domingo, 28 de setembro de 2014

Triceratops não existiu, diz estudo

Triceratops: o famoso dinossauro pode não passar da versão jovem de outra espécie
Pesquisadores americanos desmentem uma crença centenária envolvendo o Triceratops, uma das espécies de dinossauro mais conhecidas do público em geral.

John Scannella e Jack Horner, da Universidade Estadual de Montana, afirmam: o Triceratops nunca existiu. Ele é apenas a fase jovem de outra espécie, já conhecida, chamada Torosaurus.

Desde o início do século 19, cientistas acreditam que ambos pertencem a duas espécies diferentes; o motivo são as grandes diferenças morfológicas, encontradas especialmente no crânio.

O Triceratops possuía três chifres e uma “saia” no pescoço relativamente curta. Já o Torosaurus tinha esta parte do pescoço muito maior, com dois grandes buracos através dela.

O estudo de Scannella e Horner buscava reconstruir o ecossistema do período Cretáceo e, como parte da pesquisa, eles analisaram diversas de amostras de dinossauros. Mais de 50 exemplares de Triceratops, em diferentes estágios de desenvolvimento, tiveram seus crânios medidos. Os dos mais jovens tinham o tamanho de um bola de futebol. O dos mais adultos tinham o tamanho de um carro pequeno.

Curiosamente, ao analisar os Torosaurus os pesquisadores notaram que, não só seus corpos eram mais raros, como todos eram grandes e não havia nenhum filhote. Além disso, algumas análises mostraram que o crânio do Triceratops considerados adultos ainda estava passando pro mudanças.

Por três anos, os pesquisadores tentaram encontrar outra explicação, até que concordaram que, a única cabível para as descobertas, era a de que se tratava de estágios diferentes de uma única espécie. A confusão em classificá-los como duas espécies seria compreensível, uma vez que a versão infantil do dinossauro seria diferente da adulta, e seus crânios mudavam radicalmente conforme cresciam. Isso já foi observado em outras espécies (pachycephalosaurs, tyrannosaurs) que viveram na América do Norte.

Uma explicação para a pouca quantidade de ossos de Torosaurus encontrada seria a alta mortalidade dos animais mais jovens, sendo que poucos chegariam à fase adulta. A conclusão de que ambos são o mesmo dinossauro em diferentes estágios de crescimento foi publicada no Journal of Vertebrate Paleontology.

Na análise, os pesquisadores ressaltam a importância de se considerar as variações morfológicas dos animais para que os paleontólogos não superestimem a variedade de dinossauros.

Se confirmada, essa descoberta seria mais um ponto na discussão sobre a diversidade dos dinossauros no período Cretáceo e Mesozóico. Muitos pesquisadores defendem a ideia de que já havia muito menos espécies na Terra quando o asteróide que aniquilou de vez os dinossauros caiu, há 65 milhões de anos. Se houve realmente um declínio na diversidade, eles estariam mais vulneráveis quando o asteróide caiu.

Na imagem abaixo está o que acreditava-se ser o Triceratops, à esquerda, e sua nova "cara": o Torosaurus, à direita, seria o verdadeiro adulto.
Fonte: Info Abril

Nota: Neste mesmo erro científico não podemos esquecer também de um outro erro parecido que ocorreu com a evolução humana. É importante saber, clique aqui para conhecer esta pesquisa. [FN]

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Metade da água do planeta pode ser mais antiga que o Sol

Um estudo apresentado nesta quinta-feira indica que metade da água do planeta talvez seja mais antiga do que o Sistema Solar, o que aumenta a possibilidade de existir vida fora de nossa galáxia , a Via Láctea.

O trabalho, divulgado na revista americana Science, vai alimentar o debate sobre se as moléculas de gelo de água nos cometas e nos oceanos se formaram no disco de gás e poeira ao redor do jovem Sol há 4,6 bilhões de anos, ou se provêm de uma nuvem interestelar mais antiga.

"Determinando agora a parte antiga da procedência da água na Terra, podemos ver que o processo de formação de nosso Sistema Solar não foi único e que, portanto, os exoplanetas podem se formar nesses ambientes onde a água é abundante", explicou Tim Harries, do Departamento de Física e Astronomia da universidade britânica e um dos autores da pesquisa.

Levando-se em consideração que a água é um elemento crucial para o desenvolvimento da vida na Terra,  os resultados deste estudo podem sugerir que a vida existe em outro lugar mais além da nossa galáxia, ressaltaram os cientistas.

"Trata-se de um passo importante em nossa busca para saber se a vida existe em outros planetas", afirmou Harries.

Os resultados "aumentam a possibilidade de que alguns planetas fora de nosso Sistema Solar (exoplanetas) contem com as condições propícias e recursos de água que permitam a existência de vida e sua evolução", afirmou.

Utilizando um sofisticado modelo que permite simular as fórmulas químicas entre as moléculas de água formadas no Sistema Solar e as que existiam antes, os pesquisadores da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, descobriram que entre 30 e 50% da água consumida hoje em dia é cerca de um milhão de anos mais antiga do que o Sol.

Fonte:  Exame

Nota: Sem dúvidas, a água é essencial para existência da vida, mas ela sozinha não é garantia do surgimento da vida. Pelas pesquisas atuais, sabemos que é necessário haver outras associações de substancias complexas e também propícias para que a vida possa desenvolvesse. Confirme a minha declaração aqui! Mesmo assim, porque a reportagem afirmou a possibilidade de vida em outros planetas por motivos de água antiga? A resposta é simples, eles creem no naturalismo filosófico, ou seja, no evolucionismo.

Por outro lado, se observarmos melhor esta descoberta, notaremos que os resultados metafíscos desta pesquisa encaixa-se mais para a filosofia bíblica (criacionismo) do que a naturalista (evolucionismo). Veja o que está escrito no livro de Gênesis 1: 2, ("E a terra era sem forma e vazia, trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas"). E depois leia Gênesis 1: 3, ("Disse Deus, haja Luz, e houve luz."). Viu? Segundo os relatos bíblicos, a água já existia há muito tempo, mesmo antes da criação da terra e o sol veio a existir no quarto dia da criação. Sendo assim, ponto para nós criacionistas! Se realmente esta pesquisa for comprovada, podemos dizer mais uma vez que, a ciência sempre estará do lado da bíblia. [Firmo Neto]

Leia também: Descoberto o maior reservatório de água do mundo 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A implausibilidade de ciclos metabólicos na Terra prebiótica

Ciclos ocorrem de forma generalizada em todos os ramos da química. A definição de um catalisador tal como um agente que facilita a conversão de reagentes para produtos, sem se ser mudado quase que assegura que um catalisador que pode iniciar sucessivas "ciclos" de a mesma reacção. Ciclos metabólicos são diferentes. Estritamente, eles são, por definição restrita a bioquímica. Como ciclos catalíticos, eles também resultar em repetidas conversões de substratos em produtos, mas eles envolvem sequências muito mais complexas de reacções químicas. Tanto quanto sei, a reação Formose, que converte formaldeído a uma mistura complexa de produtos, incluindo vários açúcares [1], é a sequência da reacção não enzimática apenas conhecido que é em tudo semelhante a um ciclo metabólico, embora a existência de um ou dois ciclos muito mais simples tem sido estabelecido ou se provável na literatura de química prebiótica [2,3]. Foi proposta a possibilidade de que as reações de ácido cianídrico (HCN) pode formar a base para uma organização cíclico complexo [4], mas não há ainda nenhuma evidência experimental para apoiar esta proposta.

Se os ciclos complexos análogos aos ciclos metabólicos poderia ter operado na Terra primitiva, antes do aparecimento de enzimas ou outros polímeros informativos, muitos dos obstáculos para a construção de um cenário plausível para a origem da vida desapareceria. Se, por exemplo, um sistema complexo de ciclos não-enzimáticos poderia ter feito nucleótidos disponíveis para a síntese de ARN, muitos dos problemas da química prebiótica seria irrelevante. Talvez um polímero simples precedida de ARN como o material de exemplo para-genético, um polímero com base em uma espinha dorsal de glicerol-fosfato [5] ou uma espinha dorsal ácido phosphoglyceric. Poderia um não enzimática "ciclo metabólico" fizeram tais compostos disponíveis na pureza suficiente para facilitar o aparecimento de um polímero informativo replicante?

É preciso reconhecer que a avaliação da viabilidade de qualquer ciclo de prebiótico proposta específica deve depender argumentos sobre a plausibilidade química, em vez de uma decisão sobre a possibilidade lógica. Qualquer sequência de reacção que é permitido pela termodinâmica poderia, em princípio, ser realizado, dada uma família suficientemente activo e específico de catalisadores. As plantas sintetizam alcalóides complexos, tais como estricnina, a partir de CO2, NH3 e equivalentes redutores, por isso deve, em princípio, ser possível atingir esses sínteses a partir de CO2, NH3 e H2, dada uma família de catalisadores prebióticos suficientemente activas e específicas .

No entanto, poucos acreditam que qualquer conjunto de minerais na Terra primitiva é provável que promoveram essas sínteses um rendimento significativo. Cada ciclo metabólico proposto, portanto, deve ser avaliada em termos de eficiência e especificidades que seriam necessários de seus catalisadores hipotéticas para que o ciclo de persistir. Em seguida, argumentos baseados em evidências experimentais ou plausibilidade químico pode ser usado para avaliar a probabilidade de que uma família de catalisadores que é adequado para a manutenção do ciclo poderia ter existido na Terra primitiva.

Os ciclos metabólicos que foram identificados por bioquímicos são de dois tipos: simples ciclos e ciclos autocatalíticos. O ciclo do ácido cítrico, o que provoca a oxidação do acetato de CO2 com a síntese concomitante de ATP, e o ciclo da ureia, que resulta na conversão de ureia a NH3 tóxico relativamente inofensivos, são dois exemplos de ciclos simples. O passo inicial do ciclo anterior, é a síntese de ácido cítrico e de ácido oxaloacético acetil-CoA. Depois de uma volta do ciclo, de etilo é completamente "queimados" CO2 como uma molécula de oxaloacetato é regenerado. O ciclo de Calvin e escuro no ciclo do ácido cítrico inversa, ambas as quais resultam na fixação de CO2 na importantes intermediários bioquímicos, são exemplos de ciclos autocatalíticos. O (redutora) ciclo do ácido cítrico inversa (Figura 1) é iniciada pela divisão de ácido cítrico para se obter o ácido oxaloacético e acetil-CoA. Depois de uma volta do ciclo, duas moléculas de ácido cítrico são formadas, de modo que desde que nenhum material seja desviado do ciclo. É por isso que o ciclo é descrito como autocatalítica-cada molécula de ácido cítrico introduzido nos resultados do ciclo, depois de uma volta do ciclo, na geração de duas moléculas de ácido cítrico. A proposta de que o ciclo de ácido cítrico reverso operado nonenzymatically na Terra primitiva tem sido uma característica marcante de alguns cenários para a origem da vida [6-8].

GRÁTIS GRATIS PDF: PLoS Biology

Lido no blog Desafiando a Nomenclatura Científica

Química de sistemas prebióticos: novas perspectivas para a origem da vida

Índice

1 Introdução

1.1. Um Historicamente campo controverso
1.2. Sistemas de Química como um novo, mais abrangente Perspectiva

2. vias químicas em biomoléculas

2.1. Síntese Prebiotic de monômeros: lipídios, aminoácidos e nucleotídeos
2.1.1. Synthesis of Lipids
2.1.2. Síntese de Aminoácidos
2.1.3. Síntese de Nucleotídeos
2.1.4. Resumo
2.2. Prebiótico Síntese de Polímeros: Peptídeos e Ácidos Nucleicos
2.2.1. Síntese de Peptídeos
2.2.2. Síntese de Ácidos Nucleicos
2.2.3. Coevolution na síntese de péptidos e ácidos nucleicos
2.3. Origens da homoquiralidade

3. processos químicos complexos no caminho para Sistemas Vivos

3.1. Surgimento de Comportamento Complexo Químico: auto-organização e auto-montagem
3.1.1. Dynamics Reação oscilatórios
3.1.2. Redes autocatalíticos e Protometabolic Cycles
3.1.3. Assembleia de anfifílicos moléculas em Protocellular Compartimentos
3.2. De reprodução e replicação Processos
3.2.1. Reprodução de vesículas
3.2.2. Redes de replicar Polymers
3.3. Desenvolvimento biológico evolucionário Mecanismos: O RNA World
3.3.1. Pré-RNA Worlds
3.3.2. O RNA World Hipótese: Combinando genótipo e fenótipo, a nível molecular
3.3.3. Quasispecies Vírus RNA como um sistema modelo para o RNA World

4. Abordagens integração sistêmica

4.1. Template-Metabolismo Integração
4.2. Boundary-Template Integração
4.3. Integração Metabolismo-Fronteira
4.4. Para a integração de modelos, Metabolismo e Boundary

5. atuais ferramentas metodológicas para o desafio

5.1. Química Combinatória dinâmico
5.2. De alto rendimento técnicas bioquímicas: tecnologias de sequenciamento e microarrays
5.3. In Vitro Evolução de ácidos nucléicos e outras biomoléculas
5.4. Microfluídicos e nanofluídica Abordagens

6 Considerações Finais e questões em aberto

GRÁTIS GRATIS PDF: Chemical Reviews

Lido no blog Desafiando a Nomenckatura Científica

Quem realmente se opôs a Darwin: os religiosos ou os cientistas?

Na edição de Março de 1998 da Discovery Magazine, Matt Cartmill usou o termo “guerra santa” para descrever a campanha atual contra Darwin. Cartmill afirmou que estes “cruzados” não são só Cristãos mas também algumas pessoas da “esquerda multicultural”. Termos assim emotivos conjuram imagens de multidões militantes compostas por fanáticos enervados envolvidos numa cruzada de queima de livros, marchando pelas estradas numa jihad contra o infiel. Cartmill assume que nenhuma pessoa inteligente e razoável pode ter dúvidas sérias em torno da teoria da evolução – dúvidas baseadas apenas e só em argumentos científicos.

O artigo começa com a declaração:

Tanto quanto sabemos, todos os seres vivos existentes na Terra descendem dum distante ancestral comum que viveu há mais de 3 mil milhões de anos atrás. (1)  A teoria de Darwin, diz Cartmill tem “sido a sabedoria aceite há mais de cem anos.”

Isto tem a aparência de algo poderoso, certo? “Sabedoria aceite”. O argumento por excelência de pressão de pares. Onde é que nós estaríamos sem ela? Se ao menos Copérnico e Galileu tivessem prestado atenção à “sabedoria aceite” dos seus dias, hoje não teríamos esta visão solar-cêntrica do nosso sistema solar a estragar os nossos textos de astronomia. hmm..

O sentimento que dá impulso ao artigo é a ideia de que a maior parte da oposição a Darwin tem as suas origens junto de Cristãos anti-evolucionistas zangados e conservadores, e que esta triste situação teve início em 1859 quando Darwin publicou o seu livro “A Origem das Espécies”. Na verdade, foi a comunidade científica de então que não acreditou em Darwin, ao mesmo tempo que os religiosos lambiam as teorias de Darwin da mesma forma que um urso ataca mel.

Sir John Herschel, matemático famoso, astrónomo e Membro da “Royal Society”, antipatizou tanto com a teoria de Darwin que qualificou-a de “a lei higgledy-pigglety” [= desordenada, desregrada, sem nexo, sem lógica, etc].(2) O brilhante físico James Clerk Maxwell opôs-se tenazmente contra o Darwinismo.(3) O famoso filósofo da ciência William Whewell, autor do clássico “The History of Inductive Sciences”, nem sequer permitia que o livro de Darwin fizesse parte da livraria de Cambridge.

Houve muitos outros tais como Adam Sedgwick – o geólogo que ensinou a Darwin os elementos da geologia) e Andrew Murray, o etimologista; ambos eram firmes opositores da teoria da evolução de Darwin. Depois de ler o livro de Darwin, Sedgwick chegou até a escrever-lhe uma carta, dizendo:

Li o seu livro com mais dor que prazer. Houve partes que admirei profundamente, e houve outras que me fizeram rir até ficar dorido dos lados; outras partes li com tristeza absoluta visto que as considero completamente falsas e gravemente maliciosas. (4)

Alguma vez se questionaram sobre as origens da palavra “dinossauro”? A mesma foi cunhada por Richard Owen, o Director do “Natural History Department” do Museu Britânico. Owen levantou tanta oposição ao trabalho de Darwin que em 1863 este último escreveu uma carta ao amigo evolucionista Huxley, dizendo o quão perturbado ele estava com as críticas de Owen:

Estou a arder de indignação. Não consegui dormir até há três dias atrás, devido à uma indigestão.

Mais tarde, Darwin expressou os seus sentimentos em torno de Owen ao seu amigo Hooker: Acho que o odeio mais do que tu o odeias. (5) Querra_SantaParece que eram os evolucionistas que estavam zangados com os reaccionários.

Louis Agassiz, fundador da geologia glacial moderna, e Louis Pasteur (que foi pioneiro na imunização, desenvolveu a Lei da Biogénese – que afirma que no mundo natural, a vida biológica só pode surgir de vida biológica pré-existente – e que é frequentemente chamado de o maior cientista do século 19) eram ambos tenazmente contra a teoria de Darwin.

Religiosos por Darwin

Ao mesmo tempo que estes cientistas se alinhavam contra Darwin, muitas figuras religiosas se colocavam do lado de Darwin, saudando-o como se ele estivesse a pregar o Evangelho. Havia um famoso pregador chamado Kingsley, que enviou uma carta a Darwin, congratulando-o pela publicação do seu livro. Outro pregador chamado Josiah Strong escreveu um panfleto com o nome de “America’s Destiny”, onde afirmou que as Escrituras e a teoria da evolução estavam em acordo.

Outros líderes religiosos das Ilhas Britânicas a saudar Darwin foram Frederick Farrar, James Orr, e Henry Drummond – todos pregadores famosos nos dias de Darwin. Nos Estados Unidos, A.H. Strong e Henry Ward Beecher defenderam a teoria da evolução como uma ideia cujo tempo havia chegado.

Quando Darwin morreu, os elogios derramaram-se a partir das igrejas. Segundo dois historiadores, Desmond e Moore, o “Church Times” louvou Darwin de tal modo que se perderam nos elogios – paciência, engenhosidade, produtividade, moderação. Outros acrescentaram a graça, a perseverança e a fé Paulinas, e caracterizaram Darwin como “um verdadeiro cavalheiro Cristão”. (6)

Eles prosseguem reportando que algumas pessoas religiosas disseram que quando Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, “Westminster não conferiu dignidade ao naturalista [Darwin] a partir dum ponto inferior. O seu corpo já se encontrava santificado.” Segundo Desmond e Moore, o “The Times” reportou que “A Abadia precisava mais dele do que ele precisava da Abadia.” Eles afirmaram que “Este santo homem, que havia ‘carregado a bandeira da ciência,'” deu à Abadia “uma santidade acrescida, uma nova causa para reverência.” (7)

É muito difícil imaginar um líder Cristão a receber o tipo de elogios Cristãos que Darwin recebeu. Apesar disto tudo, dois anos antes de morrer, Darwin escreveu:

Não acredito na Bíblia como revelação divina, e como tal, não acredito em Jesus Cristo como o Filho de Deus. (8)

Há muito que Darwin se tinha apercebido que a sua mensagem iria corroer o cerne da crença Cristã. (9)

Parece, portanto, que a história que nos foi contada em relação a quem realmente se opôs a Darwin está totalmente errada, mas quem sou eu para dizer que o autor da Discovery, Cartmill, não fez o seu trabalho de casa? Afinal tudo o que e fez foi seguir a “sabedoria aceite”, certo?

* * * * * * *

Resumindo: a teoria de Darwin não foi universalmente aceite na altura, como muitos evolucionistas foram levados a pensar, mas sim alvo de críticas ferozes por parte de muitos e eminentes cientistas de então. Será que estes cientistas da altura, muitos deles verdadeiros pioneiros nas suas áreas, argumentaram contra a teoria da evolução com base no seu preconceito religioso ou com base na análise das evidências?

Referências
1. Cartmill, M., Oppressed by Evolution, Discover 19(3):78–83, March 1998.
2. Bowlby, J., Charles Darwin: A new life, W.W. Norton & Company, New York, p. 344, 1990.
3. Lamont, A., 21 Great Scientists who Believed the Bible, Creation Science Foundation, Brisbane, Australia, p. 205, 1995.
4. Ed. Darwin, F., Life and Letters of Charles Darwin, Vol. 2, D. Appleton and Company, New York and London, p. 43, 1911.
5. Ed. Darwin, F., Seward, A.C., More letters of Charles Darwin, Vol. 1, pp. 226–228, 1903 as cited in Bowlby, Ref. 2, p. 352.
6. Desmond, A. & Moore, J., Darwin, Michael Joseph, London, p. 675, 1991.
7. Ref. 6, p. 676. Return to text.
8. Ref. 6, pp. 634–635. Return to text.
9. See Darwin’s real message: have you missed it? Creation 14(4):16–19, 1992.

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Fonte: Creation via Darwnismo 

Menina de 17 anos inventa dispositivo que gera eletricidade e purifica água com energia do sol

Ainda existem 780 milhões de pessoas no mundo sem acesso à água potável e 1,3 bilhão sem energia elétrica. Estes dados da ONU preocuparam tanto a estudante Cynthia Sin Nga Lam, que a australiana de 17 anos decidiu empenhar suas habilidades – e sua paixão por Química – para criar uma solução econômica para o problema.

A jovem inventora desenvolveu um dispositivo eco-friendly, barato e portátil que purifica águas residuais e gera eletricidade usando apenas a energia do Sol. Batizado de H2prO, o aparelho é constituído por duas partes: unidade superior para purificar a água e gerar hidrogênio, e compartimento inferior onde a água é filtrada mais uma vez.

Abaixo, entenda o funcionamento da engenhoca:
1) a água suja entra na parte superior do dispositivo e passa entre uma malha de titânio, que esteriliza a água quando ativada pela luz solar;
2) essa reação fotocatalítica divide a água em oxigênio e hidrogênio;
3) o último é utilizado por uma célula de combustível de hidrogênio para gerar energia. E tem um plus: impurezas na água, como detergentes, também podem proporcionar mais hidrogênio, o que permite que o dispositivo gere ainda mais energia.

“No futuro, eu gostaria de estudar Medicina ou Ciências Ambientais, porque quero ser capaz de ajudar os necessitados. Há ainda um longo caminho a percorrer, mas estou feliz que eu tomei o meu primeiro passo para fazer a diferença”, disse Cynthia na página do projeto, que é um dos 15 finalistas da Feira de Ciências do Google de 2014.

Abaixo, assista ao vídeo que explica o funcionamento do aparelho (em inglês):


Fonte: Super Interessante

Stephen Hawking deixa clara sua (des)crença

Hawking e sua crença no não
O astrofísico britânico Stephen Hawking revelou [no] domingo que é ateu. Em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, Hawking, cujas investigações sobre o Universo são consideradas das mais relevantes da história da ciência, disse que “no passado, antes de entendermos a ciência, era lógico acreditar que Deus criou o Universo”, mas que atualmente tal crença não fazia sentido. “Agora a ciência oferece uma explicação mais convincente. O que quis dizer quando disse que conheceríamos ‘a mente de Deus’ [escreveu isso no livro Uma Breve História do Tempo] era que compreenderíamos tudo o que Deus seria capaz de compreender se por acaso existisse. Mas não há nenhum Deus. Sou ateu. A religião acredita em milagres, mas estes são incompatíveis com a ciência”, disse.

A afirmação do cientista surge depois de anos de alguma especulação sobre as suas verdadeiras crenças, uma vez que, se em Uma Breve História do Tempo havia dito que era possível conhecer “a mente de Deus”, noutras intervenções e no livro The Grand Design admitia a hipótese de o Universo se ter criado a partir do nada.

Em Uma Breve História do Tempo, Stephen Hawking tinha exposto a sua ideia de que, um dia, seria possível à humanidade saber tudo sobre tudo. E, ao El Mundo, reitera a sua posição. “Penso que sim, que conseguiremos entender a origem e estrutura do Universo. Na verdade, agora já estamos perto de atingir esse objetivo. Em minha opinião, não há nenhum aspecto da realidade fora do alcance da mente humana”, afirmou.

É por isso que, diz, o investimento na investigação científica por parte dos governos mundiais deve continuar. “Não se pode incentivar os jovens a estudar cursos científicos com cortes no campo da investigação”, refere. Até porque esses jovens poderão ser importantes em campos como a exploração espacial, que Hawking diz ser importante para o futuro da raça humana. “Poderá evitar o desaparecimento da humanidade devido à colonização de outros planetas”, explica, sublinhando ainda que “a exploração espacial impulsionou e continuará a impulsionar grandes avanços científicos e tecnológicos”. [...]

Fonte: Observador via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Li recentemente a minibiografia de Hawking na qual ele descreve situações que, para mim, são muito reveladoras (confira aqui). Quanto a essa recente declaração de fé (a fé na não existência de Deus) do físico para quem a morte é conto de fadas, mas ETs existem, gostei do comentário de João Pereira Coutinho, publicado no site da Folha (confira o texto: Será que Deus existe?). [Michelson Borges]

Físicos conseguem teletransportar estado quântico de um fóton por 25 km

Cientistas conseguiram teletransportar o estado quântico de um fóton para um cristal a uma distância de 25 km. Os pesquisadores, da Universidade de Genebra, quebraram o recorde anterior de teletransporte quântico - que era de apenas 6 km.

Mas o que o estudo, publicado na Nature Photonics, significa? Basicamente, um novo avanço em rumo à computação quântica, capaz de transmitir informações entre dois pontos de forma instantânea. É sabido que fótons conseguem preservar dados em certas condições, incluindo comandos de viajar como luz ou ser armazenado em um cristal, por exemplo, em forma de matéria. Isso é alcançado através de um fenômeno chamado entrelaçamento quântico, no qual duas partículas espelham o comportamento uma da outra, mesmo estando afastadas.

Durante o experimento, um fóton foi armazenado em um cristal e o outro recebeu o comando de viajar, em forma de luz, através de uma fibra ótica, por uma distância de 25 km. Este último fóton foi forçado a colidir com um terceiro, o que deveria ter destruído os dois. No entanto, a informação presente no primeiro fóton (aquele do cristal) foi transferida para o terceiro durante a colisão e vice-versa. Então o a informação do último fóton foi transmitida para o que estava armazenado em um cristal, salvando os dados que seriam destruídos em um lugar a 25 km de distância.

Ou seja, o fóton não foi teletransportado da mesma forma que os personagens de Star Trek. Mas a informação presente no terceiro fóton passou a estar contida também no primeiro. Conhecendo o que existe dentro de um, também é possível ver o que estava dentro de outro.

Fonte: Galileu

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Uma ficção preconceituosa sobre TDI e criacionismo

O preconceito cega
[E continua a propaganda enganosa contra A teoria do Design Inteligente (TDI) e o criacionismo. Desta vez, é a revista Galileu que volta à carga com o texto “Complexidade irredutível e design inteligente: provas do criacionismo ou tentativa de levar religião para aulas de ciência?”, publicado em seu site. Trata-se de um libelo ultradarwinista “cometido” por Carlos Orsi, em sua coluna “Olhar Cético”. Orsi é escritor de ficção científica e horror. As duas coisas se aplicam ao que ele escreveu abaixo. Meus comentários céticos seguem entre colchetes, porque não tive paciência de esperar até o fim do artigo para dizer alguma coisa. – MB]

“Nunca consegui entender”, disse Mr. Pond, “como uma mudança que deveria ter ajudado um animal, se acontecesse depressa, pode ajudá-lo se acontece devagar. E se acontece em seu tataraneto, muito depois de passada a hora de o animal ter morrido sem sequer deixar netos. Poderia ser uma vantagem se eu tivesse três pernas, digamos, para me apoiar em duas enquanto chuto um burocrata com a terceira. Poderia ser melhor se eu tivesse três pernas; mas não seria melhor se eu tivesse apenas uma perna rudimentar [...] até que seja longa o bastante para correr ou escalar, a perna seria apenas um peso extra.”

O Mr. Pond do parágrafo acima é um detetive de ficção, criado pelo escritor britânico G. K. Chesterton (1874-1936). Chesterton tem um dos textos mais charmosos da língua inglesa, e seus contos de mistério são, geralmente, muito bons. O trecho destacado, no entanto, está aí não pelo valor literário, mas filosófico: representa a mais clara e elegante articulação do argumento criacionista da “complexidade irredutível” [o argumento da complexidade irredutível foi proposto por Michael Behe, que não é criacionista].

Popularizada no início dos anos 90 pelo bioquímico americano Michael Behe [pelo jeito, Orsi não leu A Caixa Preta de Darwin], a expressão “complexidade irredutível” refere-se a estruturas onde as partes são tão bem encaixadas e adaptadas umas às outras que, na ausência de uma só delas, o todo se torna tão inútil quanto prejudicial: como a tal “perna rudimentar” que só serviria de peso morto.

Do ponto de vista biológico, diz Behe, a existência de fenômenos “irredutivelmente complexos”, se comprovada, refutaria a evolução por seleção natural. Formas irredutíveis marcariam a assinatura de um “designer inteligente”, que é a expressão-chave de mais uma tentativa hipócrita de contrabandear religião para dentro das aulas de ciências. [Aqui o autor da “pérola” em forma de artigo revela toda a sua ignorância e/ou preconceito. Primeiro, os teóricos da Teoria do Design Inteligente não estão preocupados com religião. Eles não apelam para livros ou argumentos religiosos – basta ler Behe para perceber isso. Há entre os defensores da TDI ateus, agnósticos e, sim, religiosos. Mas nenhum deles defende que se ensine religião em aulas de ciência. Jamais! Aliás, não defendem qualquer tipo de religião. Aliás, nem criacionistas defendem uma ideia dessas, pelo menos não os criacionistas esclarecidos. A própria Sociedade Criacionista Brasileira se opõe ao ensino do criacionismo nas aulas de ciência. Pelo visto, o autor da peça de ficção aí não se deu ao trabalho de conversar com um defensor da TDI nem do criacionismo.]

Há vários problemas com a ideia de “complexidade irredutível” aplicada à biologia. O primeiro e mais fundamental é ignorar a versatilidade da vida: a “perna rudimentar” de Mr. Pond não serve para correr ou escalar, mas pode funcionar como nadadeira [em terra seca? Sei...], ou facilitar os primeiros passos de um animal aquático sobre a terra firme [ainda dentro d’água? Sei...], como mostra o fóssil Tiktaalik, descrito na revista Nature em 2006. Está bem longe, portanto de ser “apenas um peso extra”. [A história do Tiktaalik já foi analisada aqui e aqui.]

A versão do argumento popularizada por Behe se vale de exemplos da bioquímica – ele gosta de citar cadeias de interações entre moléculas que produzem resultados específicos, como a coagulação do sangue, e dizer que cada elo da cadeia é, ao mesmo tempo, essencial para o todo e inútil em si. O jargão bioquímico tende a impressionar mais o público leigo que a “perna rudimentar” de Mr. Pond, mas o raciocínio é, em essência, o mesmo – e sofre das mesmas falhas. [Não, não é o mesmo. Behe desce ao nível da complexidade molecular e bioquímica para mostrar que uma coisa é teorizar sobre “patas de baleia” – como se elas pudessem surgir do nada a partir de informação genética que antes não existia – e outra bem diferente é tentar explicar a bioquímica da visão, da coagulação do sangue ou do sistema de defesa que, de fato, dependem de várias “partes” inter-relacionadas e interdependentes para funcionar; sistemas de cujo perfeito funcionamento a vida dependeu desde o início, caso contrário, não estaríamos aqui agora escrevendo/lendo isto. Chesterton viveu entre os séculos 19 e 20. Em que pese sua genialidade, ele não dispunha dos conhecimentos da biologia molecular e da bioquímica, caso contrário, a tentativa de desconstrução de Orsi seria muiiiiito mais difícil, pois o autor de Ortodoxia teria exemplos melhores para utilizar em seus textos primorosos. Hipocrisia é tentar comparar o argumento da perna com o da complexidade bioquímica da vida.]

Outro ponto, bem concreto, é que existem explicações plausíveis para a evolução gradual de várias características dos seres vivos, às vezes apontadas como “irredutivelmente complexas”. O livro Creationism Trojan Horse, de Barbara Forest e Paul Gross, por exemplo, indica listas e mais listas de artigos científicos que explicam e evolução das cadeias bioquímicas que Behe e seus colegas insistem em chamar de inexplicáveis. Ou, como escrevem os autores, “mostrando que o que Behe diz que não existe, existe”. [Por que Orsi não cita o livro não traduzido de Behe, The Edge of Evolution, no qual ele rebate essas críticas? Bem, se ele não leu A Caixa Preta de Darwin, duvido que tenha lido este.]

Agora, só como hipótese, vamos supor que haja, escondidos por aí, casos em que nenhuma explicação razoável para a evolução das partes variadas do todo complexo esteja disponível. E então? Poderíamos concluir que houve “design inteligente”? De jeito nenhum: “inexplicado” não implica “inexplicável”. Na verdadeira ciência, a ignorância é ponto de partida, não de chegada. [Mas na ficção científica, em que não importa tanto a verdade dos fatos, a ignorância pode ser o ponto de partida e também o de chegada. Mas horror mesmo é quando os dados são manipulados para se encaixar numa opinião preconceituosa e pré-concebida.]

Fonte: criacionismo

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Design Inteligente desembarca no Brasil e desafia evolucionismo

1° Congresso Brasileiro de Design Inteligente ocorre em novembro e culminará com a fundação da Sociedade Brasileira do Design Inteligente

A Teoria do Design Inteligente (TDI), que defende uma causa inteligente como a criadora de toda matéria e vida, chegou de vez ao Brasil e já cria seus alicerces em terras tupiniquins por meio do 1° Congresso Brasileiro de Design Inteligente. O evento, irá acontecer no hotel The Royal Palm Plaza, em Campinas, São Paulo, nos dias 14, 15 e 16 de no
vembro é organizado pelo professor Marcos Eberlin, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e membro das Academias Paulista e Brasileira de Ciências, e pretende debater a química em nível molecular e a cosmologia em suas diversas nuances. O encontro promete ser um marco na discussão científica em torno da origem do Universo e da Vida.

“Como cientistas, pagos com recursos públicos não temos a opção, mas a obrigação de, deixando nossas preferências em casa, avaliar as duas causas possíveis e contar à população a verdade dos dados. Esses dados apontam como nunca antes, para a maior descoberta científica de todos os tempos em ciência, a de que fomos planejados. A TDI se propõe então a fazer ciência plena e sem pré-conceitos, de como o Universo e a Vida são, e como deveriam ter sido formados”, defende Eberlin.

A TDI estuda e analisa recentes dados científicos sobre os eventos que deram origem ao Universo e aos seres vivos, inferindo que os padrões de inteligência revelados através da complexidade irredutível dos seres vivos conduzem às evidências de uma inteligência organizadora. Em seu arcabouço teórico, a TDI reúne metodologia e conhecimentos interdisciplinares de estudos dos seres vivos em nível molecular, e através de inferências baseadas em fatos observáveis, propõe uma reinterpretação da origem da vida.

Com isso, uma das principais conclusões é de que não existem processos naturais não guiados conhecidos que poderiam ter formado os intrincados sistemas que compõe a vida. “Nem a informação semântica e aperídica que governa a vida, como sugere a evolução darwiniana. A ciência só conhece uma causa para tal complexidade e informação: mentes inteligentes. Assim, há evidências claras hoje em Ciência contra a ação de processos naturais e em favor do Design Inteligente”, explica o acadêmico.

Polêmicas

A TDI ao longo de sua existência enfrentou diversas polêmicas, principalmente por causa da comunidade acadêmica ateísta que compartilha da visão naturalista de que a vida e o universo foram gerados por processos naturais não guiados e são refratários a idéias contrárias.

A própria menção ao evento foi retirado da agenda do Portal da Unicamp, após manifestações na página da rede social Facebook da universidade. Alguns alunos chegaram a classificar a divulgação do evento pela universidade como algo “vergonhoso”.

“É lamentável que a ciência não seja, como deveria, o fórum da livre discussão de teses, sem preconceitos, sem compromissos predefinidos. Pena que não procure, como deveria, o pleno conhecimento sobre o Universo e a vida. Que a ciência, na visão de muitos de seus líderes, seja declarada e protegida como território exclusivo de religião naturalista, onde não se admite questionamento da fé absoluta – e muitas vezes irracional – do poder absoluto das leis naturais. Mas, felizmente, embora se tente sufocá-las, vozes têm se levantado, cada vez mais fortes, com autoridade, e com mais e mais freqüência, para mudar esse estado de coisas, para reestabelecer a correta interpretação dos fatos científicos sobre a vida e o Universo”, comentou Eberlin.

Origens

A TDI moderna surgiu nos EUA na década de 1980 e desde então tem ganhado adeptos em todo o mundo, possuindo hoje inúmeros acadêmicos, cientistas, profissionais e estudiosos que compactuam com sua visão teórica. Em seus quadros reúne prestigiados cientistas de todas as áreas, como química, bioquímica, biologia, física, estudiosos de filosofia, ética, teologia, ciências sociais, arqueologia.
Mais informações e inscrições para o congresso podem ser feitas pelo website oficial do congresso www.designinteligentebrasil.com.br, no link inscrições.

Fonte: Gospel Prime

Nota: Este evento já está obtendo uma repercussão nacional e muita polêmica por parte dos ateus e/ou dos neodarwnistas. Leia e confira as matérias Congresso do Design Inteligente causa polêmica na Unicamp e Colunista da Folha de São Paulo ironiza evento da TDI

O segredo dos hunza, o povo que não envelhece

Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o “oásis da juventude” – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem. Em relação às nações vizinhas, os moradores de Hunza se destacam por terem uma fisionomia semelhante à dos europeus, um idioma próprio (o burushaski, diferente de qualquer outro no mundo) e uma religião (a ismaelita) muito peculiar, parecida com a muçulmana. No entanto, o aspecto mais surpreendente dessa pequena nação é sua capacidade extraordinária de se manter sempre jovem e saudável. Seus habitantes tomam banhos imersos em águas geladas a 15 graus abaixo de zero, praticam esportes até os 100 anos de idade, as mulheres de 40 anos têm a aparência de adolescentes e é comum uma mulher dar à luz aos 65 anos. Durante o verão, as pessoas se alimentam de frutas e verduras cruas, enquanto no inverno, consomem damascos secos, grãos germinados e queijo de ovelha.

Robert McCarrison, um médico escocês, foi o primeiro a analisar e descrever a população do “vale feliz” e destacou o fato de os hunza consumirem uma dieta com restrição de proteínas. Ele comem, diariamente, uma média de 1.900 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidrato. E é precisamente essa dieta especial que, na opinião de McCarrison, permite a notável longevidade desse povo. Ao contrário dos países vizinhos, que compartilham a mesma condição climática, mas não possuem a mesma alimentação, os hunza não conhecem as doenças e têm uma expectativa de vida duas vezes maior. Os habitantes de Hunza, todavia, não escondem seu segredo: recomendam abertamente uma dieta vegetariana, trabalhar e se movimentar constantemente. Além disso, acrescentam que, entre muitos outros benefícios, o estilo de vida que levam permite estarem sempre de bom humor, sem tensão nem estresse.

Fonte: History

Bactérias evoluem para resistir a antibióticos?

É frequente nas aulas de Biologia se alegar que “a evolução já foi observada” em certos micróbios-germes uma vez que, com o passar do tempo, eles passam a resistir a certos antibióticos. Por exemplo, atualmente a penicilina é globalmente menos eficaz do que era no passado. Como consequência disso, foi necessário desenvolver drogas mais fortes e mais potentes, cada uma delas com benefícios iniciais, mas que, com o passar do tempo, são substituídas por drogas ainda mais potentes. Hoje em dia, os “supergermes” desafiam o tratamento. Pode-se perguntar: Será que esses germes unicelulares “evoluíram”? E será que isso prova que organismos unicelulares evoluíram para plantas e pessoas?

Como é normal, temos que distinguir a variação, a adaptação e a recombinação de traços já existentes (a erradamente chamada “microevolução”), do aparecimento de novos genes, novas partes corporais e novos traços (isto é, macroevolução, que é a evolução que todos têm em mente). Uma vez que cada espécie de germes continuou a ser da mesma espécie e nada de novo foi produzido, então a resposta é “não”, os germes não evoluíram e a resistência aos antibióticos não confirma a tese de que organismos unicelulares evoluíram para plantas e pessoas.

Eis aqui a forma como as coisas funcionam: numa dada população de bactérias, muitos genes se encontram presentes e eles se expressam numa variedade de formas e maneiras. Num ambiente natural, os genes (e os traços) se misturam livremente, mas quando as bactérias se deparam com antibióticos, a maior parte delas morre. Algumas, no entanto, e através de alguma recombinação genética fortuita, têm resistência ao antibiótico.

Aquelas bactérias com essa resistência ao antibiótico passam a ser, consequentemente, as únicas que sobrevivem e as únicas que se reproduzem, fazendo com que todos os seus descendentes tenham dentro de si a mesma resistência antibiótica. Com o passar do tempo, virtualmente todas as bactérias passam a ter a mesma resistência, o que faz com que a população deixe de produzir bactérias sensíveis ao antibiótico (isto é, aquelas que ainda podem ser atacadas pelo antibiótico). Nenhuma informação genética nova foi criada.

Evidentemente, quando a bactéria se encontra sob estresse, alguns micróbios entram em modo de mutação, produzindo rapidamente uma variedade de estirpes, aumentando desde logo as probabilidades de alguma dessas estirpes sobreviver ao estresse. Isso gerou algumas áreas de especulação para os criacionistas, mas ainda vai contra a teoria da evolução. Existe um tremendo alcance de potencial genético já presente na célula, mas a bactéria Escherichia coli antes do estresse e da mutação continua a ser uma bactéia Escherichia coli depois da mutação; uma variação menor ocorreu, mas não houve qualquer tipo de evolução.

Além disso, já ficou provado que a resistência a muitos dos antibióticos modernos já se encontrava presente nas bactérias antes da sua descoberta. No ano de 1845, marinheiros de uma expedição infeliz ao Ártico foram enterrados no “permafrost” e permaneceram profundamente congelados até que seus corpos foram exumados em 1986. A preservação foi tão completa que seis estirpes de bactérias do século 19 encontradas adormecidas dentro do conteúdo dos intestinos dos marinheiros foram ressuscitadas.

Quando essas bactérias do século 19 foram testadas, apurou-se que elas já tinham resistência a muitos antibióticos modernos, incluindo a penicilina (embora alguns desses mesmos antibióticos só tenham sido criados/descobertos bem depois do século 19). Isso demonstra que essa resistência já se encontrava na população das bactérias, e tudo o que essa resistência precisava para ser geneticamente expressa era algum tipo de estresse exterior (por exemplo, exposição a um tipo de antibiótico).

Uma vez que a resistência já se encontrava na população de bactérias antes de ela ser exposta aos antibióticos, isso demonstra também que a resistência não foi “evolução em ação”, mas, sim, uma recombinação de informação genética que já existia ANTES de a bactéria se deparar com esse antibiótico. Esses traços obviamente já estavam presentes antes da descoberta dos antibióticos, e, então, a evolução nunca pode ser creditada a um fenômeno que tem uma explicação não evolutiva (Medical Tribune, december 29, 1988, p. 1, 23).

Resumindo: as mutações, as adaptações, a variação, a diversificação, as mudanças populacionais e as transferências genéticas laterais ocorrem, mas nenhum destes fenômenos científicos é contra o criacionismo, e nenhum deles serve de evidência para a tese de que répteis evoluíram para pássaros e que animais terrestres evoluíram para baleias. Qualquer evolucionista que use a resistência aos antibióticos como evidência em favor da teoria da evolução está mentindo, ou desconhece os fatos (ou ambas as coisas).

Fonte:  ICR, via Darwinismo)

domingo, 14 de setembro de 2014

Colunista da Folha de São Paulo ironiza evento da TDI

Logomarca do evento
O jornalista da Folha de São Paulo, Salvador Nogueira, na sua coluna  Mensageiro Sideral (13/09/14), ironizou a teoria do Design Inteligente e aproveitou para alfinetar os dois maiores proponentes da teoria do Design Inteligente no Brasil: o químico, Dr. Marcos Eberlin, e o historiador e coordenador brasileiro da TDI, Enézio Filho.

Com o título, Complexidade irredutível, o autor descreve uma sátira que envolve quatro personagens: o Naberlind (Eberlin) e Asnezo (Enézio) que tem como objetivo quebrar paradigmas vigentes. Os outros dois, Dareem (Darwin) e Ualaco (Wallace) tem como papel defender o naturalismo filosófico que passa como se fosse ciência.

O artigo começa assim: "Num pequeno planeta azul, orbitando uma estrela anã amarela a milhões de anos-luz daqui, vivia uma pacífica sociedade paleolítica. Bem, tão pacífica quanto pequenos grupos isolados de caçadores-coletores podem ser. No relativo..."

Se puder, lei a matéria completa aqui, garanto que você vai ri bastante. [Pelo menos o texto ficou bem cômico!!]

Segundo, Salvador Nogueira, este texto é "Uma mensagem sobre a importância da ciência como inquirição incansável, diante daqueles que preferem respostas fáceis e definitivas. Com a típica sutileza de um estouro de elefantes do Mensageiro Sideral."

Outro destaque desta coluna (que ficou bem visível) foi a distorção do logomarca do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente. Pelo jeito, é disso que Salvador Nogueira quer, caçoar tudo que vem da TDI e de seus proponentes!
Logo distorcido pelo colunista
Nota do blog Desafiando a Nomenclatura Científica: Salvador Nogueira é um jornalista inteligente. Todavia,  esse artigo satírico está light demais. Nem vale a pena replicar. Se os discípulos de Dareem só têm isso para oferecer na presente controvérsia, é um sinal - bateu o desespero epistemológico neles! Nem sei por que, me lembrei de Schopenhauer:

"Quando percebemos que o adversário é superior e que não ficaremos com a razão, devemos nos tornar ofensivos, insultantes, indelicados. O caráter ofensivo consiste em passar do objeto da contenda (pois nele o caso está perdido) para o contendor, atacando de alguma maneira a sua pessoa [...] No caráter ofensivo, porém, abandona-se completamente o objeto e dirige-se o próprio ataque à pessoa do adversário: tornamo-nos, portanto, insolentes, maliciosos, insultantes, indelicados."(SCHOPENHAUER, Arthur. A Arte de Ter Razão. São Paulo: Martins Fontes: 2001, p.74-75).

Aluno de licenciatura não quer dar aula



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