domingo, 25 de setembro de 2016

Como os criacionistas veem o câncer

No nosso corpo, existem centenas de trilhões de células. A qualquer segundo, vários milhões delas estão se dividindo. Em cada divisão, todo o genoma é copiado para as células-filhas, em um processo que se repete até a nossa morte.

Nessas divisões, erros podem acontecer. A maior parte destes erros são inócuos, ou então matam a célula imediatamente. Outros erros são eliminados pelas proteções genéticas que evoluíram por milhões de anos, e que reconhecem e removem células danificadas. Mas, ainda assim, erros são passados adiante – se não fossem, não haveriam mutações genéticas e, sem elas, a vida não evoluiria.
O câncer ocorre quando algumas destas mutações, na combinação correta, criam uma linhagem de células que começam a expandir e evoluir por conta própria, independente do bem-estar do corpo. Isto dá origem a um tumor, com características necessárias para sobreviver, expandir-se e colonizar o corpo. Ele se torna uma quase-criatura, impulsionada pela ordem darwiniana de se tornar cada vez mais apto a se multiplicar.

O câncer e a vida são, ambos, o resultado de mutações. E a maioria aparece espontaneamente, ao que parece. Aliás, com a notável exceção do câncer de pulmão induzido pelos produtos químicos liberados pelo cigarro, o uso de produtos químicos não parece aumentar em muito a taxa de incidência de câncer.

Isto quer dizer que, por um lado, as causas do câncer sempre estiveram conosco, e, na maior parte, a doença não é culpa nossa. Por outro lado, nossas atividades também aumentaram a probabilidade do desenvolvimento da condição.

E, ainda assim, você pode fumar a vida inteira e ainda assim não desenvolver câncer de pulmão – são precisas várias mutações para que uma célula se torne o princípio de um tumor maligno. Embora estas mutações possam ser herdadas, a maior parte delas é o resultado de erros aleatórios de cópias. A entropia é o maior fator cancerígeno que existe.

Os criacionistas e a entropia

Curiosamente, os criacionistas abraçam esta hipótese científica. Quer dizer, criacionistas não acreditam que a evolução aconteça, mas acreditam que as mutações genéticas aconteçam. Para eles, as mutações não tomam parte na origem e desenvolvimento das espécies (isso seria objeto do trabalho divino), mas as mutações podem dar câncer. As mutações fariam parte do salário que a humanidade amarga desde que Eva comeu a fruta do conhecimento do bem e do mal, no Jardim do Éden.

Os criacionistas – e fundamentalistas cristãos em geral – escolhem aceitar só a ciência que é consistente com a fé deles. E ao mesmo tempo em que alguns rejeitam a Evolução e a teoria do Big Bang, os mesmos não têm problemas em aceitar a Segunda Lei da Termodinâmica, que afirma que a entropia do universo está em aumento constante. Podem existir alguns bolsões temporários de ordem – vida, civilização – mas, com o passar do tempo, a ordem dá lugar à desordem.

Fonte: hypescience.com

Nota: Esta é mais uma matéria ingênua e provocativa com objetivo de desmoralizar os criacionistas perante aos leitores leigos. Sabemos que a palavra evolução é muito 'elástica', podendo ter vários significados, como micro-mutação e macro-mutação. Um detalhe curioso nessa matéria é que ela trás teorias favoráveis na defesa do criacionismo como: entropia e segunda lei da termodinâmica. Sabemos que na ciência bioquímica os processos de micro-evolução (como câncer, bactérias etc.) não podem gerar ou formar outro ser ou espécie, mas sim pequenas deformações e adaptações de seres da mesma espécie. Macro-evolução é ainda uma ficção científica!  [FN]

domingo, 18 de setembro de 2016

Da "sopa primordial" a Bioquímica



Nota: No dia 17/09 foi realizada a palestra intitulada "Da 'sopa primordial' a Bioquímica", ministrada pelo cientista católico Eduardo César Meurer, Bacharel em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Mestre e Doutor em Química pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e com doutorado Sandwich em Química Analítica pela Purdue University, EUA. Pós-doutor em Química Analítica pela Universidade São Francisco (USF). Atualmente é professor Adjunto da Universidade Federal do Paraná (UFPR, campus Jandaia do Sul-PR) e Coordenador do Laboratório Fenn de Espectrometria de Massas. O Dr. Meurer é membro da Sociedade Brasileira do Design Inteligente (SBDI).

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Vida é ainda mais antiga e Lucy caiu da árvore

Kappelman e sua imaginação fértil
Há situações em que médicos legistas e investigadores não conseguem determinar a causa da morte de alguém, mesmo tendo o cadáver sobre a mesa do necrotério. Há situações em que não se consegue determinar a idade de uma pessoa centenária, quando ela não mais tem em mãos seus documentos originais. Os cientistas desconhecem muitos detalhes sobre a origem e mesmo sobre o funcionamento de criaturas vivas, que podem muito bem ser pesquisadas, investigadas e até dissecadas em laboratório. Mas, quando o assunto é a origem da vida e dos ancestrais dos seres humanos, ainda que isso tenha supostamente acontecido há milhões ou até bilhões de anos, aí, sim, os cientistas evolucionistas sabem tudo! Sabem como surgiram, como se comportavam e até como morreram. Não é impressionante?!

Até parece que há uma “agenda secreta” que determina a publicação de uma notícia evolucionista de quando em quando, para manter a doutrinação das pessoas. A última notícia desse tipo dá conta de que a vida na Terra teria se originado 220 milhões de anos antes do que se pensava até agora. Cientistas australianos revelaram a existência de fósseis que datam de supostos 3,7 bilhões de anos (segundo a cronologia evolucionista, evidentemente). As pequenas estruturas, chamadas de estromatólitos, foram encontradas na Groenlândia e vieram à superfície após o degelo de uma placa no maciço de Isuea, no sudoeste dessa grande ilha.

Segundo o pesquisador Allen Nutman, da Universidade de Wollongong, esses estromatólitos – estruturas fossilizadas “de origem biológica”, de 1 a 4 centímetros – demonstram que a vida emergiu pouco depois da formação da Terra, há supostos 4,5 bilhões de anos. E ele especula que isso permite abrigar a esperança de que uma forma muito básica de vida [sic] pode, em algum momento, existir no Planeta Marte.

Agora note como, com base em evidências mínimas, as especulações vão aumentando. Diz o pesquisador: “Se a vida se desenvolveu tão rapidamente na Terra [ele já assume como fato o que era hipótese], permitindo a formação de coisas como esses estromatólitos, seria mais fácil detectar sinais de vida em Marte.”

Só para lembrar, estromatólitos são formados por cianobactérias, e bactérias, por mais que alguns as chamem de “simples forma de vida”, dispõem de DNA e têm a capacidade de duplicar essa informação genética a fim de se multiplicar. Se elas têm DNA, isso pressupõe complexidade e design inteligente, afinal, informação complexa e específica não surge do nada. É essa informação que garante a vida da bactéria, coordenando suas funções. A bactéria precisava ter desde sempre uma membrana complexa e seletiva, a fim de que seu conteúdo não se dispersasse no meio aquoso, mas que permitisse a entrada de nutrientes. Essa membrana é formada por proteínas bem específicas. Perguntas: O que surgiu primeiro: o DNA que sintetiza as proteínas? As proteínas que formam o DNA? A membrana que mantém as organelas protegidas? As organelas das quais a bactéria e sua membrana dependem para existir?

Segundo o físico e engenheiro de software Eduardo Lütz, “as informações que guardamos em um computador, incluindo o sistema operacional, programas e dados, são armazenadas em uma peça que chamamos de disco rígido (ou ssd em alguns mais recentes e caros). Isso corresponde ao DNA. A membrana da bactéria corresponde à carcaça do computador. Mas a parte mais complexa do computador nem é o disco rígido nem a carcaça, mas, sim, o processador, que precisa de mecanismos auxiliares, como a memória de trabalho e circuitos para acessar dispositivos como disco rígido, teclado, tela, usb, etc. O mesmo se aplica à bactéria. Ela tem DNA e membrana. Existem realmente programas altamente complexos armazenados no DNA, mas a parte mais complexa é a que acessa, interpreta e executa esses programas. O DNA sozinho não faz coisa alguma. Depende de muitas organelas e nanomáquinas (enzimas) para que as instruções nele armazenadas possam ser lidas e executadas.”

Mas, para piorar o cenário, o tal “surgimento” da vida vem recuando cada vez mais no tempo. Como explicar que vida com tal complexidade tenha “surgido” em um passado tão remoto quanto quase a idade estimada para a origem da própria Terra? Se continuar recuando assim, daqui a pouco não haverá mais tempo para o surgimento e a “evolução” da vida.

Pior mesmo foi o título publicado pelo jornal Extra: “Fósseis do tempo em que a Terra lembrava Marte são descobertos na Groenlândia.” Aqui a especulação chega ao nível hard. Note que o editor do título já parte do pressuposto de que a Terra foi parecida com Marte, algo não provado nem demonstrável, e faz isso com a clara intenção de, depois, afirmar que a vida poderia ter surgido também no planeta vermelho.

A outra notícia, igualmente veiculada nesta semana, tem que ver com a famosa Lucy, a australophitecus que viveu na África há supostos 3,18 milhões de anos. Uma equipe de pesquisadores norte-americanos analisou fissuras nos ossos fossilizados de Lucy, também conhecida como a “avó da humanidade”, e, com base nessa análise, concluiu: Lucy sofreu uma queda de 15 metros. Os ossos foram encontrados em 1974, na Etiópia, e compõem quase 40% de um esqueleto.

John Kappelman, antropólogo da Universidade do Texas, em Austin, chegou a especular o seguinte: “Acho que as lesões são tão graves, que, provavelmente, ela morreu logo após a queda.” Mas tem mais. O pessoal do CSI paleontológico trabalhou pra valer! Também foi encontrada uma lesão no ombro direito de Lucy. Kappelman explicou que “ela esticou os braços no momento do impacto, numa tentativa de amparar a queda”. Não disse? Sabem tudo sobre o ocorrido. Contam com menos de 40% de um esqueleto fossilizado, mas sabem até que a moça pré-histórica esticou o braço para se proteger de uma queda de 15 metros. Sim, 15. Não 10 nem 20.

Como era de se esperar, a “descoberta”, publicada na revista Nature, está sendo criticada por outros cientistas, que dizem que muita coisa pode acontecer a um esqueleto com supostos 3,2 milhões de anos. Na verdade, muita coisa poderia acontecer com o esqueleto, ainda que tivesse “apenas” mil anos. O corpo de Lucy pode ter sido esmagado, antes de ser coberto por camadas de sedimentos, ou ela pode até ter sido soterrada em vida.

Donald Johanson, pesquisador que descobriu Lucy há mais de 40 anos em Afar, na Etiópia, diz que “há uma infinidade de explicações para o osso quebrar”. Ele acrescenta ainda que “a sugestão de que ela caiu de uma árvore não é verificável, nem falseável, e é, portanto, improvável”.

Mas o assunto ganha as páginas de uma revista científica que fecha as portas para artigos de cunho criacionista, e a mídia concede amplo espaço para tantas especulações, negando-se a sequer considerar as evidências favoráveis ao criacionismo.

Quem disse que o mundo é justo?

Fonte: Michelson Borges 

Ciência não é pesquisa comum

Distinção mais que ncessária
O conceito de ciência usado atualmente é de origem humanista e não reflete de forma alguma os métodos que se têm demonstrado mais eficientes para investigar a natureza. Existem paradigmas na academia, não na ciência. Ciência não é um protocolo, não é uma visão de mundo, não é pesquisa, não são resultados, não é uma comunidade acadêmica, não é opinião nem interpretação de pesquisadores. Também não consiste em dados. Todas essas coisas existem e é importante levá-las em conta, mas nada disso é ciência, a rigor. Não se faz ciência. Faz-se pesquisa. A ciência não muda com o tempo. O que muda são os paradigmas, o conhecimento e até os métodos de trabalho, mas nem isso é ciência. Áreas do conhecimento não são ciência. Física, Química, Biologia, Geologia não são ciências. São apenas áreas do conhecimento. Ciência não deve ser confundida com naturalismo, ainda que metodológico. Ciência é um conjunto infinito de métodos matemáticos, a maioria dos quais ainda desconhecidos da humanidade, que, quando usados de maneira coerente com eles próprios, causam um pico de eficiência no estudo de tal magnitude que permite rapidamente ultrapassar os limites da intuição e das filosofias humanas.

Pode-se usar ciência para estudar qualquer assunto, até mesmo a Bíblia. Aliás, isso seria altamente recomendável, pois as regras da exegese fazem parte da ciência quando expressas em uma forma que explicite sua essência. A ciência fornece maneiras de aproveitar ao máximo qualquer fonte de informação.                      

Muitas vezes confundem-se modelos com interpretações de modelos. Darwin não tinha formação para fazer modelos ou teorias científicas. O que ele fez foi uma interpretação de dados sob uma ótica que gerou um framework que inspira pesquisadores até hoje. Mas o que ele propôs não se encaixa nos critérios mínimos de uma teoria científica.

Um dos princípios que temos usado nos últimos séculos com relação a teorias realmente científicas é o da correspondência. As teorias realmente científicas são tão confiáveis que novas teorias são julgadas (entre outras coisas) pelo seguinte critério: se contradisserem as antigas nos seus domínios de validade, então as novas estão erradas. Por exemplo, a mecânica quântica precisa ser capaz de reproduzir a teoria de Newton. A relatividade precisa ser capaz de reproduzir a teoria de Newton. A teoria das cordas precisa ser capaz de reproduzir a relatividade geral, e assim por diante.

Obviamente, isso não se aplica a qualquer especulação ou tentativa de entender a realidade. Mas são muitas coisas desse tipo que distinguem a verdadeira ciência da pesquisa comum.                      

Uma teoria científica possui a seguinte estrutura: um conjunto de leis (postulados) expressos em linguagem que permita o raciocínio formal; suas consequências, isto é, teoremas demonstrados matematicamente. As leis consistem em regularidades observadas na natureza, e servem como fundamentos para teorias científicas. A exatidão da expressão dessas leis bem como a seleção do conjunto de leis determina os domínios da teoria. É a forma mais profunda e exata de conhecimento possível. Uma teoria científica é muito mais do que uma simples lei. A expressão “apenas uma teoria científica” faz pouco sentido.

A mente humana tende a generalizar coisas indevidamente e a ser tendenciosa. O raciocínio formal é uma das salvaguardas contra isso. Nos ajuda a expressar de forma eficiente as regularidades observadas e a deduzir suas consequências usando explicitamente as regras dessas regularidades passo a passo, deixando o mínimo espaço possível (nada, se o processo for bem feito) para especulações dos pesquisadores.

O surpreendente é que esse procedimento leva não só a mais objetividade, mas consegue demonstrar a existência e os detalhes finos de fenômenos novos, nunca imaginados por alguém, os quais podem ser confirmados observacionalmente mais tarde.

As principais descobertas na Física têm ocorrido dessa maneira. Matemática primeiro, testes para ver se aquilo existe depois. Assim foi com fenômenos quânticos, antimatéria, quarks, carga de cor, buracos negros, buracos de verme, e muitas outras coisas.

Frequentemente, essas previsões são contrárias às crenças dos próprios pesquisadores que descobriram as teorias. Einstein não acreditava que o Universo teve um início, mesmo depois que outros pesquisadores provaram que isso decorria da equação da relatividade geral, que o próprio Einstein descobriu. Isso mostra o quão independente de paradigmas são as teorias realmente científicas. Mas isso é impossível com teorias filosóficas ou paradigmas.

É claro que existem também modelos especulativos, tentativas de modelar a realidade, e isso faz parte do processo de descobrir novas teorias científicas. Mas é importante colocar cada uma dessas coisas no seu devido lugar.

Fonte: Eduardo Lütz é físico e engenheiro de software via Criacionismo

domingo, 21 de agosto de 2016

Sociologia da Ciência - - Temporada 4 - Cap. 7

Evidências do dilúvio são encontradas na China

Rio Amarelo
A história da civilização chinesa é milenar e grande parte dela é baseada em lendas e mitos, muitos dos quais impossíveis de provar. Um deles é conhecido como o Grande Dilúvio de Gun-Yu (ou mito de Gun-Yu) e conta a história de Yu, que conseguiu domar o rio Amarelo e conter a inundação de grandes proporções que durava havia duas gerações. Segundo o mito, Yu foi aclamado como herói e foi mandatado para fundar a dinastia Xia, a primeira grande dinastia chinesa. Até agora, não existiam quaisquer provas arqueológicas ou outras de que tal história se pudesse basear em fatos verídicos. Mas um estudo publicado na revista Science aponta para o fato de que tal dilúvio pode realmente ter acontecido, noticia o jornal The Guardian. A equipe de investigação liderada pelo pesquisador Qinglong Wu encontrou vestígios de um grande deslizamento de terras que teria acontecido na sequência de um terremoto. A quantidade de terras teria sido suficiente para bloquear o rio Amarelo, na região onde atualmente fica a província de Qinghai, perto do Tibete. [...]

Foram encontrados 14 esqueletos de crianças que teriam ficado soterradas pelo deslizamento de terras. As análises de datação realizadas com carbono nos ossos indicam que a grande inundação do rio Amarelo aconteceu por volta de 1920 a.C.

“Terá sido uma das maiores inundações a ocorrer na Terra nos últimos 10.000 anos. Mais de 500 vezes maior do que seria de esperar que acontecesse no mesmo lugar, como resultado de uma chuva torrencial”, explicou Darryl E. Granger.


Esqueletos encontrados na china

Segundo David Cohen, arqueólogo da Universidade Nacional de Taiwan, em Taipei, e coautor do estudo, essa inundação “oferece uma sugestão tentadora de que a dinastia Xia pode realmente ter existido”. O caos e os estragos que provocou teriam dado origem a uma nova ordem política. Fatores que se encaixam que nem uma luva na narrativa do mito de Gun-Yu, segundo a qual Yu teria conseguido controlar a inundação através da construção de canais de dragagem. [...]

Note que as crianças viveram aproximadamente dois mil anos antes de Cristo, o que coincidiria com a época do relato bíblico do dilúvio. Segundo informações do Christian Headlines, o criacionista Ken Ham – diretor do Museu da Criação e fundador do parque Ark Encounter, que tem uma réplica da Arca de Noé – comentou que a China, como muitas culturas menos conhecidas, carrega a história de um grande dilúvio.

“Quer se trate de índios americanos ou os fijianos, havaianos, esquimós, aborígines australianos ou até os babilônios, existem lendas de inundação em culturas de todo o mundo”, explicou Ham. “Essa lenda, em particular da China, fala basicamente sobre um dilúvio global. Da forma como foi descrita, mostra que havia um homem em particular associado a essa inundação”, acrescentou. [...]

Fonte: Observador

Geologia das Galápagos - Temporada 4 - Cap. 6

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Química não é uma ciência exata, diz Rio-2016 sobre piscina com água verde

A piscina do Parque Aquático Maria Lenk, que recebe provas de polo aquático, nado sincronizado e saltos ornamentais, mais uma vez amanheceu verde nesta sexta-feira (12). A promessa do Comitê Rio-2016 era de que ela voltasse a sua cor normal na última quinta-feira (11), o que não aconteceu.

Não há ainda prazo para que o problema seja resolvido. Segundo os organizadores, muitos profissionais trabalham para melhorar o problema mais rápido possível. Os treinos de saltos ornamentais previstos para a manhã desta sexta foram cancelados em razão do tratamento feito na água.

O diretor de comunicação do Rio-2016 voltou a dizer que não há nenhum risco à saúde dos atletas.

"Descobrimos, entre outras coisas, que a química que não é uma ciência exata. A piscina amanheceu hoje [sexta] melhor, estamos trabalhando para que tudo fique certo o mais rápido possível. O problema era mais complexo do que pensamos, mas está tudo sendo feito. A piscina vai ficar em ordem o mais rápido possível", afirmou Mário Andrada, diretor de comunicação da Rio-2016.

"A gente desde o primeiro dia disse que houve um problema de manutenção. Admitimos essa questão. A chuva não está ajudando", completou.

Alguns atletas de polo aquático da Austrália reclamaram de ardência nos olhos. Médicos que atenderam os jogadores não viram ligação com a cor da água.

O Comitê Organizador Rio-2016 afirmou que a razão para a alteração foi uma proliferação de algas causada pelo calor e pela falta de vento.

Segundo o comitê, testes mostram que a qualidade da água não está comprometida.

Em nota, a Fina (federação internacional de natação) afirmou que produtos químicos vazaram dos tanques de água, alterando o PH e a cor da água.

"A Fina pode confirmar que a cor incomum da água observado durante as competições de saltos ornamentais na Rio-2016 se deu porque alguns produtos químicos dos reservatórios de água utilizados no processo de tratamento de água vazaram para a piscina. Como resultado, o PH da água estava fora do valor habitual, fazendo com que houvesse a descoloração".

A entidade disse ainda que não há risco para a saúde dos atletas.

"A Fina conduziu testes na qualidade da água e concluiu que não há risco para a saúde ou segurança dos atletas, e não há razão para a competição ser afetada", afirmou.

Fonte: Folha

Nota: Oi?? A Química não é uma ciência exata? Vai aqui a definição.

Ciências Exatas são as ciências que têm a Matemática, a Química e a Física como peças fundamentais dos seus estudos.Além das 3 áreas básicas e todas as suas subdivisões, tais como Física Quântica e Físico-Química, entre as ciências que também são consideradas exatas temos: Astronomia, Estatística, Ciência da Computação e Arquitetura. A principal característica das carreiras e dos profissionais da área de exatas é o Raciocínio Lógico.

As Ciências Exatas estão entre as mais antigas. Desde a antiguidade, o homem utiliza a Matemática para resolver seus problemas e moldar da melhor maneira a sociedade.

Foram as Ciências Exatas que proporcionaram que os antigos egípcios construíssem as pirâmides, que os gregos erguessem suas acrópoles e monumentos e também que o homem realizasse a viagem espacial até a lua no século 20

sábado, 6 de agosto de 2016

Restam poucas unidades do Jornal e DVD

Em 2014, foram distribuídos, gratuitamente, 70.000 mil exemplares do jornal NUBEPO Ciência e vendidos mais de 100 DVDs do I Simpósio Baiano sobre as Origens. Hoje restam poucas unidades destes materiais. A quem possa interessar nestes produtos, envie uma mensagem pelo e-mail: firmoneto81@gmail.com

Leia também:

Extra, Extra... jornal NUBEPO CIÊNCIA em circulação na Bahia;

 Leitores comentam sobre o Jornal Nubepo Ciência,

 Blogueiro faz comentários depois de assistir e ler em casa o DVD e o JORNAL do NUBEPO

Ensinem para os seus alunos a Biologia atual!!!

Gregory Radick
Ensinar os alunos a biologia do seu tempo

Uma experiência no ensino de genética revela como o legado de Mendel retém o ensino da ciência, diz Gregory Radick.

17 de maio de 2016

Historiadores estudam as causas e consequências de eventos passados, mas também consideram cenários alternativos. O que poderia ter acontecido, por exemplo, se a Grã-Bretanha tinha ficado fora da guerra na Europa em 1914? Historiadores da ciência também fazem tais perguntas contrafactual, e os resultados podem ser surpreendentemente instrutivo.

Tome genética. O ano passado viu celebrações prolongadas do trabalho de Gregor Mendel, ligada ao 150º aniversário do papel que relatou suas experiências com ervilhas híbridas. Experiências de Mendel são centrais para a biologia e currículos em todo o mundo. Por outro lado, as críticas feitas a ideias de Mendel por W. F. R. Weldon, professor Linacre na Universidade de Oxford, Reino Unido, são uma nota de rodapé.

A partir de 1902, as visões de Weldon fez entrar em conflito cada vez mais mal-humorado com os seguidores de Mendel. Em termos básicos, os Mendelianos acreditavam que fatores hereditários (mais tarde chamado "genes") determinam os caracteres visíveis de um organismo, enquanto Weldon viu contexto - do desenvolvimento e do meio ambiente - como sendo tão importante, com a sua variável de influenciar a tomada de personagens de formas que Mendelianos ignorado. Os Mendelianos ganhou - ajudado por morte súbita de Weldon em 1906, antes que ele publicou suas idéias totalmente - e o ensino da genética tem enfatizado a primazia do gene desde então.

O problema é que 'genes para' o mendeliana abordagem é cada vez mais visto como fora de sintonia com a biologia do século XXI-. Se estamos a perceber o potencial da era genômica, dizem os críticos, temos de encontrar novos conceitos e linguagem mais adequada à realidade variablebiological. Isto é importante na educação, onde a dependência de exemplos simples podem até promover um determinismo antiquada sobre o poder de genes.

Mas e se Mendelismo nunca tinha vindo a dominar a genética em primeiro lugar? E se a perspectiva de Weldon surgiu como o vencedor nessa batalha histórica, e sua interacionismo, aliada ao seu sentido vivo de como variável os personagens reais de organismos reais são (nunca apenas amarelo ou verde, redondo ou amassado, ou qualquer outro binário mendeliana) , tornou-se o núcleo do sujeito? Aqui é onde eu, e colegas, tentaram executar um experimento.

Em um recente projeto de dois anos, que ensinou estudantes universitários um currículo que foi alterada para refletir o que a genética livros poderia ser como agora, se a biologia por volta de 1906 tinha tomado a Weldonian ao invés da rota mendeliana. Estes estudantes enfrentaram genética como fundamentalmente ligado ao desenvolvimento e meio ambiente. Os genes não foram apresentadas a eles como que herança é "realmente sobre ', com tudo o resto relegado para ignorable papéis coadjuvantes. Por exemplo, eles foram ensinados que, embora os genes podem afetar o coração diretamente, eles também afetam a pressão arterial, os níveis de atividade do corpo e outros fatores influentes, eles mesmos, muitas vezes influenciado por fatores não-genéticos (como o tabagismo). Onde neste emaranhado, pedimos a eles, é um gene de doença cardíaca? Com efeito, este currículo revisto visa levar o que é periférico no ensino existente da genética e torná-lo central, e fazer o que é central periférica.


Fonte: Desafiando a Nomenclatura Científica

A Genética da variabilidade Temporada 4 - Cap. 4

Os milagres da teoria da evolução

A vida 'surge' muito complexa
Charles Darwin deu à ciência um grande passo adiante no progresso intelectual, muitos supõem. Ele substituiu o que considerou “milagres” de design por processos naturais. Seu objetivo pareceu nobre para muitos: unificar os organismos diferentes da Terra em uma imagem unificada de descendência com modificação, unidos por uma lei da natureza que ele chamou de seleção natural. A ciência foi, assim, liberta de milagres. Assim ele pensou. A lei da natureza de Darwin, contudo, resultou em pouco mais do que contingência histórica. Na opinião dele, as variações surgiam aleatoriamente - sem direção ou propósito - na base da vida que hoje os evolucionistas localizam nos genes. A partir do ponto de vista bottom up [de baixo para cima], para evitar parecer milagrosas, as variações teriam de ser pequenas e graduais, pouco fazendo diferença ao organismo, exceto por algum leve incremento em uma qualidade nebulosa que ele chamou de “aptidão”. A partir do ponto de vista top down [de cima para baixo], todavia (a árvore da vida), muitos organismos diferentes precisavam ser unidos por linhas de descendência comum com enormes lacunas entre si. Reunir os quadros bottom-up e top-down não tem sido fácil. Dois artigos recentes mostram como os evolucionistas modernos fazem isso empregando milagres - esticando a credibilidade além do ponto de ruptura para trazer as duas imagens juntas.

In Current Biology, Thibaut Brunet e Detlev Arendt parecem animados com a possibilidade de solucionar “o problema difícil da origem da cartilagem”. O título deles, uma brincadeira com “o problema difícil da consciência” descrito por David Chalmers, refere-se aqui à origem das partes duras nos corpos dos animais. Podem todos os planos corporais dos animais serem unidos por um ancestral comum?

“Os esqueletos são mal interpretados. Devido à sua resistência à deterioração, os ossos se tornaram símbolos de morte; no entanto, eles são tecidos intensamente vivos, submetidos à remodelação ativa por toda a vida. Para o biólogo evolucionista, as partes duras dos animais são duas faces semelhantes: sua resistência os torna os primeiros candidatos para fossilização e fornece aos paleontólogos uma riqueza de informação sobre os esqueletos de animais extintos. Do ponto de vista do paleontólogo, a evolução animal é, assim, principalmente, a evolução das partes duras (mais o que pode ser deduzido delas). Mas, pela mesma razão, a origem dos primeiros esqueletos de animais, as estruturas ancestrais que deram origem aos animais de corpos moles, permanece misteriosa; a preservação de tecidos moles é muito rara para fornecer uma solução cristalina. Por mais de um século, os morfologistas têm debatido, com pequena evidência valiosa, as questões difíceis das origens dos esqueletos: Quando evoluíram pela primeira vez os esqueletos dos animais? Eles surgiram uma vez ou diversas vezes independentemente? Quais tecidos moles ancestrais se tornaram rígidos, e por quais mecanismos moleculares? Uma pesquisa recente por Tarazona e coautores, comparando a formação de esqueletos entre invertebrados e vertebrados em nível molecular, lança nova luz sobre essas questões.”

Como é comum na literatura evolucionista, Brunet e Arendt não perguntam se as partes duras evoluíram, mas somente como elas evoluíram. De acordo com as “regras da ciência”, questionar o naturalismo é proibido. Contudo, ao limitar a caixa de ferramentas explanatórias de alguém a processos naturais não guiados, as dificuldades surgem. Não há nada como um apelo a milagres para se livrar de uma dificuldade. Como aconselhou Finagle, “não creia em milagres. Apoie-se neles”.

Os autores reconhecem que “tentativas históricas de se comparar esqueletos de vertebrados e invertebrados não se deram muito bem”. É por isso que a solução de Tarazona os agrada. Aquele artigo encontrou semelhanças na formação de cartilagem entre uma lula e um caranguejo ferradura - criaturas muito distantes na árvore ancestral de Darwin, pertencendo a filos diferentes. No pensamento deles, portanto, o ancestral comum desses animais deve ter tido a capacidade de produzir cartilagem. Brunet e Arendt ilustraram magistralmente os possíveis elos evolucionários entre aqueles animais e os anelídeos (minhocas), braquiópodes, artrópodes e vertebrados, destacando as semelhanças entre a organização geral dos locais de expressão de colágeno e os genes de desenvolvimento que regulam a expressão do colágeno. Como um truque mágico, parece simples até você examinar os detalhes. Considere:

1. Eles não deram nenhuma explicação para o surgimento de três conjuntos de genes que codificam o colágeno. “O mesentério ventral ancestral soxD+ soxE+ colA+ é assumido como tendo dado origem tanto ao esclerótomo dos cordados e ao endosternito dos quelicerados”, eles dizem, assumindo que seis genes de fator de transcrição e o gene de colagenase conspiraram para criar as primeiras partes duras. Ou os genes foram cooptados de alguma outra função, ou surgiram por si mesmos. Isso é mágica? Sorte? O que mais na evolução naturalista poderia “dar origem” ao improvável?

2. O colágeno é uma proteína complexa que usa todos os 20 aminoácidos, menos o triptofano. A Wikipédia relaciona sete etapas na sua manufatura dentro das células, inclusive a formação de precursores (como o “pré-pró-péptido de pro-colágeno”) seguido de modificações pós-traducionais extensivas.

3. A formação de cartilagem envolve etapas adicionais complexas, incluindo um equilíbrio entre as proteínas sinalizadoras Hedgehog e Wnt. Você não pode apenas assumir que a inovação do colágeno irá resultar automaticamente em cartilagem ou osso. Quanto ao osso, células especializadas (osteoblastos e osteoclastos) constroem e dissolvem o osso em um equilíbrio delicado de processos.

4. Partes duras não surgem aleatoriamente em células ou planos corporais de animais, mas são dispostas especificamente para a função. Olhe a armadura elaborada dos cnetófors cambrianos (Science Advances), tidos por alguns evolucionistas como um dos filos de animais mais antigos. Não é suficiente criar blocos construtores de colágeno. Os materiais têm que ser entregues nos locais específicos durante o desenvolvimento.

5. Uma inovação “milagrosa” como o colágeno seria surpreendente, mas isso não é suficiente. O colágeno faz uma “aparição esparramada” na árvore da vida. Os autores invocam até mais milagres para explicar isso: “Se, assim, isso exemplificaria um tipo de evolução independente frequentemente negligenciado chamado de ‘evolução paralela’, no qual a mesma estrutura ancestral experimenta uma sequência similar de modificações em linhas separadas de descendência.” Dar um nome a uma maravilha improvável, um nome tipo “evolução paralela”, não a faz menos “milagrosa”.

6. Partes duras aparecem subitamente no registro fóssil. Balance a varinha mágica para mais milagres! “Também, o registro fóssil sugere que a maioria dos filos evoluiu esqueletos de modo rápido e paralelo durante a Explosão Cambriana, impulsionado por uma corrida armamentista entre os primeiros predadores complexos e suas presas.” Nossos leitores já ouviram o bastante sobre todas as explicações fracassadas para a Explosão Cambriana, de modo que não iremos detalhar esse ponto. Basta dizer que os detalhes não fazem crer em “inovações evolucionárias” como os darwinistas são pródigos em chamar parecer coisa “natural”.

Boa sorte, LUCA!

Um apelo a milagres ainda muito maior é encontrado nas estórias evolucionistas sobre a origem da vida, porque até que uma autorreplicação confiável comece, não pode haver seleção natural. Consequentemente, os evolucionistas não podem se valer de seu dispositivo favorito de resgate, e só podem apelar para leis da química e do acaso.

O “último ancestral comum universal” [last universal common ancestor] (LUCA) “é o que os cientistas chamam de precursor de todas as coisas vivas”, observa a Live Science. Portanto, LUCA deve marcar o ponto no qual a seleção natural começa, porque se a seleção natural tivesse agido em qualquer coisa antes (tais como os replicadores especulativos do “Mundo RNA”), ela não teria nada a ver com a vida que nós hoje observamos. Qualquer coisa antes não deixou nenhum registro; isso está fora da ciência empírica.

Por mais que os evolucionistas quisessem simplificar o LUCA, chega um ponto no qual o organismo não teria sido capaz de desempenhar as funções necessárias de metabolismo, mobilidade e reprodução para ser chamado de vivo. LUCA teria de ser uma “célula” de algum tipo, com um código genético e máquinas de proteínas envoltas em uma membrana para mantê-los juntos. Como aprendemos em março, a equipe de Craig Venter não conseguiu sua célula sintética mais simples do que 463 genes. A nova pesquisa diz: “Muito sobre o LUCA permanece incerto; embora pesquisa anterior tenha sugerido que ele era pouco mais do que uma sopa química a partir da qual a evolução construiu gradualmente formas mais complexas, pesquisa recente sugeriu que ele pode ter sido um organismo sofisticado com uma estrutura complexa.”

Quão sofisticado? Ao comparar milhões de genes procarióticos, os pesquisadores na Universidade Heinrich Heine, em Düsseldorf, Alemanha, calcularam os requisitos para o LUCA: “Os genes que os cientistas examinaram eram blueprints para a produção de proteínas. (Alguns genes não são considerados como produtores diretos de proteínas.) Dos 286.514 grupos de proteínas que os pesquisadores consideraram, apenas 355 corresponderam aos critérios rigorosos que os pesquisadores estabeleceram como potencialmente pertencendo ao LUCA. Pesquisa anterior tinha revelado as funções de muitos desses genes, assim eles agora lançaram luz sobre o habitat e o estilo de vida de LUCA.”

O artigo deles, publicado no Nature Microbiology, imagina que esse “precursor de todas as coisas vivas” tenha sido capaz de metabolizar hidrogênio, fixar nitrogênio, usar metais de transição e coenzimas, e muito mais. Ele tinha genômica e epigenômica: “Seu código genético exigia modificações do nucleosídeo e metilações dependentes de S-adenosilmetionina.” Nenhuma delas é simples! Além disso, os pesquisadores creem que o LUCA era um termófilo que vivia em condições hostis de fontes termais e fontes hidrotermais. Os termófilos que vemos atualmente têm mecanismos sofisticados para consertar e preservar seu DNA e suas proteínas da destruição pelo calor.

O LUCA surgiu por acaso? Jeff Errington, biólogo celular na Universidade Newcastle, nem sequer fez a pergunta. No The Conversation, ele especula sobre o tipo de organismo que foi o LUCA, assumindo que ele se originou nas altas temperaturas de fontes termais, tinha enzimas e um código genético, metabolizou hidrogênio, e era bem equipado para a sobrevivência. No entanto, ele sabe que o LUCA tinha requisitos mínimos:

“Infelizmente, sem uma máquina do tempo, não há como se verificar diretamente esses resultados. Mesmo assim, essa informação será agora de grande interesse, inclusive aqueles cientistas querendo usar a informação para informar seus experimentos bottom-up [de baixo para cima] em recriar as formas modernas de vida primitiva. Mas isso não será fácil, considerando-se os requisitos para alta temperatura, nitrogênio, dióxido de carbono e gás de hidrogênio explosivo.”

No livro Signature in the Cell, apoiando-se na pesquisa de Douglas Axe sobre a função da proteína, Stephen Meyer calculou a probabilidade de uma proteína relativamente pequena de 150 aminoácidos de comprimento como sendo uma chance em 10 elevada à potência de 164 (10-164, p. 210-212). Em outras palavras, esperando o surgimento de apenas uma proteína por acaso excede o limite probabilístico universal calculado por William Dembski (10-150) por 14 ordens de magnitude - uma improbabilidade de 100 bilhões! A palavra “milagre” nem chega perto da crença de tal evento. Mesmo assim, esses evolucionistas querem que nós creiamos que algo assim como 355 e 463 genes ou produtos proteínicos, todos funcionando coordenadamente, surgiram por acaso.

Já é hora de parar a caricatura do Design Inteligente pelos evolucionistas de que o primeiro acredita em milagres e o último não acredita. Faz melhor sentido pensar que as “inovações” que observamos foram planejadas com um propósito por uma causa inteligente necessária e suficiente para explicá-las, em vez de confiar em sorte mais do que afortunada. Organizar as partes para função não é, de modo algum, um “milagre”. Fazemos isso o tempo todo contra a ordem natural das coisas

Fonte: Desafiando a Nomeklatura Científica

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