uma concepção de ciência aberta à crença em Deus. Essa reivindicação não é nova. Pertence à mentalidade religiosa mais esclarecida e, em particular, ao pensamento católico no que tem de melhor, procurar congruências entre conhecimento racional e fé [na verdade, esse pensamento também pertenceu aos precursores da ciência, muitos dos quais eram protestantes devotos]. A doutrina do evolucionismo encarada como busca de uma explicação para “a origem do corpo humano em matéria viva preexistente”, segundo palavras do papa Pio 12 na encíclica Humani generis (1950), não cancela, em princípio, a convicção de que matéria e almas são criadas por Deus (heresia insuportável do ponto de vista ateu). [O dualismo alma-corpo é uma elaboração grega e não bíblica. Segundo o livro de Gênesis, Deus criou o ser humano como “alma vivente”, composto de pó da terra e fôlego de vida, e este não é um elemento independente do corpo. Quando um desses elementos falta, não existe alma vivente.]

Assim como a educação se desvirtua em mãos religiosas quando se torna instrumento de manipulação para fins escusos (pensemos nas escolas e universidades criadas pelo Opus Dei para capturar novos membros e influir nos meios de comunicação), a ciência também perde credibilidade quando se especializa em discurso combativo (e assustado) contra a religião.

No mesmo artigo da IstoÉ cita-se o biólogo inglês Richard Dawkins, militante ateu, que faz das suas convicções antirreligiosas a única conclusão possível de toda e qualquer pesquisa científica. Mas aí reside o perigo contrário ao da religião fechada às descobertas da ciência. Devemos estar atentos para não cair no fundamentalismo oposto, igualmente desumano e nocivo. Educação saudável repele fanatismos de todos os gêneros. Marcelo Gleiser, em artigo da Folha de S. Paulo (26/11/2006), fez o alerta oportuno:

“Para ele [Dawkins], a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem os preceitos do seu ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso. Dawkins prega a intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma intolerância a que se opõe.”

Pedagogicamente falando, deve-se garantir que, no contexto da educação laica, saibamos refletir (não para destruir, mas para valorar e valorizar) sobre as ideias e práticas religiosas presentes na sociedade e, por consequência, em nossas salas de aula. Seria irresponsabilidade da mídia extremar desavenças entre religião e ciência.

(Gabriel Perissé, Observatório da Imprensa)

Nota: Parabenizo ao Gabriel Perissé por ter a argúcia de perceber e a coragem de destacar (como poucos têm feito) que para alguns setores da mídia o que interessa mesmo é a polarização da discussão como sendo religião versus ciência, quando o assunto é mais complexo. Oportuna também é sua menção aos radicalismos e fundamentalismos que podem se manifestar entre teístas e naturalistas – posturas igualmente reprováveis.[MB]

FONTE: criacionismo

sábado, 29 de maio de 2010

Reunião da SBQ prepara Ano Internacional da Química

Por Fábio Reynol

Agência FAPESP – A 33ª Reunião da Sociedade Brasileira de Química (SBQ) será aberta na noite desta sexta-feira (28/5), em Águas de Lindoia (SP).

O tradicional encontro, que tem apoio da FAPESP, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), terá cobertura da Agência FAPESP.
“Vamos fazer uma abertura oficial do Ano Internacional da Química nessa reunião”, disse Vanderlan Bolzani, presidente da SBQ. O Ano Internacional da Química, em 2011, foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e organizado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac).

Em 2011 serão completados 100 anos que Marie Curie (1867-1934) ganhou o Prêmio Nobel de Química. “Por isso, é um ano importante para a química e também para as mulheres”, disse Vanderlan, que é professora titular do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e membro da coordenação do Programa Biota-FAPESP.

Pela primeira vez, a reunião da SBQ contará com a participação de um ganhador do Nobel de Química. O norte-americano Martin Chalfie, que foi laureado em 2008, abrirá oficialmente o evento e ainda participará de um bate-papo com jovens pesquisadores, no sábado (29/5) pela manhã.

O tema do encontro “Química para um futuro melhor” remete ao papel dessa área do conhecimento no desenvolvimento sustentável do planeta. “Biocombustíveis, células, medicamentos, petróleo, novos materiais, nanotecnologia, genética e várias outras áreas dependem da química para se desenvolver”, disse a pesquisadora.

A 33ª Reunião da SBQ também marca o fim da gestão de Vanderlan. No último dia do evento, 31 de maio, a assembleia geral da sociedade elegerá os membros da nova diretoria que coordenará a entidade durante o biênio 2010-2012.

No dia 28, antes da abertura oficial da reunião, serão realizados workshops sobre diversos temas, como “A centralidade do conhecimento na formação inicial em química”, “A química dos solos”, “Conversão de energia: processos fotovoltaicos e oxidativos” e “Interfaces entre a química e a biologia nas áreas de produtos naturais e química.

Entre os destaques da reunião está a conferência “Luz: um raro produto de reação”, com o professor Josef Wilhelm Baader, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, na qual abordará os desenvolvimentos obtidos a partir de pesquisas sobre quimio e bioluminescência.

Na conferência “Integrating Bio- and Cheminformatics Approaches for Drug Discovery”, Alexander Tropsha, professor da Universidade da Carolina do Norte, Estados Unidos, falará sobre a reunião da química, da biologia, da ciência da computação e das tecnologias da informação em uma única disciplina e as perspectivas que ela traz para o avanço científico.

Entre outras conferências programadas estão: “Bioactive marine natural products – drug leads and cell biology”, com Raymond Andersen, da Universidade Columbia; “Química ambiental: entre o futuro desejável e o possível”, com Arnaldo Alves Cardoso, do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista; “A evolução dos textos químicos do século XVI ao fim do XVIII em obras originais”, com Carlos Alberto Filgueiras, da Universidade Federal do Rio de Janeiro; “Learning nature’s strategies for making novel secondary metabolites”, com Hung-Wen Liu, da Universidade do Texas.

Haverá sessões específicas das áreas “alimentos e bebidas”, “catálise”, “físico-química”, “história da química”, “produtos naturais”, “química ambiental”, “química inorgânica”, “química tecnológica”, “eletroquímica”, “ensino de química”, “fotoquímica”, “química analítica”, “química de materiais”, “química estrutural”, “química medicinal” e “química orgânica”.

Também estão previstos 13 minicursos, entre eles: “A química ambiental dos novos fertilizantes para solos tropicais”, “Conceitos e aplicações em fotoquímica”, “Química coloidal e de superfície: o mundo fascinante da nanoestruturação”, “Planejamento de candidatos a novos fármacos”, “Ecologia química”, “Fundamentos da radiofarmácia e radioquímica” e “Estudo de casos como metodologia para ensino de química”.

Nobel

Chalfie, professor do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Columbia, ganhou o Nobel de Química em 2008 por seu trabalho com a proteína verde luminescente (GFP, na sigla em inglês).

Com ela, Chalfie desenvolveu um marcador capaz de acompanhar mudanças ocorridas no interior da célula. O crescimento de um tumor ou o comportamento de uma bactéria patogênica podem ser acompanhados graças à fluorescência da GFP.

O prêmio foi dividido com dois outros pesquisadores que, de forma independente, contribuíram para essa mesma área. Osamu Shimomura, do Laboratório de Biologia Marinha de Woods Hole, Estados Unidos, investigou nos anos 1960 a bioluminescência da água-viva da costa oeste norte-americana. Esses estudos serviram de base para a pesquisa de Chalfie.

O outro laureado de 2008, Roger Yonshien Tsien, do Instituto de Medicina Howard Hughes, da Universidade da Califórnia, ampliou essas técnicas de forma a obter proteínas brilhantes de todas as cores.

Mais informações: www.sbq.org.br/33ra

FONTE: www.pos-darwinista.blogspot.com

Richard Lewontin 'falou e disse': os biólogos devem parar de falar em 'seleção natural'...


Richard Lewontin 'falou e disse': "os biólogos devem parar de falar em 'seleção natural' e, em vez disso, falar em taxas diferenciais de sobrevivência e reprodução". [1]

Pior a emenda do que o soneto. Traduzindo em graúdos: os mais aptos sobrevivem e reproduzem. Quem sobrevive e reproduz? Os mais aptos sobrevivem e reproduzem. Traduzindo em miúdos: gente, isso é tautologia, e tautologia em ciência não diz nada.

O que Lewontin bem destacou? É que a seleção natural, muito embora não seja o único mecanismo evolutivo, mas segundo Darwin, o mais importante, não é assim uma Brastemp para consolidar epistemicamente a maior ideia que toda a humanidade já teve.

Quer dizer, a seleção natural já era. Kaput! Bem que o Huxley, o Hooker, o Lyell, o Mivart e até Wallace falaram: não bota a seleção natural na evolução que esculhamba! Que venga la nueva teoría de evolución que, pela montanha de evidências contrárias, não pode ser selecionista.

Lewontin, cara, eu não sei o que você fez do curso de Lógica 101 na faculdade.

NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER PARA O MEC/SEMTEC/PNLEM:

Este blogger está de olho! Em 2011, nada de livros didáticos de Biologia do ensino médio com 'seleção natural'. Lewontin disse que ela não está com nada, e que é melhor usar uma tautologia brilhante: "taxas diferenciais de sobrevivência e reprodução".

Se aparecer algum autor que ouse continuar engabelando os alunos com essa tal de seleção natural, vai levar daqui uns cocorotes e puxões de orelhas!

FONTE: texto extraido do blog Desafiando a nomenkclatura científica

Estudo diz que Ardi não é ancestral do homem


[Meus comentários seguem entre colchetes.] Querem destronar Ardi. A fêmea primata de 4,4 milhões de anos [na cronologia evolucionista] virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem. Mas não passaria de uma reles macaca, acusa um novo estudo. Ironicamente, o “rebaixamento” da espécie de Ardi está sendo proposto nas páginas da prestigiosa revista especializada Science, a mesma que alçou a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano) à categoria de descoberta do ano em 2009. O esqueleto quase completo da criatura, bem como hipóteses detalhadas sobre sua locomoção e até sua vida sexual, foram descritos em 11 artigos científicos no dia 2 de outubro do ano passado. [O ano de Darwin, lembra? Assim como o já “destronado” Darwinius masilae, Ardi veio a calhar para abrilhantar as celebrações em torno do “pai da evolução”. Esperaram passar a festa para permitir que a verdade viesse à tona...]

Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem. É o que argumentava a equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA).

Besteira, declarou à Folha Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. “O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [ou seja, apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede. Aliás, é muito difícil dizer se o fóssil [Ardi] era um macho ou uma fêmea.” [Eita!] Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo [bem que a gente falou, mas quem ouve os criacionistas?], talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés. [Outra ficção que merece ser “destronada”.]

Até certo ponto, problemas de interpretação são naturais quando se trata de um fóssil como esse. [Agora é que dizem? Digam isso para milhões de pessoas que ainda acreditam que o “elo perdido” foi achado.] Embora fragmentos de outros indivíduos da espécie já tenham sido achados, Ardi é, de longe, a mais importante fonte para entender o A. ramidus, por causa de seu esqueleto relativamente completo.

Ocorre, porém, que os milhões de anos de preservação distorceram vários dos ossos do bicho, em especial os da pelve (quadril), importantes justamente no debate “dois pés versus quatro patas”. [Não são apenas os “milhões de anos” que distorcem a amostra – aliás, argumentozinho bem conveniente –, a filosofia por trás do pesquisador também distorce duas conclusões.]

Além disso, a idade remota, próxima do momento estimado para a separação evolutiva entre as linhagens do homem e do chimpanzé, também é fonte de confusão. Isso porque, em tese, quanto mais perto dessa divergência, mais difícil fica dizer quem é pré-humano e quem é apenas macaco. [Hmmm...]

Sarmiento aponta que White e companhia teriam errado feio na interpretação dos detalhes mais significativos do esqueleto. Em resumo, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros da espécie lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos [sic].

O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África, tanto que até agora ninguém reconheceu oficialmente a descoberta de um protochimpanzé ou protogorila.

Sarmiento aposta que a “mania” de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que achou “apenas” um ancestral dos chimpanzés ou dos gorilas, critica ele.

Paleoantropólogos ouvidos pela Folha disseram que a crítica tem fundamento. “Embora o Dr. White e seus colegas tenham descoberto um fóssil fabuloso de grande macaco, tentaram forçar a mão e transformá-lo num hominídeo [!], coisa para a qual não há base nenhuma”, diz o americano Lee Berger, da Universidade do Witwatersrand (África do Sul).

“Creio que esse é só o primeiro de uma avalanche de artigos. Apesar da força considerável de personalidade do Dr. White, nem ele é capaz de forçar a área a aceitar o A. ramidus como hominídeo.” [...]

FONTE: Criacionismo.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

Vídeos do III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje - Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2010



Assista aos vídeos do III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje - Universidade Presbiteriana Mackenzie

FONTE:Pos-darwinista.blogspot.com/

Só assim eles chegam perto do céu


Esse é o título da nota sobre Valdemiro Santiago publicada na seção “Radar” da revista Veja desta semana. Eis o texto: “Valdemiro Santiago, chefe da Igreja Mundial do Poder de Deus, está negociando a compra de um jato bimotor Global Express, de 48 milhões de dólares – igualzinho ao que o seu atual concorrente e antigo chefe Edir Macedo possui. Santiago já é dono de um jatinho e um helicóptero, comprados há menos de um ano.”

Veja esqueceu de mencionar outros dois “pastores alados”: Silas Malafaia, da Assembleia de Deus (comprou jato de 12 milhões de dólares), e R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça (jato de 5 milhões de dólares). Pelo visto, esses homens não estão preocupados com os suados recursos que seus seguidores lhes confiam, nem com a opinião pública e com o descrédito que trazem sobre o cristianismo. Nos tempos de Jesus, os nobres e altos funcionários é que andavam de carruagem. O Mestre e Seus discípulos percorriam a pé as distâncias da Palestina, e assim podiam encontrar as pessoas. Não faria mal algum Santiago, Malafaia, Macedo e Soares viajarem em voos comerciais ou mesmo de ônibus. Assim poderiam falar às “ovelhas perdidas” e não apenas aos seus respectivos e cativos rebanhos.

Seria bom que esses “pastores” dessem ouvidos a declarações como esta, de Mahatma Ghandi: “Eu seria cristão, se não fossem os cristãos.” Ou a esta, do famoso escritor Arthur Clarke: “Basta olhar tudo o que foi feito em seu [do Cristianismo] nome nos últimos milênios para perceber que o Cristianismo poderia ter sido a melhor das religiões, mas nunca foi praticado direito” (Folha de S. Paulo, 22 de agosto de 1997).[MB]
FONTE: criacionismo.com.br

sábado, 22 de maio de 2010

Sobre homens, periquitos e liberdade


“E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”

Há quatro meses a porta da gaiola está aberta. O periquito Quiquito, como eu e meu filho o chamamos, não voou para longe de sua prisão domiciliar.

Nunca apreciei a idéia de ter ou ver animais aprisionados. Contudo, ele fora um presente que ofereceram ao meu filho. Por isso, hesitei em libertar aquela criaturinha verde, alegre, que passou a nos acordar a cada manhã com o seu canto.

Num momento de reflexão, resolvi abrir a gaiola e oferecer à pequena ave, que alguns “entendidos” chamam de “Periquito Australiano”, a oportunidade de decidir se queria ficar ou ir embora voando pelo céu claro e azul daquela manhã de sábado. Permanecer ou voar? Aliás, voar é originalmente de sua natureza.

Porta aberta, escancarada... Um dia se passa...dois, três, quatro meses... E nada. Quiquito não foi embora. Continuou cantando dentro da prisão-gaiola, mesmo com a porta aberta.

Claro que deve haver condicionamentos que não permitiram que sua escolha fosse pela liberdade. Mas analisemos este singelo fato ocorrido em nosso quintal e encontremos paralelos entre periquitos e homens.

Homens e periquitos. Semelhanças relacionadas à liberdade.

Quantas vezes agimos como Quiquito. Não percebemos que temos a opção de sermos livres para novas possibilidades e que a vida segue. Há sempre uma porta aberta.

Ao invés disso, continuamos prisioneiros de grades e correntes que ilusoriamente criamos através dos erros, experiências e hábitos passados.

O amor que Deus dedica a cada um de nós é tão imenso e diz: “Eis que faço novas todas as coisas”

As portas das prisões interiores dos traumas e medos vividos foram abertas verdadeira e amorosamente: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

O amor e a Palavra de Deus têm e são Verdade libertadora. Possibilitam vida nova, deixam coisas velhas para trás.

Há quanto tempo somos conhecedores desta liberdade e verdade que Deus nos oferece? Um dia? Um ano? Ou será que é apenas teoria vazia que serve unicamente para falarmos a outras pessoas e que no fundo não aplicamos para nossa própria libertação?

Por que ainda nos sentimos encarcerados e temerosos com o presente e o futuro, se não existem prisões?

Por que não abrimos nossos olhos e descobrimos que estamos e somos livres?

É questão de escolha, de confiarmos em Deus e em nós mesmos.

Bastará buscar o novo, o inédito e voar. Como Quiquito não o fez.

Por: Navlig

domingo, 16 de maio de 2010

VIII Seminário A Filosofia das Origens - Rio de Janeiro - RJ - 01/2010‏

Estão abertas inscrições para envio de temas livres para o VIII Seminário sobre “A Filosofia das Origens”. Poderão ser enviados resumos nas categorias: Antropologia, Arqueologia, Astronomia, Biologia, Cosmologia/Cosmogonia, Física, Geologia, Paleontologia, Química, Sociologia e Filosofiaquia da Ciência.

Clique aqui e aqui para maiores detalhes e normas de envio.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Níveis de antibióticos no organismo caem depois de 5 dias de alimentação vegetariana


Fazer uma alimentação vegetariana durante apenas 5 dias reduz o nível de químicos tóxicos no organismo humano. Após 5 dias com esta alimentação, concretamente os níveis dos químicos que afectam a actividade hormonal e os níveis dos antibióticos utilizados no gado apresentavam-se mais baixos.

O estudo-piloto sugere que é possível reduzir a exposição a químicos potencialmente perigosos através de escolhas alimentares, tais como limitar o consumo de produtos de origem animal como carnes e lacticínios.

Fonte: Sou Vegetariano e Agora?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Professor da Unicamp defende design inteligente

O Dr. Marcos Eberlin é presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas e membro da Academia Brasileira de Ciências. Professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações. Realizou pós-doutorado na Purdue University, Estados Unidos, e orientou diversos mestres, doutores e pós-doutores. Nesta entrevista concedida ao jornalista Michelson Borges, o Dr. Eberlin procura desfazer alguns mal-entendidos sobre a Teoria do Design Inteligente, que ele defende:

O que é exatamente a teoria do design inteligente (TDI)?
A TDI é uma teoria científica, defendida por uma comunidade crescente de cientistas gabaritados do mundo todo e de várias áreas, e que procura estabelecer metodologia científica robusta capaz de detectar sinais de inteligência na vida e no universo. Através desses métodos, a TDI reinterpreta todo o arsenal de dados riquíssimos e com detalhamento altíssimo disponíveis hoje sobre o funcionamento da vida e do universo. E a partir dessa análise cuidadosa, sem pré-conceitos, desapaixonada e racional, feita dentro de todo o rigor da metodologia científica que rege as ciências históricas, a TDI conclui, procurando seguir os dados aonde quer que eles levem, que esses dados apontam com muita segurança para uma mente inteligente e consciente como a única causa conhecida, necessária e suficiente para a vida e o universo. Ou seja, o design detectado no universo e na vida não é aparente ou ilusório, mas real e inteligente.

Alguns dizem que a TDI é um tipo de criacionismo. O que o senhor diz?
O criacionismo tem várias vertentes, mas a principal é aquela que assume que um Ser todo-poderoso projetou e criou o universo e a vida. O criacionismo bíblico vai muito mais longe e dá nome e endereço ao Criador; descreve Sua intenção e Seus métodos, e faz muitas outras afirmações que estão muito além da capacidade da Ciência de investigá-las, devido às muitas limitações da metodologia científica. Ou seja, o criacionismo parte de pressuposições filosóficas e teológicas, fecha com essas pressuposições e confere a elas racionalidade quando encontra na natureza e, eventualmente, na Ciência suporte às suas teses.

A TDI, porém, não tem absolutamente nada a ver com teses criacionistas, de qualquer vertente. Nelas não se inspira e não se apoia. A TDI busca, pura e simplesmente, da forma mais honesta possível, escrutinar os dados científicos brutos e interpretá-los corretamente, sem absolutamente nenhum pressuposto, nenhuma predefinição de como ou qual seria a nossa conclusão. Concluímos por uma mente inteligente como causa primeira da vida e do universo pela obrigação que todos os cientistas têm de seguir sempre as evidencias, as informações fornecidas pelas caixas-pretas da vida e do universo, deixando ao máximo nossa subjetividade, naturalista ou teísta, de lado. “Escutamos” o que as moléculas que sustentam a vida têm a nos dizer, o que os “ecos moleculares” ecoam, e nada mais! Os dados, as evidências, as interpretações desapaixonadas, esses são os líderes da TDI, sua regra de prática, sem fé!

Os dados, felizmente para os criacionistas e infelizmente para os naturalistas, aqueles obtidos de forma independente e despreconceituosa, coincidem com o cerne da visão criacionista. Isso é inquestionável. Por causa dessa coincidência, casual, alguns desinformados e outros mal-intencionados, por não gostarem da consequência da conclusão da TDI, tentam “colar” na TDI o rótulo de religião, para assim poder classificá-la (e não refutá-la) como pseudociência, tentando tirar o mérito da TDI não pela força dos argumentos, mas pela semântica subjetiva e efêmera de uma pseudoclassificação. Mas contra fatos não há pseudoargumentação ou gosto que resista! E o reconhecimento da TDI como teoria científica sólida é hoje crescente e inevitável.

O biólogo Henrique Paprocki disse recentemente que “o principal problema do Design Inteligente é montar sua teoria em cima de falhas na Teoria da Evolução”. O que você acha dessa declaração?

O Henrique, eu sei, conhece pouco sobre as teses e fundamentos da TDI, e por isso fez essa afirmação equivocada. Mas estou certo de que o que ele viu e ouviu durante o 3º Simpósio Darwinismo Hoje, no Mackenzie, o fará rever sua afirmação. A TDI se baseia em argumentos que, independentemente da existência de teorias concorrentes, apontam para uma mente inteligente como a única causa conhecida, necessária e suficiente da vida e do universo. Ou seja, é pelo nosso conhecimento, hoje muitíssimo amplo, de como a vida e o universo funcionam, que concluímos que a TDI é a melhor teoria sobre nossas origens. Porém, como há uma teoria alternativa, a teoria da evolução, temos por obrigação, e não opção, de examinar a fundo suas teses. E quando essa análise obrigatória é feita, sem o filtro naturalista, vemos claramente não somente falhas, mas sim a absoluta impossibilidade de que a vida e o universo possam ter sido fruto de processos naturais não guiados. Não são lacunas, falhas, mas sim, na realidade, verdadeiros “abismos” nos quais não há explicação convincente. É como dizer que chegamos à Lua pedalando, que lançamos o primeiro astronauta dentro de um barril (e que ele sobreviveu para contar os problemas enfrentados).

Na evolução química, por exemplo, elo fundamental do modelo evolucionista, percebemos a absoluta impossibilidade, chance zero mesmo, do acaso, da pré-destinação, da pseudo-seleção natural pré-biótica, ou da necessidade, ou qualquer combinação desses fatores, de ter criado o L.U.C.A., a primeira forma de vida, com todos os requisitos necessários para a manutenção e reprodução desse “ser nada rudimentar”. Ou seja, na comparação de duas alternativas, vemos uma coleção enorme de dados seguros e inquestionáveis apontando para a ação de uma mente inteligente e consciente. Por outro lado, vemos uma coleção enorme e crescente de “abismos” de impossibilidades e de uma fé cega na geração espontânea e na elaboração de explicações futuras que simplesmente teimam em não aparecer, enquanto os abismos se avolumam e se expandem.

Há quem argumente que a seleção natural favorece certos organismos, pois, na presença de antibióticos, as bactérias resistentes tendem a ser favorecidas. O que dizer disso? Isso prova a evolução?

A resistência de bactérias e vírus às drogas tem sido propagada com muito alarde pelos evolucionistas como prova da evolução. “Evolution in action”, dizem, em alta voz! Mas será que o discurso tem correspondido aos fatos? Será que é mais propaganda do que produto? Gato por lebre? A vida tem, sim, a capacidade de se diversificar, ninguém nega isso, este é o ponto que nos une. Mas tudo indica que essa capacidade de diversificação já está programada em nossos genes e outros registros de informação. E quando isso acontece, informação é gasta, diminui. Ou seja, na vida também “não há lanche grátis”! Vírus ou bactérias, quando adquirem resistência às drogas, o fazem à custa de informação, à custa de perda de informação genética. Geralmente desativam proteínas ou os mecanismos pelos quais as drogas os estavam atacando. Estratégia de guerra, e guerra de trincheira! Nenhuma nova proteína, nenhuma síntese “de novo” é produzida. Nenhum novo ciclo, nenhuma nova máquina molecular. A vida é, sim, flexível, adaptável, mas como sabemos, há sempre um preço a ser pago, e a moeda da vida é a informação.

Paprocki também disse que “Design Inteligente é ter fé, é crer. Ciência é evidência”. É assim mesmo?

A TDI é racionalidade pura, e emana do conhecimento e de fatos, de argumentos lógicos, suportados pela matemática, pela física, química, bioquímica e biologia, pela cosmologia, pela Ciência como um todo. Conheço muito bem a TDI, e nunca encontrei na teoria sequer um único vestígio de fé. Nenhum postulado que assuma qualquer princípio que não sejam aqueles sustentados no que conhecemos, em causas necessárias e suficientes para a complexidade irredutível, para a informação aperiódica funcional e para a antevidência genial que observamos em milhares e milhares de exemplos fornecidos pela vida e pelo universo.

A Ciência é evidência, sim, e a TDI é Ciência em sua essência. Mas a ciência naturalista que apoia e defende a evolução cega e não guiada, produto do tempo e mutações refinadas pela seleção natural, e que defende essa tese dentro das amarras do naturalismo filosófico, e com seus pré-conceitos que dizem quais as conclusões a que devemos chegar, esta, sim, precisa ter fé, e muita. Fé no tempo, fé na geração espontânea do L.U.C.A., fé em “lanche grátis”; fé na infusão extraordinária e “repentina” de informação na Explosão Cambriana; fé em que um dia os elos perdidos serão encontrados; fé no “mundo do RNA”; fé que as suas próprias equações matemáticas que mostram a inviabilidade de seus processos estejam elas mesmas erradas; fé que um dia explicações possam surgir, mesmo quando elas simplesmente parecem não existir. Fé, e um tipo de fé muito ruim, do tipo que eu me nego a ter! Fé sem fundamentos firmes; fé sem provas nas explicações que estão por vir.

A química, sua área de estudos, revela o design inteligente?
Muitos usam comparações morfológicas, comparam bicos de passarinhos, ossos, embriões, cores de asas de mariposas. Mas é através da química, em nível molecular, que entendemos mesmo como a vida e o universo funcionam. É através da Química que aprendemos a “língua” das moléculas e podemos assim traduzir corretamente os ecos moleculares, os quais transmitem os segredos de nossa existência. É através da Química que percebemos que a vida não é coisa de amador, não! Vida é coisa de profissional! E profissional gabaritado, especializado! Que orquestrou os diversos códigos e a informação zipada, encriptada e compartimentalizada do DNA, tipo hard-disk. A arquitetura top-down algorítmica da vida, sua lógica estonteante e hiperotimizada. E elaborou o código de especialização celular das histonas, baseado em reações químicas ultrassincronizadas e ajustadas. E elaborou os planos corporais que nem sequer sabemos onde e como estão armazenados.

Li uma vez que a “evolução espera que não saibamos química”. Mas por quê? Porque as moléculas falam e não mentem! E as moléculas da vida transmitem uma informação clara que derruba qualquer discurso fundamentado em oratória ou comparações superficiais, em sínteses alfabéticas de letras mitológicas tipo C → B → A catalisadas por cat1 e cat2. É quando perguntamos quem seriam A e B e os tais cat1 e cat2, que a explicação se desvanece. Porque em nível molecular a evolução simplesmente não fecha as contas, se mostra inviável, e é ao nível molecular que observamos, ainda mais claramente, as assinaturas da mente inteligente e consciente que, como causa primeira, orquestrou a vida e o universo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sem vontade de ir ao âmago da questão


Deu na IstoÉ desta semana [e os meus comentários seguem entre colchetes]: "Uma das maiores polêmicas a chacoalhar a sociedade e a comunidade científica dos Estados Unidos nos últimos anos desembarcou no Brasil. Ao longo da semana passada, um ciclo de debates realizado no Colégio Presbiteriano Mackenzie, um dos mais tradicionais da capital paulista, apresentou a teoria do design inteligente a centenas de estudantes. Criada nos Estados Unidos na metade dos anos 80, ela se opõe à teoria da evolução de Charles Darwin – amplamente aceita pela ciência [ciência não "aceita" nada, quem aceita são os cientistas] desde a publicação do clássico A Origem das Espécies (1859) – e se baseia na ideia de que uma entidade superior seria a responsável pela criação de todas as formas de vida do Universo. Para os cientistas que defendem o conceito, tal força criativa é chamada de “designer inteligente”. Para os cristãos fundamentalistas americanos, ela é Deus [na verdade, à semelhança do criacionismo, o design inteligente - DI - se opõe a aspectos do darwinismo que não podem ser cientificamente demonstrados ou sutentados, como a macroevolução. Curiosamente, segundo o Datafolha, 59% dos brasileiros acreditam em Deus como Criador e em Darwin - Seriam eles, também, "fundamentalistas"? Ou apenas os "fundamentalistas" norte-americanos creem que Deus é o Criador?].

"A grande questão envolvendo o design inteligente (DI) é a sua introdução em algumas escolas americanas durante as aulas de biologia, e não nas de religião, que, a exemplo do Brasil, não fazem parte do currículo escolar no ensino público [como a TDI poderá entrar nas aulas de religião se ela não se baseia em argumentos religiosos, nem tampouco está preocupada com a natureza do Designer? O que esta matéria de IstoÉ faz é tentar blindar o darwinismo de discussões mais aprofundadas alegando que a teoria da evolução é ciência e qualquer outra teoria que se lhe oponha é religião. Nada mais falso, conforme o simpósio da Mackenzie demonstrou: a discussão ali foi puramente científica, não religiosa]. Conceitos pseudocientíficos e ainda não aceitos pela maioria da academia, como a chamada complexidade irredutível – que sustenta que certos micro-organismos biológicos são intrincados demais para terem evoluído de formas mais simples de vida –, são usados por biólogos, químicos e filósofos da ciência integrantes do movimento DI em sala de aula como uma alternativa à teoria da evolução. Em 2005, os pais de 11 alunos de uma escola pública de Dover, no Estado da Pensilvânia, entraram na Justiça para tentar impedir o ensino do DI, alegando que, na verdade, ele seria um conceito criacionista e, portanto, religioso. Eles ganharam a disputa judicial e a teoria foi banida da disciplina na escola. [Esses pais estavam errados. DI não é religião, assim como a macroevolução darwinista não é ciência empírica.]

"O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente Signature in the Cell (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: 'Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional', diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. 'Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas', completa o pesquisador. [A matéria segue citando o incensado Richard Dawkins, apelando para sua pseudo-autoridade a fim de alfinetar os teóricos do DI. Não precisava ter feito isso. Atitude dispensável...]

"Voltando ao cenário brasileiro [do qual não se deveria ter saído para visitar o ateu e ultradarwinista Dawkins], vale lembrar que o colégio Mackenzie é uma instituição particular, com origens americanas e de cunho religioso desde a sua fundação." [...] [Esse último parágrafo da reportagem foi claramente redigido para induzir o leitor a pensar que a Mackenzie também se trata de uma instituição "fundamentalista" por ter origem norte-americana. Na verdade, a universidade presbiteriana deve ser parabenizada por estar cumprindo o verdadeiro papel da Academia: possibilitar o amplo debate de ideias, o ensino do contraditório e a visão crítica de uma teoria que está longe de ser unanimidade.]

[Como me disse um amigo, com uma reportagem dessas, é de se ficar inclinado a aceitar plenamente a tese de Lakatos de que uma teoria científica aceita consensualmente pela Academia poderá ser criticada e defendida, mas apenas perifericamente, nunca no seu fundamental core. A IstoÉ pegou e destacou as declarações subjetivas de teóricos e proponentes do DI bem como suas implicações ideológicas. Nem parece que o repórter esteve no simpósio; mas, como esteve, podemos concluir que o viés de sua matéria aparentemente já estava planejado. - MB]

FONTE: criacionismo.com.br

Fé ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares

A pesquisa feita nos Estados Unidos concluiu que a fé pode ajudar a reduzir sintomas como ansiedade, depressão e estresse, além de mudar hábitos como parar de beber e fumar. A discussão já chegou ao meio acadêmico. Durante 31 anos, médicos americanos acompanharam 6.500 pacientes e constataram que a fé os ajudou na prevenção de doenças do coração. “Pode variar de 25% a 35% a redução nessas taxas de mortalidade cardiovascular, mas desde que o seguimento seja longo, o seguimento de ideias seja de 15, 20, 30 anos”, explica Álvaro Avezum Júnior, cardiologista. Segundo os cardiologistas dos sete últimos estudos internacionais envolvendo crença x saúde, seis mostram que quando a pessoa exercita a espiritualidade, a chance de morrer por causa de problemas cardiovasculares diminui.

Um dos estudos avaliou quase quatro mil idosos. Os que frequentavam alguma reunião religiosa tiveram 40% na redução da taxa de pressão alta.

Os médicos dizem que a religiosidade ajuda a reduzir a produção de adrenalina e cortizol, um hormônio que está presente nos momentos de estresse e depressão, fatores de risco de doenças como infarto e derrame.

“O enfrentamento de situações estressoras, com quaisquer fatores, e um deles é a religiosidade, atenuaria e a pessoa conseguiria gerenciar melhor o problema que está na frente dela”, informa o cardiologista. [...]

A oração, a fé podem ajudar mesmo, mas os cardiologistas reforçam que o paciente que tem algum problema de saúde precisa tomar remédio direitinho e fazer exames regularmente, seguindo sempre as orientações médicas.

(Jornal Hoje)

Nota: Curiosamente, esse é o tema que os adventistas de todo o mundo estão estudando na Lição da Escola Sabatina desta semana. Leia mais sobre saúde aqui.[MB]

FONTE: criacionismo.com.br

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