terça-feira, 14 de novembro de 2017

Os sete pecados dos professores que deixam uma aula chata

A mente divaga, os olhos ficam pesados, e lá se vai o conteúdo. Todo estudante já cochilou em sala de aula, ou pelo menos quase chegou a isso. A culpa pela sonolência, entretanto, nem sempre é do aluno. Algumas práticas dos professores contribuem muito para tornar uma aula desinteressante, e manter-se atento torna-se uma tarefa árdua.

Buscando descobrir as ações que levam à chatice em sala, o Vida na Universidade ouviu quem está no tablado e quem está na carteira. Sabe aquele professor que quando fala parece cantar "nana nenê”? Pois deixe esta edição do VU na mesa dele, no mural da sala ou "esquecido" na sala dos professores, se as dicas forem colocadas em prática, a turma toda vai sair ganhando.

1 - Fugir do assunto

É compreensível o esforço de muitos professores em contextualizar suas disciplinas e praticar um pouco de interdisciplinaridade, mas quando a linha do bom senso é atravessada, os alunos logo notam e são afetados pela angustiante espera pelo retorno ao conteúdo da aula. Docentes que se perdem nos temas dos quais tratam acabam passando a impressão de que não prepararam a aula e estão apenas improvisando. Alunos dedicados não suportam a sensação de serem “enrolados”.

Cura = Ajuda adotar esquemas para as aulas, sejam escritas num papel, nos slides ou mesmo mentais. Ter clara a sequência de assuntos a serem tratados, e ser fiel a ela, dá segurança à turma e ao professor.

2 - Prender-se em discussões com alunos específicos

Ninguém gosta de ser ignorado numa conversa, e é assim que muitos estudantes se sentem quando o professor se deixa envolver em intermináveis diálogos com um único aluno ou com pequenos grupos, reduzindo os demais a meros espectadores.

Cura = Professores devem procurar ser breves em respostas que não interessam à turma toda, ou dizer ao aluno interessado que a conversa pode continuar ao fim da aula.

3 - Ler durante a aula toda

Artifícios úteis como o projetor de slides ou textos impressos podem se converter em verdadeiras tentações do comodismo. Quando o professor se apega exclusivamente ao que está escrito, passando aulas inteiras apenas lendo, é inevitável que o aluno se pergunte: “Se eu apenas lesse um livro será que não aprenderia a mesma coisa ou mais?” É inevitável a onda de bocejos quando o docente ainda deixa de usar slides e de distribuir textos para que os alunos acompanhem, exigindo que eles somente ouçam o que é lido.

Cura = Nas apresentações, o melhor é limitar-se a citar tópicos escritos nas telas e desenvolvê-los oralmente. No caso de textos impressos, interrupções a cada dois ou três parágrafos com comentários ou contextualizações ajudam a tornar a leitura mais dinâmica.

4 - Passar atividades irrelevantes

Que estudante não percebe quando uma atividade contribui para sua formação e quando uma tarefa é dada apenas para mantê-lo ocupado? Algumas vezes essa prática chega a ser ofensiva, pois os estudantes sentem-se infantilizados, como se eles precisassem de um passatempo enquanto o professor faz algo mais importante do que dar aquela aula.

Cura =  Uma atividade não deve ser pedida sem que os alunos compreendam (e acreditem) no motivo de estarem fazendo aquilo. Quando fica claro para a turma que determinada tarefa contribui para o aprendizado, todos participam muito mais motivados.

5 - Exigir que todos falem num debate

Pecado típico do professor bem-intencionado que quer estimular a participação da turma, mas, por exagerar na medida, acaba deixando muito tempo de aula para opiniões. O professor que faz isso consegue aborrecer dois tipos bem diferentes de estudante. Os debatedores natos, que não veem a hora de partirem para uma discussão mais produtiva, e os desinteressados pelo tema, que se sentem oprimidos com a obrigação de falar e podem dar declarações pouco fundamentadas.

Cura = Em debates, o importante é ter todos convidados a falar, especialmente se alguém tiver uma opinião diferente, mas sem que a turma inteira tenha de dizer algo. A iniciativa de falar tem de ser incentivada, não imposta.

6 - Excesso de linguagem técnica

Padecem desse mal, principalmente, os professores de áreas cuja literatura é carregada de termos específicos, como Direito e os cursos ligados às Ciências Biológicas. Alunos precisam dominar alguma linguagem técnica para a produção acadêmica, entretanto o uso excessivo dessa linguagem nas aulas os afasta do conteúdo e do aprendizado. Fora isso, a frequência com que o professor fala palavras difíceis pode ganhar aparência de ostentação. Tem como deixar algo mais desinteressante?

Cura = Clareza é uma qualidade a ser buscada com determinação por todo professor, portanto, na hora de planejar a aula, é preciso tirar um tempo procurando palavras mais simples, mesmo para explicar realidades complexas. Não é preciso abrir mão da linguagem técnica, mas, oralmente, ela pode conviver muito bem com o linguajar do dia a dia.

7 - Ignorar a bagunça

Fingir que nada demais está acontecendo enquanto alguns alunos não param de conversar faz a turma concluir que nem o professor leva a própria aula muito a sério. Além disso, a turma fica com a expectativa de que o professor vai reclamar a qualquer momento, aí a concentração é que sai perdendo.

Cura = É esperado que às vezes o professor interrompa a aula para chamar a atenção e isso pode torná-la mais produtiva. Os bons alunos agradecem.

Fontes: Gazeta do Povo via Inge Suhr, coordenadora pedagógica do Grupo Educacional Uninter, e Janete Joucowski, dos cursos de Marketing e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Curitiba.

TDI Nordeste e Palestras Zombie Science- Grandes Sucessos

Fortaleza é famosa por sua beleza sem par, por ser a maior capital do Nordeste brasileiro, uma das mais ricas e densas do país, e pelas suas exuberantes praias e hospitalidade sem igual.

Mas Fortaleza - e a sua Universidade Federal do Ceará (UFC)  - será agora lembrada também por ter sido o local do histórico e primeiro Simpósio de Design Inteligente do Nordeste - TDI NORDESTE.

Um evento que ocorreu de 10 a 11 de Novembro de 2017 e que lotou - com seus cerca de 400 participantes - as dependências do Auditório Reitor Martins Filho na Faculdade de Direito da UFC.

Foram palestras incríveis defendendo a cientificidade e as teses da TDI em contra-ponto à evolução e proferidas por vários profissionais e acadêmicos do Brasil e pelo Fellow do Discovery Institute nos USA - Jonathan Wells - um dos pioneiros e mais famosos defensores do Design inteligente e autor de grandes livros como o mais recente Zombie Science.

E ATENÇÃO:  As palestras imperdíveis do TDI NORDESTE já começam a estar disponíveis no canal do YOUTUBE Nordeste TDI. Uma galeria de fotos do TDI Nordeste você encontra aqui.

Precedendo o TDI NORDESTE, o Dr. Jonathan Wells proferiu também uma série de 4 palestras (fotos das palestras do Dr. Wells aqui) sobre Zombie Science ("A CIÊNCIA DOS MORTOS VIVOS") de 06 a 08 de Novembro na Universidade Mackenzie em São Paulo e Campinas, no UNASP SP e na Universidade Metodista de SP - Campus Ridge Ramos, onde compareceram cerca de 600 pessoas no total.

É o Design Inteligente se firmando como o novo paradigma científico sobre nossas origens!

Fonte: TDI Brasil

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Unasp-SP recebeu referência internacional em Design Inteligente

O cientista, Jonathan Wells, um dos mais conhecidos defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI), doutor em biologia molecular e celular e autor de importantes obras literárias sobre a origem da vida, esteve no Unasp campus São Paulo no dia 6 de novembro onde palestrou para universitários dos cursos de Ciências Biológicas, Pedagogia e também para professores do Colégio Unasp.

O tema da aula foi inspirado no título do seu mais recente livro lançado em 2017, Zombie Science, a Evoclução e Seus Ícones, no qual apresenta evidencias claras que refutam alguns dos principais ícones utilizados por evolucionistas na tentativa de impor a supremacia da teoria darwinista.

Para o cientista, esses ícones são como mortos vivos da ciência, pois mesmo já refutados permanecem nos livros textos utilizados para o ensino da teoria da evolução.

“O darwinismo finge ser uma ciência empírica, baseada em evidências, mas na verdade não é. É uma ciência naturalista, que é uma filosofia naturalista disfarçada de ciência empírica. E meu trabalho, acredito, como cientista é expor esse fato”, explicou Wells.

O Unasp-SP faz parte do roteiro de universidades por onde o renomado pesquisador esteve durante esta semana, entre os dias 6 e 8 de novembro, o qual incluiu também a universidade Mackenzie e a universidade Metodista. Para o diretor do Núcleo de Estudos das Origens do Unasp-SP, doutor Marcos Costa, esta presença indica o reconhecimento que o Unasp possui na forma como estuda a origem da vida.

“O Unasp é sem dúvida uma das instituições do território nacional mais reconhecidas no estudo do Criacionismo e na proposição de uma teoria alternativa à Teoria da Evolução, ainda em voga nas universidades e demais instituições de ensino. A sua inserção junto a importantes universidades confessionais do país somente demonstra este reconhecimento e consolida uma união de esforços para a produção de pesquisa qualificada que corrobore as teses do Criacionismo e do Design Inteligente”, enfatizou Costa.

O doutor Wells esteve acompanhado pelo presidente emérito da Sociedade Brasileira do Design Inteligente, o mestre em História da Ciência, Enézio de Almeida Filho, quem fez a tradução simultânea da palestra.Também esteve com ele o doutor Marcos Eberlin, presidente da Sociedade Brasileira do Design Inteligente.

“O objetivo do NEO é dar ciência aos nossos estudantes de que existem vários conceitos já ultrapassados na Teoria da Evolução, que ainda continuam sendo utilizados em livros textos didáticos de Biologia e de Ciências. Esse alerta é importante para fornecer a eles uma visão mais crítica dos reais problemas enfrentados pela Teoria da Evolução nos tempos atuais”, reforçou Costa.

 Fonte: Unasp

domingo, 5 de novembro de 2017

Evolução Teísta: uma crítica científica, filosófica e teológica

O debate sobre as origens biológicas continua a ser muito contestado dentro da igreja cristã. Organizações proeminentes como Biólogos (EUA) e Faraday Institute (Reino Unido) insistem que os cristãos devem ceder a um consenso científico inatacável a favor da teoria evolutiva contemporânea e modificar idéias bíblicas tradicionais sobre a criação da vida em conformidade. Eles promovem uma visão conhecida como "evolução teísta" ou "criação evolutiva". Eles argumentam que Deus usou - embora de maneira indetectável - mecanismos evolutivos para produzir todas as formas de vida.

Este livro contesta esta proposta. Apresentando duas dúzias de cientistas, filósofos e teólogos altamente credenciados da Europa e América do Norte, este volume fornece a crítica mais abrangente da evolução teísta ainda produzida. Ele documenta problemas evidenciais, lógicos e teológicos com a evolução teísta, abrindo as portas para alternativas científicas e teológicas, tornando a leitura essencial do livro para entender esse problema de visão de mundo. [Lançamento e está à venda aqui]

Aqui está a tabela do conteúdo com resumos:

Prefácio de Steve Fuller

Introdução científica e filosófica: definir a evolução teísta. Stephen C. Meyer

Introdução bíblica e teológica: a incompatibilidade da evolução teísta com o relato bíblico da criação e com as doutrinas cristãs importantes. Wayne grudem

Secção I: a crítica científica da evolução teísta
Secção I, parte 1: o fracasso do neo-Darwinismo

1. Três boas razões para as pessoas de fé para rejeitar a explicação da vida de Darwin
Douglas d. Machado

As pessoas de fé devem rejeitar a chamada para afirmar a explicação darwiniana da vida e devem, em vez disso, afirmar a compreensão tradicional da ação criativa divina, que desafia a redução das causas naturais. Há três boas razões para isso:

1) a aceitação do darwinismo acarreta um custo apologético substancial. Especificamente, se Darwin estava certo que a vida pode ser explicada por causas físicas acidentais, então devemos desistir da afirmação de que todos os seres humanos são confrontados pela existência de Deus quando nós eis as maravilhas do mundo vivo.
2) todas as explicações acidentais de A vida, seja darwiniana ou não, é comprovadamente improvável.
3) as justificações comuns para acomodar a teoria de Darwin no quadro da fé tradicional são confusas.

2. O NEO-Darwinismo e a origem da forma biológica e da informação
Stephen C. Meyer

De acordo com a teoria neo-Darwiniana, a nova informação genética surge primeiro como mutações aleatórias ocorrem no Dna de organismos existentes. Quando surgem mutações que conferem uma vantagem de sobrevivência aos organismos que os possuem, as alterações genéticas resultantes são passadas por seleção natural para a próxima geração. À medida que tais mudanças se acumulam, as características de uma população começam a mudar ao longo do tempo. No entanto, a seleção natural só pode "selecionar" o que as mutações aleatórias produzem primeiro. E para o processo evolutivo produzir novas formas de vida, as mutações aleatórias devem primeiro ter produzido novas informações genéticas para a construção de novas proteínas.

 Desde o final da década de 1960, no entanto, matemáticos e biólogos moleculares argumentaram que produzir novos genes funcionais (novas informações genéticas) e proteínas através de uma busca aleatória mutacional é improvável no extremo. No entanto, até há pouco tempo era impossível quantificar precisamente a magnitude deste problema e, portanto, avaliar a plausibilidade de uma busca aleatória de novas proteínas entre todas as possíveis sequências de aminoácidos. Experimentos recentes sobre as proteínas realizadas por douglas axe e outros, no entanto, têm mostrado de uma forma quantitativa precisa que sequências genéticas funcionais (e suas proteínas correspondentes) são de fato muito raras para serem contabilizadas pelo mecanismo neo-Darwiniana de seleção natural peneiração através do random Mutações genéticas. O "Espaço" ou o número de possíveis arranjos são simplesmente muito vastos, e o tempo disponível para procurar por uma mutação não-não muito curta para lá ter sido uma chance realista de produzir até mesmo um novo gene ou proteína por mutação e seleção não-não no tempo permitido. Para a maioria das transições evolutiva.

Este capítulo desenvolve este argumento, bem como outros argumentos estreitamente relacionados, contra o poder criativo do principal mecanismo evolutivo e responde às objeções mais proeminentes a estes argumentos.

3. Evolução: uma história sem um mecanismo
Matti Leisola

Na melhor das hipóteses, a ciência é uma busca pela verdade sobre a natureza, como funciona e muda. Na pior das hipóteses, é uma busca de apenas explicações naturalista para a história da vida. A Biologia é melhor explicada por aleatoriedade ou por uma inteligência regulamentar? A ciência pode provar que uma das opções desta pergunta filosófica é errada? Várias linhas de evidências experimentais mostram que os novos genes funcionais e proteínas não podem ser formados de novo por processos de chance. Mas podem os genes funcionais, proteínas ou organismos novos serem produzidos a partir dos existentes por métodos aleatórios? Os genes individuais, as proteínas e os microrganismos são fáceis de manipular; podem ser produzidos em grandes quantidades e mudados para o extremo de um laboratório, muito mais do que alguma vez poderia acontecer na natureza.

Assim, as experiências de laboratório usando métodos evolutiva aleatórios são inteligentemente concebidas para estudar os limites do que aleatoriedade pode fazer em biologia - não o que realmente pode acontecer na vida real. Os resultados dessas experiências dão uma resposta concreta: há limites estreitos para as mudanças que os processos aleatórios podem alcançar. Eles nunca podem converter um gene para um gene basicamente diferente, uma estrutura de proteínas para uma estrutura diferente, nem um microrganismo para um diferente. Assim, a evolução é uma história sem um mecanismo, e acrescentar a palavra "Teísta" para ela não acrescenta nada à sua força explicativa.

4. Estão presentes propostas sobre os mecanismos evolutiva químicos apontando com precisão para a primeira vida?
James M. Tour

Abiogênese é o processo prebiotic em que a vida, como uma célula, surge a partir de materiais vivos como compostos orgânicos simples. Muito antes da evolução pode mesmo começar, a origem da primeira vida, a primeira célula, teria de vir de algumas moléculas vivos mais simples. Na Terra, as moléculas essenciais para a vida como a conhecemos são hidratos de carbono (também chamados de açúcares ou sacáridos), ácidos nucleicos, lípidos e proteínas (Polímeros de aminoácidos). Descrito é o processo pelo qual a síntese orgânica é realizada, e as considerações que são geralmente necessárias para sintetizar um sistema complexo onde muitas partes moleculares se juntam para operar concertadamente. Isto será demonstrado na síntese das nanomáquinas.

Em seguida, foram consideradas algumas propostas que outros ter para a síntese de hidratos de carbono e bases nucleótidos de hidratos de carbono, a partir de um meio pré-biótio. Brevemente, serão os obstáculos à tarefa muito mais difícil de se ter os blocos de construção molecular num sistema funcional. Não são consideradas entidades cientificamente desconhecidas que foram propostas para ter a vida cabeça na terra, como um agente de design ou panspermia. Será apresentado um parecer que mostra que as provas mais fortes contra as propostas da atual investigação pré-biótico são os dados próprios dos investigadores. As atuais propostas podem retardar o campo de descobrir as soluções científicas, uma vez que parecem orientar os investigadores para os caminhos da futilidade.

5. Evolução Digital: previsões de design
Winston Ewert

Simulações de computador da evolução são muitas vezes invocadas em defesa das habilidades da evolução darwiniana. Uma série de simulações bem conhecidas são discutidas, mostrando como elas seguem as previsões de design inteligente na exigência de afinação teleológica para trabalhar. Esta e outras previsões de design inteligente foram confirmadas por simulações, enquanto que a evolução darwiniana não oferece previsões sobre simulação de computador e é, portanto, falseável.

6. A diferença que não faz: por que o conceito de "Front-end carregado" do design não explica a origem da informação biológica
Stephen C. Meyer

Na medida em que a evolução teísta tem sido formulada com suficiente especificidade para se qualificar como uma alternativa ao neo-Darwinismo como um modelo científico, os evolucionistas teísta afirmaram tipicamente que Deus criou o universo e projetou as leis da natureza (incluindo as suas características finamente ligados). Mas, tendo feito isso, eles pensam que a origem da vida e a origem das novas formas de vida podem ser explicadas por " causas secundárias," que eles equiparam com as leis da natureza e mecanismos evolutiva, como a seleção natural e a mutação aleatória. Assim, a sua visão implica a afirmação de que as condições iniciais da matéria no início do universo e as leis e constantes bem da física continham todas as informações necessárias para produzir a vida, ou isso implica a visão de que a mutação aleatória e natural A SELEÇÃO (ou um outro mecanismo materialista) adicionou quantidades significativas de novas informações na biosfera desde o big bang.

Os problemas com esta última visão são apresentados nos capítulos 2 e 8; este capítulo demonstra cientificamente que o antigo ponto de vista não pode ser correto, apesar das alegações de certos evolucionistas teísta que defendem um conceito de "Front-end carregado" Design que eles chamam de " evolução teleológica." Neste ponto de vista, a informação necessária para produzir vida estava presente desde o início do universo. Este capítulo afirma que este conceito de concepção "Front-end" é cientificamente inadequado porque não reconhece que as leis da natureza não descrevem processos de geração de informação.

7. Por que as mutações do Dna não podem realizar o que o neo-Darwinismo requer
Jonathan Wells

De acordo com o neo-Darwinismo, a evolução tem lugar devido à seleção natural de pequenas variações sucessivas. Algumas dessas variações podem surgir através da reorganização das sequências de adn existentes, mas para a evolução contínua, o neo-Darwinismo exige que as sequências de adn existentes se mutação em novas sequências. Isto pressupõe que o adn contém um programa para o desenvolvimento de embriões: o adn faz com que o rna faça com que a proteína, as mutações no programa poderiam então produzir novas estruturas anatômicas, e a seleção natural poderia preservar os favoráveis e eliminar os desfavorável. Mas as sequências de adn nem sequer especificam o rnas, muito menos proteínas. E o arranjo tridimensional de proteínas numa célula requer informação espacial que precede a sua síntese e é especificada independentemente do ADN.

Portanto, o dna não contém um programa para o desenvolvimento de embriões, e as mutações no Dna não podem fornecer as matérias-primas para a evolução anatômicas.

8. Evolução Teísta e a síntese evolutiva alargada: funciona?
Stephen C. Meyer, ann k. Gauger, e Paul a. Nelson

Por quase duas décadas, muitos biólogos evolutivas têm trabalhado para formular novas teorias da evolução, em parte devido ao reconhecimento de que os mecanismos neo-Darwiniana não podem explicar a origem das coisas vivas. Estas novas ideias supostamente têm mais poder criativo do que a mutação e a seleção natural. Este capítulo irá examinar estas novas teorias e mecanismos evolutiva e irá mostrar que a chamada "síntese alargada" também não conseguiu, porque não tem em conta a origem da forma biológica e da informação. A "síntese estendida" deixa sem resposta muitos dos mesmos problemas que o neo-Darwinismo e levanta a mesma questão para os evolucionistas teísta. Por que insistir em sintetizar a teologia cristã, ou um entendimento bíblico da criação, com uma teoria de origens não cientificamente?

9. Provas da embriologia desafia a teoria evolutiva
Sheena Tyler

Como é que um ovo se desenvolve na forma distinta de um elefante, em oposição a um gafanhoto ou um canguru? Continua a ser um mistério para este dia como estas formas de corpo são geradas. Este é um grande problema para os evolucionistas, porque a sua afirmação de que as várias formas de vida surgiram por mudanças num programa de desenvolvimento comum depende do conhecimento deste programa esquivo.

Este capítulo irá demonstrar como os processos embriológico exibem as características de um Design Inteligente, em vez das mutações aleatórias e aleatórias exigidas pela teoria evolutiva. Ele também irá iluminar evidências da embriologia que apontam para diferentes tipos de vida, que exibem diferenças fundamentais na concepção entre eles, em vez de uma gradação contínua de formas que rastreio de volta a um ancestral comum primitivo.

Secção I, parte 2: o caso contra a descendência comum universal e para uma origem humana única

10. O registo fóssil e a ascendência comum universal
Günter Bechly e Stephen C. Meyer

Este capítulo é o primeiro de três a examinar a força do caso para a descendência comum universal, a segunda parte (histórica) da teoria evolutiva contemporânea e a parte da teoria evolutiva que os evolucionistas teísta mais comumente defendem. Começamos neste capítulo, examinando a estrutura lógica do argumento para a generalização universal. Tendo em conta essa estrutura, então avaliar o que o registo fóssil nos pode dizer sobre se todas as formas de vida fazem ou não, partilham um ancestral comum. Os evolucionistas teísta muitas vezes afirmam que a suposta ascendência comum de todas as formas de vida é um "fato"- mesmo que eles possam reconhecer dúvidas sobre o poder criativo do mecanismo neo-Darwiniana. No entanto, nós nos tornamos céticos quanto à descendência comum.

Neste capítulo, nós explicamos por que usar a evidência fóssil para ilustrar como uma pessoa cientificamente informada poderia razoavelmente duvidar dos argumentos para a descendência comum universal (ou ascendência comum universal). Depois de descrever os aspectos da evidência fóssil de que a teoria da descida comum universal explica bem, então, examinar outros aspectos do registro fóssil que a teoria não explica tão bem. Nós, especialmente, destacar as muitas aparições descontínuas ou abrupta de novas formas de vida no registro fóssil - um padrão que contradiz o padrão contínuo de árvore de ramificação da história biológica postulou por proponentes de descendência comum universal.

11. Descendência comum universal: uma crítica abrangente
Casey Luskin

Alguns evolucionistas teísta irão ocasionalmente reconhecer problemas com o mecanismo de mutação e seleção natural, mas quase todos os evolucionistas teísta afirmam que a parte histórica da teoria de darwiniana-Universal é mais do que uma disputa. Desde o tempo de Darwin, a teoria da descendência comum universal tem descansado sobre uma série de linhas independentes de evidência e argumento: Biogeografia, fósseis, homologia anatômicas, e semelhança embriológico. Nas últimas décadas, a homologia molecular foi adicionada a essa lista.

Este capítulo irá mostrar que cada uma dessas linhas separadas de evidência é equívoca, no máximo, e que, em vez disso, muitas novas linhas de evidência lançam sérias dúvidas sobre a suposta "Congruência" destas linhas de evidências, desafiando o caso para a descendência comum universal.

12. Perguntas que todos devem perguntar sobre a descendência comum
Paul a. Nelson

De acordo com a teoria da descendência comum universal (ucd), todos os organismos na terra tem por modificação de um ancestral comum, apelidado de "último ancestral comum universal" (Luca). No entanto, nos últimos vinte anos, um número crescente de biólogos evolutiva expressou dúvidas de que o Luca alguma vez existiu. Seu ceticismo de Luca e, portanto, da ucd baseia-se em uma importante regra de inferência biológica conhecida como o princípio da continuidade. O princípio da continuidade sustenta que cada passo em qualquer caminho evolutivo deve ser biologicamente possível. Este princípio, na realidade, desafia a ucd, ou a árvore da vida, não só na sua base, mas também em todos os seus ramos. Cinco perguntas-chave devem ser pediu de qualquer hipótese de descendência comum, para garantir que a hipótese responde às exigências do princípio da continuidade, e também para examinar o contexto mais amplo dentro da qual a ucd vive como uma teoria biológica e histórica. A ucd não deve ser mantida como um axioma, mas deve ser vulnerável a desafios de prova, como qualquer outra teoria científica.

13. A batalha sobre as origens humanas (Introdução aos capítulos 14-16)
Ann k. Gauger

A origem da humanidade, de onde viemos, é uma questão com muitas ramificações. Afeta a nossa auto-compreensão de várias formas. Nos fez de um ancestral comum compartilhado com chimpanzés, ou poderíamos ter uma origem única? A ciência convencional diz que é incontestável que somos o produto da evolução. É necessário, portanto, adaptar a nossa compreensão das Escrituras, ou talvez a ciência seja demais? Este curto capítulo, juntamente com os capítulos 14-16, irá argumentar que a questão da nossa origem está longe de ser resolvida, e que há argumentos científicos a serem feitos em favor de uma origem única para a humanidade. Não há necessidade de mudar as interpretações bíblicas tradicionais baseadas em ciência inconclusivos.

14. transições em falta: origem humana e registo fóssil
Casey Luskin

A visão evolutiva padrão das origens humanas - geralmente aceita pelos evolucionistas teísta - sustenta que nossa espécie, o homo sapiens, evoluiu de espécies semelhantes a macacos, através de processos evolutiva aparentemente não guiados, como a seleção natural e mutação aleatória.

Evolucionistas teísta e outros cientistas evolutiva muitas vezes afirmam que as evidências fósseis para esta evolução darwiniana dos seres humanos de criaturas semelhantes a macacos é incontestável. Mas o seu ponto de vista não é suportado pelas provas fósseis. Os fósseis de hominídeo geralmente caem em um de dois grupos: espécies semelhantes aos primatas e espécies semelhantes a humanos, com uma grande diferença entre eles. Virtualmente todo o registro fóssil de hominídeo é marcado por fósseis fragmentada, especialmente os primeiros hominídeos, que não documento precursores para os seres humanos.

Cerca de 3 a 4 milhões de anos atrás, os australopithecus aparecem, mas eram geralmente ape-Like e também aparecem de forma abrupta. Quando o nosso género homo aparece, também o faz de forma abrupta, sem provas claras de uma transição de anterior anteriores. Os principais membros do homo são muito semelhantes aos humanos modernos, e as suas diferenças equivalem a mudanças microevolutiva de pequena escala. O registro arqueológico mostra uma "explosão" da criatividade humana cerca de a mil anos atrás. Apesar das alegações de paleoantropólogos evolutiva e da mídia hype em torno de muitos fósseis de hominídeo, o registro fóssil fragmentada fragmentada não documenta a evolução dos seres humanos de precursores macaco, e a aparência dos seres humanos no registro fóssil é tudo menos um processo evolutivo gradual - Sim. Os evolucionistas teísta devem compreender que os cristãos que duvidam das contas padrão das origens humanas têm visões legítimas que são apoiadas por evidências científicas.

15. Provas para a unicidade humana
Ann k. Gauger, ola hössjer, e Colin R. Reeves

Os cientistas afirmam que a nossa semelhança genética extrema com os chimpanzés (na ordem de 98.7 por cento de identidade) indica que partilhamos antepassados comuns. Esta declaração negligencia vários factos. Em primeiro lugar, as nossas diferenças genéticas são maiores do que o número representa. As estimativas comuns de semelhança baseiam-se na comparação das variações do nucleótidos único, enquanto outros tipos de diferenças genéticas não são tidos em conta.

Além disso, as regiões codificadoras do ADN-tempo que não funcionam "Lixo" - contêm muitos tipos de elementos reguladores genéticos, alguns dos quais são específicos de espécies. Estes elementos regulamentares específicos da espécie fazer uma proporção muito pequena do número total de diferenças, mas têm um efeito significativo sobre a forma como o nosso genoma funciona. Por exemplo, muitos destes elementos regulamentares são conhecidos por afectar a expressão genética no cérebro. Em conjunto, estas diferenças genéticas específicas de espécies contribuem para as nossas diferenças anatômicas e fisiológicas com os chimpanzés. Além disso, não há tempo evolutiva suficiente para todas estas mudanças coordenadas terem acontecido através do processo de mutação / selecção.

Assim, as evidências para a ascendência comum avançada por vários cientistas não são tão sólidas como parecem. Quanto mais aprendemos sobre o nosso genoma humano, mais parece ser brilhante e exclusivamente desenhado.

16. Um modelo de genética da população alternativa
Olá, ann k. Gauger, e Colin R. Reeves

O que pode ser dito sobre a história humana da variação de Dna entre nós hoje? A genética da população é usada na academia para inferir que partilhamos uma ascendência comum com macacos; que a maioria dos nossos antepassados humanos emigrou da África há cinquenta mil anos; que eles possivelmente tiveram alguma mistura com os neandertais, denisovans, e outras populações arcaico; e que o A população de homossexuais nunca foi menor que alguns milhares de indivíduos. Ele usa princípios matemáticos para a forma como a composição genética de uma população muda ao longo do tempo através de mutação, seleção natural, deriva genética, e outras forças de mudança. Neste capítulo, investigamos as suposições sobre esta teoria e concluir que está cheia de lacunas e fraquezas. Nos discutir que um modelo de origem único, onde a humanidade surgiu de um único casal, parece explicar os dados pelo menos tão bem, se não melhor.

Finalmente, propomos uma abordagem alternativa de simulação que possa ser utilizada para validar tal modelo. O uso do termo "primeiro casal" irá, sem dúvida, levantar a questão de Adão e Eva na mente do leitor. Nós, os autores, temos as nossas próprias opiniões sobre a leitura do Génesis. O Nosso objetivo é mostrar que o argumento contra um Adão e Eva históricos feitos por alguns cientistas não é justificado pelas provas científicas, e que existe uma possibilidade real de um primeiro par fundador.

17. Pressão para se conformar leva a viés na ciência
Christopher Shaw

A Ciência tornou-se generalizada na sociedade moderna e é considerada por muitos como os meios para resolver todos os nossos principais problemas. Para muitos, a ciência tornou-se uma nova religião, dotada de uma infalibilidade, estendendo-se até para responder às questões fundamentais sobre as nossas origens e o propósito das nossas questões de existência que outrora foram objeto de filósofos e estudiosos religiosos. Como consequência deste novo papel, o processo científico tem vindo a afastar-se cada vez mais da sua base objetiva para uma de grosseiro, com afirmações altamente especulativos que são feitas por cientistas de renome nos meios de Comunicação Social Populares e até na imprensa científica. Frases como " Eu / nós acreditamos que se tornou comum entre alguns cientistas, particularmente nos campos da biologia evolutiva e cosmologia. Os " altos sacerdotes " desta nova religião, vamos chamá-lo de " Cientificismo "- são os piores criminosos, e muitos têm alcançado o estatuto de Celebridade Internacional.

Mas há também um lado obscuro e desconhecido para esta nova religião: o controlo da liberdade de pensamento. Tal como foi reconhecido pela maioria dos cientistas, a atribuição de fundos de investigação e o sistema de revisão por pares da publicação científica são ambos gravemente falhas e servem para manter o status quo dentro do estabelecimento, através da filtragem de hereges intelectuais. Novos pensamentos, ideias e informações são muitas vezes vistos com desconfiança e exigem uma avaliação não só do seu valor, mas também, cada vez mais, do seu potencial para desafiar um dogma amplamente aceite. Na verdade, esta tem sido uma experiência quase universal nas primeiras carreiras da maioria dos laureados com o prémio Nobel nas ciências. Os novos recrutas para o sistema devem obedecer às regras se quiserem obter posições de formação, posse e progressão na carreira.

Secção II: a crítica filosófica da evolução teísta

18. Por que a ciência precisa de filosofia
J. P. Moreland

Vamos explorar duas teses filosóficas do filósofo George Bealer que iluminar as formas em que a filosofia é relevante para a ciência, especialmente para o debate sobre a evolução teísta versus design inteligente:
1) a autonomia da filosofia: entre as questões centrais da filosofia que pode Ser respondida por um ou mais meios teóricos ou outra, a maioria pode, em princípio, ser respondida por investigação filosófica e argumento sem confiar substancialmente nas ciências.
2) a autoridade de filosofia: na medida em que a ciência e a filosofia pretendem responder às mesmas questões filosóficas centrais, na maior parte dos casos o apoio que a ciência poderia, em princípio, prever para essas respostas não é tão forte como o que a filosofia poderia, em princípio, Pelas suas respostas.

Assim, se houver conflitos, a autoridade de filosofia na maior parte dos casos pode ser maior em princípio. (ver abaixo para atribuição.) a "Autonomia da filosofia" refere-se a áreas de investigação filosófica que se encontram completamente fora da competência da ciência. A "autoridade de filosofia" refere-se a áreas que a ciência e a filosofia investigam, onde os fatores filosóficos carregam mais peso do que e superam os da ciência. Eu listo exemplos-chave de ambos que são relevantes para a definição do contexto intelectual para debater os méritos relativos da evolução teísta e do design inteligente.

19. Deve a evolução teísta depender do naturalismo metodológico?
Stephen C. Meyer e Paul a. Nelson

Quase todos os evolucionistas teísta dizem que algum processo naturalista irá eventualmente explicar a origem das novas formas de vida. Eles fazem isso porque aceitam uma regra filosófica conhecida como naturalismo metodológico. O naturalismo metodológico afirma que, para se qualificar como científico, uma teoria deve explicar por estritamente físico ou material, ou seja, não-inteligente ou não-Proposital-causas. Este capítulo mostra que, como uma regra supostamente neutra para a forma como a ciência deve funcionar, o naturalismo metodológico falha. Também não se pode confiar em "critérios de demarcação" concebidos para definir a ciência normativamente. Estes critérios, que pretendem distinguir a ciência da pseudociência ou da religião, morrem por mil contraexemplos. A história da ciência inclui muitas teorias que violam um ou outro critério de demarcação supostamente necessário (como observabilidade, explicação por lei natural, ou falseabilidade), mas essas teorias têm pensado centralmente no desenvolvimento de suas respectivas ciências.

Além disso, os critérios de delimitação não podem justificar o próprio naturalismo metodológico. Teorias evolutiva naturalista e teorias concorrentes de design inteligente ou criação, ou equivalentemente satisfazem critérios de demarcação, ou não podem fazê-lo. A verdade sobre a história da vida na terra não pode ser decidida por definições filosóficas. Dado que nenhuma justificação sólida existe para manter o naturalismo metodológico como uma regra de definição de ciência, os cristãos não devem usá-lo como uma razão para adotar a evolução teísta, ou excluindo outras teorias.

20. Como perder um navio de guerra: por que o naturalismo metodológico afunda a evolução teísta
Stephen Dilley

Os evolucionistas teísta devem rejeitar o naturalismo metodológico. Entre outras razões, o naturalismo metodológico proíbe ambos (1) o uso de reivindicações de teologia no discurso científico e (2) envolvimento científico com as chamadas teorias de " Nonscientific como o criacionismo e o design inteligente. No entanto, os principais argumentos científicos para a teoria evolutiva - desde a origem até o presente - ou dependem de reivindicações de teologia ou de envolver criacionista (ou design inteligente) de uma forma científica. No entanto, sob o naturalismo metodológico, esta dinâmica não é aceitável.

Assim, se os evolucionistas teísta aceitarem o naturalismo metodológico, eles perdem uma justificação significativa para a sua teoria favorita. Na medida em que os evolucionistas teísta desejam manter esta justificação, devem definir o naturalismo metodológico de lado.

21. Como a evolução teísta retira o cristianismo da estrutura de plausibilidade e rouba os cristãos de confiança que a bíblia é uma fonte de conhecimento
J. P. Moreland

Podemos ter conhecimento (isto é, uma verdadeira crença legítima) de uma grande variedade de coisas: Lógica, matemática, a verdade do cristianismo, várias doutrinas bíblicas, verdades éticas, etc. Embora seja importante, a ciência é apenas uma das muitas maneiras que os humanos conhecem. No entanto, dada a generalizada generalizada - a visão de que as ciências duras são a única ou a maneira muito superior de conhecer as coisas, especialmente em comparação com a teologia e a ética - em nossa cultura, os evolucionistas teísta reforçam esta visão através da revisão constante dos ensinamentos bíblicos e das interpretações, porque A Ciência diz que sim. Assim, ao adotar estas perspectivas epistemológica epistemológica, os evolucionistas teísta enfraquecem a autoridade racional do ensino bíblico entre os cristãos e os não-Cristãos. Como resultado, a bíblia já não é considerada por muitos como uma verdadeira fonte de conhecimento, e cada vez menos pessoas levam a bíblia a sério. Desta forma, talvez involuntariamente, aqueles que adotam a evolução teísta marginalizar a verdade cristã na igreja e na praça pública.

22. Como pensar sobre a ação de Deus no mundo
- Sim. John Collins

Os cristãos têm tradicionalmente pensado nas obras de Deus de " Providência " como incluindo o que chamamos de " natural " e " sobrenatural," e ambos são igualmente " Ação de Deus." Eles também pensaram que pelo menos algumas das ações sobrenaturais são Em princípio, discernível como especial pelos humanos. Isto fornece uma ferramenta robusta para ler a Bíblia, para viver sabiamente, e para fazer ciência. 

Uma perspectiva totalmente evolutiva que procura ser tradicionalmente cristã afirma que Deus " age " através dos eventos " Naturais " do processo evolutivo, e ainda permite " Milagres " fora deste processo, como a morte do primogênito egípcio. No entanto, quaisquer que sejam os processos de descida com a modificação que Deus possa ter usado, o seu funcionamento " natural " Não é suficiente para ter em conta a origem do mundo, da vida, e da razão humana, nem reconhece que isso nos envolve em um " Deus-das-lacunas " Falácia.

 De fato, para um bom pensamento crítico, devemos ter cuidado, tanto para apelar ao milagre, para cobrir a nossa ignorância, como para a exclusão, antes de começarmos o nosso estudo, a possibilidade de uma ajuda extra de fora do processo natural.

23. Evolução Teísta e o problema do mal natural
- Sim. Deweese

" O mal natural " refere-se à dor e sofrimento causados por processos naturais, em contraste com " o mal moral," os atos perversos de pessoas moralmente responsáveis. A quantidade de sofrimento devido a causas naturais parece mostrar que a existência de um Deus onipotente, onisciente, onibenevolente é impossível, ou, pelo menos, altamente improvável. Assim, até há pouco tempo, os teólogos cristãos, filósofos e apologistas tinham pensado que era importante mostrar que Deus não era diretamente responsável pelo sofrimento e morte causado pelo mal natural. No entanto, os cristãos conservadores que ter a evolução teísta não pensaram que era necessário "isolar" Deus da responsabilidade direta pelo mal natural. Se o mal natural é de necessidade uma parte da história evolutiva, e se a evolução é o processo instituído por Deus, então ele segue que Deus é a causa direta do mal natural - faz parte de seu plano. Veremos, no entanto, que os opositores da evolução teísta têm explicações muito melhores sobre as explicações naturais, que não fazem de Deus a causa directa da dor e da morte.

24. Trazendo para casa o bacon: a interação da ciência e das Escrituras hoje
Colin R. Reeves

Os últimos anos têm visto vários exemplos em que a aparente "verdade" foi usada para lançar dúvidas sobre as doutrinas bíblicas tradicionais. Principalmente, isso implicou a reinterpretação dos primeiros capítulos do Gênesis, a fim de questionar a necessidade de um Adão histórico, e de uma queda que implicava a morte física. Este capítulo não aborda tanto as provas bíblicas para estas doutrinas, que foram defendidas com firmeza em outros lugares, mas a metodologia subjacente daqueles que os questionam. Sua abordagem pode ser localizado de volta para as obras de Francis Bacon do início do século XVII, que argumentou que Deus falou em " dois livros," onde o " Livro da natureza " (para o qual, hoje, ler a ciência) é a chave para A interpretar a Bíblia. É comumente afirmado que (ao contrário de escritores como Richard Dawkins) não há conflito entre a ciência e as Escrituras: estes dois livros são "Complementares" e não se opõem um ao outro. 

Neste capítulo, veremos que, como o bacon, aqueles que promovem este ponto de vista mais assiduamente não têm, de facto, em consideração a interacção entre a ciência e a Bíblia. "Ciência" (ou seja, a ciência assumida para ser uma fonte autônoma de verdade) na prática sempre supera as Escrituras. Isto tem consequências, não só para doutrinas específicas como a queda ou a expiação, mas para uma forma de fazer teologia. A Bíblia não é mais inerrante, autoritária, suficiente, ou até mesmo perspícuo. A abordagem "Científica" da interpretação bíblica segue de perto as linhas do liberalismo clássico. Assim, há realmente um conflito entre "Ciência" e Escrituras, um conflito que é perigoso não só para a teologia, mas também para a própria ciência.

25. A origem da consciência moral: evolução teísta versus design inteligente
Tapio a meio caminho

Os evolucionistas teísta geralmente concordam que a evolução darwiniana não é capaz de estabelecer a origem das obrigações morais reais. Tudo o que a história evolutiva pode fazer é explicar como nós crenças e emoções morais. O problema dos evolucionistas teísta é, no entanto, que as atuais contas evolutiva falham mesmo na última tarefa: eles não explicam a origem da consciência moral. A capacidade humana para discernir verdades morais não pode ser reduzida a um produto do tipo de processos combinatória que estão disponíveis para uma conta darwiniana da evolução. Embora os evolucionistas teísta assumam que a ideia de consciência moral como uma expressão do design de Deus para os seres humanos é totalmente compatível com várias explicações naturalista sobre a origem da consciência moral, eles não podem especificar um processo natural que poderia de fazer o trabalho. A este respeito, teísta teísta é pouco mais do que a afirmação de que não vêem um problema lógico ao assumir que Deus poderia ter usado um processo natural.

26. Darwin na Doca: C. S. Lewis sobre a evolução
John G. Oeste

Poucos escritores do século xx são tão amados pelos cristãos modernos como C. S. Lewis. Nos últimos anos, houve um debate considerável sobre as opiniões de Lewis sobre a evolução, com alguns afirmando que ele é melhor descrito como um defensor da evolução teísta. Este capítulo, com base nos escritos públicos e privados de Lewis, mostra que Lewis, de fato, expressou preocupações profundas e crescentes sobre os principais aspectos da teoria evolutiva moderna. Lewis não se opôs em princípio à ideia evolutiva de descendência comum, mas limitou fortemente a sua aplicação de uma forma que os principais proponentes da evolução seriam inaceitáveis. Mais importante, Lewis era um profunda cético do poder criativo da seleção natural de Darwin, e ele criticou severamente a aplicação do que ele chamou de "Evolucionismo" à moralidade e à sociedade. Finalmente, Lewis validados questões sobre a evolução darwiniana mostrando como a própria ciência depende de muitas suposições nonscientific.

Secção III: a crítica bíblica e teológica da evolução teísta

27. Evolução a evolução mina doze eventos de criação e várias doutrinas cristãs cruciais
Wayne grudem

Este capítulo fornece uma visão geral das questões levantadas pela evolução teísta na relação com a veracidade da Bíblia e várias doutrinas cristãs históricas. Em primeiro lugar, enumera doze afirmações específicas sobre a origem dos seres humanos e outras criaturas vivas que são detidas pelos mais proeminentes defensores da evolução teísta hoje. Em seguida, procura mostrar que essas afirmações estão em conflito direto com várias passagens das Escrituras, incluindo passagens não apenas do Antigo Testamento, mas também de dez livros no Novo Testamento. 

Conclui que a crença na evolução teísta é inconsistente com a crença na veracidade da Bíblia. Além disso, mostra como a evolução teísta prejudica onze doutrinas cristãs significativas. (este capítulo baseia-se fortemente na obra pormenorizadas detalhada de John Currid e de Guy Waters nos capítulos 28 e 29.)

28. a evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Antigo Testamento
John D. Currid

Este capítulo explora formas em que a evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Antigo Testamento. Ele analisa de perto o Gênesis 1-3 e responde às cinco explicações alternativas mais comuns propostas pelos defensores da evolução teísta: 
1) o "modelo funcional" de Gênesis 1-3; 
2) a visão que Gênesis 1-3 É " Mito "; 
3) a visão de que Gênesis 1-3 deve ser entendida como " Literatura figurativa e teológica "; 
4) a interpretação " esquema sequencial "; que argumenta que os eventos de Gênesis 2 Ocorreu muito depois de Gênesis 1; e 
5) a interpretação " Etiologia como metodologia que afirma que o Gênesis 1-3 foi escrito não como história factual, mas como uma explicação para certas características que vemos no mundo (embora a explicação não precise registrar eventos históricos reais) - Sim. Várias características no texto do Gênesis 1-3 mostram estas explicações alternativas para serem morris.

29. A evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Novo Testamento
Guy Prentiss Waters

Este capítulo afirma que a evolução teísta é incompatível com os ensinamentos do Novo Testamento. Ele inquéritos as passagens do Novo Testamento que endereço Adão e Eva (como relatado em Gênesis 1-3) e também passagens que refletem sobre o período da história coberta em Gênesis 4-11. Mostra que os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do Gênesis 1-11 em termos inteiramente históricos. 

O capítulo também dá mais atenção a duas das mais alargado exposições do Novo Testamento de Adão: 1 Coríntios 15:20-22, 44-49; e Romanos 5:12-21. Paulo entende Adão ser tão histórico como Jesus de Nazaré, e O Pai biológico de toda a raça humana. Ele também atribui a entrada do pecado e da morte na raça humana para o primeiro pecado de Adão, e mostra que o pecado de Adão é imputado à sua posteridade natural.

O capítulo finalmente mostra as formas em que os principais defensores da evolução teísta partem do testemunho dos escritores do Novo Testamento para Adão e Eva, assim chamando em causa os fundamentos históricos do Evangelho.

30. Teísta evolução é incompatível com a doutrina cristã histórica
Gregg R. Allison

Os líderes da igreja têm sido historicamente chamados para abraçar e guardar a posição ortodoxa da igreja sobre a criação. Este capítulo desenvolve os componentes específicos da doutrina sã na área da criação. Ele articula a perspectiva histórica da igreja e demonstra como a evolução teísta é incompatível com o ponto de vista consensual. Ele discute brevemente as opiniões de vários escritores evangélica mais recentes.

31. Nota adicional: B. B. Warfield não apoiar a evolução teísta como hoje é entendido
Fred G. Zaspel

Este capítulo cita extensivamente os escritos publicados e não publicados do teólogo de Princeton B. B. Warfield sobre a criação e evolução, demonstrando que warfield não apoiar a evolução teísta, como é entendido e defendido hoje.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

O que Darwin iria dizer se soubesse destes dados?

Existem 37,2 trilhões de células no corpo humano. Isso é 37,200,000,000,000 Células. Cada célula contém 2,3 bilhões (2.300000000) de proteínas (Veja o painel acima).

Isso equivale a 85560000000000000000000 de proteínas em seu corpo. Isto são 8.556 x 1021
 proteínas, ou seja, 8.5 Vigintilliões de proteínas.

Vamos supor que fossemos resultados da evolução darwiniana. Então, teria que ter em média um aumento em 2912 células por dia por seleção natural, produzindo as células corretas .durante 3.5 bilhões de anos.

A seleção natural tería que ter produzido 669.760.000.000.000, ou 669 trilhões de especificações corretas por dia durante 3.5 bilhões de anos.

A prevalência de função de baixo nível em quatro experimentos indica que cerca de uma em cada 1064  sequências consistentes em assinaturas forma um domínio funcional.

Fonte: NCBI

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Imperdível! Palestras com o Dr. Jonathan Wells no Brasil

Clique na imagem para ampliar!
Nota: O palestrante será o Dr. Jonathan Wells, um dos mais conhecidos defensores da Teoria do Design Inteligente. Doutor em biologia molecular e celular, e autor de livros famosos como o "Icons of Evolution" (2000), "The myth of Junk DNA" (2011) e o best-seller "Zombie Science" (2017).

Serão apresentadas quatro palestras no período entre 06-8 de novembro de 2017. As cidades contempladas serão São Paulo, São Bernardo do Campo e Campinas. Sua palestra será sobre bioquímica mas também abordará conteúdos voltados a filosofia, teologia, aspectos da mídia e divulgação e ensino de ciências. Com certeza será uma palestra histórica e 'arrasadora de mitos'! [FN]

sábado, 7 de outubro de 2017

Nobel de Química 2017 vai para microscópio que permitiu análise do vírus da zika

Jacques Dubochet, Joachim Frank e Richard Henderson são os vencedores do Prêmio Nobel de Química 2017
Depois da premiação do Nobel de Medicina e de Física, chegou a vez, nesta quarta-feira (4) dos pesquisadores Jacques Dubochet, Joachim Frank e Richard Henderson serem condecorados com o prêmio Nobel de Química pelos seus estudos com microscopia – uma técnica que melhora e simplifica a visualização de moléculas.

"Este método coloca a bioquímica em uma nova era. Pesquisadores agora vão poder congelar biomoléculas no meio de seus movimentos e visualizar processos que nunca foram vistos antes, o que é decisivo para o entendimento da vida e para o desenvolvimento de remédios", explicou a Academia Real Sueca de Ciências após anunciar os vencedores do Nobel de Química.

O método permite que os cientistas parem as moléculas no meio do seu processo orgânico e entendam o que está ocorrendo dentro dela. Essa técnica foi desenvolvida em 2013 pelos três pesquisadores e foi utilizada para visualizar as estruturas presentes no vírus da zika, coisa que não seria possível com outras tecnologias. O mesmo processo foi usado para observar a resistência bacteriana quando as células não respondem aos antibióticos de maneira suficiente.

Entenda a técnica que levou o Nobel de Química

Nas aulas de química do ensino médio, tudo são bolinhas. As proteínas são como colares de contas microscópicos, em que cada miçanga é um aminoácido. Os carboidratos têm um carbono ali, cinza, um oxigênio aqui, vermelho. Até a água vira LEGO: uma molécula pequena e gordinha, feita por três círculos encaixáveis.

Acontece que essas são só representações. Da mesma maneira que os mapas de metrô reduzem cidades caóticas a linhas retas e cores primárias, os livros didáticos transformam biomoléculas — os compostos químicos da matéria viva — em formas geométricas mais fáceis de entender.

Isso deixa uma pergunta no ar: o que nós veríamos se existisse um microscópio capaz de ‘tirar fotos’ de uma molécula de proteína ou carboidrato? Afinal, se um túnel de metrô real não é uma linha colorida, mas sim uma caverna de concreto longa e úmida, não há motivos para acreditar que as biomoléculas dos livros sejam iguais às reais.

Bem, em 1990 essa ainda era uma pergunta mais ou menos sem resposta. Já se conhecia bem o corpo humano e sua bioquímica, mas era muito difícil observá-lo em escalas tão pequenas. Foi aí que o suíço Jacques Dubochet, o alemão Joachim Frank e o britânico Richard Henderson criaram um método chamado crio-microscopia eletrônica – que lhes rendeu o Nobel de Química de 2017.

O nome é feio que dói, mas a técnica é valiosa: graças a ela, médicos puderam dar closes em coisas como o vírus da zika – para então analisar sua estrutura e criar novos remédios para combatê-lo (na imagem abaixo, c). Também foi possível observar de perto as proteínas que governam os ritmos circadianos, e entender nosso relógio biológico (a). Outra opção é dar uma olhada nos sensores de pressão minúsculos que existem no interior dos nossos ouvidos (b). 

Essas são só algumas das portas que a técnica abriu. Segundo o anúncio oficial do prêmio, mais de mil estruturas orgânicas antes invisíveis ganharam ‘retratos falados’ em HD após a invenção da crio-microscopia eletrônica.  


domingo, 1 de outubro de 2017

Núcleo de estudos criacionista será inaugurado em Blumenau, SC

Nos dias 6 e 7 de outubro será realizada na cidade de Blumenau, SC, a I Jornada Criacionista do Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB). O evento tem o objetivo de fundar o terceiro núcleo de estudos da SCB e, assim, iniciar suas atividades de divulgação do criacionismo no estado de Santa Catarina. O criacionismo é uma interpretação alternativa da natureza a partir da cosmovisão bíblica nas discussões acadêmicas sobre a origem da vida. Serão dois dias de muita informação abertos a toda a comunidade, com palestras de cientistas e pesquisadores do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB).

PALESTRAS

6/10 (19h30) – O Criador e o Método Científico
Com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Júnior, químico, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e diretor-presidente do Numar-SCB.

7/10 (9h30) – Um panorama sobre as atividades criacionistas no Brasil
Com o MSc. Everton Fernando Alves, cofundador e editor associado da Origem em Revista e diretor executivo do NBLU-SCB.

7/10 (10h30) – Evidências bíblicas do Dilúvio
Com o MSc. Everton Fernando Alves, mestre em Ciências e pós-graduando em Biotecnologia (Biologia Molecular, UEM) e rditor-chefe da Origem em Revista.

7/10 (16h) – Mitos sobre a evolução dos dinossauros
Com o MSc. Everton Fernando Alves.

MAIS SOBRE O EVENTO

O Simpósio está sendo organizado pelo Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB) e conta com o apoio da Sociedade Criacionista Brasileira, com sede em Brasília, DF, e do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB). O evento contará com certificação emitida pelo NBLU-SCB.

De acordo com o MSc. Emerson Lubitz, professor do Departamento de Engenharia Civil da FURB e diretor-presidente do NBLU-SCB, “a I Jornada Criacionista de Blumenau é o evento inaugural do recém-formado Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB), criado por um grupo de entusiastas desse tema tão controverso quanto fascinante. Pretende-se, a partir desse começo, unir esforços a outros núcleos formados e em formação na obra de apontar a narrativa bíblica como fundamento real e preciso da origem da vida, enfatizando a atuação de um Ser de infinitas magnificência, sabedoria e excelência, que conhecemos simplesmente por Deus. A Ele daremos honra através de cada ação, cada palavra, cada esforço, enfim, nesta jornada que ora se inicia”.

INSCRIÇÕES:

As inscrições serão gratuitas (com certificação) e deverão ser feitas online através do seguinte link: https://goo.gl/GiJw6v

DATA: 6 e 7 de outubro
LOCAL: Espaço Vida & Saúde. Rua Gustavo Salinger, 500 – Bairro Itoupava Seca, Blumenau, SC.

Mais informações sobre o evento:
Alexandre Kretzschmar
47 99149-0208

alexandre.kretzschmar@gmail.com
Diretor executivo do NBLU-SCB

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Evolucionista admite: evolução evita maiores questões da origem biológica

Gerd B. Müller
Neste encontro de novembro de 2016 da Royal Society, “New Trends in Evolutionary Biology” [Novas tendências em biologia evolucionária], o renomado teórico evolucionista austríaco Gerd B. Müller [foto ao lado] fez a primeira apresentação. Como destacamos antes, foi uma apresentação devastadora para alguém que quer pensar que, sobre as grandes questões de origens biológicas, a teoria evolucionária ortodoxa já explicou tudo. Em vez disso, Müller apontou para as lacunas de “déficits explanatórios” na teoria. Agora a publicação científica da Royal Society, o Interface Focus, oferece uma edição especial reunindo artigos baseados nas palestras da conferência. Vejamos o que o Dr. Müller tem a dizer no artigo intitulado “Why anextended evolutionary synthesis is necessary” [Por que é necessária uma síntese evolutiva ampliada/estendida]. Um amigo destacou o seguinte parágrafo:

“Como pode ser notado dos princípios relacionados, a atual teoria evolucionária é predominantemente orientada para uma explicação genética de variação, e exceto por algumas modificações semânticas mínimas, isso não tem mudado ao longo das últimas sete ou oito décadas. Qualquer que seja o apoio da boca para fora pago para levar em consideração outros fatores do que aqueles aceitos tradicionalmente, descobrimos que a teoria, conforme apresentada em artigos existentes, concentra-se em uma limitada série de explanação evolutiva, excluindo a maioria daqueles mencionados entre os objetivos explanatórios acima. A teoria cumpre bem seu papel no que diz respeito às questões em que se concentra, fornecendo predições testáveis e abundantemente confirmadas na dinâmica da variação genética em populações evoluindo, na variação gradual e adaptação de características fenotípicas, e sobre certas características genéticas de especiação. Se a explanação parasse aqui, não existiria controvérsia. Mas, tem se tornado habitual em biologia evolucionária se tomar a genética de população como o tipo de explicação privilegiado de todos os fenômenos evolutivos, negando assim o fato de que, por um lado, nem todas as suas predições podem ser confirmadas sob todas as circunstâncias e, por outro lado, um grande número de fenômenos evolucionários permanece excluído. Por exemplo, a teoria evita largamente a questão de como as organizações complexas de estrutura organismal, a fisiologia, o desenvolvimento ou comportamento – cuja variação ela descreve – surgem realmente na evolução, e também não fornece meios adequados para incluir fatores que não fazem parte da estrutura da genética populacional tais como as influências de desenvolvimento, sistemas teóricos, ecológicos ou culturais.”

Uau! Leia isso de novo. Müller diz que “a atual teoria evolucionária... amplamente evita a questão de como as organizações complexas de estrutura organismal, fisiologia, desenvolvimento ou comportamento... surgem de verdade na evolução”. Mas como a coisa biológica “surge de verdade” é exatamente o que a maioria das pessoas pensa quando elas pensam da “evolução”.

Diz o nosso amigo, vide Michael Behe no seu livro The Edge of Evolution, onde o Dr. Behe pergunta: “A grande questão, contudo, não é ‘Quem sobreviverá, o mais apto ou o menos apto?’ A grande questão é ‘Como os organismos se tornam mais aptos?’” Müller concede que o pensamento evolucionário convencional “amplamente evita” essa “grande questão”. Embora expressada em termos anódinos, isso é uma acusação gravíssima.

Eis aqui outras pérolas do artigo:

“Um número crescente de publicações defende uma profunda revisão ou até mesmo a substituição da teoria da evolução padrão [2-14], indicando que isso não pode ser desconsiderado como uma opinião minoritária, mas, antes, é um amplo sentimento idêntico entre cientistas e filósofos.”

Essa afirmação poderia ter aparecido em um trabalho de proponente de design inteligente. Mas espere, isso ainda fica melhor:

“Na verdade, um número crescente de desafios ao modelo clássico de evolução tem surgido ao longo dos últimos anos, tais como da biologia de desenvolvimento evolucionário [16], epigenética [17], fisiologia [18], genômica [19], ecologia [20], pesquisa de plasticidade [21], genética populacional [22], evolução regulatória [23], abordagens de redes [14], pesquisa de novidade biológica [24], biologia comportamental [12], microbiologia [7] e biologia de sistemas [25], ainda mais apoiado pelos argumentos das ciências culturais [26] e sociais [27], bem como por tratamentos filosóficos [28–31]. Nenhuma dessas contenções é acientífica, todas repousam firmemente em princípios evolucionários e todas são apoiadas por evidência empírica substancial.”

“Desafios ao modelo clássico” são “amplas” e “nenhuma... é acientífica”. Uau! Arquive isso para futura referência.

Mais: “Algumas vezes esses desafios são tratados com hostilidade dogmática, denunciando qualquer crítica do edifício teórico tradicional como estúpida [32], mas mais frequentemente os defensores da concepção tradicional argumentam que ‘tudo vai bem’ com a atual teoria evolucionária, que eles veem como tendo ‘coevoluído’ junto com os avanços metodológico e empírico que já recebem o que lhes é devido na atual biologia evolucionária [33]. Mas o fato repetidamente enfatizado de que os mecanismos evolucionários inovadores têm sido mencionados em certos artigos mais antigos ou mais recentes não quer dizer que a estrutura formal da teoria evolutiva tenha se ajustado a eles.”

Os darwinistas ortodoxos da escola “Tudo Vai Bem” enfrentam os desafios com “hostilidade dogmática”? Sim. Nós estávamos cientes.

Aqui ele destrói a noção, uma verdadeira extrapolação vazia, de que as mudanças microevolutivas podem explicar as tendências macroevolutivas:


“Uma versão mais sútil do argumento isso-já-foi-dito-antes usado para desviar quaisquer desafios à visão recebida é levar a questão para o interminável debate da micro-versus-macroevolução. Enquanto que a ‘microevolução’ é considerada como a mudança contínua das frequências de alelos dentro de uma espécie ou população [109], o conceito mal definido de macroevolução [36], amalgama a questão de especiação e a origem dos ‘táxons superiores’ com a tão chamada ‘principal mudança fenotípica’ ou novo tipos construcionais. Geralmente, um reconhecimento superficial do problema da origem dos caracteres fenotípicos rapidamente se torna uma discussão de argumentos de genética de população sobre a especiação, muitas vezes ligada ao conceito difamado de equilíbrio pontuado [9], a fim de finalmente desconsiderar qualquer necessidade da mudança de teoria. Assim, o problema da complexidade fenotípica se torna (des)elegantemente ignorado. Inevitavelmente, a conclusão é alcançada de que os mecanismos microevolucionários são consistentes com os fenômenos macroevolucionários [36], muito embora isso tenha muito pouco a ver com a estrutura e predições da Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida. A verdadeira questão é que a evolução genética sozinha tem sido encontrada insuficiente para uma explicação causal adequada de todas as formas de complexidade fenotípica, não somente de algo vagamente denominado ‘macroevolução’. Consequentemente, a distinção micro/macro serve somente para obscurecer as questões importantes que surgem dos atuais desafios à teoria padrão. Isso não deveria ser usado na discussão da Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que raramente faz quaisquer alusões à macroevolução, embora algumas vezes seja forçada a fazer.”


Isso é uma concessão maior da parte de uma figura principal no mundo da teoria da evolução. É um grande olho preto à turma do “Tudo Vai Bem”. Quem irá dizer para a mídia? Quem irá dizer aos leões de chácara de Darwin? Quem irá dizer aos estudantes de biologia no ensino médio ou na faculdade, mantidos nas trevas pela rígida pedagogia darwinista?

A evolução tem somente “pontos fortes” e nenhum “ponto fraco”, você diz? A teoria darwinista está tão firmemente estabelecida como “a gravidade, o heliocentrismo e a forma redonda da Terra“? Realmente? Como alguém pode possivelmente manter esse tanto considerando-se essa afirmação cristalina, não de nenhum defensor do DI ou cético de Darwin, não de um tão-chamado “criacionista”, mas de uma figura central em pesquisa evolucionária, escrevendo em um journal publicado pela augusta sociedade científica uma vez presidida por Isaac Newton, por ter gritado tão alto?

Manter este ponto de que “Tudo Vai Bem” com a evolução indica que você deve estar em um estado sério de negacionismo.

Fonte: Evolution News, via Desafiando a Nomenklarura Científica

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sol + CO2 = gasolina, diesel ou querosene

Planta-piloto - Aqui já foram produzidos os primeiros 200 L de combustível sem petróleo
Um projeto tocado por engenheiros e pesquisadores da Alemanha e da Finlândia produziu os primeiros 200 litros de combustível sintético extraído do dióxido de carbono ( CO2) atmosférico e usando energia solar.

O combustível limpo foi produzido em uma planta-piloto móvel, que pode ser usada de forma descentralizada para produzir gasolina, diesel ou querosene. Para facilitar sua mobilidade, a planta química supercompacta foi acondicionada em um contêiner.

"O sucesso da transição energética exige inovações geradas por pesquisas se estendendo dos fundamentos até as aplicações," disse o professor Thomas Hirth, do Instituto de Tecnologia Karlsruhe. "O sucesso do [projeto] Soletair reflete a importância das redes de pesquisa internacionais que lidam com os desafios globais e desenvolvem soluções aplicáveis."

Do  CO2 à gasolina

A usina de combustível é formada por três componentes principais.

A unidade de "captura direta do ar" captura o dióxido de carbono do ar em volta.
A seguir, uma unidade de eletrólise usa a energia solar para produzir hidrogênio. No terceiro componente, o dióxido de carbono e o hidrogênio são primeiro convertidos em gás de síntese reativo a alta temperatura e depois em combustíveis líquidos em um reator químico microestruturado.

Reator microestruturado - Converte o
gás de síntese em combustíveis líquidos.
A equipe afirma que esta é a primeira vez que o processo completo, da energia fotovoltaica e da captura de dióxido de carbono do ar, até a síntese de combustível líquido, mostrou sua viabilidade técnica.

A planta-piloto tem uma capacidade de produção de 80 litros de gasolina por dia. Na primeira
campanha, agora concluída, foram produzidos cerca de 200 litros de combustível em várias fases, para estudar o processo de síntese ideal, as possibilidades de reaproveitar o calor produzido e as propriedades do produto final.

A planta compacta foi projetada para fabricação descentralizada, além de poder se encaixar em um contêiner para facilidade de transporte. Com isto, uma usina completa poderá ser ampliada de forma modular. A equipe já está constituindo uma empresa para comercializar esses módulos.

Fonte: Inovação Tecnológica

sábado, 12 de agosto de 2017

Uma semana difícil para os ateus

Escritor e cientista, Dawkins
Richard Dawkins é conhecido por ser um defensor intransigente do ateísmo e do darwinismo. Postei nove posts sobre ele aqui no neste blog - confira aqui. Mas houve uma situação em que ele se deu muito, muito mal, durante um programa de rádio da BBC de Londres, ao vivo, debatendo com um sacerdote da Catedral de St. Paul. Com seu tom tipicamente beligerante, o autor de Deus um Delírio afirmou arrogantemente que os cristãos são muito despreparados, pois a maioria deles não seria sequer capaz de mencionar o nome dos evangelhos. A resposta do sacerdote foi impressionante. Assista.

terça-feira, 18 de julho de 2017

10 dicas para ter sucesso na vida, segundo um Nobel de Química

Stoddart palestrando na Convenção IUPAC 2017 - "Dedicação e humildade são os segredos".
Fraser Stoddart, Nobel de Química de 2016, esteve em São Paulo para a 49ª convenção da União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), um dos principais encontros da área, que ocorreu entre os dias sete e 13 de julho de 2017.

Ao fim de sua palestra, Stoddart fez questão de ressaltar algumas dicas que o ajudaram a ser bem sucedido na vida, dando destaque para uma citação do dramaturgo britânico Noel Coward: "O segredo do sucesso é a capacidade de superar o fracasso".

Para ter sucesso em qualquer aspecto da vida, o ganhador do Nobel indica:

01 - Trate as pessoas como gostaria de ser tratado

02 - Seja respeitoso com as pessoas mais jovens que você

03 - Trate pessoas com diferentes passados e culturas da mesma forma

04 - Não fale mal das outras pessoas

05 - Pense antes de abrir sua boca

06 - Perceba que vivemos em um mundo pequeno

07 - Esteja pronto para dar mais que receber

08 - Apoie quem estiver ao seu redor

09 - Seja pronto, disposto e capaz de elogiar

10 - Aprenda a fazer muito com pouco

Fonte: Galileu

I Simpósio de Design Inteligente do Nordeste

Depois do grande sucesso do TDI BRASIL, TDI RIO e TDI Sâo Paulo teremos agora em Novembro 2017 - 10 e 11 em Fortzaleza -Ceará o TDI NORDESTE a ser realizado na Universidade Federal do Ceará - UFC.

Grandes nomes da TDI BRASIL estarão lá, além de um dos maiores defensores do DI no mundo - Jonathan Wells. Ele é também autor de dois livros que se tornaram ícones do DI - "Icons of Evolution" e mais recentemente "Zombie Science: More Icons of Evolution".

Inscreva-se já e não perca mais este congresso histórico da TDI no Brasil.

Fonte: TDI NORDESTE

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A profunda ignorância dos cientistas sobre a origem da vida

Embora o público em geral seja desconsertadamente desconhecedor, o simples fato científico é que os cientistas ainda não têm a menor ideia de como a vida pode ter começado através de um processo natural não guiado com a ausência da intervenção de uma força criadora consciente.

Eis aqui algumas declarações sobre a origem da vida:

LUCA - Antepassado comum
universal de todas as células
James Tour, professor de Química na Universidade Rice, 2016: “[Há] ignorância coletiva. [...] Aqueles que dizem que isso já está bem elaborado não sabem de nada, nada sobre a síntese química... Aqueles que pensam que os cientistas entendem os detalhes da origem da vida estão completamente desinformados. Ninguém entende. [...] Quando a comunidade científica confessará ao mundo que eles não têm pistas sobre a origem da vida, que o imperador está nu?”

 Eugene Koonin, microbiólogo, 2011: “A origem da vida é um fracasso.”

Lee Hartwell, laureado com o Prêmio Nobel em Medicina, 2011: “Com respeito à origem da vida, eu descubro que quanto mais aprendemos sobre as células, mais complexas elas parecem; elas simplesmente são coisas incrivelmente complexas, e partir do que nós podemos ver hoje e tentar raciocinar de onde veio, eu acho que é realmente impossível.”

 Paul Davies, físico teórico da Universidade Estadual do Arizona, 2010: “Como [a vida começou]? Nós não temos ideia.”

 Franklin Harold, biólogo molecular da Universidade Estadual do Colorado, 2001: “Para mim, a origem da vida parece tão incompreensível quanto antes, uma questão para se maravilhar, mas não para explicação.”

 Hubert Yockey, físico e renomado teórico da informação, 1981: “Uma vez que a ciência não tem a menor ideia de como a vida na Terra se originou... seria somente honesto confessar isso para os outros cientistas, para os financiadores, e para o público em geral.”

Basta dizer que não somente a ciência não tem progredido nessa área desde que Charles Darwin publicou seu famoso tratado de 1859, A Origem das Espécies, mas, ao contrário, regrediu em muitas ordens de grandeza.

O que quero dizer com regredir torna-se claro se traçarmos o dilema da origem da vida em um gráfico X-Y padrão; com o eixo X horizontal representando o entendimento de uma origem naturalista da vida de 1859 até o presente. É uma linha reta começando com zero (entendimento em 1859) e terminando com zero (entendimento em 2017). Que o eixo Y represente o nível de entendimento desde 1859 da magnitude do problema que precisa ser resolvido. Em 1859, era tido como sendo uma questão relativamente trivial (i.e. próxima de zero); todavia, devido aos avanços surpreendentes em genética, bioquímica, e microbiologia desde então, a linha do eixo Y já saiu do gráfico.

Como o bioquímico Klaus Dose escreveu: “A experimentação da origem da vida... tem levado a uma melhor percepção da imensidade do problema da origem da vida na Terra em vez de sua solução.” Os pesquisadores Carl Woese e Gunter Wachtershauser concordam: “Embora nós não tenhamos uma solução, agora temos uma noção da magnitude do problema.”

Por que os pesquisadores estão enfrentando tais dificuldades em descobrir uma origem naturalista da vida? “Certamente”, disse Koonin, “isso não é devido a uma falta de esforço experimental e teórico, mas à extraordinária intrínseca dificuldade e complexidade do problema. Uma sucessão de etapas extremamente improváveis é essencial para a origem da vida... Isso faz o resultado final parecer quase que um milagre.”

Em outras palavras, descobrir como que forças naturais não guiadas poderiam montar uma célula viva – uma máquina molecular mais sofisticada e funcionalmente complexa do que qualquer tecnologia humana já produzida – é um problema de proporções atormentadoras como um pesadelo.

O conjunto de peças LEGO de um modelo da ponte do Brooklyn tem 852 peças; cada peça foi intencional e especificamente planejada para construir o modelo da ponte. Imagine que a você foi designada a tarefa de descobrir um caminho para a montagem bem-sucedida do modelo da ponte usando somente forças naturais não guiadas (calor, raio, luz solar, vento, radiação, etc....).

Fonte: Questia, via Desafiando a Nomenklatura Científica

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