domingo, 23 de novembro de 2014

Fantástico estreia série 'A Jornada da Vida'

Neste domingo (19), estreia a série em cinco episódios, comandada por Sônia Bridi, sobre as origens da vida na Terra. Desde que surgiu na Terra, a vida segue uma jornada. O Fantástico viajou o mundo para falar sobre a evolução do homem e de outros seres vivos.

A série vai contar as origens dos seres vivos na Terra e a adaptação deles ao meio ambiente. A jornada dos repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero passou pelos lugares que armazenam mais informações sobre a evolução das espécies.

Na remota ilha de Socotra, no Oceano Índico, vivem plantas que existem apenas ali e em nenhum outro lugar do mundo, por causa do isolamento da ilha. O resultado são árvores que sobreviveram graças a fantásticas estratégias de adaptação. Elas têm um formato pouco comum, que não parece feito pela natureza, mas sim um cenário de ficção científica.

Nos Estados Unidos, outros exemplos incríveis de adaptação: as milenares sequoias gigantes e os pinheiros longevos da Califórnia, que criaram soluções para condições extremas de temperatura e umidade. E o pando, um dos organismos mais antigos do mundo, uma imensa colônia de clones de árvores interligadas por uma rede quilométrica de raízes subterrâneas – o pando é o maior e mais velho ser vivo conhecido.

Em Galápagos, nossa equipe refez a viagem que inspirou as conclusões mais importantes de Darwin sobre adaptação das espécies. No arquipélago do Pacífico, mostramos o programa de preservação das tartarugas gigantes e a riqueza da vida marinha.

A série conta ainda as origens do animal mais fascinante de todos: o ser humano. Na Etiópia, os maiores especialistas em paleontologia explicam de onde viemos, quem são nossos ancestrais e os 6 milhões de anos de evolução que resultaram no homem de hoje. Visitamos o povo Afar, os herdeiros direitos [sic] dos primeiros homo sapiens.

A jornada termina no Brasil, onde será recontada a história de Luzia, o fóssil humano mais antigo encontrado nas Américas, que ficou conhecida como a primeira brasileira. Ela viveu num ambiente hostil, rodeada pelos assustadores animais da megafauna. Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os sítios arqueológicos de Lagoa Santa, em Minas Gerais, e a Serra da Capivara, no Piauí, onde estão os registros mais antigos dessa história.

FONTE: Globo G1

NOTA BLOG: Desafiando a Nomenklatura Científica: Embora a TV Brasil tenha apresentado em 2010 um documentário da BBC com este título - Jornada da vida, sem dúvida que esta nova jornada deve ser assistida cum grano salis, ceticismo localizado, pois vai abordar questões extremamente controversas e inconclusas dentro da comunidade científica - a origem e evolução da vida na Terra, e especialmente a evolução humana. Apenas uma ressalva a Sonia Bridi e Paulo Zero - adaptação não é evolução. E se nesse processo, os sujeitos biológicos adotaram fantásticas estratégias de adaptação e criaram soluções, o processo já não é mais mero acaso, fortuita necessidade - inteiramente estocástico - pois estratégias e soluções são sinais de inteligência, que a comunidade científica atual rejeita com unhas e dentes!

Após a exibição de cada capítulo, iremos comentar neste blog. Vai ser fantástico!

Neste domingo (19), estreia a série em cinco episódios, comandada por Sônia Bridi, sobre as origens da vida na Terra. Desde que surgiu na Terra, a vida segue uma jornada. O Fantástico viajou o mundo para falar sobre a evolução do homem e de outros seres vivos.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Posição da TDI Brasil sobre o ensino da TDI, TE e TC

Frente a ampla discussão sobre o tema que já se instalou por todo o Brasil, solicitamos ao presidente executivo da TDI BRASIL esclarecimentos adicionais da posição que a TDI BRASIL adotou na sua discussão - em sua 1a. Assembléia deliberativa- durante o 1o. TDI BRASIL, sobre o ensino da TDI, TE e criacionismo.

A TDI, A TE e o Criacionismo: Onde, Quando e Como?

A TDI BRASIL decidiu que vai fomentar a discussão sobre o ensino da TDI, da TE e do criacionismo no Brasil, mas quer que essa discussão seja feita no fórum adequado, não no congresso, ou na justiça, ou no MEC, ou em sala de aula, mas na academia, através então do debate desse tema em congressos e eventos científicos, em publicações, em discussões entre acadêmicos, em palestras em Universidades e Academias, enfim, pelos meios acadêmicos normais do debate de idéias.

A TDI BRASIL defende, portanto, alguns pontos de vista muito importantes, resumidos abaixo:

1. Que se ensine somente ciência em aulas de ciência;
2. Que ao se decidir pelo ensino de uma teoria, como a TE hoje, que se ensine essa teoria com toda a honestidade científica possível.
3. Que a melhor inferência científica hoje sobre nossas origens não é a TE, mas sim a tese apresentada pela TDI, mas que seu ensino não pode ainda ser recomendado pelas razões expostas no nosso manifesto.
4. Que se discuta o que é ciência e o que ensinaremos em aulas de ciência somente no meio científico, através de debates científicos, palestras, congressos, e publicações científicas.

Com base nesses princípios, estaremos em breve submetendo uma carta às sociedades e periódicos científicos brasileiros defendendo o ensino da TDI.

Quanto ao criacionismo religioso/teológico, como por exemplo o criacionismo bíblico, entendemos que não deva ser ensinado em aulas de ciência, pelo principio #1, ou seja, somente ciência em aulas de ciência.

E por que”? Porque criacionismo religioso/filosófico não é ciência, como a ciência deve ser, uma ciência sem pré-conceitos e pré-definições, pois o criacionismo religioso parte de pressupostos, assume a priori por exemplo que foi um Deus, com atributos pré-definidos, que fez do nada o Universo e do barro a Vida, inclusive faz inúmeras afirmações que a ciência não tem como verificar, tais como a existência de seres imateriais como anjos, demônios, que a criação se deu através de um casal específico em um local específico, faz afirmações sobre quem seria o designer, um designer trino inclusive, e afirma sua intenção ao criar o mundo, fala quanto tempo ele gastou na criação e outros detalhes que a ciência parece jamais poderá verificar.

Ou seja, o criacionismo bíblico, para ser bem estudado debatido e entendido precisa ser visto não só com a Ciência, que para ele pouco pode contribuir, mas à luz da filosofia e da teologia, outras importantíssimas áreas do saber humano. O criacionismo é muito mais abrangente do que a ciência, limitada pelo seu empirismo, e não pode então ser confinado dentro dos limites da ciência.

Que essa discussão se faça, então, no local devido, em um ambiente mais rico e amplo, no âmbito científico e filosófico e teológico, em aulas de filosofia e teologia, onde evidencias cientificas podem ser debatidas conjuntamente com fundamentações teológicas e filosóficas sobre as nossas origens.

Marcos N. Eberlin
Presidente Executivo
TDI BRASIL

Nota: Leia o manifesto da TDI Brasil completo aqui.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Congresso da TDI Brasil

A origem do universo intriga a humanidade há anos. Mas um grupo de mais de 300 cientistas afirma a presença de um ser inteligente como criador. Nesse último final de semana aconteceu o primeiro congresso da teoria do design inteligente em campinas, no interior de São Paulo. Veja como foi na reportagem da TV Novo Tempo.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Design Inteligente rejeita criacionismo em aulas de ciência

Maurício Tuffani
As iniciativas para promover o ensino do criacionismo em aulas de ciência na educação básica do Brasil —entre elas o projeto de lei 8.099/2014 , apresentado ao Congresso Nacional no dia 13 pelo deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP)— tiveram um duro revés neste domingo (16.nov). E o golpe veio justamente por parte de adeptos brasileiros da chamada teoria do Design Inteligente (DI), que também contesta a teoria da evolução por meio da seleção natural, formulada por Charles Darwin.

Reunidos desde quinta-feira (14.nov) em Campinas (SP), os participantes do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, aprovaram em assembleia o primeiro manifesto da recém-criada TDI Brasil (Sociedade Brasileira do Design Inteligente), que se posicionou contra o ensino em aulas de ciência da interpretação bíblica da origem do universo e dos seres vivos.

Para a entidade, o ensino e o debate do criacionismo religioso e filosófico cabem apenas às disciplinas de filosofia e teologia, de acordo com o texto aprovado no evento, obtido com exclusividade por este blog (clique aqui para ler), que deverá ser revisado* e publicado no site da TDI nos próximos dias.

Diferentemente do criacionismo que se baseia na interpretação bíblica literal de que “a vida tem sua origem em Deus, como criador supremo de todo universo e de todas as coisas que o compõe”, como consta no projeto de Feliciano, os defensores do DI entendem que os seres vivos têm uma complexidade grande demais, a ponto de ser matematicamente improvável que eles tenham surgido sem um planejamento (design) prévio. Essa formulação não é aceita pela ciência.

Preocupações

O manifesto foi aprovado por unanimidade por cerca de 350 integrantes da nova entidade, segundo o químico Marcos Eberlin, professor da Unicamp, membro da Academia Brasileira de Ciências e presidente-executivo da TDI Brasil.

O projeto de lei do deputado Feliciano não fez parte da pauta do congresso, mas foi discutido em paralelo no evento. Segundo um dos participantes que não quis ser identificado, o texto repleto de erros de informação da proposta do deputado gerou preocupações, principalmente pela coincidência de ter sido apresentado na véspera da abertura do congresso. Exatamente como  consta no post de ontem deste blog (“Projeto criacionista de Feliciano é um monumento à ignorância”).

Apesar de não constar no texto do projeto de lei nenhuma disposição sobre o ensino do criacionismo em aulas de ciências, é isso o que o texto propõe na prática, como mostra o trecho a seguir.

    “didaticamente o ensino sobre criacionismo deverá levar ao estudante, analogamente ao evolucionismo, alternância de conhecimento de fonte diversa a fim de que o estudante avalie cognitivamente ambas as disciplinas.”

Exceto pelo acréscimo do trecho correspondente ao primeiro parágrafo de sua “justificativa”, o texto apresentado por Feliciano é idêntico, inclusive nos erros gramaticais, ao do projeto de lei 594/2007, apresentado pelo deputado estadual Artagão Jr. (PMDB) à Assembleia Legislativa do Estado Paraná (Alep) em 2007.

‘Sem racha’

De acordo com o manifesto, o DI poderia e deveria ser ensinado em aulas de ciência, mas não por enquanto.

    “Nossa posição se baseia na posição atual da Academia, que ainda não acata a TDI e o seu ensino, posição essa que nós da TDI BRASIL, como acadêmicos, acatamos.

    “Outro fundamento de nossa posição contrária ao ensino da TDI nas escolas é a não existência ainda de professores bem capacitados para corretamente ensinar os postulados da TDI.”

Conversei por telefone com Eberlin. Segundo ele, a posição assumida no manifesto não resultou em uma cisão entre os adeptos do DI e os do criacionismo bíblico no Brasil, que também teve representantes do evento. Ele afirmou que a questão foi amplamente debatida e a decisão foi tomada por consenso.

Este post será atualizado nos próximos dias com opiniões de cientistas sobre a posição assumida pela TDI e sobre o projeto de lei dos deputados Feliciano e Artagão Jr.

 * Alteração de 17.nov (18h50). A direção da TDI Brasil informou ao blog no dia anterior que o texto seria revisado antes de ser divulgado oficialmente pela entidade.

Opiniões sobre o manifesto da TDI Brasil.

Fabiano Menegidio – biólogo, mestrando pela Universidade de Mogi das Cruzes e editor do site “Evolution Academy” (16.nov, 22h32).

    Tenho minhas ressalvas sobre a “posição” adotada e ela é condizente com a mesma estratégia aplicada pelo Discovery Institute nos EUA para tentar separar a visão teológica do DI. Eles não podem promover um debate nesse momento pois a “Sociedade” ainda não tem forças e contatos políticos.

    Citam “evidências científicas” para o criacionismo… Vale lembrar que o Eberlin faz palestras literalistas, como a veracidade do Diluvio Global e nega o tempo geológico. E boa parte dos participantes do evento já assistiram sua palestra. Ele não poderia dar um tiro no pé.

    No manifesto eles citam o “Criacionismo teológico”, o “Criacionismo filosófico”, mas excluem o que tratam como um “Criacionismo Cientifico”. Foi uma jogadinha certa para tentar atingir as massas e separar essas vertentes para os desavisados.

    É exatamente o que vemos nos EUA desde o surgimento do DI. Estamos atrasados, mas seguindo a mesma história.

Fonte: Folha de São Paulo

Manifesto Público da Sociedade Brasileira do DESIGN INTELIGENTE

Manifesto público da Sociedade Brasileira Do Design Inteligente (TDI Brasil) sobre o ensino da Teoria da Evolução e da Teoria do Design Inteligente nas escolas e universidades públicas e privadas

A TDI-BRASIL, como parte de sua política educacional atual, declara que não é ainda favorável ao ensino da teoria do design inteligente (TDI), tanto nas escolas e universidades brasileiras públicas e privadas, como também nas confessionais

Nossa posição se baseia na posição atual da Academia, que ainda não acata a TDI e o seu ensino, posição essa que nós da TDI BRASIL, como acadêmicos, acatamos.

 Outro fundamento de nossa posição contrária ao ensino da TDI nas escolas é a não existência ainda de professores bem capacitados para corretamente ensinar os postulados da TDI.

 Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto a melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas além da TDI que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.

 Quanto ao ensino da TE, a TDI BRASIL defende que esse ensino seja, porém, feito de uma forma honesta e desapaixonada, tanto nos livros didáticos quanto na exposição dos professores em salas de aula. Defendemos que sejam eliminados exemplos fraudulentos ou equivocados hoje presentes em livros didáticos, e que sejam expostas as deficiências graves que a TE apresenta, e que se agravam a cada dia frente às descobertas cientificas mais recentes, o que hoje não ocorre.

 Quanto ao criacionismo religioso e filosófico, por causa de seus pressupostos e implicações filosóficas e teológicas, entendemos que deva ser ensinado e discutido, junto com as evidências científicas que porventura o corroborem, em aulas de filosofia e teologia.

 TDI-BRASIL, Campinas, 16 de novembro de 2014″

Fonte: Desafiando a Nomenckatura Científica

1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente – DIA 3

O encerramento do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, realizado em Campinas – SP, ocorreu na manhã do último domingo (16/11) e contou com uma sequência de quatro palestras excepcionais.

Dando início ao ciclo de palestras do dia, Dr. Marcos Nogueira Eberlin, com a palestra intitulada: “O Terceiro Elemento da Vida: Prova Irrefutável por Leis Naturais de Design Inteligente”, falou sobre um elemento indispensável para a existência da vida, a “informação”.

Segundo Dr. Eberlin,

    “O terceiro elemento da vida em relação ao DI e a TE é prova irrefutável por leis naturais a favor da TDI. O terceiro elemento da vida requer como fonte uma mente inteligente. Refuta a teoria da Evolução por leis naturais. Informação não emana de materia e energia, mas ainda, refuta qualquer outra teoria que invoque matéria e energia como sua causa. [...] contra leis não há argumentos. As leis da química, da física e da matemática e as leis da informação falam, como nunca antes, que uma mente inteligente e consciente orquestrou o Universo e a Vida.”
Marcos Eberlin é graduado, mestre e doutor em Química pela UNICAMP, pós-doutor pela Universidade de Purdue – USA, membro da Academia Brasileira de Ciências. Atualmente é professor titular MS-6 da Universidade Estadual de Campinas, onde é coordenador do Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas. É presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas (IMSF) e vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS), e editor associado dos periódicos Advances da Royal Society of Chemistry e Jounal of Mass Spectrometry da Wiley.

Tratando o tema do evento numa perspectiva educacional, Mário Magalhães, com a palestra: “Os preconceitos e Fraudes no Ensino de Evolução e Design Inteligente na Sala de Aula: A visão de um Educador”, tratou temas relativos, também, a prática docente, discutindo os pressupostos equivocados dos educadores e professores sobre a Teoria da Evolução, as fraudes ainda presentes nos livros didáticos e, ao final de sua exposição, propôs uma educação despreconceituosa, onde o professor possa, inclusive, expor outras teorias em sala de aula.

Mário Magalhães é Licenciado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão – UEM. Mestre em educação pela Universidade Americana e Bacharel em Teologia pelo IBBB. Atualmente é professor da UEM e da Unidade Integrada Professor Luis Rego. Mário também é autor do livro: “Design Inteligente: a metodologia de convergência da ciência sob a ótica da criação”, editado pela editora Reflexão.

A penúltima palestra ficou a cargo do pesquisador e professor Ahmed Atia El-Dash, que proferiu a palestra: “O Big Bang explica o Universo? Uma Nova Proposta para a Origem do Cosmos”. Levantando o questionamento acerca da validade da Teoria do Big Bang, Prof. Ahmed apresentou uma nova proposição relativa a cosmogonia.

Ahmed Atia El-Dash é pesquisador e professor em universidades no Egito, USA e Brasil. É professor aposentado pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP e autor do livro: “Origen of the Universe and Life on Earth”.

Finalizando o evento, com a palestra: “Evidência de Um Ajuste Ultra Fino no Universo”, Prof. Adauto Lourenço, trouxe sua contribuição no âmbito da física. Adauto começou falando sobre a grande complexidade existente desde os macrocosmos até aos microcosmos, o que requer muito estudo para que haja a possibilidade de sua explicação. Toda teoria deve apresentar respostas para os questionamentos, o que deve ser feito  por meio de Leis que expliquem os acontecimentos. Esse é o grande problema da teoria evolucionista, ela não fornece leis que a comprovem.

Adauto Lourenço é Físico pela Bob Jones University USA e Mestre em Física pela Clemson University USA. É palestrante de grande prestígio nacional e internacional com mais de 5.000 palestras proferidas. Ele também é autor do livro “Como Tudo Começou”, publicado pela editora Fiel.

Além de contar com essas quatro palestras excepcionais, o encerramento do 1º TDI – Brasil, contou, ainda, com uma assembleia geral da entidade, realizada a fim de apresentar, publicamente, o posicionamento da sociedade sobre o ensino da Teoria da Evolução, TDI e Criacionismos nas escolas e universidade públicas e privadas. O que foi feito mediante a leitura, discussão e aprovação do 1º Manifesto da TDI-Brasil acerca do assunto mencionado. Veja o manifesto na integra aqui.

Segundo o Dr. Marcos Eberlin, o manifesto público acima é o cumprimento de um compromisso firmado entre os membros da entidade, ainda, nos primórdios de sua existência. Antes mesmo de lê-lo Eberlin esclareceu que:

“Uma das propostas que a gente fez foi que, nossa primeira ação como sociedade brasileira do Design Inteligente seria nos posicionar nessa área. Então a Sociedade do Design Inteligente ela não só quer promover o debate, promover a causa inteligente, mas ela também tem propostas educacionais, de divulgação de mídia, a gente quer interferir, quer participar da vida política e social brasileira nas mais diversas formas.”

O manifesto evidencia a intenção da entidade, que segundo seu presidente, por possuir caráter científico, deve respeitar a academia, discutindo tais assuntos no ambiente acadêmico, primeiramente, em detrimento ao parlamento. Entretanto, Eberlin, deixou claro que, a entidade exige honestidade no ensino do paradigma predominante no âmbito da educação científica, que neste caso é a Teoria da Evolução, sendo que as deficiências da TE devem ser expostas de modo honesto, tanto nos livros didáticos, quanto na exposição docente. Após lido e discutido, o referido manifesto foi aprovado por unanimidade.

O 1º TDI – Brasil foi um marco histórico para o cenário científico brasileiro. Veremos quais serão os próximos passos da TDI – Brasil, por hora resta-nos parabenizar a iniciativa dos proponentes, a participação de todos os congressistas – que se dispuseram em ouvir a manifestação dessa parcela da comunidade científica/acadêmica nacional – e todos os meios de comunicação, que exercitando a tolerância, divulgaram o evento.


 Redação: Suzi Damazio / Gladís Damazio

Imagens: Luis Dias

Fonte: Como Vivemos?

1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente – DIA 2

O segundo dia do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente teve suas atividades iniciadas logo pela manhã de sábado (15/11). O dia contou com um total de dez palestras e finalizou com a 1º Assembleia da Sociedade Brasileira de Design Inteligente, onde foi apresentada a composição da Mesa Diretora da entidade.

As palestras versaram sobre temas diversos, contemplando desde a biologia molecular até a psiquiatria.

Na primeira palestra, o biólogo e especialista em paleontologia e neurobiologia, Ricardo B. Marques explanou sobre a “Evidência de DI na Biologia: Mimetismo e Camuflagem”.

Destacando a diferença entre mimetismo e camuflagem, Ricardo Marques, demonstrou como esses dois fenômenos evidenciam a presença de DI na biologia molecular.

Na segunda palestra do dia, Tarcisio da Silva Vieira falou sobre: “A Química da Vida e suas evidências ao nível molecular: Origem espontânea da vida ou Design Inteligente.”

Tarcísio, além da graduação em biologia pela Universidade de Rio Verde, é Mestre em Química pela Universidade de Brasilia e Doutorando em Química pela Universidade Federal de Goiás. Ao término de sua exposição, o palestrante frisou que atualmente o paradigma predominante da ciência não fomenta a criticidade dos alunos, segundo ele: “A origem da vida é abordada de forma a não permitir o desenvolvimento do pensamento crítico nos estudantes.”.

Aprofundando ainda mais no universo da química, o Prof. Dr. Kelson T. Mota trouxe sua contribuição ao evento proferindo a palestra: “A TDI e a Química: as bases termodinâmicas da impossibilidade de existência de sistema vivos ordenados sem Design Inteligente”, onde foram apresentadas algumas contribuições advindas da ciência da termodinâmica que corroboram para a fundamentação da necessidade de um Design Inteligente para a existência da vida.

Dr. Kelson é Mestre e Doutor em Físico-Química pela Universidade de São Paulo (São Carlos) e atualmente é professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

A penúltima palestra do período da manhã foi proferida pelo Prof. Dr. Rodinei Augustini, e versou sobre as “Evidências de Design Inteligente na Química da Vida: processos bioquímicos ao nível molecular.”

Augustini é graduado, mestre e doutor em química pela UNICAMP e pós-doutor pela Universidade de Purdue – USA e atualmente é professor associado da UFMG.

Finalizando a sequência de palestras matutinas, Marcos Romano abordou um tema fascinante e extremamente relevante ao ser humano. Afinal, o que nos faz humanos? Respondendo esta indagação, Marcos Romano explanou sobre “O problema mente e corpo na ciência.” Apresentando os desafios atuais na compreensão da mente humana e suas implicações para o debate entre evolução e Design Inteligente.

Marcos Romano é Médico-psiquiatra pela UNICAMP, Ex- professor de Psiquiatria da PUC – Campinas, Especialista em Dependência Química pela UNIFESP/EPM, Psiquiatra Clínico e Especialista em Trasntorno do Déficit de Atenção (TDAH).

O evento deu seguimento no período vespertino, onde foram expostas mais cinco palestras. O período foi aberto com a exposição do Prof. Ms. Enézio E. De Almeida Filho, Presidente Emérito da Sociedade Brasileira de Deisign Inteligente. Em sua palestra, intitulada: “A idéia de Design Inteligente na natureza: dos filósofos gregos antigos aos teóricos atuais”, Prof. Enézio apresentou uma panorama histórico sobre a constatação de um Design Inteligente na natureza.

Prof. Enézio é Historiador da Ciência, coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente (NBDI) e foi o pioneiro nas pesquisas sobre o tema aqui no Brasil. Ele também é editor do Blog Desafiando a Nemenclatura Científica.

A segunda palestra do período ficou a cargo do Engenheiro Johannes G. Jazen. Em sua preleção, cujo título foi: “Design Inteligente: um pressupoto fundamental e primordial da ciência.” Johanes falou sobre a existência dos fundamentos basilares da ciência, estes que, embora se assentem, de certo modo, em pressupostos filosóficos, foram indispensáveis para o desenvolvimento da ciência.

Johanes é Engenheiro pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo e Pós-Doutor pelo Massachusettes of Technology – MIT. Atualmente é professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

André Silva Oliveira levantou uma questão interessante, durante a exposição da terceira palestra do período, o fato de que, atualmente, em ciência, tudo pode ser discutido, exceto Darwin. Com sua palestra: “Darwin e o falso dilema”, André questionou o falso dilema de que, toda manifestação oposta à teoria da evolução é mal intencionado, descompromissada com a razão, e especialmente, de fundo religioso. De acordo com ele, é este falso dilema, “que coloca sempre as críticas fora do contexto científico e propõe a priori oposição entre Ciência e Religião. Ironicamente o darwinismo sim, tem sido ensinado e defendido de forma dogmática, sendo assim blindado das críticas, e por um caminho literalmente religioso, segue vencedor.”

André Silva de Oliveira é Biólogo graduado pela Universidade de Montes Claros Mestre e Doutorando em Biologia Celular e Estrutural, pela Universidade Federal de Viçosa. Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais.

A penúltima palestra do período ficou a cargo de Eduardo Meurer, que com a palestra intitulada: “Um mundo Imperfeito com “Bad Designs”: Evidência a favor da Evolução ou do Design Inteligente?”, apresentou vários exemplos da literatura científica, onde supostos problemas nos sistemas biológicos são utilizados para embasar evidências a favor da evolução. Ele afirmou que “dentre os ‘problemas’ mais citados estão os defeitos genéticos do metabolismo, DNA lixo, redundância dos códons, entre tantos outros.” Porém, seriam essas inferências feitas de modo realmente científico? A discussão acerca dos recentes achados científicos sobre os “Bad Designs” não seriam, na verdade, uma oportunidade de apresentar sua interpretação a luz do Design Inteligente. Deste modo, na palestra foram discutidos os “Bad Designs” e em que direção eles apontam.

Eduardo Meur é Mestre e Doutor em Química pela UNICAMP, Pós Doutor na Universidade de Purdue – USA e atualmente é pesquisador colaborador na UNICAMP.

Finalizando o período vespertino, Rodolfo Paiva, com a palestra nominada: “O projeto Fantástico com Complexidade Mega Irredutivelmente Complexa dos Cefalópodes: Evolução ou DI?” falou um pouco mais sobre o mimetismo e a camuflagem, tema da palestra de abertura do segundo dia do evento.

Eduardo Paiva é graduado em química pela PUC Campinas, Químico de carreira técnica na UNICAMP, graduando em Química pela USP-SP e Pós-graduação em Química pela Faculdade Oswaldo Cruz.

O início da noite foi marcada por um acontecimento histórico para o cenário científico nacional. Na ocasião ocorreu a 1º Assembleia da Sociedade Brasileira de Design Inteligente, que foi realizada a fim de apresentar a mesa Diretora da Entidade.

A 1º Diretoria da Sociedade é composta por:

Presidente – Prof. Dr. Marcos Eberlin

Vice-Presidente – Prof. Ms. Enésio E. Almeida Filho –

1º Tesoureiro – Prof. Dr. Caio Lucídios Azevedo

2º Tesoureiro – Prof. Dr. Daniel Raso

1º Secretário – Prof. Dr. Eduardo Meuer

2º Secretário – Prof. Dr. Luis Fernando

Ao término da Assembleia, representando as Faculdades Evangélicas Integradas Cantares de Salomão (FEICS), os acadêmicos: Luis Mário, Gladís Damazio e Suzi Damazio, parabenizaram o principal expoente do evento e Presidente da SBDI, prof. Dr. Marcos Eberlin, e o presentearam com um exemplar da 1º Edição da Revista Acadêmica “Enfoque Teológico”.

A programação segue durante a manhã deste domingo (16/11) e conta com a presença do Prof. Adauto Lourenço, proferindo a palestra de encerramento do evento.

A organização do Congresso informou que, conforme disponibilização pelos palestrantes, as palestras estarão, em breve, disponíveis na página oficial do evento (http://www.designinteligentebrasil.com.br/), que se tornará no site da Sociedade Brasileira do Design Inteligente.

Redação: Suzi Damazio / Gladís Damazio

Imagens: Luis Dias

Fonte: Como Vivemos?

1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente – DIA 1

Está sendo realizado, entre os dias 14 e 16 de novembro, em Campinas – SP, o 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente. O congresso é caracterizado como um evento histórico e está sendo organizado pela Sociedade Brasileira do Design Inteligente. 
O 1º Congresso de TDI – BRASIL conta com um comitê científico que abrange várias áreas do conhecimento, congregando profissionais da química, biologia, engenharias, matemática, física, arqueologia, letras, direito, ciências médicas, ciências humanas, estatística e farmácia. A abertura contou com quase 300 participantes e, de acordo com o Dr. Marcos Eberlin, marca o início do debate aberto e sem preconceito acerca das nossas origens.

O primeiro dia do evento contou com duas palestras. A palestra de abertura ficou a cargo do Presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos, ANAJURE, Dr. Uziel Santana.

Com a palestra intitulada “Liberdade Científica: Direito Constitucional de Discutir e Investigar o Design Inteligente no Meio Acadêmico”. Dr. Uziel falou sobre os fundamentos do Estado Democrático de Direito, Teoria dos Direitos Fundamentais e também sobre as fontes primárias subjacentes aos direitos universais, estas que foram, inclusive, uma conquista histórica do protestantismo.

O Direito de Liberdade Científica, claramente relacionado aos aspectos mencionados, foi exposto de modo brilhante pelo jurista que, ao falar sobre os direitos constitucionais, pontuou:

    “É um Direito constitucional, a Liberdade Científica. E está fundada na Constituição e que tal direito reafirma que todo e qualquer cientista, e aliás, em política pública é dever do Estado fomentar nas Universidades, fomentar inclusive na sociedade em geral o desenvolvimento de novas teorias, de novas técnicas que venham a servir de utilidade para a sociedade. É um pressuposto; é um direito humano fundamental reconhecido pela Carta Magna.”

Logo em seguida, o evento contou com a participação do Prof. Adjunto do programa de MA Ciência e Religião da Universidade Biola (www.biola.edu) Paul Nelson, que também é pesquisador do Discovery Institute. Paul já palestrou sobre o Design Inteligente em diversos países, tais como Escandinávia, China, Brasil e outros. Com tradução simultânea do presidente emérito da Sociedade Brasileira de Design Inteligente, Prof. Ms. Enézio E. De Almeida Filho, Paul abordou três mitos do DI, sendo eles: 1) O DI é simplesmente criacionismo rebatizado; 2) A ciencia não precisa e não pode usar a noção de inteligência em explicação causal genuina e; 3) O DI é o raciocinar ‘Deus das lacunas’ e assim, intrinsicamente vulnerável. Ao expor cada mito, Paul demonstrou como refutá-las e durante a exposição frisou que o DI não precisa necessariamente se assentar em discussões teológicas ou filosóficas, pois a constatação de causas naturais e causas inteligentes faz parte do que ele chamou de: “A caixa de ferramentas de raciocinio humano.”

A progamação segue durante todo o sábado (15/11) e finda no domingo (16/11) pela manhã. Até o fim do congresso, certamente, haverá a exposição de temas de grande relevância tanto à comunidade científica quanto à sociedade em geral.

Redação por: Suzi Damazio / Gladís Damazio

Imagens: Luis Dias

Fonte: Como vivemos

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Teoria do Design Inteligente marca uma nova história na ciência brasileira

Está tudo pronto e preparado para começar o maior evento científico brasileiro sobre as origens. A teoria do Design Inteligente é, hoje, sem dúvidas, um dos maiores movimentos científicos contemporâneos na tentativa de quebrar o velho paradigma evolucionista.

Ao chegarmos no hotel, (os correspondente do NUBEPO - Clério Moura, Marcos Peter e Firmo Neto), podemos sentir a grandeza do evento e a qualidade da organização e de toda a programação. Vimos aqui a quantidade de repórteres das grandes mídias brasileira, como: Isto É, Super Interessante, Folha de São Paulo e outros noticiários regionais, pesquisadores de várias partes do países e dos EUA. Podemos assim constatar a quantidade de interessados e curiosos, tudo em nome da 'nova ciência'.

Quando conversamos nos corredores com integrantes do comitê científico e até mesmo com os palestrantes convidados, percebemos que todos sonham com uma nova reformulação dos currículos escolares. Todavia, este é um dos objetivos da TDI Brasil, reformular as diretrizes e bases para o ensino da evolução e do Design Inteligente nas escolas e universidades confessionais e públicas brasileiras.

O primeiro contato que tivemos hoje pela manhã (14/11/14) foi com o escritor e palestrante Mario Magalhães. Ele estará realizando no último dia uma palestra e também vendendo seu livro "DESIGN INTELIGENTE a metodologia de convergências da ciências sob a ótica da criação." Por sinal, mais um excelente livro sobre a TDI, e em português, da EDITORA REFLEXÃO (que também é uma das patrocinadoras do evento). O referido livro será oferecido durante o congresso.

O livro que trata das evidências da TDI, o ensino dogmático da evolução em salas de aulas e em livros texto e das implicações da TDI conforme as convicções filosóficas e teológicas do autor, ou seja, exatamente como a TDI é, fundamentação científica com fortíssimas implicações. Mario estará também sorteando uma cópia de seu livro no final de sua palestra.    
Firmo Neto com o amigo escritor e palestrante da TDI, Mário Magalhães





Confira toda a programação abaixo ou acesse o site do evento aqui
Nota: Agora estaremos preparando para a abertura do congresso. A qualquer momento, volto aqui para trazer mais novidades aos nossos amigos leitores. Abraços!!! [FN]

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Primeiro pouso controlado no núcleo de um cometa é para descobrir a nossa verdadeira origem

Fonte: ESA/ Getty Images
Pouco depois do pouso do robô Philae em um cometa, feito inédito e histórico da exploração espacial pelo homem, as primeiras imagens feitas por ele começam a chegar à Terra.

As imagens mostram a superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feitas durante a aproximação do robô, do tamanho de uma máquina de lavar roupa.

Seus dados poderão ajudar a elucidar mistérios sobre cometas como esse, relíquias geladas dos tempos da formação do Sistema Solar.

Um dos temores dos cientistas que comandam a missão é de que a parte externa do cometa fosse revestida por gelo, o que poderia fazer o robô quicar na superfície e ser afastada da rocha em vez de aterrissar - já que há pouca gravidade no local.

Mas o robô não só não quicou, como afundou cerca de quatro centímetros ao pousar, o que sugere que ele encontrou uma superfície relativamente macia.
Fonte: ESA/ Getty Images

'Grande passo'

O robô Philae conseguiu aterrissar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko às 14h05 (horário de Brasília).

"Este é um grande passo para a civilização", disse Jean Jacques Dordain, diretor-geral da Agência Espacial Europeia, que deu início à missão há cerca de duas décadas.

"Sabíamos que este tipo de feito não iria cair do céu, só com trabalho duro e muito conhecimento."

O robô foi lançado às 7h03 de hoje da sonda Rosetta e levou sete horas para atingir a superfície do cometa, que está a 500 milhões de quilômetros da Terra.

Agora, o robô fará análises da composição da superfície do corpo celeste, o que pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.

Análise química da superfície do cometa pode dar pistas sobre o surgimento da vida na Terra

Uma das teorias sobre o início da vida na Terra postula que os primeiros ingredientes da chamada "sopa orgânica" vieram de um cometa.

Estes são considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.

A missão Rosetta, batizada em homenagem à pedra que possibilitou a tradução dos hieróglifos egípcios, foi planejada na década de 80 e custou ao menos US$ 1 bilhão.

A sonda foi lançada em março de 2004 e, desde então, já orbitou o sol cinco vezes, ganhando velocidade "surfando" a gravidade da Terra e de Marte.

Para atravessar a parte mais gelada de sua rota, a sonda foi desligada em 2012 e somente reativada em 1º de janeiro deste ano.


Falhas

Nem tudo saiu como o planejado na aterrissagem do robô. Houve falhas no sistema feito para propulsioná-lo em direção à superfície do cometa.

Relatos iniciais também davam conta de que os arpões instalados no robô para prendê-lo à parte externa do corpo celeste também apresentaram problemas. No entanto, o repórter de ciência da BBC Jonathan Amos disse que isto não foi oficialmente confirmado.

Por enquanto, ainda não há informações sobre a natureza dos materiais encontrados na superfície do cometa.

Se tudo correr conforme o planejado, novas fotos devem ser enviadas em breve. O robô também começará sua análise da composição química do corpo celeste.


Fonte: Portal Terra

Nota: O feito foi tão importante para a humanidade que até mesmo o site principal da google deu o destaque em sua página. E não é para menos, pois colocar um robô em orbita fora da terra desde março 2004 e fazer aterrissar em novembro de 2014 é uma demonstração de avanço tecnológico sem igual. Agora, o mais curioso desta ação, são os seus objetivos: realizar análises químicas na superfície do cometa para tentar detectar evidências de vida, e claro, consequentemente, descobrir a nossa verdadeira origem. Queiram aceitar ou não, mas este é hoje o maior desejo do ser humano. Estaremos antenados para qualquer informação sobre estas análises! [FN]
Fonte: google.com.br

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Só existem cientistas que NÃO acreditam em Deus? Será??

Dê um clique na imagem para ampliar!

Nota: Aproveite e dê uma olhadinha em nossos posts e veja quem são os Grandes Nomes da Ciência que são cristãos.

Revista ÉPOCA, e o conluio incestuoso da Grande Mídia contra a teoria do Design Inteligente

Cópia retirada na internet da Revista Época
Revista Época desta semana (Edição impressa 868, de 10/11/2014), deu mais evidência aos seus leitores sobre o evento da TDI. A reportagem teve como título “Se o homem fosse planejado”, de Tiago Mali.

Como sempre vem acontecendo nas grandes mídias, elas ainda desconhecem a Teoria do Design Inteligente e cometem vários deslizes ao informar seus leitores. Veja aqui a replica do coordenador Brasileiro do Design Inteligente, Enézio Filho, sobre esta reportagem. É longo, mas vale a pena ler.

Nota: Lembrando mais uma vez, estaremos realizando toda cobertura deste evento para você que não poderá participar. [FN]

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Faremos a cobertura completa do evento

Nota: Parte da equipe do NUBEPO, juntamente com o blog Ciência e Fé, estarão presente neste grande congresso que acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de novembro na cidade de Campinas-SP. Como já havíamos anunciado aqui, estaremos realizando toda cobertura do evento. Assim, você que não poderá participar pessoalmente, terá a opção de acompanhar conosco acessando uma de nossas páginas: www.nubepo.org ou www.cienciaefe.net. [FN]

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Reportagem da TV Novo Tempo - Origem da Vida

Dias anteriores você assistiu a primeira reportagem sobre a origem da vida, em que apresentamos diferentes teorias, como evolucionismo, criacionismo e design inteligente. Hoje vamos aprofundar um pouco mais esse assunto, inclusive fazer o link com a fala do Papa Francisco sobre o Big Bang e o evolucionismo.


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