sábado, 9 de julho de 2016

LANÇAMENTO: Inegável: Como Biologia confirma a nossa intuição que a vida é Projetado


Ao longo de sua ilustre carreira e não convencional, que virou engenheiro molecular biólogo Douglas Machado foi fazer as perguntas que grande parte da comunidade científica prefere o silêncio. Agora, ele apresenta suas conclusões neste livro corajoso e pioneiro. Machado argumenta que a chave para entender a nossa origem é a "intuição projeto" -a crença inata realizada por todos os seres humanos que as tarefas que será necessário conhecimento para realizar só pode ser realizado por alguém que tem esse conhecimento. Para a tarefa engenhosa de inventar a vida, este conhecedor só pode ser Deus.

Começando com os salões da ciência acadêmica, Machado desmonta a crença generalizada de que a teoria da evolução de Darwin é indiscutivelmente verdade, mostrando vez que um buraco foi em seu centro desde o início. Em seguida, ele explica na planície Inglês a ciência que prova que a nossa intuição projeto cientificamente válido. Por último, ele usa a experiência cotidiana para capacitar as pessoas comuns para defender sua intuição design, dando-lhes a confiança e coragem para explicar por que ele tem que ser verdadeira e a visão de imaginar o que a biologia se tornará quando as pessoas se levantar por esta verdade.

Armado com essa confiança, os leitores vão afirmar o que antes parecia óbvio para todos nós, que as criaturas vivas, a partir de cianobactérias unicelular às baleias orca e de seres humanos, são brilhantemente concebidos, totalmente fora do alcance do acidente

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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Teoria das cordas - Temporada 3 - cap. 9

A verdadeira e a falsa ciências

É importante conhecer as diferenças
Algumas diferenças entre a verdadeira ciência (V) e a ciência humana (H, que não deveria ser chamada de ciência):

H: busca explicar fenômenos observados.
V: fornece instrumentos capazes de prever e descrever novos fenômenos.

H: inventa explicações ad hoc (algo que pareça lógico para descrever um fenômeno particular).
V: mostra consequências de princípios fundamentais que implicam no que se observa.

H: muda com o tempo, com o conhecimento e a moda.
V: é imutável.

H: impregnada de paradigmas.
V: independente de paradigmas, filosofias e cosmovisões; fornece elementos para corrigi-los e refiná-los, contudo.

H: é essencialmente um exercício de filosofia aplicada.
V: é uma “caixa de ferramentas”, sendo que os instrumentos nela contidos são estruturas explicitamente matemáticas.

H: inventa teorias.
V: fornece meios para que se descubram teorias.

H: é naturalista.
V: não tem vínculo com qualquer tipo de filosofia (nem mesmo naturalismo metodológico), embora uma cosmovisão criacionista tenha facilitado em muito a descoberta da verdadeira ciência.

H: é uma atividade humana.
V: tem origem divina, na perspectiva de pioneiros como Galileu e Newton.

H: é limitada ao que pode ser observado e reproduzido (naturalismo metodológico).
V: limitada apenas pelas fronteiras da verdade (regras de coerência matemática).

H: teorias amplamente aceitas hoje podem cair por terra com descobertas futuras.
V: teorias descobertas com ajuda da ciência no passado continuam válidas sempre; porém, podem-se descobrir novas teorias mais abrangentes ou eficientes, as quais não podem negar as antigas já testadas (princípio da correspondência).

H: tenta seguir um protocolo para ser mais confiável (observação, formulação de hipóteses, etc.).
V: não depende de protocolos, mas fornece uma infinidade de métodos confiáveis.

H: beneficia-se de produtos da pesquisa realmente científica.
V: independe totalmente de quaisquer atividades ou conhecimentos humanos, mas fornece ferramentas poderosas para gerar conhecimento e tecnologia.

H: está sujeita às limitações humanas.
V: independe de limitações humanas, mas fornece instrumentos para estudá-las e superá-las.

H: faz uso predominante de raciocínio intuitivo/filosófico.
V: fornece recursos para que se construam linguagens que permitam o raciocínio formal, muito menos limitado e muito mais confiável.

Obs.: raciocínio formal é aquele que se baseia em regras explícitas de uma linguagem. Essas regras precisam estar em harmonia com o que se estuda. Por exemplo, usamos propriedades dos números para construir uma linguagem para raciocínio algébrico. Podemos traduzir para uma linguagem assim problemas que envolvam números. Depois usamos as regras da linguagem para resolver o problema. No final, traduzimos o resultado para o escopo de nosso problema original. Por exemplo, qual é o número que, quando acrescido de 7, resulta em 12? É fácil resolver isso com raciocínio intuitivo. Mas com uma linguagem formal conhecida de todos os que fizeram até a sexta série e se lembram disso, fica assim:

X + 7 = 12

Sendo que X representa o número que desejamos descobrir. Partindo dessa expressão, usamos regras da linguagem, que refletem princípios matemáticos bem definidos, para resolver o problema:

X + 7 - 7 = 12 - 7
X = 12 - 7
X = 5

Essa última linha deixa claro qual é o valor que desejávamos descobrir. Com algum treinamento, podemos fazer a mesma coisa com qualquer assunto, mesmo que nada tenha a ver com números e que seja inacessível à intuição ou mesmo ao pensamento humano.

Na falsa ciência, observa-se algo, formulam-se hipóteses para explicar o que se observa, testam-se as hipóteses e as que sobrevivem passam a ser chamadas de teorias. Na verdadeira ciência, observa-se algo, formulam-se hipóteses e suas complementares, testam-se as hipóteses e as complementares, utilizam-se as hipóteses sobreviventes para buscar padrões; quando encontrados, os padrões são testados em diferentes circunstâncias e, se forem confirmados, passam a ser chamados de leis. Leis são expressas em alguma linguagem formal (qualquer uma das “linguagens matemáticas” que seja completa para aquele contexto) e agrupadas para formar os postulados de uma teoria científica, que será capaz de prever uma infinidade de outras leis e frequentemente fenômenos totalmente desconhecidos. Experimentalistas tratarão de confirmar os novos fenômenos ou, de preferência, negá-los.

O processo de descoberta de uma teoria científica consiste em grande parte em descobrir o menor conjunto de leis possível, mas suficiente para que se estude determinado assunto com a profundidade pretendida. Isso é feito por meio de longos estudos de consequências matemáticas das leis e a comparação dessas consequências com o que se observa na prática. É nisso que consistem estudos teóricos.

Observação de fenômenos seguida por formulação de hipóteses é uma atividade predominante quando se sabe muito pouco sobre o assunto a ser estudado. Quando se tem mais experiência, a atividade predominante passa a ser a descoberta de teorias com suas novas previsões e o teste dessas previsões.

Hoje em dia, nas pesquisas em Física, já há teorias excelentes e bem testadas que tratam em detalhes finos de quase tudo o que se conhece, mas há brechas que precisam ser preenchidas. O que os físicos esperam é que em algumas dessas brechas se encontrem verdadeiros túneis para coisas totalmente desconhecidas até agora. A Teoria das Cordas parece estar provendo isso pelo simples fato de admitir que as partículas podem não ser pontos, mas minúsculos “fiapos” (cordas). As consequências matemáticas disso são riquíssimas e surpreendentes. Parece também resolver de maneira elegante e natural o famoso conflito entre a Relatividade Geral e a Teoria Quântica de Campos.

Note-se que na verdadeira ciência, teorias são feitas de leis e geram leis, porém jamais transformam-se em leis. Teorias científicas tendem a ser muito mais úteis do que leis.

Expressões do tipo “isso é só uma teoria” fazem sentido no conceito popular e na falsa ciência, mas não fazem sentido no contexto da verdadeira ciência.

(Eduardo Lutz é físico)

Fonte: criacionismo

Mundo sub atômico - Temporada 3 - cap. 8

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Curso Preparatório para ENEM e Vestibulares


Os criacionistas tinham razão

Exatamente como o criacionismo vem dizendo há tanto tempo!

Estudo publicado na Nature Communications afirma que grandes erupções vulcânicas e a emissão de enormes quantidades de dióxido de carbono foram um dos responsáveis pela extinção em massa no final do suposto período cretáceo [equivalente ao período do dilúvio no modelo criacionista]. Leia o artigo aqui.

Ciência, matemática e evolução

A arte de descrever a realidade
Em meados do segundo milênio da Era Cristã, duas revoluções ocorreram, as quais são de grande interesse para nós. Uma foi a revolução teológica chamada de Reforma Protestante. Redescobriu-se o quão perigoso é confiar em tradições e interpretações filosóficas humanas e quão importante é estudar a Bíblia diretamente com uma metodologia adequada. A outra revolução foi a científica. Não que a ciência estivesse sendo inventada, mas, sim, descoberta. Ao longo de alguns séculos, na primeira metade do segundo milênio da Era Cristã, vários pensadores aos poucos chegaram à conclusão de que a verdadeira filosofia não deveria ser baseada na autoridade de acadêmicos, revisão por pares ou meramente na intuição humana, mas na Matemática, que seria a forma pela qual Deus criou tudo o que existe.

Roger Bacon (século 13) concluiu que a Matemática é a base de todas as áreas do conhecimento. Leonardo da Vinci falou das vantagens de se usar métodos matemáticos e da importância da experimentação para validar ideias. Sugeriu também que seria vantajoso iniciar essa classe de estudos pela Mecânica, por ser mais acessível. Galileu Galilei denunciou a filosofia humana – ainda que revisada por pares e por autoridades – como falha e mencionou a verdadeira filosofia como estando escrita no grandioso livro do Universo em caracteres matemáticos. Também se referiu à ciência como uma forma de conhecer e representar com base na Matemática.

A proposta que ganhou forma e força com o tempo foi a de usar métodos matemáticos obtidos do estudo da natureza para representar e estudar tudo, a começar pelo mundo físico. A verdadeira ciência seria composta por esses métodos matemáticos para obter, representar e testar conhecimentos, o que inclui, mas não se limita a planejar observações e experimentos e processar os resultados.

Um dos pré-requisitos mais importantes para que a ideia de Darwin seja aceita como se fosse uma teoria científica é voltar aos conceitos anteriores à revolução científica, confundir filosofia (paradigmas e cosmovisões) com ciência e eliminar referências à Matemática da definição de ciência. Hoje em dia se fala em experimentação, mas é politicamente incorreto associar fortemente ciência com métodos matemáticos, mesmo sendo isso óbvio para um grande número de pesquisadores. Cada especialista teme que sua área deixe de ser considerada uma ciência e perca credibilidade. Mas nenhuma área deveria ser chamada de ciência. A ciência pode ser usada em qualquer área e há pesquisas que podem ser feitas corretamente sem uso explícito da ciência.

Isaac Newton, estudioso da Bíblia e da natureza, colocou em prática as sugestões de Galileu e da Vinci e tentou descobrir as leis da Mecânica usando métodos matemáticos. Percebeu, entretanto, que não possuía conhecimentos matemáticos suficientes para a empreitada. Levando em conta, porém, que essas leis matemáticas estão escritas na própria natureza, tratou de lê-las e com isso descobriu uma área da Matemática que até então era desconhecida: o Cálculo Diferencial e Integral. Com isso, ele foi capaz de entender algumas leis básicas da Mecânica.

Independentemente de Newton, Leibniz também percorreu esse caminho e descobriu o Cálculo. Criou, porém, uma notação mais elegante do que a de Newton, mais semelhante à que usamos hoje. Isso abriu o caminho para que leis físicas possam ser percebidas, estudadas e utilizadas para se descobrirem coisas novas e também para gerar novas tecnologias.

Estudos como esse levaram a avanços cada vez maiores, aumentando a experiência humana no uso da Matemática para descrever cada vez mais coisas: movimentos, forças, ondas (século 18), luz, leis em geral com o princípio da ação mínima, fluidos (século 18), fenômenos eletromagnéticos em geral, novos tipos de geometrias e universos (século 19), Relatividade e suas aplicações à Cosmologia, Mecânica Quântica e suas especializações como a Teoria Quântica de Campos, no âmbito da qual se começou a descobrir a Teoria das Cordas (século 20).

Em Física, não se inventam teorias, descobrem-se. A descoberta da Teoria das Cordas, ainda em andamento, é um exemplo bastante interessante de como funciona o processo. Como há diversos pesquisadores envolvidos em um processo colaborativo, fica mais fácil analisar o processo de surgimento dessa teoria e fica particularmente claro que não se trata de invenção, mas de descoberta. Grandes avanços já foram feitos, mas ainda há um bom caminho a percorrer. No fim sempre se descobre que a resposta final era simples e que não era necessário ter percorrido um caminho tão longo. Mas, no caso da Teoria das Cordas, os físicos ainda estão percorrendo o caminho longo.

(Eduardo Lütz é físico)

Fonte: criacionismo

domingo, 26 de junho de 2016

Constantes universais - Temporada 3 - cap. 7

Indicação: Terra de Gigantes

Lançamento
Desde pequeno, sou fascinado pelos dinossauros. Antes mesmo de saber ler, eu me divertia folheando uma coleção de livros de ciência que pertencia ao meu pai. O volume que mais me chamava a atenção era justamente o que tratava da chamada “era pré-histórica” e continha várias ilustrações dos grandes répteis. Dá para dizer que, praticamente, fui introduzido ao mundo das letras por aquelas obras, “em companhia dos dinos”. Um dos meus passatempos preferidos é desenhar, embora não tenha muito tempo para isso ultimamente. Nessa atividade, também, os dinossauros sempre me acompanharam. Em meus primeiros rabiscos, anteriores ao processo de alfabetização, lá estavam os bichões. É até difícil explicar esse magnetismo que os dinos exercem sobre as crianças. Claro que a mídia tem sua parcela de “culpa”. Filmes, seriados e revistas têm abordado o assunto ao longo de vários anos. Lembro-me de uma série de TV que fez muito sucesso (nem precisa dizer que, quando criança, eu não perdia um episódio) e foi relançada em 2001: O Mundo Perdido. Outra série de destaque no Brasil, no início da década de 1990, foi a Família Dinossauro. Os Da Silva Sauro viviam numa sociedade dominada pelos grandes répteis, em que o cotidiano era pretexto para inúmeras críticas e sátiras à sociedade e aos costumes da classe média moderna. Depois, foi a vez de o cineasta Steven Spielberg “dar vida” aos dinossauros, com uma sequência de filmes Jurassic Park – baseados no livro homônimo de Michael Crichton –, que também ficaram famosos.

Bem, eu não queria ficar atrás deles! Então, resolvi me divertir com meus “companheiros de infância” escrevendo uma história sobre eles: Terra de Gigantes: O que aconteceu com os dinossauros. Foi bom reencontrar esses “velhos amigos”. Espero que você goste do resultado.

Apesar da popularidade da teoria do grande impacto, ainda hoje surgem novas hipóteses tentando explicar o mistério do sumiço dos dinos. E essa diversidade de opiniões gera dúvidas sobre a verdadeira época em que os dinossauros viveram e o que realmente teria provocado seu desaparecimento.

Neste livro, ricamente ilustrado pelo meu amigo Thiago Lobo (co-criador do personagem O Cético), você saberá algo mais sobre esses animais fascinantes e entrará em contato com uma versão interessante (e coerente) que explica a extinção deles. Garanto que a leitura será, também, envolvente, pois se trata de uma aventura com personagens de um mundo que foi destruído por uma grande catástrofe e personagens do tempo presente. Mas não posso dizer mais do que isso, senão já é spoiler...

Boa leitura!

Michelson Borges

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Fonte: criacionismo

Medidas e comparações - Temporada 3 - cap. 6

A percepção da teoria do Design Inteligente cresce no Brasil e preocupa evolucionistas

A Percepção Sobre a Hipótese do Design Inteligente no Brasil (Minas Gerais)

The perception of the hypothesis of Intelligent Design in Brazil (Minas Gerais)

Heslley Machado Silva 1, Graça S. Carvalho 2, Paloma Rodrigues da Silva 3, Daiana Evilin Gibram 4

1 Centro Universitário de Formiga, Minas Gerais, Brasil. Universidade de Itaúna, Minas Gerais , Brasil

² Instituto de Investigação da Universidade do Minho, Portugal.

³ Universidade Estadual Paulista, São Paulo, Brasil.

4 Centro Universitário de Formiga, Minas Gerais, Brasil.

Resumo

Introdução: Este trabalho é um recorte de uma pesquisa mais realizada no Brasil, que fez um paralelo entre um relatório recentemente publicado no Reino Unido, intitulado Rescuing Darwin, que trata de como a população britânica percebe a questão da evolução biológica e temas relacionados.

Objetivo: O recorte apresenta e analisa os resultados referentes ao tema do design inteligente. Em ambos os países a maioria dos entrevistados acredita nessa hipótese [sic], com notável penetração no Brasil. A hipótese tem ampla aceitação nos dois gêneros, com leve superioridade no sexo feminino.

Resultados: Entre as principais religiões brasileiras houve grande aceitação entre os evangélicos, seguidos dos católicos e também os espíritas. Analisou-se também a influência do nível de escolaridade. Não há mudança significativa quando se aumenta o grau de escolaridade, sendo que em todos a aceitação da hipótese do design inteligente é alta.

Conclusão: A partir dessa percepção, urge discutir como o conhecimento científico é apresentado à população, o grau de compreensão dessa visão e como a população a vê diante da evolução darwinista, tão aceita cientificamente. Por fim, analisa-se como esse quadro é preocupante diante de ações que ocorrem no mundo e no Brasil, que visam alterar o ensino de evolução biológica, substituindo-o por uma abordagem dogmática, com preceitos religiosos que estão dissociados da metodologia científica. [???]

Palavras-chave: Educação. Evolução. Design Inteligente.

Autor correspondente:

Heslley Machado Silva
E-mail: heslley@uniformg.edu.br

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica


NOTA CAUSTICANTE DO BLOGGER Desafiando a Nomenklatura Científica:

Heslley Machado Silva é um pesquisador com uma agenda, não é um cientista sério que segue as evidências aonde elas forem dar, e sequer tem conhecimento mínimo do que seja a teoria (que ele minimiza como hipótese) do Design Inteligente e sua política quanto ao seu ensino nas escolas e universidades públicas e privadas. A foto acima corrobora a conclusão de Heslley: a penetração da TDI no Brasil é notável. Não somente isso, é irreversível.

O manifesto lançado naquele evento em Campinas, SP, demonstra quão em descompasso com a verdade ele está em relação aos mais de 350 professores e pesquisadores, alguns em universidades brasileiras públicas e privadas de renome, e a nossa política de ensino da TDI, nada parecido com o falso alarme dado por Heslley de ser um quadro preocupante diante de ações que ocorrem no mundo e no Brasil, que visam alterar o ensino de evolução biológica, substituindo-o por uma abordagem dogmática, com preceitos religiosos que estão dissociados da metodologia científica:

Manifesto público da Sociedade Brasileira do Design Inteligente – TDI-Brasil – sobre o ensino da Teoria da Evolução e da Teoria do Design Inteligente nas escolas e universidades públicas e privadas

"A TDI-Brasil declara, como sua política educacional, não ser favorável, na atual conjuntura acadêmica, ao ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades brasileiras públicas e privadas, como também nas confessionais.

Nossa posição se fundamenta na opinião atual da Academia, que ainda não acata em sua maioria a TDI e o seu ensino, posição essa que nós da TDI-Brasil, como acadêmicos, devemos acatar.

Outro fundamento de nossa posição contrária ao ensino da TDI nas escolas é a não existência, no quadro educacional atual, de professores capacitados para corretamente ensinar os postulados da TDI.

Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.

Quanto ao ensino da TE, a TDI-Brasil defende que este ensino seja feito, porém, de uma forma honesta e imparcial, tanto nos livros didáticos quanto na exposição dos professores em salas de aula. Defendemos que sejam eliminados exemplos fraudulentos ou equivocados atualmente presentes em livros didáticos, e que sejam expostas as deficiências graves que a TE apresenta, e que se agravam a cada dia frente às descobertas científicas mais recentes – o que hoje não ocorre.

Quanto ao criacionismo, na sua versão religiosa e filosófica, por causa de seus pressupostos filosóficos e teológicos, entendemos que deva ser ensinado e discutido, junto com as evidências científicas que porventura o corroborem, em aulas de Filosofia e Teologia, dando a estas disciplinas o seu devido valor no debate sobre as nossas origens."

Heslley, estamos de olho nos seus artigos que desvirtuam o corpus epistêmico da teoria do Design Inteligente, e sua motivação ideológica espúria patente em querer demonizar uma teoria científica associando-a ao criacionismo.

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