quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A complexidade redutível de uma máquina molecular mitocondrial


O juiz Jones III julgou em Dover que a complexidade irredutível (tese de design inteligente de Michael Behe) é religião, mas os cientistas continuam achando que é ciência e tentam falseá-la.

Gente, eu juro que eu não entendi a razão deste artigo. Se o juiz Jones III condenou o ensino da teoria do Design Inteligente nas escolas públicas americanas por ser 'religião', por que estes cientistas tenta refutar o caráter científico de uma das teses do DI???

Complexidade redutível de sistemas biológicos, pode. Complexidade irredutível de sistemas biológicos, não pode. Não foi Popper quem disse que para ser ciência uma teoria precisa ser submetida ao exame e tentativas de refutablidade?

Alô, Popper, help. We need you! Over.
Nota: Michael Behe é um grande cientista não cristão que faz parte do design inteligente, um dos seus livros (A caixa preta de Darwin) estão na lista deste blog como dicas de leitura. Realmente, vale a pena ler. [FN]

A elite dos cientistas e a crença em Deus


Em vários dos seus livros para consumo popular, Carl Sagan (1934–1996) se mostra surpreso com a necessidade da busca de Deus pelo homem contemporâneo. Ele achava a ciência tão maravilhosa que não via necessidade de mais nada. Os fenômenos da criação evolucionista estão à nossa disposição, belezas eternas para serem admiradas sem a necessidade de fé no sobrenatural. Ele não fazia a mínima ideia de como vivemos nós, pobres mortais. Sendo um expoente da ciência, um astrônomo mundialmente conhecido, podia viver em um patamar de deslumbramento que poucos alcançam. Estranho que um homem tão inteligente não tenha percebido que era um privilegiado, alguém especial, absorto dia e noite com os mundos distantes, e que o complemento fama e fortuna o empurraram para mais distante ainda de uma vida espiritual. Nós não vivemos assim. Vivemos cada dia de uma maneira mais ou menos sofrida. Não nos alçamos em voos extraordinários por outras galáxias.


Richard Dawkins (que esteve em Parati, na Flip) é outro cientista famoso, mas sem as qualidades de suavidade e humildade de Sagan. É um militante pela causa do ateísmo. No seu livro Deus, um Delírio, ele se mostra intolerante e rude. Teve a insensatez de propor a mudança do nome de “ateu” para “ILUMINADO”, o que pressupõe chamar de “APAGADO” quem acredita em Deus. Os autores do livro O Delírio de Dawkins (Alister McGrath e Joanna McGrath) nos dizem ainda mais sobre o seu comportamento agressivo: “Educar as crianças dentro de uma tradição religiosa é uma forma de abuso infantil.” O radicalismo inconsequente não é um privilégio dos tolos, afinal. Religião pode trazer um comportamento mais sociavel, e a esperança em outra vida ajuda na procura da felicidade. Não cabe aqui, nesta pequena nota, tratar da questão, mas a China é um dos poucos lugares do mundo onde o povo não acredita em Deus. Os valores são todos materiais, e o chinês é flagrantemente infeliz. Uma elite, uma minoria pode ser ateia, mas 1 bilhão de pessoas é um problema e tanto.
Alister e Joanna McGrath nos dão uma amostra do mundo científico em relação a Deus: “Em 1916, cientistas diligentes foram inquiridos sobre se acreditavam em Deus, especificamente num Deus que Se comunica de modo zeloso com a humanidade e a quem se possa orar na expectativa de receber uma resposta. Os deístas não acreditam num Deus segundo essa definição. Os resultados ficaram famosos: grosso modo, 40% acreditavam nesse tipo de Deus, 40% não, e 20% não tinham certeza.” Valendo-se dessa mesma pergunta, a pesquisa foi repetida em 1997 e resultou quase exatamente no mesmo padrão, com um leve aumento dos que não acreditavam (chegando a 45%). O número dos que acreditavam em Deus permaneceu estável, em torno de 40%.
Esses dados foram uma grande surpresa para mim. Pensei que os cientistas ateus fossem maioria esmagadora. O diretor do Projeto Genoma, Francis Collins, é cristão. Outro choque. Ele é considerado o maior biólogo vivo, e trabalha com o estudo do DNA, que é o código de hereditariedade da vida. Collins foi o responsável pelo mapeamento do corpo humano. Muitos outros exemplos de cientistas que acreditam em Deus estão no livro dos McGrath.
Aqueles que estiverem interessados em ver como ciência do mais alto nivel não exclui caminhar junto com a crença em um Deus misericordioso, podem consultar: O Delírio de Dawkins, Alister McGrath & Joanna McGrath, editora Mundo Cristão, 2007, A Linguagem de Deus, Francis Collins, editora Gente, 2007, Cristianismo Puro e Simples, C.S.Lewis, editora Martins Fontes, 2005



E a goleada das evidências contra Darwin?


Texto publicado num site de vendas de livros: "Charles Darwin, reconhecido mundialmente por ter influenciado o meio científico com suas pesquisas sobre a evolução das espécies, é o tema do livro A Goleada de Darwin (Editora Record). O biólogo Sandro de Souza escreve para o público leigo e expõe de modo interessante e compreensível como funciona a ciência natural. É curioso constatar que um terço dos brasileiros ainda rejeita as descobertas científicas dos últimos 150 anos e acredita que o homem foi criado por Deus. Sandro comprova por que os resultados e as explicações obtidos por meio do método de Darwin figuram entre os conhecimentos mais confiáveis de que podemos dispor."

Sandro de Souza passou quatro anos fazendo doutorado na Universidade de Harvard com o professor Walter Gilbert, ganhador do prêmio Nobel de Química. É responsável pelo laboratório de Biologia Computacional do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer e está envolvido em vários projetos de genômica executados no Brasil nos últimos anos."

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: "Sandro de Souza, por que você não abordou as 'zonas de incertezas' na teoria da evolução de Darwin no seu livro? A origem da vida, a embriologia e o desenvolvimento, o registro fóssil, as árvores filogenéticas, a seleção natural e os mecanismos de evolução. Essas linhas de evidências são necessárias para a corroboração de quaisquer teorias da evolução num contexto de justificação teórica. Darwin não fecha as contas epistêmicas desde 1859.

"Aqui a goleada é das evidências contra as especulações transformativas de Darwin: quase quatro décadas de artigos publicados na literatura especializada que a Nomenklatura científica prefere deixar silenciosa para não afundar de vez o HMS 'Darwinic'. A Grande Mídia Tupiniquim nem se fala: nada fala. Sofre da Síndrome Ricuperiana: o que Darwin tem de bom a gente fala; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde. Parece ser o caso do livro de Sandro de Souza.

"Sandro de Souza sabe: Darwin não fecha as contas da macroevolução no contexto de justificação teórica. E Darwin 3.0 [A Síntese evolutiva Ampliada] foi considerada? Dizem as más línguas que a seleção natural de Darwin terá um papel secundário. Você cobriu esse afastamento teórico de Darwin?

"Durma-se com um barulho desses. Darwin não fecha as contas, e Sandro de Souza diz que ele ganhou de goleada. Está faltando muito Bacon na ciência hoje em dia..."

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Leitores se interessam por assuntos religiosos


"Leitores de fé" é o título de uma das reportagens da revista IstoÉ desta semana. Segundo a matéria, “no ano passado, o segmento da religiosidade foi o que mais cresceu em faturamento e em exemplares produzidos e vendidos (veja o quadro abaixo), segundo a pesquisa ‘Produção e vendas do mercado editorial brasileiro em 2008’, divulgada recentemente pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Ao contrário dos levantamentos anteriores, no último ano a CBL contabilizou a venda nas igrejas – responsáveis pela comercialização de três milhões de exemplares em 2008.

“A venda de livros pela internet, em supermercados e bancas de revistas, também foi decisiva para atender a um grande público cada vez mais interessado pela espiritualidade. O boom foi impulsionado pelos novos livros da fé, que não se limitam à doutrina religiosa. A maioria dos best-sellers desse mercado, que vendeu 50 milhões de exemplares e gerou receita de R$ 321 milhões no último ano, transita na fronteira entre a autoajuda e a ficção. ‘Há uma forte tendência de sensibilização espiritual e de leitores ávidos por livros que falem de fé, sem falar de igreja’, avalia Sinval Filho, diretor da Associação de Editores Cristãos (Asec). (...)

“À margem dos pontos de venda de destaque - responsáveis por 45% do mercado -, os livros evangélicos se fortalecem nos canais alternativos de comercialização: livrarias especializadas, vendas de porta em porta e igrejas. Apesar da falta de visibilidade literária, são eles os principais responsáveis pelo crescimento do segmento religioso. Segundo a Asec, o mercado editorial evangélico cresce 25% ao ano, em sintonia com o aumento do número de fiéis da doutrina na população - são mais de 40 milhões de seguidores e 200 mil igrejas. O faturamento somado das editoras ultrapassa os R$ 300 milhões. ‘A profissionalização do setor vai garantir a presença dos livros evangélicos nas prateleiras nos próximos anos’, aposta Sinval Filho. (...)”

Nota: Para desespero de Dawkins e sua turma, cada vez mais cresce o interesse do público leitor por assuntos ligados à religião e à espiritualidade. Cabe aos escritores, editores e blogueiros saber explorar bem (e com responsabilidade) esse interesse.[MB]

sábado, 22 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Oceanos podem estar escondidos dentro da Terra


Estudos medindo a eletrocondutividade no interior do planeta indicam que talvez haja imensos oceanos sob a superfície da Terra. A água é um condutor extremamente eficiente de eletricidade. Por isso, cientistas da Oregon State University, nos Estados Unidos, acreditam que altos níveis de condutividade elétrica em partes do manto terrestre - região espessa situada entre a crosta terrestre e o núcleo - poderiam ser um indício da presença de água. Os pesquisadores criaram o primeiro mapa global tridimensional de condutividade elétrica do manto. Os resultados do estudo foram publicados nesta semana na revista científica Nature.

As áreas de alta condutividade coincidem com zonas de subducção, regiões onde as placas tectônicas - blocos rígidos que compõem a superfície da Terra - entram em contato e uma, geralmente a mais densa, afunda sob a outra em direção ao manto. Geólogos acreditam que as zonas de subducção sejam mais frias do que outras áreas do manto e, portanto, deveriam apresentar menor condutividade.

"Nosso estudo claramente mostra uma associação próxima entre zonas de subducção e alta condutividade. A explicação mais simples seria (a presença de) água", disse o geólogo Adam Schultz, coautor do estudo.

Apesar dos avanços tecnológicos, especialistas não sabem ao certo quanta água existe sob o fundo do mar e quanto dessa água chega ao manto. "Na verdade, não sabemos realmente quanta água existe na Terra", disse um outro especialista envolvido no estudo, o oceanógrafo Gary Egbert. "Existem alguns indícios de que haveria muitas vezes mais água sob o fundo do mar do que em todos os oceanos do mundo combinados."

Segundo o pesquisador, o novo estudo pode ajudar a esclarecer essas questões.

A presença de água no interior da Terra teria muitas possíveis implicações. A água interage com minerais de formas diferentes em profundidades diferentes. Pequenas quantidades de água podem mudar as propriedades físicas das rochas, alterar a viscosidade de materiais presentes no manto, auxiliar na formação de colunas de rocha quente e, finalmente, afetar o que acontece na superfície do planeta.

Se a condutividade revelada pelo estudo for mesmo resultado da presença de água, o próximo passo seria explicar como ela chegou lá. "Se a água não estiver sendo empurrada para baixo pelas placas, seria ela primordial? (Estaria) lá embaixo há bilhões de anos?" [sic], pergunta Schultz.

"E se foi levada para baixo à medida que as placas lentamente afundam, seria isso um indício de que o planeta já foi muito mais cheio de água em tempos longínquos? Essas são questões fascinantes para as quais ainda não temos respostas."

Os cientistas esperam, no futuro, poder dizer quanta água estaria presente no manto, presa entre as rochas.

Este estudo teve o apoio da Nasa, a agência espacial americana.

Fonte: (G1 Notícias)

Nota: Embora muitos adeptos da teoria diluvianista afirmem, baseados em evidências geológicas, que os montes não tenham sido tão altos no mundo antediluviano e que as fossas oceânicas também não devam ter sido tão profundas, e que se a Terra fosse mais ou menos planificada poderia ter havido água suficiente para cobrir vastas extensões de terra, essa nova pesquisa poderá responder à pergunta que insiste em não calar na mente e na boca de muitos opositores do modelo diluvianista bíblico: Para onde foi toda a água do dilúvio? Quem sabe não esteja aí a resposta?[MB]

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Gripe Suína - perguntas e respostas



1.- Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.

2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata.

3.- Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.

4.- É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.

5.- Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.

6.- Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.

7.- Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%

8.- De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.

9.- O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.

10.- Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

11.- A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada

12.- O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.

13.- Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.

14.- Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.

15.- Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.

17.- O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.

18.- Qual é a população que está atacando este vírus?
De 20 a 50 anos de idade.

19.- É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.

20.- Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.

21.- Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.

22.- Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.

23.- O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.

24.- Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.

25.- Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.

26.- Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.

27.- O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.

28.- Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.

29.- Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas?
Não serve para nada.

30.- As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?
SIM.

31.- Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
NAO.

32.- O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.

33.- O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.

34.- O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.

35.- Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.

36.- Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.

37.- O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.

38.- Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.

39.- As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.

40.- Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.

41.- Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tussam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.

42.- Pode-se comer carne de porco?
O Criador, nosso Deus, não aconselha comer a carne deste animal o porco (Levítico:11). No entanto, o consumo dela não tem nenhum risco de contágio.

43.- Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A Ciência do Origem das Espécie (1854) no século 21: a biologia é uma ciência de informação complexa especificada.


A Ciência do Origem das Espécie (1854) no século 21: a biologia é uma ciência de informação complexa especificada.

A nova teoria geral da evolução - a Sítese Evolutiva Ampliada não vai poder deixar de incorporar este aspecto fundamental em biologia evolutiva: a informação complexa específicada.

Caso não faça, pior a emenda de 2010 do que o soneto de 1859.

Nota: Em 2010 nós devemos assistir à apresentação de um nova teoria geral da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada. Falaremos mais sobre este assunto...[FN]

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Como a fé influencia sua vida




A revista Galileu (abriu 2009) publicou a seguinte matéria de capa: Questão de Fé - a cura de doenças, o sucesso no trabalho, a felicidade no amor, a inspiração, a solução da crise e o sentido da vida dependem de sua fé.

"Todos de pé." O padre Anísio Baldessin solta a ordem em direção ao grupo de 11 enfermos distribuídos nas fileiras de bancos à sua frente. Vestidos com aventais azul-claros, pulseiras de plástico com seus nomes e o tipo de sangue atadas ao pulso, três deles não têm força para levantar. Com os olhos cerrados, permanecem quase imóveis em cadeiras de rodas. E começam a rezar, na tentativa de se apegar à vida que insiste em acabar. Todos passaram ou passarão nos próximos dias por delicadíssimos procedimentos cirúrgicos: uma desobstrução coronária, uma intervenção torácica, um transplante. São 11h da manhã de um domingo, e na capela do Instituto do Coração de São Paulo, o InCor, não existe espaço para pequenas esperanças e desejos mundanos. Existe fé, muita fé.

Desde 2000, mais de 6.000 estudos foram publicados sobre a relação entre religião e saúde.

"Comovente, não é?", diz o capelão de 45 anos após encerrar a missa. "Eles precisam lidar com a doença, com a dor, com a proximidade da morte. E sabe o que eu digo? Eu digo que rezar ajuda. Não tem milagre aqui, mas tem conforto, apoio e esperança. E você percebeu como eles saíram mais tranquilos, confortáveis, agradecidos?"

Há 17 anos percorrendo todos os dias as alas do complexo do Hospital das Clínicas, onde fica o In-Cor, o padre participa de um dos raros momentos em que religião e ciência afastam suas diferenças para concordar: ter fé faz bem à saúde. Católicos, judeus, hindus, espíritas, budistas, evangélicos, agnósticos... Não importa a religião - ou a falta de. Basta crer.

Pessoas que praticam meditação (processo semelhante a uma oração profunda) por um período superior a 15 anos têm os lobos frontais exercitados. O melhor funcionamento dessa região cerebral ajuda a aperfeiçoar a memória.

De 2000 para cá, mais de 6.000 trabalhos sobre o tema foram publicados nos Estados Unidos. São documentos que professam o poder da crença e do auxílio religioso sobre a saúde combalida. Lançam dados impressionantes, como um estudo da Universidade de Pittsburgh que mostra o aumento de três anos na expectativa de vida de quem frequenta a igreja. Ou outro que aposta na redução dos níveis de cortisol, o hormônio associado ao estresse, em indivíduos religiosos. Pessoas que praticam meditação, processo físico semelhante ao da oração profunda, colocam para funcionar uma região do cérebro chamada de lobo frontal, conhecida também por aprimorar a memória.

No Canadá, cientistas da Universidade de Toronto afirmam que acreditar em Deus reduz a ansiedade. Uma pesquisa comandada pela Universidade de Miami sinalizou que portadores do HIV com alguma crença espiritual apresentam níveis maiores das células de imunidade CD4.

Aquele que tem ciência e arte tem também religião; o que não tem nenhuma delas que tenha religião!

São trabalhos controversos. A oposição científica, religiosa e intelectual atira seus dardos em direção a questões éticas, à validade e aos procedimentos utilizados. Tenta pôr em xeque a união da medi-cina e da religião. Alerta para a redução da fé a processos químicos e impulsos elétricos. Questiona a utilidade de conectar duas áreas que correm separadas, porque atendem a ramos distintos da experiência humana. E pergunta: o.k., são lindas as imagens do cérebro ativado por uma oração profunda. Mas o que queremos com isso? Que utilidade terá para a medicina saber que uma parte da nossa massa cinzenta pisca quando rezamos?

Nota: Esta é mais uma matéria que aparece no dia-dia: a mídia declarando claramente que os cientistas reconhem a importância da fé ou da religião na cura das enfermidades.[FN]



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