sábado, 31 de outubro de 2009

7 razões para diminuir o consumo do leite


“Beba todo o seu leite” é uma frase que muitas pessoas cresceram ouvindo. No entanto, cada vez mais evidências sugerem que o leite não é tão saudável como foi acreditado ser, e o leite que bebíamos no passado não é tão saudável como o industrializado que bebemos atualmente. Pessoas conscientes da saúde estão desistindo do leite e virando-se para outras alternativas. Aqui estão 7 razões pelas quais todos nós podemos pensar em evitar o leite de vaca:


1) A noção de que o leite é essencial para prevenir a osteoporose provém do fato de ser uma das fontes de cálcio mais bem absorvidas e por vários estudos terem mostrado que o consumo do leite aumenta a densidade mineral óssea, no entanto, alguns estudos demonstram o contrário. O leite não faz manter nossos ossos saudáveis, evitando fraturas e osteoporose. De fato, segundo o Nurse's Health Study, laticínios podem realmente aumentar o risco de fraturas em vez de proteger os nossos ossos. Países como os da África e da Ásia que não consomem grandes quantidades de produtos lácteos na verdade, têm as taxas mais baixas de osteoporose.


2) Os laticínios, apesar de possuírem um índice Glicêmico (IG) baixo, aumentam muito a liberação da insulina pelo pâncreas, o que pode causar resistência à insulina, que está relacionada à origem de várias patologias, como a síndrome metabólica. O consumo de leite bovino tem sido associado também à diabetes tipo 1, especialmente quando a exposição a este alimento se dá nos primeiros meses de vida.


3) Outros estudos ainda estabeleceram uma correlação muito forte entre o consumo do leite e a prevalência de esclerose múltipla e Parkison.


4) Laticínios podem aumentar risco de câncer. A pesquisa revelou que grande ingestão de produtos lácteos pode aumentar o risco de câncer de próstata em 30 a 50 por cento. Outros estudos epidemiológicos e experimentais associam o consumo desse grupo de alimentos com alguns tipos de cânceres de ovário, testículo e próstata.


5) Cerca de 75 por cento da população mundial é intolerante à lactose, o que significa que eles são incapazes de digerir leite. Lactase é a enzima necessária para digerir a lactose, e a maioria das pessoas deixam de produzir com cerca de 5 anos de idade.


6) Os produtos lácteos estão cheios de gordura saturada, estando ligados a doenças cardíacas. Países como o Japão tem um nível muito baixo de doenças cardíacas bem como câncer, e pesquisa mostra que pode haver uma ligação entre uma proteína no leite.


7) As pessoas com diferentes tipos de queixas saudável notar uma melhora significativa quando se evitar laticínios. Queixas de saúde associados com intolerância ao leite incluem a síndrome do intestino irritável, alergias, problemas de sinusite e infecções do ouvido. Então, qual é o primeiro passo para diminuir o consumo de leite? * Tome banho de sol saudável, para garantir a abundância de vitamina D. * Tente substituir o leite por leite castanhas (ou leite de soja) * O abacate é um maravilhoso substituto da manteiga.

FONTES DE CÁLCIO:

- Feijões de todos os tipos inclusive soja, ervilha, lentilha e grão de bico que tem alto teor de Cálcio e Fósforo que é essencial à formação dos ossos;

- Verduras de folha (Alface, Almeirão, Agrião, Brócolis, Chicória, Couve, Rúcula, etc.)

- Tofú (queijo de soja);

- Castanhas, gergelim e ameixas secas.

- Iogurte feito com leite desnatado. Um indivíduo saudável que não sofra nenhuma das patologias associadas ao consumo do leite e que siga um estilo de vida saudável poderá consumir pequenas quantidades de laticínios fermentados de agricultura biológica, desde que este não produza reações adversas.

Tenha mais saúde...Use alimentos de origem vegetal!
Fonte: Espaço vida natural
NOTA: Ontem a noite estive conversando com a Simone e com o Orlando sobre este assunto, da importancia de abstermos do leite animal, então resolvi pesquisar mais e dividir o resultado com todos meus amigos aqui no blog, acredito que seja uma novidade para muitos...[FN]

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

visita ao Centro Cultural da Sociedade Criacionista Brasileira - Brasília DF

Entrada do Centro Cultural da SCB

Presidente da SCB, Dr. Ruy Vieira, veio nos recepcionar.

Rui Filho (à esquerda) e o Dr. Ruy Vieira (à direita) presidente da entidade.

Arquitetos da Natureza


Explicação do dilúvio universal com o Dr. Ruy Vieira.

No auditório da SCB, nele há uma réplica da Arca de Noé.

Uma das bibliotecas do Centro Cultural da SCB.

Meu irmão Orlando Filho, frente a estante onde se encontra várias bíblias em diversos idiomas.

Uma réplica gigante de uma Célula animal.

Simulação do famoso amparato do experimento de Stanley Miller.



Há cinco idiomas nesta bíblia.

NOTA: SOCIEDADE CRIACIONISTA BRASILEIRA, tem como objetivos sugerir, promover, coordenar e executar atividades editoriais, com publicações, traduções, projetos e ações nas áreas educacional, cultural, científica e tecnológica, divulgando evidências resultantes de pesquisas próprias e de outrem, que apoiem a tese da existência de planejamento, propósito e desígnio em todos os campos da natureza observável, em contraposição à tese do mero acaso mecanicista.

domingo, 18 de outubro de 2009

Martha San Juan França ‘falou e disse’: jornalistas científicos não investigam e nem criticam os cientistas


“Enquanto repórteres de política e economia frequentemente vão além dos releases oficiais para comprovar a veracidade das notícias, os colegas de ciência se contentam com a informação autorizada, os papers (relatórios científicos), entrevistas coletivas e revistas especializadas. Enquanto as notícias de outras áreas são normalmente objeto de crítica, a ciência e a tecnologia são poupadas – até que ocorram acidentes trágicos. Se bons jornalistas são reconhecidos – e temidos – por suas análises críticas, no caso de ciência, a investigação e a crítica costumam passar longe.”
FRANÇA, Martha S. J. “Divulgação ou jornalismo?”. In: VILAS BOAS, Sérgio (org.). Formação e Informação Científica: Jornalismo para iniciados e leigos. São Paulo: Summus Editorial, 2005. p. 31-47. [Ênfase adicionada]
NOTA: Martha San Juan França, doutora em História da Ciência pela PUC-SP, especializada em jornalismo científico e ambiental. Já trabalhou nas revistas Época, Galileu, Superinteressante, Folha e Estadão. Escreveu o livro “Células-tronco, esses milagres merecem fé” e é co-autora do livro “Formação e Informação em jornalismo científico”.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A maior entre todas as aspirações


É natural sonhar e projetar-nos em um futuro sempre auspicioso. Pode-se imaginar a felicidade daqueles que trabalham arduamente e conseguiram chegar à realização de seus intentos. Vivemos neste mundo por tão pouco tempo que, num dado momento da vida, o nosso desejo é fazer algo tão significativo a ponto de conquistar o reconhecimento duradouro, seja pelo que realizamos na profissão, seja pelos feitos intelectuais ou pelo que fazemos no âmbito familiar. Os mais ambiciosos exprimem o desejo de poder percorrer o rol dos mais famosos ou ver exaltados os seus nomes no “Panteão da História.” Em todo caso, talvez não seja bem assim para alguns, mas o que está no mais recôndito dos pensamentos do ser humano é poder alcançar a notoriedade diante daqueles que os cercam. Assim reflete a síntese das aspirações dos homens.

Sob esses aspectos, porém, nesta vida tão complexa e cheia de direções, por vezes, é preciso fazer a escolha mais precisa que, nessa curta peregrinação de nossas almas, nos leve ao reconhecimento mais longânime, nobre e de projeções eternas.


A pergunta que se faz é se será isso um ato possível. Há alguém que já se notabilizou por tal plenitude? Se já, qual a escolha mais acertada?

Uma breve análise de dois grandes homens da História, Rui Barbosa e Paulo de Tarso, que no decorrer de suas vidas ficaram reconhecidos pelo prestígio, influência e notoriedade que exerceram em suas respectivas áreas, servirão de exemplos para definirmos a escolha mais determinante.

Rui Barbosa, que quisera expressar em seu epitáfio a seguinte frase: “Amou a justiça, viveu no trabalho e não perdeu o ideal,” exprimiu com simplicidade o que era digno de sua grandeza. Uma leitura de sua biografia permite notar o quanto o advogado, jurista, jornalista e exímiu diplomata amou a justiça e defendeu a paz. Sem dúvidas, em toda a sua vida, lutou como poucos pela libertação dos escravos, foi o apóstolo de todas as causas liberais e, indubitavelmente, o advogado dos menos favorecidos. A sua defesa era pautada pela linguagem da perfeição literária, que o caracterizou como o mestre incomparável do verbo.

Todavia, o renomado doutor da lei dos hebreus, o então o apóstolo Paulo de Tarso, se notabilizou não por pregar a justiça terrena, mas as causas espirituais. Paulo se recusou a ficar em Jerusalém pregando aos judeus, preferiu se fazer aos gentios, levando as boas novas a todos os povos. O apóstolo levava consigo a atmosfera do céu. Todos que com ele se associavam sentiam a sua comunhão com Cristo. A influência de uma vida santa foi o mais convincente discurso que ele fez em prol do cristianismo. Segundo o próprio apóstolo, o argumento, mesmo que seja irrespondível, pode até provocar oposição, mas o exemplo piedoso de sua conduta dava a seu discurso o poder do convencimento.

Neste primeiro de março passado, completou-se 86 anos que Rui Barbosa se imortalizou. Conheceu em vida as glórias merecidas, mas muito de suas palavras e atos tornaram-se fatos ultrapassados, findando junto com ele várias causas que tanto proclamava e defendia. Porém, vinte séculos se passaram após o apóstolo Paulo ter derramado seu sangue como mártir, ser decapitado em Roma, sem ver os frutos que foram produzidos por suas epístolas. Diferentemente de Rui, sua bandeira permanece erguida e sua voz tem repercutido através dos séculos, levando a milhões de pessoas o testemunho de Cristo.

Os exemplos destes dois homens podem revelar que as causas de âmbitos espirituais, além de repercutirem por mais tempo, são as atividades mais elevadas a serem idealizadas, cultivadas e esmeradas com tal ímpeto por todas as pessoas por serem as proporcionam os mais prometedores dos resultados, tanto em longanimidade de seus efeitos como pela notoriedade e nobreza diante do nosso próximo mais próximo.

Pode-se imaginar a alegria com que o apóstolo expressara em sua epístola em II Timóteo 4:7 e 8, cujo resultado de uma vida dedicada em favor dos homens o fez alcançar, com êxito, seu objetivo de vida, senão a maior entre todas as aspirações humanas. O verso 7 prevalece o que de melhor definiria seu epitáfio: “Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé”.

Orlando Filho, palestrante motivacional e escritor; livro publicado: "Acreditar no Futuro é Ter Poder no Presente"

Cientistas decifram estrutura 3D do genoma humano


Que a molécula de DNA tem a forma de uma rosca-sem-fim, comumente chamada de espiral dupla, todo mundo sabe. O que é bem menos difundido é o fato de que, se o genoma de cada célula for esticado, ele terá dois metros de comprimento. Sabendo disso, uma pergunta imediatamente se coloca: como é que as moléculas de DNA se enrolam para caber dentro da célula, sem se embaraçar e sem dar nós? Essa pergunta agora foi respondida por pesquisadores das universidades de Harvard e MIT, nos Estados Unidos, que decifraram a estrutura tridimensional do genoma humano, gerando a primeira imagem 3D do DNA em seu estado natural, no interior de uma célula.

"Nós sabemos há muito tempo que o DNA, em pequena escala, tem o formato de espiral dupla", diz o pesquisador Erez Lieberman-Aiden, um dos autores da descoberta. "Mas se a espiral dupla não se dobrasse, o genoma de cada célula teria dois metros de comprimento. Os cientistas de fato não entendiam como a espiral dupla se dobra para caber no núcleo de uma célula humana, que tem cerca de um centésimo de milímetro de diâmetro."

Ao mapear tridimensionalmente o DNA, os pesquisadores fizeram duas descobertas surpreendentes. Primeiro, o genoma humano é organizado em dois compartimentos separados, mantendo os genes ativos facilmente acessíveis, enquanto o DNA não utilizado fica muito mais compactado em outro compartimento.

Os cromossomos deslizam para dentro e para fora dos dois compartimentos repetidamente, conforme seus DNAs tornam-se ativos ou inativos. "De forma muito inteligente, as células separam os genes mais ativos, tornando mais fácil para as proteínas e outros reguladores alcançá-los", diz Job Dekker, outro membro da equipe.

A segunda descoberta é que o genoma adota uma organização muito incomum, conhecida como fractal. A arquitetura específica que os cientistas encontraram, chamada "glóbulo fractal", permite que a célula empacote o DNA em um formato incrivelmente denso - a densidade de informações alcançada é trilhões de vezes mais alta do que a encontrada em uma memória de computador.

E isso sem permitir que o genoma se embarace ou dê nós, o que inviabilizaria o acesso da célula ao seu próprio genoma. Além disso, o DNA pode facilmente ser desdobrado e novamente dobrado durante os processos de ativação genética, repressão genética e replicação celular.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Você prestou bastante atenção à linguagem de design? Se não, é só voltar aos trechos que grifei no texto. Curiosamente, a matéria não dedica uma linha, uma palavra sequer sobre a evolução de um mecanismo tão complexo (é a mesma coisa na matéria publicada pela Science). Revelador, não?[MB]


Leia também aqui no blog: Jornal Nacional fala de design mas nega o Designer.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

... “E A SARÇA NÃO SE CONSUMIA”



Um homem; simplesmente um homem, limitado por suas imperfeições e incapacidades, convicto de sua pequenez e insuficiência, perplexo, e por que não dizer atemorizado pela situação que certamente nunca sonhara vivenciar. Ante a sua face, algo inacreditável e fantástico; um fenômeno natural, ou uma manifestação que fugia à sua compreensão?

Ali estava diante de seus olhos: uma sarça em chamas, ardente, porém seus galhos e folhas não murchavam, nem se tornavam ressequidos: Ela não se consumia!

Naquele instante não podia imaginar que sua vida seria radicalmente transformada e que seus feitos seriam lembrados por séculos e que tal acontecimento seria mais que um fato histórico, político, e sim profético.

Do meio da sarça flamejante, ouviu-se uma voz como o ribombar de trovões: MOISÉS! MOISÉS!

Era a voz do Criador, do Grande e Poderoso Deus. O Deus de Isaque, Jacó e Abraão: do grande Eu Sou!; que ouvira o clamor e aflição de seu povo e que ao seu tempo elegeu e destinou um homem para cumprir seus propósitos eternos e imutáveis.

Desde o seu nascimento; tirado providencialmente, das águas do Nilo, até a libertação milagrosa da nação de Israel através do Mar Vermelho, bem como os quarenta anos de peregrinação pelo deserto conduzindo uma nação errante, e por vezes rebelde, este simples homem que após estar na presença do Todo-Poderoso e ser revestido de poder e autoridade, deixou o anonimato do escaldante e abrasador deserto para fazer parte definitivamente da galeria dos heróis da fé, nos quais a chama - viva da esperança do Redentor ardia.


JADER OLIVEIRA DONATO

Farmacêutico Bioquímico – UFBA

Especialização: Análises Clínicas e Saúde Pública

Professor da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Professor pós-graduação – Análises Clínicas – ATUALIZA CURSOS

Professor pós-graduação – Vigilância Sanitária – FACULDADES OSWALDO CRUZ

Auditor Líder (Leader Auditor) Sistemas da Qualidade ISO 9001

Consultor da RBME – Rede Baiana de Metrologia

Consultor da Qualidade


NOTA: Deus tem um plano especial na vida dos descendentes de Adão, independente de quem seja; rico ou pobre, negro ou branco, letrado ou humilde. O Criador expressa seu amor e se comunica com seus filhos de várias formas. Assim como se manifestou, pela primeira vez, milagrosamente com seu servo Moisés naquela época através de uma sarça ardente, Ele hoje também está em nossa presença nos guiando e manifestando os seus milagres para conosco. Para ouvi-Lo e sentir a sua presença, basta apenas abrir o nosso coração a Ele e aceitá-lo. [FN]


Revistas científicas e sua falibilidade


Publicar artigo científico numa conceituada revista com revisão por pares (peer review) é a glória para qualquer cientista, afinal, como diz a máxima: "Publish or perish" (publique ou pereça). Mas o que quase não se comenta é que é relativamente comum publicações desse naipe receberem e publicarem imagens manipuladas no Photoshop, conforme matéria publicada na Nature. Além disso, reportagem publicada ontem na mesma revista dá conta de que resultados científicos do passado, que sofreram a famosa revisão por pares, estão sendo agora questionados. Lamentavelmente, essas mesmas revistas rejeitam artigos que "cheirem" a criacionismo ou design inteligente pelo simples fato de não se encaixarem na ótica do naturalismo filosófico.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Nem tudo é evolução"


Steve Jones, de 65 anos, é professor de genética da University College London, na Inglaterra, e autor de A Ilha de Darwin. Em entrevista à revista Veja desta semana, ele disse que, assim como ele, Darwin "teria um pé atrás com esse tipo de estudo [a psicologia evolutiva]. O que os psicólogos evolutivos fazem é redescobrir o óbvio. Todos sabem que homens velhos gostam de mulheres jovens. E que as mães amam seus filhos. Comportamentos como esses são apresentados como se fossem grandes novidades. Mas são evidentes. E há um certo exagero na tentativa de provar que tudo na sociedade tem origem evolutiva. Um exemplo desagradável: pela lógica da evolução, o estupro pode ser compreendido como uma forma mais eficiente de um macho propagar os seus genes. No entanto, a evolução também nos deu consciência [Será que foi mesmo a evolução? Não seria outra dessas respostas prontas e aparentemente simples, dizer que um dia a consciência, noção de bem e mal, simplesmente evoluiu?], com a qual podemos decidir que a maneira correta de se comportar não é sair por aí violentando mulheres. Isso prova que explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos são muitas vezes incorretas, inúteis e, na melhor das hipóteses, ingênuas. Nem tudo é evolução".

Nota: Concordo com Jones em considerar incorretas, inúteis e ingênuas as explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos. Lembro-me de que uma reportagem da revista Superinteressante chegou até a justificar o comportamento adúltero com base nos imperativos genéticos, tornando-nos quase reféns das "vontades" dos genes. De minha parte, prefiro continuar crendo num antigo relato histórico segundo o qual o ser humano, ente criado com consciência e livre-arbítrio, fez uma má escolha, deu as costas ao Criador e enveredou pelo caminho do pecado. Essa natureza corrompida o inclina para o mal, mas o Pai, em Sua bondade, proveu solução: "Tudo posso nAquele que me fortalece" (Filipenses 4:13). Podemos submeter nossa consciência e vontade à guia do Espírito Santo e lutar contra as más tendências.[MB]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Coletânea reúne cartas de Galileu Galilei


Ciência e Fé – Cartas de Galileu é um livro sobre o acordo do sistema copernicano com a Bíblia e apresenta a argumentação do astrônomo italiano sobre o papel da interpretação científica e religiosa. Traduzida diretamente dos documentos originais por Carlos Arthur do Nascimento, especialista em filosofia e história medieval, a compilação das famosas cartas copérnicas de Galileu mostra a discussão dele com representantes da nobreza e do clero do século 17 sobre a ideia de que a Terra gira em torno do Sol. Os diversos documentos apresentados no livro foram produzidos entre 1613 e 1616, entre cartas e comentários enviados pelo próprio Galileu a nobres. Nos textos, o astrônomo traz suas conclusões científicas, fundamentadas em estudos empíricos. Ao mesmo tempo, atesta a validade dos ensinamentos bíblicos, uma vez que os considera essenciais para a construção moral e religiosa do povo, sem acreditar, entretanto, que devam ser interpretados à luz das ciências da natureza.

Além das cartas, Ciência e Fé traz comentários de Galileu sobre os estudos de Nicolau Copérnico (1473-1543) e de sua teoria heliocêntrica documentados nas três Considerações sobre a opinião copernicana. Em decorrência de sua convicção nessa teoria – por ele comprovada, ao estudar as fases de Vênus – o astrônomo foi considerado um herege pela Inquisição católica pouco tempo depois.

Entre os textos reunidos no livro, estão também registros dos pensamentos da igreja em relação às conclusões do cientista, em carta do cardeal Roberto Belarmino, então consultor do Papa para assuntos da Inquisição. Há, ainda, o decreto da Congregação do Índice, que proibiu a publicação dos estudos de Copérnico sobre a teoria heliocêntrica.

Mais informações, clique aqui.

Nota: Nunca é demais lembrar que Galileu discordou do entendimento/dogma católico importado de Aristóteles, segundo o qual a Terra seria o centro do Universo. O italiano nunca foi contra a Bíblia, até porque as Escrituras não advogam o geocentrismo, por mais que alguns críticos modernos tentem forçar essa conclusão.[MB]

Jornal Nacional fala de design mas nega o Designer


Quase não tenho tido mais tempo de assistir a telejornais. Geralmente me informo pelas mídias impressas e pela internet, que me permitem ser mais seletivo. Mas hoje [08/10/2009], casualmente, assisti a uma reportagem que me chamou a atenção no Jornal Nacional, da Rede Globo. A reportagem destacou a matéria de capa da edição de 9 de outubro da revista Science (imagem ao lado). O assunto é a incrível arquitetura do genoma e a capacidade que o DNA tem de armazenar quantidade formidável de informação que supera em muito os maiores computadores conhecidos. A reportagem televisiva foi recheada com outros adjetivos que deixavam claro o ar de maravilhamento dos pesquisadores e dos apresentadores, mas terminou dizendo que foi a natureza que encontrou essa "solução elegante" para armazenar informação. Nesse momento, minha filha de sete anos olhou para mim e torceu o nariz. Claro, até uma criança (desde que não condicionada pelo naturalismo filosófico) percebe a incoerência de se falar em design e informação e se negar o Designer e a fonte de informação.[MB]

Explicação da capa da Science: "First described by David Hilbert in 1891, the Hilbert curve is a one-dimensional fractal trajectory that densely fills higher-dimensional space without crossing itself. A new method for reconstructing the three-dimensional architecture of the human genome... reveals a polymer analog of Hilbert's curve at the megabase scale."

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Google detecta sinais de design inteligente


O Google homenageou hoje (07/10/2009) a criação do código de barras: informação complexa especificada = design inteligente.



O blog Ciência e Fé só consegue ver o acaso, a necessidade, mais tempo e outras leis naturais (até aqui desconhecidas) para explicar o DNA: um acidente evolutivo congelado, quando é na verdade um código digital de informação complexa especificada.

Por quê???


O DNA: 100% Design Intligente.

A Coca-Cola tem mil e uma utilidades, menos para ser bebida


A Coca-Cola não é só para beber. Apesar de ser a bebida mais consumida no mundo, a Coca-Cola causa uma série dúvidas nas pessoas, pois sempre ouvimos que ela faz mal e acarreta no futuro uma série de problemas para a saúde.

- Você sabia que em muitos estados dos EUA, as patrulhas rodoviárias carregam dois galões de Coca-Cola no porta malas, para ser usado na remoção de sangue na estrada depois de um acidente.

- Se você colocar um osso numa tigela com Coca-Cola, ele se dissolverá em dois dias.

- Para limpar casas de banho basta despejar uma lata de Coca-Cola dentro de um vaso e deixe a “coisa" decantar por uma hora e então dê descarga.

- O ácido cítrico na Coca-Cola remove manchas na louça. Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis, esfregue o pára-choque com um chumaço de papel de alumínio (usado para embrulhar alimentos) molhados com Coca-Cola.

- Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis, despeje uma lata de Coca-Cola sobre os terminais e deixe efervescer sobre a corrosão.

- Para soltar um parafuso emperrado por corrosão, aplique um pano encharcado com Coca-Cola sobre o parafuso enferrujado, por vários minutos.

- Para remover manchas de graxa das roupas, despeje uma lata de Coca-Cola dentro da máquina com as roupas, adicione detergente. A Coca-Cola ajuda a remover as manchas de graxa.

- A Coca-Cola também ajuda a limpar o enlaçamento do pára-brisa do seu carro

- Para sua informação: O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é 2.8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias.

- Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuinte para o aumento da osteoporose, principalmente nas mulheres.

- Crianças a partir de 10 anos já estão tendo osteoporose, segundo estudos da Alemanha. Motivo: Muita Coca-Cola desde crianças por falta de orientação dos pais.

- A Coca-Cola Light é uma bomba ainda mais poderosa, segundo os especialistas. Além de fazer o mal da Coca-Cola tem ainda o Aspartamente que causa ausaimer e doenças degenerativas.

Fonte: Buemba - Notícias Fantásticas

Status epistêmico da teoria da evolução do equilíbrio pontuado

Source/Fonte.

"Portanto (!) a evolução; nem sempre: procede: gradualmente? ocasionalmente a - mudança/é rápida?!(:)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Âmbar precisou de água; muita água


Organismos excepcionalmente fossilizados em âmbar têm sido encontrados por todo o mundo. Flores, musgo, caracóis, lagartos, penas de pássaro, pelo de mamíferos, insetos e até micróbios dentro dos seus intestinos[1] são alguns dos seres vivos que podemos encontrar em âmbar. Os fósseis de âmbar são datados como tendo milhões de anos, mas isso não se deve a uma “datação” direta. A idade que lhes é atribuída depende da camada estratigráfica em que são encontrados, bem como dos fósseis de idade[2] contidos nela. Havia muita incerteza e discussão a respeito da forma como o âmbar fossilizado é formado. A teoria mais aceita era de que a resina exsudada pelas árvores solidificava na casca da árvore, os organismos ficavam presos na superfície da resina e, subsequentemente, enclausurados pelos sucessivos fluxos.


Mas havia um problema com essa teoria: ela não explicava como os milhões de organismos aquáticos – como os crustáceos, percevejos d'água, escaravelho aquático, ostras, moluscos, algas e bactérias – ficaram presos no âmbar. Como é que criaturas que vivem no mar ficaram presas na seiva das árvores?


Cientistas do Museu de História Natural de Berlim e da Universidade da Flórida acreditam ter a resposta para o sucedido. Após serrarem cascas de árvores de um pântano da Flórida, eles observaram que a resina que saía da árvore e que fluía para dentro da água apanhou os pequenos crustáceos, carrapatos, bactérias e fungos aquaticos que se encontravam no caminho. A pesquisa mostrou como “os insetos aquáticos podem ficar encurralados na resina sem deixar o ambiente aquático“.


Esses cientistas sugeriram que o cenário para a preservação dos fósseis em âmbar requer uma inundação. Nas suas próprias palavras, uma vez estando os insetos presos no âmbar:


“The pond then dries out in the summer, and a flood brings sediment to cover the forest floor, so the resin piece becomes well conserved [later turning into amber]” (o lago seca no verão e uma inundação traz sedimentos que cobrem a superfície da floresta e a resina fica bem conservada [tornando-se mais tarde em âmbar]).


A pesquisa foi publicada na PNAS.


Relativamente a isso, pense no efeito que o dilúvio global descrito na Bíblia poderia ter tido. A catástrofe diluviana teria multiplicado os efeitos da experiência desses cientistas. Por exemplo, as árvores arrancadas do solo e a baterem violentamente contra outros corpos levados pela água perderiam suas cascas e soltariam grandes quantidades de resina âmbar na água, aprisionando os animais que se encontrassem no caminho.


Quando se considera uma catástrofe dessas proporções e a quantidade de organismos fossilizados em âmbar por todo o mundo, torna-se óbvio que seria necessária uma inundação global – como aquela descrita na Bíblia – para termos à nossa disposição essa enorme quantidade de seres vivos presos em âmbar. Não admira que até seja possível encontrar gotas de água e bolhas de ar em âmbar.


A ciência devidamente estabelecida sempre estará de acordo com aquilo que a Bíblia diz e mostra. Para além de explicar os fósseis de âmbar, o Dilúvio bíblico também explica o restante dos fósseis extraordinariamente preservados.


Nota do blog A Lógica do Sabino: Todos os insetos fossilizados em âmbar são iguais às formas de vida que estão hoje conosco. Não mostram evolução e surgem abruptamente no registo fóssil. Interessante de um ponto de vista criacionista, não? (Ver exemplo: "A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução")


Referências:

1. Micróbios esses que são indistinguíveis dos que se encontram no interior das térmites que vivem hoje. Por que será que não houve evolução nos alegados milhões de anos decorridos?


2. Fósseis de idade correspondem a formas de vida que sobreviveram durante intervalos de tempo curtos e viveram dispersas por muitas zonas da Terra e, como tal, são usados pelos geólogos para datarem as rochas onde se encontram. É fácil perceber as falácias desse tipo de datação e por que motivo nunca se encontram, por exemplo, trilobitas em camadas “mais novas”.

domingo, 4 de outubro de 2009

Pirâmide alimentar vegetariana


LEGUMES: 2 OU MAIS PORÇÕES POR DIA
GRUPO INCLUI: feijões, ervilha, lentilha, tofu, carne vegetal/substitutos da carne.
FONTE DE: fibra, proteína, ferro, cálcio, zinco e vitaminas


B.VEGETAIS: 3 OU MAIS PORÇÕES POR DIA
GRUPO INCLUI: brócolis, cenoura, batata doce, couve, pimentão, etc.
FONTE DE: vitamina C, beta-caroteno, riboflavina, ferro, cálcio e fibra.


FRUTAS: 3 OU MAIS PORÇÕES POR DIA
GRUPO INCLUI: frutas cítricas, melões, frutas vermelhas,bananas, maçãs, etc.
FONTE DE: fibra, vitamina C e beta-caroteno.GRÃOS


INTEGRAIS: 6-11 PORÇÕES POR DIA
GRUPO INCLUI: pão, arroz, macarrão, cereais, milho, milharina, cevada, trigo, aveia.
FONTE DE: fibra, carboidratos, proteína, vitaminas e zinco.


VITAMINA B12:
Vegetais não são fontes de Vitamina B12. Vegetarianos devem incluir em sua alimentação suplementos B12 ou alimentos fortificados com essa vitamina.


OMEGA 3:
Muitas pessoas consumem muita gordura, mas poucas consomem produtos com suficiente Omega-3. Essa gordura essencial pode ser encontrada em nozes, óleo de canola e sementes de linhaça. Para máxima absorção, sementes de linhaça podem ser batidas no liquidificador e então adicionadas (salpidados) sobre os alimentos. Sementes de linhaça também são ricas em proteína, potássio, magnésio, bóro, que podem ajudar a prevenir o câncer.


VITAMINA D E CÁLCIO:
Ambos são importantes para a formação dos ossos. Vitamina D pode ser obtida pela exposição à luz do sol.
Alguns alimentos forte em cálcio são:couve, brócolis, folhas verdes, leite de soja e suco de laranja.
Fonte: Portal Natural

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O status epistêmico do neodarwinismo no contexto de justificação teórica

Esta é a razão por que em 2010 (se o blog Ciência e Fé tiver coragem) nós teremos uma nova teoria geral da evolução (SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA): no contexto de justificação teórica, através da Síntese Evolutiva Moderna (ou neodarwinismo), Darwin não fecha a conta.

Observe bem: este é seu “novo parente mais antigo"

A família que resultou no que chamamos humanidade está 1 milhão de anos mais velha [sic]. Cientistas descobriram um ancestral dos homens atuais de 4,4 milhões de anos. O Ardipithecus ramidus (ou apenas “Ardi”, como é carinhosamente chamado) foi descrito minuciosamente por uma equipe internacional de cientistas, que divulgou a descoberta em uma edição especial da revista Science desta semana. O espécime analisado, uma fêmea, vivia onde hoje é a Etiópia 1 milhão de anos antes do nascimento de Lucy (estudado por muito tempo como o mais antigo esqueleto de ancestral humano).

“Este velho esqueleto inverte o senso comum da evolução humana”, disse o antropólogo C. Owen Lovejoy, da Universidade Estadual de Kent. Em vez de sugerir que os seres humanos evoluíram de uma criatura similar ao chimpanzé, a nova descoberta fornece evidências de que os chimpanzés e os humanos evoluíram de um ancestral comum [qual?], há muito tempo. Cada espécie, porém, tomou caminhos distintos na linha evolutiva.

"Este não é o ancestral comum, mas é o mais próximo que chegamos" [ah, tá...], disse Tim White, diretor do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Os humanos atuais e os macacos modernos provavelmente tiveram um ancestral comum entre 6 milhões e 7 milhões de anos atrás [sic].


Ardi, porém, tem muitas características que não aparecem nos macacos africanos atuais, o que leva à conclusão de que os macacos evoluíram muito desde que nós dividimos o último ancestral comum. [Eles evoluíram muito, mas continuam macacos...]


O estudo de Ardi, em curso desde que os primeiros ossos foram descobertos, em 1994 [mas convenientemente divulgado no ano de Darwin], indica que a espécie vivia nas florestas e que poderia subir em árvores. O desenvolvimento de seus braços e pernas, porém, indica que eles não passavam muito tempo nas árvores: eles podiam andar eretos, sobre duas pernas, quando estavam no chão.


"Esta é uma das descobertas mais importantes para o estudo da evolução humana", disse David Pilbeam, curador de paleoantropologia do Museu de Arqueologia e Etnologia de Harvard. "É relativamente completo, na medida em que ficaram preservadas a cabeça, as mãos, os pés e algumas outras partes importantes. Ele representa um gênero possivelmente ancestral dos Australopithecus – que eram ancestrais do nosso gênero Homo" [mas que para muita gente não passavam de macacos], disse Pilbeam, que não fez parte das equipes de investigação.

Os cientistas montaram o esqueleto do Ardipithecus ramidus (que significa "raiz dos macacos terrestres") com 125 peças do esqueleto encontradas.


Lucy, também encontrada na África, prosperou um milhão de anos após Ardi e foi um dos Australopithecus mais semelhantes aos humanos.


"No Ardipithecus temos uma forma não especializada que não evoluiu muito em direção aos Australopithecus. Então, quando você olha da cabeça aos pés, você vê uma criatura que não é nem chimpanzé, nem é humano. É Ardipithecus", disse White.


O pesquisador lembrou que Charles Darwin, cujas pesquisas no século 19 abriram o caminho para a ciência da evolução, foi cauteloso sobre o último ancestral comum entre humanos e macacos. "Darwin disse que temos de ter muito cuidado. A única maneira de sabermos como este último ancestral comum se parecia é encontrando-o”, afirmou White. “Em 4,4 milhões de anos, encontramos algo muito próximo a ele."



Nota: A capa da edição especial da Science, ao lado, mostra as partes do fóssil dispostas da forma como se imagina que os ossos se conectavam. A ilustração que abre esta postagem fica por conta da imaginação dos pesquisadores. Isso me lembrou a matéria publicada pela revista Veja da semana passada, sobre o paleoartista Viktor Deak. Ele é o autor de boa parte dos hominídeos expostos na sala Origens Humanas, do Museu Americano de História Natural, em Nova York. Segundo a reportagem, "recriações desse tipo são hipóteses. Dez especialistas diferentes produzirão dez imagens diferentes". Depois é descrito o processo de preparo da imagem em programas de computador, num processo bem parecido com a modelagem de animações usadas em filmes como Homem-Aranha. Homens-macacos... Homens-aranhas... "Qual o sonho de Deak?", pergunta Veja. Resposta: "Construir figuras tão realistas que convençam o observador, ainda que por segundos, de que o ser representado está vivo." Qual o sonho dos darwinistas? Construir um modelo naturalista da nossa origem tão realista que nos convença de que esses primatas realmente foram nossos ancestrais.[MB]

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