segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Design Inteligente em ação: Ciência Forense

Há pouco tempo, nós consideramos a arqueologia e a criptologia como exemplos da ciência do Design Inteligente em ação. A ciência forense é outro exemplo. Ela procura distinguir causas intencionais de causas acidentais em situações ou eventos humanos. Por exemplo, num julgamento de assassinato, todas as evidências são examinadas para que se determine se a vítima morreu de causas naturais ou se foi morta intencionalmente. Quanto mais perfeito for o crime, mais difícil será essa tarefa.

Porém, declarar culpa ou inocência não é a tarefa da equipe forense — e nem de identificar o assassino ou a motivação dele. Seu trabalho é apenas determinar se a morte foi acidental ou se foi projetada intencionalmente (neste caso, por um projeto mau). A vida de uma pessoa acusada pode estar em jogo. Talvez a presença do réu na cena do crime tenha sido uma coincidência, no momento em que a vítima teve um ataque cardíaco natural. Como qualquer um poderia saber, com toda a ciência do Design Inteligente a disposição, as evidências são cruciais para fazer uma inferência adequada ao design.

Ciência forense nuclear

A ciência forense se aplica a muito mais do que investigações de cenas de crime. Na revista Nature de novembro de 2013, Klaus Meyer alegou que a proliferação de materiais nucleares exige a expansão da “ciência forense nuclear” — a capacidade de caracterizar materiais nucleares para deter o tráfico ilícito e o terrorismo. Mais especialistas com boas práticas estão sendo necessários neste trabalho tão importante.

Meyer lista alguns dos questionamentos que os peritos forenses nucleares fazem:

Funcionários detectam materiais nucleares ilícitos nas fronteiras, nos portos e aeroportos ou nos territórios estaduais pela medição da radiação direta ou agindo com informações privilegiadas da polícia ou dos serviços de inteligência. Sempre que uma amostra é interceptada, as agências querem saber: quais leis foram quebradas? Quando e onde foi o material produzido? Qual foi o uso pretendido? Onde estava o material roubado ou desviado? Existem maiores quantidades do material? Cientistas forenses nucleares tentam responder a esses questionamentos.

Ninguém pensaria que esses cientistas forenses nucleares não sejam cientistas só por acreditarem que alguém agiu intencionalmente. Não, eles estão preocupados em avaliar provas empíricas e fazer inferências de intencionalidade. Digamos que 300 gramas de óxido de plutônio sejam interceptados, como aconteceu no aeroporto de Munique, em 1994. Identificar o material e conhecer a improbabilidade de ele ser encontrado em um aeroporto por causas puramente naturais — ou até mesmo causas acidentais, tal como um passageiro comum perdê-lo — justificaria uma inferência de intencionalidade.

Existem muitas coisas que um cientista forense nuclear poderia inferir por exame direto do material radioativo. Meyer explica:

As assinaturas químicas e físicas de um material radioativo — a partir da sua aparência e microestrutura até à sua composição elementar e isotópica — dão esclarecimentos sobre sua origem e história. Por exemplo, as proporções de isótopos das impurezas de estrôncio numa amostra de urânio natural podem indicar se ele foi extraído na Austrália ou Namíbia. A presença de subprodutos de decaimentos nucleares revelam a data de produção do material, e produtos, como o urânio-236, de reações de nêutrons indicam que ele foi irradiado em uma usina elétrica.

A ciência forense nuclear é um campo relativamente novo, pequeno e especializado da ciência forense. Meyer argumenta que métodos melhores para identificar assinaturas de materiais nucleares aumentará a solidez das suas respostas, e, assim, a sua credibilidade. Geralmente, isso é verdadeiro para todas as ciências de Design Inteligente. Quanto mais robustos forem os métodos, maior será a credibilidade da inferência ao design. O receio de Meyer é que, sem um número suficiente de especialistas na área, contrabandistas e terroristas possam evitar serem processados. Eis aqui uma ciência de Design Inteligente com implicações amplas para a segurança internacional.

Considere este caso real da ciência forense em ação. Ele está pronto para ser tratado como roteiro de cinema:

Há alguns anos atrás, num país europeu, um detector de radiação numa estação de reciclagem de sucata disparou um alarme. Uma peça de aço num carregamento vindo do sul da Ásia tinha um depósito esverdeado, e que uma medição rápida mostrou que era urânio natural.

Uma amostra foi enviada para o nosso laboratório de investigação nuclear em Karlsruhe, Alemanha, onde eu e minha equipe identificamos o material verde como tetrafluoreto de urânio, um produto intermediário do processamento de urânio encontrado normalmente no enriquecimento do isótopo. A datação sugeriu que ele foi produzido em 1978. Mas as impurezas químicas, particularmente no padrão dos elementos raros terrestres (incluindo lantânio, neodímio e samário), indicou que o urânio veio de um subtipo de arenito não encontrado no país suspeito de origem, mas sim na China, Austrália, Níger ou na República Tcheca…

A história engrossou a partir daí. Pistas adicionais apontaram para Níger como país de origem. Assim, a origem e a história do material mostraram que o processamento de urânio e seu enriquecimento já tinham sido pegos num estágio muito precoce das atividades nucleares do país.

Este exemplo mostra como inferências precisas podem ser feitas a partir de evidências empíricas, baseadas na eliminação de pequenas probabilidades — assim como Bill Dembski descreve no livro The Design Inference. A improbabilidade de o material ser proveniente de qualquer outro lugar ou momento permitiu que a equipe forense tirasse conclusões concretas. Os detalhes do material, incluindo a forma das pastilhas, sua composição e a quantidade de decaimento dos isótopos-pai, deram pistas que os cientistas usaram ​​para identificar a origem e inferir causas intencionais das causas naturais, sem conhecer a identidade ou as motivações dos autores. Esta é exatamente a abordagem que Stephen Meyer usou no livro Signature in the Cell para inferir intencionalidade no código genético.

Tal como acontece com o Design Inteligente na biologia, a ciência forense depende de especialistas em vários campos. A ciência forense nuclear precisa de “químicos nucleares especializados, físicos nucleares e engenheiros nucleares com experiência prática no ciclo do combustível nuclear e na produção ou na análise de material nuclear”, aconselha Klaus Meyer. Da mesma forma, inferir intencionalidade na célula, na terra e no universo depende de especialistas em campos tão diversos como a bioquímica e cosmologia. No entanto, pode-se chegar a inferências concretas com informações suficientes, se não exaustivas: “A medição de alguns parâmetros pode fornecer informações suficientes para fins de aplicação da lei”, diz Meyer. De forma similar, o cálculo de pequenas probabilidades pode chegar um nível suficiente, a partir do qual mais evidências para a inferência ao design se tornam supérfluas.

Ciência forense histórica

Outro artigo sobre ciência forense aparece na mesma edição da revista Nature. Alison Abbott faz revisão de um novo livro de Christian Jennings, Bosnia’s Million Bones Solving the World’s Greatest Forensic Puzzle. Dessa vez, os autores eram conhecidos: sérvios bósnios assassinaram cerca de 100.000 de seus compatriotas durante os vergonhosos anos de 1992 a 1995. O que eram desconhecidas eram as identidades de milhares de vítimas cujos corpos tinham sido despejados em valas comuns e, em seguida, enterrados em outro lugar. As famílias em luto queriam dar a seus queridos entes enterros mais apropriados.

Procurar descobrir essas identidades era “o maior enigma forense do mundo”, Jennings descreve em seu livro. Os sérvios, querendo encobrir suas atrocidades, tinham arrasado com as primeiras valas comuns e as redistribuíram para mais de 30 locais distantes. O livro de Jennings “conta a história de como a inovadora genética forense resolveu o terrível enigma de identificar cada osso, de modo que as famílias em luto pudessem ter alguma paz”.

Observe que isso é chamado de “genética forense”, não de religião ou mitologia.

A tarefa, uma obra-prima do inferno, requeria identificar os locais distantes de sepultamento a partir das pesquisas aéreas e terrestres de solos perturbados, desenterrando os restos, e então interpretar metodicamente os “padrões” para identificação. Aqui se percebe uma questão a ser colocada na detecção de design: este pedaço de terra foi perturbado naturalmente — ou seja, por um deslizamento de terra, furacão ou por uma debandada de animais — ou foi perturbado intencionalmente para encobrir uma vala comum? Várias pistas foram necessárias para garantir uma inferência ao design:

Eles reuniram alguns indícios de como e quando os assassinatos em massa aconteceram a partir de pistas como o estado de decomposição dos corpos, as horas e datas em seus relógios de corda automática, e os padrões característicos dos danos causados ​​em crânios com balas. Análise das cores e das texturas dos solos apontaram para onde alguns dos ossos tinham sido despejados primeiro. Por exemplo, lascas de vidro indicavam enterro perto de uma fábrica de vidro na área.

A partir de então, o exame de DNA foi a única forma segura de identificar as vítimas. “A tarefa de identificar os ossos foi extraordinariamente difícil”, diz Abbott, mas os métodos forenses funcionaram. Por meio dessa análise, mais de 80% dos restos mortais foram devolvidos às suas famílias para o enterro.

Ambos os artigos na revista Nature confirmam a ciência forense como uma ciência legítima. A ciência forense trata de detecção de intencionalidade (causação natural ou intencional), interpretando padrões, e fazendo inferências ao design. As vezes o designer é conhecido; as vezes não. De qualquer forma, a identidade e as motivações do designer são irrelevantes para a validação de uma inferência ao design. Só importam as evidências. Os cientistas forenses seguem as evidências até onde elas levam. As implicações ficam para que outros as considerem.

Fonte: Universo privilegiado

Texto traduzido e adaptado de Evolution News & Views.

Fóssil de Baleia é encontrado na vertical ultrapassando vários estágios geológicos

Por: Erveton Alves

A fossilização é um evento raro e, para tanto, deve haver soterramento de forma rápida, antes que o animal morto comece a apodrecer, a se decompor ou a ser consumido no ambiente – devido a animais carniceiros, a microorganismos, à ação da chuva e do sol, etc. Em abril de 1976, foram encontrados os restos fósseis de uma baleia de cerca de 25 metros no interior de um depósito de diatomáceas (esqueletos minúsculos de algas unicelulares), na mina Miguelito, em Lompoc, Califórnia, EUA. Infelizmente, naquele mesmo ano, o fóssil ainda não tinha sido completamente desenterrado quando o artigo descrevendo o achado foi publicado.[1] Mas ao longo do período de escavação a equipe do Museu de História Natural de Los Angeles teve uma surpresa em relação à posição em que o fóssil da baleia se encontrava.

O fóssil estava na posição vertical, apoiado sobre a cauda, ultrapassando vários estratos geológicos. Como poderia esse fóssil de baleia ter mantido sua posição e integridade ao longo de centenas de milhares de anos, sendo enterrado gradual e lentamente milímetro após milímetro? Uma investigação no local, a partir de uma perspectiva atualista, revelou que a unidade de diatomito (rocha porosa e absorvente) que enterrou a baleia também estava inclinada no mesmo ângulo, portanto, a baleia deve ter sido enterrada no diatomito quando ambas estavam na posição horizontal, e mais tarde os movimentos de terra foram elevando-as e inclinando-as em sua orientação atual.

Portanto, a explicação atualista é a de que houve um deslizamento de terra submarino durante um dos inúmeros terremotos da Califórnia e o conjunto rochoso se deslocou e soterrou o animal, porém, o que o atualismo não explica satisfatoriamente é a sedimentação que teria de ser muito rápida para poder preservar cada osso da baleia em sua posição original, sem qualquer deslocamento com relação à sua orientação.[2] O modelo criacionista prevê um enterro catastrófico e, também, uma rápida deposição das camadas de sedimentos, sepultando as diatomáceas; isso somente ocorreria por meio de um enorme episódio catastrófico: um dilúvio universal.[3]

De fato, para ser evitada a dispersão dos ossos, o soterramento deve ter ocorrido no máximo em três anos. Parece que as correntes marinhas teriam acumulado enormes quantidades desses seres (isto é, de diatomáceas) para formar o que alguns chamaram de “um purê de organismos”. Aliás, se esse diatomito foi depositado gradualmente, como reivindicado por geólogos atualistas, o diatomito não seria puro, como ele é. Ademais, a taxa de deposição lenta resultaria em corrosão e eliminação dos ossos da baleia, porque a caixa torácica, por exemplo, teria ficado aguardando sepultamento por eras.

Se não bastasse, a deposição Lompoc não apresentou moradores de fundo do mar (moluscos, mexilhões e caracóis), em vez disso foram encontrados no local outros companheiros fósseis para a baleia, tais como “bacalhau, peixes arenque, peixes-agulha [parente dos cavalos-marinhos], leões marinhos e pássaros, nenhum dos quais é morador do fundo do mar”, tornando-se evidente que “o conjunto Lompoc representa um cemitério fóssil catastroficamente enterrado, não o enterro progressivo de um habitat.”[2: p. 256]

O curioso é que, de acordo com o pessoal do museu, até meados de 1997, a camada de rocha de diatomito contendo o fóssil da baleia permanecia sobre um vagão no fundo do museu devido à falta de dinheiro e ao espaço necessário para que fosse curadoriada.[4] Será mesmo esse o real motivo de o achado ter sido ignorado por décadas? Talvez uma evidência como essa que aponta para uma catástrofe de grande escala e contraria o atualismo vigente não ofereça mesmo um bom motivo para curadoriá-la.

Fonte: criacionismo

Referências:

[1] Reese KM. “Workers find whale in diatomaceous earth quarry.” Chemical and Engineering News 1976; 54(41):40.
[2] Snelling AA. “The Whale Fossil in Diatomite, Lompoc, California.” CEN Tech. J. 1995; 9(2):244-58. Disponível em: http://creation.com/images/pdfs/tj/j09_2/j09_2_244-258.pdf
[3] Ackerman PD. It’s a Young World After All. Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1986, p. 81-83.
[4] South D. “A Whale of a Tale.” The TalkOrigins Archive, 1997. Disponível em: http://www.talkorigins.org/faqs/polystrate/whale.html

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Filosofia das Origens - 2° temporada - Episódio 12

Datação - 2° temporada - Episódio 11

A Grande Catástrofe - 2° temporada - Episódio 10

Pangeia - 2° temporada - Episódio 09

Programa Origens - Vulcanismo - 2° temporada - Episódio 08

Programa Origens - Grand Canyon - 2° Temporada - Episódio 07

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Sociedade Criacionista Brasileira lança curso online

Brasília, DF … [ASN] A partir do dia 22 de fevereiro desse ano abrem as inscrições para o curso online sobre criacionismo bíblico. A iniciativa é da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) que quer possibilitar a um maior número de pessoas o acesso a informações básicas sobre a controvérsia entre criacionismo e evolucionismo.

Segundo o presidente da SCB, Ruy Vieira, o curso será desenvolvido em módulos que agrupam capítulos do livro-texto (Criacionismo Bíblico – Súmula dos Principais Fundamentos Teológicos e Científicos, de autoria de Jonatas Machado). “Há um limite de tempo razoável para a realização do curso, durante o qual devem ser terminados os estudos e tarefas. Depois disso, encerra-se o acesso ao curso. As inscrições são feitas por turmas, ficando abertas até o final do prazo estabelecido para cada turma. Quem não conseguir terminar dentro desse período para o desenvolvimento do curso para sua turma, poderá se inscrever em um novo grupo”, explica Vieira. Haverá um calendário sugerido para cada turma de inscritos, que prevê uma carga horária compatível com a utilização de pelo menos 1 hora diária para a dedicação ao curso.

O aluno do curso online aprenderá os princípios básicos do criacionismo bíblico. Todo o conteúdo acompanhado por tutores devidamente capacitados. Mesmo com esse curso online, Ruy Vieira informa que os seminários A Filosofia das origens, tradicionalmente oferecidos pela SCB durante o ano, seguem normalmente. Os seminários são abertos a quem deseja se inscrever e manter contato próximo com os palestrantes.

De acordo com Vieira, “a maior relevância do estudo dos fundamentos do criacionismo é podermos tomar consciência de nosso dever para com a pregação do evangelho eterno, adorando e dando glória ao Criador que em seis dias fez tudo o que na Terra existe”.

Fonte: Equipe ASN, da redação

Pesquisador considera salmão cancerígeno

Contém metais pesados
A dieta do anticâncer do oncologista francês David Khayat derruba mitos e acrescenta mais um ingrediente ao cardápio de uma vida saudável: a romã, por sua alta capacidade antioxidante. Em Paris, o doutor Khayat recebeu o Espaço Aberto Saúde. Durante a entrevista, ele chamou a atenção para os cuidados com a preparação dos alimentos. Ele também reforçou máximas do senso comum, como a importância de se manter uma alimentação equilibrada e uma rotina de atividades físicas. Entre os mitos derrubados está a lista de peixes considerados cancerígenos: o salmão, inclusive o selvagem, o atum vermelho, o siki, o halibute e o espada. Segundo o doutor Khayat, “eles contêm concentrações de metais pesados como arsênio, chumbo, mercúrio e cádmio que são incrivelmente altas”.

Fonte: Globo News

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Os tentilhões se adaptaram, não “megaevoluíram”

Simples adaptação
Os tentilhões são um grupo de espécies de pássaro das Ilhas Galápagos apresentado por Charles Darwin e utilizado como um clássico exemplo de evolução. O naturalista estudou pessoalmente essas espécies ao passar pela América do Sul, em 1835.[1] Ele notou que cada ilha do arquipélago tinha suas próprias espécies de tentilhões, cada uma com um formato de bico próprio. No entanto, Darwin não conseguiu tirar nenhuma conclusão com base nas espécies de pássaros - os quais ele pensara ser corruíras (wrens), melros e tentilhões - do arquipélago antes de recorrer à ajuda de um especialista em aves na Inglaterra. Em março de 1837, o ornitólogo John Gould - a quem Darwin confiou as espécies para serem identificadas – informou que as três cópias dos tentilhões, entre os pássaros capturados das Ilhas Galápagos, eram, na verdade, tentilhões, mas cada um de uma espécie distinta.

Muitos livros didáticos procuram induzir os estudantes a crer que a variação dos tentilhões de Darwin aponta para a origem das espécies por meio da seleção natural. Mas o fato é que não ocorreu nenhuma megaevolução (especiação). Os tentilhões, apesar da variedade de bicos e costumes alimentares, continuavam sendo tentilhões. Por exemplo, nunca foram encontrados fósseis de pré-tentilhões (fóssil de transição) ou observada uma espécie se transmutando em outra espécie. O que foi observado de mais notável, até hoje, é a redução do tamanho médio de bicos em uma população de tentilhões-da-terra-médios (Geospiza fortis) que já possuíam naturalmente bicos pequenos.[2] Isso é chamado de “deslocamento de caráter” (character displacement), quando uma espécie adquire características diferentes em razão da competição com outra.

Em 1982, uma população de tentilhões-da-terra-grandes (Geospiza magnirostris) de uma ilha vizinha invadiu a ilha de Daphne Maior, competindo devido à seca por comida com a população dominadora de tentilhões-da-terra-médios (G. fortis).[3] A espécie Geospiza fortis estava bem estabelecida na ilha de Daphne, e tinha sido estudada em profundidade. Seu bico era perfeitamente adequado para quebrar nozes grandes. Esses tentilhões maiores (invasores) poderiam afastar os tentilhões médios de sua terra natal e comer todas as nozes de grande porte. Durante o período de estudo, os tentilhões médios da ilha de Daphne desenvolveram (variações limitadas) bicos menores e mais adequados para nozes menores, ignoradas pelos tentilhões invasores. No caso dos tentilhões de Galápagos, a profundidade média dos bicos reverteu ao normal após a seca.[4] Como pode ser observado, não houve especiação.

Mesmo assim, Jerry Coyne escreveu em seu livro Why Evolution Is True que “tudo que nós exigimos da evolução por seleção natural foi amplamente documentado” pelas pesquisas dos tentilhões.[5: p. 134] Uma vez que as teorias científicas permanecem ou caem devido à evidência, a tendência de Coyne a extrapolar as evidências não é algo correto para a teoria que ele está defendendo.[4] Em 1999, um livreto publicado pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos chamou a mudança de bicos dos tentilhões de “um exemplo particularmente convincente de especiação”.[6: p. 10] Devido a isto, o professor de Direito Phillip E. Johnson escreveu no The Wall Street Journal: “Quando nossos principais cientistas têm que recorrer ao tipo de distorção que colocaria um corretor da Bolsa na cadeia, você sabe que eles estão em dificuldades.” [7]

Em 2015, um estudo sequenciou o genoma de 120 tentilhões e encontrou uma correspondência com uma sequencia do gene ALX1 – responsável pelo controle do desenvolvimento da forma do bico dos tentilhões.[8] De fato, esse estudo contribui para a compreensão do fator adaptabilidade (microevolução). Infelizmente, ele também é um exemplo de deturpação da ciência pelos neodarwinistas. Os autores descreveram uma partilha (transferência) de genes entre as espécies de tentilhões através de eventos de hibridização. Em 1992, outro estudo já havia demonstrado que diversas espécies de tentilhões pareciam estar se misturando por hibridização, em vez da diversificação através da seleção natural.[9]

Uma vez que uma bem-sucedida e contínua hibridização na natureza só ocorre dentro da mesma espécie, ambas as evidências apontam para uma única espécie de tentilhões. Essa situação está em desacordo com a teoria de Darwin a qual refere que “uma espécie [foi] tomada e modificada”.[10: p. 345-356] Embora, Lamichhaney e colaboradores afirmem que os tentilhões de Darwin “constituem um modelo icônico para estudos de especiação e evolução adaptativa”[8: p. 371], seus resultados estão diretamente opostos às expectativas da teoria evolutiva. O processo evolutivo deveria ser lento e gradual, não rápido. O processo deveria construir novos projetos, não escolher de entre os preexistentes. O processo deveria continuar em uma direção e chegar a novas espécies, não oscilar para trás e para frente.

Em 2015, outro estudo corroborou os achados de Lamichhaney e colaboradores ao demonstrar as capacidades adaptativas de espécies como os tentilhões.[11] Observou-se que as várias espécies desse pássaro têm, sim, capacidades de adaptação fantásticas, mas não é fato o surgimento de novas espécies a partir destas que ocorre por meio de sucessivas mutações acumuladas e selecionadas naturalmente. Em vez disso, os autores observaram que há uma mudança rápida entre modelos pré-existentes, e ativados por mecanismos também pré-existentes. Isto é, as aves são rápidas em se adaptar, mas elas estão simplesmente seguindo o ambiente e a oferta de alimentos. Devido à escassez de comida (sementes e insetos) nas ilhas, os tentilhões são obrigados a alargar (mudar) seus hábitos alimentares. Eles exploram os recursos florais e agem como polinizadores potenciais em todo o arquipélago, tornando mais generalizada sua rede de contatos pássaro-flor do que seus homólogos presentes no continente. O resultado disso é sua flexibilidade e adaptabilidade. Como afirmou o pós-doutor Willemoes, do Museu de História Nacional da Dinamarca, “não houve evolução especializada em longo prazo”.[12]

Assim, é possível constatar que a adaptação (microevolução) não está relacionada ao surgimento de novas espécies (especiação).

(Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui)

Referências:
[1] Mayr E. Historia do pensamento biológico: diversidade, evolución, herdanza (tradução de Emilio valadé del Río). Santiago de Compostela: Universidade, Servícios de Publicacións e Intercambio Científico, 1998.
[2] Almeida Filho, EE. “A evolução é ‘fato, Fato, FATO’! Como? Os bicos dos tentilhões encolheram!” [jul. 2006]. Blog Desafiando a Nomenklatura Científica, 2006. Disponível em: http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2006/07/evoluo-fato-fato-fato-como-os-bicos.html
[3] Grant PR, Grant BR. “Evolution of Character Displacement in Darwin’s Finches.” Science. 2006; 313(5784):224-6.
[4] Almeida Filho, EE. “Por que o darwinismo é falso” – parte 3/3. [abr. 2012]. Blog Desafiando a Nomenklatura Científica, 2012. Disponível em:
http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2012/04/porque-o-darwinismo-e-falso-parte-33.html
[5] Coyne JA. Why Evolution Is True. Oxford: Oxford University Press, 2009.
[6] Capítulo “Evidence Supporting Biological Evolution”, p. 10. In: National Academy of Sciences. Science and Creationism: A View from the National Academy of Sciences. 2. ed., Washington, DC: National Academy of Sciences Press, 1999. Disponível em: http://www.nap.edu/openbook.php?record_id=6024&page=10
[7] Johnson PE. The Church of Darwin. The Wall Street Journal (august 16, 1999): A14. Disponível em: http://www.arn.org/docs/johnson/chofdarwin.htm
[8] Lamichhaney S, Berglund J, Almén MS, Maqbool K, Grabherr M, Martinez-Barrio A, Promerová M, Rubin CJ, Wang C, Zamani N, Grant BR, Grant PR, Webster MT, Andersson L. “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing.” Nature. 2015; 518(7539):371-5.
[9] Grant PR, Grant BR. “Hybridization of Bird Species.” Science. 1992; 256:193-197.
[10] Darwin C. Journal of Researches into the Natural History and Geology of the Countries visited during the Voyage of H. M. S. Beagle. London: Murray, 1845.
[11] Traveset A, Olesen JM, Nogales M, Vargas P, Jaramillo P, Antolín E, Trigo MM, Heleno R. “Bird–flower visitation networks in the Galápagos unveil a widespread interaction release.” Nat Commun. 2015; 6:6376.
[12] Entrevista concedida por Mikkel Willemoes. “Birds on the Galápagos Islands have developed new eating habits” [mar. 2015]. Entrevistador: Johan Skov Andersen. ScienceNordic, 2015. Disponível em: http://sciencenordic.com/birds-gal%C3%A1pagos-islands-have-developed-new-eating-habits-0

Fonte: criacionismo

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Saltadores-do-lodo (mudskippers): maravilhas do lamaçal!

pesadelo criacionista ou design?
Se você já viu um documentário da vida selvagem em manguezais tropicais, provavelmente deve ter observado mudskippers no trabalho e no jogo. Esse peixe incomum, com cerca de 15 cm de comprimento, pertence ao gênero Gobius (pequenos peixes marinhos).[1] Enquanto estão na água, eles não parecem mais notáveis do que outros peixes. No entanto, uma vez que a maré se vai para expor os alagados, se torna um assunto completamente diferente. As palhaçadas do mudskipper em terra são certamente divertidas de assistir. Para se mover, um mudskipper se joga para a frente, fazendo “flexões” com suas nadadeiras peitorais, um tipo de locomoção chamado crutching (termo relacionado ao ato de andar com a ajuda de muletas).[2] Quando dois mudskippers macho disputam território, eles estufam seus peitorais e mantêm a boca aberta, dando cabeçadas nas laterais do adversário. Essa cena cômica foi divertidamente capturada na série de TV sobre vida selvagem chamada “Life”.[3] O mais dramático é que um mudskipper pode tentar atrair a atenção de um companheiro por meio de um salto impressionante para o ar, seguido de um pouso deselegante.

O pior pesadelo de um criacionista?

Um peixe que passa a maior parte da vida na terra do que na água e “anda” sobre suas nadadeiras peitorais é certamente uma raridade. Alguns evolucionistas já se utilizaram do mudskipper como uma suposta evidência contra a criação bíblica. Em um conhecido site anticriacionista, um blogueiro alegremente respondeu a uma imagem de dois mudskippers indonésios com o comentário: “Oh, não! O pior pesadelo dos criacionistas: um peixe caminhando!”[4]

Um vídeo online também expressa isso como um grande “pesadelo dos criacionistas”.[5] Entre as razões dadas estão o método incomum de respiração dos mudskipper e seus olhos originais (no topo da cabeça). No entanto, o golpe de misericórdia, de acordo com certos evolucionistas, é que “as nadadeiras dianteiras já não podem mais ser chamadas de barbatanas: elas são, claramente, uma transição entre barbatanas e pernas mais complexas, para andar sobre a terra”. A conclusão triunfal alcançada? “Sabendo de tudo isso, como você pode sempre alegar que não existem espécies transitórias?”

Aceitando o desafio

Contrariamente a essas afirmações confiantes, esse peixe anfíbio fascinante e único não é, de forma alguma, um problema para aqueles que veem Gênesis 1-11 como um relato histórico literal. Periodicamente, a revista Creation tem confrontado noções evolucionistas sobre peixes estranhos e maravilhosos e animais como peixes, tais como o axolotl[6] e o brachionichthyidae,[7] semelhantemente mencionados como transições evolutivas ou atavismos. Então, o que dizer de mudskippers?

Suas nadadeiras peitorais robustas são distintas daquelas da maioria dos outros gobies, possuindo hipermobilidade articular devido à sua dupla articulação móvel. Os músculos das barbatanas também são incomuns, sendo divididos em seções que movem os raios superiores e inferiores da nadadeira independentemente.[8] Estudos têm demonstrado que os raios da nadadeira são parcialmente desfeitos quando se deslocam sobre a terra, mas estão posicionados para dar o máximo de apoio para o pé sobre a lama.[9] A anatomia e a implantação dessas barbatanas fornecem a força necessária, flexibilidade, controle e amplitude de movimento para o estilo de vida do mudskipper no lamaçal.

Modificação evolutiva lenta e gradual desses órgãos cruciais de movimento exigiria muitas mutações simultâneas para o acréscimo de informação ocorrendo apenas nos lugares certos e nos momentos certos – mutações que alterassem o sistema músculo-esquelético, a fiação dos nervos e, mais importante, o desenvolvimento embrionário das barbatanas. Em vez disso, uma extensa pesquisa sobre esses tipos de alterações genéticas complexas especificadas não forneceu nenhuma evidência de que essas alterações possam ocorrer, e muito menos em tais coincidências coordenadas, como seriam necessárias.[10] Além disso, cada mutação precisa fornecer uma vantagem distinta para os peixes, a fim de ser “fixada” pela seleção natural. A probabilidade de tudo isso ocorrer é muito pequena.

O peixe que pisca

Especializações de olhos em criaturas vivas são frequentemente reivindicadas para demonstrar a verdade da evolução, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Por exemplo, o peixe de superfície anableps (que possui olhos com o equivalente a lentes bifocais)[11] e o peixe de profundidade Dolichopteryx longipes (com seus olhos telescópicos que funcionam como espelhos para refletir flashes da luz bioluminescente de outros animais)[12] são ambos criaturas cujos desenhos de olho não podem ser explicados por apenas uma estória contada.

Mudskippers têm visão excelente ao redor,[13] que faz todo o sentido para uma criatura que poderia facilmente se tornar um saboroso lanche para os predadores, e atesta contra a suposta evolução lenta dessa funcionalidade ao longo de milhões de anos. Todas as espécies mudskipper têm olhos proeminentes posicionados em cima da cabeça, mais para frente do que na maioria dos outros peixes. Isso lhes dá visão estereoscópica limitada, permitindo a percepção de profundidade como em seres humanos. Músculos oculares externos formam um assento para os olhos do tipo de uma rede, permitindo-lhes ser levantados ou abaixados à vontade[14] e até mesmo ser completamente fechados no interior da pele cheia de líquido, quando necessário. Essa característica é essencial para manter os olhos úmidos, e os torna únicos como peixes que piscam.

A retina sensível à luz de cada olho é inclinada, de modo que está mais longe da lente em direção ao topo do olho.[15] Isso significa que pode focar objetos a diferentes distâncias com as partes superior e inferior do olho, um recurso útil para um peixe que está tanto dentro quanto fora da água.

Para qualquer uma dessas especializações complexas surgir por erros genéticos não guiados é improvável, para dizer o mínimo. Consideradas em conjunto, essas características de olhos do mudskipper representam uma solução de design brilhante para seu estilo de vida peculiar. Basta supor que olhos salientes, de alguma forma, evoluíram, mas os copos especiais hidratantes ainda tinham que aparecer e/ou a relação especial lente-retina ainda tinha que surgir. Peixe tentando fazer isso na terra, sem que conseguisse focar corretamente em objetos, e cujos olhos estavam sujeitos a ser danificados pelo ambiente seco, teria sido extremamente desfavorecido e menos apto para sobreviver.

Especialistas em respiração pela pele

Mudskippers não respiram através de brânquias, as quais são utilizadas em vez de excretar resíduos de produtos como amônia.[16] Em vez disso, a troca gasosa ocorre em toda a superfície de toda a pele, que deve ser mantida úmida para o propósito. Isso inclui a mucosa interna da boca e da garganta, que, como nossos próprios pulmões, são superfícies umedecidas revestidas com capilares sanguíneos. Mudskippers podem engolir bocados de ar através do alargamento da cavidade da garganta ao fechar uma válvula especial às brânquias. Enquanto estão na água eles são, de fato, menos eficientes na troca gasosa do que a maioria dos outros peixes, mantendo seu batimento cardíaco e o metabolismo geral a um nível reduzido para conservar oxigênio. Esse conjunto de características especiais para respiração do ar faz sentido em uma criatura que vive o estilo de vida do mudskipper. No entanto, é difícil contemplar como as forças cegas da evolução poderiam gradualmente ter mudado um peixe de respiração branquial (perfeitamente adaptado à vida em água) em uma boca e corpo de peixe anfíbio de respiração em superfície. Em cada um dos numerosos passos intermédios distantes de um peixe verdadeiro, desafios fisiológicos e anatômicos deixariam sua cabeça feia, tornando qualquer alegação de benefício de sobrevivência um pensamento ilusório.

Nada foi deixado ao acaso no projeto do mudskipper. Por exemplo, peixes em geral devem manter um revestimento muco viscoso como uma barreira contra diversos parasitas. Isso é muito mais importante para mudskippers devido ao fato de ele deslizar sobre a terra e através de suas tocas (ver mais informações abaixo). O muco dos mudskippers faz mais do que apenas lubrificar a pele, reduzindo o arrasto. Pesquisas recentes têm mostrado que ele também tem atividade antimicrobiana contra uma vasta gama de bactérias.[17] Isso inclui muitos que infectam os seres humanos, de modo que estudar esse muco pode beneficiar a humanidade.

Mudskippers atestam a criação

Mudskippers realmente são maravilhas dos mangues e alagados. Quer nos concentremos em seus olhos especiais, em sua respiração única ou reflitamos sobre sua divertida barbatana caminhante, esses peixes parecem ter uma combinação ideal de características para as criaturas que vivem na água e sobre a terra. Seus vários “desvios” da anatomia dos peixes normais mostram uma economia de design, com as partes complexas de cada sistema do corpo claramente especificadas (por instruções do DNA) e afinadas. Mudskipper certamente não é a razão para os criacionistas ter pesadelos! Aqueles que optarem por acreditar no contrário parecem ser voluntariamente ignorantes (2 Pedro 3:5).
Um pouco mais sobre o mudskipper

- Mais de 30 espécies de mudskippers existem (em cinco gêneros) e compõem a maior parte da subfamília Oxudercinae, classificadas na família Gobiidae (gobies). A especialização em mudskippers torna improvável que todos os gobies façam parte do mesmo tipo criado, no entanto.
Mudskippers no gênero Periophthalmus fazem aquaristas gostar de alimentá-los com insetos, aranhas e outros alimentos vivos pela mão.[16]
- O tamanho médio de adultos depende das espécies, em média de 15 a 25 cm de comprimento.
Mudskippers têm muitas especializações para a vida anfíbia. Por exemplo, em terra, eles escavam tocas em forma de J nas quais podem criar seus filhotes.
- A escavação de tocas envolve o carregamento com a boca cheia de lama macia, cuspindo-a para fora na superfície – um trabalho constante em uma zona intertidal (isto é, entre marés).[3]
- A lama e a toca aquática é muito pobre em oxigênio, então o ar de fora é engolido e liberado na parte interna da toca para arejar os ovos.[18]
(Texto traduzido do original Bell [2012] por Everton Fernandes Alves, mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui)

Referências:
[1] Outros nomes são “kangaroo fish” e “johnny jumpers”.
[2] Pace CM, Gibb AC, Mudskipper pectoral fin kinematics in aquatic and terrestrial environments, J. Exp. Biol. 2009; 212(14):2279–2286.
[3] Episódio 4 “Fish, Série “Life” da BBC, Minutos: 17:10s-21:35s, apresentado por David Attenborough, no YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=03lFLBPkmf4
[4] Comentários em pandasthumb.org. Disponível em:http://pandasthumb.org/archives/2009/02/periophthalmus.html
[5] Acessado no Youtube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=4fJaxBT52u0
[6] O peixe axolotl pode transformar (em poucas semanas) seu estilo de vida aquático para terrestre, incluindo o encolhimento de suas brânquias e um aumento na função pulmonar.In: Dykes J. The Axolotl: The fish that walks? Creation 2005; 27(4):21–23. Disponível em:http://creation.com/the-axolotl-the-fish-that-walks
[7] May K. Rare Australian fish has fins like hands, Creation 2006; 28(3):28–29. Disponível em: http://creation.com/rare-australian-fish-has-fins-like-hands
[8] Ref. 2, p. 2279. Em outros gobies, estes músculos abdutores superficialis são músculos simples (não-divididos).
[9] Ref. 2, p. 2285.
[10] Sarfati J. Refuting Evolution 2. Powder Springs, GA: Creation Book Publishers, 2011, capítulo 5. Disponível em: http://creation.com/refuting-evolution-2-chapter-5-argument-some-mutations-are-beneficial
[11] Grigg R. The fish with ‘four eyes’ (Anableps). Creation 1995; 18(1):52. Disponível em:http://creation.com/the-fish-with-four-eyes-anableps
[12] Sarfati J. Four-eyed spookfish has mirror eyes. Creation 2009; 31(4):32–33. Disponível em: http://creation.com/four-eyed-spookfish-mirror-eyes
[13] Seus campos visuais abrangem quase 180 graus para cada olho!
[14] Schwab IR. Janus on the mudflats. British Journal of Ophthalmology 2003; 87(1): 13. Disponível em: http://bjo.bmj.com/content/87/1/13.full.pdf+html
[15] Ver site do pesquisador Gianluca Polgar. Seção: Ecophysiology. Vision and mechanoreception, 2013. Disponível em: http://www.mudskipper.it/VisMech.html
[16] Muitas das informações neste parágrafo é cortesia do pesquisador Gianluca Polgar. In: Polgar G. Mudskippers: an introduction for aquarists. Disponível em:http://www.wetwebmedia.com/ca/volume_7/volume_7_1/mudskippers.html
[17] Em muitos peixes, ação antibacteriana do seu muco é muito mais específico para uma determinada bactéria. In: Ravi V, Kesavan K, Sandhya S, Rajagopal S. Antibacterial activity of the mucus of mudskipper Boleophthalmus boddarti (Pallas, 1770) from Vellar Estuary.AES Bioflux 2010; 2(1):11–14. Disponível em:http://www.aes.bioflux.com.ro/docs/2010.2.11-14.pdf
[18] Lee HJ, Martinez CA, Hertzberg KJ, Hamilton AL, Graham JB. Burrow air phase maintenance and respiration by the mudskipper Scartelaos histophorus (Gobiidae: Oxudercinae). J. Exp. Biol. 2004; 208(1):169–177. Disponível em:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15601887
[19] Bell P. Mudskippers—marvels of the mud-flats! Creation 2012; 34(2):48-50. Disponível em: http://creation.com/mudskipper

Programa Origens - 2º Temporada - Episódio 01 á 06

Expedição Científica



Fósseis



Registro Fóssil



Baleias Fossilizadas



Árvores Petrificadas



Dinossauros

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Os Mangbetu – e a tradição do alogamento craneano

Há uma tribo na profundidade do centro de África, que já foi famosa por seus estilos de cabelo que desafiavam a natureza. Eles praticavam Lipombo - a arte alongamento da cabeça que denotava majestade e status, uma tradição que acabou sucumbindo devido a intervenção dos colonialistas belgas que tomaram o território no início do século 19 e contribuem para a morte de mais um costume antigo Africano. Todavia, e se não soubéssemos deste acontecimento ? Será que os cientistas tendenciosos de hoje interpretariam corretamente?

Fonte: Bíblia ciência e fé

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

A Evolução do Pensamento Científico - Dr. Enéas Carneiro



Nota: Este vídeo é uma aula de Encerramento do curso “O Eletrocardiograma” de 1997 em São Paulo. Dr. Enéas Carneiro no final desta palestra explica por que acredita em Deus.

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