sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Atividade solar pode influenciar métodos de datação

Segundo pesquisadores, o Sol, 150 milhões de quilômetros distante, parece estar influenciando a decomposição dos elementos radioativos no interior da Terra. Dado o que sabemos sobre a radioatividade e os neutrinos solares, isso não devia acontecer. Dois cientistas das universidades de Stanford e Purdue acreditam que há uma chance de que uma partícula solar, até então desconhecida, esteja por trás de tudo isso. A grande novidade é que o núcleo do Sol – onde as reações nucleares produzem neutrinos – gira mais lentamente do que a superfície. Esse fenômeno pode explicar a evolução das taxas de decaimento radioativo observada em dois laboratórios distintos. Mas isso não explica por que a mudança acontece. Isso viola as leis da física como as conhecemos. Ao examinar os dados de isótopos radioativos, os investigadores descobriram um desacordo nas taxas de decaimento medidas, o que vai contra a crença de que essas taxas são constantes [grifos meus]. Enquanto procuravam uma explicação, os cientistas se depararam com outra pesquisa, que observou variação sazonal nessas taxas de decadência. Aparentemente, a radioatividade é mais forte no inverno que no verão.

Uma labareda solar sugeriu que o Sol estava envolvido de alguma forma. Um engenheiro nuclear percebeu que a taxa de decaimento de um isótopo médico caiu durante a tempestade solar.

A descoberta poderá ser útil para proteger os astronautas e os satélites – se existe uma correlação entre as taxas de decomposição e a atividade solar, as mudanças nas taxas de decaimento podem fornecer um aviso antecipado de uma iminente tempestade solar.

Mas enquanto isso é uma boa notícia para os astronautas, é má notícia para a física. Os pesquisadores procuraram provas de que as mudanças no decaimento radioativo variam de acordo com a rotação do Sol, e a resposta foi sim, sugerindo que os neutrinos são responsáveis. Mas como o neutrino, que não interage com matéria normal, está afetando o índice de decaimento ninguém sabe.

O que os pesquisadores sugerem é que algo que realmente não interage com nada está mudando algo que não pode ser mudado. Apesar disso, eles dizem que não devemos ter preocupações com os neutrinos solares influenciando o aquecimento do núcleo da Terra. Mas talvez devamos nos preocupar que a nossa compreensão do Sol e da física nuclear é mais fraca do que pensávamos.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Essa também é uma péssima notícia para os evolucionistas, que sempre acreditaram que fossem constantes as taxas de decaimento dos elementos radioativos dos quais dependem para chegar aos supostos milhões e bilhões de anos de suas datações. Se for confirmada essa influência dos neutrinos, imagine o que aconteceria com a geocronologia evolucionista, levando em conta que a Terra tem estado sob a influência dos neutrinos há milhares de anos. Espero que algum cientista se atreva a tocar nessa crença, digo, nesse assunto. [MB]

Nota do químico Marcos Eberlin, da Unicamp: Raios cósmicos transformam 14N em 14C, que é absorvido pela vida na Terra em uma cascata de eventos extremamente dependente das condições atmosféricas; umidade, por exemplo. Aí o método de detecção de 14C forma íons negativos de 14C que tem sua carga invertida para 14C+3 e depois e depois e depois... são nove processos de separação e manipulação de íons. Um sinal escondido sobre uma corrente iônica doze ordens de grandeza superior a ele. Bilhões de vezes menor. E, no final, o melhor espectro mostrado foi mais ruído que sinal, fora os problemas imensos de contaminação na amostragem e preparação da amostra. Milhões de vezes pior do que achar agulha em um palheiro. Sou da área. Sou espectrometrista de massas. Sou químico analítico, e tenho uma ideia hoje do que é a datação com 14C. Não digo que não funciona. Funciona, sim. Só digo que a chance de o resultado final parecer certo, mas estar errado, é da mesma ordem de grandeza; uns 99,9999999999999999999%.

Peixe 'que anda' revela como nossos ancestrais evoluíram para a terra

Peixe é 'condecorado' pelos naturalistas como exemplo de evolução. Será  mesmo?
QUEBEC, Canadá - Cerca de 400 milhões de anos atrás um grupo de peixes começou a explorar a terra e evoluiu para tetrápodes - anfíbios de hoje, répteis, aves e mamíferos. Mas como esses peixes antigos usaram seus corpos e nadadeiras em um ambiente terreste, e quais processos evolutivos estavam em prática segue sendo um mistério científico. Pesquisadores da Universidade McGill publicaram na revista “Nature” um estudo que mostrou o que pode ter acontecido com os peixes que andaram pela primeira vez na terra.

Os estudiosos voltaram-se para o Polypterus senegalus, um peixe africano que pode respirar ar, “andar” na terra e que se parece com os peixes antigos que evoluíram para tetrápodes. A equipe criou o Polypterus senegalus ainda jovem em terra por cerca de um ano, com o objetivo de revelar como esses peixes “terrestrializados” se pareciam e como se moviam de um jeito diferente.

- As condições ambientais estressantes podem revelar variações anatômicas e comportamentais enigmáticas, uma forma de plasticidade de desenvolvimento”, disse Emily Standen, uma ex-estudante de pós-doutorado da McGill que liderou o projeto, agora na Universidade de Ottawa. - Nós queríamos usar esse mecanismo para ver o que novas anatomias e novos comportamentos iriam despertar nesses peixes e ver se batia com o que sabemos dos registros de fósseis.”

Veja o Polypterus Senegalus em aquário

O peixe mostrou mudanças significativas na anatomia e no comportamento. Isto é, o animal “terrestrializado” andou de forma mais eficiente ao colocar suas nadadeiras mais perto do corpo e a cabeça mais pra cima. Assim, conseguiu que as nadadeiras não escorregassem tanto quanto os peixes que crescem na água.

- Anatomicamente, o esqueleto do peitoral mudou para ficar mais alongado e com ligações mais fortes no peito, possivelmente para aumentar o suporte enquanto andam e reduzir o contato com o crânio para potencialmente permitir um melhor movimento de cabeça/pescoço - explicou Trina Du, uma estudante de Ph.D na McGill e colaboradora do estudo.

De acordo com Hans Larsson, cátedra no Canadá de Pesquisa em Macroevolução na McGill e professor associado no Museu Redpath, como muitas mudanças anatômicas se parecem com os registros do fóssil, pôde-se supor que as mudanças de comportamento que vemos também refletem o que pode ter acontecido quando peixes de fósseis andaram pela primeira vez com suas nadadeira na terra.

- Este é o primeiro exemplo que conhecemos de estudo que demonstrou que a plasticidade do desenvolvimento pode ter facilitado uma transição evolutiva em grande escala, primeiro por acessar novas anatomias e comportamento que podem futuramente ser fixados geneticamente pela seleção natural - acrescentou Larsson.

Fonte: O Globo

Veja o Polypterus Senegalus em aquário


Nota: Leia os comentários e críticas de diversos pesquisadores brasileiros do Design Inteligente e do criacionismo sobre esta matéria:

Dr. Marcos Eberlin, químico e professor da UNICAMP: Gente, pode ver no registro fóssil... no código genético do bicho...esse peixe sempre foi, é e sempre será assim... foi a mesma coisa com o celacanto... 200 milhões de anos e suas patas mutantes continuaram patas mutantes.... ridículo o que essa turma faz a ciência passar... eu sou cientista, respeitem a ciência, abram uma igreja, e vão fazer apologia a essas inverdades com as contribuições de seus membros, não com dinheiro público... ciência laica por favor... ridiculamente ridículo acusar esse peixe,,, é a mesma coisa que fazem com os chimpa... que tem que engolir a gente como seus manos... só porque eles precisam de um culpado na evolução...

Enézio Filho, coordenador Brasileiro do Design Inteligente: "Após oito meses de experiência com o peixe, os resultados fornecem evidência de plasticidade de desenvolvimento, na qual os organismos alteram sua anatomia e comportamento devido à mudança ambiental. Isso não é evolução. E quanto tempo levou? Menos de um ano..."

Sodré Neto: biólogo e professor universitário: A diversidade e o parentesco de semelhantes especies permite divagações e relações filogenéticas entre generos e familias sem fim ao longo do suposto tempo de milhões de anos , e foi justamente para limitar tal raciocinio e esta observação na ciência, que a hipótese falseável dos limites de variações circundados a um táxon denominado "tipos básicos" vem dar sua contribuição.

Neste caso, bastaria possibilidades de pelo menos, início de embrião em cruzamentos artificiais diretos e/ou indiretos, para que houvesse alguma ligação entre tal peixe e algum anfíbio.

Mas o que a pesquisa e testes tem revelado até hoje, é uma descontinuidade sistemática entre grupos de especies (ver baraminology - http://ncse.com/rncse/26/4/baraminology )

Cientista brasileiro vai ao CERN da questão

Dr. Marcos, em visita ao CERN 
Nesta semana, participei do 20º Congresso Internacional de Espectrometria de Massas. Para um brasileiro, um grande privilégio, pois, como presidente da Sociedade, tive pela segunda vez, como em Kyoto, no Japão, o privilegio de presidir o congresso. No programa, tivemos uma visita ao CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), em Genebra, na Suíça, que ficou ainda mais famoso por ter sido feita nele a descoberta da “partícula de Deus”, o bóson de Higgs. Foi uma visita espetacular e, ao mesmo tempo, chocante. Tivemos uma palestra com um dos diretores do centro. Falaram então que o big bang formou o Universo, mas que a energia, ao se transformar em matéria, formou a matéria e a antimatéria, da mesma forma que as colisões lá no CERN também formam, matéria e antimatéria, mas que, pasme, a metade do Universo que o big bang deveria ter formado simplesmente “desapareceu”. Veja bem! Pode, gente?

Cientistas anunciaram que descobriram a origem do Universo e aí apresentam um modelo que deveria formar duas coisas, mas que a gente só observa uma, e que a outra simplesmente sumiu? Será que eu, como cientista, posso falar, por exemplo, que identifiquei uma molécula como sendo cocaína, e aí o juiz me pergunta como, e eu digo que detectei só metade da molécula e que a outra metade simplesmente desapareceu do meu espectro? Ele vai acreditar e pôr o bandido na cadeia? Que a massa da molécula deveria ser 300, mas eu detectei 150 e a outra metade sei lá para onde foi, mas que é cocaína, sim?

Pior: aí falaram que entendemos somente 4% do Universo e que 96% de sua energia são desconhecidos. Uma vergonha (what a shame), o palestrante disse. E – pior ainda – aí veio a pior enganação, pois foi dito que após a grande explosão e o desaparecimento mágico de metade do Universo, a maior mágica: a formação do hidrogênio e do hélio, e que, pasme de novo, a “gravidade” foi que atraiu o H2 e o Hélio para formar estrelas. Mas que absurdo, gente! Bem ali na minha frente foi dito um absurdo desse! Posso não ser físico e não entender tão bem de matéria e antimatéria – que até entendo um pouco –, mas quanto à estrela eu sei bem que isso é pura ilusão. Gravidade mantém, mas não forma estrelas. Gravidade só pode ser invocada em cosmologia, mas em química temos que usar forças eletromagnéticas, se quisermos atrair moléculas e átomos. E, como eu discuto com detalhes no Fomos Planejados, não existe força neste Universo capaz de tornar em estrela uma nuvem gasosa de hidrogênio e hélio em expansão. Impossível. Tente comprimir gás e você verá que a pressão aumenta e ele escapa. Como cientistas podem falar uma inverdade dessas?

Ou seja, além do milagre do desaparecimento da antimatéria, uma benção sem igual, pois senão o Universo colapsaria em si mesmo – eta, santo bom, milagroso e poderoso! –, temos outros grandes e enormes milagres; uma cascata deles, que acontecem por todo o Universo, de forças misteriosas que comprimem gases para formar estrelas. E mesmo que formadas, essa estrelas que explodiram no estágio de supernovas teriam espalhado um sem numero de buracões negros pelo Universo que, como a antimatéria também, simplesmente... desapareceram! Mais milagres sem santo!
Vista do acelerador de partículas do CERN
Aí tem outro problema que eles nem sequer comentaram, e eu como visitante fui educado em não perguntar: mesmo que estrelas milagrosamente se formassem e supernovas explodissem, o que elas formariam? Um puff cósmico fofo e poeirento que só... que jamais formaria os planetas rochosos incandescentes, a Terra. Sem falar de onde teria vindo a água e tudo o mais.

Ou seja, eu estava 99% convencido de que a ciência não tem a menor ideia de como este Universo foi formado. Hoje estou 110% convencido, racionalmente esclarecido. Pois não tenho essa fé, fé em milagres seguidos, múltiplos; milagres sem santo. E fui ao CERNe da questão para ter essa certeza.

Fonte: Dr. Marcos Eberlin via criacionismo

A formiga paulista e o plano B da evolução

Formiga evoluiu e se tornou formiga
Uma espécie de formiga parasita, descoberta no interior paulista, deu impulso para uma teoria de formação das espécies raramente comprovada. Encontrada no campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro, o inseto – jamais visto em outro lugar do mundo – surgiu a partir de formigas de sua própria colônia, sem precisar se isolar geograficamente, de acordo com estudo publicado na última quinta-feira, na revista Current Biology. De acordo com a teoria mais comum do processo de especiação, entretanto, espécies novas aparecem a partir do isolamento geográfico de um grupo. “Conseguimos fortes evidências de que a especiação também pode acontecer dentro de uma mesma colônia. É raríssimo encontrar esse mecanismo”, diz Maurício Bacci Júnior, pesquisador do Instituto de Biociências da Unesp e um dos autores do artigo.

Especialista em formigas, Bacci descobriu a nova espécie em 2006, com o colega alemão Christian Rabeling, da Universidade de Rochester, ao escavar um formigueiro de Mycocepurus goeldii, espécie comum em toda a América do Sul. “Percebemos que havia formigas menores, o que geralmente é característica de parasitas”, explicou. Ao estudar o comportamento dos animais, os pesquisadores perceberam que a nova espécie – batizada de Mycocepurus castrator – é, de fato, parasita. Recebeu o nome de “castrator” por inibir a procriação da hospedeira. “Ela coloca todo o formigueiro a seu serviço. Enquanto as outras trabalham, ela come e se reproduz.”

De acordo com o cientista, para confirmar a origem da parasita, a equipe realizou um procedimento de datação com base em biologia molecular, relacionando o número de mutações a referências geológicas encontradas no formigueiro. Com um teste estatístico, foi determinado que a M. goeldii surgiu há cerca de 2 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], enquanto a M. castrator apareceu há apenas 37.000 anos [idem].

“Isso nos deu a evidência de um raro caso de especiação simpátrica, isto é, de surgimento de uma nova espécie sem presença de barreiras geográficas.” Segundo ele, ao relacionar parasitismo e especiação simpátrica, o estudo abre caminho para novas descobertas.

Todas as formigas do gênero Mycocepurus são “agricultoras”: levam folhas para o formigueiro e as depositam em uma colônia de fungos, que degradam os vegetais. As formigas se alimentam dos resíduos. A formiga parasita, no entanto, apenas come o que as outras produzem e sua única atividade é procriar. “As hospedeiras se reproduzem, mas passam a gerar apenas formigas estéreis, que trabalham para a parasita”, explica Bacci.

Assim, a Mycocepurus castrator usa todo o sistema do formigueiro em seu benefício, sem precisar despender energia para outras tarefas além de gerar mais parasitas. “Ela não se arrisca fora do formigueiro, diante de predadores, nem para buscar comida ou para se reproduzir.”

Fonte:  Veja via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Descoberta interessante que leva os cientistas a perceber que a vida é mais adaptável do que se pensa, não dependendo a especiação apenas do isolamento geográfico. Mas note um detalhe: tudo o que se viu na pesquisa foi especiação e o “surgimento” de uma nova... formiga. Mesmo assim, fala-se em evolução, o que traz à cabeça do leitor não familiarizado com os termos e os fatos a ideia de que, de uma ameba primordial, teriam surgido as formigas, os répteis, as aves e os seres humanos. O título que usei acima foi usado também na matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo. Na verdade, todos os veículos que repercutiram a descoberta utilizaram a palavra “evolução”, quando o assunto trata apenas de adaptação e especiação. É a mídia a serviço do konsenso. De qualquer forma, ao utilizar “plano b”, estão admitindo que algumas descobertas contrariam “verdades” tidas como certas no meio darwinista. Daqui a pouco, terão que partir para o “plano c”, o “plano d”, “o plano e”... [MB]

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

“Hobbit” é mais um hominídeo que cai por terra

Possibilidade de síndrome de down
Uma descoberta numa caverna da ilha indonésia de Flores, relatada há dez anos, fez um cientista classificá-la como “a descoberta mais importante da evolução humana nos últimos cem anos”. Os ossos fragmentados e apenas um crânio completo de diversos indivíduos levaram os descobridores a concluir que aqueles eram os restos mortais de uma espécie extinta, e anteriormente desconhecida, de seres humanos. Os cientistas australianos e indonésios batizaram a espécie de Homo floresiensis [veja o que eu já havia postado sobre ele aqui]. Alguns passaram a chamar esses seres anormalmente pequenos, que aparentemente viveram na ilha há cerca de 15 mil anos [segundo a cronologia evolucionista], de “hobbits”. Parecia incrível que pessoas com cérebros do tamanho do de chimpanzés, com um terço do do Homo sapiens moderno, tenham conseguido criar as ferramentas de pedra encontradas na caverna ao seu redor.

Quase desde o início, alguns céticos levantaram bandeiras de alerta. Será que o único crânio poderia representar evidência suficiente de uma espécie humana distinta? Aquelas pessoas eram pequenas, sim, mas como o crânio de Flores poderia ser comprovado como normal, e não aquele de um humano moderno com qualquer problema de crescimento que altere o tamanho da cabeça e do cérebro?

Agora os céticos retomaram o debate com dois artigos publicados recentemente no periódico The Proceedings of the National Academy of Sciences. Um deles aponta o que são consideradas falhas na pesquisa original. O segundo descreve evidências sugerindo que o indivíduo teria nascido com síndrome de Down.

Entre as falhas, segundo os críticos, estavam subavaliações da estatura e do tamanho do cérebro do esqueleto mais completo, designado como LB1, da caverna Liang Bua. Em sua visão, a estatura do LB1 seria pouco superior a 120 cm, e não 90 cm como na estimativa original. Novas medições do possível tamanho do cérebro foram igualmente maiores.

Os autores do primeiro artigo publicado – Robert B. Eckhardt e Alex S. Weller, da Universidade Estadual da Pennsylvania, Maciej Henneberg, da Universidade de Adelaide, na Austrália, e Kenneth J. Hsu, do National Institute of Earth Sciences, em Pequim – concluíram que os traços cruciais do espécime, conforme descritos originalmente, “não estabelecem a singularidade ou a normalidade necessárias para atender os critérios formais de uma nova espécie”.

Hipótese. O principal autor do segundo artigo sobre a hipótese da síndrome de Down foi Henneberg, professor de anatomia e patologia, com Eckhardt, professor de genética de desenvolvimento e evolução, como coautor. Com base em um novo exame das evidências disponíveis, os pesquisadores afirmaram que as dimensões revistas do crânio e do fêmur do LB1 entram na faixa prevista para um indivíduo com síndrome de Down naquela região da Indonésia. A estimativa de maior tamanho também se encaixa com algumas pessoas de hoje em Flores e outras ilhas do Pacífico.

Os cientistas também citaram a assimetria do crânio, uma incompatibilidade entre direita e esquerda dos traços faciais, como característica de pessoas com síndrome de Down, uma das alterações genéticas mais comuns em seres humanos. Eles apontaram que ela ocorre em mais de um nascimento humano em cada mil.

Fonte: O Tempo via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Parece que está virando uma situação padrão: (1) é feita uma descoberta sensacional que aparentemente respalda a teoria da evolução, (2) a mídia faz aquele estardalhaço; (3) todo mundo esquece o assunto por algum tempo (mas permanece a impressão de que a evolução é um “fato”); (4) tempos depois, a “grande descoberta” é questionada; mas, aí, (5) o “estrago” inicial já foi feito. O Homo floresiensis foi aclamado como “a descoberta mais importante da evolução humana nos últimos cem anos”. E caiu por terra, como outras “evidências” semelhantes. Há muito tempo os criacionistas vêm dizendo que os tais “hominídeos” ou são simplesmente macacos ou seres humanos portadores de algum tipo de deformidade. Mas quem deu ouvidos? Além disso, é bom constatar mais uma vez que essas descobertas geralmente se tratam de alguns fragmentos de ossos, uns poucos crânios e muito “oba-oba”. [Michelson Borges]

Cientista da Universidade de Chicago deixam evolucionistas pensativos

 Leo P. Kadanoff
"Eu penso que a bola está no lado das pessoas que creem na evolução. Elas têm que lidar com essas questões. …Bill (Dembski) ele apresentou o seu caso e nós todos devemos ir para casa e pensar."


William Dembski tinha sido convidado pelo Prof. Leo P. Kadanoff para falar na Universidade de Chicago, nos Seminários em Computação na Ciência, "Conservation of Information in Evolutionary Search". 

Como sempre, houve comoção entre os darwinistas fundamentalistas xiitas como Jerry Coyne, pela presença de um teórico do Design Inteligente a fim de falar sobre a conservação da informação ser um problema que a teoria da evolução sai de mãos vazias no contexto de justificação teórica.

Quem convidou Bill Dembski - Leo P. Kadanoff, não é um professor qualquer como muitos aqui no Brasil que escrevem manifestos, e tudo fazem para cancelar eventos assim em universidades brasileiras - vide o caso do Prof. Leandro Russovski Tessler, da Unicamp. Quem é Tessler diante de Kadoff? Nem dá para comparar as carreiras científico-acadêmicas... O mais cientificamente respeitado e reconhecido acolhe o discurso considerado "herege". Já o outro... O outro é o outro, fazer o quê!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Alemanha procura piores da classe por falta de mão de obra

Sala de aula: empresas alemãs estão dando uma segunda chance a alguns candidatos a emprego
Frankfurt - A iminente falta de trabalhadores está levando as empresas alemãs a buscarem novos funcionários em um lugar improvável: os piores da classe.

Kevin Reber, 22, rejeitado para um treinamento vocacional por causa de notas ruins em matemática, é um dos 250 jovens matriculados em um curso de um ano da empresa química Basf que ensina trabalho de equipe e resolução de conflitos e repete matérias escolares reprovadas.

Fabian Scholz, de 17 anos de idade, em um programa semelhante da Deutsche Bahn AG, está aprendendo a corrigir a baixa assistência às aulas que estragou suas chances de avançar.

“Nós não tentamos recrutar os melhores, mas aqueles que se enquadram melhor nas exigências do emprego”, disse o diretor de treinamento vocacional da Basf, Richard Hartmann, em uma entrevista na base de Ludwigshafen da maior empresa química do mundo.

“Alguém que obteve uma grande pontuação e que treina como mecânico de fábrica provavelmente não irá se contentar em ficar. Nós precisamos de trabalhadores que façam um trabalho manual qualificado ao longo dos anos”.

As empresas alemãs estão dando uma segunda chance a candidatos a emprego como Reber e Scholz porque a diminuição da taxa de natalidade e o envelhecimento da população estão colocando em risco sua economia de 1 trilhão de euros (US$ 1,3 trilhão) baseada em exportações.

O país, cuja taxa de desemprego já está no nível mais baixo das últimas duas décadas, pode perder um total líquido de 2 milhões de pessoas em idade de trabalhar até 2025, segundo um relatório de maio do Instituto de Mercado de Trabalho e Pesquisa Ocupacional, ou IAB. Continue lendo a matéria aqui.

Fonte: Exame Abril

domingo, 17 de agosto de 2014

Prof. Walter Veith - Fitoquímicos


Primeiro vídeo da série de 7 palestras. Gravado na Alemanha em 2004. A série de saúde em inglês é menos completa, contendo só quatro episódios. O prof. Walter Veith é professor universitário aposentado, tendo lecionado nas áreas de fisiologia e zoologia.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Um Ateu garante: Deus Existe!

Livro encadernado
Antony Flew, Um Ateu Garante: Deus Existe (Ediouro) – Flew é considerado o principal filósofo dos últimos cem anos (seu ensaio Theology and Falsification se tornou um clássico e a publicação filosófica mais reimpressa do século 20) e passou mais de cinquenta anos defendendo o ateísmo. Filho de pastor metodista, ele sempre foi incentivado a buscar razões e explicações para as coisas em que acreditava. Tornou-se ateu, formou-se em Oxford, lecionou em universidades importantes, mas foi justamente a vontade de buscar a razão de tudo que o fez rever seus conceitos sobre a fé. O livro se divide em duas partes. Na primeira, Flew conta como chegou a negar a Deus, tornando-se ateu. Na segunda, ele analisa os principais argumentos que o convenceram da existência do Criador. No fim, há dois apêndices preciosos: “O novo ateísmo” (no qual são analisadas as principais ideias de ateus como Dawkins e Dennett) e “A autorrevelação de Deus na história humana” (com argumentos sobre a encarnação e a ressurreição de Jesus Cristo). “Minha jornada para a descoberta do Divino tem sido, até aqui, uma peregrinação da razão. Segui o argumento até onde ele me levou, e ele me levou a aceitar a existência de um Ser autoexistente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente”, testemunha Flew.

Assista a palestra da Dra. Gladys Kober abaixo e veja um pouco das ideias que fez o filósofo Antony Flew mudar de opinião.

Brasileiros transformam caixa d'água em miniusina hidrelétrica

No que depender de dois engenheiros brasileiros, você poderá usar em um futuro próximo a sua caixa d'água para gerar eletricidade para sua casa. Jorgea Marangon e Mauro Serra criaram a UGES (Unidade Geradora de Energia Sustentável), que poderia ser utilizada em qualquer caixa d'água, independente do tamanho.

Na prática, a UGES funciona como uma miniusina hidrelétrica na sua casa. O sistema usa a pressão da água que vem da rua para abastecer a caixa para geração de energia.

“Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório”, explica o inventor Mauro Serra.

Os criadores, no entanto, afirmam que todo o sistema é autossustentável. Isso significa que é necessária apenas a circulação de água para geração, armazenamento e distribuição de energia. Só não é recomendável usar a energia para os aparelhos domésticos de alto consumo como secadores e chuveiros.

O projeto já está patenteado e deve chegar ao mercado em pouco tempo. Os criadores não confirmam com exatidão a capacidade de produção de energia do sistema, porque isso depende do tamanho da caixa. Porém, eles acreditam que é possível aplicar a UGES em uma sistema de abastecimento municipal para criar energia suficiente para abastecimento da rede de iluminação pública.

Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Os atuais desastres geológicos: uma chave para o passado e para o futuro

Por Nahor Neves Júnior
Resumo: Determinados eventos geológicos extraordinários que atualmente provocam rápida destruição e morte, quando analisados por um geocientista, revelam algumas características que parecem reproduzir, em sua escala reduzida, fenômenos geológicos pretéritos (bem mais amplos e catastróficos) que modificaram drasticamente toda a superfície da terra, provocando a maior mortandade em massa da história do planeta, em um curto período de tempo. Esses mesmos desastres geológicos, presentemente observados, cuja frequência parece estar aumentando, são ainda muitos úteis para nos admoestar quanto a iminência de outra catástrofe global - o acontecimento mais aguardado da história humana. Leia o artigo completo aqui.

1º Congresso Brasileiro de Design Inteligente

Mais uma palestra imperdível no 1o. TDI Brasil, do Prof. Ricardo B. Marques, veja a resenha abaixo e o CV do palestrante e você não vai querer perder essa palestra por nada.

Evidências de DI na Biologia: mimetismo e camuflagem

Características de alta complexidade estão envolvidas nos fenômenos biológicos da camuflagem e do mimetismo, induzindo adeptos da teoria da evolução a elaborar explicações naturalistas baseadas em seleção natural e mutacionismo, levando a hipóteses como a da evolução convergente. No entanto, os processos e mecanismos necessários para se produzir a extrema complexidade de fenômenos como a camuflagem e o mimetismo constituem-se em obstáculo, e não em evidência, às explicações naturalistas. Uma análise científica despida de preconceito demonstra que o mimetismo e a camuflagem podem representar evidências consideráveis em favor da Teoria do Design Inteligente.

Fonte: Congresso Brasileiro de design Inteligente

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Como animações podem ajudar aos cientistas testarem hipóteses



Fonte: TED
Nota: Animação em 3D pode trazer hipóteses científicas para a vida. A bióloga molecular (e TED Fellow) Janet Iwasa, introduz um novo software de animação de código aberto projetado apenas para os cientistas.

domingo, 10 de agosto de 2014

E Se Deus Não Existir?



Nota: Qual é a base que você tem para agir conforme o bem? Qual é a certeza que você tem que algo é certo ou errado? Alguém certa vez escreveu que "se alguém não existe, tudo é permitido". Será isto verdade? Este é o assunto deste episódio do programa Evidências.

I Congresso do Desing Inteligente no Brasil


LinkWithin

Related Posts with Thumbnails