quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Projeto Inteligente é inteligente?

Os darwinistas há muito argumentam que, se existisse um projetista, ele teria projetado suas criaturas de maneira melhor. Stephen Jay Gould destacou isso em seu livro The Panda's Thumb [publicado em português pela Martins Fontes, O polegar do panda], no qual cita o aparente projeto menos que ótimo de uma saliência óssea nos pandas que se assemelha a um polegar.

O problema dos darwinistas é que isso, na verdade, se mostra mais como um argumento favorável à existência de um projetista do que um argumento contrário a ele. Primeiramente, o fato de Gould poder identificar alguma coisa como um projeto menos que ótimo implica que sabe qual é o projeto ótimo. Você não pode saber se alguma coisa é imperfeita a não ser que saiba como é a coisa perfeita. Desse modo, até mesmo a observação de Gould de que existe um projeto menos que ótimo implica a admissão de que é possível perceber um projeto no polegar do panda (a propósito, essa é outra razão pela qual podemos dizer que os darwinistas estão errados quando afirmam que o projeto inteligente não é ciência. Quando afirmam que alguma coisa não foi planejada corretamente, a implicação é que eles poderiam dizer se determinada coisa foi projetada corretamente. Isso prova aquilo que os cientistas do PI estão dizendo há muito tempo: o PI é ciência porque o projeto é empiricamente detectável). [Leia a matéria completa aqui.]

Vida começou há três bilhões de anos – como?

A vida na Terra teria surgido há cerca de três bilhões de anos, provavelmente quando formas primitivas desenvolveram estratégias mais eficazes de captar energia do sol, segundo estudo publicado na revista científica Nature. A conclusão é de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), que construíram [!] um “fóssil genômico”, essencialmente um modelo matemático que tomou 1.0000 genes chave existentes hoje e calculou como evoluíram a partir de um passado muito distante. Segundo o estudo, o genoma coletivo de toda a forma de vida se expandiu maciçamente entre 3,3 e 2,8 bilhões de anos e durante esse tempo, 27% de todas as famílias de genes existentes atualmente emergiram para a vida.

Os cientistas Eric Alm e Lawrence David afirmaram que a grande emergência provavelmente se deu através do advento de um processo bioquímico chamado transporte de elétrons. Essa é uma função chave da biologia, que envolve o movimento de elétrons dentro das membranas das células e é central para plantas e alguns micróbios, capacitando-os a captar energia do sol através da fotossíntese e respirar oxigênio.

A grande mudança, que Alm e David apelidaram de expansão Arqueana, foi seguida, cerca de 500 milhões de anos depois, de um fenômeno conhecido como Grande Evento da Oxidação, quando a atmosfera terrestre se tornou progessivamente impregnada de oxigênio. O Grande Evento de Oxidação foi, possivelmente, a maior reviravolta de espécies da história da Terra, uma vez que as formas de vida primitivas ou biológicas anaeróbicas morreram, sendo substituídas por formas aeróbicas maiores e mais inteligentes.

“Nossos resultados não podem dizer se o desenvolvimento do transporte de elétrons causou diretamente a Expansão Arqueana”, admitiu David. “No entanto, podemos especular que ter acesso a uma disponibilidade muito maior de energia permitiu à biosfera abrigar ecossistemas microbianos mais complexos e maiores”, disse.

Os fósseis remotos datam de um período chamado de Explosão Cambriana, 588 milhões de anos atrás. Mas, com raras exceções, formas de vida pré-cambrianas tinham o corpo macio, e por isso não deixavam marcas fossilizadas. Mesmo assim, deixaram como legado um DNA abundante, que explica a recriação do “fóssil genômico” em computador. “O que é realmente notável sobre essas descobertas [?] é que provam que as histórias de eventos muito antigos são registradas no DNA compartilhado por organismos vivos”, disse Alm. “Agora que começamos a entender como decodificar essa história, espero que possamos reconstruir alguns dos eventos mais remotos da evolução da vida em detalhes”, emendou.

(UOL)

Nota: Os cientistas ainda não sabem o que causa um simples soluço; não sabem se o universo é múltiplo ou único e nem se tem muita ou pouca matéria escura; confundem bactérias terrestres com vida alienígena (isso aconteceu com o meteorito de Marte [lembra?] e com a pataquada da Nasa); e querem que acreditemos que eles sabem como a vida “surgiu” há supostos três bilhões de anos! Isso é que é ufanismo darwinista! A ciência é uma tremenda ferramenta útil, quando trabalha dentro dos limites do método científico. Mas, quando resolve extrapolar sua esfera de ação para a história e a filosofia, a coisa começa a complicar, pois fica-se na dependência de pressupostos não verificáveis. Uma experiência feita com modelo computacional, com premissas alimentadas por cientistas que já sabem o que querem encontrar... Isso é ciência empírica? Passa longe. E o que seria uma forma de vida “primitiva”? Uma célula? Mas esta já deveria conter informação genética para existir e se multiplicar. Informação surge do nada? Deveria ter, também, uma membrana seletiva composta de proteínas específicas. Isso já existia, então? E antes que surgisse o tal processo bioquímico de transporte de elétrons, essencial à vida? Como as primeiras formas de vida “se viravam”? Complexidade irredutível surge de repente? O uso das palavras “possivelmente”, “provavelmente” e “especulação” dá o tom da matéria acima. Mas, para quem lê somente os títulos das reportagens e suas linhas (não as entrelinhas), fica a certeza de que a vida pode simplesmente surgir.[Michelson Borges]

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os ingredientes do seu corpo – menos um

Seu corpo não passa de um amontoado de elementos que não custam nem R$ 150. O que não tem preço, claro, é o jeito que tudo isso se organiza para formar você.

Carbono - 23% - 16 quilos - O que é a vida? O efeito colateral de uma propriedade dos átomos de carbono. Eles se juntam naturalmente em cadeias grandes e complexas. E seu corpo, em última instância, é uma dessas cadeias. Se o DNA fosse uma árvore, o carbono formaria os galhos. E esses galhos somos nozes: os vemos na forma de músculos, pele, cabelos...

Cálcio - 1,4% - 1 quilo - Não é só de dentes e ossos que se faz o cálcio no corpo humano. Ok, 99% é. O minério mais abundante do organismo (e das salas de aula, já que giz é cálcio puro) tem outras funções tão importantes quanto: sem ele, o sangue não coagularia e não conseguiríamos mover os músculos.

Fósforo - 0,83% - 580 gramas - No nosso corpo, o fósforo está longe de causar explosões. O que ele faz é armazenar e transportar energia dentro das células (e entre elas). Mesmo assim, só 20% do fósforo do organismo está nas células e no fluido em que elas boiam. Os outros 80% combinam-se com o cálcio para formar ossos e dentes.

Nitrogênio - 2,6% - 2,22 litros - O nitrogênio se junta com carbono para formar o ácido nucleico, coisa que você conhece como DNA, a supermolécula que organiza todos os ingredientes [em] uma estrutura bem especial, capaz de criar cópias de si mesma, se reproduzir. Em outras palavras, uma estrutura viva.

Água - 55% - 38,5 litros - Sem água não há vida porque é boiando na água que as moléculas do corpo se encontram e reagem quimicamente - a transformação de ar em energia via respiração é uma dessas reações. E claro: os 6 litros de sangue correndo aí para transportar nutrientes são 92% água (quase uma Coca-Cola, que é 95%).

Enxofre - 0,2% - 140 gramas - O enxofre não deve ser subestimado e reduzido a um gás fedorento - pelo menos não quando está no organismo. Aqui ele não aparece na forma gasosa, mas sempre ligado a outros átomos. E compõe proteínas como a insulina, que transporta a glicose do sangue para servir de combustível às células.

Cloro e sódio - 0,27% - 195 gramas - Juntos, o cloro e o sódio formam o sal. Mas no corpo eles trabalham separados. São como válvulas: não deixam faltar nem sobrar água nos tecidos do organismo. O sódio também é uma das peças envolvidas na contração muscular - para isso ele atua com o elemento aqui embaixo.

Potássio - 0,2% - 140 gramas - Quando o sistema nervoso envia um sinal para que um músculo seja contraído, começa um movimento dentro das células: o potássio sai e o sódio entra. Essa troca da guarda gera o movimento. Por isso, a deficiência (ou o excesso) de potássio pode causar paralisia.

Metais - 0,009% - 6 gramas - Ferro, zinco, cobre... Você também é feito de metal. O corpo usa 7 deles para funcionar. Ferro é o mais abundante (4,2 g): ele se junta com proteínas para formar nossos glóbulos vermelhos, os veículos que transportam oxigênio pelo corpo. O zinco, 2º mais presente (2 g), entra na receita dos glóbulos brancos, os soldados do sistema imunológico.

*Esse é o peso que o carbono representa em um adulto de 70 quilos. O mesmo vale para as quantidades dos outros elementos.

(Superinteressante)

Nota: Muito interessante essa descrição química do ser humano. Mas quero chamar atenção para algo escrito no começo dessa matéria da Superinteressante: “tudo isso se organiza para formar você”. Como assim se organiza? Elementos químicos têm a capacidade de se auto-organizar? Isso é científico? Então, se juntarmos os elementos químicos na proporção certa teremos um ser humano funcionando? Claro que não. O ingrediente essencial esquecido por Superinteressante e que sem o qual não há vida é justamente o fôlego de vida dado por Deus (Gn 2:7) e que nos torna mais do que um amontoado de matéria.[Michelson Borges]

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Design Inteligente colocando o último prego no caixão epistemológico de Darwin

Uma teoria científica moribunda desde 1859

1. Complexidade irredutível de sistemas biológicos, Darwin era completamente ignorante.

2. Informação complexa especificada como o DNA, Darwin também era completamente ignorante.

3. Seu livro Origem das Espécies não explicou a origem das espécies, e muito menos a origem das variações, pois Darwin também era completamente ignorante da origem das variações.

E esta é a maior ideia que toda a humanidade já teve? E o livro provocou uma revolução científica? Catacumba, mano! Esta não é a teoria científica tão corroborada no contexto de justificação teórica assim como a lei da gravidade? Tão certa como a Terra gira em torno do Sol? E até hoje, nem Darwin e nem seus discípulos conseguiram demonstrar cientificamente o fato, Fato, FATO da evolução?

Fui, nem sei por que, cada vez mais cético do naturalista de Down porque vazio de proposições científicas corroboradas pelas evidências.

FONTE: Desafiando a Nomeclatura Científica

sábado, 11 de dezembro de 2010

Jerry Coyne, honestamente, 'falou e disse': quase nenhuma pesquisa evolucionária é repetida por outros pesquisadores

“Eu sou inclinado a concordar com Lehrer sobre pesquisas no meu próprio campo de biologia evolucionária. Quase que nenhuma das descobertas são replicadas, há um prêmio em publicar resultados positivos, e, diferente de algumas outras áreas, as descobertas em biologia evolucionária, necessariamente, não se constroem uma em cima da outra: os pesquisadores geralmente não têm que repetir o trabalho de outras pessoas como base para o seu próprio trabalho. (Eu estou falando, na maior parte, de trabalho experimental, não de coisas como estudos de fósseis transicionais.) O mesmo para a ecologia. Mas, isso não quer dizer que tudo seja arbitrário. Eu estou bem certo, por exemplo, que a razão por que os híbridos interespecíficos na Drosophila são estéreis enquanto que as fêmeas não são (“regra de Haldane”) reflete os genes cujos efeitos em esterilidade híbrida são recessivos. Isso tem sido demonstrado por diversos pesquisadores. E eu estou igualmente certo que os humanos são mais aproximadamente relacionados com os chimpanzés do que com os orangutangos. Mesmo assim, quando uma nova descoberta aparece, eu frequentemente me deparo imaginando se isso ficaria de pé se alguém repetisse a pesquisa, ou o fizesse em uma outra espécie.”

Blog do Jerry Coyne

NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER Desafiando a Nomeclatura Científica

Ué, mas a teoria da evolução através da seleção natural, a maior ideia que toda a humanidade já teve, tão certa como a lei da gravidade, e a Terra gira em torno do Sol, não tem a maior parte de suas pesquisas reproduzidas pela comunidade científica?

Gente, eu nem quero estar na pele do Jerry Coyne. Os agentes da KGB da Nomenklatura científica vão dar uma chincha no Jerry por este pecado mortal cometido contra Darwin.

E ainda dizem que a Teoria do Design Inteligente não é ciência porque não é repetida em outras pesquisas, e sendo assim, não passaria no teste de justificação teórica. Ué, é só explicar através dos processos evolucionários lentos e graduais através de muitas e muitas eras como se originou a complexidade irredutível em sistemas biológicos e a origem da informação complexa especificada como a do DNA. Se conseguirem, aí sim terão falseado as teses do DI, e nós iríamos chupar manga no Hawai.

Fui, nem sei por que, pensando que a honestidade do Jerry Coyne precisa crescer no meio dos biólogos evolucionários.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Nasa anuncia forma de vida extraterrestre terrestre

Em coletiva de imprensa realizada [ontem], a Nasa anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”. “É extremamente importante porque essa foi a primeira vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo. O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nessa bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.

Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente [sic], separada de todo o resto que conhecemos.

“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo. [...]

(Info Exame)

Nota: Dias antes, a Nasa já havia anunciado que faria uma declaração impressionante sobre vida extraterrestre, o que causou sensação em todo o mundo. A descoberta é interessante, sem dúvida, mas de extraterrestre nada tem. Na verdade, revela o quanto ainda desconhecemos sobre a vida em nosso próprio planeta. O que me chamou a atenção mesmo foi a maneira como a revista Veja colocou a coisa: “A descoberta de uma bactéria que se comporta como um organismo extraterrestre[!], anunciada nesta quinta-feira pela Nasa, pode ser a conquista mais importante da astrobiologia neste século, de acordo com o astrônomo Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). ‘Isso abre portas para a existência de formas de vida em outros planetas que não utilizem os seis elementos básicos da vida na Terra’, afirma. Todas as formas de vida em nosso planeta são baseadas em seis elementos químicos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Mas a bactéria descoberta por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Astrobiologia da Nasa é capaz de dispensar o fósforo e substituí-lo por arsênio.” Se nunca foi encontrado um organismo extraterrestre, como Veja pode afirmar que essa bactéria se comporta como extraterrestre? Sei não, mas acho que além de um argumento do tipo non sequitur (encontramos um organismo na Terra que se comporta de maneira diferente dos outros, portanto, pode existir vida extraterrestre), esse é outro caso em que a empolgação atropelou o bom senso. Aguardemos novas pesquisas.[Michelson Borges]

FONTE: criacionismo

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Alguns fatos sobre a evolução

A evolução é uma teoria amplamente conhecida, e mesmo aqueles que nunca estudaram ciência têm alguma ideia sobre ela. Tanto assim, que é comum palestrantes que falam sobre a Bíblia e a Ciência e encontrar pessoas do meio comercial, ou com conhecimentos de história, interessadas em saber as questões relacionadas com a evolução e a fé cristã. Neste artigo, alguns dos fatos e verdades mais importantes sobre a teoria da evolução são apresentados para benefício tanto do especialista quanto do estudante geral desses assuntos.

Em primeiro lugar, ao contrário do que muitos acreditam, a teoria da evolução é apenas uma hipótese da ciência. Não é um fato comprovado da ciência. Sendo uma hipótese, significa que ela é uma proposta que tem de ser estabelecida pela ciência experimental e empírica. Normalmente, os manuais escolares e universitários sobre evolução dão a ideia errada de que ela é um fato ou uma lei da ciência, mas isso está longe da verdade. Assim como existem várias outras hipóteses em ciência, a evolução também é mera hipótese.

Segundo ponto. Diz-se que a evolução é resultado do acaso cego. Mas o estudo dos processos de acaso mostra que este só irá destruir a ordem, e não evoluí-la. Quando a matéria é deixada a si mesma neste universo, como os evolucionistas supõem que tenha sido o caso, a ordem sempre tende à desordem e sistemas complexos sempre se desintegram em confusão desordenada. A informação sempre acaba sendo destruída, o que significa que não há nenhuma maneira de que a informação presente nos genes pudesse vir à existência por acaso.

Terceiro. Mais de um século e meio de pesquisas renderam milhões de fósseis, mas nem mesmo um único deles apoia a teoria da evolução. De acordo com a evolução, deve haver inúmeros fósseis que demonstram a evolução de uma espécie de animal ou planta em outra espécie, mas tais fósseis nunca foram encontrados. Todos os fósseis que foram reivindicados como formas intermediárias foram desacreditados pelos cientistas em estudos mais aprofundados.

Quarto. Ninguém jamais demonstrou que o homem evoluiu de criaturas simiescas. Mais de uma dezena de tipos de fósseis de “homens-macacos” foram expostos ao mundo pelos evolucionistas, mas, num pensamento posterior, seus próprios companheiros cientistas competentes rejeitaram esses achados. Os cientistas descobriram que alguns desses fósseis representam macacos, enquanto outros representam verdadeiros seres humanos, mas nenhum deles vem de um homem-macaco. Curiosamente, nenhum dos fósseis apresentados vem de um homem-macaco.

Quinto. A Terra não tem, necessariamente, milhões ou bilhões de anos, contrariamente às suposições dos evolucionistas. Eles tentam retratar a Terra como muito antiga, mas esse é um resultado de sua teoria, que exige uma idade muito longa para a Terra. Naquilo que diz respeito às experiências, elas fornecem ampla gama de resultados. De acordo com alguns métodos de determinação da idade da Terra, nosso planeta tem apenas alguns milhares de anos. Outros testes dão uma idade de 10.000 ou 20.000 anos e alguns apontam milhões ou bilhões de anos. Um cientista honesto e objetivo levará em consideração todas essas datas na sua discussão, mas os evolucionistas selecionam as longas eras apenas porque isso lhes é conveniente.

Sexto. Um bom número de darwinistas competentes abandonou sua crença no darwinismo: alguns deles são cientistas altamente respeitados, os quais publicaram as suas conclusões em livros e artigos científicos. E o fizeram porque não conseguiram encontrar uma única prova científica a favor do darwinismo [macroevolução].

Sétimo. Alguns evolucionistas altamente competentes abandonaram todas as formas de evolução. Eles descobriram que qualquer que seja a forma de evolução, darwiniana ou outra, ela simplesmente não funciona. Cientificamente as evidências são nulas. Muitos deles tornaram isso conhecido da comunidade científica.

Oitavo. Há muitos cientistas agora que aceitam que a evidência científica favorece a criação. Essas pessoas não são cristãs, nem crentes na criação. No entanto, a partir de suas observações científicas são obrigadas a acreditar na criação.

Nono. Várias descobertas científicas têm demonstrado que a evolução não é possível. Em outras palavras, cada vez mais as descobertas científicas falam contra a possibilidade de evolução da vida por mero acaso. É por isso que cientistas famosos como Fred Hoyle e Chandra Wickramasinge abandonaram sua fé na teoria da evolução. Cientistas de renome mundial têm amplamente divulgado as razões pelas quais a vida na Terra não poderia ter evoluído por processos de acaso.

Décimo. Enquanto as descobertas da ciência vão contra as teorias da evolução, elas têm dado cada vez mais apoio à Bíblia. Existem numerosas evidências de apoio em favor da Bíblia - da física, química, lógica, ciência da informação, arqueologia, história e, claro, também da biologia.

Décimo primeiro. Nenhum fato conhecido da ciência contradiz a Bíblia, e a Bíblia não contradiz nenhum fato estabelecido pela ciência. Todo estudante sério de ciências deve considerar seriamente a Bíblia e suas afirmações.

(Dr. Johnson C. Philip é físico, com conhecimentos em física quântica nuclear. É também especializado em apologética cristã, arqueologia bíblica e em vários outros campos. Ler Pra Crer [o artigo original pode ser lido aqui]).

Fonte: Criacionismo

Comemoraremos o centenário da morte de Wallace?

Dentro de três anos, terá se passado um século desde a morte de Alfred Russel Wallace, o outro “pai” da teoria da evolução por seleção natural. Como é sabido, Darwin e Wallace coincidiram seus objetivos quando propuseram ao mesmo tempo uma teoria científica idêntica, sendo ambos aceitos nos círculos acadêmicos da época como co-autores de uma só proposta; seus trabalhos foram lidos simultaneamente perante a Sociedade Linneana de Londres, em 1º de julho de 1858. Todavia, o prestígio e a autoridade de cada um deles não foram histórica e cientificamente contrabalançados com a devida justiça ao longo dos anos. E a razão disso já é conhecida de sobra. Darwin concedeu à sua teoria um valor adicional: a certeza de que “tudo”, desde o surgimento imprevisível da vida até o aparecimento das características racionais humanas, seria explicado à luz da evolução por meio da acumulação gradual de novidades surgidas ao acaso. A seleção natural se transformaria, pois, para Darwin, num fator preponderante para explicar todas as manifestações relacionadas à vida no decorrer dos tempos.

Quanto a Wallace, não obstante compartilhasse com Darwin dos mesmos ideais de evolução por seleção natural, negou-se a acreditar que vida, mente e consciência humanas pudessem ser explicadas pela exclusiva ação da matéria. Wallace defendeu durante toda sua vida um entendimento espiritualista da realidade, algo que transcendesse a visão meramente materialista amparada pelo seu conterrâneo Darwin. A explicação de Wallace pode muito bem ser designada como “criacionismo racionalista”, ou seja, a ideia de que as manifestações relacionadas à vida não podem ser estritamente reduzidas ao mundo natural, às leis físico-químicas como as conhecemos.

Fonte: (Humor Darwinista)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Darwin nos vestibulares - VIII

Aos que vão prestar vestibular, seguem novas questões de Biologia, todas referentes a temas relacionados à Teoria da Evolução, tais como: especiação, Seleção Natural, mutações, transformismo, gradualismo, adaptacionismo e outros enigmas evolutivos: [Leia aqui]

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A complexidade da maquinaria celular da qual Darwin era totalmente ignorante

Building on decades of research and mountains of data, scientists and animators are now recreating in vivid and sometimes jaw-dropping detail the complex inner machinery of living cells.

"Partindo de décadas de pesquisas e montanhas de dados, os cientistas e animadores são recriar em detalhes vívidos e às vezes de cair o queixo a complexa maquinaria interior de células vivas".- tradutor google


+++++

Watch video here/Assista ao vídeo aqui: The New York Times

+++++

NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER Desafiando a nomenklatura científica

Fazendo ressalvas e considerando as limitações tecnológicas e até científicas do seu tempo, mas Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve, era completamente ignorante da complexidade da maquinaria celular: é muito, mas muito mais do que um simples aglomerado de gelatina, Charlie! É Design Inteligente!!!


Fui, nem sei por que, pensando: a cegueira de quem vê, e diz que não vê, e diz que é mera ilusão, é a pior das cegueiras!!!

Fonte: Desafiando a nomemklatura científica

Darwin nos vestibulares - V

Seguem novas questões de vestibulares relacionadas à Teoria da Evolução e seus temas congêneres, tais como: Seleção Natural, mutações, lamarckismo etc.

Atenção!

Não espere encontrar perguntas com críticas ou contestações a Charles Darwin. Em geral os vestibulares também rastejam pelos falsos tapetes de ciência da teoria neodarwinista. [Leia aqui]

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Escolas têm de repensar maneira de ensinar matemática

Alguns alunos, para justificar seu mau desempenho em alguma disciplina escolar, dizem que ela não serve para nada. Diante de tal argumentação, não tomam atitude alguma para mudar o rumo das coisas.

É comum isso acontecer com o português. Não conseguem enxergar a necessidade prática de diferenciar os vários tipos de orações encontradas num texto, por exemplo (oração subordinada substantiva subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta...). Com as outras matérias isso também ocorre, como se aquilo que aprendessem ficasse desvinculado da vida.

Isso se deve, muito provavelmente, à maneira como as escolas têm trabalhado as diversas áreas do conhecimento. Elas têm se prendido a regras preestabelecidas, sendo que a função dos professores tem sido de apresentá-las aos alunos, que, por sua vez, as reproduzem e as memorizam, sem espaço para a real compreensão das coisas e do significado delas em suas vidas. Isso, com certeza, não será percebido pelo aluno se apenas lhe for dito.

A matemática é vítima dessa incompreensão, embora seja muito útil em nossas vidas. Não só pelo óbvio de se fazer uma compra, saber o valor do produto, efetuar o pagamento e conferir o troco. O que já não é pouco. Ela está inserida em muitas coisas da vida, em nossas ações diárias, não se limita às quatro operações.

Por exemplo, ao atravessarmos uma rua, observamos a velocidade do carro e a distância a ser percorrida, para então fazermos o percurso, apertando o passo ou não, para que a travessia se dê com segurança, ou mesmo se devemos esperar o veículo passar.

Não usamos números, apenas a lógica da ação (embora essa ação possa ser escrita e calculada usando números e regras matemáticas), estabelecendo a relação entre os objetos, num pensamento abstrato, sem a necessidade de fazermos experiências concretas para decidir a melhor estratégia a ser usada (caso fizéssemos isso, provavelmente morreríamos atropelados antes de chegarmos a uma conclusão segura).

Apesar do esforço para mudar, algumas escolas ainda guardam muitos ranços quando trabalham com a matemática, acabam reduzindo-na a um sistema de signos e à manipulação dos mesmos. Para os pequenos, isso é muito difícil e sem sentido, o pensamento deles é concreto. Que o digam aqueles que ainda são obrigados a decorar (isso mesmo, decorar!) a tabuada.

Ela nada mais é que uma tabela usada para a multiplicação. Se por um lado ela pode contribuir para agilizar a solução de algumas contas mentalmente, principalmente quando envolve as operações multiplicação e divisão, ela não deve constituir um fim em si mesmo e nem ser cobrada em provas.

A tabuada é apenas um instrumento para agilizar o pensamento, que deverá preceder a compreensão, por exemplo, de quanto um determinado número cabe em outro (cabem dois cinquentas no número cem). Além de entender sua versão mais extensa, que é a soma (três vezes dez é o mesmo que dizer dez mais dez mais dez), que a princípio é mais fácil para um aluno usar.

Memorizar alguns resultados virá do uso que a pessoa fizer dele. De tanto multiplicar o nove pelo oito (= 72), o aluno memorizará. Se for bom de memória. Caso contrário, ele terá um trabalhinho maior para resolver uma questão matemática.

A matemática tem que ser repensada na prática das escolas. O pensamento matemático nada mais é que o pensamento lógico, como bem lembra Piaget. O que importa é que ele seja desenvolvido nos alunos, não se restringindo sua prática a mera reprodução de fórmulas e contas, que rapidamente são esquecidas pelos alunos.

A escola tem que ir de encontro às necessidades dos alunos e não o contrário. Quem sabe assim, o fracasso escolar venha a diminuir.

(Opinião de Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)

Fonte: G1

Nota: A disciplina de matemática sempre foi um desafio para os educadores brasileiros que sempre tiveram dificuldade de contextualizar seus assuntos. Nos cursos do ensino médio e superiores é mais claro percebermos este problema. No meu curso (licenciatura em química), por exemplo, é de se admirar ver professores de matemática com titulações de mestres e doutores comenterem erros pedagógicos grotescos. Pergunto: Por que há tanta dificuldade destes professores de ensinar um conteúdo voltado ao cotidiano do alunado? O que está faltando na construção de formação destes docentes? Por que eles insistem em manter esta tradição pedagógica no ensino de matemática? Será que está faltando tempo para preparar as suas aulas? São reflexões estas que precisam ser feitas e revistos. [FN]

domingo, 14 de novembro de 2010

Darwin nos vestibulares - IV

A concorrência por uma vaga nas boas universidades públicas aqui no Brasil é simplesmente cruel. Este ano, por exemplo, na USP, o curso mais concorrido será o de Medicina, com o total de 49,25 canditado por vaga.

Lamentavelmente o pobre, que sempre estudou em escolas públicas e que precisou trabalhar para ajudar nas despesas de casa, dificilmente terá algum êxito nos cursos mais concorridos.
No fim, quem tem dinheiro é que logrará sucesso e ocupará as vagas mais cobiçadas destas universidades.


Seja como for, embora a forma de ingresso nas universidades públicas do Brasil ainda seja extremamente injusta, o vestibular continua sendo uma forma democrática de seleção.


E por falar em seleção, vão a seguir mais algumas questões relaciondas à matéria de Biologia, especialmente aquelas que tratam de assuntos ligados à pessoa de Charles Darwin, à Teoria da Evolução, à Seleção Natural e outros temas paralelos. Ei-las aqui:

sábado, 13 de novembro de 2010

Vegetarianismo: 20 respostas certas.

Quais são os benefícios da alimentação vegetariana (vegana)? A dieta vegetariana pura ou restrita a alimentos de origem vegetal é a melhor forma de suprir as exigências de um corpo saudável. Para funcionar adequadamente, o corpo necessita de vários elementos mas o oxigênio, a água e o açúcar são essenciais para sua sobrevivência. Portanto, a dieta vegetariana pura é a fonte dos carboidratos de origem exclusivamente vegetal que fornecem este açúcar: a glicose.

Ricos em água, vitaminas e sais minerais, estes vegetais associados ao elevado consumo de oxigênio de uma atividade aeróbica, são a receita para uma vida saudável. [Leia as 20 respostas aqui.]

Darwin nos vestibulares - III

Quem realmente está disposto a entrar numa boa universidade aqui no Brasil, necessariamente terá que passar pelo martírio do vestibular. Na Universidade de São Paulo (onde tive o prazer de estudar), todo ano mais de 100 mil alunos batalham por cerca de 10 mil vagas. Em alguns dos cursos a concorrência chega a ser até "darwiniana". Os "mais aptos", ou seja, aqueles que desde a infância só estudaram e que sempre freqüentaram escolas particulares, certamente estarão em vantagem nesta eterna "luta pela sobrevivência" no mercado.

As questões a seguir, todas relacionadas à Teoria da Evolução, são alguns exemplos daquilo que costuma aparecer nas provas de Biologia sobre o assunto. Portanto, se voce vai prestar vestibular, lembre-se de que "Darwin cai na prova". Veja aqui

Darwin nos vestibulares - II

Estamos em plena época de Vestibular. Aqui no Brasil, quem pretende estudar numa boa universidade, necessariamente tem de passar por este inevitável “purgatório”. Especificamente na matéria de Biologia, um assunto muito encontradiço diz respeito à Teoria da Evolução e a seu principal ícone, Charles Darwin. As questões a seguir, todas extraídas dos muitos vestibulares espalhados pelo país, servem como mostra de que o darwinismo ainda ostenta um elevado prestígio nas grandes universidades. Vejamos... aqui.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Bióloga transexual ataca tese de Darwin

Em sua primeira visita ao Brasil, a bióloga americana Joan Roughgarden, 64, professora da Universidade Stanford e referência em estudos sobre homossexualidade no mundo animal, atacou a teoria de seleção sexual de Charles Darwin. Para a cientista, que em 1998 fez uma cirurgia de mudança de sexo e deixou de se chamar Jonathan para virar Joan, Darwin estava “profundamente equivocado” ao descrever padrões rígidos de distinção entre os sexos. O conceito de seleção sexual é um dos componentes da teoria da evolução. Darwin diz que as fêmeas, por gastarem mais tempo e energia com a criação da prole, tendem a ser mais recatadas, escolhendo os parceiros rigidamente, muitas vezes com base em características físicas exageradas - as caudas dos pavões ou os chifres dos veados, por exemplo. Tais traços serviriam, para as fêmeas, como indicador de qualidade genética, enquanto os machos tenderiam a ser mais promíscuos.

Roughgarden se opõe a isso e afirma que não há um padrão rígido de comportamento para machos e fêmeas. Haveria, na realidade, várias gradações entre o feminino e o masculino. Ela cita várias pesquisas indicando que, na natureza, nem mesmo a relação entre macho e fêmea pode ser considerada padrão. “Há mais de 300 espécies de vertebrados com registro de homossexualidade. Um terço dos peixes de recifes de coral pode trocar de sexo durante a vida. A seleção sexual não explica isso”, diz.

No lugar do conceito de Darwin, Roughgarden propõe a teoria de “seleção social”. Além de compreender as várias gradações entre os gêneros, a teoria afirma que, na natureza, é comum haver sexo sem fins reprodutivos. Como exemplo, ela cita os bonobos, primatas africanos que usam sexo como forma de integração e interação social, além de outros bichos.

Lançado há um ano, seu último livro, The Genial Gene, aprofunda as críticas. Um dos principais alvos é o zoólogo Richard Dawkins, ex-professor da Universidade de Oxford e defensor da visão darwinista clássica. Para a bióloga, Dawkins e outros dão peso excessivo à competição no processo evolutivo. Ela acusa as universidades britânicas de ignorar qualquer indício de erros na teoria da seleção sexual.

“Charles Darwin é um herói nacional. Por isso, admitir que existe uma falha no seu raciocínio tem um significado enorme. É como se estivessem desmoralizando a nação”, afirmou.

(Folha de S. Paulo, 11/11/2010)

Nota: Charles Darwin é mais que um herói nacional britânico; para muito darwinistas, ele é o maior cientista de todos os tempos – e ouse criticá-lo em público pra ver só! Imagino que as conclusões de Roughgarden se devam também à sua subjetividade comportamental/sexual. Isso é mais uma evidência de que cientistas não são máquinas objetivas. A posição da cientista também ajuda a evidenciar o fato de que o darwinismo não é unanimidade científica e que as críticas a essa hipótese não são levantadas apenas por criacionistas. Ainda segundo a matéria da Folha, além da homossexualidade, a relação da religião com a biologia também é um dos objetos de estudo de Roughgarden. Em 2006, a pesquisadora lançou um livro em que defende a compatibilidade entre a teoria da evolução e a fé cristã. Essa suposta compatibilidade entre darwinismo e religião é o “canto da sereia pragmático para engabelar os de subjetividades religiosas”, na definição do coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente, Enézio E. de Almeida Filho. Conforme lembra Enézio, St. George Jackson Mivart (personagem de sua dissertação de mestrado em História da Ciência), um dos maiores críticos científicos do papel da seleção natural na origem das espécies, foi expulso do círculo íntimo de Darwin e da comunidade científica (Thomas Huxley e Joseph Hooker fizeram de tudo para que Mivart não fosse aceito nas organizações científicas) impedindo, assim, seu avanço acadêmico justamente por, como evolucionista, promover a compatibilidade da evolução com a religião.[Michelson Borges]

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Abelhas fazem cálculos complexos

Abelhas podem solucionar problemas matemáticos complexos, superando até a capacidade de computadores para cálculos. Esse é o cerne de um estudo desenvolvido por cientistas do departamento de ciências biológicas, a Royal Holloway, da Universidade de Londres, no Reino Unido. Os insetos aprendem a pegar a rota mais curta para chegar até as flores que costumam ser encontradas aleatoriamente pelo caminho. Ou seja, a que economiza tempo e poupa gasto de energia, um dos princípios da questão matemática conhecida como “problema do caixeiro-viajante” (“traveling salesman problem”, em inglês). “Apesar de seu pequeno cérebro, elas são capazes de façanhas extraordinárias”, comenta Nigel Raine, que participou da pesquisa.

A conclusão foi possível com a ajuda de um computador que controlou flores artificiais para identificar o comportamento das abelhas. A ideia era mostrar se os insetos seguiam uma rota comum conforme encontravam as flores ou se procuraram instintivamente a mais curta. Depois de explorar a região florida, elas rapidamente tendem a voar pela rota mais curta.

(Folha.com)

Leia também: “Bees’ tiny brains beat computers, study finds” e “Abelhas resolvem dilema da computação” (esta matéria traz o seguinte subtítulo: “Com um cérebro do tamanho de uma cabeça de alfinete, as abelhas resolvem rapidamente um problema matemático que deixa os supercomputadores ocupados por dias”)

Nota: Se você encontrasse um nanocomputador capaz de realizar cálculos complexos em poucos instantes, concluiria que ele poderia ser fruto de mutações aleatórias não direcionais selecionadas naturalmente? Trocando em miúdos simplificados: Você acreditaria que esse superminicomputador poderia ser fruto do acaso cego? Pois é, nem eu...[Michelson Borges]

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Darwin nos vestibulares

Aos que pretendem ingressar numa boa universidade aqui no Brasil, o vestibular continua sendo o inevitável purgatório. Especificamente na matéria de Biologia, temas relacionadas ao naturalista Charles Darwin e à Teoria da Evolução são deveras corriqueiros nos melhores exames do país. A par disto e para melhorar o desempenho dos vestibulandos, publico a seguir uma série de questões, todas abordando a temática da evolução.

Mas, cuidado!
Se você é um crítico da teoria evolucionista ou contesta o autor de “A Origem das Espécies”, nunca tente colocar em dúvida seus intocáveis pilares. Do contrário, além de perder pontos na matéria, correrá ainda o risco de ser rotulado de “fundamentalista”. Sim, afinal, Darwin e a Teoria da Evolução fazem parte do “cânone sagrado” da Biologia, e por isso nunca podem ser contrariados. Mas, vamos aos vestibulares, clicando aqui:

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Projeto quer o fim da propaganda enganosa. Se a moda pega...

Projeto quer o fim da propaganda enganosa

25/10/2010


Se você já sentiu iludido por comprar um produto pela foto e na prática ganhar outro, saiba que isso pode mudar. Está em tramitação na Câmara o PL 7228/10, que pede a proibição do uso de fotos ou imagens "meramente ilustrativas" em propagandas veiculadas nos jornais, revistas, panfletos, TV, embalagens, sites entre outros.
...

Leia mais aqui: Adnews

+++++

NOTA DO BLOGGER: desafiando a nomeclatura científica

Sugiro à Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados que acolha projeto no sentido de também coibir nos livros didáticos aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM a propaganda enganosa na abordagem da evolução onde é vendido um produto e o que se recebe é outro: a teoria da evolução é apresentada aos alunos, a priori, como verdade científica assim como a lei da gravidade, mas os alunos não ficam sabendo que o fato, Fato, FATO da evolução nunca é corroborado no contexto de justificação teórica.


Traduzindo em graúdos: estão vendendo gato por lebre. Isso não é propaganda enganosa???

FONTE: Desafiando a Nomeclatura Científica

terça-feira, 19 de outubro de 2010

domingo, 26 de setembro de 2010

“Na Ciência Nós Acreditamos”, na Nomenklatura científica NÃO!

“Na Ciência Nós Acreditamos”

Sondagem da Nature e Scientific American feita em 18 países, Brasil inclusive, indica que as pessoas acreditam na ciência e nos cientistas

Edição Online - 22/09/2010

Uma tomada de opinião feita pela internet com mais de 21 mil leitores de 18 países, inclusive o Brasil, das revistasNature e das edições americana e internacionais da Scientific Americanindica que a credibilidade da ciência e dos cientistas é alta. Feita sem qualquer metodologia científica, como ressaltam seus próprios autores, a enquete divulgada hoje (22/09) mostra que os leitores acreditam mais na palavra dos cientistas do que na de qualquer outro grupo de pessoas.
...

Leia mais aqui: Pesquisa FAPESP


NOTA CAUSTICANTE Do BLOGGER Desafiando a Nomeklatura científica:

Se a Grande Mídia tivesse coragem e publicasse dando mais destaque sobre as fraudes cometidas pelos cientistas em suas pesquisas, pela inquisição sem fogueiras perpetrada pela Nomenklatura científica contra os dissidentes e críticos dos atuais paradigmas queridinhos, e tomassem conhecimento de como isso se dá por detrás dos bastidores, ainda assim a confiança da população na ciência continuaria, mas a confiança nos cientistas ficaria bastante abalada. Especialmente pela recusa de debater civil e publicamente as dificuldades fundamentais desses paradigmas no contexto de justificação teórica.


Eu sei de muitas pesquisas que foram fraudadas no passado distante e bem recentemente, inclusive por membros de equipes de gente que ganhou o prêmio Nobel, mas não perco meu tempo com isso, pois sei ser a ciência um construto humano tentando descrever a realidade das coisas, feito por humanos sujeitos às mesmas paixões e deslizes. Mas isso a Grande Mídia não dá o devido destaque. Eu poderia citar aqui alguns casos de fraudes cometidas por cientistas nesta semana que apareceram em revistas populares de divulgação científica que as editorias da Grande Mídia recebem online.

Na ciência eu acredito, na Nomenklatura científica, NÃO!!!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Neurônios entram em sintonia para que cérebro funcione

Na hora de realizar tarefas complexas, há algo a mais de que o cérebro precisa: ritmo. Segundo estudo feito na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, ritmos corticais fazem com que grupos de neurônios espalhados por diversas regiões do cérebro sejam convocados para realizar uma atividade coordenada, como se fossem um regente conduzindo as várias seções de uma orquestra. O estudo será publicado esta semana no site e sairá em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Os atos mais simples, como abaixar para apanhar uma folha de papel, exigem uma coordenação notável de múltiplos grupos de neurônios, de modo a perceber o objeto, a distância que ele se encontra, quando usar os músculos necessários para abaixar, esticar o braço, agarrar a folha e assim por diante.

Os neurocientistas ainda não sabem bem como esses grupos de células cerebrais dispersas em regiões diferentes e distantes umas das outras ligam-se entre si de modo que tarefas simples ou complexas possam ser realizadas. “Um dos principais problemas atuais da neurociência é compreender como saímos de bilhões de neurônios distintos e independentes, de um lado, para, do outro, um cérebro unificado capaz de atuar em um mundo complexo”, disse Jose Carmena, professor assistente do Departamento de Engenharia e Ciências da Computação, um dos autores do estudo.

A ideia de grupos de neurônios anatomicamente dispersos, mas funcionalmente relacionados, foi descrita pela primeira vez pelo neurocientista canadense Donald Hebb, em 1949, no livro The Organization of Behavior. “Ele basicamente disse que neurônios isolados não são as unidades mais importantes na operação cerebral e que o que realmente importa é a montagem das células”, disse Ryan Canolty, outro autor do estudo.

Hoje se sabe que grupos de neurônios não apenas precisam trabalhar em conjunto para a realização de uma determinada tarefa, mas que esses grupos têm que unir forças com outros, em partes distintas do cérebro, como em regiões responsáveis pela cognição e pelo controle dos movimentos do corpo. [...]

“Se os neurônios se importassem apenas com o que ocorre em seu ambiente local, seria difícil fazer com que trabalhassem em conjunto caso estivessem em diferentes áreas corticais. Mas quando múltiplos neurônios, espalhados por todo o cérebro, são sintonizados em um padrão de atividade elétrica em uma frequência específica, então sempre que o padrão de atividade global ocorrer esses neurônios podem atuar em um agrupamento coordenado”, disse Canolty. [...]

(Diário da Saúde)

Nota: “Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formate; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139:14).

O X-Club de Darwin

Quem foram as pessoas que verdadeiramente mais contribuíram na construção do darwinismo e na sua imposição como “teoria científica”? Será realmente que se pode atribuir a Darwin o principal mérito em idealizar o conceito de Seleção Natural como uma força onipotente capaz de reger os destinos dos seres vivos? O que leva muita gente a comparar a Teoria da Evolução com a Teoria da Relatividade ou com a Lei da Gravitação Universal? Como explicar que Darwin seja considerado um gênio da ciência e sua obra A Origem das Espécies a maior contribuição científica da história da humanidade? Para R. M. Young e Bernard Shaw, o êxito do darwinismo poderia ser atribuído às funestas ideias de Thomas Malthus e Herbert Spencer, as quais serviram para justificar as condições coloniais e sociais da época. Todavia, como bem o disse Maximo Sandin, em uma de suas entrevistas, tal constatação apenas corrobora seu êxito social, porém não explica sua ascensão como “teoria científica”.

É aqui que entram outros nomes, e o principal deles diz respeito a Thomas Huxley, o famoso “Bulldog de Darwin”. Ele, Joseph Dalton Hooker, John Tindall, entre outros, controlaram durante décadas a Royal Society. Huxley foi presidente da Geological Society, da Ethnological Society, da British Association for the Advancement of Science, da Marine Biological Association e da própria Royal Society.

Esse grupo, também chamado “X-Club”, deliberava sobre tudo, de pescarias a enfermidades, e tinha por objetivo “promover o darwinismo e o liberalismo científico”. A revista Nature também surgiu por obra de Huxley e Hooker, o que explica a postura ideológica desse periódico nos dias de hoje. Tudo isso combinado dá sentido às razões pelas quais o zoólogo evolucionista St. George Mivart, um crítico contundente da Seleção Natural, ter sido silenciado.

Foi com a dedicada colaboração do “X-Club” que Darwin se tornou membro da mais importante das sociedades científicas. E já com seu nome ideologicamente erigido, foi ele sepultado com todas as pompas na Abadia de Westminster, onde apenas cinco pessoas pertencentes à nobreza foram enterradas.

Tais fatos nos levam a concluir que o darwinismo não foi assim obra direta de Darwin. Em vez disso, originou-se de um conjunto de objetivos idealizados e postos em prática pelas classes dominantes, a elite inglesa, que, ostentando grande poder e influência social, fez de Darwin seu grande motivo e pretexto. Não fora isso, seria difícil compreender como uma ideologia assim tão escancarada se fez passar por legítima ciência, e dessa forma permanecer até os dias de hoje.

Fonte: (Humor Darwinista)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Bursas: outra evidência de design inteligente

Sempre fiquei impressionado com as maravilhas da criação; sempre gostei de ciência, e o estudo das criações de Deus me aproxima cada vez mais do Criador. Nunca me preocupei em observar algo que necessariamente teria que ter sido planejado, pois para mim chega a ser óbvio que tudo foi cuidadosamente projetado. Porém, como todo estudante, logo me encontrei entre intelectuais que “tinham certeza” de que tudo o que conhecemos evoluiu. Cheguei à faculdade, e achei que essas “certezas” só aumentariam, mas, na verdade, não foi o que aconteceu. Curso Medicina, e nessa área o corpo humano é estudado a fundo, em seus mínimos detalhes. Se, para mim, já era impossível que tivéssemos evoluído, agora, quanto mais avanço nos estudos, mais tenho certeza de que fomos criados. É tudo tão perfeito, harmonioso, complexo, e o mais intrigante: muitas vezes incompreensível! Apenas se sabe que há algo ali, e funcionando, como? Tenho certeza de que o Arquiteto sabe! Porque nossas mentes inteligentes ainda não encontraram a resposta. Entretanto, não sou apenas eu que encontro cada vez mais evidências de planejamento estudando o corpo humano. Muitos mestres e doutores também não conseguem negar que o que veem foi planejado. Alguns ainda relutam em admitir, outros, talvez com medo de se posicionar, durante suas aulas não param de repetir que “a natureza foi muito inteligente em criar esse mecanismo”, ou que “a natureza escolheu assim porque seria melhor”. O terceiro grupo, por meio de seus estudos, concluiu que foi necessário um projeto inteligente.

Cito, como exemplo, uma ocasião em que, durante a aula de reumatologia, o professor perguntou o que eram as bursas. Nenhum aluno se manifestou e então ele iniciou sua explicação com as seguintes palavras: “Bursas são pequenas estruturas em nosso corpo que deveriam ser consideradas como o ápice da criação! Pois elas não têm nenhuma função no corpo, só existem para dar conforto aos nossos movimentos.”

Bursas são pequenas bolsas que ficam estrategicamente situadas em áreas de tensão do corpo. Localizam-se entre a pele e os ossos, ligamentos e ossos, tendões e ossos, e músculos e ossos. Essas bolsas estão cheias de líquido e amortecem os movimentos de uma estrutura sobre a outra. Apesar de serem parecidas com a cápsula articular (que também possui o líquido sinovial lubrificando os ossos), bursa e cápsula articular não são a mesma coisa; as bursas nem sequer fazem parte do arcabouço articular – poderíamos dizer que são itens adicionais. Viveríamos perfeitamente sem as bursas, mas elas estão ali para nos dar conforto! Se supusermos que a evolução realmente fosse capaz de fabricar nosso maravilhoso, complexo, perfeito e incompreensível organismo, a façanha acabaria antes da formação de estruturas como as bursas, pois somente a teoria criacionista pode explicar o surgimento delas.

É maravilhoso saber que temos um Deus poderoso e que Se preocupa conosco! E que nos ama a tal ponto de não apenas prover tudo o que necessitamos para viver, mas também nos dar conforto para viver. As bursas poderiam ser comparadas a móveis em uma casa. Para habitar na casa, o chão já seria suficiente para sentarmos. No máximo, haveria uma cadeira, o que, se fosse possível, a evolução nos “ofertaria”. Mas as bursas são como as almofadas; são dispensáveis, mas estão ali para dar mais conforto. Só um Deus de muito amor faria algo assim. Enquanto a evolução nos oferece a cadeira, Deus nos dá cadeiras com almofadas; enquanto a evolução nos oferece um chinelo, Deus nos dá tênis com amortecedores; enfim, sem mais comparações simbólicas, a evolução nos oferece a luta desesperadora pela sobrevivência; Deus nos oferece paz, segurança e alegria para viver (mesmo em meio as turbulências deste mundo de pecado que logo terá fim). Enquanto a evolução nos oferece a morte cruel, Deus nos dá a vida eterna!

(Roberto Lenz Betz, 7ª fase de Medicina, Universidade Regional de Blumenau)

Para saber mais: TORTORA, Gerard J; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Princípios de anatomia e fisiologia. 9ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. xxxviii, 1047p, il; SKARE, Thelma Larocca. Reumatologia: princípios e prática. 2ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. xii, 335p, il.

Fonte: criaciosnimo.com.br

O "pesadelo" do mapa metabólico


Sou estudante de medicina e também criacionista e adventista do sétimo dia. Quanto mais avanço nos estudos, mais certeza tenho de que tudo foi planejado. A gigantesca complexidade, a total funcionalidade e harmonia de todos os componentes e processos da vida, acrescidos da falta de capacidade humana em simplesmente identificar esses processos e componentes, dão certeza absoluta de que Deus está no comando. Aliás, se a ciência é o estudo das coisas criadas por Deus, com certeza a ciência sempre revelará o Criador.

Um dos "pesadelos" dos acadêmicos das áreas biológicas é o estudo do mapa metabólico, justamente por causa de sua complexidade. Mas acabei vendo ali mais uma grande evidência criacionista (se quiser ver o mapa em detalhes, clique na figura acima).

Quem cursa alguma graduação na área da saúde certamente compreenderá o que eu vou falar agora. Esse é um mapa esquematizado do metabolismo humano, deveras resumido e apresentando apenas os produtos das reações; não chega nem aos pés do metabolismo humano completo. Existem mapas metabólicos muito, mas muito maiores do que esse. Para falar a verdade, grande parte dos processos metabólicos permanecem incógnitos.

Olhando pra esse mapa é possível entender o que tantos cientistas querem dizer com complexidade. É realmente muito complexo, com muitas substâncias que ninguém ainda sabe extrair do corpo ou sintetizar. Quando e SE um dia souberem, será um grande passo para a indústria farmacêutica.

As setas simbolizam o caminho das substâncias, e omitindo apenas uma, distúrbios graves serão desencadeados.

Fico pensando como pode algo tão gigantesco e complexo simplesmente "surgir", já que a evolução ocorreu* por uma série de "acidentes" genéticos provocados pelo acaso e por fatores ambientais randômicos. O que me deixa perplexo também é o fato de todo esse mecanismo estar constantemente acontecendo em perfeita harmonia e estarmos vivos pela sua completa funcionalidade. O incrível é que esses acidentes isolados pelo mundo produziram um sistema idêntico em todo o globo.

Se, com inteligência, estamos sofrendo para compreender isso, imagine a dificuldade que o "acaso" teve em fabricá-lo! O acaso, que eu saiba, deveria ser "burro", caso contrário seria uma entidade inteligente.

O "burro do acaso" construiu processos tão complexos que nós, igualmente frutos do "burro do acaso", apesar de miraculosamente dotados com inteligência superior à "dele", não conseguimos compreender suas obras.

(Roberto Lenz Betz e Jean Rafael Soares e Silva)

* Partindo do pressuposto acientífico que diz: não importa o quanto pareça ao contrário, a vida evoluiu, sim.

FONTE: criacionismo.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Evolução? “Não tenho fé suficiente”

Sentado no gabinete do neurocirurgião Ben Carson, diretor de neurocirurgia pediátrica no Hospital Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, em conversa com ele, acabamos entrando no assunto da evolução e da origem. Ao interagirmos um com outro entre os eruditos volumes da estante e o moderno equipamento tecnológico sobre a escrivaninha, pareceu apropriado pensar sobre quem somos e de onde viemos. [O Dr. Carson é considerado um dos maiores neurocirurgiões do mundo, cuja história de vida tem servido de inspiração para muitas pessoas ao redor do mundo. Se quiser conhecer mais sobre esse grande cientista, leia o livro e assista ao filme .]

Dr. Carson: Considere, por exemplo, este computador: Se você entrasse nesta sala e visse o computador, não pensaria que ele simplesmente apareceu. Ele não surgiu ao acaso.

Por que tantas pessoas preferem crer na formação ao acaso do Universo – e da vida em si? Em outras palavras, por que o assunto da evolução é tão importante?

Dr. Carson: Acaba sendo uma questão de propriedade. Quem é o proprietário do Universo? Quem é o proprietário da Terra? Quem é o proprietário da nossa vida? Quem acredita na evolução, e em uma explicação naturalista do Universo, basicamente vê a si mesmo como proprietário do fim – como o criador e fonte máxima de autoridade. Desse modo, essas pessoas não respondem a nada e a ninguém, pois não existe nada mais elevado do que elas mesmas.

Como isso acontece? Quais são as consequências de aceitar a opinião evolucionista da origem do ser humano? Como isso afeta a sociedade e a maneira como vemos a nós mesmos?

Dr. Carson: Crendo que somos o produto de “atos do acaso”, eliminamos a moralidade e o fundamento do comportamento ético. Pois, se não existe tal coisa como autoridade moral, podemos fazer o que quisermos. Todas as coisas se tornam relativas e não há razão para nenhum de nossos valores mais elevados.

Se somos produto do acaso, um sortimento de átomos ao acaso, vivendo em um universo determinístico que é simplesmente a consequência de interações físicas, isso tudo não parece futilidade?

Dr. Carson: Sim. Ao educar-me tive que aprender a teoria evolucionista, e como cristão que teme a Deus fiquei imaginando como fazer Deus e a evolução se entrosarem. A verdade é que não podemos fazê-los se entrosar; temos que escolher um ou o outro.

Muitos cristãos têm se dedicado demasiadamente à “ciência”, admitindo não só os dados observados, mas também as interpretações antiteístas. Você é questionado com frequência a respeito de ser um cientista lógico e um cristão?

Dr. Carson: Sim. Minha resposta é que quanto mais se entende a ciência, menos se acredita que tudo isso foi um acidente! Considere o cérebro, por exemplo, com seus bilhões de neurônios, centenas de bilhões de conexões e como se lembra de todas as coisas que já viu e ouviu.

Todas as coisas? Esta não parece uma descrição correta, pelo menos não do meu cérebro. Estou sempre me esquecendo das coisas...

Dr. Carson: Ponha uma sonda no hipocampo de um homem de 80 anos de idade e ele lhe contará as palavras textuais de um livro que leu 60 anos atrás. Esse é um órgão extremamente complexo e sofisticado; não o resultado de processos ao acaso.

Nem mesmo em menor grau?

Dr. Carson: Ainda que se permita a formação de uma única célula. E um organismo de uma única célula também é surpreendentemente complexo – as membranas, o núcleo, os nucléolos, a mitocôndria... Além disso, favorecemos demais os evolucionistas se começarmos com uma única célula. Procure começar com substâncias inertes!

Apenas suponhamos que tivéssemos aquela primeira célula?

Dr. Carson: Mesmo que você aceitasse a teoria evolucionista – desenvolvendo um organismo mais sofisticado nessa maneira teoricamente “lógica”, então deveria haver um continuum de organismos. E por que a evolução se desviou em tantas direções – aves, peixes, elefantes, primatas, seres humanos – se há alguma força evoluindo ao máximo? Por que não são todas as coisas um ser humano – um ser humano superior? Darwin declarou especificamente que sua teoria se baseava na descoberta de formas intermediárias, e tinha certeza de que nós as encontraríamos. Mais de cem anos depois ainda não as encontramos. Mesmo os mais primitivos fósseis não mostram tais intermediários.

Considere o simples caso do primata para o ser humano. Deveria ser fácil encontrar uma abundância de restos fósseis sendo que, de acordo com a teoria evolucionista, essa é a mais recente transição. Se podemos encontrar tantos fósseis de dinossauros, os quais são muito mais antigos no esquema evolucionista, deveríamos ter amplas evidências de intermediários entre os primatas e os humanos. Mas não temos. Temos muito poucos supostos intermediários – como “Lucy”, baseada na extravagante reconstrução com muito enchimento. Atualmente temos pessoas com significativas anormalidades congênitas cujos restos do esqueleto pareceriam um elo desaparecido. Por isso, “Lucy” não comprova o caso, e poderia haver inúmeras “Lucys” se a transição dos primatas para os humanos fosse verdadeira.

Há, também, todo o assunto dos organismos irredutivelmente complexos – a ideia de que todas as coisas precisam estar presentes de uma vez para que ele funcione. Como poderiam todos os itens complexos evoluir simultaneamente, como no olho, por exemplo?

Os muitos cientistas que discordam das suas opiniões lhe preocupariam? Afinal, 99 por cento poderá dizer que você está errado!

Dr. Carson: Antes de Darwin, a maioria dos cientistas era cristã. Mesmo Darwin foi criado como cristão, mas ficou amargurado. Propôs-se então a provar outra explicação para a vida. Devo dar a esse homem algum crédito: ele foi um grande observador. Nas ilhas Galápagos, ele encontrou tentilhões de bico forte, capaz de quebrar sementes duras. Descobriu também iguanas e tartarugas com diferentes adaptações. Portanto, concluiu que esses organismos estavam evoluindo, e ele estava correto em termos de microevolução – adaptação ao ambiente. Imagine se você só pudesse se alimentar se conseguisse encestar uma bola de basquete...

Jogadores de basquete evoluindo?

Dr. Carson: Somente pessoas altas seriam alimentadas e sobreviveriam. Eles transmitiriam seu gene de altura aos seus descendentes. Isso é evolução ou adaptação? Obviamente a última alternativa. Mas evolução significa que um organismo finalmente se transforma em outro bem diferente, e não existe evidência de tal transformação. Deus admitiu a adaptação, que fala de um Criador maravilhoso que concedeu a Suas criaturas uma estrutura genética flexível o suficiente para se adaptar. Mas isso não é evolução.

Considere também a complexidade do Universo. O telescópio Hubble nos revelou muito mais. Mas nossa galáxia é apenas um pequeno ponto no imenso esquema do Universo, e existe muito mais além do que conhecemos. Mesmo em nosso próprio Sistema Solar – estamos a 93 milhões de milhas do Sol. Se estivéssemos a 92 milhões de milhas, estaríamos incinerados; se a 94 milhões de milhas, estaríamos congelados. É demais! Tudo é extraordinariamente organizado com tanta complexidade. Como pode isso acontecer?

Depois considere as opiniões sobre a origem do Universo. Os cientistas falam sobre a segunda lei da termodinâmica, que declara que todas as coisas tendem a um estado de desorganização.

Então como poderia nosso Universo incrivelmente organizado surgir como resultado de uma grande explosão? Isso bate frontalmente com a segunda lei, que declara que como resultado ele seria menos organizado, não mais! Os cientistas precisam ser coerentes.

Agora uns poucos pensamentos conclusivos.

Dr. Carson: Finalmente, se você aceitar a teoria da evolução, despedirá a ética, não precisará defender um conjunto de códigos morais e determinará sua própria consciência baseada nos próprios desejos. Não terá razão nenhuma para coisas como amor altruísta, quando um pai mergulha para salvar um filho de se afogar. Poderá jogar fora a Bíblia como algo irrelevante, apenas fábulas tolas, pois você crê que ela não se harmoniza com o pensamento científico. Você poderá ser como Lúcifer, que disse: “Serei semelhante ao Altíssimo.”

Você pode provar a evolução? Não. Pode provar a Criação? Não. Pode usar o intelecto concedido por Deus para decidir se alguma coisa é lógica ou ilógica? Sim, absolutamente. Tudo se resume na “fé” – e eu não tenho o suficiente para crer na evolução. Sou uma pessoa lógica demais!

(Adventist Review)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Superbactérias derrubam mais um mito evolutivo

Inimigas letais dos seres humanos, as bactérias são de um altruísmo invejável entre si. Levando a sério o termo trabalho em grupo, esses micro-organismos são capazes de se autodestruir em prol da sobrevivência de uma colônia. A descoberta, feita por pesquisadores do Howard Hughes Medical Institute (HHMI), na Inglaterra, surpreendeu os cientistas e pode ajudar a desenvolver novas drogas que combatam uma das características mais desafiadoras desses seres unicelulares: a resistência que criam contra os medicamentos. A pesquisa, que foi publicada pela revista especializada Nature, mostra que, quando o grupo está ameaçado, as bactérias mais fortes se sacrificam em prol das outras, ao contrário do que se imaginava previamente [altruísmo em vez de sobrevivência do mais forte]. Até agora, os cientistas pensavam que a resistência aos antibióticos acontecia quando uma bactéria sofria mutações genéticas, tornando-se indiferente à ação do remédio. Como esses micro-organismos se dividem para criar novos exemplares, achava-se [mas se afirmava com toda certeza] que a superbactéria disseminava a mutação para suas descendentes.

O novo estudo, porém, provou que as bactérias trabalham de uma forma diferente. Quando defrontadas com um ataque violento de antibióticos, a mais resistente Escherichia coli produz - ao custo da própria energia - uma proteína que desencadeia um mecanismo de proteção às vizinhas mais fracas. Nos últimos anos, o crescimento alarmante das superbugs, como são chamadas as cepas hiper-resistentes, têm despertado a preocupação de hospitais, que temem uma onda de contaminações. Uma das mais temidas é o estafilococo áureo resistente à meticilina (MRSA, sigla em inglês), que provocou um surto de infecções nos Estados Unidos, em 2005, matando 19 mil pessoas.

Para estudar a resistência das bactérias, o pesquisador James J. Collins e seus colegas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, cultivaram um micro-organismo em um biorreator - equipamento que permite controlar o ambiente ao qual os bugs estão expostos. Ainda acreditando que o que fazia os patógenos se tornarem super-resistentes eram as supostas mutações, eles adicionaram no biorreator doses do antibiótico norfloxacina. A ideia era medir, periodicamente, a concentração inibitória mínima (CIM), método que permite verificar o nível de crescimento de uma colônia. Quanto maior o CIM, mais resistente é o micro-organismo.

“Foi quando ficamos completamente paralisados”, conta Collins. Para a surpresa dos cientistas, o CIM de algumas amostras era muito mais baixo do que o da população como um todo. Além disso, a quantidade desses patógenos na colônia era muito pequena - representavam menos de 1% do total. A equipe, então, analisou as proteínas produzidas pelas bactérias com alto CIM em contato com o antibiótico. Eles descobriram que a triptofanase era abundante. Essa enzima tem como função quebrar o aminoácido tripnofano em pequenos pedaços, sendo que um dos produtos da degradação é o indol, um composto orgânico que fortalece as bactérias vizinhas, à custa de muito gasto energético da superbactéria que o produz.

O indol atua de duas maneiras. Uma delas é estimular as células a expulsar o antibiótico de dentro delas, como se estivessem expelindo um veneno. Como se não bastasse, ele protege as bactérias contra os radicais livres, que levam à oxidação. Há alguns anos, a equipe de Collins já havia descoberto que os antibióticos funcionavam justamente bombardeando as bactérias com radicais livres. “Agora, nós vimos que o indol bloqueia esse efeito”, diz.

Todo esse mecanismo custa a energia e a vida da superbactéria. Ao comparar o crescimento dos micro-organismos, os cientistas notaram que a produção do indol “suga as forças” da bactéria generosa. “Ela não cresce tanto quanto podia, porque passa a produzir indol para todas as outras”, explica o pesquisador. De acordo com ele, esse comportamento “altruísta” - que ocorre em diversas espécies do mundo animal, incluindo os humanos - representa um já conhecido paradoxo para os biólogos evolucionistas: se a evolução favorece o mais forte, por que um indivíduo iria sacrificar sua própria força pelo restante do grupo?

A descoberta de Collin reforça a teoria da seleção de parentesco, formulada na década de 1969 pelo cientista britânico W.D. Hamilton. De acordo com ele, os organismos precisam se comportar de maneira altruísta com aqueles que compartilham seus genes. Mesmo que esse indivíduo “especial” não sobreviva, ele está passando suas características às futuras gerações, que vão desempenhar o papel evolutivo. No caso da pesquisa de Collins, as bactérias estudadas pertenciam a uma mesma colônia. Então, ao produzir o indol, os bugs mutantes estavam protegendo sua própria herança genética.

Apesar de as descobertas flutuarem pelo ramo da biologia evolutiva, Collins acredita que as principais implicações do estudo referem-se à saúde pública. De acordo com ele, novas pesquisas sobre antibióticos devem se focar no padrão de produção do idol, de forma a bloquear a habilidade da superbactéria de compartilhar com as outras sua resistência. “Acredito que nosso trabalho demonstra a necessidade premente de se investir no desenvolvimento de novos medicamentos”, diz. “A chance de termos novos e perigosos superbugs emergindo são bastante grandes, e estou preocupado que nosso arsenal de antibióticos não dê conta deles. Ainda temos tempo de oferecer uma resposta, mas, para isso, precisamos nos empenhar para expandir as pesquisas e a fabricação de novas drogas”, afirma o cientista.

(ABC Farma)

Nota: Parece que um dos grandes argumentos utilizados para justificar a evolução está caindo por terra. Na verdade, na forma como era anteriormente entendido, esse argumento só favorecia a microevolução (ou seja, essas mutações não transformavam as bactérias em outro tipo de ser vivo, apenas as tornariam mais resistentes). Mas, pelo visto, nem isso era verdade. A tal “teoria da seleção de parentesco” é mais uma manifestação da teoria-explica-tudo – quando uma suposição darwinista se mostra falha, salva-se a teoria dos fatos e se adapta sua explicação. Fácil assim. Só falta a ciência demonstrar factualmente que a seleção natural também não tem poder evolutivo, mas apenas conservativo. Macroevolução é um dogma/mito, e, como tal, vai sendo sustentado, a despeito das evidências em contrário. Mas os mitos existem para ser destruídos.[Michelson Borges]

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails