quarta-feira, 17 de maio de 2017

Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia

Lançamento
Após intensa pesquisa histórica e científica, Cristina Beloni Alencar disseca o livro de Gênesis e mostra que estudos seculares comprovam relatos bíblicos.

Muito já se escreveu sobre a Bíblia. Como fonte central de toda a fé cristã, é quase impossível se manter neutro diante de uma obra tão reveladora e que encerra tanto conhecimento. A jornalista e teóloga Cristina Beloni Alencar, em seu livro Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia – Jornalismo Investigativo Bíblico, disseca os principais pontos que são motivo de controvérsia, apresentando, por meio de intenso trabalho histórico e documental  a defesa de fatos chaves para a história da humanidade.

Com linguagem clara e repleta de convicção, acontecimentos como a criação do universo e do homem, o surgimento das espécies, existência dos dinossauros,  aspectos geológicos e culturais como a multiplicidade de idiomas e surgimento das nações e etnias são abordados,  sempre com o cruzamento de evidências históricas, científicas, geográficas e arqueológicas que corroboram e evidenciam as verdades bíblicas, em uma fascinante viagem  aos principais temas do livro de Gênesis.

“Os fatos bíblicos causam até hoje muita controvérsia, devido à desafiadora simplicidade de suas colocações. A questão é que ninguém consegue ficar neutro diante da Bíblia, ou a aceita como palavra de Deus ou rejeita completamente. Por meio de evidências objetivas e científicas, mostro nestas páginas que sim, a Bíblia sempre tem razão”, diz Cris.

Em nosso contexto de pós-modernidade, o teólogo Luiz Sayão ressalta que “o mérito do livro está na retomada deste inescapável diálogo-confronto entre a Bíblia e a realidade secular, iniciado desde o surgimento do racionalismo e iluminismo europeus e continuado até os dias de hoje”.

O mergulho nos mares de Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia não deixará o leitor imune ao desafio de digerir e investigar os temas bíblicos, instigando o aprofundamento nas escrituras e derrubando preconceitos e  a rejeição, muitas vezes, vindos de sofismas e desconhecimento do Livro dos livros.

Sobre a autora

Cristina Beloni Alencar iniciou suas pesquisas bíblicas assim que se converteu ao Cristianismo. A curiosidade a fez buscar conhecimentos em diversas áreas acadêmicas, desde o Jornalismo ao curso de Teologia, com ênfase em arqueologia bíblica. Pesquisadora associada à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pertence à Sociedade Brasileira do Design Inteligente no Brasil. Foi coordenadora de redação da Revista Eclésia e atualmente trabalha para uma ONG internacional que apoia cristãos perseguidos e cursa mestrado em Missões Transculturais.

Ficha Técnica
AD Santos Editora
Derrubando Mitos: compreendendo a Bíblia
ISBN: 978.85.7459-414-9
Páginas: 240
Formato: 14 X 21cm
Preço: R$ 35,00

Nota: O livro está à venda no site e pela página oficial no Facebook, além de
livrarias virtuais especializadas em livros cristãos e também pelo
whats app (11) 997372302.

A nova Revista Criacionista do Brasil

É com grande alegria que apresentamos a você uma novidade: a edição de lançamento da Origem em Revista!

Foram meses trabalhando, orando, e por meio da parceria com alguns queridos amigos, estamos conseguindo projetar uma revista relevante, para que hoje possamos celebrar junto com você o nascimento de um veículo de divulgação criacionista que veio pra ficar.

Origem em Revista é um periódico eletrônico interdisciplinar do tipo magazine, publicado semestralmente, que aborda questões científicas e teológicas relativas à origem da vida e à história passada do mundo natural. Será uma revista gratuita de acesso livre, e a publicação conosco não envolverá nenhum custo.

Estamos preparando a revista para que ela apresente imagens que inspirem sua imaginação e que traduzam fielmente o conteúdo dos textos, com um texto fluido, linguagem moderna e com informações úteis para quem quer aprender mais sobre o assunto das origens. O ideal é que você nos acompanhe sempre por meio de mais este canal, para que possamos estabelecer um diálogo constante e ininterrupto. Além de inspiração, últimas notícias e evidências recém-publicadas pela comunidade científica (criacionista e naturalista), a revista trará a cada edição seções contendo os mais variados assuntos, a fim de cobrir as mais diversas áreas do conhecimento humano com o viés da Origem da Vida e do Universo.

Estamos torcendo para que você curta muito o conteúdo que a gente está preparando pra você, porque tudo está sendo feito com muito carinho. E se tiver sugestões ou perguntas, escreva para faleconosco@origememrevista.com.br

Visite nosso site em: www.origememrevista.com.br

O dinossauro mais bem preservado do mundo

Só um esputamento rápido explica
Geólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

Esse mar estava cheio de vida, repleto de répteis gigantes que chegavam a 18 metros de largura, enquanto suas costas foram atravessadas por dinossauros gigantes por milhões de anos. A área está repleta de fósseis desde o início dos registros. “O operador de pá na mina viu um bloco com um padrão engraçado e entrou em contato com um geólogo”, disse o Dr. Brinkman. O fóssil, fotografado para a edição de junho da revista National Geographic, foi exposto na sexta-feira.

A lei de Alberta designa todos os fósseis a propriedade da província, não dos proprietários da terra onde eles são encontrados. A maioria é descoberta depois de ser exposta pela erosão, mas a mineração também provou ser uma bênção [!] para os paleontólogos.

Dr. Brinkman disse que o museu foi cuidadoso para não inibir a atividade industrial ao recuperar fósseis para que os operadores das escavadeiras não tivessem medo de chamar quando encontrassem algo. “Esses são espécimes que nunca seriam recuperados de outra forma”, diz Brinkman. “Nós recebemos dois ou três espécimes significativos a cada ano”.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Pense comigo: se o animal morresse em condições normais e seu cadáver escapasse de ser devorado por carniceiros, com o tempo apodreceria. A hipótese acima é a de que “seu corpo acabou no fundo de um mar antigo”, onde teria fossilizado. Ocorre que o mar seria o pior lugar para um corpo fossilizar. Experiência feita com o corpo de porcos já deixou isso bem claro (confira aqui). Fossilização ocorre sob lama, e o sepultamento tem que ser instantâneo. Animais pegos de surpresa por uma catástrofe envolvendo água e lama, sepultados instantaneamente a ponto de ter seus corpos perfeitamente preservados... O que isso lhe sugere? E mais: esse é um fenômeno observado em todos os continentes, incluindo a Antártida. O que quer que tenha acontecido foi uma catástrofe global. [MB]

Cientistas questionam a teoria da evolução

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza comprovam a existência de um ser superior. No núcleo de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recém-inaugurado por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, estudiosos descartam a criação do mundo com um simples acaso e analisam códigos genéticos como uma espécie de 'assinatura de Deus'. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem!

Mackenzie cria centro que questiona a evolução

Universidade  realmente plural
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

Tribunais dos EUA consideraram que o DI seria, na essência, muito semelhante ao criacionismo bíblico (a ideia de que Deus criou diretamente o homem e os demais seres vivos) e, portanto, seu ensino violaria a separação legal entre religião e Estado no país [o que é uma tremenda forçação de barra, já que o DI nem se ocupa da natureza do Designer, por entender que esse assunto extrapola a capacidade de pesquisa dos cientistas. A TDI apenas identifica evidências de um design na natureza, mais ou menos como fazem os cientistas forenses, por exemplo. Há entre os defensores do DI até ateus e agnósticos. O próprio Michael Behe (que esteve na Mackenzie) não é criacionista. Dizer que DI é um tipo de criacionismo trata-se de má-fé das autoridades norte-americanas e do autor da matéria da Folha, na tentativa de evitar a discussão e blindar o evolucionismo].

“É importante destacar que não é um núcleo de DI, e sim um núcleo de fé, ciência e sociedade”, declarou à Folha o teólogo e pastor presbiteriano Davi Charles Gomes, chanceler da universidade. “Nossa instituição é confessional, o que significa que ela tem uma visão segundo a qual o mundo tem um significado transcendente. E não existe ciência que, no fundo, não reflita também sobre coisas transcendentes.”

Segundo Gomes, o contato com o Discovery Institute já acontece desde a década passada, quando a universidade começou a organizar o ciclo de simpósios “Darwinismo Hoje”, trazendo biólogos defensores da teoria da evolução e palestrantes que questionam o consenso científico. “Visitei o Discovery em Seattle e descobri que eles aplicam a ideia de design inteligente e complexidade irredutível a uma série de questões que vão além dos seres vivos, como sistemas de trânsito.” [A Mackenzie está de parabéns, pois está fazendo o que todas as ditas universidades deveriam estar fazendo: dando voz e vez ao contraditório, permitindo que haja discussão aberta e plural, oportunizando aos alunos a chance de ter contato com várias facetas da discussão sobre a origem e o desenvolvimento da vida. Palestrantes evolucionistas têm livre acesso aos eventos da Mackenzie. Por que o mesmo não ocorre com os pesquisadores criacionistas e do DI em todas as universidades não confessionais? Algumas até lhes fecham as portas. Confira aqui e aqui.]

“Complexidade irredutível” é uma das palavras de ordem dos defensores do DI. O termo costuma ser aplicado a estruturas biológicas que, em geral, têm escala celular ou molecular e apresentariam organização tão intrincada que não poderiam ter surgido de forma gradual e não guiada, contrariando, portanto, o que diz a teoria da evolução. O grande exemplo seria o flagelo (grosso modo, “cauda”) de certas bactérias. Embora biólogos já tenham apresentado indícios fortes de que o flagelo bacteriano poderia ter sido construído a partir de peças de “seringas moleculares” usadas pelos micróbios para injetar toxinas, os adeptos do DI resistem à ideia. “Quanto mais a gente estuda o flagelo, mais complexo ele fica”, argumenta o químico Marcos Eberlin, pesquisador da Unicamp que coordenará o núcleo e é presidente executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. [Depois de mais de vinte anos que Behe publicou seu livro A Caixa Preta de Darwin, com seu desafio bioquímico à teoria da evolução, tudo o que os evolucionistas têm a oferecer são “indícios fortes”?]

Eberlin afirma que seu objetivo é promover a “avaliação crítica das duas possibilidades” (teoria da evolução e DI), um debate que, segundo ele, estaria sendo barrado pela maior parte da comunidade científica. “O problema é que a academia fechou a questão e não abre brecha para nenhum debate: só existe matéria, energia e espaço no Universo e acabou. Não é assim, os debates é que tornam a ciência divertida”, diz.

Grande parte dos defensores do DI são cristãos conservadores, interessados em mostrar uma possível consonância entre os dados biológicos e o relato bíblico da Criação, mas Eberlin afirma que o movimento não impõe uma linha religiosa ou filosófica única. “Tem gente que acha que o design vem dos ETs, outros falam de um Grande Arquiteto do Universo, como os maçons, ou um espírito evoluído, como os espíritas.”

Para especialistas [e os pesquisadores do DI não são especialistas?], o projeto tem sabor de fracasso. “É triste e extremamente preocupante”, diz o paleontólogo Mario Alberto Cozzuol, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). “As premissas do DI foram derrubadas e expostas já faz muito tempo. Seus proponentes não têm aportado nenhuma novidade para a discussão. O único motivo pelo qual isso continua atraindo gente é a falta de educação em ciências.” [Para mim, o projeto deixa na boca dos evolucionistas um sabor de desespero e medo. Eles não suportam a ideia de a academia se abrir para o diálogo ou de ver o evolucionismo ser contestado em bases científicas.]

“Sabendo que o Mackenzie tem um curso de biologia que não compartilha, ou não compartilhava, das ideias do DI, pode haver choque de interesses. De qualquer forma, o peso simbólico é grande”, afirma o teólogo Eduardo Rodrigues da Cruz, especialista na relação entre ciência e religião da PUC-SP. “Considero que se trata de uma tremenda desonestidade intelectual”, diz Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS. “As evidências, fatos, provas pouco importam – o que importa é a narrativa, construída de forma que se coadune com a ideologia ou a crença do sujeito.” [Desonestidade intelectual é uma instituição de ensino proibir seus alunos de saber que existem outros modelos que estudam o assunto das origens, e que o evolucionismo tem, também, aspectos filosóficos/metafísicos. Desonestidade intelectual é não querer ver que a TDI não se baseia em livros religiosos nem em crenças subjetivas. Desonestidade intelectual é não apresentar argumentos e ficar no mi, mi, mi.]

Fonte: Folha.com via criacionismo

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Chemsketch é um software gratuito para trabalhos de compostos orgânicos


O software ACD/Chemsketch tem como objetivo proporcionar aos os estudantes, químicos, farmacêuticos, físicos-químicos e pesquisadores envolvidos com o estudo de compostos químicos orgânicos complexos uma visualização ampla e integral das moléculas abordadas em suas pesquisas no formato plana e em 3D. Disponibilizamos cinco imagens - ao lado esquerdo deste post - de recursos que este programa pode oferecer.


Esta ferramenta disponibiliza a construção de estruturas moleculares, mecanismos de reações, o ângulo entre as ligações, possui tabela periódica própria, cálculo de propriedades físico-químicas (massa, formula centesimal, volume molar, índice de refração, tensão superficial, constante dielétrica, densidade, entre outros cálculos.), permite ter a verificação de tautomeria, numeração de cadeia carbônica, banco de dados com aminoácidos, ciclos, entre outros e até mesmo aparelhagem de laboratório. 


Lembrando, ACD/Chemsketch é um software gratuito e fácil de instalação. Para obter este programa precisa-se primeiro cadastra-se no site: http://www.acdlabs.com/home/. Após receber um e-mail de confirmação com sua senha, comece a navegar no site e solicite o programa ACD/Chemsketch 12.0 freeware. Faça o download em um só arquivo ou vários, quando baixar, ira aparecer uma janela, a qual você irá salvar o programa no seu computador.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS:
Versão....: 12.0
Servidor.: Jumbofiles
Uploader: tomrastaman
Idioma....: Inglês
Tamanho.:36MB

Para quem tiver dificuldade de trabalhar com este programa, existem na internet alguns tutoriais e guias práticos que podem auxiliar na aprendizagem. Assista este aqui e aqui, leia este aqui.

Fonte: acdlabs

Nota deste blog: Conheça também outros paradidáticos e produtos que podem auxiliar você no estudo e no trabalho na área de química e disciplinas afins acessando estas matérias: Edição 2017: Tabela Periódica dos ElementosTabela Periódica completa para impressão. É gratuita!Folhas para desenhar reações orgânicas

Interior de São Paulo já foi coberto pelo mar

Evidências de uma catástrofe hídrica
Um levantamento realizado por pesquisadores de sete universidades brasileiras e portuguesas apontou que há 260 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] o interior de São Paulo era coberto por água. O chamado “mar de Irati” tinha um milhão de quilômetros quadrados e acabou secando após uma série de mudanças geológicas. Entretanto, fósseis de animais marinhos e vestígios de algas ainda podem ser encontrados em algumas regiões, como no município de Santa Rosa de Viterbo (SP), a 300 quilômetros da capital paulista, onde ficava uma das praias de águas limpas, claras, rasas e quentes, como descreve o estudo.

As primeiras descobertas ocorreram na década de 1970, durante os trabalhos de escavação em uma mina de calcário que, mais tarde, se tornou um sítio arqueológico. Agora, as informações foram reunidas em um inventário geológico, publicado na revista científica GeoHeritage. O documento é assinado por geocientistas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Carlos (UFScar), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Florestal e Instituto Geológico de São Paulo.

Segundo os pesquisadores, os elementos que comprovam a existência do mar de Irati estão embaixo da terra, a até 25 metros de profundidade: os estromatólitos são rochas que se formam no fundo de mares rasos a partir de micro-organismos solidificados, que se acumulam como um tapete de limo.

Em Santa Rosa, com a retirada do calcário pela mineração, foram descobertos estromatólitos gigantes, que só haviam sido encontrados na Namíbia. O engenheiro de minas Marco Antônio Cornetti explica que esse tipo de rocha geralmente é pequeno, mas no interior de São Paulo há alguns com até três metros.

“Uma infinidade de algas morreu e o calcário começa a sedimentar em cima delas. Ninguém sabe por que essas algas não sedimentavam de forma plana, elas formam uma estrutura. Por que elas assumiram essa forma, ninguém sabe o motivo”, diz.

Cornetti trabalhou na pedreira em 1972, quando os primeiros indícios de vida marinha foram descobertos, e também atuou ao lado dos pesquisadores entre 2012 e 2015, na elaboração do inventário atual. Ele conta que o grupo também achou coprólitos, fezes fossilizadas de peixes e tartarugas.

“Elas têm formas diferentes: uma mais cilíndrica e outra mais redonda. Isso vai mostrar a origem de um e de outro [animal]. Esses coprólitos e os restos de conchas estão nessa camada [de rocha], o que comprova ambiente marinho nesse local”, afirma.

Nas áreas de mineração, os geocientistas ainda identificaram fragmentos de ossos de um vertebrado que antecedeu os dinossauros, o Mesosaurus brasiliensis. O animal vivia no mar de Irati e era parecido com um lagarto com um metro de comprimento, segundo Cornetti. “Ele ficava em cima do estromatólito, morria e caía entre dois estromatólitos. A onda ficava balançando e, por isso, você não encontra o corpo do Mesosaurus completo, porque a água do mar ficava balançando e separava todos os pedacinhos”, explica.

O mar de Irati se estendia pelos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e até partes do Uruguai, Paraguai e Argentina. Segundo os pesquisadores, movimentos geológicos fizeram quase toda água escoar para o oceano Atlântico.

“Na região de Uberlândia o solo foi levantando e foi expulsando o mar em direção à foz do Rio Paraná. Em Santa Rosa, ficou um mar fechado, com mais ou menos três mil hectares. Não entrou mais água, esse mar secou e na hora que foi secando, foi depositando calcário”, diz Cornetti.

O engenheiro explica que o Irati era um mar raso, com aproximadamente 200 metros de profundidade, e levou cerca de 20 milhões de anos para secar. Logo depois, a região virou um deserto e, lentamente, a vegetação foi se recompondo. As rochas existentes no local ajudaram a formar o maior reservatório de água do mundo: o Aquífero Guarani.


“Depois do mar, se formou um lago com lama argilosa. Aí, aparecem os derrames basálticos e a formação do que, todo mundo conhece, os aquíferos Guarani, Botucatu e Piraboia, que estão muito acima topograficamente dessa formação, são bem mais recentes”, diz.

Fonte: G1 notícias via criacionismo

Nota
do blog criacionismo: Os óculos conceituais com que a pessoa observa a natureza fazem variar e muito as conclusões a que ela chega. Sob o ponto de vista do modelo diluvianista/catastrofista fica bem fácil entender esse cenário: uma inundação de proporções gigantescas cobriu os continentes, arrastando e sepultando sob lama inúmeras formas de vida, misturando-as e, em alguns casos, desarticulando-as. Isso ajuda a explicar por que cerca da metade dos sedimentos continentais é de origem marinha. E ajuda a explicar, também, a tremenda abundância de fósseis em todos os continentes, já que, para que ocorra a fossilização, é preciso que os organismos sejam rapidamente sepultados debaixo de lama. Note que o texto acima afirma que as algas no Irati sedimentaram em forma de estruturas, não de forma plana. Não seria outra evidência de catástrofe? E a desarticulação do Mesosaurus não se deveria igualmente a isso? Segundo o pesquisador, o mar era raso e levou 200 milhões de anos para secar. Fácil afirmar, difícil explicar como... A notícia menciona ainda derrames basálticos e elevação de terreno, o que está em plena consonância com as previsões criacionistas. E o acúmulo de águas em aquíferos não seria uma referência às “fontes do abismo”, sobre as quais a Bíblia fala? [MB]

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Não tenho fé no acaso. Neste caso, prefiro acreditar nos dados do método científico, sem corrupção.

Ainda são intensas as resistências à Teoria do Design Inteligente dentro da academia. Mais resistentes ainda são os ex-darwinistas/evolucionistas que enxergam cientificamente que não há lógica alguma nas argumentações que o evolucionismo proporciona para explicar a vida. Ainda é forte a ideia de que a academia tem mantido o Establishment do dogma darwinista aceso.

Não causa estranheza quando se toma um livro texto de Biologia Molecular, Bioquímica ou Biologia básica e encontra nestes, textos tendenciosos que confirmam tal imposição aos leitores/estudantes, sem, sequer, citar um tipo que seja de argumento que mostre plausibilidade nas questões evolutivas. Veja este exemplo.
Este texto é de um livro de Biologia Celular e Molecular 4ª Edição, de Lodish, Berk e cols, prefaciado pela pesquisadora marxista Helena B. Nader.
Neste texto de introdução, o autor diz que falar sobre as origens da vida por meio de estudos Físicos e Químicos não procedem, pois todas as argumentações teriam que levar em conta as propriedades imutáveis da matéria. Em outras palavras, a Leis que regem o universo, e as Leis da Física e Química estão inclusas, têm e devem se consideradas, ora, uma vez que em se tratando de vida, e vida pressupõe movimento, respiração, trocas químicas, metabolismo, interação entre átomos, moléculas, com reações entre substratos e outros compostos gerando produtos e subprodutos, e estes com cargas elétricas, interação atômica e nesta, influenciando fortemente os meios biológicos onde estão. Seria extremamente desonesto, e chaga a ser imoral, uma ciência desconsiderar a Física e a Química para sustentar suas argumentações, mas, é exatamente isto que faz a academia hoje.

Aliás, um dos mais ferrenhos darwinistas, Thomas Huxley, afirmou em 1893:

“evolução e ética são incompatíveis“.

Existe corrupção na ciência. Nenhum setor de uma sociedade escapa desta maldita forma de agir com desonestidade. Huxley sustenta sua forma “ética” de fazer ciência sem ética com a seguinte afirmação:

“a prática do que é eticamente melhor (bondade ou virtude), envolve um molde de conduta que, em todos os detalhes, se opõe ao que leva ao sucesso na luta cósmica pela existência.”

A luta em entender melhor as origens fora da caixa preta de Darwin permanece mais forte do que nunca. Pesquisadores brasileiros, juntamente com pesquisadores de outros países têm promovido eventos que tentam expor a forma de pensamento científico da Teoria do Design Inteligente, que, de acordo com a lógica epistemológica do método científico, tem mostrado uma melhor argumentação para as origens.

A ideia central é a de explicar, diante do que já se sabe, que há todo um planejamento para a vida, e que tudo isto que já existe e funciona muito bem seja oriundo de um pré-projeto, um planejamento específico e exato, bem contrário ao que o evolucionismo diz, onde nada foi planejado, mas tudo veio por conta do acaso, e assim, este acaso é quem define a perfeição que já existe ao longo do tempo. Muito absurdo isto! Credibilizar o acaso, que sequer tem uma definição do que seja, como o “autor e consumador” da existência, da vida e do universo!

Sendo lógico, eu não teria a coragem de atribuir nada ao acaso. Seria um ato, ao mesmo tempo, de insanidade e de desonestidade científica. Dar créditos ao acaso (acreditar, depositar confiança = fé) é um ato que requer sobremaneira, uma fé muito superior àquela que a crença em Deus afirma que se deva ter. Sinceramente, ter fé no acaso é algo invejável aos que têm fé num Deus invisível.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Como se tornar um “cientista criacionista”

Temos recebido numerosos pedidos de estudantes que querem saber como eles podem treinar para serem “cientistas criacionistas”. Normalmente, oferecemos as seguintes diretrizes para essas mentes curiosas:

  *  Não há cursos que treinarão você para se tornar um cientista criacionista. Em vez disso, um cientista da criação é apenas um cientista que vê o mundo a partir de uma perspectiva bíblica. Ou seja, o universo foi originalmente criado “muito bom” por Deus em seis dias reais há alguns milhares de anos atrás; O mundo foi manchado pelo pecado de Adão, e mais tarde sofreu o julgamento por meio de uma catástrofe hídrica do Dilúvio global, no qual morreram todos os animais terrestres que respiravam ar (exceto aqueles representantes na Arca). Esses cientistas usam seus experimentos ou projetos de pesquisa para “preencher” o “quadro geral” da Bíblia e ampliar nossa compreensão do mundo e do universo. Por exemplo, algumas linhas de pesquisa atuais em andamento: Quais foram os limites biológicos dos “tipos” originais criados? Como é possível vermos a luz das estrelas a bilhões de anos-luz de distância? Qual é a compreensão criacionista da datação radiométrica?

 * Escolha um campo no qual que você tenha interesse (por exemplo, biologia, genética, paleontologia, geologia, química, botânica, história, astronomia, física, anatomia, geofísica…) e estude ele, juntamente com a Bíblia, para expandir ainda mais seus horizontes e habilidades. Lembre-se que a Bíblia tem antecipado ao longo do tempo verdades científica.

 *  Lembre-se de que todos nós (criacionistas e evolucionistas) estamos lidando com a mesma “evidência” ou dados, mas que os interpretamos de diferentes maneiras com base em nossas pressuposições ou axiomas.

  *  Mantenha-se atualizado sobre as últimas notícias dentro da comunidade criacionista, inscrevendo-se na Origem em Revista. Isso te ajudará a conhecer quais argumentos não usar, a fim de evitar um desserviço à comunidade criacionista e ao testemunho de Cristo, usando, neste caso, uma argumentação errada ̶ dando testemunho falso ̶ mesmo que esses argumentos estejam sendo usados ​​para apoiar a verdade da Bíblia.

  *  Compreenda os limites da “ciência operacional/funcional” e da “ciência histórica”, a diferença entre os dois, e como isso se relaciona com o seu campo escolhido.

  *  Confira o “currículo lattes” e/ou biografia de alguns pesquisadores atuais e estudiosos para obter idéias e informações sobre o que e onde estudar.

  *  Considere entrar em um mestrado, ou doutorado, em seu campo, contribua para a sua área e busque sempre a excelência (Nota: Por causa da perseguição intensa e discriminação potencial, alguns optam por manter seus pontos de vista bíblicos “em segredo” [prudência não é um pecado] até que recebam seus graus e tenham direito a estabilidade no emprego ou concurso). Sobre censura e perseguição aos criacionistas, leia Pesquisas censuradas: inteligência não é permitida e assista o documentário Expulsos: a inteligência não é permitida.

Confiamos que o Senhor continuará a promover Seu reino através da próxima geração de pesquisadores, educadores, cientistas, etc., que estejam dispostos a submeter-se à autoridade de Sua Palavra.

Design inteligente na morte?

Fatores intervieram no Design
Argumento evolucionista: “O design inteligente é capaz de verificar um projeto intencional nas garras e dentes de um leão que os utiliza para caçar e matar um antílope a fim de saciar sua fome? Em outras palavras: é capaz de identificar um projeto intencional na morte?”

Argumento do design: Alguns adeptos da Teoria do Design Inteligente (TDI) até poderiam levantar objeções de natureza moral a esse respeito, porque muitas vezes a intencionalidade desperta essa questão. Mas devemos nos restringir apenas ao campo científico. Nesse sentido, o design está especificamente comprometido com forma e função (Ex.: como lindas e eficientes facas de cozinha). A propósito, as espadas são projetos formidáveis (design para a morte).

Mas em relação a questionamentos como esse, precisamos separar o que é científico do que não é científico. Esse tipo de argumento é científico, mas a analogia não. Por quê? Porque estão sendo usadas duas coisas ontologicamente diferentes: uma teoria e um leão. Uma teoria científica é uma tentativa LÓGICA de nos levar ao conhecimento. O leão é um ser.

Essa pergunta científica se reduziria a pó numa análise filosófica. Por quê? Porque está atribuindo à TDI o status de TEORIA DO TUDO – capaz de identificar um projeto intencional de morte! Os proponentes do design buscam esclarecer que a TDI é uma teoria científica minimalista que IDENTIFICA sinais de inteligência. Só isso!

Quanto ao leão, se realmente suas garras e dentes foram projetados para matar, por que nem sempre ele mata um antílope? Quanto ao antílope, se suas pernas foram projetadas para correr, por que nem sempre sobrevive? Aqui entramos em outro ponto. É preciso entender que a TDI possui um comprometimento mínimo com o grau de otimização (eficiência) de um projeto. Aliás, esse comprometimento mínimo está relacionado às regras básicas de sistemas. Portanto, uma das predições da TDI é que existem fatores que podem vir a interferir no design de um projeto.

Fonte: Everton Fernando Alves, com Junior Eskelsen, responsável pelo portal tdibrasil.org

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Reafirmação do mito da fossilização evolucionista


Um felino sem vida, um ambiente de fossilização e uma imagem muito Didática. Nesta foto captada pela National Geographic há alguns anos, é quase uma poesia do tempo.

Um puma morto, com a carcaça jazendo no fundo raso de um corpo de água com as montanhas ao fundo. Os restos mortais do puma serão gradativamente cobertos por sedimentos (as próprias montanhas que vemos ao fundo podem ser fonte primária).

Se o acaso permitir, se necrófagos não comerem todo o cadáver, ou intempéries ou outros animais não destruírem tudo, o corpo dele será totalmente coberto, encerrando o processo de destruição bioestratinômica.

A partir daí, minerais entrarão sem pressa nos tecidos, especialmente nos ossos, causando transformações, e substituirão sua composição química original especialmente por sílica (etapa do processo de fossilização ou fossildiagênese), possibilitando que seus restos fiquem preservados por, talvez, milhões de anos.

O tempo necessário para que o processo de fossilização se complete, caso ele ocorra, pode variar bastante, a depender das condições naturais presentes no local e do tipo de processo de fossilização a se desenvolver.

Assim aconteceu com a maioria dos restos de animais preservados como dinossauros e outros animais fossilizados que conhecemos hoje. Se tudo der certo, teremos um fóssil de puma para paleontólogos do futuro fazerem suas conjecturas.

Fonte: Sociedade Científica via facebook

Nota: Este é um simples exemplo de tentativa de reafirmação do mito evolutivo da fossilização. A explicação é bem diferente da fossilização que os cientistas criacionistas acreditam. Publicamos neste blog várias matérias sobre a mitologia evolucionista, leia aqui. Selecionei também algumas palestras e comentários de pesquisadores criacionistas para você conferir. Assista logo abaixo:

Registro Fóssil - NUMAR-SCB



Um Olhar Químico Sobre o Processo de Fossilização - NUMAR-SCB



O Registro Fóssil Confirma a Teoria da Evolução? - NUMAR-SCB



Fósseis Parte 1 - Programa Origens TV Novo Tempo



Fósseis Parte 2 - Programa Origens TV Novo Tempo

sexta-feira, 7 de abril de 2017

ARMA QUÍMICA: Gás Sarin

Guerra Química
Nesta última terça-feira, 06, a Síria realizou um ataque químico em Khan Sheikhoun, na província de Idlib. A arma química utilizada foi o gás Sarin que fez matar quase 90 pessoas e outras centenas estão sentindo os efeitos, alguns deles serão irreversíveis.

O que são armas químicas? As armas químicas de guerra são definidas como qualquer substância química cujas propriedades tóxicas são utilizadas com a finalidade de matar, ferir ou incapacitar algum inimigo na guerra ou associado a operações militares.

Histórico

Fórmula estrutural do Salin
O que é a substância Sarin? É um composto organofosforado, classificado como agente neurotóxico, que atua inibindo as enzimas colinesterásicas, em particular a acetilcolinesterase (AChE), a AChE eritrocitária (EC 3.1.1.7) e a AChE butirilcolinesterase (EC 3.1.1.8). Tais compostos fosforados são conhecidos como armas químicas de guerra e armas de terrorismo, e estão entre as mais mortais dentre as armas químicas de guerra. O primeiro registro de exposição a inibidores da colinesterase foi em tribos nativas da África, que utilizavam feijão-de-Calabar, cujo princípio ativo é a fisostigmina. Em 1854, foi sintetizado o primeiro composto organofoforado, o tetratilpirofosfato, e, em 1937, foi esclarecida a fórmula geral dos organofosforados e sintetizado o Sarin.

Características do Salin

- líquido incolor e inodoro;
- agente muito volátil;
- DL50 (dose letal 50%) é estimada em 14,3 mg/kg;
- CL50 (concentração letal 50%) é estimada em 100 mg/min/mm³.

Mecanismo de ação
Figura 1. Esquema do processo de
 transmissão e controle nervoso nas sinapses
A acetilcolina (ACh) é o mediador químico necessário para a transmissão do impulso nervoso em todas as fibras pré-ganglionares do sistema nervoso autônomo, em todas as fibras simpáticas pós-ganglionares parassimpáticas e em algumas fibras simpáticas pós-ganglionares, que inervam as glândulas sudoríparas e os vasos sanguíneos musculares (Figura 1). Além disso, a ACh é o transmissor neuro-humoral do nervo motor do músculo estriado (placa mioneural) e de algumas sinapses interneuronais no sistema nervoso central (Figura 2).

A transmissão do impulso nervoso requer que a ACh seja liberada no espaço intersináptico ou entre a fibra nervosa e a célula efetora. Depois, a ACh se liga a um receptor colinérgico nicotínico ou muscarínico, gerando um potencial pós-sináptico de ação e a propagação do impulso nervoso. A seguir, a ACh é imediatamente liberada e hidrolisada pela AChE.

A ACh une-se aos sítio aniônico e esterásico da acetilcolinesterase (AChE) através de forças como a de van der Waals, dando lugar ao complexo enzima-substrato; em seguida, é liberada a colina, e a enzima fica acetilada. A enzima acetilada reage com água para regenerar a enzima, liberando ácido acético, conforme Figura 2.
AFigura 2. Hidrólise da ACh pela AChE
O sarin, como os demais organofosforados, se liga de forma bastante estável e mais forte ao centro esterásico da enzima acetilcolinesterase inibindo (Figura 3), assim, sua ação por impedimento espacial. Desta forma, a acetilcolinesterase não consegue se ligar a acetilcolina, que por sua vez acumula-se nas fendas sinápticas, desencadeando todos os vários sinais característicos da intoxicação (Figura 4). 
Figura 3. Esquema simplificado do sítio ativo da AChE

Figura 4. Mecanismo de ação do Sarin
Os efeitos anticolinesterásicos dos agentes neurotóxicos podem ser caracterizados como muscarínicos, nicotínicos, e sobre o sistema nervoso central (SNC) (Figura 5).
Figura 5. Efeito da inibição da AChE

Antídotos

No tratamento de episódios de intoxicação aguda por agentes neurotóxicos, como é o caso do sarin, são administrado dois antídotos específicos, a atropina e a pralidoxima.

A atropina é um antagonista das ações da acetilcolina e atua bloqueando os efeitos muscarínicos da estimulação colinérgica. Ela compete com a acetilcolina por um local de ligação comum no receptor muscarínico, diminuindo a crise colinérgica provocada pelo sarin e demais compostos neurotóxicos.

A pralidoxima promove a reativação da enzima acetilcolinesterase através da remoção do grupo fosforil ligado ao grupo éster da enzima, restaurando a função normal da acetilcolinesterase. Nesta reação, o sarin (e outros agentes neurotóxicos) e a pralidoxima são mutuamente inativados. Estes produtos são, então, submetidos a uma rápida biotransformação, levando à remoção do sarin e de outros compostos neurotóxicos.

Métodos de detecção

O gás sarin pode ser detectado em amostras biológicas como: urina, sangue, cabelo, entre outras, e, em amostras do solo, água, roupas, entre outras. O sarin, assim como outros agentes neurotóxicos, podem ser detectados empregando GC/MS, GC/MS/MS, LC/MS/MS.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Inauguração do Discovery - Mackenzie

Um histórico e grande evento acontecerá nos dias 05 e 06 de Maio no Mackenzie - SP, Rua da Consolação, 930, na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Estará sendo inaugurado o DISCOVERY - MACKENZIE em parceira com o Discovery Institute - USA.

O DISCOVERY - MACKENZIE O Discovery-Mackenzie é um núcleo de pesquisa interdisciplinar da Universidade Presbiteriana Mackenzie que promove estudos científicos focados em complexidade e informação na busca de evidências que apontem para a ação de processos naturais ou design inteligente na natureza, explorando as implicações dessas descobertas para a relação entre ciência e sociedade, incluindo a fé. Para este fim, o Discovery-Mackenzie coordena ações que fomentem a pesquisa científica e sua divulgação, organiza encontros científicos e cursos de capacitação e produz materiais de divulgação científica e de cunho educacional, mantendo intercâmbio de conhecimento e pessoal com o Discovery Institute – USA e outros centros afiliados.

Na sexta a noite, 5 de Maio, as 18h, será inaugurada a sede do Discovery-Mackenzie, que acomodará uma biblioteca, sala de treinamento e workshops, e sala de leitura e escritórios. A inauguração da sede será seguida de uma cerimônia de inauguração (entrada franca para inscritos) iniciada as 19h30 no auditório da Escola Americana.

Nesses eventos, uma delegação de renomados nomes do DI-USA estará presente, entre eles o presidente do Discovery Institute-USA, Steven J. Buri e três de seus principais pesquisadores afiliados: Michel Behe, Douglas Axe e Brian Miller.

Michel Behe é famoso no mundo todo pelo seu Best Seller “A Caixa Preta de Darwin”, livro que lançou as teses do Design Inteligente moderno, mostrando ser a TDI referendada pela bioquímica moderna, catalisando assim uma ampla discussão sobre a viabilidade da Evolução Darwiniana.

Douglas Axe se tornou hoje também um dos grandes defensores da TDI por intermédio de seu livro recentemente publicado, outro Best Seller intitulado “Undeniable: How Biology Confirms Our Intuition Life is Designed", sendo também diretor do "Biologic Institute”, um centro de pesquisas associado ao DI-USA. Em seu livro, Douglas Axe argumenta que o DI, à luz da Biologia moderna, é evidente e inquestionável, sendo ainda coincidente com a nossa intuição.

Brian Miller é Ph.D em Física e dá palestras em todo o mundo sobre o DI e a suas implicações para a visão de mundo cristã.

Na cerimônia, que contará com a participação e palavras de várias autoridades e diretores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e da Sociedade Brasileira do Design Inteligente – TDI BRASIL, além de várias outras autoridades, serão apresentados os objetivos do Discovery-Mackenzie, suas metas e relevância no debate hoje reaquecido entre fé e ciência. Na noite de sexta, Michel Behe e Douglas Axe também proferirão palestras referentes ao tema fé e ciência.

No sábado, dia 6, um curso intensivo de treinamento em Design Inteligente será oferecido para convidados, e conjuntamente pelos pesquisadores do DI-USA e Discovery-Mackenzie, com o objetivo de treinar professores e palestrantes sobre os princípios gerais do Design Inteligente e sua viabilidade frente à evolução Darwiniana.

Para se inscrever no evento de inauguração da sede do Discovery-Mackenzie, clique aqui.
Para se inscrever no curso, mande um e-mail para: contato@tdibrasil.com e coloque seus dados e uma justificativa de sua participação.

Fontes: TDI Brasil e Portal Mackenzie

sábado, 1 de abril de 2017

Tabela Periódica completa para impressão. É gratuita!

Material paradidático gratuito
Desde junho do ano passado a IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada), organização não governamental internacional dedicada ao avanço da química, divulgou os quatro novos nomes de elementos químicos que faltavam para completar o sétimo período da tabela periódica. Entretanto, muitos professores de Química continuam utilizando suas tabelas periódicas desatualizadas em sala de aula. Hoje alguns órgãos e empresas especializadas na área de química já estão disponibilizando para o mercado brasileiro esta nova tabela periódica. 

Um exemplo específico disso é o site tabelaperiódica.org, um órgão sem fins lucrativos que tem como objetivo fornecer uma coleção diversificada de informações sobre cada elemento da tabela periódica. No início deste ano eles divulgaram sua Tabela Periódica dos elementos químicos atualizada com formatos em PDF e JPG colorida e preto e branco para baixar gratuitamente e imprimir em folhas A4. 

As opções para impressão são bem variadas como: tabela periódica com massa (peso) atômico simplificados [indicada para estudantes], tabela periódica com intervalos de massa (peso) atômico [indicada para químicos e pesquisadores], existe também a versão somente com os símbolos dos elementos,o com símbolos e números atômicos e também com as versões especiais do tipo Tabela em códigos QR, formato de um mapa de metrô e estilo calendário maia.

Geralmente professores e estudantes utilizam estas tabelas A4 em sala de aula para realizar exercícios de fixação ou para atividades avaliativas e geralmente são anexadas em provas para que os alunos consultem as massas atômicas, números atômicos e símbolos atômicos, pois muitos professores não oferecem este valores nas suas respectivas questões avaliativas.

Para baixar gratuitamente todas as tabelas oferecidas pelo site TabelaPeriódicas.org, clique aqui.

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Vale lembrar que neste blog divulgamos também a Tabela Periódica da Química Inteligente modelo 2017 - leia aqui. A Tabela Periódica de Química Inteligente - 2017 tem um diferencial muito grande das demais que são vendidas no Brasil, começando pelo design inovador, com cores vivas e detalhes mais nítidos garantindo uma impresso de alta resolução em lona de vinil com acabamento diferenciado, além de ser impermeável. Suas dimensões chamam bastante atenção por serem também as maiores do mercado com 90 cm de altura por 120 cm de largura.
Tabela Periódica atualizada no formato de banner 90 cm de altura por 120 cm de largura
Além da tabela periódica, este banner trás outras informações e dados como:  nome atômico, número atômico, massa atômica, configuração eletrônica, raio atômico, temperatura de fusão, temperatura de ebulição, eletronegatividade, 1° energia de ionização e densidade. Na versão de 2017 da tabela periódica Química Inteligente, foram incluídos a tabela de Potenciais Padrão de Redução e a Fórmula de Conversão das 3 principais Escalas Termométricas.

Com a estrutura desse material - Tabela Periódica Química Inteligente 2017 - os professores podem utilizar em suas aulas expositivas viabilizando assim a visualização de toda a classe de até 40 alunos.


Se você é professor ou aluno e se interessou na aquisição desta Tabela Periódica dos Elementos Químicos da
Química Inteligente - versão 2017, poderá entrar em contato pelo e-mail: quimicainteligente.qi@gmail.com ou nos telefones: (12) 9 8306-5850 Tim e WhatsApp. / (77) 9 9847-0538 VIVO.
Criadores do projeto Química Inteligente. Da esquerda para direita da foto: Professores Firmo Neto e Éverton Toffanetto, apresentando a 1° edição da Tabela Periódica Química Inteligente - Ano de 2012.

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