quinta-feira, 15 de junho de 2017

Em artigo, pesquisadores admitem imprecisão da datação por C14

J. A. S. Francisco, aluno do curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário Amparense (Unifia); A. A. Lima, química, doutora em Ciências (área de concentração: Química Inorgânica), professora da Unifia e coordenadora do curso de Química; e D. P. Arçari, biólogo, mestre em Ciências e professor da Unifia escreveram o artigo “Datação por Carbono 14” (leia aqui), no qual concluem o seguinte: “No estudo realizado através de revisão literária pode-se concluir que pelo método de datação por carbono 14, se torna possível que arqueólogos possam comprovar a idade de objetos e fosseis encontrados, que provavelmente estão no local há milhares de anos. Pelo que podemos ver, a datação através do carbono 14 não deve ser utilizada como algo exato, principalmente por não se conhecer a concentração exata de carbono 14 em tempos remotos. Essa variação pode fazer uma amostra parecer mais velha do que realmente possa ser. É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação por carbono 14. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos presentes em determinada amostra, isso é possível fazer com grande precisão; outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade do objeto em questão, isso depende de fatores não observados e não conhecidos que simplesmente se tem de assumir não dá para voltar atrás no tempo até a altura que o objeto começou a se formar e acompanhar o seu desenvolvimento.”

Admissão interessante de quem estuda o assunto, embora programas popularescos como o Fantástico e documentários da Discovery, por exemplo, sempre apresentem os métodos radioativos de datação como praticamente infalíveis. Uma análise rápida de alguns artigos científicos disponíveis na internet mostra que vários autores admitem possibilidades de erros nas datações. E meu livro A História da Vida, trato desse assunto dos métodos de datação em um capítulo específico, e a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) acaba de lançar um ótimo livro sobre o assunto, intitulado Exame Crítico da Datação Radiométrica.

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza. Esse livro pretende fornecer subsídios para quem realmente deseja compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte do livro, encontra-se uma seleção de artigos já publicados nos periódicos editados pela SCB e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes, publicados na revista Acts and Facts, publicada mensalmente pelo Institute for Creation Research, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos métodos de datação radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

O desejo dos editores é que essa seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais expostas, nem sempre fáceis de ser encontradas na literatura especializada sobre o assunto.

O livro tem 220 páginas e pode ser adquirido aqui. [MB]

Fonte: Criacinismo

segunda-feira, 12 de junho de 2017

A Evolução Espera que Você não Saiba Química



Nota: Enovelamento de proteínas, DNA, RNA...TODA REALIDADE contra Evolução. "A Evolução espera que você não saiba Química" - Dr. Marcos Eberlin

O Dr. Marcos Eberlin é o Presidente da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. Seja um membro da Sociedade ! É simples, cadastre-se aqui : http://tdibrasil.com

domingo, 11 de junho de 2017

Discutir a origem da vida através da fé e da ciência é proposta de nova revista

Com o objetivo de divulgar notícias e artigos referentes à origem da vida com uma visão bíblica e cientifica, surge no mercado a Origem em Revista, um veículo que busca responder ao desafio de oferecer conteúdo aprofundado sobre a origem da vida, unindo a fé cristã e a ciência. A Origem em Revista se propõe a dialogar com o público ao ponto de compreender suas necessidades e absorver suas principais dúvidas, assim produzindo conteúdos específicos que alcancem, especialmente, os jovens que possuem apenas o contato restrito com a teoria darwiniana em suas faculdades. “Percebemos uma lacuna existente no Brasil, um espaço que deveria ser ocupado por alguém que trouxesse toda a experiência, paixão, determinação e ideias inovadoras nessa missão de levar a todo lugar a mensagem da Criação através de um canal de divulgação em forma de uma revista gratuita, interativa, isto é, que convidasse todos os pesquisadores e/ou cientistas criacionistas ou adeptos do design inteligente que temos no Brasil a publicar seus textos em nossa revista”, afirma o cofundador e editor chefe da revista, Everton Alves.

O título da publicação está relacionado diretamente com a identidade e missão da publicação. O termo Origem se refere diretamente ao foco da revista, que abrange um campo mais amplo para o diálogo, não se limitando apenas ao modelo criacionista e suas ramificações, mas abrindo possibilidades de discussão dos outros modelos que estão surgindo, como, por exemplo, o Design Inteligente, que aponta como uma nova forma de compreender os mecanismos envolvidos na origem do projeto e manutenção da vida na Terra. “Já o segundo termo, em Revista, não diz respeito apenas ao formato da publicação, mas é uma mensagem mais profunda. Segundo o dicionário, “revista” significa uma segunda visita, um novo exame mais minucioso, ou seja, é a revisão da história de nossas origens que, até então, tem sido parcialmente contada através dos livros didáticos ofertados nos ensinos fundamentais e médios de nossas escolas”, comenta o cofundador e diagramador da revista, Alex Kretzschmar.

A revista será no formato digital e disponibilizada gratuitamente no site Origem em Revista, e a previsão de lançamento é janeiro de 2018. “A revista será semestral, mas o site será atualizado constantemente com notícias e artigos relacionados à temática”, explica Alex.

Serviço
Lançamento: Origem em Revista
Facebook: @origememrevista
Site: https://origememrevista.com.br/
Contato: faleconosco@origememrevista.com.br

Fonte: Rafaela Garcia, Origem em Revista

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Livro - Exame Crítico da Datação Radiométrica

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza.

Este livro pretende fornecer subsídios para quem realmente desejar compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte desta publicação encontra-se uma seleção de artigos já anteriormente publicados nos periódicos editados pela Sociedade Criacionista Brasileira e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes publicados na revista “Acts and Facts” publicada mensalmente pelo “Institute for Creation Research”, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos da América.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos Métodos de Datação Radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

Esta publicação é fruto da colaboração iniciada há três anos entre a SCB e o seu Núcleo Criacionista da cidade de Maringá, PR (“NUMAR-SCB”) que reúne mais de uma dezena de professores universitários e pesquisadores de alta qualificação acadêmica.

O desejo dos Editores é que esta seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais aqui expostas, nem sempre fáceis de serem encontradas na literatura especializada sobre o assunto. Total de 220 páginas.Vários autores.

PRIMEIRA PARTE

- Uma Terra Recente?

- Um Levantamento de Métodos de Datação 25

Eugene F. Chaffin - O Debate Sobre a Idade da Terra 50

Lawrence Badash - A Terra Recente 63

Henry M. Morris - Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72

Sidney P. Clementson - Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89

Thomas G. Barnes - Um Exame Crítico da Datação Radioativa das Rochas 99

Sidney P. Clementson - Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110

Adauto J. B. Lourenço - Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122

Urias Echterhoff Takatohi - Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140

A. W. Mehlert - Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158


SEGUNDA PARTE

Rodrigo M. Pontes - Relógios nas Rochas?  169

Vernon R. Cupps, Ph.D. - O Ícone das “Isócronas”  176

Vernon R. Cupps, Ph.D. - O relógio “Nobre”  184

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Primeira Parte) 201

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Segunda Parte) 206

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb  211

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb  216

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A tabela periódica e a evidência de um projetista cósmico

    No princípio não havia tempo, nem espaço, nem matéria. No instante inicial do espaço-tempo como o conhecemos, o “relógio universal” já marcava cerca de 10-43s. As três dimensões de espaço expandiram-se rapidamente com a passagem do tempo. A Criação do tempo induziu a criação de energia, que excitou o vácuo e criou partículas com grande quantidade de energia cinética, o que elevou a temperatura. Devido às propriedades do espaço-tempo, houve uma grande expansão e depois um resfriamento. Entrou em cena uma minúscula partícula conhecida como Bóson de Higgs que começou a conferir massa aos férmions e às demais partículas. Então, uma força nuclear mediada por glúons entrou em ação e os quarks (um tipo de férmions) começaram a se unir e formaram os prótons e nêutrons, depois os elétrons começaram a formar a eletrosfera dos primeiros átomos, em seguida foi produzido o primeiro elemento químico, o mais simples e o mais abundante no Universo: o Hidrogênio. Este elemento possui três formas semelhantes que são chamadas de isótopos (Prótio, Deutério e Trítio).


    Todavia, esse foi apenas o começo. Então, os isótopos Deutério e Trítio através de um processo denominado de fusão nuclear formaram o Hélio. Então, as nuvens de hidrogênio e hélio começaram a interagir e surgiu a primeira estrela, diferente de qualquer outra que conhecemos. As estrelas são verdadeiras fábricas de elementos químicos. Por esse motivo, essa estrela precisou explodir para espalhar os elementos fabricados em seu interior pelo Universo. Novamente, a gravidade começou agir e formou, com esses elementos lançados pelas estrelas, os planetas ricos em elementos essenciais à vida, o objetivo final do plano, para que, assim, ela pudesse surgir com toda a sua beleza e ordem, bem como todo o processo que a antecedeu.

    Essa breve e simplória descrição acima relata o que foi o Big Bang[1] e como surgiram os ingredientes necessários para que a vida pudesse surgir. Quando estudamos Química, nos deparamos
com a tabela dos elementos presentes na natureza (Tabela Periódica) e, por sua aparente complexidade, não nos damos conta de sua ordem e beleza. Será que o acaso sem propósito pode criar algo tão magnífico?

    Ao analisarmos o alfabeto, verificamos 26 símbolos que chamamos de letras e que são capazes de expressar de forma escrita todas as palavras em diversos idiomas. Se alguém afirmasse que esses símbolos surgiram do acaso, ninguém o levaria a sério. O mesmo acontece quando observamos a Tabela Periódica e identificamos atualmente 118 elementos em perfeita ordem, que podem ser agrupados em famílias. Tudo que vemos, desde rochas, água, ar, plantas, insetos, animais, até ao homem são constituídos por esses elementos. Alguns dão a impressão de existirem somente para benefício do próprio homem. A Tabela Periódica apresenta-se como sendo o alfabeto da vida. Sua beleza e ordem testemunham a favor de uma Inteligência agindo nos bastidores.

    É possível inferir que essa Inteligência brincou conosco e escondeu vários deles em compostos complexos em uma natureza repleta de beleza, como alguém que desejava fornecer pistas para não ficarmos sem saber de nossa origem e nos beneficiou, ainda, com um extremo apreço pelo o que é belo. Como um pai que estimula no filho o desejo pela leitura só pra que ele possa ler a sua biografia e conhecê-lo melhor.

Cyril Stanley Smith
    Veja o que Cyril Stanley Smith, um dos historiadores da metalurgia, afirma: “A metalurgia começou com a confecção de contas para colares e ornamentos malhados em cobre, o que ocorria naturalmente, muito antes de serem feitas facas e armas ‘úteis’”.[2] Dessa forma, não foi o instinto pela preservação e proteção da vida que impulsionou a descoberta dos elementos químicos, mas sim a arte, a beleza. Talvez seja por esse motivo que o ouro, “o metal menos prático é o mais valioso, valorizado porque os seres humanos são mais fundamentalmente artistas do que guerreiros” [3]. A existência da beleza por amor à própria beleza foi um desafio para Darwin que o levou a assumir que isso “seria totalmente fatal para sua teoria”[4].

    Foi exatamente o apreço pelo o que é belo que levou os cientistas a procurar por padrões ou modelos entre os elementos químicos. “Haviam visto sempre a natureza engenhosamente elaborada, suspeitando que houvesse uma ordem escondida com significado”[5]. Benjamin Wiker e Jonathan Witt trazem este tema em seu livro “Um Mundo com Significado” de maneira bem interessante.

Evolução Histórica

Johann Döbereiner
    Em 1800, a quantidade de elementos descoberta era suficiente para que a buscar por padrões que demonstrassem uma ordem fosse realizada pelos cientistas da época. 

 O primeiro a identificar a existência de modelos entre os elementos foi o alemão, Johann Döbereiner, que em 1817, criou, o que é considerado por alguns, o primeiro esboço da Tabela Periódica. Ele percebeu o que denominou de “Lei das tríade”, grupo composto por três elementos onde o peso atômico do elemento do centro aproximava-se da média entre os outros dois elementos. Mas não foi aceito porque compreendia um número pequeno de elementos. 

 Entretanto, essas tríades se encontram alinhadas verticalmente em Grupos diferentes (Li, Na e K no Grupo 1; Ca, Sr e Ba, no Grupo 2; S, Se e Te, no Grupo 16; Cl, Br e I, no Grupo 17) e, horizontalmente, no Período 4, os elementos Fe, Co e Ni.
Esboço do primeiro modelo da Tabela periódica, conhecida como Lei das tríade - 1817.
      Ainda no século XIX, Jean Baptiste André Dumas identificou padrões matemáticos nos elementos químicos. Sem que ele percebesse, acabou descobrindo a ordem de quatro grupos da Tabela Periódica.

Chancourtois
    O geólogo francês Alexandre-Émile Béguyer de Chancourtois foi o primeiro cientista a ver a periodicidade dos elementos quando foram arranjados em ordem de seus pesos atômicos. Creditado como sendo o descobridor original do periodicidade dos elementos e o criador do método tridimensional de acordo elemento e representação. 

    Ele desenhou os elementos como uma espiral contínua em torno de um cilindro de metal dividido em 16 partes. O peso atômico do oxigênio foi tomado como 16 e foi utilizado como padrão contra o qual todos os outros elementos foram comparados. Telúrio foi situado no centro, o que levou o nome "Parafuso telúrica". Em 1862, a invenção de Chancourtois, o parafuso de telurídeo calculou os pesos atômicos de todos os elementos conhecidos na época. Entretanto, o parafuso de telúrico não era confiável.
Modelo Parafuso Telúrico do cientistas Chancourtois em 1862
    Apesar do trabalho de Chancourtois, sua publicação atraiu pouca atenção dos químicos em todo o mundo. A razão é que o diagrama original de Chancourtois foi deixado fora da publicação, fazendo o papel difícil de compreender. 

Jonh Newlands
    Jonh Newlands, levando em consideração o entendimento de Dumas, observou que alinhando os elementos em ordem de peso atômico, iniciando com o Hidrogênio, cada oitavo elemento da ordem possuía propriedades semelhantes entre si. 

   Por exemplo: Se desconsiderássemos os Elementos de Transição e os Gases Nobres e iniciássemos em Li, o oitavo seria o Na, que possui características semelhantes ao Li; se iniciássemos com o Be, o oitavo seria o Mg, que possui características semelhantes ao Be. Ele chamou essa descoberta de “lei das oitavas”, semelhante às notas musicais. 

    Para Newlands, que era músico, os elementos químicos poderiam ser organizados em forma de um instrumento musical.
Teoria das "Leis das oitavas" de Jonh Newlands - 1864
    Entretanto, Newlands não persistiu em seus estudos e acabou cometendo alguns equívocos e isso maculou sua pesquisa. Se tivesse insistência em sua ideia inicial teria ido muito longe, já que muitos elementos químicos ainda estavam para ser descobertos. Newlands poderia ter, até mesmo, previsto esses elementos, bem como seus pesos e propriedades químicas.

Dmitri Mendeleev
    Em 1871, Dmitri Mendeleev, o profeta da descoberta dos elementos químicos, como uma criatura que ama padrões, acreditou que a natureza não interromperia os padrões que ele havia descoberto nos pesos e nas propriedades químicas crescentes nos elementos. Insistiu em sua teoria [Teoria da Ordem de Massa Atômica] e quando não havia um elemento descoberto com as características necessárias para se encaixar em um grupo, ele deixava o espaço em branco e afirmava que deveria haver um elemento na natureza a ser descoberto que preencheria os requisitos.

    Mendeleev previu a descoberta do escândio (Sc), ele o chamava de eka boron, previu seu peso e suas características e acertou em cheio. Do mesmo modo, previu a descoberta do gálio (Ga) e germânio (Ge). Este ilustre russo não viveu suficiente para testemunhar as descobertas de J. J. Thomson, Ernest Rutherford, Niels Bohr, Erwin Schrödinger e Werner Heisenberg, pois teria ele ficado maravilhado com tamanha beleza e ordem que a natureza ainda estava para revelar.

              Moseley
    Contudo, em 1913, o inglês Henry Gwyn Jeffreys Moseley, descobriu uma relação entre o espectro de raios X de um elemento químico e seu número atômico. Foi o primeiro a conseguir determinar os números atômicos dos elementos com precisão, esta teoria ficou conhecida como Ordem de Número Atômico

    Ele mostrou que, quando os átomos eram bombardeados pelos raios catódicos, eles emitiam raios X, e, já que cada um tinha sua propriedade, determinava os valores dos números atômicos, e ainda previu lugares na tabela periódica para outros elementos, que foram descobertos anos mais tarde. Desta forma, a disposição dos elementos na tabela periódica ficou com um parâmetro mais adequado, que persiste até hoje. Cientistas posteriores foram determinando os números de prótons de outros elementos a partir desta técnica.

    Como o acaso sem propósito pôde realizar uma tarefa de tamanha elegância e ordem? Seria mera coincidência? Evidências de ordem e beleza estão presentes na Natureza. Ela está repleta de insight de uma Inteligência. Essa mesma Inteligência dotou o homem com um interesse impressionante pela beleza, ordem e curiosidade para descobrir sua origem e destino, para que soubesse que não foi fruto de um acidente. Como disse Henri Poincaré: “O cientista não estuda a natureza porque ela é útil. Estuda-a porque encontra grande prazer nisso; ele encontra prazer no estudo porque a natureza é bela. Se não fosse bela, não valeria a pena conhecê-la e a vida não valeria a pena ser vivida”[6]. A natureza é bela e é inerente ao homem o amor e a busca pela beleza. Isso faz-nos crer que por trás de toda beleza existente no Universo há um Ser que ama o belo e atribuiu às suas criaturas o mesmo sentimento.

Autor: Hilton Bastos 

Referências

[1] Acreditamos que o modelo do Big Bang não é totalmente incompatível com o Criacionismo Científico, embora haja quem discorde. A ideia de um Universo ainda em expansão e a cronologia utilizada parece ser cabível de revisão. Entretanto acreditamos que o modelo inicial utilizado nos dois primeiros parágrafos, onde subtraímos a cronologia evolucionista, não parece, a priori, contradizer a teologia.
[1] Cyril Stanley Smith. “Aestethic curiosity, the root of invention”, Anvil's ring, 1996. Disponível em http://www.pennabilli.org/testi/Smith_EN.htm, último acesso em 22 de fevereiro de 2017.
[2] Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 110.
[3] De “Utilitarian Doctrine, How Far True: Beauty, How Acquired”, cap. 6 de Charles Darwin, The Origin of Species, 6ª ed. Nova York: Mentor, 1958, p. 188. Extraído de Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 111.
[4] Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 127.
[5] Henri Poincaré, The Value of Science, Nova York, Dover, 1958, p. 8. Extraído de Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 109.



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Jovem Pan : Design (Eberlin) X Darwin (Fábio)



Nota: Esse foi um debate que aconteceu na Jovem Pan entre o Dr. Marcos Eberlin (Químico) e o Dr. Fábio (Biólogo) sobre o mérito científico da Teoria do Design Inteligente.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia

Lançamento
Após intensa pesquisa histórica e científica, Cristina Beloni Alencar disseca o livro de Gênesis e mostra que estudos seculares comprovam relatos bíblicos.

Muito já se escreveu sobre a Bíblia. Como fonte central de toda a fé cristã, é quase impossível se manter neutro diante de uma obra tão reveladora e que encerra tanto conhecimento. A jornalista e teóloga Cristina Beloni Alencar, em seu livro Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia – Jornalismo Investigativo Bíblico, disseca os principais pontos que são motivo de controvérsia, apresentando, por meio de intenso trabalho histórico e documental  a defesa de fatos chaves para a história da humanidade.

Com linguagem clara e repleta de convicção, acontecimentos como a criação do universo e do homem, o surgimento das espécies, existência dos dinossauros,  aspectos geológicos e culturais como a multiplicidade de idiomas e surgimento das nações e etnias são abordados,  sempre com o cruzamento de evidências históricas, científicas, geográficas e arqueológicas que corroboram e evidenciam as verdades bíblicas, em uma fascinante viagem  aos principais temas do livro de Gênesis.

“Os fatos bíblicos causam até hoje muita controvérsia, devido à desafiadora simplicidade de suas colocações. A questão é que ninguém consegue ficar neutro diante da Bíblia, ou a aceita como palavra de Deus ou rejeita completamente. Por meio de evidências objetivas e científicas, mostro nestas páginas que sim, a Bíblia sempre tem razão”, diz Cris.

Em nosso contexto de pós-modernidade, o teólogo Luiz Sayão ressalta que “o mérito do livro está na retomada deste inescapável diálogo-confronto entre a Bíblia e a realidade secular, iniciado desde o surgimento do racionalismo e iluminismo europeus e continuado até os dias de hoje”.

O mergulho nos mares de Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia não deixará o leitor imune ao desafio de digerir e investigar os temas bíblicos, instigando o aprofundamento nas escrituras e derrubando preconceitos e  a rejeição, muitas vezes, vindos de sofismas e desconhecimento do Livro dos livros.

Sobre a autora

Cristina Beloni Alencar iniciou suas pesquisas bíblicas assim que se converteu ao Cristianismo. A curiosidade a fez buscar conhecimentos em diversas áreas acadêmicas, desde o Jornalismo ao curso de Teologia, com ênfase em arqueologia bíblica. Pesquisadora associada à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pertence à Sociedade Brasileira do Design Inteligente no Brasil. Foi coordenadora de redação da Revista Eclésia e atualmente trabalha para uma ONG internacional que apoia cristãos perseguidos e cursa mestrado em Missões Transculturais.

Ficha Técnica
AD Santos Editora
Derrubando Mitos: compreendendo a Bíblia
ISBN: 978.85.7459-414-9
Páginas: 240
Formato: 14 X 21cm
Preço: R$ 35,00

Nota: O livro está à venda no site e pela página oficial no Facebook, além de
livrarias virtuais especializadas em livros cristãos e também pelo
whats app (11) 997372302.

A nova Revista Criacionista do Brasil

É com grande alegria que apresentamos a você uma novidade: a edição de lançamento da Origem em Revista!

Foram meses trabalhando, orando, e por meio da parceria com alguns queridos amigos, estamos conseguindo projetar uma revista relevante, para que hoje possamos celebrar junto com você o nascimento de um veículo de divulgação criacionista que veio pra ficar.

Origem em Revista é um periódico eletrônico interdisciplinar do tipo magazine, publicado semestralmente, que aborda questões científicas e teológicas relativas à origem da vida e à história passada do mundo natural. Será uma revista gratuita de acesso livre, e a publicação conosco não envolverá nenhum custo.

Estamos preparando a revista para que ela apresente imagens que inspirem sua imaginação e que traduzam fielmente o conteúdo dos textos, com um texto fluido, linguagem moderna e com informações úteis para quem quer aprender mais sobre o assunto das origens. O ideal é que você nos acompanhe sempre por meio de mais este canal, para que possamos estabelecer um diálogo constante e ininterrupto. Além de inspiração, últimas notícias e evidências recém-publicadas pela comunidade científica (criacionista e naturalista), a revista trará a cada edição seções contendo os mais variados assuntos, a fim de cobrir as mais diversas áreas do conhecimento humano com o viés da Origem da Vida e do Universo.

Estamos torcendo para que você curta muito o conteúdo que a gente está preparando pra você, porque tudo está sendo feito com muito carinho. E se tiver sugestões ou perguntas, escreva para faleconosco@origememrevista.com.br

Visite nosso site em: www.origememrevista.com.br

O dinossauro mais bem preservado do mundo

Só um esputamento rápido explica
Geólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

Esse mar estava cheio de vida, repleto de répteis gigantes que chegavam a 18 metros de largura, enquanto suas costas foram atravessadas por dinossauros gigantes por milhões de anos. A área está repleta de fósseis desde o início dos registros. “O operador de pá na mina viu um bloco com um padrão engraçado e entrou em contato com um geólogo”, disse o Dr. Brinkman. O fóssil, fotografado para a edição de junho da revista National Geographic, foi exposto na sexta-feira.

A lei de Alberta designa todos os fósseis a propriedade da província, não dos proprietários da terra onde eles são encontrados. A maioria é descoberta depois de ser exposta pela erosão, mas a mineração também provou ser uma bênção [!] para os paleontólogos.

Dr. Brinkman disse que o museu foi cuidadoso para não inibir a atividade industrial ao recuperar fósseis para que os operadores das escavadeiras não tivessem medo de chamar quando encontrassem algo. “Esses são espécimes que nunca seriam recuperados de outra forma”, diz Brinkman. “Nós recebemos dois ou três espécimes significativos a cada ano”.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Pense comigo: se o animal morresse em condições normais e seu cadáver escapasse de ser devorado por carniceiros, com o tempo apodreceria. A hipótese acima é a de que “seu corpo acabou no fundo de um mar antigo”, onde teria fossilizado. Ocorre que o mar seria o pior lugar para um corpo fossilizar. Experiência feita com o corpo de porcos já deixou isso bem claro (confira aqui). Fossilização ocorre sob lama, e o sepultamento tem que ser instantâneo. Animais pegos de surpresa por uma catástrofe envolvendo água e lama, sepultados instantaneamente a ponto de ter seus corpos perfeitamente preservados... O que isso lhe sugere? E mais: esse é um fenômeno observado em todos os continentes, incluindo a Antártida. O que quer que tenha acontecido foi uma catástrofe global. [MB]

Cientistas questionam a teoria da evolução

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza comprovam a existência de um ser superior. No núcleo de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recém-inaugurado por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, estudiosos descartam a criação do mundo com um simples acaso e analisam códigos genéticos como uma espécie de 'assinatura de Deus'. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem!

Mackenzie cria centro que questiona a evolução

Universidade  realmente plural
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

Tribunais dos EUA consideraram que o DI seria, na essência, muito semelhante ao criacionismo bíblico (a ideia de que Deus criou diretamente o homem e os demais seres vivos) e, portanto, seu ensino violaria a separação legal entre religião e Estado no país [o que é uma tremenda forçação de barra, já que o DI nem se ocupa da natureza do Designer, por entender que esse assunto extrapola a capacidade de pesquisa dos cientistas. A TDI apenas identifica evidências de um design na natureza, mais ou menos como fazem os cientistas forenses, por exemplo. Há entre os defensores do DI até ateus e agnósticos. O próprio Michael Behe (que esteve na Mackenzie) não é criacionista. Dizer que DI é um tipo de criacionismo trata-se de má-fé das autoridades norte-americanas e do autor da matéria da Folha, na tentativa de evitar a discussão e blindar o evolucionismo].

“É importante destacar que não é um núcleo de DI, e sim um núcleo de fé, ciência e sociedade”, declarou à Folha o teólogo e pastor presbiteriano Davi Charles Gomes, chanceler da universidade. “Nossa instituição é confessional, o que significa que ela tem uma visão segundo a qual o mundo tem um significado transcendente. E não existe ciência que, no fundo, não reflita também sobre coisas transcendentes.”

Segundo Gomes, o contato com o Discovery Institute já acontece desde a década passada, quando a universidade começou a organizar o ciclo de simpósios “Darwinismo Hoje”, trazendo biólogos defensores da teoria da evolução e palestrantes que questionam o consenso científico. “Visitei o Discovery em Seattle e descobri que eles aplicam a ideia de design inteligente e complexidade irredutível a uma série de questões que vão além dos seres vivos, como sistemas de trânsito.” [A Mackenzie está de parabéns, pois está fazendo o que todas as ditas universidades deveriam estar fazendo: dando voz e vez ao contraditório, permitindo que haja discussão aberta e plural, oportunizando aos alunos a chance de ter contato com várias facetas da discussão sobre a origem e o desenvolvimento da vida. Palestrantes evolucionistas têm livre acesso aos eventos da Mackenzie. Por que o mesmo não ocorre com os pesquisadores criacionistas e do DI em todas as universidades não confessionais? Algumas até lhes fecham as portas. Confira aqui e aqui.]

“Complexidade irredutível” é uma das palavras de ordem dos defensores do DI. O termo costuma ser aplicado a estruturas biológicas que, em geral, têm escala celular ou molecular e apresentariam organização tão intrincada que não poderiam ter surgido de forma gradual e não guiada, contrariando, portanto, o que diz a teoria da evolução. O grande exemplo seria o flagelo (grosso modo, “cauda”) de certas bactérias. Embora biólogos já tenham apresentado indícios fortes de que o flagelo bacteriano poderia ter sido construído a partir de peças de “seringas moleculares” usadas pelos micróbios para injetar toxinas, os adeptos do DI resistem à ideia. “Quanto mais a gente estuda o flagelo, mais complexo ele fica”, argumenta o químico Marcos Eberlin, pesquisador da Unicamp que coordenará o núcleo e é presidente executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. [Depois de mais de vinte anos que Behe publicou seu livro A Caixa Preta de Darwin, com seu desafio bioquímico à teoria da evolução, tudo o que os evolucionistas têm a oferecer são “indícios fortes”?]

Eberlin afirma que seu objetivo é promover a “avaliação crítica das duas possibilidades” (teoria da evolução e DI), um debate que, segundo ele, estaria sendo barrado pela maior parte da comunidade científica. “O problema é que a academia fechou a questão e não abre brecha para nenhum debate: só existe matéria, energia e espaço no Universo e acabou. Não é assim, os debates é que tornam a ciência divertida”, diz.

Grande parte dos defensores do DI são cristãos conservadores, interessados em mostrar uma possível consonância entre os dados biológicos e o relato bíblico da Criação, mas Eberlin afirma que o movimento não impõe uma linha religiosa ou filosófica única. “Tem gente que acha que o design vem dos ETs, outros falam de um Grande Arquiteto do Universo, como os maçons, ou um espírito evoluído, como os espíritas.”

Para especialistas [e os pesquisadores do DI não são especialistas?], o projeto tem sabor de fracasso. “É triste e extremamente preocupante”, diz o paleontólogo Mario Alberto Cozzuol, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). “As premissas do DI foram derrubadas e expostas já faz muito tempo. Seus proponentes não têm aportado nenhuma novidade para a discussão. O único motivo pelo qual isso continua atraindo gente é a falta de educação em ciências.” [Para mim, o projeto deixa na boca dos evolucionistas um sabor de desespero e medo. Eles não suportam a ideia de a academia se abrir para o diálogo ou de ver o evolucionismo ser contestado em bases científicas.]

“Sabendo que o Mackenzie tem um curso de biologia que não compartilha, ou não compartilhava, das ideias do DI, pode haver choque de interesses. De qualquer forma, o peso simbólico é grande”, afirma o teólogo Eduardo Rodrigues da Cruz, especialista na relação entre ciência e religião da PUC-SP. “Considero que se trata de uma tremenda desonestidade intelectual”, diz Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS. “As evidências, fatos, provas pouco importam – o que importa é a narrativa, construída de forma que se coadune com a ideologia ou a crença do sujeito.” [Desonestidade intelectual é uma instituição de ensino proibir seus alunos de saber que existem outros modelos que estudam o assunto das origens, e que o evolucionismo tem, também, aspectos filosóficos/metafísicos. Desonestidade intelectual é não querer ver que a TDI não se baseia em livros religiosos nem em crenças subjetivas. Desonestidade intelectual é não apresentar argumentos e ficar no mi, mi, mi.]

Fonte: Folha.com via criacionismo

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Chemsketch é um software gratuito para trabalhos de compostos orgânicos


O software ACD/Chemsketch tem como objetivo proporcionar aos os estudantes, químicos, farmacêuticos, físicos-químicos e pesquisadores envolvidos com o estudo de compostos químicos orgânicos complexos uma visualização ampla e integral das moléculas abordadas em suas pesquisas no formato plana e em 3D. Disponibilizamos cinco imagens - ao lado esquerdo deste post - de recursos que este programa pode oferecer.


Esta ferramenta disponibiliza a construção de estruturas moleculares, mecanismos de reações, o ângulo entre as ligações, possui tabela periódica própria, cálculo de propriedades físico-químicas (massa, formula centesimal, volume molar, índice de refração, tensão superficial, constante dielétrica, densidade, entre outros cálculos.), permite ter a verificação de tautomeria, numeração de cadeia carbônica, banco de dados com aminoácidos, ciclos, entre outros e até mesmo aparelhagem de laboratório. 


Lembrando, ACD/Chemsketch é um software gratuito e fácil de instalação. Para obter este programa precisa-se primeiro cadastra-se no site: http://www.acdlabs.com/home/. Após receber um e-mail de confirmação com sua senha, comece a navegar no site e solicite o programa ACD/Chemsketch 12.0 freeware. Faça o download em um só arquivo ou vários, quando baixar, ira aparecer uma janela, a qual você irá salvar o programa no seu computador.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS:
Versão....: 12.0
Servidor.: Jumbofiles
Uploader: tomrastaman
Idioma....: Inglês
Tamanho.:36MB

Para quem tiver dificuldade de trabalhar com este programa, existem na internet alguns tutoriais e guias práticos que podem auxiliar na aprendizagem. Assista este aqui e aqui, leia este aqui.

Fonte: acdlabs

Nota deste blog: Conheça também outros paradidáticos e produtos que podem auxiliar você no estudo e no trabalho na área de química e disciplinas afins acessando estas matérias: Edição 2017: Tabela Periódica dos ElementosTabela Periódica completa para impressão. É gratuita!Folhas para desenhar reações orgânicas

Interior de São Paulo já foi coberto pelo mar

Evidências de uma catástrofe hídrica
Um levantamento realizado por pesquisadores de sete universidades brasileiras e portuguesas apontou que há 260 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] o interior de São Paulo era coberto por água. O chamado “mar de Irati” tinha um milhão de quilômetros quadrados e acabou secando após uma série de mudanças geológicas. Entretanto, fósseis de animais marinhos e vestígios de algas ainda podem ser encontrados em algumas regiões, como no município de Santa Rosa de Viterbo (SP), a 300 quilômetros da capital paulista, onde ficava uma das praias de águas limpas, claras, rasas e quentes, como descreve o estudo.

As primeiras descobertas ocorreram na década de 1970, durante os trabalhos de escavação em uma mina de calcário que, mais tarde, se tornou um sítio arqueológico. Agora, as informações foram reunidas em um inventário geológico, publicado na revista científica GeoHeritage. O documento é assinado por geocientistas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFScar), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Florestal e Instituto Geológico de São Paulo.

Segundo os pesquisadores, os elementos que comprovam a existência do mar de Irati estão embaixo da terra, a até 25 metros de profundidade: os estromatólitos são rochas que se formam no fundo de mares rasos a partir de micro-organismos solidificados, que se acumulam como um tapete de limo.

Em Santa Rosa, com a retirada do calcário pela mineração, foram descobertos estromatólitos gigantes, que só haviam sido encontrados na Namíbia. O engenheiro de minas Marco Antônio Cornetti explica que esse tipo de rocha geralmente é pequeno, mas no interior de São Paulo há alguns com até três metros.

“Uma infinidade de algas morreu e o calcário começa a sedimentar em cima delas. Ninguém sabe por que essas algas não sedimentavam de forma plana, elas formam uma estrutura. Por que elas assumiram essa forma, ninguém sabe o motivo”, diz.

Cornetti trabalhou na pedreira em 1972, quando os primeiros indícios de vida marinha foram descobertos, e também atuou ao lado dos pesquisadores entre 2012 e 2015, na elaboração do inventário atual. Ele conta que o grupo também achou coprólitos, fezes fossilizadas de peixes e tartarugas.

“Elas têm formas diferentes: uma mais cilíndrica e outra mais redonda. Isso vai mostrar a origem de um e de outro [animal]. Esses coprólitos e os restos de conchas estão nessa camada [de rocha], o que comprova ambiente marinho nesse local”, afirma.

Nas áreas de mineração, os geocientistas ainda identificaram fragmentos de ossos de um vertebrado que antecedeu os dinossauros, o Mesosaurus brasiliensis. O animal vivia no mar de Irati e era parecido com um lagarto com um metro de comprimento, segundo Cornetti. “Ele ficava em cima do estromatólito, morria e caía entre dois estromatólitos. A onda ficava balançando e, por isso, você não encontra o corpo do Mesosaurus completo, porque a água do mar ficava balançando e separava todos os pedacinhos”, explica.

O mar de Irati se estendia pelos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e até partes do Uruguai, Paraguai e Argentina. Segundo os pesquisadores, movimentos geológicos fizeram quase toda água escoar para o oceano Atlântico.

“Na região de Uberlândia o solo foi levantando e foi expulsando o mar em direção à foz do Rio Paraná. Em Santa Rosa, ficou um mar fechado, com mais ou menos três mil hectares. Não entrou mais água, esse mar secou e na hora que foi secando, foi depositando calcário”, diz Cornetti.

O engenheiro explica que o Irati era um mar raso, com aproximadamente 200 metros de profundidade, e levou cerca de 20 milhões de anos para secar. Logo depois, a região virou um deserto e, lentamente, a vegetação foi se recompondo. As rochas existentes no local ajudaram a formar o maior reservatório de água do mundo: o Aquífero Guarani.


“Depois do mar, se formou um lago com lama argilosa. Aí, aparecem os derrames basálticos e a formação do que, todo mundo conhece, os aquíferos Guarani, Botucatu e Piraboia, que estão muito acima topograficamente dessa formação, são bem mais recentes”, diz.

Fonte: G1 notícias via criacionismo

Nota
do blog criacionismo: Os óculos conceituais com que a pessoa observa a natureza fazem variar e muito as conclusões a que ela chega. Sob o ponto de vista do modelo diluvianista/catastrofista fica bem fácil entender esse cenário: uma inundação de proporções gigantescas cobriu os continentes, arrastando e sepultando sob lama inúmeras formas de vida, misturando-as e, em alguns casos, desarticulando-as. Isso ajuda a explicar por que cerca da metade dos sedimentos continentais é de origem marinha. E ajuda a explicar, também, a tremenda abundância de fósseis em todos os continentes, já que, para que ocorra a fossilização, é preciso que os organismos sejam rapidamente sepultados debaixo de lama. Note que o texto acima afirma que as algas no Irati sedimentaram em forma de estruturas, não de forma plana. Não seria outra evidência de catástrofe? E a desarticulação do Mesosaurus não se deveria igualmente a isso? Segundo o pesquisador, o mar era raso e levou 200 milhões de anos para secar. Fácil afirmar, difícil explicar como... A notícia menciona ainda derrames basálticos e elevação de terreno, o que está em plena consonância com as previsões criacionistas. E o acúmulo de águas em aquíferos não seria uma referência às “fontes do abismo”, sobre as quais a Bíblia fala? [MB]

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Não tenho fé no acaso. Neste caso, prefiro acreditar nos dados do método científico, sem corrupção.

Ainda são intensas as resistências à Teoria do Design Inteligente dentro da academia. Mais resistentes ainda são os ex-darwinistas/evolucionistas que enxergam cientificamente que não há lógica alguma nas argumentações que o evolucionismo proporciona para explicar a vida. Ainda é forte a ideia de que a academia tem mantido o Establishment do dogma darwinista aceso.

Não causa estranheza quando se toma um livro texto de Biologia Molecular, Bioquímica ou Biologia básica e encontra nestes, textos tendenciosos que confirmam tal imposição aos leitores/estudantes, sem, sequer, citar um tipo que seja de argumento que mostre plausibilidade nas questões evolutivas. Veja este exemplo.
Este texto é de um livro de Biologia Celular e Molecular 4ª Edição, de Lodish, Berk e cols, prefaciado pela pesquisadora marxista Helena B. Nader.
Neste texto de introdução, o autor diz que falar sobre as origens da vida por meio de estudos Físicos e Químicos não procedem, pois todas as argumentações teriam que levar em conta as propriedades imutáveis da matéria. Em outras palavras, a Leis que regem o universo, e as Leis da Física e Química estão inclusas, têm e devem se consideradas, ora, uma vez que em se tratando de vida, e vida pressupõe movimento, respiração, trocas químicas, metabolismo, interação entre átomos, moléculas, com reações entre substratos e outros compostos gerando produtos e subprodutos, e estes com cargas elétricas, interação atômica e nesta, influenciando fortemente os meios biológicos onde estão. Seria extremamente desonesto, e chaga a ser imoral, uma ciência desconsiderar a Física e a Química para sustentar suas argumentações, mas, é exatamente isto que faz a academia hoje.

Aliás, um dos mais ferrenhos darwinistas, Thomas Huxley, afirmou em 1893:

“evolução e ética são incompatíveis“.

Existe corrupção na ciência. Nenhum setor de uma sociedade escapa desta maldita forma de agir com desonestidade. Huxley sustenta sua forma “ética” de fazer ciência sem ética com a seguinte afirmação:

“a prática do que é eticamente melhor (bondade ou virtude), envolve um molde de conduta que, em todos os detalhes, se opõe ao que leva ao sucesso na luta cósmica pela existência.”

A luta em entender melhor as origens fora da caixa preta de Darwin permanece mais forte do que nunca. Pesquisadores brasileiros, juntamente com pesquisadores de outros países têm promovido eventos que tentam expor a forma de pensamento científico da Teoria do Design Inteligente, que, de acordo com a lógica epistemológica do método científico, tem mostrado uma melhor argumentação para as origens.

A ideia central é a de explicar, diante do que já se sabe, que há todo um planejamento para a vida, e que tudo isto que já existe e funciona muito bem seja oriundo de um pré-projeto, um planejamento específico e exato, bem contrário ao que o evolucionismo diz, onde nada foi planejado, mas tudo veio por conta do acaso, e assim, este acaso é quem define a perfeição que já existe ao longo do tempo. Muito absurdo isto! Credibilizar o acaso, que sequer tem uma definição do que seja, como o “autor e consumador” da existência, da vida e do universo!

Sendo lógico, eu não teria a coragem de atribuir nada ao acaso. Seria um ato, ao mesmo tempo, de insanidade e de desonestidade científica. Dar créditos ao acaso (acreditar, depositar confiança = fé) é um ato que requer sobremaneira, uma fé muito superior àquela que a crença em Deus afirma que se deva ter. Sinceramente, ter fé no acaso é algo invejável aos que têm fé num Deus invisível.

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