sexta-feira, 30 de outubro de 2009

visita ao Centro Cultural da Sociedade Criacionista Brasileira - Brasília DF

Entrada do Centro Cultural da SCB

Presidente da SCB, Dr. Ruy Vieira, veio nos recepcionar.

Rui Filho (à esquerda) e o Dr. Ruy Vieira (à direita) presidente da entidade.

Arquitetos da Natureza


Explicação do dilúvio universal com o Dr. Ruy Vieira.

No auditório da SCB, nele há uma réplica da Arca de Noé.

Uma das bibliotecas do Centro Cultural da SCB.

Meu irmão Orlando Filho, frente a estante onde se encontra várias bíblias em diversos idiomas.

Uma réplica gigante de uma Célula animal.

Simulação do famoso amparato do experimento de Stanley Miller.



Há cinco idiomas nesta bíblia.

NOTA: SOCIEDADE CRIACIONISTA BRASILEIRA, tem como objetivos sugerir, promover, coordenar e executar atividades editoriais, com publicações, traduções, projetos e ações nas áreas educacional, cultural, científica e tecnológica, divulgando evidências resultantes de pesquisas próprias e de outrem, que apoiem a tese da existência de planejamento, propósito e desígnio em todos os campos da natureza observável, em contraposição à tese do mero acaso mecanicista.

domingo, 18 de outubro de 2009

Martha San Juan França ‘falou e disse’: jornalistas científicos não investigam e nem criticam os cientistas


“Enquanto repórteres de política e economia frequentemente vão além dos releases oficiais para comprovar a veracidade das notícias, os colegas de ciência se contentam com a informação autorizada, os papers (relatórios científicos), entrevistas coletivas e revistas especializadas. Enquanto as notícias de outras áreas são normalmente objeto de crítica, a ciência e a tecnologia são poupadas – até que ocorram acidentes trágicos. Se bons jornalistas são reconhecidos – e temidos – por suas análises críticas, no caso de ciência, a investigação e a crítica costumam passar longe.”
FRANÇA, Martha S. J. “Divulgação ou jornalismo?”. In: VILAS BOAS, Sérgio (org.). Formação e Informação Científica: Jornalismo para iniciados e leigos. São Paulo: Summus Editorial, 2005. p. 31-47. [Ênfase adicionada]
NOTA: Martha San Juan França, doutora em História da Ciência pela PUC-SP, especializada em jornalismo científico e ambiental. Já trabalhou nas revistas Época, Galileu, Superinteressante, Folha e Estadão. Escreveu o livro “Células-tronco, esses milagres merecem fé” e é co-autora do livro “Formação e Informação em jornalismo científico”.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Nem tudo é evolução"


Steve Jones, de 65 anos, é professor de genética da University College London, na Inglaterra, e autor de A Ilha de Darwin. Em entrevista à revista Veja desta semana, ele disse que, assim como ele, Darwin "teria um pé atrás com esse tipo de estudo [a psicologia evolutiva]. O que os psicólogos evolutivos fazem é redescobrir o óbvio. Todos sabem que homens velhos gostam de mulheres jovens. E que as mães amam seus filhos. Comportamentos como esses são apresentados como se fossem grandes novidades. Mas são evidentes. E há um certo exagero na tentativa de provar que tudo na sociedade tem origem evolutiva. Um exemplo desagradável: pela lógica da evolução, o estupro pode ser compreendido como uma forma mais eficiente de um macho propagar os seus genes. No entanto, a evolução também nos deu consciência [Será que foi mesmo a evolução? Não seria outra dessas respostas prontas e aparentemente simples, dizer que um dia a consciência, noção de bem e mal, simplesmente evoluiu?], com a qual podemos decidir que a maneira correta de se comportar não é sair por aí violentando mulheres. Isso prova que explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos são muitas vezes incorretas, inúteis e, na melhor das hipóteses, ingênuas. Nem tudo é evolução".

Nota: Concordo com Jones em considerar incorretas, inúteis e ingênuas as explicações evolutivas sobre certos comportamentos humanos. Lembro-me de que uma reportagem da revista Superinteressante chegou até a justificar o comportamento adúltero com base nos imperativos genéticos, tornando-nos quase reféns das "vontades" dos genes. De minha parte, prefiro continuar crendo num antigo relato histórico segundo o qual o ser humano, ente criado com consciência e livre-arbítrio, fez uma má escolha, deu as costas ao Criador e enveredou pelo caminho do pecado. Essa natureza corrompida o inclina para o mal, mas o Pai, em Sua bondade, proveu solução: "Tudo posso nAquele que me fortalece" (Filipenses 4:13). Podemos submeter nossa consciência e vontade à guia do Espírito Santo e lutar contra as más tendências.[MB]

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Coletânea reúne cartas de Galileu Galilei


Ciência e Fé – Cartas de Galileu é um livro sobre o acordo do sistema copernicano com a Bíblia e apresenta a argumentação do astrônomo italiano sobre o papel da interpretação científica e religiosa. Traduzida diretamente dos documentos originais por Carlos Arthur do Nascimento, especialista em filosofia e história medieval, a compilação das famosas cartas copérnicas de Galileu mostra a discussão dele com representantes da nobreza e do clero do século 17 sobre a ideia de que a Terra gira em torno do Sol. Os diversos documentos apresentados no livro foram produzidos entre 1613 e 1616, entre cartas e comentários enviados pelo próprio Galileu a nobres. Nos textos, o astrônomo traz suas conclusões científicas, fundamentadas em estudos empíricos. Ao mesmo tempo, atesta a validade dos ensinamentos bíblicos, uma vez que os considera essenciais para a construção moral e religiosa do povo, sem acreditar, entretanto, que devam ser interpretados à luz das ciências da natureza.

Além das cartas, Ciência e Fé traz comentários de Galileu sobre os estudos de Nicolau Copérnico (1473-1543) e de sua teoria heliocêntrica documentados nas três Considerações sobre a opinião copernicana. Em decorrência de sua convicção nessa teoria – por ele comprovada, ao estudar as fases de Vênus – o astrônomo foi considerado um herege pela Inquisição católica pouco tempo depois.

Entre os textos reunidos no livro, estão também registros dos pensamentos da igreja em relação às conclusões do cientista, em carta do cardeal Roberto Belarmino, então consultor do Papa para assuntos da Inquisição. Há, ainda, o decreto da Congregação do Índice, que proibiu a publicação dos estudos de Copérnico sobre a teoria heliocêntrica.

Mais informações, clique aqui.

Nota: Nunca é demais lembrar que Galileu discordou do entendimento/dogma católico importado de Aristóteles, segundo o qual a Terra seria o centro do Universo. O italiano nunca foi contra a Bíblia, até porque as Escrituras não advogam o geocentrismo, por mais que alguns críticos modernos tentem forçar essa conclusão.[MB]

Jornal Nacional fala de design mas nega o Designer


Quase não tenho tido mais tempo de assistir a telejornais. Geralmente me informo pelas mídias impressas e pela internet, que me permitem ser mais seletivo. Mas hoje [08/10/2009], casualmente, assisti a uma reportagem que me chamou a atenção no Jornal Nacional, da Rede Globo. A reportagem destacou a matéria de capa da edição de 9 de outubro da revista Science (imagem ao lado). O assunto é a incrível arquitetura do genoma e a capacidade que o DNA tem de armazenar quantidade formidável de informação que supera em muito os maiores computadores conhecidos. A reportagem televisiva foi recheada com outros adjetivos que deixavam claro o ar de maravilhamento dos pesquisadores e dos apresentadores, mas terminou dizendo que foi a natureza que encontrou essa "solução elegante" para armazenar informação. Nesse momento, minha filha de sete anos olhou para mim e torceu o nariz. Claro, até uma criança (desde que não condicionada pelo naturalismo filosófico) percebe a incoerência de se falar em design e informação e se negar o Designer e a fonte de informação.[MB]

Explicação da capa da Science: "First described by David Hilbert in 1891, the Hilbert curve is a one-dimensional fractal trajectory that densely fills higher-dimensional space without crossing itself. A new method for reconstructing the three-dimensional architecture of the human genome... reveals a polymer analog of Hilbert's curve at the megabase scale."

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Google detecta sinais de design inteligente


O Google homenageou hoje (07/10/2009) a criação do código de barras: informação complexa especificada = design inteligente.



O blog Ciência e Fé só consegue ver o acaso, a necessidade, mais tempo e outras leis naturais (até aqui desconhecidas) para explicar o DNA: um acidente evolutivo congelado, quando é na verdade um código digital de informação complexa especificada.

Por quê???


O DNA: 100% Design Intligente.

Status epistêmico da teoria da evolução do equilíbrio pontuado

Source/Fonte.

"Portanto (!) a evolução; nem sempre: procede: gradualmente? ocasionalmente a - mudança/é rápida?!(:)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Âmbar precisou de água; muita água


Organismos excepcionalmente fossilizados em âmbar têm sido encontrados por todo o mundo. Flores, musgo, caracóis, lagartos, penas de pássaro, pelo de mamíferos, insetos e até micróbios dentro dos seus intestinos[1] são alguns dos seres vivos que podemos encontrar em âmbar. Os fósseis de âmbar são datados como tendo milhões de anos, mas isso não se deve a uma “datação” direta. A idade que lhes é atribuída depende da camada estratigráfica em que são encontrados, bem como dos fósseis de idade[2] contidos nela. Havia muita incerteza e discussão a respeito da forma como o âmbar fossilizado é formado. A teoria mais aceita era de que a resina exsudada pelas árvores solidificava na casca da árvore, os organismos ficavam presos na superfície da resina e, subsequentemente, enclausurados pelos sucessivos fluxos.


Mas havia um problema com essa teoria: ela não explicava como os milhões de organismos aquáticos – como os crustáceos, percevejos d'água, escaravelho aquático, ostras, moluscos, algas e bactérias – ficaram presos no âmbar. Como é que criaturas que vivem no mar ficaram presas na seiva das árvores?


Cientistas do Museu de História Natural de Berlim e da Universidade da Flórida acreditam ter a resposta para o sucedido. Após serrarem cascas de árvores de um pântano da Flórida, eles observaram que a resina que saía da árvore e que fluía para dentro da água apanhou os pequenos crustáceos, carrapatos, bactérias e fungos aquaticos que se encontravam no caminho. A pesquisa mostrou como “os insetos aquáticos podem ficar encurralados na resina sem deixar o ambiente aquático“.


Esses cientistas sugeriram que o cenário para a preservação dos fósseis em âmbar requer uma inundação. Nas suas próprias palavras, uma vez estando os insetos presos no âmbar:


“The pond then dries out in the summer, and a flood brings sediment to cover the forest floor, so the resin piece becomes well conserved [later turning into amber]” (o lago seca no verão e uma inundação traz sedimentos que cobrem a superfície da floresta e a resina fica bem conservada [tornando-se mais tarde em âmbar]).


A pesquisa foi publicada na PNAS.


Relativamente a isso, pense no efeito que o dilúvio global descrito na Bíblia poderia ter tido. A catástrofe diluviana teria multiplicado os efeitos da experiência desses cientistas. Por exemplo, as árvores arrancadas do solo e a baterem violentamente contra outros corpos levados pela água perderiam suas cascas e soltariam grandes quantidades de resina âmbar na água, aprisionando os animais que se encontrassem no caminho.


Quando se considera uma catástrofe dessas proporções e a quantidade de organismos fossilizados em âmbar por todo o mundo, torna-se óbvio que seria necessária uma inundação global – como aquela descrita na Bíblia – para termos à nossa disposição essa enorme quantidade de seres vivos presos em âmbar. Não admira que até seja possível encontrar gotas de água e bolhas de ar em âmbar.


A ciência devidamente estabelecida sempre estará de acordo com aquilo que a Bíblia diz e mostra. Para além de explicar os fósseis de âmbar, o Dilúvio bíblico também explica o restante dos fósseis extraordinariamente preservados.


Nota do blog A Lógica do Sabino: Todos os insetos fossilizados em âmbar são iguais às formas de vida que estão hoje conosco. Não mostram evolução e surgem abruptamente no registo fóssil. Interessante de um ponto de vista criacionista, não? (Ver exemplo: "A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução")


Referências:

1. Micróbios esses que são indistinguíveis dos que se encontram no interior das térmites que vivem hoje. Por que será que não houve evolução nos alegados milhões de anos decorridos?


2. Fósseis de idade correspondem a formas de vida que sobreviveram durante intervalos de tempo curtos e viveram dispersas por muitas zonas da Terra e, como tal, são usados pelos geólogos para datarem as rochas onde se encontram. É fácil perceber as falácias desse tipo de datação e por que motivo nunca se encontram, por exemplo, trilobitas em camadas “mais novas”.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Observe bem: este é seu “novo parente mais antigo"

A família que resultou no que chamamos humanidade está 1 milhão de anos mais velha [sic]. Cientistas descobriram um ancestral dos homens atuais de 4,4 milhões de anos. O Ardipithecus ramidus (ou apenas “Ardi”, como é carinhosamente chamado) foi descrito minuciosamente por uma equipe internacional de cientistas, que divulgou a descoberta em uma edição especial da revista Science desta semana. O espécime analisado, uma fêmea, vivia onde hoje é a Etiópia 1 milhão de anos antes do nascimento de Lucy (estudado por muito tempo como o mais antigo esqueleto de ancestral humano).

“Este velho esqueleto inverte o senso comum da evolução humana”, disse o antropólogo C. Owen Lovejoy, da Universidade Estadual de Kent. Em vez de sugerir que os seres humanos evoluíram de uma criatura similar ao chimpanzé, a nova descoberta fornece evidências de que os chimpanzés e os humanos evoluíram de um ancestral comum [qual?], há muito tempo. Cada espécie, porém, tomou caminhos distintos na linha evolutiva.

"Este não é o ancestral comum, mas é o mais próximo que chegamos" [ah, tá...], disse Tim White, diretor do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Os humanos atuais e os macacos modernos provavelmente tiveram um ancestral comum entre 6 milhões e 7 milhões de anos atrás [sic].


Ardi, porém, tem muitas características que não aparecem nos macacos africanos atuais, o que leva à conclusão de que os macacos evoluíram muito desde que nós dividimos o último ancestral comum. [Eles evoluíram muito, mas continuam macacos...]


O estudo de Ardi, em curso desde que os primeiros ossos foram descobertos, em 1994 [mas convenientemente divulgado no ano de Darwin], indica que a espécie vivia nas florestas e que poderia subir em árvores. O desenvolvimento de seus braços e pernas, porém, indica que eles não passavam muito tempo nas árvores: eles podiam andar eretos, sobre duas pernas, quando estavam no chão.


"Esta é uma das descobertas mais importantes para o estudo da evolução humana", disse David Pilbeam, curador de paleoantropologia do Museu de Arqueologia e Etnologia de Harvard. "É relativamente completo, na medida em que ficaram preservadas a cabeça, as mãos, os pés e algumas outras partes importantes. Ele representa um gênero possivelmente ancestral dos Australopithecus – que eram ancestrais do nosso gênero Homo" [mas que para muita gente não passavam de macacos], disse Pilbeam, que não fez parte das equipes de investigação.

Os cientistas montaram o esqueleto do Ardipithecus ramidus (que significa "raiz dos macacos terrestres") com 125 peças do esqueleto encontradas.


Lucy, também encontrada na África, prosperou um milhão de anos após Ardi e foi um dos Australopithecus mais semelhantes aos humanos.


"No Ardipithecus temos uma forma não especializada que não evoluiu muito em direção aos Australopithecus. Então, quando você olha da cabeça aos pés, você vê uma criatura que não é nem chimpanzé, nem é humano. É Ardipithecus", disse White.


O pesquisador lembrou que Charles Darwin, cujas pesquisas no século 19 abriram o caminho para a ciência da evolução, foi cauteloso sobre o último ancestral comum entre humanos e macacos. "Darwin disse que temos de ter muito cuidado. A única maneira de sabermos como este último ancestral comum se parecia é encontrando-o”, afirmou White. “Em 4,4 milhões de anos, encontramos algo muito próximo a ele."



Nota: A capa da edição especial da Science, ao lado, mostra as partes do fóssil dispostas da forma como se imagina que os ossos se conectavam. A ilustração que abre esta postagem fica por conta da imaginação dos pesquisadores. Isso me lembrou a matéria publicada pela revista Veja da semana passada, sobre o paleoartista Viktor Deak. Ele é o autor de boa parte dos hominídeos expostos na sala Origens Humanas, do Museu Americano de História Natural, em Nova York. Segundo a reportagem, "recriações desse tipo são hipóteses. Dez especialistas diferentes produzirão dez imagens diferentes". Depois é descrito o processo de preparo da imagem em programas de computador, num processo bem parecido com a modelagem de animações usadas em filmes como Homem-Aranha. Homens-macacos... Homens-aranhas... "Qual o sonho de Deak?", pergunta Veja. Resposta: "Construir figuras tão realistas que convençam o observador, ainda que por segundos, de que o ser representado está vivo." Qual o sonho dos darwinistas? Construir um modelo naturalista da nossa origem tão realista que nos convença de que esses primatas realmente foram nossos ancestrais.[MB]

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