domingo, 15 de maio de 2016

Missão recolhe ossos de dinossauros e fósseis na Antártida

Expedição encontrou fósseis na Antártica
Uma missão científica recolheu pelo menos uma tonelada de fósseis e ossos de dinossauros, alguns deles de 71 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], durante uma expedição à Antártida, informou, nesta quinta-feira (5), a emissora ABC Austrália. A maioria dos restos achados “viveu no oceano”, detalhou um dos expedicionários, Steve Salisbury, da universidade australiana de Queensland, à emissora ABC. Os organizadores da viagem, da qual participaram 12 cientistas da Austrália, Estados Unidos e África do Sul, elegeram uma das poucas partes da Antártida onde o solo rochoso fica exposto na superfície durante o verão austral. Entre os meses de fevereiro e março, os cientistas passaram cinco semanas na pequena ilha Vega, que tem falésias de pedras descobertas de até 500 metros de altura. A missão recuperou restos de mussauro, uma espécie de dinossauro prosauropoda que viveu na atual América do Sul há aproximadamente 215 milhões de anos [idem], no final do período Triásico. Além disso, encontraram peças de plessiossauros, uma ordem de sarcopterígeos, que habitaram em todos os mares até o fim do Cretáceo, e fósseis de pássaros que viveram nesse período, entre outros.

Salisbury detalhou que o achado se encontra no Chile e de lá viajará ao Museu de História Natural de Carnegie, nos Estados Unidos, para um estudo em profundidade. “Pode ser que necessitemos um ou dois anos antes de apresentar resultados”, indicou Salisbury.

Os primeiros restos de dinossauros na Antártida foram encontrados em 1986, do Cretáceo tardio, na ilha James Ross.

Fonte: G1 Notícias

Nota 1: Existem evidências de florestas debaixo do gelo da Antártida (confira), e essa descoberta dos fósseis de dinossauros só vem reforçar a ideia de que ali havia um ecossistema que foi sepultado sob grandes quantidades de lama e água. À medida que o degelo aumentar por lá, o que mais poderá ser descoberto? [Michelson Borges]

Nota 2: Veja o famoso mamute de Beresovka com alimento de clima tropical no estômago. Mais informações na Revista Criacionista: www.revistacriacionista.org.br

Visita Virtual ao Laboratório ThoMSon de MS UNICAMP



Nota: Uma visita virtual ao Laboratório de Marcos Eberlin na UNICAMP- O Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas. Um dos centros de referência mundial na técnica. Conheça os equipamentos lá disponíveis, alunos e colaboradores, e um pouco das pesquisas lá realizadas.

domingo, 1 de maio de 2016

Como cientistas criaram por acidente uma bateria que dura a vida toda

Bateria de Irvine é 400 vezes mais eficiente que os normais
Criar uma bateria que dure toda a vida parecia algo difícil, mas um grupo de pesquisadores americano conseguiu realizar o feito.

E fizeram isso por acidente.

Cientistas da Universidade da Califórnia, em Irvine, nos Estados Unidos, estavam procurando uma forma de substituir o lítio líquido das baterias por uma opção mais sólida e segura - as baterias de lítio são extremamente combustíveis e muito sensíveis à temperatura- quando acabaram criando esta bateria 400 vezes mais eficiente que as atuais.

Eles começaram a fazer testes com nanocabos de ouro recobertos com um gel de eletrólitos e descobriram que eram incrivelmente resistentes. A bateria podia continuar trabalhando de forma efetiva durante mais de 200 mil ciclos de carga.

Durante muito tempo, os cientistas fizeram testes com nanocabos para baterias.

Isso porque eles são milhares de vezes mais finos que o cabelo humano, altamente condutores e contam com uma superfície ampla para o armazenamento e transferência de elétrons.

O problema é que esses filamentos são extremamente frágeis e não aguentavam a pressão de carga e descarga.

Mas um dia a estudante de doutorado Mya Le Thai decidiu colocar nestes delicados fios uma capa de gel.

"Mya estava 'brincando' e cobriu tudo com uma fina capa de gel antes de começar o ciclo", explicou Reginald Penner, conselheiro do departamento de química da Universidade da Califórnia em Irvine.

"Descobriu que apenas usando este gel (de eletrólitos) podia submetê-los a ciclos (de carga e descarga) centenas de milhares de vezes sem que perdessem sua capacidade", diz.

Ela fez isso durante três meses.

O problema do ouro

"Isso é incrível porque essas bateria tipicamente morrem depois de 5 mil ou 6 mil ciclos, 7 mil no máximo", acrescenta.

Penner contou à revista Popular Science que, quando começaram a testar os dispositivos, se deram conta de que as baterias não iam morrer.

Os especialistas acreditam que a efetividade da bateria de Irvine se deve ao fato de a substância viscosa plastificar o óxido metálico na bateria e lhe dar flexibilidade, o que evita rachaduras.

"O eletrodo revestido mantém sua forma muito melhor, o que faz com que seja uma opção mais confiável", explicou Thai.

"Esta pesquisa prova que as baterias com nanocabos de ouro podem ter uma vida longa e que são uma realidade", acrescentou.

Segundo o estudo, após submeter a bateria a 200 mil ciclos, ela só perdeu 5% de sua carga máxima.

Mas ainda resta um longo caminho antes que estas baterias comecem a ser vistas em nossos celulares.

Por mais finos que sejam esses filamentos, eles são de ouro, o que faz com que as baterias sejam muito caras para fabricação em massa.

Para solucionar este problema, Penner sugeriu a Popular Science a possibilidade de substituir o ouro por uma metal mais comum, como o níquel.

Fonte: terra

domingo, 24 de abril de 2016

Genes fazem “controle de qualidade” no genoma

A vida depende dessa tecnologia
Um novo método para identificar genes responsáveis pelo “controle de qualidade” do DNA pode ajudar no diagnóstico e tratamento de vários tipos de câncer. O trabalho, que combinou técnicas de bioinformática com análises funcionais, encontrou 182 genes do tipo GIS, sigla inglesa para supressores de instabilidade do genoma. Desses, 98 nunca haviam sido descritos antes. “Isso tem potencial para levar a novas terapias, bem como a testes que podem predizer quão agressivo é um dado tumor de um paciente”, diz Sandro de Souza, pesquisador do Instituto do Cérebro da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e um dos autores do estudo, publicado na última edição da Nature Communications. A pesquisa ajuda a ilustrar como o que se convenciona chamar de câncer na verdade é uma complexa série de doenças diferentes, que só têm em comum o fato de envolverem crescimento descontrolado de células que sofreram mutação. (Isso reforça a noção de que dificilmente haverá uma pílula mágica capaz de resolver todo e qualquer caso, como os fãs da fosfoetanolamina querem fazer crer [mas reforça a ideia de que um estilo de vida saudável pode ajudar a prevenir o câncer ou a enfrentá-lo com mais eficácia].)

Os pesquisadores se concentraram num fenômeno que se observa com grande frequência em alguns tipos de câncer, como o colorretal e o ovariano, mas não em outros, como a leucemia. É um embaralhamento forte do genoma da célula, referido tecnicamente pela sigla GCR, de rearranjo cromossômico grosseiro. Ele acontece quando alguns genes responsáveis por manter o DNA todo organizado falham nessa função e induz ao surgimento de mutações, que por sua vez aumentam as chances de surgir um tumor maligno. Mas quais exatamente são esses genes, os tais GIS? Encontrar essa resposta era o objetivo principal do estudo.

Sob a liderança de Richard Kolodner, pesquisador do Instituto Ludwig para Pesquisa sobre o Câncer, em La Jolla, na Califórnia, o grupo se concentrou num primeiro momento no genoma da levedura Saccharomyces cerevisiae. [...] Foram descobertos 182 genes do tipo GIS, além de outros 438 que não são propriamente da mesma categoria, mas agem em concerto para que o sistema de preservação da integridade do genoma se mantenha funcionando. [...] Esta é uma das “assinaturas” mais claras da evolução das espécies – o fato de que muitos dos genes presentes em outros organismos também têm seus equivalentes no homem. É isso que permite que estudos genéticos com outros organismos tenham um impacto importante na saúde humana. No caso do estudo em questão, isso ficou imediatamente claro. [...]

Num nível mais elementar, o estudo oferece mais lampejos sobre como funcionam certos tipos de câncer, provavelmente induzidos por mutações que levam ao colapso do sistema de controle de qualidade do DNA e ao surgimento de rearranjos cromossômicos grosseiros. [...]

Fonte: Folha.com

Nota do blog criacionismo: Como explicar por meio da teoria da evolução a existência de um verdadeiro controle de qualidade genético? Um mecanismo complexo assim poderia surgir naturalmente? E mais: quando esse sistema/mecanismo complexo falha, aumentam as chances de surgimento de tumores. O que dizer da época em que esse mecanismo não existia (segundo a mesma teoria da evolução)? Você não acha que é um verdadeiro milagre estarmos aqui, agora? Outra coisa: O fato de haver genes comuns a vários tipos de organismos aponta para a evolução comum deles ou para a “assinatura” do Criador? Ele pode muito bem ter utilizado mecanismos semelhantes em espécies diferentes, mas que executariam funções semelhantes. Aviões, motocicletas, carros e bicicletas têm rodas. Isso faz deles “parentes”? É tudo uma questão de interpretação. [MB]

A descoberta científica do ano

A revista Science considerou a técnica de edição de DNA conhecida como CRISPR-CAS9 a descoberta científica mais importante de 2015. Essa tecnologia poderá permitir, por exemplo, a correção de doenças causadas por erros no DNA. Além de trazer perspectivas otimistas no campo da saúde, tal avanço científico também fornece importantes pistas sobre a origem da vida. De acordo Timothy Standish, diretor associado do Geoscience Research Institute (Instituto de Pesquisa em Geociências), as descobertas em torno desse método apoiam a crença em um Designer inteligente. Para ele, trata-se de algo relevante para a compreensão das origens porque mostra um limite na teoria da evolução de Charles Darwin. “Mesmo editando e manipulando de maneira artificial os genes, não é possível fazer uma melancia do tamanho de um grão de milho, o que aponta para a necessidade de uma engenharia inteligente”, ele afirma.

Fonte: ANN

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Erupção vulcânica cria nova ilha no Japão

Um vulcão japonês que até agora estava oculto está se levantando no Oceano Pacífico. Um novo estudo publicado na revista Geology traçou a evolução notável de uma das ilhas mais jovens do mundo, revelando como ela se formou em duas fases incrivelmente explosivas.

A cerca de 1.000 km ao sul de Tóquio fica a ilha de Nishinoshima, uma ilha vulcânica que foi vista pela primeira vez em erupção em 1973. Este pedaço de rocha é a ponta de um vulcão submarino muito maior, que tem cerca de 3 quilômetros de altura e talvez 94 km de circunferência em sua base.

Em novembro de 2013, atividade vulcânica explosiva foi observada no sudeste da ilha; enormes saídas de lava foram vistas subindo para a superfície do oceano, e dentro de um mês, a nova ilha subiu 25 metros acima do nível do mar. Até o final do ano, o novo vulcão e o mais velho e maior em Nishinoshima se fundiram em um abraço ardente.

Depois de observar o nascimento da ilha, os autores deste novo estudo revelaram que a sua formação ocorreu em duas etapas principais. A primeira envolveu a liberação repentina de lava quente na água rasa e fria. Um invólucro de vapor rapidamente foi formado ao longo das margens da lava, antes desta expandir explosivamente na água e impulsionar dramaticamente gotas derretidas e vidradas para o alto.

Mudança de estilo

Este fenômeno é conhecido como uma erupção “Surtseyan”, em homenagem a uma ilha da Islândia que se formou precisamente seguindo o mesmo caminho em 1963. Mas três dias depois de descobrir a ilha, a Força de Auto-Defesa Marítima Japonesa notou que o estilo da erupção havia se alterado.

A ilha agora rompia a superfície e a água não podia mais cair nas aberturas de ventilação cheias de lava. Pontos secos de gás de repente passaram a surgir da montanha em miniatura. Esta fase “Strombolian” da erupção produziu fontes de fogo espetaculares e permitiu que a lava construísse sobre a rocha pré-existente.

Em vez de tomar um caminho direto do respiradouro do vulcão para dentro do mar, a lava tomou uma rota muito mais estranha. Conforme a lava mais velha resfriava, formava torções peculiares, colisões, tubos e sulcos na superfície, de modo que a lava mais recente foi forçada para baixo nestas montanhas-russas naturais antes de chegar à água e ao arrefecimento.

Ambiente propício para vida

As ilhas siamesas permanecem em atividade vulcânica em 2016; a lava ainda está esporadicamente entrando em erupção na superfície e criando novos pedaços de terra. Na verdade, uma vez que a erupção começou, cerca de 80 piscinas olímpicas de lava foram produzidas a cada dia.

O mais importante é que a terra vulcânica é extremamente favorável à vida. Como as oliveiras nos arredores do Monte Etna e as densas florestas ao redor do Monte Fuji mostram, biologia complexa pode ser suportada nos flancos destas monstruosidades. O novo Nishinoshima não é exceção, e as aves já estão fertilizando-o – um pouco sem cerimônia – com o seu cocô e vômito.

Portanto, não são só os vulcanólogos que estão fascinados: os biólogos estão esperando para ver que tipo de vida colonizará primeiro este cada vez maior laboratório natural. Isso pressupõe, no entanto, que o vulcão ainda vai crescer rápido o suficiente para evitar ser corroído pelas ondas que estão quebrando na sua terra recém-nascida.

Fonte: hypescience

Nota: "Evidências de catastrofismo alterando a geomorfologia da Terra. Além disso, evidências de crescimento rápido de vegetação sobre a ilha recém-formada." Everton Alves

Medalha Thomson para Marcos Eberlin



Veja também: Marcos Eberlin receberá mdalha Thomson

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Dr. Marcos Eberlin receberá medalha J. J. Thomson

O professor da Unicamp Marcos Nogueira Eberlin será o primeiro cientista sul-americano a receber a medalha J. J. Thomson, conferida bianualmente pela Fundação Internacional de Espectrometria de Massa (IMSF, na sigla em inglês). A escolha de Marcos Eberlin foi feita após votação dos representantes de 39 sociedades de espectrometria de massa afiliadas. Conforme a IMSF seu nome foi escolhido entre 17 candidatos indicados graças aos relevantes serviços para o desenvolvimento e propagação da espectrometria de massas. A medalha será entregue em agosto na cidade de Toronto, no Canadá, durante a 21ª Conferência Internacional de Espectrometria de Massas. Vale ressaltar, o Prof. Dr. Marcos Eberlin é presidente da SBDI - Sociedade Brasileira do Design Inteligente.

Fonte: Desafiando a Nomenclatura Científica

domingo, 3 de abril de 2016

Outra revista científica cita Deus e causa alvoroço

A declaração não é sutil; de fato, é a primeira sentença da introdução em “[Energia] Solar com condensador – uma revisão detalhada”. “A água é um presente de Deus e desempenha um papel-chave no desenvolvimento de uma economia, e em todo o bem-estar de uma nação.” O artigo em si contém algumas poucas similaridades com um artigo de 2010 sobre o mesmo tópico, “Destilação solar ativa – uma revisão detalhada”, que também apareceu na Revista de Energias Renováveis e Sustentáveis. Mas a primeira sentença do artigo é dada de forma ligeiramente diferente: “A água é um presente da natureza, e desempenha um papel-chave no desenvolvimento de uma economia e, e em todo o bem-estar de uma nação. No início deste mês, a PlosONE retratou um artigo que citou “o Criador”; nesse caso, todavia, um autor declarou que a redação resultou de um erro de tradução.

Existem algumas outras similaridades entre os artigos de 2010 e 2016. Por sinal, veja-se alguns excertos dos dois resumos – o primeiro, de 2010, segue: “Por todo o mundo, o acesso à água potável para as pessoas está diminuindo dia a dia. A maior parte das doenças humanas se deve a fontes de água poluídas ou não purificadas. Mesmo hoje, nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, encontra-se uma imensa escassez de água por causa de mecanismos não-planejados e poluição criada por atividades humanas. A purificação da água sem afetar o ecossistema é a necessidade do momento.”

E a versão de 2016: “O acesso à água potável às pessoas está diminuindo dia a dia por todo o mundo. A maior parte das doenças humanas são causadas por fontes de água poluídas ou não-purificadas. Purificação da água sem afetar o ecossistema é a necessidade do momento.”

Para ser justo, o artigo de 2016 cita a versão de 2010 na lista de referências – a despeito de que a referência aparece no fim da introdução, não onde as similaridades textuais aparecem primeiro. O artigo de 2010 foi citado 70 vezes, de acordo com o [índice] Thomson Reuters Web of Science; o artigo de 2016 não tinha sido ainda indexado.

A linguagem do [artigo] de 2016 recebeu uma forte reação no Twiter: “É preciso alguma audácia ao fazer plágio de um artigo – no mesmo periódico – e também ao jogar uma referência a Deus!”

Nós contatamos um representante da Elsevier, que publica a revista, o qual nos disse: “Há apenas uma referência a ‘Deus’ na primeira sentença da Introdução, onde diz ‘a água é um dom de Deus’ – isso parece ser uma referência ampla, talvez similar à referência ‘a água é um dom da natureza’, na primeira linha da introdução do artigo de 2010. Então, não pensamos que o artigo de 2016 seja um artigo criacionista, pois o resto do artigo fala sobre a ciência da destilação solar, etc. Nós também estamos pesquisando o artigo de 2016 por duplicação, mas essa é outra história.”

FonteRetraction Watch; tradução: Alexsander D. da Silva via criacionismo

Nota do blog Criacionismo: Deixando de lado o assunto do plágio (que deve mesmo ser condenado), mais uma vez chama a atenção a celeuma criada pelo simples fato de o artigo mencionar Deus. Quando se escreve que a “natureza é sábia” ou que a água é um “dom da natureza”, tudo bem, ainda que se atribuam, com isso, características quase divinas à natureza, numa espécie de adoração pagã repaginada. Se a água não é um dom de Deus, o que é, então? Fruto do acaso? Dois gases que se uniram casualmente para formar um líquido singular e vital (confira)? [MB]

segunda-feira, 14 de março de 2016

Não é mágica, é areia hidrofóbica

Areia hidrofóbica: trata-se basicamente de grãos de areia revestidos por materiais insolúveis em água derivados, por exemplo, da sílica. O efeito não é incrível?



E dá para fazer o produto em casa, com areia e impermeabilizante de tecidos, conforme explica o Manual do Mundo. Veja abaixo o tutorial para produzir a sua própria areia hidrofóbica:

quinta-feira, 10 de março de 2016

EXPERIMENTO DE MILLER - Prof. Tarcísio Vieira

Veja o que querem fazer com a educação no Brasil!

Uma leitora que trabalha na Coordenadoria Regional de Educação de um município de Rondônia me escreveu para manifestar sua justa preocupação: “Desde outubro de 2015 está sendo feita uma mobilização para reformulação (construção) da Base Nacional Comum Curricular (Novos Parâmetros Curriculares Nacionais). Essa Base regulamenta os conteúdos, pressupostos metodológicos e objetivos de aprendizagens para as escolas de educação básica no País, tanto públicas quanto privadas. É uma chamada pública em que todos os segmentos da sociedade podem contribuir. Qualquer pessoa, segmento ou instituição pode se cadastrar e fazer contribuições. Como servidora do Estado de Rondônia, estou fazendo as contribuições juntamente com meus colegas professores e organizando seminários de discussão. Comecei pelos anos iniciais e pela educação infantil, mas só agora cheguei ao ensino médio.

“Preocupa-me muito como estão enfatizando a questão do evolucionismo em Biologia, querendo contextualizá-lo e torná-lo familiar aos jovens. Veja uma parte do texto: primeiro coloca Biologia Evolutiva como campo da Ciência Biológica. Depois cita ‘a noção de evolução e o pressuposto de que todas as formas vivas descendem de um ancestral comum [o que é um conceito macroevolucionista filosófico] o que permite que o fenômeno vida tenha uma unicidade e que a Biologia seja uma disciplina integrada’.

“Outra citação diz: ‘É importante que os estudantes saibam aplicar, de forma adequada, a teoria da seleção natural para explicar eventos evolutivos como o surgimento de bactérias e antibióticos [seleção natural não explica o surgimento de nada, apenas a sobrevivência do mais apto], o problema da obesidade e diversificação de espécies.’ Isso está no texto introdutório; quando se chega aos objetivos de aprendizagem, que é a parte que os professores vão utilizar para elaborar efetivamente as aulas, piora um pouco mais.

“Ainda me preocupa a parte de Ensino Religioso, que está tendenciosa para o espiritismo. As partes de Sociologia, Filosofia e História abordam temas como ideologia de gênero, pouco amadurecida e pouco científica.

“Minha preocupação é que todos podem ter acesso a esses documentos, mas a comunidade religiosa pouco tem se importado. Se esse documento for aprovado do jeito que está, teremos que acatá-lo como currículo, inclusive em escolas confessionais.

“Meus colegas e eu não temos força contra uma sociedade desinformada e pouco preocupada com a educação de seus filhos. Meu pedido é que você se cadastre na Base (clique aqui) a fim de tomar conhecimento do que está acontecendo, e que faça suas contribuições. Divulgue isso a quantas pessoas puder.”

Evolucionismo, espiritismo e ideologia de gênero ensinados para as crianças, na escola, desde os primeiros anos de vida. Isso é pura doutrinação ideológica! Realmente não podemos ficar calados diante disso. Entre no site e faça valer seu direito de expressão. Cidadania também é isso. [MB]

Fonte: criacionismo

domingo, 6 de março de 2016

Por que o nariz fica entupido uma narina por vez?

Acaso ou Design Inteligente
Embora possamos não prestar atenção, a não ser quando estamos doentes, sempre respiramos mais fortemente por uma narina do que pela outra. Durante o dia, os lados mudam e a outra narina entra em “modo de trabalho”. Mas por que isso acontece? Como relata o portal Science Alert, esse processo é automatizado pelo sistema nervoso autônomo, o mesmo sistema que controla muitas coisas que seu corpo faz por si só, como a digestão e o ritmo cardíaco. Para o nariz, esse sistema controla o seu “ciclo nasal”, de modo que cada narina opera de forma eficaz. De acordo com um estudo publicado no PubMed, o repositório de artigos científicos do Instituto Nacional de Saúde da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, o ciclo nasal acontece várias vezes durante o dia e só chama nossa atenção se o seu nariz está mais entupido do que o habitual. Para abrir um lado de seu nariz e fechar o outro, o corpo infla o tecido com sangue, da mesma forma que acontece durante a ereção de um homem.

“O aumento do fluxo sanguíneo provoca congestionamento em uma narina por cerca de três a seis horas antes de mudar para o outro lado. Há também o aumento do congestionamento quando se está deitado, o que pode ser especialmente notável quando a cabeça está virada para um lado”, aponta a pediatra Jennifer Shu, em sua coluna na CNN.

Acredita-se que esse ciclo ajude a completar nosso olfato. Alguns cheiros são mais bem captados pelo movimento rápido do ar pelo nariz, enquanto outros levam mais tempo e são detectados melhor com o ar agindo lentamente. Se um dos lados do seu nariz está bem aberto e o outro está um pouco fechado, você recebe todos os cheiros. O processo também dá uma pausa a cada narina, uma vez que um fluxo constante de ar forte pode secá-la e matar os pequenos pelos que nos protegem de contaminantes externos.

Quando ficamos doentes, todo o processo pode se tornar insuportável, porque a narina que está efetivamente “desligada” parece estar muito, muito mais entupida do que a outra. Basicamente, o sentimento de entupimento é amplificado pelo frio.

Então, da próxima vez que você sentir que só está respirando de um lado do nariz, lembre-se que é um sistema natural e automático, trabalhando para fazer com que você sinta os cheiros de maneira adequada e protegendo suas narinas de secarem em função de rajadas de vento fortes – e sujas.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacinismo: Sistema de controle autônomo e de proteção nasal; mecanismo de maximização do olfato; neurônios especializados no olfato; etc. E aí? Acaso ou design inteligente? Se visse tudo isso num androide, qual seria a sua resposta? [MB]

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Ondas gravitacionais e seu significado para o criacionismo

Ondas que deformam o espaço e tempo
Em setembro de 2015, o esforço coordenado de muitas equipes de pesquisadores finalmente deu frutos significativos: foram detectadas pela primeira vez ondas gravitacionais com uma chance de equívoco de ordem de 1 a cada 203.000 anos. Traduzindo, isso é muito mais provável do que a grande maioria do que as pessoas consideram como absolutamente certo no cotidiano, mas está apenas ligeiramente acima (5,1σ) do mínimo aceito pelos físicos para aceitar uma confirmação experimental (5,0σ) oficialmente. Para entender o significado disso é necessário conhecer o contexto. No século 19, James C. Maxwell reuniu diversas evidências experimentais e encontrou um padrão matemático. Ele expressou esse padrão na forma de um modelo matemático bastante abrangente, isto é, uma teoria científica: a Teoria Eletromagnética, que hoje em dia é comumente baseada em quatro equações diferenciais, embora possa ser expressa em apenas uma (F+J=0). A maior parte da tecnologia atual foi possível de desenvolver graças a esse conhecimento.

Para termos uma ideia da abrangência desse assunto, a existência de átomos e moléculas, sólidos e líquidos, toda a Química, a luz, o Sol aquecendo a Terra, a Biologia, o cérebro funcionando, tudo isso são manifestações de fenômenos eletromagnéticos.

Isso foi e continua sendo um grande sucesso, mas havia algo perturbador: uma das consequências dessa teoria é que a velocidade da luz é a mesma para todos os observadores. Imagine que um raio de luz passe por você a quase 300.000 km/s e você o persiga a 99% dessa velocidade em uma nave espacial super-rápida. Você esperaria que ele se afastasse de você a 3.000 km/s, mas o que ocorre é que mesmo do seu ponto de vista, ele continua se afastando de sua nave a 300.000 km/s. Mesmo assim, esse raio de luz estaria viajando ainda a 300.000 km/s em relação à Terra. Isso parecia absurdo. Maxwell propôs a ideia de que essa velocidade absoluta gerada pelas equações seria em relação a algum meio que permearia todo o espaço, ao que ele chamou de éter luminífero. O experimento de Michelson-Morley, bastante semelhante ao usado em 2015 para detectar as ondas gravitacionais, indicou que o tal éter luminífero não existe, e que a velocidade da luz é mesmo absoluta em relação a todos os observadores, não apenas a algum referencial privilegiado.

Um físico chamado Hendrik Lorentz mostrou matematicamente algumas implicações ainda mais perturbadoras desse fenômeno: dilatação do tempo e encurtamento do espaço. Seria possível, por exemplo, viajar para o futuro.

Ainda resistindo à Matemática, os físicos tendiam a considerar isso apenas como uma excentricidade da teoria, algo que só valia para o eletromagnetismo, mas não para o restante dos fenômenos físicos. Estavam errados. Albert Einstein aceitou a possibilidade de as consequências de Teoria Eletromagnética serem reais e universais e construiu um modelo matemático abrangente (teoria científica) baseado nas leis de Newton acrescidas de dois princípios: (1) a velocidade da luz é a mesma para todos os observadores, e (2) todos os sistemas inerciais são equivalentes, isto é, qualquer laboratório que seja montado em uma situação em que não exista aceleração obterá os mesmos resultados ao estudar leis físicas. A partir dessas cinco leis, a teoria resultante chama-se Relatividade Especial. Também foi e é um grande sucesso em termos de fornecer resultados acurados para uma infinidade de fenômenos, alguns desconhecidos previamente.

Mas faltava um ingrediente importante: a gravidade frequentemente tem um papel relevante em diversos fenômenos de interesse nessa área, porém, a Relatividade Especial ignora a gravidade. Como levar a gravidade em conta? Einstein trabalhou nisso durante anos. Finalmente, usou o famoso princípio da ação mínima, que se baseia na ideia de que tudo o que Deus faz, incluindo leis físicas, é otimizado, e ainda conceitos da teoria geométrica de Riemann e do cálculo tensorial de Ricci, conseguiu deduzir uma equação diferencial tensorial que mostra uma relação entre energia, quantidade de movimento, tensões e curvatura do espaço-tempo. Essa equação é o fundamento de uma teoria científica chamada Relatividade Geral.

Como as anteriores, foi extremamente bem-sucedida, mesmo deixando alguns elementos de fora (levada em conta a curvatura mas não a torção no espaço-tempo, por exemplo).
Concepção artística de um buraco de minhoca

Como nos casos anteriores, as consequências dessa equação surpreenderam e confundiram seu autor e colegas. Uma das primeiras consequências descobertas foi a existência de buracos negros, juntamente com muitos detalhes sobre seu funcionamento. Seguindo essa linha, encontram-se possibilidades de viajar tanto para o futuro quanto para o passado. Outro resultado interessante são oswormholes, ou buracos de verme/minhoca, nome inspirado em vermes de frutas que não precisam andar pela superfície de uma maçã para chegar de um lado a outro, mas podem cavar um túnel e passar por dentro da maçã. Buracos de verme permitiriam viajar de um ponto a outro do espaço-tempo sem a barreira da velocidade da luz. Dominando essa tecnologia poderíamos, em tese, viajar até uma galáxia a bilhões de anos luz em poucos minutos.

Literalmente milhões de experimentos têm sido feitos mostrando o quão acurada é a equação da Relatividade Geral para uma grande variedade de tipos de fenômenos (alguns autores falam em equações por se tratar de uma equação com entidades representáveis por matrizes, possuindo muitas componentes, podendo-se decompor a equação original em um sistema de várias equações mais simples).

Um outro resultado perturbador da equação da Relatividade Geral é o de que o Universo (o espaço mesmo, com ou sem matéria) não poder ter existido sempre, pelo menos não da forma como o conhecemos. O Universo teve uma origem. Einstein e outros não queriam aceitar esse resultado. Na década de 1920, Georges Lemaître, um religioso católico que também era físico, estudou as soluções da equação da Relatividade Geral, comparando-os com resultados da Termodinâmica e com observações astronômicas. O resultado que obteve é essencialmente o que hoje chamamos de Teoria do Big Bang, o primeiro modelo matemático cosmológico criacionista, embora não tenha sido apresentado dessa maneira. Com o tempo e com as evidências acumulando-se ao longo do tempo, o modelo acabou sendo aceito e encaixado em uma visão filosófica que abrisse espaço para doutrinas ateístas.

Esse e alguns outros modelos cosmológicos criacionistas, como o do Dr. Humpheys e do Dr. Gentry, baseiam-se na Relatividade Geral. A própria Teoria das Cordas, usada em anos recentes para estudar a possibilidade de outros universos, baseia-se na Relatividade Geral.

Assim, confirmações da validade da Relatividade Geral apoiam a principal base desses modelos, tanto criacionistas quanto evolucionistas. Para isso, procuram-se confirmar previsões de fenômenos ainda não detectados. Um desses é o das ondas gravitacionais.

Mas o que são ondas gravitacionais? Imagine um pequeno lago e imagine-se jogando uma pedra nesse lago. A partir do ponto de impacto entre a pedra e a água, ondas propagam-se pela superfície do lago. A pedra causa uma deformação na superfície da água, o que causa um movimento ondulatório que se propaga. A gravidade é uma espécie de deformação do espaço-tempo. Alguns fenômenos que ocorrem no espaço são particularmente violentos e, de acordo com a Relatividade Geral, fazem com que o espaço-tempo “ondule” e essa ondulação se propaga pelo espaço, possuindo certas características descritas em detalhes por soluções da equação da Relatividade Geral. Sabemos exatamente o que procurar e de onde esperar que essas ondas venham. A tecnologia para isso, porém, precisa ser muito sensível e dependemos de fenômenos naturais que causem essas ondas. Esses fatores se combinaram em 2015 e a detecção foi finalmente possível.

Mas esses resultados são muito mais úteis do que simplesmente confirmar algo que já se sabia teoricamente há muitas décadas. A tecnologia desenvolvida em pesquisas avançadas frequentemente tem encontrado novos usos no cotidiano, beneficiando a todos enquanto permanece desconhecida, funcionando nos bastidores para reduzir os transtornos da vida. Além disso, se aperfeiçoarmos o processo a ponto de formarmos uma espécie de “olho” para enxergar o Universo através de ondas gravitacionais, teremos acesso a coisas que agora são invisíveis ou quase.

(Dr. Eduardo Lutz é astrofísico e reside em Porto Alegre, RS)

Fonte: criacionismo

Ressurreição - o filme

“Ressurreição” é a épica história bíblica da ressurreição contada pelos olhos de um incrédulo. Clavius (Joseph Fiennes), um poderoso tribuno militar romano, e seu assistente, Lucius (Tom Felton), têm a tarefa de resolver o mistério do que aconteceu com Jesus nas semanas seguintes a crucificação, a fim de refutar os rumores de um Messias ressuscitado e evitar uma revolta em Jerusalém.

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