sábado, 12 de agosto de 2017

Uma semana difícil para os ateus

Escritor e cientista, Dawkins
Richard Dawkins é conhecido por ser um defensor intransigente do ateísmo e do darwinismo. Postei nove posts sobre ele aqui no neste blog - confira aqui. Mas houve uma situação em que ele se deu muito, muito mal, durante um programa de rádio da BBC de Londres, ao vivo, debatendo com um sacerdote da Catedral de St. Paul. Com seu tom tipicamente beligerante, o autor de Deus um Delírio afirmou arrogantemente que os cristãos são muito despreparados, pois a maioria deles não seria sequer capaz de mencionar o nome dos evangelhos. A resposta do sacerdote foi impressionante. Assista.

terça-feira, 18 de julho de 2017

10 dicas para ter sucesso na vida, segundo um Nobel de Química

Stoddart palestrando na Convenção IUPAC 2017 - "Dedicação e humildade são os segredos".
Fraser Stoddart, Nobel de Química de 2016, esteve em São Paulo para a 49ª convenção da União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), um dos principais encontros da área, que ocorreu entre os dias sete e 13 de julho de 2017.

Ao fim de sua palestra, Stoddart fez questão de ressaltar algumas dicas que o ajudaram a ser bem sucedido na vida, dando destaque para uma citação do dramaturgo britânico Noel Coward: "O segredo do sucesso é a capacidade de superar o fracasso".

Para ter sucesso em qualquer aspecto da vida, o ganhador do Nobel indica:

01 - Trate as pessoas como gostaria de ser tratado

02 - Seja respeitoso com as pessoas mais jovens que você

03 - Trate pessoas com diferentes passados e culturas da mesma forma

04 - Não fale mal das outras pessoas

05 - Pense antes de abrir sua boca

06 - Perceba que vivemos em um mundo pequeno

07 - Esteja pronto para dar mais que receber

08 - Apoie quem estiver ao seu redor

09 - Seja pronto, disposto e capaz de elogiar

10 - Aprenda a fazer muito com pouco

Fonte: Galileu

I Simpósio de Design Inteligente do Nordeste

Depois do grande sucesso do TDI BRASIL, TDI RIO e TDI Sâo Paulo teremos agora em Novembro 2017 - 10 e 11 em Fortzaleza -Ceará o TDI NORDESTE a ser realizado na Universidade Federal do Ceará - UFC.

Grandes nomes da TDI BRASIL estarão lá, além de um dos maiores defensores do DI no mundo - Jonathan Wells. Ele é também autor de dois livros que se tornaram ícones do DI - "Icons of Evolution" e mais recentemente "Zombie Science: More Icons of Evolution".

Inscreva-se já e não perca mais este congresso histórico da TDI no Brasil.

Fonte: TDI NORDESTE

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A profunda ignorância dos cientistas sobre a origem da vida

Embora o público em geral seja desconsertadamente desconhecedor, o simples fato científico é que os cientistas ainda não têm a menor ideia de como a vida pode ter começado através de um processo natural não guiado com a ausência da intervenção de uma força criadora consciente.

Eis aqui algumas declarações sobre a origem da vida:

LUCA - Antepassado comum
universal de todas as células
James Tour, professor de Química na Universidade Rice, 2016: “[Há] ignorância coletiva. [...] Aqueles que dizem que isso já está bem elaborado não sabem de nada, nada sobre a síntese química... Aqueles que pensam que os cientistas entendem os detalhes da origem da vida estão completamente desinformados. Ninguém entende. [...] Quando a comunidade científica confessará ao mundo que eles não têm pistas sobre a origem da vida, que o imperador está nu?”

 Eugene Koonin, microbiólogo, 2011: “A origem da vida é um fracasso.”

Lee Hartwell, laureado com o Prêmio Nobel em Medicina, 2011: “Com respeito à origem da vida, eu descubro que quanto mais aprendemos sobre as células, mais complexas elas parecem; elas simplesmente são coisas incrivelmente complexas, e partir do que nós podemos ver hoje e tentar raciocinar de onde veio, eu acho que é realmente impossível.”

 Paul Davies, físico teórico da Universidade Estadual do Arizona, 2010: “Como [a vida começou]? Nós não temos ideia.”

 Franklin Harold, biólogo molecular da Universidade Estadual do Colorado, 2001: “Para mim, a origem da vida parece tão incompreensível quanto antes, uma questão para se maravilhar, mas não para explicação.”

 Hubert Yockey, físico e renomado teórico da informação, 1981: “Uma vez que a ciência não tem a menor ideia de como a vida na Terra se originou... seria somente honesto confessar isso para os outros cientistas, para os financiadores, e para o público em geral.”

Basta dizer que não somente a ciência não tem progredido nessa área desde que Charles Darwin publicou seu famoso tratado de 1859, A Origem das Espécies, mas, ao contrário, regrediu em muitas ordens de grandeza.

O que quero dizer com regredir torna-se claro se traçarmos o dilema da origem da vida em um gráfico X-Y padrão; com o eixo X horizontal representando o entendimento de uma origem naturalista da vida de 1859 até o presente. É uma linha reta começando com zero (entendimento em 1859) e terminando com zero (entendimento em 2017). Que o eixo Y represente o nível de entendimento desde 1859 da magnitude do problema que precisa ser resolvido. Em 1859, era tido como sendo uma questão relativamente trivial (i.e. próxima de zero); todavia, devido aos avanços surpreendentes em genética, bioquímica, e microbiologia desde então, a linha do eixo Y já saiu do gráfico.

Como o bioquímico Klaus Dose escreveu: “A experimentação da origem da vida... tem levado a uma melhor percepção da imensidade do problema da origem da vida na Terra em vez de sua solução.” Os pesquisadores Carl Woese e Gunter Wachtershauser concordam: “Embora nós não tenhamos uma solução, agora temos uma noção da magnitude do problema.”

Por que os pesquisadores estão enfrentando tais dificuldades em descobrir uma origem naturalista da vida? “Certamente”, disse Koonin, “isso não é devido a uma falta de esforço experimental e teórico, mas à extraordinária intrínseca dificuldade e complexidade do problema. Uma sucessão de etapas extremamente improváveis é essencial para a origem da vida... Isso faz o resultado final parecer quase que um milagre.”

Em outras palavras, descobrir como que forças naturais não guiadas poderiam montar uma célula viva – uma máquina molecular mais sofisticada e funcionalmente complexa do que qualquer tecnologia humana já produzida – é um problema de proporções atormentadoras como um pesadelo.

O conjunto de peças LEGO de um modelo da ponte do Brooklyn tem 852 peças; cada peça foi intencional e especificamente planejada para construir o modelo da ponte. Imagine que a você foi designada a tarefa de descobrir um caminho para a montagem bem-sucedida do modelo da ponte usando somente forças naturais não guiadas (calor, raio, luz solar, vento, radiação, etc....).

Fonte: Questia, via Desafiando a Nomenklatura Científica

terça-feira, 4 de julho de 2017

Teoria da Evolução vai deixar de ser ensinada na Turquia

Presidente da Turquia, Recep Erdogan
A teoria da evolução vai deixar de ser lecionada na Turquia porque é um assunto controverso, passível de debate e demasiado complicado para os estudantes. A ideia foi defendida por Alpaslan Durmus, responsável pelo Conselho de Educação turco, num vídeo publicado no site do Ministério da Educação. “Acreditamos que o tema está além da compreensão deles [dos estudantes]”, afirmou. O responsável acrescentou que um capítulo sobre a evolução ia ser removido dos livros de Biologia do nono ano. Adicionalmente, outra mudança no currículo poderá envolver uma redução do tempo que os estudantes passam estudando o secularismo e aumentar o tempo de estudo da religião. A proposta foi apresentada em janeiro e levou Cagatay Tavsanoglu, presidente da Sociedade Turca de Ecologia e Biologia Evolucionária, a escrever um artigo na Nature, pedindo apoio à comunidade científica internacional para o tema voltar ao currículo nas escolas turcas.

“A estratégia proclamada pela Turquia de alcançar excelência nas ciências biológicas e médicas deve ser apoiada por um forte programa educacional em biologia evolucionária. O entendimento da teoria da evolução é crucial para resolver desafios contemporâneos, como a perda da biodiversidade. Os princípios evolucionários têm proporcionado avanços em muitos campos, como a agricultura, medicina, farmácia e nanotecnologia”, escreveu Tavsanoglu.

Muitos são os críticos dessa mudança, de acordo com o jorna britânico Guardian, que acusam o presidente da Turquia, Recep Erdogan [foto acima], de querer tornar a sociedade turca cada vez mais religiosa e islâmica. Essa agenda é contrária, defendem muitos, aos ideais do fundador da Turquia moderna, Mustafa Atatürk. Assim, o país afasta-se também de uma abordagem e de ideais mais ligados ao Ocidente e à Europa, para dar lugar ao estudo do que foi feito por cientistas turcos e muçulmanos, defendeu também o líder do Conselho de Educação.

Fonte: DN Portugal

Nota do blog Criacionismo: Talvez os evolucionistas possam pensar que os criacionistas de todo o mundo vão comemorar uma notícia como essa, só que não. A Turquia tem orientação religiosa muçulmana, e nos países islâmicos teocráticos as coisas acontecem meio que “no cabresto”. Criacionistas cristãos, de modo geral, não assumem nem defendem esse tipo de postura. Na verdade, também de modo geral (pelo menos os adventistas pensam assim), defendem a total separação entre o Estado e a religião/igreja, um dos motivos pelos quais não concordam com o ensino do criacionismo em escolas públicas (o outro motivo é o despreparo da maioria dos professores, que mais fariam é “detonar” o criacionismo em lugar de ensinar adequadamente suas bases conceituais). O ideal seria um ensino crítico da teoria da evolução, destacando seus elementos científicos e filosóficos, deixando claro que muito do que é apresentado como científico não passa pelo crivo do método científico nem se encaixa no conceito correto de ciência, que se vale de métodos matemáticos para compreender a realidade (acompanhe esta série e clique aqui e aqui).

Tavsanoglu, que defende a teoria da evolução, comete vários erros em sua fala. Primeiro, ele associa a busca da excelência em ciências biológicas e médicas ao ensino do evolucionismo. Nada mais falso. Basta ver quantas dissertações e quantas teses foram publicadas sobre os mecanismos da macroevolução biológica, por exemplo. O avanço da biologia não depende necessariamente da teoria da evolução, embora aspectos dela (que são científicos), como a seleção natural, sejam válidos e úteis. Pior é dizer que o desenvolvimento da medicina tenha relação com a teoria darwiniana. Por favor, leia o artigo “Por que a medicina ignora a teoria da evolução” e compreenderá o que quero dizer.

Tavsanoglu diz ainda que “os princípios evolucionários têm proporcionado avanços em muitos campos, como a agricultura, medicina, farmácia e nanotecnologia”. No imaginário popular, o que fica é o seguinte: a vida surgiu naturalmente em um mar primitivo há bilhões de anos e foi se tornando mais e mais complexa, por si só, e, de alguma forma, isso é tão importante que levou até mesmo ao desenvolvimento de tecnologias avançadas e medicamentos úteis. Só que uma coisa não tem nada a ver com a outra, e essa ideia faz com que se tenha a impressão de que os criacionistas seriam contra a medicina, o desenvolvimento de remédios e a nanotecnologia. Isso é uma tremenda confusão, para não dizer injustiça! De fato, o computador foi inventado por um religioso, a genética, por um padre, e o método científico (além do cálculo) por homens profundamente devotos e crentes na Bíblia como a revelação de Deus.

A Turquia está errada em sua decisão arbitrária, mas também estão errados os argumentos dos que não querem que o evolucionismo seja eliminado das salas de aula. [MB]

Leia também: “Evolucionistas ‘detonam’ o ensino da ciência” e “Os médicos e a teoria da evolução

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Em artigo, pesquisadores admitem imprecisão da datação por C14

J. A. S. Francisco, aluno do curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário Amparense (Unifia); A. A. Lima, química, doutora em Ciências (área de concentração: Química Inorgânica), professora da Unifia e coordenadora do curso de Química; e D. P. Arçari, biólogo, mestre em Ciências e professor da Unifia escreveram o artigo “Datação por Carbono 14” (leia aqui), no qual concluem o seguinte: “No estudo realizado através de revisão literária pode-se concluir que pelo método de datação por carbono 14, se torna possível que arqueólogos possam comprovar a idade de objetos e fosseis encontrados, que provavelmente estão no local há milhares de anos. Pelo que podemos ver, a datação através do carbono 14 não deve ser utilizada como algo exato, principalmente por não se conhecer a concentração exata de carbono 14 em tempos remotos. Essa variação pode fazer uma amostra parecer mais velha do que realmente possa ser. É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação por carbono 14. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos presentes em determinada amostra, isso é possível fazer com grande precisão; outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade do objeto em questão, isso depende de fatores não observados e não conhecidos que simplesmente se tem de assumir não dá para voltar atrás no tempo até a altura que o objeto começou a se formar e acompanhar o seu desenvolvimento.”

Admissão interessante de quem estuda o assunto, embora programas popularescos como o Fantástico e documentários da Discovery, por exemplo, sempre apresentem os métodos radioativos de datação como praticamente infalíveis. Uma análise rápida de alguns artigos científicos disponíveis na internet mostra que vários autores admitem possibilidades de erros nas datações. E meu livro A História da Vida, trato desse assunto dos métodos de datação em um capítulo específico, e a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) acaba de lançar um ótimo livro sobre o assunto, intitulado Exame Crítico da Datação Radiométrica.

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza. Esse livro pretende fornecer subsídios para quem realmente deseja compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte do livro, encontra-se uma seleção de artigos já publicados nos periódicos editados pela SCB e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes, publicados na revista Acts and Facts, publicada mensalmente pelo Institute for Creation Research, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos métodos de datação radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

O desejo dos editores é que essa seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais expostas, nem sempre fáceis de ser encontradas na literatura especializada sobre o assunto.

O livro tem 220 páginas e pode ser adquirido aqui. [MB]

Fonte: Criacinismo

segunda-feira, 12 de junho de 2017

A Evolução Espera que Você não Saiba Química



Nota: Enovelamento de proteínas, DNA, RNA...TODA REALIDADE contra Evolução. "A Evolução espera que você não saiba Química" - Dr. Marcos Eberlin

O Dr. Marcos Eberlin é o Presidente da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. Seja um membro da Sociedade ! É simples, cadastre-se aqui : http://tdibrasil.com

domingo, 11 de junho de 2017

Discutir a origem da vida através da fé e da ciência é proposta de nova revista

Com o objetivo de divulgar notícias e artigos referentes à origem da vida com uma visão bíblica e cientifica, surge no mercado a Origem em Revista, um veículo que busca responder ao desafio de oferecer conteúdo aprofundado sobre a origem da vida, unindo a fé cristã e a ciência. A Origem em Revista se propõe a dialogar com o público ao ponto de compreender suas necessidades e absorver suas principais dúvidas, assim produzindo conteúdos específicos que alcancem, especialmente, os jovens que possuem apenas o contato restrito com a teoria darwiniana em suas faculdades. “Percebemos uma lacuna existente no Brasil, um espaço que deveria ser ocupado por alguém que trouxesse toda a experiência, paixão, determinação e ideias inovadoras nessa missão de levar a todo lugar a mensagem da Criação através de um canal de divulgação em forma de uma revista gratuita, interativa, isto é, que convidasse todos os pesquisadores e/ou cientistas criacionistas ou adeptos do design inteligente que temos no Brasil a publicar seus textos em nossa revista”, afirma o cofundador e editor chefe da revista, Everton Alves.

O título da publicação está relacionado diretamente com a identidade e missão da publicação. O termo Origem se refere diretamente ao foco da revista, que abrange um campo mais amplo para o diálogo, não se limitando apenas ao modelo criacionista e suas ramificações, mas abrindo possibilidades de discussão dos outros modelos que estão surgindo, como, por exemplo, o Design Inteligente, que aponta como uma nova forma de compreender os mecanismos envolvidos na origem do projeto e manutenção da vida na Terra. “Já o segundo termo, em Revista, não diz respeito apenas ao formato da publicação, mas é uma mensagem mais profunda. Segundo o dicionário, “revista” significa uma segunda visita, um novo exame mais minucioso, ou seja, é a revisão da história de nossas origens que, até então, tem sido parcialmente contada através dos livros didáticos ofertados nos ensinos fundamentais e médios de nossas escolas”, comenta o cofundador e diagramador da revista, Alex Kretzschmar.

A revista será no formato digital e disponibilizada gratuitamente no site Origem em Revista, e a previsão de lançamento é janeiro de 2018. “A revista será semestral, mas o site será atualizado constantemente com notícias e artigos relacionados à temática”, explica Alex.

Serviço
Lançamento: Origem em Revista
Facebook: @origememrevista
Site: https://origememrevista.com.br/
Contato: faleconosco@origememrevista.com.br

Fonte: Rafaela Garcia, Origem em Revista

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Livro - Exame Crítico da Datação Radiométrica

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza.

Este livro pretende fornecer subsídios para quem realmente desejar compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte desta publicação encontra-se uma seleção de artigos já anteriormente publicados nos periódicos editados pela Sociedade Criacionista Brasileira e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes publicados na revista “Acts and Facts” publicada mensalmente pelo “Institute for Creation Research”, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos da América.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos Métodos de Datação Radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

Esta publicação é fruto da colaboração iniciada há três anos entre a SCB e o seu Núcleo Criacionista da cidade de Maringá, PR (“NUMAR-SCB”) que reúne mais de uma dezena de professores universitários e pesquisadores de alta qualificação acadêmica.

O desejo dos Editores é que esta seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais aqui expostas, nem sempre fáceis de serem encontradas na literatura especializada sobre o assunto. Total de 220 páginas.Vários autores.

PRIMEIRA PARTE

- Uma Terra Recente?

- Um Levantamento de Métodos de Datação 25

Eugene F. Chaffin - O Debate Sobre a Idade da Terra 50

Lawrence Badash - A Terra Recente 63

Henry M. Morris - Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72

Sidney P. Clementson - Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89

Thomas G. Barnes - Um Exame Crítico da Datação Radioativa das Rochas 99

Sidney P. Clementson - Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110

Adauto J. B. Lourenço - Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122

Urias Echterhoff Takatohi - Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140

A. W. Mehlert - Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158


SEGUNDA PARTE

Rodrigo M. Pontes - Relógios nas Rochas?  169

Vernon R. Cupps, Ph.D. - O Ícone das “Isócronas”  176

Vernon R. Cupps, Ph.D. - O relógio “Nobre”  184

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Primeira Parte) 201

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Segunda Parte) 206

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb  211

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb  216

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A tabela periódica e a evidência de um projetista cósmico

    No princípio não havia tempo, nem espaço, nem matéria. No instante inicial do espaço-tempo como o conhecemos, o “relógio universal” já marcava cerca de 10-43s. As três dimensões de espaço expandiram-se rapidamente com a passagem do tempo. A Criação do tempo induziu a criação de energia, que excitou o vácuo e criou partículas com grande quantidade de energia cinética, o que elevou a temperatura. Devido às propriedades do espaço-tempo, houve uma grande expansão e depois um resfriamento. Entrou em cena uma minúscula partícula conhecida como Bóson de Higgs que começou a conferir massa aos férmions e às demais partículas. Então, uma força nuclear mediada por glúons entrou em ação e os quarks (um tipo de férmions) começaram a se unir e formaram os prótons e nêutrons, depois os elétrons começaram a formar a eletrosfera dos primeiros átomos, em seguida foi produzido o primeiro elemento químico, o mais simples e o mais abundante no Universo: o Hidrogênio. Este elemento possui três formas semelhantes que são chamadas de isótopos (Prótio, Deutério e Trítio).


    Todavia, esse foi apenas o começo. Então, os isótopos Deutério e Trítio através de um processo denominado de fusão nuclear formaram o Hélio. Então, as nuvens de hidrogênio e hélio começaram a interagir e surgiu a primeira estrela, diferente de qualquer outra que conhecemos. As estrelas são verdadeiras fábricas de elementos químicos. Por esse motivo, essa estrela precisou explodir para espalhar os elementos fabricados em seu interior pelo Universo. Novamente, a gravidade começou agir e formou, com esses elementos lançados pelas estrelas, os planetas ricos em elementos essenciais à vida, o objetivo final do plano, para que, assim, ela pudesse surgir com toda a sua beleza e ordem, bem como todo o processo que a antecedeu.

    Essa breve e simplória descrição acima relata o que foi o Big Bang[1] e como surgiram os ingredientes necessários para que a vida pudesse surgir. Quando estudamos Química, nos deparamos
com a tabela dos elementos presentes na natureza (Tabela Periódica) e, por sua aparente complexidade, não nos damos conta de sua ordem e beleza. Será que o acaso sem propósito pode criar algo tão magnífico?

    Ao analisarmos o alfabeto, verificamos 26 símbolos que chamamos de letras e que são capazes de expressar de forma escrita todas as palavras em diversos idiomas. Se alguém afirmasse que esses símbolos surgiram do acaso, ninguém o levaria a sério. O mesmo acontece quando observamos a Tabela Periódica e identificamos atualmente 118 elementos em perfeita ordem, que podem ser agrupados em famílias. Tudo que vemos, desde rochas, água, ar, plantas, insetos, animais, até ao homem são constituídos por esses elementos. Alguns dão a impressão de existirem somente para benefício do próprio homem. A Tabela Periódica apresenta-se como sendo o alfabeto da vida. Sua beleza e ordem testemunham a favor de uma Inteligência agindo nos bastidores.

    É possível inferir que essa Inteligência brincou conosco e escondeu vários deles em compostos complexos em uma natureza repleta de beleza, como alguém que desejava fornecer pistas para não ficarmos sem saber de nossa origem e nos beneficiou, ainda, com um extremo apreço pelo o que é belo. Como um pai que estimula no filho o desejo pela leitura só pra que ele possa ler a sua biografia e conhecê-lo melhor.

Cyril Stanley Smith
    Veja o que Cyril Stanley Smith, um dos historiadores da metalurgia, afirma: “A metalurgia começou com a confecção de contas para colares e ornamentos malhados em cobre, o que ocorria naturalmente, muito antes de serem feitas facas e armas ‘úteis’”.[2] Dessa forma, não foi o instinto pela preservação e proteção da vida que impulsionou a descoberta dos elementos químicos, mas sim a arte, a beleza. Talvez seja por esse motivo que o ouro, “o metal menos prático é o mais valioso, valorizado porque os seres humanos são mais fundamentalmente artistas do que guerreiros” [3]. A existência da beleza por amor à própria beleza foi um desafio para Darwin que o levou a assumir que isso “seria totalmente fatal para sua teoria”[4].

    Foi exatamente o apreço pelo o que é belo que levou os cientistas a procurar por padrões ou modelos entre os elementos químicos. “Haviam visto sempre a natureza engenhosamente elaborada, suspeitando que houvesse uma ordem escondida com significado”[5]. Benjamin Wiker e Jonathan Witt trazem este tema em seu livro “Um Mundo com Significado” de maneira bem interessante.

Evolução Histórica

Johann Döbereiner
    Em 1800, a quantidade de elementos descoberta era suficiente para que a buscar por padrões que demonstrassem uma ordem fosse realizada pelos cientistas da época. 

 O primeiro a identificar a existência de modelos entre os elementos foi o alemão, Johann Döbereiner, que em 1817, criou, o que é considerado por alguns, o primeiro esboço da Tabela Periódica. Ele percebeu o que denominou de “Lei das tríade”, grupo composto por três elementos onde o peso atômico do elemento do centro aproximava-se da média entre os outros dois elementos. Mas não foi aceito porque compreendia um número pequeno de elementos. 

 Entretanto, essas tríades se encontram alinhadas verticalmente em Grupos diferentes (Li, Na e K no Grupo 1; Ca, Sr e Ba, no Grupo 2; S, Se e Te, no Grupo 16; Cl, Br e I, no Grupo 17) e, horizontalmente, no Período 4, os elementos Fe, Co e Ni.
Esboço do primeiro modelo da Tabela periódica, conhecida como Lei das tríade - 1817.
      Ainda no século XIX, Jean Baptiste André Dumas identificou padrões matemáticos nos elementos químicos. Sem que ele percebesse, acabou descobrindo a ordem de quatro grupos da Tabela Periódica.

Chancourtois
    O geólogo francês Alexandre-Émile Béguyer de Chancourtois foi o primeiro cientista a ver a periodicidade dos elementos quando foram arranjados em ordem de seus pesos atômicos. Creditado como sendo o descobridor original do periodicidade dos elementos e o criador do método tridimensional de acordo elemento e representação. 

    Ele desenhou os elementos como uma espiral contínua em torno de um cilindro de metal dividido em 16 partes. O peso atômico do oxigênio foi tomado como 16 e foi utilizado como padrão contra o qual todos os outros elementos foram comparados. Telúrio foi situado no centro, o que levou o nome "Parafuso telúrica". Em 1862, a invenção de Chancourtois, o parafuso de telurídeo calculou os pesos atômicos de todos os elementos conhecidos na época. Entretanto, o parafuso de telúrico não era confiável.
Modelo Parafuso Telúrico do cientistas Chancourtois em 1862
    Apesar do trabalho de Chancourtois, sua publicação atraiu pouca atenção dos químicos em todo o mundo. A razão é que o diagrama original de Chancourtois foi deixado fora da publicação, fazendo o papel difícil de compreender. 

Jonh Newlands
    Jonh Newlands, levando em consideração o entendimento de Dumas, observou que alinhando os elementos em ordem de peso atômico, iniciando com o Hidrogênio, cada oitavo elemento da ordem possuía propriedades semelhantes entre si. 

   Por exemplo: Se desconsiderássemos os Elementos de Transição e os Gases Nobres e iniciássemos em Li, o oitavo seria o Na, que possui características semelhantes ao Li; se iniciássemos com o Be, o oitavo seria o Mg, que possui características semelhantes ao Be. Ele chamou essa descoberta de “lei das oitavas”, semelhante às notas musicais. 

    Para Newlands, que era músico, os elementos químicos poderiam ser organizados em forma de um instrumento musical.
Teoria das "Leis das oitavas" de Jonh Newlands - 1864
    Entretanto, Newlands não persistiu em seus estudos e acabou cometendo alguns equívocos e isso maculou sua pesquisa. Se tivesse insistência em sua ideia inicial teria ido muito longe, já que muitos elementos químicos ainda estavam para ser descobertos. Newlands poderia ter, até mesmo, previsto esses elementos, bem como seus pesos e propriedades químicas.

Dmitri Mendeleev
    Em 1871, Dmitri Mendeleev, o profeta da descoberta dos elementos químicos, como uma criatura que ama padrões, acreditou que a natureza não interromperia os padrões que ele havia descoberto nos pesos e nas propriedades químicas crescentes nos elementos. Insistiu em sua teoria [Teoria da Ordem de Massa Atômica] e quando não havia um elemento descoberto com as características necessárias para se encaixar em um grupo, ele deixava o espaço em branco e afirmava que deveria haver um elemento na natureza a ser descoberto que preencheria os requisitos.

    Mendeleev previu a descoberta do escândio (Sc), ele o chamava de eka boron, previu seu peso e suas características e acertou em cheio. Do mesmo modo, previu a descoberta do gálio (Ga) e germânio (Ge). Este ilustre russo não viveu suficiente para testemunhar as descobertas de J. J. Thomson, Ernest Rutherford, Niels Bohr, Erwin Schrödinger e Werner Heisenberg, pois teria ele ficado maravilhado com tamanha beleza e ordem que a natureza ainda estava para revelar.

              Moseley
    Contudo, em 1913, o inglês Henry Gwyn Jeffreys Moseley, descobriu uma relação entre o espectro de raios X de um elemento químico e seu número atômico. Foi o primeiro a conseguir determinar os números atômicos dos elementos com precisão, esta teoria ficou conhecida como Ordem de Número Atômico

    Ele mostrou que, quando os átomos eram bombardeados pelos raios catódicos, eles emitiam raios X, e, já que cada um tinha sua propriedade, determinava os valores dos números atômicos, e ainda previu lugares na tabela periódica para outros elementos, que foram descobertos anos mais tarde. Desta forma, a disposição dos elementos na tabela periódica ficou com um parâmetro mais adequado, que persiste até hoje. Cientistas posteriores foram determinando os números de prótons de outros elementos a partir desta técnica.

    Como o acaso sem propósito pôde realizar uma tarefa de tamanha elegância e ordem? Seria mera coincidência? Evidências de ordem e beleza estão presentes na Natureza. Ela está repleta de insight de uma Inteligência. Essa mesma Inteligência dotou o homem com um interesse impressionante pela beleza, ordem e curiosidade para descobrir sua origem e destino, para que soubesse que não foi fruto de um acidente. Como disse Henri Poincaré: “O cientista não estuda a natureza porque ela é útil. Estuda-a porque encontra grande prazer nisso; ele encontra prazer no estudo porque a natureza é bela. Se não fosse bela, não valeria a pena conhecê-la e a vida não valeria a pena ser vivida”[6]. A natureza é bela e é inerente ao homem o amor e a busca pela beleza. Isso faz-nos crer que por trás de toda beleza existente no Universo há um Ser que ama o belo e atribuiu às suas criaturas o mesmo sentimento.

Autor: Hilton Bastos 

Referências

[1] Acreditamos que o modelo do Big Bang não é totalmente incompatível com o Criacionismo Científico, embora haja quem discorde. A ideia de um Universo ainda em expansão e a cronologia utilizada parece ser cabível de revisão. Entretanto acreditamos que o modelo inicial utilizado nos dois primeiros parágrafos, onde subtraímos a cronologia evolucionista, não parece, a priori, contradizer a teologia.
[1] Cyril Stanley Smith. “Aestethic curiosity, the root of invention”, Anvil's ring, 1996. Disponível em http://www.pennabilli.org/testi/Smith_EN.htm, último acesso em 22 de fevereiro de 2017.
[2] Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 110.
[3] De “Utilitarian Doctrine, How Far True: Beauty, How Acquired”, cap. 6 de Charles Darwin, The Origin of Species, 6ª ed. Nova York: Mentor, 1958, p. 188. Extraído de Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 111.
[4] Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 127.
[5] Henri Poincaré, The Value of Science, Nova York, Dover, 1958, p. 8. Extraído de Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 109.



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Jovem Pan : Design (Eberlin) X Darwin (Fábio)



Nota: Esse foi um debate que aconteceu na Jovem Pan entre o Dr. Marcos Eberlin (Químico) e o Dr. Fábio (Biólogo) sobre o mérito científico da Teoria do Design Inteligente.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia

Lançamento
Após intensa pesquisa histórica e científica, Cristina Beloni Alencar disseca o livro de Gênesis e mostra que estudos seculares comprovam relatos bíblicos.

Muito já se escreveu sobre a Bíblia. Como fonte central de toda a fé cristã, é quase impossível se manter neutro diante de uma obra tão reveladora e que encerra tanto conhecimento. A jornalista e teóloga Cristina Beloni Alencar, em seu livro Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia – Jornalismo Investigativo Bíblico, disseca os principais pontos que são motivo de controvérsia, apresentando, por meio de intenso trabalho histórico e documental  a defesa de fatos chaves para a história da humanidade.

Com linguagem clara e repleta de convicção, acontecimentos como a criação do universo e do homem, o surgimento das espécies, existência dos dinossauros,  aspectos geológicos e culturais como a multiplicidade de idiomas e surgimento das nações e etnias são abordados,  sempre com o cruzamento de evidências históricas, científicas, geográficas e arqueológicas que corroboram e evidenciam as verdades bíblicas, em uma fascinante viagem  aos principais temas do livro de Gênesis.

“Os fatos bíblicos causam até hoje muita controvérsia, devido à desafiadora simplicidade de suas colocações. A questão é que ninguém consegue ficar neutro diante da Bíblia, ou a aceita como palavra de Deus ou rejeita completamente. Por meio de evidências objetivas e científicas, mostro nestas páginas que sim, a Bíblia sempre tem razão”, diz Cris.

Em nosso contexto de pós-modernidade, o teólogo Luiz Sayão ressalta que “o mérito do livro está na retomada deste inescapável diálogo-confronto entre a Bíblia e a realidade secular, iniciado desde o surgimento do racionalismo e iluminismo europeus e continuado até os dias de hoje”.

O mergulho nos mares de Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia não deixará o leitor imune ao desafio de digerir e investigar os temas bíblicos, instigando o aprofundamento nas escrituras e derrubando preconceitos e  a rejeição, muitas vezes, vindos de sofismas e desconhecimento do Livro dos livros.

Sobre a autora

Cristina Beloni Alencar iniciou suas pesquisas bíblicas assim que se converteu ao Cristianismo. A curiosidade a fez buscar conhecimentos em diversas áreas acadêmicas, desde o Jornalismo ao curso de Teologia, com ênfase em arqueologia bíblica. Pesquisadora associada à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pertence à Sociedade Brasileira do Design Inteligente no Brasil. Foi coordenadora de redação da Revista Eclésia e atualmente trabalha para uma ONG internacional que apoia cristãos perseguidos e cursa mestrado em Missões Transculturais.

Ficha Técnica
AD Santos Editora
Derrubando Mitos: compreendendo a Bíblia
ISBN: 978.85.7459-414-9
Páginas: 240
Formato: 14 X 21cm
Preço: R$ 35,00

Nota: O livro está à venda no site e pela página oficial no Facebook, além de
livrarias virtuais especializadas em livros cristãos e também pelo
whats app (11) 997372302.

A nova Revista Criacionista do Brasil

É com grande alegria que apresentamos a você uma novidade: a edição de lançamento da Origem em Revista!

Foram meses trabalhando, orando, e por meio da parceria com alguns queridos amigos, estamos conseguindo projetar uma revista relevante, para que hoje possamos celebrar junto com você o nascimento de um veículo de divulgação criacionista que veio pra ficar.

Origem em Revista é um periódico eletrônico interdisciplinar do tipo magazine, publicado semestralmente, que aborda questões científicas e teológicas relativas à origem da vida e à história passada do mundo natural. Será uma revista gratuita de acesso livre, e a publicação conosco não envolverá nenhum custo.

Estamos preparando a revista para que ela apresente imagens que inspirem sua imaginação e que traduzam fielmente o conteúdo dos textos, com um texto fluido, linguagem moderna e com informações úteis para quem quer aprender mais sobre o assunto das origens. O ideal é que você nos acompanhe sempre por meio de mais este canal, para que possamos estabelecer um diálogo constante e ininterrupto. Além de inspiração, últimas notícias e evidências recém-publicadas pela comunidade científica (criacionista e naturalista), a revista trará a cada edição seções contendo os mais variados assuntos, a fim de cobrir as mais diversas áreas do conhecimento humano com o viés da Origem da Vida e do Universo.

Estamos torcendo para que você curta muito o conteúdo que a gente está preparando pra você, porque tudo está sendo feito com muito carinho. E se tiver sugestões ou perguntas, escreva para faleconosco@origememrevista.com.br

Visite nosso site em: www.origememrevista.com.br

O dinossauro mais bem preservado do mundo

Só um esputamento rápido explica
Geólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

Esse mar estava cheio de vida, repleto de répteis gigantes que chegavam a 18 metros de largura, enquanto suas costas foram atravessadas por dinossauros gigantes por milhões de anos. A área está repleta de fósseis desde o início dos registros. “O operador de pá na mina viu um bloco com um padrão engraçado e entrou em contato com um geólogo”, disse o Dr. Brinkman. O fóssil, fotografado para a edição de junho da revista National Geographic, foi exposto na sexta-feira.

A lei de Alberta designa todos os fósseis a propriedade da província, não dos proprietários da terra onde eles são encontrados. A maioria é descoberta depois de ser exposta pela erosão, mas a mineração também provou ser uma bênção [!] para os paleontólogos.

Dr. Brinkman disse que o museu foi cuidadoso para não inibir a atividade industrial ao recuperar fósseis para que os operadores das escavadeiras não tivessem medo de chamar quando encontrassem algo. “Esses são espécimes que nunca seriam recuperados de outra forma”, diz Brinkman. “Nós recebemos dois ou três espécimes significativos a cada ano”.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Pense comigo: se o animal morresse em condições normais e seu cadáver escapasse de ser devorado por carniceiros, com o tempo apodreceria. A hipótese acima é a de que “seu corpo acabou no fundo de um mar antigo”, onde teria fossilizado. Ocorre que o mar seria o pior lugar para um corpo fossilizar. Experiência feita com o corpo de porcos já deixou isso bem claro (confira aqui). Fossilização ocorre sob lama, e o sepultamento tem que ser instantâneo. Animais pegos de surpresa por uma catástrofe envolvendo água e lama, sepultados instantaneamente a ponto de ter seus corpos perfeitamente preservados... O que isso lhe sugere? E mais: esse é um fenômeno observado em todos os continentes, incluindo a Antártida. O que quer que tenha acontecido foi uma catástrofe global. [MB]

Cientistas questionam a teoria da evolução

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza comprovam a existência de um ser superior. No núcleo de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recém-inaugurado por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, estudiosos descartam a criação do mundo com um simples acaso e analisam códigos genéticos como uma espécie de 'assinatura de Deus'. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem!

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