sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Vídeo promocional: Livro sobre Teoria do Design Inteligente

Atualmente, tem havido um grande questionamento se a origem da vida é mais bem explicada pelo acaso ou design. A teoria do design inteligente tem tido crescente atenção, tornando-se um tema de debate e investigação principalmente no campo das Ciências Biológicas e da Saúde.

Este livro te apresentará uma perspectiva científica ainda pouco explorada. Aqui, você encontrará evidências da assinatura de um projeto intencional nas estruturas biológicas complexas presentes na natureza e nos seres vivos.


Link da versão eletrônica do livro: https://www.widbook.com/ebook/teoria-...

Vasos sanguíneos em fóssil de dinossauro

Vasos sanguíneos em fósseis
O paleontólogo molecular Tim Cleland isolou vasos sanguíneos a partir de um osso do pé de um Brachylophosaurus. Ninguém havia feito isso antes. Em seguida, sequenciaram e identificaram várias proteínas compreendendo as paredes musculares lisas dos vasos. Isso incluiu a miosina, que é um componente importante das paredes vasculares hoje. Eles se esforçaram muito para garantir que as proteínas realmente pertenciam ao dinossauro e não eram contaminantes de animais modernos, micróbios ou fungos. Por exemplo, para isolar e estudar os vasos sanguíneos dos dinossauros, eles usavam equipamentos de laboratório que nunca tinham sido expostos a tecidos de animais modernos. Isso deve colocar em repouso as acusações de que suas sequências de proteínas antigas anteriormente relatadas eram muito perfeitas, muito modernas e também não afetadas pela degradação do tempo e, portanto, eram obviamente contaminantes do mundo moderno.

Leia mais no site do Answers in Genesis

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

“Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé

História Bíblica vira circo midiático
De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo, astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais.

Vimos um claro exemplo disso ontem à noite. Em pleno Natal, o programa semanal de variedades “Fantástico” levou ao ar uma reportagem sobre a réplica da arca de Noé construída no Estado do Kentucky, nos Estados Unidos. A seguir, vamos analisar alguns pontos da reportagem que pode ser vista aqui. Confira também os links fornecidos ao longo do texto e que proveem conteúdo adicional. [Ler o artigo completo aqui]

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Por que o mel é o único alimento da natureza que não estraga?


O mel possui uma porção de propriedades incríveis. Além do seu sabor delicioso, é praticamente o único alimento da natureza que não estraga. Mas você sabe por que, exatamente, isso acontece?
O alimento produzido pelas abelhas começou a ser usado por conta de suas propriedades medicinais há muito tempo, especialmente como tratamento para feridas abertas. O historiador grego Heródoto relatou que os babilônios enterravam seus mortos no mel e Alexandre, o Grande pode ter sido embalsamado em um caixão cheio de mel.

 O mel mais antigo já encontrado foi descoberto na Geórgia, país do Cáucaso, e remonta há mais de 5 mil anos. Então, se você se encontrasse na posse de um mel de cerca de 5 mil anos de idade, você poderia comê-lo?

O mel é um açúcar. Você já ouviu todos os tipos de coisas sobre os benefícios para a saúde da substituição de açúcar por mel, o que pode ou não ser verdade. Por mais que o mel não seja igual àquele açúcar branco refinado, ainda é um tipo de açúcar. E, como tanto, é higroscópico, ou seja, tem tendência para absorver a umidade do ar e, consequentemente, não contém muita água em seu estado natural. E pouquíssimas bactérias ou micro-organismos conseguem sobreviver em um ambiente de umidade tão baixa assim.

Amina Harris, diretora-executiva do Centro de Mel e Polinização, no Instituto Robert Mondavi da Universidade da Califórnia, EUA, explica que as bactérias ou os micro-organismos simplesmente morrem em um ambiente como esse. “Eles são sufocados pela falta de umidade, essencialmente. O fato de os organismos não poderem sobreviver por muito tempo no mel significa que eles não têm a chance de estragá-lo”, conta.

Outra coisa que diferencia o mel de outros açúcares é a sua acidez. O PH do mel está entre 3 e 4,5 (ou, mais precisamente, entre 3,26 e 4,48), condição que também mata qualquer tipo de organismo que por acaso tem a pretensão de fazer do mel sua casa.
Porém, existem alguns fatores extras além do baixo teor de umidade que faz do mel uma substância que reina absoluta ante os elementos que poderiam, em tese, estragá-lo. Entre esses fatores estão as abelhas.

Primeiro , as abelhas contribuem para o ambiente de baixa umidade do mel ao bater as asas para secar o néctar. Em segundo lugar, a maneira como as abelhas introduzem o néctar nos favos de mel é vomitando lá. Isso parece nojento, mas a composição química dos estômagos das abelhas também contribui para a longa vida do mel.

O estômago das abelhas contém a enzima glicose oxidase, que é adicionado ao mel quando o néctar é regurgitado . A enzima e o néctar se misturam para criar o ácido glucônico e o peróxido de hidrogênio. O peróxido de hidrogênio também é uma força hostil contra qualquer ser tentando crescer no mel.

O armazenamento também é importante. Vimos que o mel possui pouca água em seu estado natural, mas pode facilmente absorver água, caso seja exposto a ela. Se isso acontecer, o mel pode realmente estragar. Portanto, o ponto chave para o mel permanecer bom para o consumo humano é ter certeza de que ele está bem vedado e armazenado em local seco.

O que pode acontecer com um mel mal armazenado é a cristalização. O mel cristalizado não significa, necessariamente, que ele está estragado. O alimento que chega ao mercado muitas vezes passam antes por filtros para remover partículas que podem levar à cristalização. O mel cru e o mel orgânico não são submetidos a esse processo, mas isso não significa que eles vão estragar. Além disso, o diferentes tipos de mel possuem taxas de cristalização distintas. Por isso, pode ser apenas que o mel que você tem na sua casa é mais propenso à cristalização.

E, se você não gostar do seu mel cristalizado, a grande dica é não colocá-lo na geladeira. Abaixo de 10°C, a cristalização diminui, então sinta-se livre para congelar o seu mel. Por outro lado, com temperaturas acima de 25°C, o mel resiste melhor à cristalização.

De uma forma geral, o mel cristaliza mais rapidamente se estiver sob uma temperaturas entre 10 e 15° C. Por isso, se você quiser evitar ter de aquecer o seu mel para remover os cristais (a propósito, o calor lento e indireto é o melhor para isso), evite a geladeira.

No final das contas, sim , o mel em sua maioria não estraga. No entanto, o alimento pode conter esporos da bactéria Clostridium botulinum. Embora patogênica, o micro-organismo não é prejudicial para adultos ou crianças com mais de um ano de idade, cujo trato gastrointestinal já está desenvolvido o suficiente para lidar com os esporos. Mas crianças menores de um ano possuem riscos de desenvolver a doença botulismo infantil. Ou seja, o mel não é bom para o seu bebê.

Voltando à grande pergunta do texto, você poderia comer um mel de cinco mil anos de idade? Bem, se ele passou esse tempo todo selado e armazenado longe da umidade, vá em frente. Se está cristalizado, não se incomode: é só aquecê-lo e colocá-lo em seu alimento de escolha. A menos que você seja um bebê com menos de um ano de idade. Nesse caso, é melhor esperar sua primeira festinha de aniversário.

Fonte: io9 via hypescience

Filme sobre Gênesis chega aos cinemas em fevereiro



Um filme cristão que abordará a historicidade do livro de Gênesis está chegando aos cinemas em fevereiro. Embora documentários nunca consigam ser sucesso de bilheteria, a intenção é divulgar “O Projeto Verdade”. A iniciativa é do Dr. Del Tackett, que passou anos pesquisando as reivindicações históricas do Gênesis em vários campos científicos, incluindo arqueologia, biologia, geologia e astronomia. O filme se chama “O Gênesis é história?” e será exibido nos cinemas dos Estados Unidos no dia 23 de fevereiro. A produção da Compass Cinema e da Fathom Events tem um objetivo, explica Tackett: “Milhões de pessoas têm dúvidas sobre as origens da Terra e da humanidade.”

“Há pontos de vista contrastantes de nossa história, uma das quais está no livro de Gênesis. A pergunta é: Qual ponto de vista está certo? ‘Gênesis é história?’ apresenta uma defesa de que a Bíblia é historicamente confiável”, afirmam seus produtores ao Christian Examiner.

Thomas Purifoy Jr., que trabalhou na concepção do documentário, afirma que ele pode ser assistido por adolescentes e pessoas que se consideram “leigas” no assunto, uma vez que a apresentação é bem didática e a linguagem, simples.

O filme irá abordar não apenas a precisão histórica de Gênesis, mas também o debate se o mundo foi criado em seis dias literais ou não. Além disso, serão analisadas as dúvidas mais comuns sobre os dinossauros e o tempo de formação do planeta.

Após a estreia do filme, o Dr. Tackett vai conduzir um painel de discussão com vários dos cientistas que aparecem na produção.

Não há previsão do longa chegar ao Brasil.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Menor lente do mundo mostra ligações químicas entre átomos



Durante séculos, os cientistas acreditaram que a luz, como todas as ondas, não poderia ser focada em um ponto menor do que seu comprimento de onda - pouco menos de um milionésimo de metro, ou algumas centenas de nanômetros.

Essa crença vem sendo desmistificada ao longo dos anos com o auxílio de diversas técnicas, incluindo metalentes e diversos tipos de lentes planas.

Agora, uma equipe do Reino Unido e da Espanha criou a menor lente de aumento do mundo, capaz de concentrar a luz em um ponto um bilhão de vezes menor, até a escala de átomos individuais.

Felix Benz e seus colegas usaram nanopartículas para construir a menor cavidade óptica já feita, tão pequena que apenas uma única molécula pode caber dentro dela. A cavidade - que a equipe chamou de "picocavidade" - foi esculpida em uma nanoestrutura de ouro, sendo ela a responsável por confinar a luz a menos de um bilionésimo de metro.

"Nossos modelos sugerem que átomos individuais que se projetam [da superfície da nanopartícula] podem atuar como pequenos pára-raios, mas focando a luz em vez da eletricidade," disse o professor Javier Aizpurua, da Universidade Politécnica de Valência.

Novos campos de pesquisas e aplicações

Com um foco tão minúsculo, com dimensões similares às de um único átomo, torna-se possível observar ligações químicas individuais dentro de moléculas, abrindo novas formas de estudar a luz e a matéria.

Por exemplo, é possível fazer com que as moléculas na cavidade passem por reações químicas e observar tudo o que acontece, o que pode permitir o desenvolvimento de tipos inteiramente novos de sensores.

Em sentido mais amplo, o avanço tem o potencial para abrir um novo campo de estudo e exploração de reações químicas catalisadas por luz, permitindo que moléculas complexas sejam construídas a partir de componentes menores.

Além disso, a equipe afirma ser possível explorar novos dispositivos de armazenamento de dados optomecânicos, nos quais a informação seja escrita e lida por luz e armazenada na forma de vibrações moleculares.

Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 15 de novembro de 2016

A ciência está a evoluir para algo pouco confiável

Ciência corrompida
Não há escassez de avisos por parte da comunidade científica de que a ciência, tal como a conhecemos, está a ser drasticamente afetada pelas pressões comerciais e pelas pressões institucionais que são exercidas sobre os pesquisadores nas revistas científicas mais importantes. Agora uma nova simulação revelou que a deterioração está de fato a acontecer.

Para chamar atenção para a forma como bons cientistas são pressionados para publicar má ciência (leia-se “resultados surpreendentes e sensacionais”), pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um modelo informático para simular o que acontece quando os cientistas competem por prestígio e por empregos.

Neste modelo, desenvolvido por pesquisadores da “University of California, Merced”, todos os grupos de laboratório que eles colocaram neste cenário eram honestos – eles não mentiram e nem falsificaram intencionalmente os resultados. Mas eles receberiam mais recompensas se publicassem dados “novos” – tal como acontece no mundo real. Eles tinham também que levar a cabo mais esforços como forma de serem rigorosos nos seus métodos – algo que iria aumentar a qualidade das suas pesquisas mas diminuir a sua produção acadêmica.

O pesquisador principal Paul Smaldino explicou ao The Conversation: Resultado: "Com o passar do tempo, os esforços diminuíram até ao seu valor mínimo, e a taxa de falsas descobertas aumentou."

Mais ainda, o modelo sugere que os “maus” cientistas (se se pode usar este termo) que tomam a via mais fácil em relação aos incentivos que estão à disposição acabam por transmitir os seus métodos à geração seguinte de cientistas que também trabalham nos seus laboratórios, gerando, para todos os efeitos, um enigma evolutivo que recebeu, por parte dos pesquisadores, o nome de “a seleção natural de má ciência”.

Smaldino disse o seguinte a Hannah Devlin do “The Guardian”: Enquanto existirem incentivos para resultados inovadores e surpreendentes, algo que se passa mais em algumas revistas de alto relevo do que noutras, aspectos mais  nuancizados da ciência, e práticas de má-qualidade que maximizam a habilidade individual de gerar tais resultados, irão existir de forma desenfreada.

Não é a primeira vez que ouvimos alegações desta natureza – embora seja bem provável que nenhum pesquisador tenha de fato calculado as coisas através duma simulação computacional. A ciência encontra-se numa espécie de cruzamento, e os pesquisadores estão a salientar o que eles chamam de “crise de reprodutibilidade”.

Isto ocorre, de modo efetivo, devido à publicação de “falsas descobertas” – resultados científicos difíceis de reproduzir e que são algo como ruído dentro dos dados científicos, mas que são escolhidos para publicação por parte dos cientistas das revistas científicas porque são novos, sensacionais e de alguma forma surpreendentes.

Este tipo de resultados cativa o nosso interesse humano devido à sua componente inovadora e chocante – mas eles arriscam-se a prejudicar a credibilidade da ciência, especialmente se os cientistas se sentem pressionados para embelezar os seus artigos de modo a que possam gerar este tipo de impressões.

Mas isto é um círculo vicioso visto que tais pesquisas espantosas geram imensa atenção e ajudam os pesquisadores a verem os seus artigos publicados, o que, por sua vez, os ajuda a obter financiamento da instituições para poderem continuar com as suas pesquisas. Smaldino escreve:

A evolução cultural da ciência de má qualidade em resposta aos incentivos para a publicação não requer uma estratégia, uma mentira ou esquemas conscientes por parte dos pesquisadores individuais. Sempre irão existir pesquisadores dedicados que usam métodos rigorosos e que se encontram vinculados à integridade científica. Mas enquanto os incentivos institucionais recompensarem os resultados novos e positivos, em detrimento do rigor, a taxa de má ciência irá, em média, aumentar.
E o problema é aumentado ainda mais com as medidas quantitativas criadas para avaliar a importância dos pesquisadores e dos seus artigos visto que este tipo de aferições, tal como o controverso valor-p, podem ser enganadores, gerando um rol de falsas impressões que, de forma geral, prejudicam a ciência.

Vince Walsh, da “University College London” no Reino Unido, e que não fez parte do estudo, afirma: Concordo que a pressão para publicar seja corrosiva e anti-intelectual. Os cientistas são humanos, e se as organizações são suficientemente burras para os avaliar com base nas dados de venda, eles irão fazer descontos como forma de atingir os objetivos, tal como acontece com qualquer outra pessoa envolvida nas vendas.

Dito isto, qual é a solução? Bem, não será fácil, mas Smaldino afirma que, ao nível institucional, temos que nos afastar da mentalidade de aferir os cientistas quantitativamente.

No seu artigo, os pesquisadores escrevem: Infelizmente, os custos a longo-prazo do uso métrica quantitativa simples para aferir o mérito do pesquisador são enormes. Se formos sérios nos esforços de garantir que a nossa ciência é, ao mesmo tempo, significativa e duplicável, temos que garantir que as nossas instituições incentivem este tipo de ciência.

Enquanto isso, estudos tais como este, que incidem uma luz crítica à ciência – estudos esses que são francamente “novos” e geradores de atenção em si mesmos – podem ajudar a manter as pessoas cientes do quão sério este assunto realmente é. Smaldino afirma:

Quanto mais pessoas cientes dos problemas que existem dentro da ciência, e pessoas dispostas a melhorar as instituições, existirem, mais cedo e mais facilmente ocorrerá a mudança institucional.

 Fonte: science alert via Darwnismo

Nota do blog Darwnismo: Enquanto que os cientificamente ignorantes atribuem à ciência uma aura de infalibilidade inexistente, as pessoas que se encontra dentro do mundo da ciência afirmam que este mundo, tal como toda a área sob influência humana, está corrompida. Lembrem-se disto sempre que alguém disser que a publicação de um artigo é sinal de rigor científico ou que a não publicação é sinal de falta do mesmo.

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