quarta-feira, 16 de maio de 2018

Marcos Eberlin lança livro que explica origem da vida



Nota: Mestre em Química, doutor em Ciências pela Unicamp e pós-doutor pela Universidade de Purdue nos Estados Unidos. O professor Marcos Eberlin fala sobre o seu novo livro "Fomos Planejados: a maior descoberta científica de todos os tempos".

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Cientistas desenvolvem por acaso enzima devoradora de plástico

Mais de 8 milhões de plásticos são descartados todos os anos nos oceanos
Cientistas britânicos e americanos produziram acidentalmente uma enzima devoradora de plástico que poderia, eventualmente, ajudar a resolver o problema crescente da poluição gerada por este material, revelou um estudo publicado na segunda-feira (16), do qual participaram pesquisadores da Unicamp.

Mais de oito milhões de toneladas de plásticos são descartadas nos oceanos do mundo todos os anos e há uma preocupação crescente com as consequências contaminantes deste produto derivado do petróleo para a saúde humana e o meio ambiente.

Apesar dos esforços de reciclagem, a maior parte dos plásticos permanece por centenas de anos no meio ambiente, e por isso cientistas buscam melhores formas de eliminá-lo.

Pesquisadores da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos Estados Unidos decidiram se concentrar em uma bactéria encontrada na natureza, descoberta no Japão há alguns anos.

Cientistas japoneses acreditam que a bactéria tenha evoluído recentemente em um centro de reciclagem de rejeitos, uma vez que o plástico não existia até os anos 1940.

Conhecida como Ideonella sakaiensis, ela parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como polietileno tereftalato (PET), usado amplamente em garrafas plásticas.

Uma mutação útil

O objetivo dos cientistas era compreender o funcionamento de uma destas enzimas - denominada PETase ao compreender sua estrutura.

"Mas eles acabaram dando um passo à frente e desenvolveram acidentalmente uma enzima ainda mais eficiente em decompor plásticos PET", destacou o estudo, publicado no periódico científico americano Proceedings of the National Academy of Sciences.

Usando um raio-X superpotente, eles conseguiram produzir um modelo tridimensional em altíssima resolução da enzima.

Empregando a modelagem de computador, cientistas da Unicamp e da Universidade da Flórida descobriram que a PETase era similar a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma parte da PETase, no entanto, era um pouco diferente e cientistas supuseram que esta era a parte que permitia a degradação do plástico.

Eles, então, submeteram à mutação o local ativo da PETase para fazê-la se parecer mais com a cutinase e descobriram de forma inesperada que a enzima mutante era mais eficiente do que a PETase natural em decompor o PET.

Os pesquisadores afirmam estar trabalhando agora em melhorias desta enzima, na esperança de eventualmente permitir seu uso industrial na decomposição de plásticos.

"A sorte frequentemente desempenha um papel significativo na pesquisa científica de base, e nossa descoberta não é uma exceção", afirmou um dos autores do estudo, John McGeehan, professor da escola de Ciências Biológicas de Portsmouth.

"Embora o aperfeiçoamento seja modesto, esta descoberta inesperada sugere que há espaço para mais melhorias destas enzimas, aproximando-nos de uma solução de reciclagem para a crescente montanha de plásticos descartados", acrescentou.

Fonte: G1

terça-feira, 27 de março de 2018

Curso - A Teoria do Design Inteligente

Este curso traz a discussão diversos aspectos da ciência, tais como filosofia da ciência, a definição de ciência, os pressupostos científicos, os atributos de teorias científicas, falseabilidade e capacidade de fazer previsões da teoria da evolução e do design inteligente, o naturalismo filosófico, a evolução do cosmo, a evolução química, a evolução bioquímica, os mecanismos evolutivos e suas viabilidades frente a química e bioquímica modernas, permitindo assim um confronto da fé cristã com a razão baseada em argumentação científica moderna.

Discutirá também a teoria do design inteligente (TDI): seus princípios e pressupostos, a teoria da evolução: seus princípios e pressupostos e mecanismos, as evidências de design inteligente na vida e no universo, o ajuste fino do universo, os pilares da teoria do design inteligente: informação especificada, complexidade irredutível, antevidência genial, as semelhanças e diferenças entre homens e chimpanzés, ancestralidade símia comum, o DNA lixo, os “bad Designs”, órgãos vestigiais, as evidências de design no código genético e nas estruturas de proteínas, fazendo no final um embate racional entre  a evolução de Darwin e o design inteligente de Michael Behe.

Aula 01: A Ciência e o Embate Evolução x Design Inteligente – Marcos N. Eberlin
Aula 02: A Teoria do Design Inteligente (TDI) – Marcos N. Eberlin
Aula 03: Evidências de Design Inteligente no Universo – Marcos N. Eberlin
Aula 04: Evidências de Design Inteligente na Vida – Marcos N. Eberlin
Aula 05: Humanos e Chimpanzés: Parentes Evolutivos? – Marcos N. Eberlin
Aula 06: Entendendo e Avaliando a Evolução Bioquímica – Marcos N. Eberlin
Aula 07: A Informação Bioquímica: Acidente Congelado ou Design Inteligente? – Marcos N. Eberlin
Aula 08: Quem Veio Primeiro, o Ovo ou a Galinha? – Marcos N. Eberlin
Aula 09: O Embate do Século – Marcos N. Eberlin

Saiba mais sobre o curso no site Fiel - Curso de Liderança

Fonte: Fiel - Curso de Liderança

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Quem criou o Criador?



Nota: John Lennox é um matemático da Universidade de Oxford na Inglaterra, um forte crítico do biólogo Richard Dawkins, seu "colega" de Oxford. Para ele, "Deus é eterno; ele não foi criado, sempre existiu". Leia aqui mais argumentos de sua explicação sobre "a origem de Deus".

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Refletir: Uma incoerência naturalista

Nota: Isso faz sentido? É obvio que não, mas para os evolucionistas, sim! Eles creem que a mão mecânica foi projetada por várias mentes inteligentes, porém a mão biológica, muito mais complexa, surgiu por processos naturais não orientados por longas eras. Enfim, é muito difícil ter fé para acreditar na teoria evolutiva.[FN]

Se quiser rejeitar a teoria da evolução, faça-o pelo motivo correto

“Ninguém nunca viu um macaco virar homem.” Essa foi a lógica apresentada pelo Ministro da Educação da Índia [foto ao lado], em uma tentativa de “desmascarar” a teoria da evolução de Darwin. A declaração gerou piadas e um pedido de retratação feito pela comunidade indiana. “Ninguém, incluindo nossos antepassados, por escrito ou oral, disse que viu um macaco se transformar em um homem”, disse Satyapal Singh enquanto presidia uma conferência em Aurangabad, cidade no estado de Maharashtra, na sexta-feira. Ele defendeu a retirada da teoria evolucionista – aceita por unanimidade [sic] pela comunidade científica – dos livros didáticos do país. O comediante Vir Das foi um dos primeiros a brincar com o assunto.

O diretor Farhan Akhtar respondeu de forma satírica à declaração do ministro. “Macacos protestam contra a Origem das Espécies de Darwin. Eles negam envolvimento com a existência de certo homo sapiens.” No entanto, apesar da reação severa de todos os lugares, o ministro manteve o posicionamento. “Estou absolutamente de acordo com o meu comentário de que a teoria da evolução de Charles Darwin não é científica. Há poucas evidências para fundamentar a teoria. Grandes cientistas do mundo vieram dizer que não há evidências disponíveis no mundo que possam provar que a teoria da evolução está correta”, disse o ministro em outra conferência, segunda-feira, no IIT-Guwahati, uma das principais instituições técnicas da Índia.

Ele mesmo pediu uma conferência internacional para verificar a veracidade da teoria de Darwin. “Proponho, se o Ministério do Desenvolvimento e Recursos Humanos estiver pronto, patrocinar uma conferência internacional de nível mundial para decidir o que é verdadeiro e factual e que deve ser ensinado em escolas e faculdades”, disse Satyapal Singh.

Enquanto isso, cientistas de toda a Índia começaram a coletar assinaturas contra o ministro Singh e suas observações, vistas como um insulto ao verdadeiro trabalho de pesquisa. A comunidade científica pretende entregar a petição assinada ao Governo para pedir ao ministro que se retrate de sua declaração. Já são mais de 4.000 assinaturas e o texto continua recebendo apoio de cientistas e acadêmicos de mais de 25 das principais instituições educacionais do país.

A teoria evolucionista darwiniana consiste em três suposições:

(1) todos os seres vivos descendem de um antepassado comum;
(2) os principais mecanismos para as mudanças que dão origem a novas espécies resultam de mutação e seleção natural ou “sobrevivência do mais apto”;
(3) estes são processos naturais não orientados.

Embora a pesquisa genética moderna fundamente em grande parte as ideias de Darwin, elas continuam sendo uma fonte de controvérsia, especialmente entre os devotos religiosos. A Turquia removeu todas as menções ao naturalista inglês de seus currículos didáticos em 2017, em grande parte devido à alegada incompatibilidade da teoria com a educação islâmica “baseada em valores” do país.

Fonte: Sputnik via criacionismo

Nota do blog criacionismo: O Ministro da Educação da Índia falou bobagem e a mídia e os evolucionistas não perderam tempo: detonaram o homem. Evolucionistas não creem que o ser humano “veio do macaco”, e criacionistas nunca deveriam dizer que eles creem nisso. Eles pensam que humanos e macacos tiveram um ancestral comum (mas que animal seria esse, um sapo? Bem, deixemos isso pra lá...). Para ser mais preciso, o ministro poderia ter dito que não aceita a macroevolução porque informação genética não pode surgir do nada. Porque elementos inorgânicos não poderiam se agrupar em moléculas, aminoácidos, proteínas, DNA, células... tudo na ordem certa, unido à informação complexa, para então dar origem à vida – nem um cem bilhões de anos! Poderia também ter dito que não aceita a teoria da evolução porque a vida revela muitos mecanismos de complexidade irredutível sem os quais ela nem sequer teria começado a existir. Enfim, poderia dizer que a macroevolução está mais nos domínios da fé que nos da ciência empírica, e que vida só provém de vida, como Pasteur provou há muito tempo. A matéria acima tentou resumir os postulados básicos da teoria da evolução, como o de que todos os seres vivos descendem de um antepassado comum (macroevolução). Isso não está provado. É mera especulação baseada em evidências que apontam meramente para adaptações e diversificação de baixo nível (“microevolução”). O registro fóssil está aí para provar isso, com seres distintos (peixes, anfíbios, répteis, mamíferos, aves) e sem evidência de intermediários entre eles. Quando o assunto são fatos, os evolucionistas apelam para as mutações e a seleção natural, mecanismos aceitos pelos criacionistas, evidentemente. Mas o que esses mecanismos promovem? No caso das mutações, via de regra, perda de informação genética ou modificações limitadas (duvida? Pesquise aqui no blog sobre as drosophilas). No caso da seleção natural, adaptabilidade a determinadas circunstâncias ambientais, permitindo a sobrevivência do mais bem adaptado a essas circunstâncias. Mas tanto as mutações quanto a seleção natural agem sobre organismos já existentes. A seleção pode explicar como o mais “apto” sobrevive, mas nem um nem outro mecanismo é capaz de explicar como esses indivíduos mais “aptos” vieram à existência. Assim, o livro A Origem das Espécies promete, mas não entrega, pois tem a palavra “origem” no título, mas somente explica por que há diversidade na natureza. Pena que o Ministro da Educação da Índia não mencionou fatos como esses, expondo-se ao ridículo com aquele “argumento batido”. Que os criacionistas não sigam seu exemplo. Se for para rejeitar a teoria da evolução, que seja pelos motivos corretos. [MB]

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Tabela periódica pode ganhar nova linha pela primeira vez na história

Instalações do laboratório Nishina, local das pesquisas com o elemento 119.
Uma equipe de cientistas no Japão acaba de iniciar um dos projetos mais apaixonantes da física nos últimos tempos: a busca do elemento 119 da tabela periódica, "nunca visto e nunca criado na história do universo", disse o físico Hideto Enyo, líder da iniciativa.

O novo elemento, batizado temporariamente de ununennio (um, um, nove, em latim), inauguraria uma nova linha – seria a oitava – na tabela periódica proposta em 1869 pelo químico russo Dmitri Mendeleev. A ordem da primeira coluna, recitada de cor por qualquer estudante, ficaria assim: hidrogênio, lítio, sódio, potássio, rubídio, césio, frâncio e ununennio.

Enyo comanda o laboratório Nishina, do centro de pesquisa Riken, um acelerador de partículas localizado nas proximidades de Tóquio. No laboratório, os cientistas planejam disparar feixes de vanádio, um metal, contra um alvo de cúrio, um elemento mais pesado que não existe naturalmente no ambiente terrestre. A teoria é simples: o núcleo do átomo de vanádio possui 23 prótons. O do cúrio tem 96. Unidos, criariam um elemento superpesado com 119 prótons. Mas não é tão fácil.

"Todos somos poeira das estrelas", lembra o físico nuclear José Luis Taín, parafraseando o famoso astrônomo norte-americano Carl Sagan. A equipe de Taín, que não tem participação na busca do elemento 119, lidera outro experimento no Riken para investigar como são formados os elementos pesados no universo. Os mais leves, como o hidrogênio (um próton) e o hélio (dois prótons), foram formados imediatamente após o Big Bang, há cerca de 13,7 bilhões de anos. Os outros, mesmo o ferro, surgiram de uma fusão nuclear no interior das estrelas. Mas, depois do ferro, com 26 prótons, a origem é mais confusa.

"Acreditamos que, para formar elementos mais pesados do que o ferro, são necessários eventos explosivos, como supernovas [explosões de estrelas muito maciças] ou fusões de estrelas de nêutrons", afirma Taín, pesquisador do Instituto de Física Corpuscular, em Paterna (Valência). Nesses cataclismos cósmicos, ocorre um rápido processo de captura de nêutrons, que, quando desintegrados, formam prótons. Isso criaria, em alguns segundos, elementos cada vez mais pesados, como o ouro (79), chumbo (82) e urânio (92). O experimento de Taín, chamado Briken, tenta imitar esses emaranhados estelares no laboratório do Japão.

Esse rápido processo de captura de nêutrons, no entanto, seria suspenso em torno do elemento 110, segundo Taín, citando as previsões teóricas atuais. Se forem corretas, o elemento 119, como afirma o cientista Enyo, jamais foi criado no universo. Nunca.

O elemento mais pesado encontrado naturalmente na Terra é o plutônio, com 94 prótons. A partir desse ponto, os núcleos não são estáveis o suficiente. Os últimos elementos sintetizados – nihônio (113), moscóvio (115), tennessino (117) e oganessono (118) – são muito radioativos e existiram por alguns milésimos de segundo em um laboratório.

"Esperamos encontrar o elemento 119 em alguns anos", afirma Enyo com entusiasmo. "Já começamos a caçada, embora ainda estejamos numa fase muito preliminar", reconhece. O físico japonês sabe que outras equipes científicas de prestígio já falharam na busca do elemento 119. O centro GSI Helmholtz, em Darmstadt (Alemanha), realizou a tentativa em 2012, disparando um feixe de titânio (22) contra um alvo de berkélio (97) , sem sucesso. "Ainda não sabemos que tipo de combinação de feixes e alvos será melhor", admite Enyo.

Por que gastar tanto tempo em experimentos caríssimos para sintetizar um elemento por alguns milésimos de segundo? "Porque é muito emocionante descobrir um novo elemento, especialmente o 119, que será o primeiro da oitava linha da tabela periódica", arremata o físico japonês, resumindo o espírito curioso da ciência básica.

O químico alemão Martin Heinrich Klaproth descobriu o urânio em 1789. O nome foi inspirado no planeta Urano, que havia sido observado pela primeira vez alguns anos antes. O urânio é o elemento mais antigo na sétima linha da tabela periódica. Se, em 1789, Klaproth tivesse sido questionado com um "para que queremos isso?", não poderia ter imaginado que as usinas nucleares produziriam 17% da eletricidade mundial com o elemento mais antigo na sétima linha.

Fonte: Brasil El País

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Terra plana: a teoria conspiratória do momento [curso]

Não se sabe bem a razão, mas argumentos de que a Terra é plana – fato não só contestado por imagens tiradas do espaço, mas também por investigações matemáticas que datam desde a Grécia antiga – têm ganhado manchetes pelo mundo todo recentemente.

[...] Quem são os crentes da Terra plana? [...] Eles acreditam basicamente, que há uma conspiração mundial envolvendo cientistas e agências espaciais para que todos acreditem que a Terra é esférica. É dito que estamos em um disco circular, não em um globo, com o Polo Norte no meio e a Antártida em toda a borda. [...] Em matéria do jornal inglês The Guardian, é citado que os seguidores dessa teoria são ‘quase como uma religião’.

Não se sabe qual é realmente o tamanho do grupo. Mas, como em qualquer assunto, fanáticos fazem barulho. Principalmente na internet. Em grupos de Facebook, posts no Twitter, vídeos no YouTube, fóruns... [...] Inúmeros fatos são apontados pelos membros dos grupos. As alegações para isso vão desde ‘desaparecimento de navios’ a ‘horizonte reto’ (mas não citam que barcos ficam só parcialmente visíveis no horizonte por causa da curvatura terráquea).

No intuito de colaborar para o esclarecimento de dúvidas que frequentemente são levantadas sobre divergências de pontos de vista em torno de questões que envolvem simultaneamente aspectos científicos e religiosos a Sociedade Criacionista Brasileira está disponibilizando o curso gratuito Reinventando a Terra Plana. Clique aqui para acessar o curso!

Fonte: Sociedade Criacionista Brasileira

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Universo tem design inteligente

Genética. Para os cientistas, a assinatura no DNA mostra claramente a presença de uma mente inteligente, que criou estratégias químicas
A vida surgiu por acaso ou a partir de uma vontade superior? Esse embate desgastado ainda não tem solução. Quem acalorou essa discussão foi o naturalista inglês Charles Darwin, quando, em 1859, publicou o livro “A Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural”, em que sustentava que a vida começou espontaneamente no momento em que uma sopa primordial de elementos químicos, submetida às condições da Terra primitiva, produziu pela primeira – e única vez – uma molécula replicante. Mudanças graduais ocorridas por acaso permitiram a formação, ao longo de bilhões de anos, de seres cada vez mais complexos.
Dr. Marcos Eberlin

No final do século XX surgiu nos Estados Unidos o Movimento do Design Inteligente, que reúne químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. No Brasil foi criada, em 2016, a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, com 1.500 membros e que tem como presidente Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Segundo esses cientistas, a vida não tem nada de aleatório e parece ter seguido algum desenho inteligente. A prova seria a complexidade dos sistemas celular e molecular: trata-se de verdadeiras máquinas, cujas partes independentes estão tão estreitamente interligadas que a ausência de um único componente é o bastante para impedir que elas funcionem.

A Teoria do Design Inteligente (TDI) é o estudo científico de padrões na natureza que possam referendar ou descartar a ação de uma mente inteligente como sua causa. É a ciência que propõe inferir se a causa primeira mais provável dos efeitos no universo e na vida seria a ação de uma mente inteligente ou a de forças naturais não guiadas, como propõe Darwin.

“A percepção de um design inteligente existe desde os primórdios da humanidade. Filósofos gregos postulavam que havia sinais de que uma mente inteligente teria criado o universo e a vida. O movimento moderno nasceu em 1995, com Phillip Johnson, autor de “Darwin no Banco dos Réus”, que organizou um encontro na Califórnia com a presença de cientistas das mais diferentes áreas, como Stephen C. Meyer e Michael Behe. O evento pretendia discutir o compromisso que a ciência fez com o materialismo filosófico a partir do darwinismo, que muitos consideram legítimo, mas que tem levado a ciência a propor teorias equivocadas. Para eles, matéria, energia e espaço foram as forças naturais que criaram tudo. Ficamos apenas com a evolução e o Big-Bang”, analisa Eberlin.

Os cientistas da TDI entendem que se ancorar apenas em processos naturais não guiados é muito restrito e que já era tempo de contemplar a ciência por outro viés.

Zumbi science’. “O naturalismo de Darwin só conquistou a ciência por causa do iluminismo. Fizemos um pacto com o naturalismo e ficamos durante 150 anos tentando entender tudo pela teoria da matéria, da energia e da força, e não conseguimos. A evolução faliu, não conseguimos explicar a complexidade da vida. Estamos mantendo viva a ciência dos mortos-vivos, a ‘zumbi science’, como se tivéssemos apenas uma opção”, refuta Eberlin.

O design inteligente é uma ciência que, para explicar a criação do universo, coloca na mesa outra possibilidade que não a das forças naturais: a existência de uma mente inteligente. “Buscamos, por meio de metodologias científicas, compreender quando um fenômeno foi causado por forças naturais ou por uma ação inteligente. Um raio seria a fúria de Deus ou uma descarga elétrica? As rochas caem pela ação da gravidade? Dados jogados caem com determinado número voltado para cima de forma aleatória? Nossa proposta é desenvolver metodologias e aplicá-las no universo e na vida. A cada dia os sinais são claríssimos de que uma mente inteligente ou um ser inteligente orquestrou o universo e a vida. Só não estávamos vendo isso porque o materialismo filosófico nos impedia de considerar a opção do design inteligente”, analisa o pesquisador.

Opinião

Stephen Hawking. O cientista defende que o universo é autocontido, que não poderia ser nem criado, nem destruído. Ele simplesmente seria. “Que lugar haveria, então, para um criador?”, indaga.


A assinatura por trás da natureza

Qual seria a identidade do designer? “Por meio de métodos científicos não podemos, de forma honesta, tirar alguma conclusão. A teoria do design inteligente não se compromete em relação à identidade do designer, pois a ciência não tem ferramentas para descobrir isso”, diz Marcos Eberlin.

Porém, os defensores da TDI, mesmo sendo cientistas, têm ou não suas crenças pessoais. “Alguns são agnósticos e não querem se comprometer, outros são espíritas e acham que se trata de um espírito evoluído. Outros acham que o autor é o grande arquiteto do universo, e alguns consideram que são deuses ou extraterrestres, mas a grande maioria acha que é Deus, como eu acho que é. Sem dúvida, quando a boa ciência se alia à filosofia e à teologia, elas apontam para o Deus bíblico, o candidato mais viável ao posto de designer inteligente. Por isso a TDI é tão odiada, porque, como boa ciência, aponta para uma mente inteligente”, ressalta Eberlin.

O universo e a criação têm apenas uma assinatura. “Veja a assinatura no DNA, que mostra claramente a presença de uma mente inteligente, que criou as estratégias químicas utilizadas na codificação, na otimização do RNA para o DNA, na substituição do açúcar, na escolha dos 20 aminoácidos que formam a vida, das proteínas. Da mesma forma, o planeta Terra com seu campo magnético nos protegendo das tempestades solares, a camada de ozônio criando uma proteção dos raios ultravioleta. São inúmeras as assinaturas, sinais indiscutíveis do design inteligente que encontramos no universo e na vida”, avalia.


“Darwin, o homem que matou Deus”

O design inteligente tem profundas implicações filosóficas, religiosas e teológicas, assim como a evolução, que teve e ainda tem. “Darwin foi o homem que matou Deus. A evolução tirou o homem do papel central da criação, nos fez meros animais e provou que não há nada além da matéria no universo. Para o evolucionista, o destino final da nossa civilização é a aniquilação, seremos extintos e substituídos por outra espécie”, analisa Marcos Eberlin.

A TDI também tem suas implicações filosóficas e teológicas. “Se o design inteligente aponta para Deus e diz que fomos criados com um propósito, qual o problema? A TDI é ciência na sua mais pura essência e é mais livre que o naturalismo porque não faz pacto com nenhuma cosmovisão. Ela procura a verdade, que coloca as opções disponíveis sobre a mesa e as confronta, fazendo a melhor inferência. É uma ciência livre, sem preconceitos e sem predefinições, que coloca a evolução frente a frente com o design inteligente”, diz Eberlin.

Fonte: O tempo

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Dakota, o dinossauro descoberto com pele e tecido intactos

Dakota tinha cerca de 35 pés (12 metros) de comprimento e pesava cerca de 3,5 toneladas, mas o dinossauro não era lento, de acordo com estudos preliminares.
Os cientistas anunciaram hoje a descoberta de uma "múmia de dinossauro" extraordinariamente preservada, com a maior parte de seus tecidos e ossos ainda cobertos por um invólucro não revestido de pele.
Os paleontologistas de campo perfuram o bloco de corpo de dez toneladas de dinossauros mumificados, agora separados da cauda.

Estudos preliminares do hadrosaur de 67 milhões de anos, chamado Dakota, já estão alterando as teorias de como a pele das criaturas antigas e a rapidez com que se mudaram, dizem os pesquisadores do projeto.
A pele de um dinossauro de pato dispara do solo na Formação Hell Creek em Dakota do Norte.

Pesquisas adicionais podem revelar informações detalhadas sobre os tecidos moles, que poderiam ajudar a desbloquear segredos sobre a evolução dos dinossauros e seus descendentes, acrescentaram os cientistas.

Por enquanto, a equipe continua a examinar o espécime raro, que incluiu tendões e ligamentos preservados, e para preparar artigos científicos sobre o achado para publicação.

"Este espécime excede o jackpot", disse o líder da escavação Phillip Manning, um paleontólogo da Universidade britânica de Manchester e um avaliador do National Geographic Expeditions Council.

A maioria dos dinossauros é conhecida apenas por seus ossos, que raramente são encontrados unidos como seriam na vida real.

Mas "estamos olhando para um envelope de pele tridimensional", disse Manning. "Em muitos lugares, é completo e intacto - em torno da cauda, ​​braços, pernas e parte do corpo".
Uma tomografia computadorizada de alta resolução mostra o final da cauda de um hadrosaur de 67 milhões de anos chamado Dakota.
O hadrosaur, ou o dinossauro com pato, foi descoberto em 1999 pelo paleontólogo adolescente Tyler Lyson na propriedade da família Dakota do Norte.

Foi um achado extremamente fortuito, porque as chances de mumificação são escassas, observaram os pesquisadores.

Primeiro, o corpo de dinossauros teve que escapar de predadores, tesouros e degradação por tempo e água. Em seguida, um processo químico deve ter mineralizado o tecido antes que as bactérias o comessem. E, finalmente, os restos tiveram que sobreviver milhões de anos não danificados.

Fonte: National Geografhic News

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Nova forma de matéria finalmente comprovada

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, confirmaram de cinco formas diferentes a existência do 'excitonium'
Na década de 1960, o físico americano Bertrand Halperin teorizou sobre a existência de uma nova forma de matéria, a qual ele batizou de "excitonium". Desde então, diversas equipes de pesquisadores conseguiram encontrar evidências de sua existência, mas nenhuma delas definitiva – até agora.
Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, conseguiram provar que a tal matéria existe. Liderada pelo físico Peter Abbamonte, a equipe desenvolveu um método para demonstrar de cinco formas diferentes que o excitonium é real, segundo seu trabalho publicado na revista científica Science. "Esse resultado é de importância cósmica", disse Abbamonte.

O excitonium é um condensado, portanto, um sólido, formado por partículas chamadas "éxcitons". Essas partículas são compostas por um par improvável: um elétron que se excita, ou seja, se energiza, e passa de uma faixa de energia para outra, e o "buraco" que ele deixa ao se mover.

Esse buraco "se comporta como se fosse uma partícula com carga positiva e atrai o elétron que escapou". A interação entre ambos forma o éxciton, diz o comunicado da Universidade de Illinois.
A dupla "estranha e maravilhosa", nas palavras dos cientistas, compõe a partícula. Se isso parece complicado, é porque de fato é. Segundo os pesquisadores, o excitonium "desafia a razão".

Para que serve?

De acordo com Guilherme Matos Sipahi, do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), a descoberta permitirá explorar melhor a mecânica quântica e as previsões feitas nesse campo de conhecimento. "Isso promove um avanço da ciência e pode levar a novas tecnologias."
O trabalho foi realizado em parceira com pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley e da Universidade de Amsterdã, na Holanda. Levou-se tanto tempo para chegar a esse resultado porque os cientistas não tinham as técnicas necessárias para distinguir o excitonium sem margem de dúvidas, uma tarefa que exigiu seis anos.

Em uma entrevista para a revista "Newsweek", Abbamonte contou ter se encontrado com Halperin, cientista da Universidade de Harvard hoje com 76 anos, e ele teria demonstrado muita felicidade ao saber da confirmação empírica de sua teoria.

O excitonium existe na literatura especializada há cinco décadas, mas os cientistas ainda não sabem quais são suas propriedades. Tanto que existem hipóteses opostas: alguns pensam ser um material isolante, enquanto outros imaginam que funcione como um supercondutor ou um superfluido, transportando energia sem dissipação.
O novo desafio da equipe da Universidade de Illinois será identificar as possíveis funções do excitonium e, assim, apontar futuras aplicações. Em entrevista ao jornal britânico The Independent, Abbamonte comparou esta descoberta com a do Bóson de Higgs, também conhecida como a "partícula de Deus".

"Provar sua existência é crítico para validar as leis da Física como as conhecemos hoje."

Fonte: g1 

Centenas de ovos de pterossauros descobertos em escavação revolucionária

O título deste artigo é o mesmo que foi usado pela National Geographic [1] para noticiar a descoberta de pelo menos 215 ovos de pterossauros extraordinariamente bem preservados. Em alguns desses ovos, podem ser vistos embriões e filhotes que haviam acabado de ser chocados. Além do número de ovos e da qualidade da preservação de detalhes, chama a atenção a descrição das condições que provocaram a fossilização. De acordo com a reportagem da National Geographic:

"Os Hamipterus não apenas se alimentavam nesse paraíso há tanto tempo perdido, eles também se reproduziam ali, provavelmente enterrando ninhadas de ovos na vegetação ou nos litorais. Os ovos fossilizados nos sedimentos do lago se agitaram pela rápida água corrente, um sinal de que tempestades devam ter inundado a área do ninho e sacudido os ovos até um lago maior, onde a lama ensopada os enterrou. Os ovos não escoaram todos de uma vez: eles se dividem em quatro camadas de sedimento distintas, o que sugere que múltiplas enchentes os depositaram ao longo do tempo." [1]

"Conforme as águas se enfureciam no velho lago chinês, muitos dos ovos de pterossauros racharam, deixando entrar sedimentos que no final das contas preservaram suas formas retangulares. Em pelo menos 16 desses ovos, os sedimentos também embalaram os delicados esqueletos de embriões de pterossauros em desenvolvimento, inclusive um osso que a equipe pensa que pertencera a um animal previamente chocado." [1]

Em outras palavras, o cenário envolve, como é comum em fossilização, inundações catastróficas e sedimentos. Neste caso em particular, fala-se de múltiplas enchentes "ao longo do tempo" por causa das quatro camadas nas quais os ovos estão divididos. Podemos interpretar essa divisão em camadas de duas formas. A primeira, apela aos experimentos de Berthault [2], segundo os quais um padrão de extratos (como o observado nas camadas sedimentares) pode se formar rapidamente, com todas as camadas (do fundo ao topo) sendo depositadas simultaneamente. Neste caso, a linha do tempo estaria na direção horizontal, não vertical.

Uma outra possibilidade vem das marés altas e baixas que devem ter ocorrido durante o dilúvio, como explica John Morris [3]

"As águas continuaram subindo e descendo e subindo novamente até que todas as montanhas pré-diluvianas estivessem cobertas. Elas mantiveram um nível de oceano anormalmente elevado, mas flutuante, através do dilúvio, na medida em que interações complexas entre as forças tectônicas e hidrodinâmicas testemunhavam as águas vindo e indo em ondas." 

Ambas as possibilidades dão conta de ovos distribuídos em diferentes camadas sedimentares.

Em resumo, a história que os fósseis (não apenas neste caso) nos contam sobre o passado é de um cenário catastrófico e envolvendo grandes quantidades de água e sedimento, mortandade em massa, soterramentos repentinos e eventos geológicos de dimensões e violência tal qual não se veem nos dias de hoje. Seria o dilúvio de Gênesis uma hipótese viável para explicar isso tudo? Acredito que sim.

Referências:
1-National Geographic, "Centenas de ovos de pterossauros descobertos em escavação revolucionária",

2-G. Berthault, "Analysis of Main Principle of Stratigraphy on the Basis of Experimental Data", Lithology and Mineral Resources, vol. 3, 2002, p. 442-446.

3-John D. Morris, "The Global Flood: Unlocking Earth's Geologic History", Edição para Kindle (Posição de leitura 911 de 4617).

Fonte: Origem e Vida

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Os sete pecados dos professores que deixam uma aula chata

A mente divaga, os olhos ficam pesados, e lá se vai o conteúdo. Todo estudante já cochilou em sala de aula, ou pelo menos quase chegou a isso. A culpa pela sonolência, entretanto, nem sempre é do aluno. Algumas práticas dos professores contribuem muito para tornar uma aula desinteressante, e manter-se atento torna-se uma tarefa árdua.

Buscando descobrir as ações que levam à chatice em sala, o Vida na Universidade ouviu quem está no tablado e quem está na carteira. Sabe aquele professor que quando fala parece cantar "nana nenê”? Pois deixe esta edição do VU na mesa dele, no mural da sala ou "esquecido" na sala dos professores, se as dicas forem colocadas em prática, a turma toda vai sair ganhando.

1 - Fugir do assunto

É compreensível o esforço de muitos professores em contextualizar suas disciplinas e praticar um pouco de interdisciplinaridade, mas quando a linha do bom senso é atravessada, os alunos logo notam e são afetados pela angustiante espera pelo retorno ao conteúdo da aula. Docentes que se perdem nos temas dos quais tratam acabam passando a impressão de que não prepararam a aula e estão apenas improvisando. Alunos dedicados não suportam a sensação de serem “enrolados”.

Cura = Ajuda adotar esquemas para as aulas, sejam escritas num papel, nos slides ou mesmo mentais. Ter clara a sequência de assuntos a serem tratados, e ser fiel a ela, dá segurança à turma e ao professor.

2 - Prender-se em discussões com alunos específicos

Ninguém gosta de ser ignorado numa conversa, e é assim que muitos estudantes se sentem quando o professor se deixa envolver em intermináveis diálogos com um único aluno ou com pequenos grupos, reduzindo os demais a meros espectadores.

Cura = Professores devem procurar ser breves em respostas que não interessam à turma toda, ou dizer ao aluno interessado que a conversa pode continuar ao fim da aula.

3 - Ler durante a aula toda

Artifícios úteis como o projetor de slides ou textos impressos podem se converter em verdadeiras tentações do comodismo. Quando o professor se apega exclusivamente ao que está escrito, passando aulas inteiras apenas lendo, é inevitável que o aluno se pergunte: “Se eu apenas lesse um livro será que não aprenderia a mesma coisa ou mais?” É inevitável a onda de bocejos quando o docente ainda deixa de usar slides e de distribuir textos para que os alunos acompanhem, exigindo que eles somente ouçam o que é lido.

Cura = Nas apresentações, o melhor é limitar-se a citar tópicos escritos nas telas e desenvolvê-los oralmente. No caso de textos impressos, interrupções a cada dois ou três parágrafos com comentários ou contextualizações ajudam a tornar a leitura mais dinâmica.

4 - Passar atividades irrelevantes

Que estudante não percebe quando uma atividade contribui para sua formação e quando uma tarefa é dada apenas para mantê-lo ocupado? Algumas vezes essa prática chega a ser ofensiva, pois os estudantes sentem-se infantilizados, como se eles precisassem de um passatempo enquanto o professor faz algo mais importante do que dar aquela aula.

Cura =  Uma atividade não deve ser pedida sem que os alunos compreendam (e acreditem) no motivo de estarem fazendo aquilo. Quando fica claro para a turma que determinada tarefa contribui para o aprendizado, todos participam muito mais motivados.

5 - Exigir que todos falem num debate

Pecado típico do professor bem-intencionado que quer estimular a participação da turma, mas, por exagerar na medida, acaba deixando muito tempo de aula para opiniões. O professor que faz isso consegue aborrecer dois tipos bem diferentes de estudante. Os debatedores natos, que não veem a hora de partirem para uma discussão mais produtiva, e os desinteressados pelo tema, que se sentem oprimidos com a obrigação de falar e podem dar declarações pouco fundamentadas.

Cura = Em debates, o importante é ter todos convidados a falar, especialmente se alguém tiver uma opinião diferente, mas sem que a turma inteira tenha de dizer algo. A iniciativa de falar tem de ser incentivada, não imposta.

6 - Excesso de linguagem técnica

Padecem desse mal, principalmente, os professores de áreas cuja literatura é carregada de termos específicos, como Direito e os cursos ligados às Ciências Biológicas. Alunos precisam dominar alguma linguagem técnica para a produção acadêmica, entretanto o uso excessivo dessa linguagem nas aulas os afasta do conteúdo e do aprendizado. Fora isso, a frequência com que o professor fala palavras difíceis pode ganhar aparência de ostentação. Tem como deixar algo mais desinteressante?

Cura = Clareza é uma qualidade a ser buscada com determinação por todo professor, portanto, na hora de planejar a aula, é preciso tirar um tempo procurando palavras mais simples, mesmo para explicar realidades complexas. Não é preciso abrir mão da linguagem técnica, mas, oralmente, ela pode conviver muito bem com o linguajar do dia a dia.

7 - Ignorar a bagunça

Fingir que nada demais está acontecendo enquanto alguns alunos não param de conversar faz a turma concluir que nem o professor leva a própria aula muito a sério. Além disso, a turma fica com a expectativa de que o professor vai reclamar a qualquer momento, aí a concentração é que sai perdendo.

Cura = É esperado que às vezes o professor interrompa a aula para chamar a atenção e isso pode torná-la mais produtiva. Os bons alunos agradecem.

Fontes: Gazeta do Povo via Inge Suhr, coordenadora pedagógica do Grupo Educacional Uninter, e Janete Joucowski, dos cursos de Marketing e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Curitiba.

domingo, 5 de novembro de 2017

Evolução Teísta: uma crítica científica, filosófica e teológica

O debate sobre as origens biológicas continua a ser muito contestado dentro da igreja cristã. Organizações proeminentes como Biólogos (EUA) e Faraday Institute (Reino Unido) insistem que os cristãos devem ceder a um consenso científico inatacável a favor da teoria evolutiva contemporânea e modificar idéias bíblicas tradicionais sobre a criação da vida em conformidade. Eles promovem uma visão conhecida como "evolução teísta" ou "criação evolutiva". Eles argumentam que Deus usou - embora de maneira indetectável - mecanismos evolutivos para produzir todas as formas de vida.

Este livro contesta esta proposta. Apresentando duas dúzias de cientistas, filósofos e teólogos altamente credenciados da Europa e América do Norte, este volume fornece a crítica mais abrangente da evolução teísta ainda produzida. Ele documenta problemas evidenciais, lógicos e teológicos com a evolução teísta, abrindo as portas para alternativas científicas e teológicas, tornando a leitura essencial do livro para entender esse problema de visão de mundo. [Lançamento e está à venda aqui]

Aqui está a tabela do conteúdo com resumos:

Prefácio de Steve Fuller

Introdução científica e filosófica: definir a evolução teísta. Stephen C. Meyer

Introdução bíblica e teológica: a incompatibilidade da evolução teísta com o relato bíblico da criação e com as doutrinas cristãs importantes. Wayne grudem

Secção I: a crítica científica da evolução teísta
Secção I, parte 1: o fracasso do neo-Darwinismo

1. Três boas razões para as pessoas de fé para rejeitar a explicação da vida de Darwin
Douglas d. Machado

As pessoas de fé devem rejeitar a chamada para afirmar a explicação darwiniana da vida e devem, em vez disso, afirmar a compreensão tradicional da ação criativa divina, que desafia a redução das causas naturais. Há três boas razões para isso:

1) a aceitação do darwinismo acarreta um custo apologético substancial. Especificamente, se Darwin estava certo que a vida pode ser explicada por causas físicas acidentais, então devemos desistir da afirmação de que todos os seres humanos são confrontados pela existência de Deus quando nós eis as maravilhas do mundo vivo.
2) todas as explicações acidentais de A vida, seja darwiniana ou não, é comprovadamente improvável.
3) as justificações comuns para acomodar a teoria de Darwin no quadro da fé tradicional são confusas.

2. O NEO-Darwinismo e a origem da forma biológica e da informação
Stephen C. Meyer

De acordo com a teoria neo-Darwiniana, a nova informação genética surge primeiro como mutações aleatórias ocorrem no Dna de organismos existentes. Quando surgem mutações que conferem uma vantagem de sobrevivência aos organismos que os possuem, as alterações genéticas resultantes são passadas por seleção natural para a próxima geração. À medida que tais mudanças se acumulam, as características de uma população começam a mudar ao longo do tempo. No entanto, a seleção natural só pode "selecionar" o que as mutações aleatórias produzem primeiro. E para o processo evolutivo produzir novas formas de vida, as mutações aleatórias devem primeiro ter produzido novas informações genéticas para a construção de novas proteínas.

 Desde o final da década de 1960, no entanto, matemáticos e biólogos moleculares argumentaram que produzir novos genes funcionais (novas informações genéticas) e proteínas através de uma busca aleatória mutacional é improvável no extremo. No entanto, até há pouco tempo era impossível quantificar precisamente a magnitude deste problema e, portanto, avaliar a plausibilidade de uma busca aleatória de novas proteínas entre todas as possíveis sequências de aminoácidos. Experimentos recentes sobre as proteínas realizadas por douglas axe e outros, no entanto, têm mostrado de uma forma quantitativa precisa que sequências genéticas funcionais (e suas proteínas correspondentes) são de fato muito raras para serem contabilizadas pelo mecanismo neo-Darwiniana de seleção natural peneiração através do random Mutações genéticas. O "Espaço" ou o número de possíveis arranjos são simplesmente muito vastos, e o tempo disponível para procurar por uma mutação não-não muito curta para lá ter sido uma chance realista de produzir até mesmo um novo gene ou proteína por mutação e seleção não-não no tempo permitido. Para a maioria das transições evolutiva.

Este capítulo desenvolve este argumento, bem como outros argumentos estreitamente relacionados, contra o poder criativo do principal mecanismo evolutivo e responde às objeções mais proeminentes a estes argumentos.

3. Evolução: uma história sem um mecanismo
Matti Leisola

Na melhor das hipóteses, a ciência é uma busca pela verdade sobre a natureza, como funciona e muda. Na pior das hipóteses, é uma busca de apenas explicações naturalista para a história da vida. A Biologia é melhor explicada por aleatoriedade ou por uma inteligência regulamentar? A ciência pode provar que uma das opções desta pergunta filosófica é errada? Várias linhas de evidências experimentais mostram que os novos genes funcionais e proteínas não podem ser formados de novo por processos de chance. Mas podem os genes funcionais, proteínas ou organismos novos serem produzidos a partir dos existentes por métodos aleatórios? Os genes individuais, as proteínas e os microrganismos são fáceis de manipular; podem ser produzidos em grandes quantidades e mudados para o extremo de um laboratório, muito mais do que alguma vez poderia acontecer na natureza.

Assim, as experiências de laboratório usando métodos evolutiva aleatórios são inteligentemente concebidas para estudar os limites do que aleatoriedade pode fazer em biologia - não o que realmente pode acontecer na vida real. Os resultados dessas experiências dão uma resposta concreta: há limites estreitos para as mudanças que os processos aleatórios podem alcançar. Eles nunca podem converter um gene para um gene basicamente diferente, uma estrutura de proteínas para uma estrutura diferente, nem um microrganismo para um diferente. Assim, a evolução é uma história sem um mecanismo, e acrescentar a palavra "Teísta" para ela não acrescenta nada à sua força explicativa.

4. Estão presentes propostas sobre os mecanismos evolutiva químicos apontando com precisão para a primeira vida?
James M. Tour

Abiogênese é o processo prebiotic em que a vida, como uma célula, surge a partir de materiais vivos como compostos orgânicos simples. Muito antes da evolução pode mesmo começar, a origem da primeira vida, a primeira célula, teria de vir de algumas moléculas vivos mais simples. Na Terra, as moléculas essenciais para a vida como a conhecemos são hidratos de carbono (também chamados de açúcares ou sacáridos), ácidos nucleicos, lípidos e proteínas (Polímeros de aminoácidos). Descrito é o processo pelo qual a síntese orgânica é realizada, e as considerações que são geralmente necessárias para sintetizar um sistema complexo onde muitas partes moleculares se juntam para operar concertadamente. Isto será demonstrado na síntese das nanomáquinas.

Em seguida, foram consideradas algumas propostas que outros ter para a síntese de hidratos de carbono e bases nucleótidos de hidratos de carbono, a partir de um meio pré-biótio. Brevemente, serão os obstáculos à tarefa muito mais difícil de se ter os blocos de construção molecular num sistema funcional. Não são consideradas entidades cientificamente desconhecidas que foram propostas para ter a vida cabeça na terra, como um agente de design ou panspermia. Será apresentado um parecer que mostra que as provas mais fortes contra as propostas da atual investigação pré-biótico são os dados próprios dos investigadores. As atuais propostas podem retardar o campo de descobrir as soluções científicas, uma vez que parecem orientar os investigadores para os caminhos da futilidade.

5. Evolução Digital: previsões de design
Winston Ewert

Simulações de computador da evolução são muitas vezes invocadas em defesa das habilidades da evolução darwiniana. Uma série de simulações bem conhecidas são discutidas, mostrando como elas seguem as previsões de design inteligente na exigência de afinação teleológica para trabalhar. Esta e outras previsões de design inteligente foram confirmadas por simulações, enquanto que a evolução darwiniana não oferece previsões sobre simulação de computador e é, portanto, falseável.

6. A diferença que não faz: por que o conceito de "Front-end carregado" do design não explica a origem da informação biológica
Stephen C. Meyer

Na medida em que a evolução teísta tem sido formulada com suficiente especificidade para se qualificar como uma alternativa ao neo-Darwinismo como um modelo científico, os evolucionistas teísta afirmaram tipicamente que Deus criou o universo e projetou as leis da natureza (incluindo as suas características finamente ligados). Mas, tendo feito isso, eles pensam que a origem da vida e a origem das novas formas de vida podem ser explicadas por " causas secundárias," que eles equiparam com as leis da natureza e mecanismos evolutiva, como a seleção natural e a mutação aleatória. Assim, a sua visão implica a afirmação de que as condições iniciais da matéria no início do universo e as leis e constantes bem da física continham todas as informações necessárias para produzir a vida, ou isso implica a visão de que a mutação aleatória e natural A SELEÇÃO (ou um outro mecanismo materialista) adicionou quantidades significativas de novas informações na biosfera desde o big bang.

Os problemas com esta última visão são apresentados nos capítulos 2 e 8; este capítulo demonstra cientificamente que o antigo ponto de vista não pode ser correto, apesar das alegações de certos evolucionistas teísta que defendem um conceito de "Front-end carregado" Design que eles chamam de " evolução teleológica." Neste ponto de vista, a informação necessária para produzir vida estava presente desde o início do universo. Este capítulo afirma que este conceito de concepção "Front-end" é cientificamente inadequado porque não reconhece que as leis da natureza não descrevem processos de geração de informação.

7. Por que as mutações do Dna não podem realizar o que o neo-Darwinismo requer
Jonathan Wells

De acordo com o neo-Darwinismo, a evolução tem lugar devido à seleção natural de pequenas variações sucessivas. Algumas dessas variações podem surgir através da reorganização das sequências de adn existentes, mas para a evolução contínua, o neo-Darwinismo exige que as sequências de adn existentes se mutação em novas sequências. Isto pressupõe que o adn contém um programa para o desenvolvimento de embriões: o adn faz com que o rna faça com que a proteína, as mutações no programa poderiam então produzir novas estruturas anatômicas, e a seleção natural poderia preservar os favoráveis e eliminar os desfavorável. Mas as sequências de adn nem sequer especificam o rnas, muito menos proteínas. E o arranjo tridimensional de proteínas numa célula requer informação espacial que precede a sua síntese e é especificada independentemente do ADN.

Portanto, o dna não contém um programa para o desenvolvimento de embriões, e as mutações no Dna não podem fornecer as matérias-primas para a evolução anatômicas.

8. Evolução Teísta e a síntese evolutiva alargada: funciona?
Stephen C. Meyer, ann k. Gauger, e Paul a. Nelson

Por quase duas décadas, muitos biólogos evolutivas têm trabalhado para formular novas teorias da evolução, em parte devido ao reconhecimento de que os mecanismos neo-Darwiniana não podem explicar a origem das coisas vivas. Estas novas ideias supostamente têm mais poder criativo do que a mutação e a seleção natural. Este capítulo irá examinar estas novas teorias e mecanismos evolutiva e irá mostrar que a chamada "síntese alargada" também não conseguiu, porque não tem em conta a origem da forma biológica e da informação. A "síntese estendida" deixa sem resposta muitos dos mesmos problemas que o neo-Darwinismo e levanta a mesma questão para os evolucionistas teísta. Por que insistir em sintetizar a teologia cristã, ou um entendimento bíblico da criação, com uma teoria de origens não cientificamente?

9. Provas da embriologia desafia a teoria evolutiva
Sheena Tyler

Como é que um ovo se desenvolve na forma distinta de um elefante, em oposição a um gafanhoto ou um canguru? Continua a ser um mistério para este dia como estas formas de corpo são geradas. Este é um grande problema para os evolucionistas, porque a sua afirmação de que as várias formas de vida surgiram por mudanças num programa de desenvolvimento comum depende do conhecimento deste programa esquivo.

Este capítulo irá demonstrar como os processos embriológico exibem as características de um Design Inteligente, em vez das mutações aleatórias e aleatórias exigidas pela teoria evolutiva. Ele também irá iluminar evidências da embriologia que apontam para diferentes tipos de vida, que exibem diferenças fundamentais na concepção entre eles, em vez de uma gradação contínua de formas que rastreio de volta a um ancestral comum primitivo.

Secção I, parte 2: o caso contra a descendência comum universal e para uma origem humana única

10. O registo fóssil e a ascendência comum universal
Günter Bechly e Stephen C. Meyer

Este capítulo é o primeiro de três a examinar a força do caso para a descendência comum universal, a segunda parte (histórica) da teoria evolutiva contemporânea e a parte da teoria evolutiva que os evolucionistas teísta mais comumente defendem. Começamos neste capítulo, examinando a estrutura lógica do argumento para a generalização universal. Tendo em conta essa estrutura, então avaliar o que o registo fóssil nos pode dizer sobre se todas as formas de vida fazem ou não, partilham um ancestral comum. Os evolucionistas teísta muitas vezes afirmam que a suposta ascendência comum de todas as formas de vida é um "fato"- mesmo que eles possam reconhecer dúvidas sobre o poder criativo do mecanismo neo-Darwiniana. No entanto, nós nos tornamos céticos quanto à descendência comum.

Neste capítulo, nós explicamos por que usar a evidência fóssil para ilustrar como uma pessoa cientificamente informada poderia razoavelmente duvidar dos argumentos para a descendência comum universal (ou ascendência comum universal). Depois de descrever os aspectos da evidência fóssil de que a teoria da descida comum universal explica bem, então, examinar outros aspectos do registro fóssil que a teoria não explica tão bem. Nós, especialmente, destacar as muitas aparições descontínuas ou abrupta de novas formas de vida no registro fóssil - um padrão que contradiz o padrão contínuo de árvore de ramificação da história biológica postulou por proponentes de descendência comum universal.

11. Descendência comum universal: uma crítica abrangente
Casey Luskin

Alguns evolucionistas teísta irão ocasionalmente reconhecer problemas com o mecanismo de mutação e seleção natural, mas quase todos os evolucionistas teísta afirmam que a parte histórica da teoria de darwiniana-Universal é mais do que uma disputa. Desde o tempo de Darwin, a teoria da descendência comum universal tem descansado sobre uma série de linhas independentes de evidência e argumento: Biogeografia, fósseis, homologia anatômicas, e semelhança embriológico. Nas últimas décadas, a homologia molecular foi adicionada a essa lista.

Este capítulo irá mostrar que cada uma dessas linhas separadas de evidência é equívoca, no máximo, e que, em vez disso, muitas novas linhas de evidência lançam sérias dúvidas sobre a suposta "Congruência" destas linhas de evidências, desafiando o caso para a descendência comum universal.

12. Perguntas que todos devem perguntar sobre a descendência comum
Paul a. Nelson

De acordo com a teoria da descendência comum universal (ucd), todos os organismos na terra tem por modificação de um ancestral comum, apelidado de "último ancestral comum universal" (Luca). No entanto, nos últimos vinte anos, um número crescente de biólogos evolutiva expressou dúvidas de que o Luca alguma vez existiu. Seu ceticismo de Luca e, portanto, da ucd baseia-se em uma importante regra de inferência biológica conhecida como o princípio da continuidade. O princípio da continuidade sustenta que cada passo em qualquer caminho evolutivo deve ser biologicamente possível. Este princípio, na realidade, desafia a ucd, ou a árvore da vida, não só na sua base, mas também em todos os seus ramos. Cinco perguntas-chave devem ser pediu de qualquer hipótese de descendência comum, para garantir que a hipótese responde às exigências do princípio da continuidade, e também para examinar o contexto mais amplo dentro da qual a ucd vive como uma teoria biológica e histórica. A ucd não deve ser mantida como um axioma, mas deve ser vulnerável a desafios de prova, como qualquer outra teoria científica.

13. A batalha sobre as origens humanas (Introdução aos capítulos 14-16)
Ann k. Gauger

A origem da humanidade, de onde viemos, é uma questão com muitas ramificações. Afeta a nossa auto-compreensão de várias formas. Nos fez de um ancestral comum compartilhado com chimpanzés, ou poderíamos ter uma origem única? A ciência convencional diz que é incontestável que somos o produto da evolução. É necessário, portanto, adaptar a nossa compreensão das Escrituras, ou talvez a ciência seja demais? Este curto capítulo, juntamente com os capítulos 14-16, irá argumentar que a questão da nossa origem está longe de ser resolvida, e que há argumentos científicos a serem feitos em favor de uma origem única para a humanidade. Não há necessidade de mudar as interpretações bíblicas tradicionais baseadas em ciência inconclusivos.

14. transições em falta: origem humana e registo fóssil
Casey Luskin

A visão evolutiva padrão das origens humanas - geralmente aceita pelos evolucionistas teísta - sustenta que nossa espécie, o homo sapiens, evoluiu de espécies semelhantes a macacos, através de processos evolutiva aparentemente não guiados, como a seleção natural e mutação aleatória.

Evolucionistas teísta e outros cientistas evolutiva muitas vezes afirmam que as evidências fósseis para esta evolução darwiniana dos seres humanos de criaturas semelhantes a macacos é incontestável. Mas o seu ponto de vista não é suportado pelas provas fósseis. Os fósseis de hominídeo geralmente caem em um de dois grupos: espécies semelhantes aos primatas e espécies semelhantes a humanos, com uma grande diferença entre eles. Virtualmente todo o registro fóssil de hominídeo é marcado por fósseis fragmentada, especialmente os primeiros hominídeos, que não documento precursores para os seres humanos.

Cerca de 3 a 4 milhões de anos atrás, os australopithecus aparecem, mas eram geralmente ape-Like e também aparecem de forma abrupta. Quando o nosso género homo aparece, também o faz de forma abrupta, sem provas claras de uma transição de anterior anteriores. Os principais membros do homo são muito semelhantes aos humanos modernos, e as suas diferenças equivalem a mudanças microevolutiva de pequena escala. O registro arqueológico mostra uma "explosão" da criatividade humana cerca de a mil anos atrás. Apesar das alegações de paleoantropólogos evolutiva e da mídia hype em torno de muitos fósseis de hominídeo, o registro fóssil fragmentada fragmentada não documenta a evolução dos seres humanos de precursores macaco, e a aparência dos seres humanos no registro fóssil é tudo menos um processo evolutivo gradual - Sim. Os evolucionistas teísta devem compreender que os cristãos que duvidam das contas padrão das origens humanas têm visões legítimas que são apoiadas por evidências científicas.

15. Provas para a unicidade humana
Ann k. Gauger, ola hössjer, e Colin R. Reeves

Os cientistas afirmam que a nossa semelhança genética extrema com os chimpanzés (na ordem de 98.7 por cento de identidade) indica que partilhamos antepassados comuns. Esta declaração negligencia vários factos. Em primeiro lugar, as nossas diferenças genéticas são maiores do que o número representa. As estimativas comuns de semelhança baseiam-se na comparação das variações do nucleótidos único, enquanto outros tipos de diferenças genéticas não são tidos em conta.

Além disso, as regiões codificadoras do ADN-tempo que não funcionam "Lixo" - contêm muitos tipos de elementos reguladores genéticos, alguns dos quais são específicos de espécies. Estes elementos regulamentares específicos da espécie fazer uma proporção muito pequena do número total de diferenças, mas têm um efeito significativo sobre a forma como o nosso genoma funciona. Por exemplo, muitos destes elementos regulamentares são conhecidos por afectar a expressão genética no cérebro. Em conjunto, estas diferenças genéticas específicas de espécies contribuem para as nossas diferenças anatômicas e fisiológicas com os chimpanzés. Além disso, não há tempo evolutiva suficiente para todas estas mudanças coordenadas terem acontecido através do processo de mutação / selecção.

Assim, as evidências para a ascendência comum avançada por vários cientistas não são tão sólidas como parecem. Quanto mais aprendemos sobre o nosso genoma humano, mais parece ser brilhante e exclusivamente desenhado.

16. Um modelo de genética da população alternativa
Olá, ann k. Gauger, e Colin R. Reeves

O que pode ser dito sobre a história humana da variação de Dna entre nós hoje? A genética da população é usada na academia para inferir que partilhamos uma ascendência comum com macacos; que a maioria dos nossos antepassados humanos emigrou da África há cinquenta mil anos; que eles possivelmente tiveram alguma mistura com os neandertais, denisovans, e outras populações arcaico; e que o A população de homossexuais nunca foi menor que alguns milhares de indivíduos. Ele usa princípios matemáticos para a forma como a composição genética de uma população muda ao longo do tempo através de mutação, seleção natural, deriva genética, e outras forças de mudança. Neste capítulo, investigamos as suposições sobre esta teoria e concluir que está cheia de lacunas e fraquezas. Nos discutir que um modelo de origem único, onde a humanidade surgiu de um único casal, parece explicar os dados pelo menos tão bem, se não melhor.

Finalmente, propomos uma abordagem alternativa de simulação que possa ser utilizada para validar tal modelo. O uso do termo "primeiro casal" irá, sem dúvida, levantar a questão de Adão e Eva na mente do leitor. Nós, os autores, temos as nossas próprias opiniões sobre a leitura do Génesis. O Nosso objetivo é mostrar que o argumento contra um Adão e Eva históricos feitos por alguns cientistas não é justificado pelas provas científicas, e que existe uma possibilidade real de um primeiro par fundador.

17. Pressão para se conformar leva a viés na ciência
Christopher Shaw

A Ciência tornou-se generalizada na sociedade moderna e é considerada por muitos como os meios para resolver todos os nossos principais problemas. Para muitos, a ciência tornou-se uma nova religião, dotada de uma infalibilidade, estendendo-se até para responder às questões fundamentais sobre as nossas origens e o propósito das nossas questões de existência que outrora foram objeto de filósofos e estudiosos religiosos. Como consequência deste novo papel, o processo científico tem vindo a afastar-se cada vez mais da sua base objetiva para uma de grosseiro, com afirmações altamente especulativos que são feitas por cientistas de renome nos meios de Comunicação Social Populares e até na imprensa científica. Frases como " Eu / nós acreditamos que se tornou comum entre alguns cientistas, particularmente nos campos da biologia evolutiva e cosmologia. Os " altos sacerdotes " desta nova religião, vamos chamá-lo de " Cientificismo "- são os piores criminosos, e muitos têm alcançado o estatuto de Celebridade Internacional.

Mas há também um lado obscuro e desconhecido para esta nova religião: o controlo da liberdade de pensamento. Tal como foi reconhecido pela maioria dos cientistas, a atribuição de fundos de investigação e o sistema de revisão por pares da publicação científica são ambos gravemente falhas e servem para manter o status quo dentro do estabelecimento, através da filtragem de hereges intelectuais. Novos pensamentos, ideias e informações são muitas vezes vistos com desconfiança e exigem uma avaliação não só do seu valor, mas também, cada vez mais, do seu potencial para desafiar um dogma amplamente aceite. Na verdade, esta tem sido uma experiência quase universal nas primeiras carreiras da maioria dos laureados com o prémio Nobel nas ciências. Os novos recrutas para o sistema devem obedecer às regras se quiserem obter posições de formação, posse e progressão na carreira.

Secção II: a crítica filosófica da evolução teísta

18. Por que a ciência precisa de filosofia
J. P. Moreland

Vamos explorar duas teses filosóficas do filósofo George Bealer que iluminar as formas em que a filosofia é relevante para a ciência, especialmente para o debate sobre a evolução teísta versus design inteligente:
1) a autonomia da filosofia: entre as questões centrais da filosofia que pode Ser respondida por um ou mais meios teóricos ou outra, a maioria pode, em princípio, ser respondida por investigação filosófica e argumento sem confiar substancialmente nas ciências.
2) a autoridade de filosofia: na medida em que a ciência e a filosofia pretendem responder às mesmas questões filosóficas centrais, na maior parte dos casos o apoio que a ciência poderia, em princípio, prever para essas respostas não é tão forte como o que a filosofia poderia, em princípio, Pelas suas respostas.

Assim, se houver conflitos, a autoridade de filosofia na maior parte dos casos pode ser maior em princípio. (ver abaixo para atribuição.) a "Autonomia da filosofia" refere-se a áreas de investigação filosófica que se encontram completamente fora da competência da ciência. A "autoridade de filosofia" refere-se a áreas que a ciência e a filosofia investigam, onde os fatores filosóficos carregam mais peso do que e superam os da ciência. Eu listo exemplos-chave de ambos que são relevantes para a definição do contexto intelectual para debater os méritos relativos da evolução teísta e do design inteligente.

19. Deve a evolução teísta depender do naturalismo metodológico?
Stephen C. Meyer e Paul a. Nelson

Quase todos os evolucionistas teísta dizem que algum processo naturalista irá eventualmente explicar a origem das novas formas de vida. Eles fazem isso porque aceitam uma regra filosófica conhecida como naturalismo metodológico. O naturalismo metodológico afirma que, para se qualificar como científico, uma teoria deve explicar por estritamente físico ou material, ou seja, não-inteligente ou não-Proposital-causas. Este capítulo mostra que, como uma regra supostamente neutra para a forma como a ciência deve funcionar, o naturalismo metodológico falha. Também não se pode confiar em "critérios de demarcação" concebidos para definir a ciência normativamente. Estes critérios, que pretendem distinguir a ciência da pseudociência ou da religião, morrem por mil contraexemplos. A história da ciência inclui muitas teorias que violam um ou outro critério de demarcação supostamente necessário (como observabilidade, explicação por lei natural, ou falseabilidade), mas essas teorias têm pensado centralmente no desenvolvimento de suas respectivas ciências.

Além disso, os critérios de delimitação não podem justificar o próprio naturalismo metodológico. Teorias evolutiva naturalista e teorias concorrentes de design inteligente ou criação, ou equivalentemente satisfazem critérios de demarcação, ou não podem fazê-lo. A verdade sobre a história da vida na terra não pode ser decidida por definições filosóficas. Dado que nenhuma justificação sólida existe para manter o naturalismo metodológico como uma regra de definição de ciência, os cristãos não devem usá-lo como uma razão para adotar a evolução teísta, ou excluindo outras teorias.

20. Como perder um navio de guerra: por que o naturalismo metodológico afunda a evolução teísta
Stephen Dilley

Os evolucionistas teísta devem rejeitar o naturalismo metodológico. Entre outras razões, o naturalismo metodológico proíbe ambos (1) o uso de reivindicações de teologia no discurso científico e (2) envolvimento científico com as chamadas teorias de " Nonscientific como o criacionismo e o design inteligente. No entanto, os principais argumentos científicos para a teoria evolutiva - desde a origem até o presente - ou dependem de reivindicações de teologia ou de envolver criacionista (ou design inteligente) de uma forma científica. No entanto, sob o naturalismo metodológico, esta dinâmica não é aceitável.

Assim, se os evolucionistas teísta aceitarem o naturalismo metodológico, eles perdem uma justificação significativa para a sua teoria favorita. Na medida em que os evolucionistas teísta desejam manter esta justificação, devem definir o naturalismo metodológico de lado.

21. Como a evolução teísta retira o cristianismo da estrutura de plausibilidade e rouba os cristãos de confiança que a bíblia é uma fonte de conhecimento
J. P. Moreland

Podemos ter conhecimento (isto é, uma verdadeira crença legítima) de uma grande variedade de coisas: Lógica, matemática, a verdade do cristianismo, várias doutrinas bíblicas, verdades éticas, etc. Embora seja importante, a ciência é apenas uma das muitas maneiras que os humanos conhecem. No entanto, dada a generalizada generalizada - a visão de que as ciências duras são a única ou a maneira muito superior de conhecer as coisas, especialmente em comparação com a teologia e a ética - em nossa cultura, os evolucionistas teísta reforçam esta visão através da revisão constante dos ensinamentos bíblicos e das interpretações, porque A Ciência diz que sim. Assim, ao adotar estas perspectivas epistemológica epistemológica, os evolucionistas teísta enfraquecem a autoridade racional do ensino bíblico entre os cristãos e os não-Cristãos. Como resultado, a bíblia já não é considerada por muitos como uma verdadeira fonte de conhecimento, e cada vez menos pessoas levam a bíblia a sério. Desta forma, talvez involuntariamente, aqueles que adotam a evolução teísta marginalizar a verdade cristã na igreja e na praça pública.

22. Como pensar sobre a ação de Deus no mundo
- Sim. John Collins

Os cristãos têm tradicionalmente pensado nas obras de Deus de " Providência " como incluindo o que chamamos de " natural " e " sobrenatural," e ambos são igualmente " Ação de Deus." Eles também pensaram que pelo menos algumas das ações sobrenaturais são Em princípio, discernível como especial pelos humanos. Isto fornece uma ferramenta robusta para ler a Bíblia, para viver sabiamente, e para fazer ciência. 

Uma perspectiva totalmente evolutiva que procura ser tradicionalmente cristã afirma que Deus " age " através dos eventos " Naturais " do processo evolutivo, e ainda permite " Milagres " fora deste processo, como a morte do primogênito egípcio. No entanto, quaisquer que sejam os processos de descida com a modificação que Deus possa ter usado, o seu funcionamento " natural " Não é suficiente para ter em conta a origem do mundo, da vida, e da razão humana, nem reconhece que isso nos envolve em um " Deus-das-lacunas " Falácia.

 De fato, para um bom pensamento crítico, devemos ter cuidado, tanto para apelar ao milagre, para cobrir a nossa ignorância, como para a exclusão, antes de começarmos o nosso estudo, a possibilidade de uma ajuda extra de fora do processo natural.

23. Evolução Teísta e o problema do mal natural
- Sim. Deweese

" O mal natural " refere-se à dor e sofrimento causados por processos naturais, em contraste com " o mal moral," os atos perversos de pessoas moralmente responsáveis. A quantidade de sofrimento devido a causas naturais parece mostrar que a existência de um Deus onipotente, onisciente, onibenevolente é impossível, ou, pelo menos, altamente improvável. Assim, até há pouco tempo, os teólogos cristãos, filósofos e apologistas tinham pensado que era importante mostrar que Deus não era diretamente responsável pelo sofrimento e morte causado pelo mal natural. No entanto, os cristãos conservadores que ter a evolução teísta não pensaram que era necessário "isolar" Deus da responsabilidade direta pelo mal natural. Se o mal natural é de necessidade uma parte da história evolutiva, e se a evolução é o processo instituído por Deus, então ele segue que Deus é a causa direta do mal natural - faz parte de seu plano. Veremos, no entanto, que os opositores da evolução teísta têm explicações muito melhores sobre as explicações naturais, que não fazem de Deus a causa directa da dor e da morte.

24. Trazendo para casa o bacon: a interação da ciência e das Escrituras hoje
Colin R. Reeves

Os últimos anos têm visto vários exemplos em que a aparente "verdade" foi usada para lançar dúvidas sobre as doutrinas bíblicas tradicionais. Principalmente, isso implicou a reinterpretação dos primeiros capítulos do Gênesis, a fim de questionar a necessidade de um Adão histórico, e de uma queda que implicava a morte física. Este capítulo não aborda tanto as provas bíblicas para estas doutrinas, que foram defendidas com firmeza em outros lugares, mas a metodologia subjacente daqueles que os questionam. Sua abordagem pode ser localizado de volta para as obras de Francis Bacon do início do século XVII, que argumentou que Deus falou em " dois livros," onde o " Livro da natureza " (para o qual, hoje, ler a ciência) é a chave para A interpretar a Bíblia. É comumente afirmado que (ao contrário de escritores como Richard Dawkins) não há conflito entre a ciência e as Escrituras: estes dois livros são "Complementares" e não se opõem um ao outro. 

Neste capítulo, veremos que, como o bacon, aqueles que promovem este ponto de vista mais assiduamente não têm, de facto, em consideração a interacção entre a ciência e a Bíblia. "Ciência" (ou seja, a ciência assumida para ser uma fonte autônoma de verdade) na prática sempre supera as Escrituras. Isto tem consequências, não só para doutrinas específicas como a queda ou a expiação, mas para uma forma de fazer teologia. A Bíblia não é mais inerrante, autoritária, suficiente, ou até mesmo perspícuo. A abordagem "Científica" da interpretação bíblica segue de perto as linhas do liberalismo clássico. Assim, há realmente um conflito entre "Ciência" e Escrituras, um conflito que é perigoso não só para a teologia, mas também para a própria ciência.

25. A origem da consciência moral: evolução teísta versus design inteligente
Tapio a meio caminho

Os evolucionistas teísta geralmente concordam que a evolução darwiniana não é capaz de estabelecer a origem das obrigações morais reais. Tudo o que a história evolutiva pode fazer é explicar como nós crenças e emoções morais. O problema dos evolucionistas teísta é, no entanto, que as atuais contas evolutiva falham mesmo na última tarefa: eles não explicam a origem da consciência moral. A capacidade humana para discernir verdades morais não pode ser reduzida a um produto do tipo de processos combinatória que estão disponíveis para uma conta darwiniana da evolução. Embora os evolucionistas teísta assumam que a ideia de consciência moral como uma expressão do design de Deus para os seres humanos é totalmente compatível com várias explicações naturalista sobre a origem da consciência moral, eles não podem especificar um processo natural que poderia de fazer o trabalho. A este respeito, teísta teísta é pouco mais do que a afirmação de que não vêem um problema lógico ao assumir que Deus poderia ter usado um processo natural.

26. Darwin na Doca: C. S. Lewis sobre a evolução
John G. Oeste

Poucos escritores do século xx são tão amados pelos cristãos modernos como C. S. Lewis. Nos últimos anos, houve um debate considerável sobre as opiniões de Lewis sobre a evolução, com alguns afirmando que ele é melhor descrito como um defensor da evolução teísta. Este capítulo, com base nos escritos públicos e privados de Lewis, mostra que Lewis, de fato, expressou preocupações profundas e crescentes sobre os principais aspectos da teoria evolutiva moderna. Lewis não se opôs em princípio à ideia evolutiva de descendência comum, mas limitou fortemente a sua aplicação de uma forma que os principais proponentes da evolução seriam inaceitáveis. Mais importante, Lewis era um profunda cético do poder criativo da seleção natural de Darwin, e ele criticou severamente a aplicação do que ele chamou de "Evolucionismo" à moralidade e à sociedade. Finalmente, Lewis validados questões sobre a evolução darwiniana mostrando como a própria ciência depende de muitas suposições nonscientific.

Secção III: a crítica bíblica e teológica da evolução teísta

27. Evolução a evolução mina doze eventos de criação e várias doutrinas cristãs cruciais
Wayne grudem

Este capítulo fornece uma visão geral das questões levantadas pela evolução teísta na relação com a veracidade da Bíblia e várias doutrinas cristãs históricas. Em primeiro lugar, enumera doze afirmações específicas sobre a origem dos seres humanos e outras criaturas vivas que são detidas pelos mais proeminentes defensores da evolução teísta hoje. Em seguida, procura mostrar que essas afirmações estão em conflito direto com várias passagens das Escrituras, incluindo passagens não apenas do Antigo Testamento, mas também de dez livros no Novo Testamento. 

Conclui que a crença na evolução teísta é inconsistente com a crença na veracidade da Bíblia. Além disso, mostra como a evolução teísta prejudica onze doutrinas cristãs significativas. (este capítulo baseia-se fortemente na obra pormenorizadas detalhada de John Currid e de Guy Waters nos capítulos 28 e 29.)

28. a evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Antigo Testamento
John D. Currid

Este capítulo explora formas em que a evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Antigo Testamento. Ele analisa de perto o Gênesis 1-3 e responde às cinco explicações alternativas mais comuns propostas pelos defensores da evolução teísta: 
1) o "modelo funcional" de Gênesis 1-3; 
2) a visão que Gênesis 1-3 É " Mito "; 
3) a visão de que Gênesis 1-3 deve ser entendida como " Literatura figurativa e teológica "; 
4) a interpretação " esquema sequencial "; que argumenta que os eventos de Gênesis 2 Ocorreu muito depois de Gênesis 1; e 
5) a interpretação " Etiologia como metodologia que afirma que o Gênesis 1-3 foi escrito não como história factual, mas como uma explicação para certas características que vemos no mundo (embora a explicação não precise registrar eventos históricos reais) - Sim. Várias características no texto do Gênesis 1-3 mostram estas explicações alternativas para serem morris.

29. A evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Novo Testamento
Guy Prentiss Waters

Este capítulo afirma que a evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Novo Testamento. Ele inquéritos as passagens do Novo Testamento que endereço Adão e Eva (como relatado em Gênesis 1-3) e também passagens que refletem sobre o período da história coberta em Gênesis 4-11. Mostra que os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do Gênesis 1-11 em termos inteiramente históricos. 

O capítulo também dá mais atenção a duas das mais alargado exposições do Novo Testamento de Adão: 1 Coríntios 15:20-22, 44-49; e Romanos 5:12-21. Paulo entende Adão ser tão histórico como Jesus de Nazaré, e O Pai biológico de toda a raça humana. Ele também atribui a entrada do pecado e da morte na raça humana para o primeiro pecado de Adão, e mostra que o pecado de Adão é imputado à sua posteridade natural.

O capítulo finalmente mostra as formas em que os principais defensores da evolução teísta partem do testemunho dos escritores do Novo Testamento para Adão e Eva, assim chamando em causa os fundamentos históricos do Evangelho.

30. Teísta evolução é incompatível com a doutrina cristã histórica
Gregg R. Allison

Os líderes da igreja têm sido historicamente chamados para abraçar e guardar a posição ortodoxa da igreja sobre a criação. Este capítulo desenvolve os componentes específicos da doutrina sã na área da criação. Ele articula a perspectiva histórica da igreja e demonstra como a evolução teísta é incompatível com o ponto de vista consensual. Ele discute brevemente as opiniões de vários escritores evangélica mais recentes.

31. Nota adicional: B. B. Warfield não apoiar a evolução teísta como hoje é entendido
Fred G. Zaspel

Este capítulo cita extensivamente os escritos publicados e não publicados do teólogo de Princeton B. B. Warfield sobre a criação e evolução, demonstrando que warfield não apoiar a evolução teísta, como é entendido e defendido hoje.

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