sábado, 5 de janeiro de 2019

1º COLETÂNEA BRASILEIRA DE DESIGN INTELIGENTE

Imperdível! Um grande projeto da TDI Brasil em conjunto com o Discovery-Mackenzie e a Editora Mackenzie: a elaboração e publicação em 2020 da 1a. Coletânia Brasileira de Design inteligente.

Pretende-se reunir cerca de 25 capítulos de cerca de 20-30 páginas (total de 600-700 páginas) que tratem de evidências que permitam avaliar  - através da Ciência em geral (Biologia, Bioquímica, Química, Física, Matemática, Estatística. Cosmologia, Paleontologia, Medicina, enfim, áreas científicas diversas - a eficácia da tese central e única do Design Inteligente (a ação  de uma mente inteligente como a causa mais provável do universo e da Vida) frente a Evolução Darwiniana (forças naturais não guiadas), ou de aspectos históricos, legais ou das relações das duas teorias frente à filosofia da ciência.

Estão convidados, então, todos os inteligentistas brasileiros que sejam membros da TDI BRASIL (filie-se aqui), de preferência mestres ou doutores em ciências em geral, a submeter sugestões de capítulos, com um único autor ou grupo de autores (preferível) aos Editores Marcos Eberlin (marcos.eberlin@mackezie.com) ou Everton Alves (evertonando@hotmail.com) até 31 de maio de 2019.

Os capítulos aprovados (vamos manter um diretório atualizado, abaixo) deverão ser submetidos até 31 de Outubro de 2019, e serão revisados por pares. As REGRAS GERAIS estão disponíveis aqui.

A previsão da publicação e lançamento da obra é Maio de 2020.  Participe, pois será histórica, pioneira, única e de grande impacto!

Fonte: TDI-Brasil

sábado, 15 de dezembro de 2018

Drauzio Varella outra vez

[O Dr. Drauzio Varella, a quem respeito como médico e autor, publicou na semana passada o texto “Criacionismo outra vez”, expondo novamente suas ideias equivocadas com respeito ao criacionismo, algo que ele já fez e que eu comentei aqui. No texto abaixo, meus comentários seguem entre colchetes. – MB]

Voltamos a falar no ensino do criacionismo nas escolas. A mania de andar para trás teima em nos perseguir. Até 1859, quando Charles Darwin publicou o livro sobre a origem das espécies, todos acreditavam que Deus os havia criado num único dia. Essa crença começou a ser questionada no século 19, época em que os museus ingleses passaram a exibir plantas e esqueletos de animais já extintos. Como justificar o desaparecimento de tantas espécies tão semelhantes às que ainda povoavam a Terra? A explicação corrente era a de que a ira divina exterminava periodicamente algumas espécies para criar outras, parecidas com as anteriores. [Não, a explicação criacionista sempre foi a de que a Terra sofreu as consequências de uma catástrofe chamada dilúvio, que levou à extinção de toda forma de vida não preservada na arca de Noé, daí por que há tantos fósseis espalhados pelo planeta e hoje seus descendentes mais ou menos limitadamente modificados vivem sobre a Terra.]

Darwin entendeu que a ciência devia estudar a grande variabilidade existente entre os indivíduos da mesma espécie, característica que não era levada em consideração pelos naturalistas da época. Suas observações sobre os pássaros das ilhas que visitou a bordo do Beagle, bem como a leitura dos trabalhos de Malthus a respeito da finitude dos recursos naturais, levaram Darwin a concluir que a vida é uma eterna competição pelo acesso a eles, na qual os indivíduos que não se adaptaram às exigências do ambiente foram eliminados por seleção natural. [Também estive em Galápagos e tudo o que vi foi variação limitada. Exemplo: tentilhões variam em plumagem e tamanho de uma ilha para outra, mas continuam sempre sendo tentilhões. Diversificação de baixo nível é algo perfeitamente aceito pelos criacionistas; o que não podemos aceitar é a ideia da macroevolução, para a qual não há comprovação nem evidências. Trata-se de uma premissa filosófica.]

Como consequência, todos os seres vivos deviam ter ancestrais comuns [aí está a extrapolação filosófica macroevolutiva]. O homem, por exemplo, seria descendente do mesmo ancestral que deu origem aos demais primatas [evidências, Dr. Drauzio, por favor].

Imaginem o furor que essa ideia provocou na Inglaterra vitoriana e no mundo religioso. Negar que fôramos criados à imagem e semelhança de Deus era uma blasfêmia inaceitável (ainda hoje considerada como tal por muitos religiosos). [Em uma Inglaterra em ebulição social, com uma igreja hegemônica corrompida e revoluções ocorrendo, qualquer ideias que colocasse em dúvida a religião tradicional acabaria sendo bem aceita. Esse foi o terreno fértil em que a teoria da evolução vicejou.]

Desde então, a teoria que Darwin enunciou naquele tempo foi exaustivamente testada e confirmada [outra declaração de fé, pois nem todas as premissas do darwinismo podem ser “testadas e confirmadas”]. O conceito de mutação gênica, a descrição da molécula de DNA e as descobertas da genética e da biologia molecular nos séculos 20 e 21 demonstraram que a seleção natural está presente até nos mecanismos moleculares das funções fisiológicas das células [vamos lá: (1) mutações não aprimoram, não adicionam informação nem são responsáveis pelo surgimento de novos planos corporais; experimentos científicos têm demonstrado isso (confira); (2) a descrição do DNA e os avanços da genética e da biologia molecular apenas fizeram fortalecer a ideia do design inteligente (confira); (3) criacionistas aceitam a seleção natural, pois ela é fato; mas entendem que a seleção natural apenas explica como o “mais apto” sobrevive, não como ele “apareceu”, já que ela obviamente somente age sobe algo que já existe].

Theodosius Dobzhanski [sic], um dos maiores geneticistas do século passado, afirmou: “Nada em biologia faz sentido senão à luz da evolução.” [Com certeza o Dr. Drauzio não deve saber disto sobre Dobzhansky...]

A seleção natural é um mecanismo universal que explica a evolução da vida na Terra e em qualquer planeta em que venha a ser encontrada [wow! O evolucionismo é uma ideologia tão forte que vale até para planetas aos quais ainda nem chegamos; se aconteceu aqui, aconteceu lá também]. Ao contrário do pensamento científico, o religioso está alicerçado na fé [outra falácia, já que criacionistas se valem da boa ciência e da fé]. Como não preciso de experimentos para provar que Deus existe, que Jesus Cristo foi seu filho e que a vida eterna é o nosso destino, posso crer que a Terra tem dez mil anos e que Eva foi criada a partir de uma costela de Adão. [Quem disse que criacionistas desprezam a boa ciência como auxílio no sentido de validar suas crenças? A biologia, a física e a arqueologia estão aí para provar o contrário do que afirma o Dr. Drauzio.]

Nada contra os crentes, a ciência não é a única forma de entender o mundo, as religiões procuram fazê-lo por outros caminhos. No entanto, assim como os cientistas têm obrigação de respeitar crenças alheias, os religiosos não devem se opor ao conhecimento científico [e não se opõem; opõem-se, sim, ao conhecimento que posa de científico, embora seja filosófico]. O problema não está no ensino do criacionismo como pensamento religioso que ainda influencia muitas pessoas, mas em apresentá-lo como alternativa em pé de igualdade à evolução das espécies por seleção natural [criacionistas bem informados não concordam com o ensino do criacionismo em aulas de ciências ou de biologia nas escolas seculares].

Questionar a veracidade da teoria da origem das espécies enunciada por Darwin e Wallace há mais de 150 anos, desculpem, é ignorância. É o mesmo do que duvidar da gravitação universal de Newton, colocar outra vez a Terra no centro do universo sem levar em conta Copérnico e Galileu, negar a relatividade enunciada por Einstein ou a teoria quântica de Max Planck. [Chega a ser irônico criticar o criacionismo e mencionar no mesmo parágrafo cientistas pioneiros criacionistas como Newton, Copérnico e Galileu! Isso, sim, é ignorância científica e histórica.]

A Terra não tem dez mil anos, mas 4,5 bilhões. A vida surgiu a partir das moléculas primordiais de RNA que se formaram há uns quatro bilhões, assim que o planeta esfriou [leia mais sobre isso aqui, e saiba também que cientistas gabaritados admitiram recentemente que a vida não poderia ter surgido aqui como propõem os evolucionistas (confira)]. Chimpanzés e bonobos compartilham conosco mais de 95% dos genes que herdamos de nosso ancestral comum [ah, é?]. Não fosse um meteorito cair na península de Yucatán, no México, há 65 milhões de anos, os dinossauros ainda dominariam a Terra e, nós, dificilmente estaríamos por aqui [tem certeza, Dr. Drauzio?].

Há os que preferem crer que a mão de Deus deu origem ao homem e a todos os seres vivos. Alguns não negam as evidências da evolução, mas propõem que Ele está por trás de todas as mutações gênicas adaptativas que selecionaram as espécies [esses são os mais contraditórios]. Para eles, admitir que surgimos como resultado dos acasos envolvidos na seleção natural não faz sentido. [E faz sentido crer que a ordem proveio do caos? Que a vida surgiu da não vida, mesmo depois dos experimentos de Pasteur? Que informação complexa e específica teria surgido do nada? Quem é o verdadeiro crente aqui?]

Para mim, imaginar que um ser superior criou tudo num passe de mágica reduz a complexidade da biologia que através de mecanismos seletivos chegou ao único animal que se atreveu a desvendar os mistérios da criação da vida. [O fato é que Drauzio Varella crê na teoria da evolução porque decidiu não crer em Deus. Que opção lhe resta?]

Fonte: Criacionismo 

sábado, 1 de dezembro de 2018

Princípios da geometria química subjacente à seletividade quiral na aminoacilação da mini hélice do RNA

A origem da homoquiralidade no L-aminoácido nas proteínas é um dos mistérios da evolução da vida. Estudos experimentais mostram que uma reação de aminoacilação não enzimática de uma mini-hélice de ARN tem uma preferência pelo L-aminoácido relativamente ao D-aminoácido.

 A reação inicia aproximando-se de um oxigénio 3 'da mini-hélice de ARN ao carbonilo de um oligonucleótido aminoacil fosfato. Aqui, empregando simulações de dinâmica molecular, examinamos os possíveis mecanismos que determinam essa seletividade quiral. O sistema de simulação adotou uma geometria necessária para que a reação química ocorresse mais freqüentemente com a L-alanina do que com a D-alanina. 

Para a L-alanina, a estrutura com esta geometria foi formada por uma combinação de ângulos diédricos estáveis ​​ao longo do esqueleto de fosfato de alanilo com uma estrutura de RNA canônico, onde o grupo metil da alanina foi colocado no lado oposto do grupo 3'-hidroxila com em relação ao plano de carbonila.

 Para o D-alanina, o grupo meti Io e o grupo 3'-hidroxilo foram colocadas no mesmo lado em relação ao plano de carbonilo, que diminuiu significativamente a sua capacidade de se aproximar 3'-oxigénio perto do carbono carbonilo em comparação com a L-alanina. O mecanismo aqui sugerido pode explicar as preferências quirais observadas experimentalmente.


Nota: Acho fantástico o estudo dos quirais na química. Quando leio uma matéria como esta sempre me pergunto: tudo isso é um mero acaso, fortuita necessidade ou obra de um Design Inteligente? [FN]

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

General diz que criacionismo deveria ser ensinado nas escolas

[A matéria a seguir foi escrita pelo jornalista Bruno Boghossian para a Folha de S. Paulo, e publicada no dia 16 de outubro. Leia a matéria completa aqui!]

“As conspirações sobre a ideologia nas escolas atingiram o insuspeito Charles Darwin [sic]. Um general que elabora propostas na campanha de Jair Bolsonaro diz que a teoria da evolução deve ser ensinada ao lado do criacionismo (a ideia de que Deus criou diretamente o homem). ‘Muito da escola está voltado para orientação ideológica […]. Houve Darwin? Houve, temos de conhecê-lo. Não é para concordar, tem de saber que existiu’, afirmou Aléssio Souto ao jornal O Estado de S. Paulo. As duas visões devem ser mantidas em esferas distintas, mas o militar segue uma linha em que a religião disputa espaço com a ciência. Ele diz que um pai ‘não está errado’ se quiser que o professor ensine teoria da criação no lugar do darwinismo.

“A sugestão causa arrepios em especialistas. ‘Esse debate deve ocorrer no campo da religião, nas aulas de filosofia ou sociologia’, afirma Priscila Cruz, do movimento Todos pela Educação. ‘Na ciência e na biologia, o criacionismo deveria ser banido.’ Ao tratar pontos do ensino científico como desvio ideológico, assessores de Bolsonaro aplicam, eles mesmos, um viés político à educação. ‘Quando você iguala ciência e ideologia, você anda para trás, ignora séculos de aprendizado’, diz Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências. ‘A teoria da evolução não é ideológica. É resultado de percepções científicas e foi testada ao longo do tempo.’”

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Davidovich cometeu dois erros: 

1. A teoria da evolução é sim ideológica - quem disse foi Darwin em uma de suas cartas que pelo menos ele tinha dado um chega pra lá no criacionismo.

2. A teoria da evolução foi testada em nível microevolutivo; macroevolutivo, não! A descendência com modificação ao longo do tempo, por exemplo. Nunca explicaram a Explosão Cambriana. Quais são os mecanismos evolucionários? De A a Z? Qual a origem da informação genética? Por que do upgrade para a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida com aspectos neolamarckistas porque a Síntese Evolutiva Moderna já era em 1980 uma teoria científica falida que posava de ortodoxia científica somente nos livros-texto?

“Sim, a teoria da evolução deve continuar sendo ensinada em nossas escolas, mas deve ser ensinada objetiva e honestamente considerando as evidências a favor e contra. Do jeito que a teoria da evolução é ensinada no Brasil, não é educação, mas doutrinação ideológica do materialismo filosófico que posa como se fosse ciência!”

Leia aqui a posição da Sociedade Criacionista Brasileira quanto ao ensino do criacionismo em escolas públicas.

Fontes: Criacionismo Desafiando a Nomenklatura Científica

domingo, 7 de outubro de 2018

Vencedores do Nobel de química 2018 provaram a evolução?

O trio de pesquisadores Frances H. Arnold, George P. Smith e Sir Gregory P. Winter que trabalharam separadamente mas vão dividir o prêmio de 9 milhões de coroas suecas (equivalente a R$ 4.098.402) por desenvolverem técnicas que permitem a fabricação de combustíveis verdes e de anticorpos mais eficientes. 

É possível enxergar esta importante descoberta, premiada com o Nobel, como uma vitória em favor do design inteligente. Entenda o porquê.

O Prêmio Nobel de Química deste ano ficou com três cientistas: a norte-americana Frances Arnold, o norte-americano George Smith e o britânico Gregory Winter. Jornais por aí dizem que os premiados assumiram o controle da evolução e usaram a mudança genética e a seleção para desenvolver proteínas que resolvem os problemas químicos da humanidade. “Os métodos que os premiados desenvolveram servem para promover uma indústria química mais verde, amiga do ambiente, produzir novos materiais, fabricar biocombustíveis sustentáveis, tratar doenças e, assim, salvar vidas”, disse o comitê do Nobel.

Entre as mais ufanistas está a reportagem da BBC. Ali é dito que “a evolução foi premiada pelo prêmio Nobel de Química de 2018”. Mas, afinal, o que os premiados fizeram? Eles finalmente provaram que a teoria da evolução é um fato?
Segundo as grandes mídias cientistas premiados com o prêmio Nobel foram inspirados pelo poder da evolução. Será?

Obviamente, o que foi realizado por Frances, Smith e Winter não foi pouca coisa. E isso não está em questão. O que quero discutir é o oportunismo dos evolucionistas em promover sua ideologia macroevolutiva com base em fatos que, na realidade, não a provam.

Evolução não comprovada

Frances realizou a primeira “evolução dirigida de enzimas”, proteínas que catalisam reações químicas. Essas enzimas são usadas para fabricar desde biocombustíveis a produtos farmacêuticos. Smith e Winter trabalharam na clonagem de peptídeos, que são os compostos formados pela união de dois ou mais aminoácidos. O cientista americano desenvolveu um método de clonagem em que um vírus pode ser utilizado para desenvolver novas proteínas. O britânico usou a mesma técnica para produzir novos fármacos que podem neutralizar toxinas, combater doenças autoimunes e tratar o câncer metastático.

Certo, mas cadê a evolução darwiniana?

De acordo com um comunicado da academia sueca que confere o prêmio, “o poder da evolução se revela por meio da diversidade da vida. Os ganhadores do Nobel de Química de 2018 conseguiram controlar a evolução e usá-la para fins que geram grandes benefícios para a humanidade”.

A academia sueca destacou, ainda, que, desde o surgimento das “primeiras sementes de vida há 3,7 bilhões de anos”, cada canto da Terra foi povoado por diferentes organismos. “A vida floresceu em fontes termais, em oceanos profundos e desertos secos, graças ao fato de a evolução ter conseguido resolver problemas químicos.” Mas o que isso tem a ver com a pesquisa dos três cientistas premiados?

Na pesquisa deles, as proteínas mudaram e se renovaram incessantemente. Com isso, criaram diversidade. A academia afirma que os três cientistas foram “inspirados pelo poder da evolução”, por isso usaram alterações e seleções genéticas. E, então, criaram em tubos de ensaio proteínas que resolvem problemas químicos da humanidade.

Mas o processo principal consistiu em submeter genes a rodadas sucessivas de mutações, seleção e amplificação, realizadas in vivo ou in vitro, para fazer com que proteínas ou ácidos nucléicos tenham propriedades e cumpram objetivos específicos.

Design inteligente provado

A verdade é que foi usada muita inteligência, engenharia e técnicas apuradas para se alcançar objetivos específicos. Algo muito diferente do que supostamente teria ocorrido na natureza, onde impera a aleatoriedade nas mutações, segundo a ótica evolucionista.

Então, ao contrário do que a academia sueca e boa parte da mídia afirmam, o que os cientistas premiados provaram foi o design inteligente e não a teoria da macroevolução, uma hipótese falseada. Ideia que tenta sobreviver e mascara para os leigos e incautos os processos inteligentes. Eles querem passar o conceito de que se trata de evolução darwiniana e que tudo o que os pesquisadores fizeram foi acelerar o processo.

Segundo a bióloga e mestre em Bioquímica pela UFRGS Graça Lütz, “o desenvolvimento de novas proteínas enzimáticas através de evolução dirigida utiliza enzimas que já têm algo da função desejada. Por meio de mutações induzidas, utilizando um processo iterativo e manipulação de seleção positiva e negativa, essas proteínas estão longe de demonstrar a evolução.

Elas são, antes, produto de design inteligente: as enzimas foram escolhidas, algumas passaram por engenharia, os mecanismos de mutação foram selecionados e aplicados utilizando metodologia específica, a seleção positiva e negativa não é natural, mas utiliza componentes que são produtos de engenharia. A evolução se baseia em mutações ao acaso e seleção natural, e não foi isso que ocorreu nessa seleção dirigida”.

Mais uma vez, os evolucionistas tentam sequestrar pesquisas sérias para tentar validar suas teses filosóficas. E se você tentar argumentar, vão dizer: “Quem é você para discordar de um prêmio Nobel?”

Fonte: Michelson Borges

Nota: Entenda melhor sobre microevolução e macroevolução clicando AQUI!

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Congresso criacionista - Por que Creio

Clique para ampliar!

Cronograma do evento

Sexta-feira - 19/10

19:30 –  Abertura do evento

20:15 – Apresentação dos Palestrantes

19:50 – Apresentação da Escola Adventista

20:20 –  Palestra Michelson Borges Por que creio

21:15 – Mesa Redonda

21:35 - Encerramento

Sábado – 20/10

8:00 – Abertura e Boas Vindas

8:15 – Palestra Dr. Matusalém O Mito de Sumé – parte 1
9:15 – Perguntas

9:25 – Dr. Lutz - Evidências científicas de Deus
10:25 – Perguntas

10:35 – Palestra Dr. Rodrigo Silva - O Gênesis e a Literatura Sumeriana 
11:35 – Perguntas

11:45 – Encerramento

12:00 – Período de Almoço

14:00 – Dr. Matusalém – O Mito de Sumé – parte 2
15:00 – Perguntas

15:10 – Michelson Borges - Criacionismo na mídia
16:10 – Perguntas

16:20 – Palestra Graça Lutz - O modelo evolucionista sob a óptica de pesquisas atuais
17:20 – Perguntas

17:30 – Dr. Lutz e Graça Lutz - Origem do universo e origem da vida 
18:30 – Perguntas

18:40 – Encerramento

Domingo –  21/10

8:00 – Abertura e Boas Vindas

8:15 – Palestra Michelson Borges – As dez maiores fake news evolucionistas
9:45 – Perguntas

10:00 – Palestra Dr. Rodrigo Silva – O sentido grego e hebraico de “no princípio”
11:30 – Perguntas

11:45 – Encerramento e Agradecimentos

As inscrições podem ser feitas no site da Missão Bahia do Sudoeste: http://mbs.adventistas.org/

sábado, 11 de agosto de 2018

A fé dos cientistas

A ciência propriamente dita assume pelo menos 4 coisas:

1. A uniformidade da natureza, que leva os cientistas a assumir que o futuro vai ser como o passado (o que permite fazer previsões cientificas). Dizer que o futuro vai ser como o passado porque “sempre foi assim” é assumir o que tem que se provar.

2. A constância das leis da natureza, que permite assumir que estas leis operam essencialmente da mesma forma em todo o universo. Devido a esta fé, é possível aplicar o conhecimento da ciência atómica aos corpos celestiais visto a análise presencial estar impossibilitada devido às distâncias.

3. A capacidade humana de entender o universo, que permite assumir que todo o fenómeno natural tem uma explicação, e que a mente humana pode entender essa explicação. Se Deus não existe, não há motivo para assumir isto visto que, dentro do paradigma ateísta, a mente humana “evoluiu” para nada mais que caçar e procriar (não para estudar as estrelas ou fazer outro tipo de actividade que não esteja directamente relacionada com a procriação ou nutrição).

4. A fiabilidade da Lógica. A ciência não ‘prova’ as leis da lógica: a ciência assume-as e usa-as para provar tudo o resto. Usar a lógica para provar a lógica é uma falácia.

O ateísmo, ao negar a auto-evidente existência do Deus dos Cristãos, encontra-se em oposição a tudo isto visto que se Deus não existe, não há Fundamento e nem Explicação para a uniformidade da natureza, nem para a fiabilidade da Lógica, e muito menos para a fé de que a mente humana tem a capacidade de entender o universo.
Fonte: Darwinismo

sábado, 7 de julho de 2018

O que é preciso para me tornar ateu?

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

18 DE JUNHO - dia do profissional da Química

Foto: Firmo Neto
Essa data foi escolhida porque em 18 de junho de 1956, o presidente JK assinou a "Lei Mater dos Químicos"(Lei n°2800/56), regulamentando o exercício da profissão e criou os Conselhos de Química. Desta forma, ficou estabelecido como "Dia Nacional do Químico".

Vale lembrar que, os Químicos são aqueles profissionais que trabalham na área da ciência responsável pela composição, estrutura e propriedades da matéria. Eles também estudam a transformação da matéria das reações químicas e a relação da energia envolvida durante a transformação.

Então, hoje, deixo os meus parabéns aos colegas profissionais da Química pelo seu dia e pelo importantíssimo trabalho que vem sendo desenvolvido em beneficio à humanidade.

sábado, 16 de junho de 2018

Estudo revela que 90% dos animais surgiram ao mesmo tempo

Uma nova pesquisa que envolve a análise de milhões de códigos de barra de DNA desmascarou muito do que sabemos hoje sobre a evolução das espécies. Em um imenso estudo genético, o pesquisador associado sênior Mark Stoeckle do Programa para o Ambiente Humano na Universidade Rockefeller e o geneticista David Thaler da Universidade de Basel descobriram que 90% de todos os animais da Terra surgiram ao mesmo tempo. Mais especificamente, eles descobriram que 9 em cada 10 espécies de animais no planeta surgiram ao mesmo tempo que os humanos, cerca de 100.000 a 200.000 anos atrás (segundo a cronologia evolutiva).

“Essa conclusão é muito surpreendente e eu lutei contra ela o máximo que pude”, afirma Thaler.

Durante a última década, centenas de cientistas coletaram cerca de 5 milhões de códigos de barra de DNA de 100.000 espécies de animais em diferentes partes do globo. Stoeckle e Thaler analisaram essas 5 milhões de impressões genéticas para chegar a uma das descobertas mais surpreendentes sobre evolução até agora.

O que é o Código de barra de DNA?

Existem dois tipos de DNA. A maioria das pessoas conhece o DNA nuclear. Esse é o DNA que contém o esquema genético para cada indivíduo único. É passado dos pais para os filhos. O genoma é feito de tipos de moléculas arranjados em pares. Existem 3 bilhões desses pares, que são usados então para formar milhares de genes.

O outro tipo de DNA, menos familiar, é encontrado na mitocôndria das células. A mitocôndria gera energia para a célula e contém 37 genes. Um desses é o gene COI, que é usado para criar códigos de barra de DNA. Todas as espécies têm um DNA mitocondrial muito similar, mas seu DNA é também suficientemente diferente para distinguir entre as espécies.

Paul Hebert, diretor do Instituto de Biodiversidade de Ontário, desenvolveu uma nova forma de identificar espécies estudando o gene COI.

Nascidos por volta do mesmo momento

Ao analisar o COI de 100.000 espécies, Stoeckle e Thaler chegaram à conclusão de que a maioria dos animais apareceu simultaneamente. Eles descobriram que a mutação neutra entre espécies não era tão variada quanto se esperava. A mutação neutra se refere a pequenas mudanças no DNA que ocorrem ao longo das gerações. Eles podem ser comparados aos anéis das árvores, já que podem informar qual a idade de certa espécie ou indivíduo.

Quanto a como isso deve ter acontecido, é incerto. Uma provável possibilidade é a ocorrência de um evento abrupto. Um trauma ambiental em larga escala pode ter erradicado a maioria das espécies da Terra.

“Vírus, eras glaciais, novos competidores bem-sucedidos, perda de presas – tudo isso pode causar períodos em que a população de um animal reduz bruscamente”, argumenta Jesse Ausubel, diretor do Programa para o Ambiente Humano.

Tais momentos dão origem a mudanças genéticas generalizadas pelo planeta, causando o aparecimento de novas espécies. No entanto, a última vez que tal evento ocorreu foi há 65 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], quando um asteroide atingiu a Terra e (acredita-se) dizimou os dinossauros e metade de todas as outras espécies no planeta.

O estudo foi publicado no periódico Human Evolution, neste link.

Fonte: Meio Info via criacionismo

Nota de Michelson Borges: Tudo indica que houve um “gargalo” na história da Terra, e que em algum momento dessa história os seres vivos simplesmente apareceram sobre o planeta, quase como num passe de mágica. O que isso lhe sugere? Cuidado! Você pode estar pensando em hipóteses perigosamente criacionistas... [MB]

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Movimento criacionista começa a se expandir pela América do Sul

Grupo que se reuniu recentemente no primeiro encontro de núcleos da SCB, em Brasília, DF. (Foto: Divulgação)
Depois de 46 anos em defesa do Criacionismo no Brasil, a SCB (Sociedade Criacionista Brasileira) dispara na abertura de pequenos núcleos de estudo em vários estados do país. No período de três anos, oito núcleos já foram ou estão sendo organizados. O primeiro foi inaugurado formalmente, em 2015, o Numar-SCB (Núcleo Maringaense) e os demais estão aguardando detalhes finais.

Além do núcleo de Maringá, existem dois outros núcleos em processo de formalização no Paraná, em Londrina e Curitiba, além de outros núcleos no sul do Brasil: em Santa Catarina (Blumenau) e outro no Rio Grande do Sul (Porto Alegre). Os demais núcleos estão em fase de organização: Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Amazonas, Rondônia e Maranhão.

Fora do Brasil já existe incentivo para a implantação de minicentros criacionistas em Galápagos, Bolívia, Peru e Cabo Verde. De acordo com o diretor executivo da SCB, Rui Corrêa Vieira, vários seminários internacionais estão sendo realizados nessas localidades.

Rui explica que desde o início das atividades, em 1972, a SCB tem mantido contato com o Geoscience Research Institute, instituto norte-americano de pesquisas bíblico-científicas, através do intercâmbio e do desenvolvimento de projetos e, posteriormente, um estreito contato com a Creation Research Society, umas das mais antigas organizações criacionistas do mundo, da qual recebeu autorização para traduzir e publicar artigos do periódico Creation Research Society Quarterly em sua “Folha Criacionista”, atual Revista Criacionista.

Planos para o futuro

O plano, segundo o recém-eleito presidente da entidade, o geólogo Dr. Marcos Natal, é o de ter uma dessas filiais em cada um dos estados brasileiros e em outros países sul-americanos. Os núcleos atuam de forma voluntária, profissionais de diversas áreas, como biólogos, geólogos, químicos, arqueólogos, físicos, paleontólogos, teólogos, professores, cientistas, jornalistas e até mesmo profissionais da saúde como médicos e enfermeiros.

“A ideia é que em cada um desses núcleos, sejam estabelecidos centros criacionistas. Trata-se de espaços reservados para divulgação, pesquisa e aprendizagem a respeito do criacionismo onde os interessados encontram livros, jogos, material audiovisual, amostra de fósseis, entre outros recursos”, afirma o presidente da SCB.

Outro objetivo dos núcleos consiste em firmar parcerias com universidades locais e apresentar a proposta criacionista. Marcos Natal se mostra entusiasmado com as perspectivas futuras de relação com os públicos científicos, a cargo de uma nova geração de pesquisadores criacionistas, por conta da presença de vários jovens cientistas e estudantes motivados a dar maior visibilidade ao criacionismo.

Como criar um núcleo

Interessados em montar um núcleo da Sociedade Criacionista Brasileira devem entrar em contato com a SCB pelo e-mail scb@scb.org.br. Em resposta, a entidade oferecerá orientações e estrutura para formação e manutenção do núcleo. Com informações da SCB e ASN.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 10 de junho de 2018

2019 – Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos

Recentemente a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2019 como sendo o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos (IYPT 2019, em inglês).

Um dos principais motivos para a comemoração é que em 2019 completamos 150 anos desde a primeira tabela de Dmitry Mendeleev, publicada em 1869! Sendo também possível encaixar a marca de 350 anos desde a descoberta do elemento fósforo pelo alquimista alemão Henning Brand no ano de 1669.

Ficamos muito felizes com a notícia e firmamos aqui o compromisso de oferecer muito mais textos, vídeos, fotografias, materiais didáticos auxiliares e conteúdo neste site. Tentaremos o máximo possível – dentro da nossa (atual) falta de recursos financeiros – fazer com que o próximo ano seja realmente especial!

ATENÇÃO: Se você procura uma tabela Periódica atualizada para imprimir (ano de 2018) clique aqui.

Fonte: TabelaPeriodica.org

Nota: Conheça - AQUI - a nossa Tabela Periódica, é a mais atualizada comercialmente no Brasil.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Marcos Eberlin lança livro que explica origem da vida



Nota: Mestre em Química, doutor em Ciências pela Unicamp e pós-doutor pela Universidade de Purdue nos Estados Unidos. O professor Marcos Eberlin fala sobre o seu novo livro "Fomos Planejados: a maior descoberta científica de todos os tempos".

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Cientistas desenvolvem por acaso enzima devoradora de plástico

Mais de 8 milhões de plásticos são descartados todos os anos nos oceanos
Cientistas britânicos e americanos produziram acidentalmente uma enzima devoradora de plástico que poderia, eventualmente, ajudar a resolver o problema crescente da poluição gerada por este material, revelou um estudo publicado na segunda-feira (16), do qual participaram pesquisadores da Unicamp.

Mais de oito milhões de toneladas de plásticos são descartadas nos oceanos do mundo todos os anos e há uma preocupação crescente com as consequências contaminantes deste produto derivado do petróleo para a saúde humana e o meio ambiente.

Apesar dos esforços de reciclagem, a maior parte dos plásticos permanece por centenas de anos no meio ambiente, e por isso cientistas buscam melhores formas de eliminá-lo.

Pesquisadores da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos Estados Unidos decidiram se concentrar em uma bactéria encontrada na natureza, descoberta no Japão há alguns anos.

Cientistas japoneses acreditam que a bactéria tenha evoluído recentemente em um centro de reciclagem de rejeitos, uma vez que o plástico não existia até os anos 1940.

Conhecida como Ideonella sakaiensis, ela parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como polietileno tereftalato (PET), usado amplamente em garrafas plásticas.

Uma mutação útil

O objetivo dos cientistas era compreender o funcionamento de uma destas enzimas - denominada PETase ao compreender sua estrutura.

"Mas eles acabaram dando um passo à frente e desenvolveram acidentalmente uma enzima ainda mais eficiente em decompor plásticos PET", destacou o estudo, publicado no periódico científico americano Proceedings of the National Academy of Sciences.

Usando um raio-X superpotente, eles conseguiram produzir um modelo tridimensional em altíssima resolução da enzima.

Empregando a modelagem de computador, cientistas da Unicamp e da Universidade da Flórida descobriram que a PETase era similar a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma parte da PETase, no entanto, era um pouco diferente e cientistas supuseram que esta era a parte que permitia a degradação do plástico.

Eles, então, submeteram à mutação o local ativo da PETase para fazê-la se parecer mais com a cutinase e descobriram de forma inesperada que a enzima mutante era mais eficiente do que a PETase natural em decompor o PET.

Os pesquisadores afirmam estar trabalhando agora em melhorias desta enzima, na esperança de eventualmente permitir seu uso industrial na decomposição de plásticos.

"A sorte frequentemente desempenha um papel significativo na pesquisa científica de base, e nossa descoberta não é uma exceção", afirmou um dos autores do estudo, John McGeehan, professor da escola de Ciências Biológicas de Portsmouth.

"Embora o aperfeiçoamento seja modesto, esta descoberta inesperada sugere que há espaço para mais melhorias destas enzimas, aproximando-nos de uma solução de reciclagem para a crescente montanha de plásticos descartados", acrescentou.

Fonte: G1

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