quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cientistas seculares continuam sem respostas

À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% “naturais” para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

A New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou “Porque é que o universo existe?” e “Porque é que existe algo em vez de nada?” (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como “se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente.” (Ibid, 29)

Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos (Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De facto, a mais básica de todas as leis científicas – a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) – torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.

Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A “ciência” secular desconhece: O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto. (Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)

A repórter Amanda Gefter diz: É uma sorte nós estarmos aqui. (Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)

Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).

Nota do blog Darwinismo: As “explicações” naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Actualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial – com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) – de alguma forma construiu-se a ela mesma na “sopa primordial” de Darwin.

Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta “sopa” ou evidências que demonstrem como tais nucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.

De facto, Michael Marshall reportou: “Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?” (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e “A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma.” (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011. Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)

“Deve ter” é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal “deve” existir uma explicação totalmente naturalista.

Mais à frente no artigo, Marshall lamenta: Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas. (Ibid, 35.)

À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.

Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que “deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início“. Problema resolvido!

No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:

Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. “Essa experiência será feita”. (Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)

Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).

A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.


 
Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes.

Fonte: Darwinismo

Enguia fóssil tem coluna parecida com a humana

Um estudo publicado nesta segunda-feira (14) mostrou que uma enguia que viveu há cerca de 350 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] já tinha uma coluna vertebral semelhante à dos animais terrestres, incluindo os humanos. Em geral, os peixes têm uma anatomia mais simples, dividida apenas em duas partes – antes e depois da cauda. Já os animais terrestres têm a coluna separada em cinco seções – cervical (no pescoço), torácica (na parte de cima do tronco), lombar (na parte de baixo do tronco), sacrais (na altura da pélvis) e caudais (na cauda). As vértebras de cada uma dessas regiões possuem características próprias, que revelam a que parte ela pertence. O fóssil do Tarrasius problematicus, encontrado na Escócia, revela que essa enguia pré-histórica tinha a versão mais complexa, com as cinco subdivisões. A descoberta de Lauren Sallan, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, publicada pela revista científica Proceedings of the Royal Society B traz um problema para os paleontólogos. Normalmente, as características das vértebras eram usadas para determinar se um fóssil era de um animal aquático ou terrestre. Com a novidade, esse traço sozinho não será mais suficiente para revelar os hábitos de um animal pré-histórico.

Fonte:
G1 Notícias via Criacionismo

Nota: Bota problematicus nisso esse novo fóssil! É mais uma evidência factual que mostra o quão pouco os darwinistas sabem sobre a história passada da vida na Terra. E esse não é o único problema com que eles têm que lidar. A questão é: Como explicar tremenda complexidade em tempos tão remotos, como ocorre com esta água viva, por exemplo? Como explicar que órgãos tão complexos tenham evoluído independentemente em seres tão diversos, como ocorre também com o olho da lula e do ser humano? E mais: Essa descoberta relacionada ao Tarrasius problematicus adiciona outro ponto constrangedor à história: durante muito tempo, animais aquáticos e terrestres foram diferenciados com certeza por essas características nas vértebras. É mais ou menos como a suposta evolução humana: as certezas do passado volta e meia são derrubadas por novas descobertas (geralmente fragmentos de ossos sujeitos a muita interpretação subjetiva). Sem dúvida, é um golpe no orgulho de pesquisadores que acham que já sabem de tudo sobre evolução e origem da vida. Repensar teorias não deveria doer tanto...[Michelson Borges]

O artigo original (“Tetrapod-like axial regionalization in an early ray-finned fish”) pode ser lido aqui.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Menos religião e mais Jesus Cristo!


Fonte: Bíblia e a Ciência


Nota: É para refletir. Parece contraditório este banner, mas não é! Temos que repensar nosso verdadeiro significado do cristianismo. Viver um cristianismo teórico é uma coisa, práticá-lo tem outra postura! [FN]

sábado, 19 de maio de 2012

ACONTECEU NA MINHA VIDA - Bebê ressuscita após médica cristã orar a Deus


A Drª Marta Martínez em entrevista ao Christian News Today testemunhou que sem poder fazer nada pelo bebê apenas orou a Deus: “Eu vivi este milagre alguns anos atrás, enquanto estava trabalhando em um hospital numa cidade pequena, longe da capital”. disse a médica uruguaia.

Ela conta que chegou a desistir de tentar fazer algo pela criança, devido ao seu estado e às condições sociais da família.

“Era um bebê com cerca de um mês de idade e sua mãe era uma adolescente muito pobre. O bebê chegou ao hospital em estado crítico, com desidratação, desnutrição e septicemia. Não parecia que podíamos fazer algo para mudar o quadro. Ele morreu pouco tempo depois. Eu estava observando-o no momento da morte, e pensei: ‘É melhor para ele morrer, porque no meio ambiente que vive e esse tipo de família, ele não teria qualquer chance de sucesso. Toda a sua vida seria um ‘Calvário’, com falta de esperança e sem oportunidades”, relata a médica.

A Dra. Martínez porém afirmou que sentiu um desejo repentino de orar pela criança: “Senti Deus falando comigo: ‘Ele tem o direito de viver’. Imediatamente, coloquei minha mão sobre o menino, comecei a orar e agradecer a Deus por aquela vida. Ele foi ressuscitado. Voltou a viver! Foi um milagre incrível”.

Após a ressurreição, a criança foi transferida pra um hospital com mais recursos, onde foi submetido a tratamento intensivo. A médica relata que meses após, precisou ir ao hospital onde a criança havia sido internada, e teve foi surpreendida pela enfermeira chefe, que contou que a criança havia melhorado.

 “Quando o vi, fiquei surpresa ao ver que ele era um bebê muito grande e saudável. Deus me permitiu ver o milagre completo. Eu vi também outras curas. Acredito na cura divina, porque, em primeiro lugar, está escrito na Bíblia, e segundo porque vi outros curados de uma maneira milagrosa. Também tive experiências em meu próprio corpo”, testemunha a Dra. Martínez.

Maria Martínez acredita que a fé na cura divina não pode ser deixada de lado: “Não apenas os médicos cristãos, mas todos os cristãos devem acreditar na cura divina. Isso está escrito na Bíblia e também foi uma parte muito importante do ministério de Jesus na terra”.

Atualmente a Dra. Martínez está na cidade de Nairobi, no Quênia, onde participará nos dias 25 e 26 /05 da Conferência Anual da Rede de Médicos Cristãos (WCDN), organização interdenominacional que reúne profissionais da área de saúde em todo o mundo.

Fonte: Adbangu

Nota: Ás vezes, como cristão nos dias de hoje, me sinto um pouco cético a respeito de milagres extraordinários, como este testemunhado e vivido pela Dr. Martínez. E você, se sente assim também? Mas, por que não acreditá-los?

Nos últimos tempos presenciamos constantemente muitas desonestidades e falsas curas (da parte de algumas igrejas evangélicas com o objetivo de conquistar fieis para suas congregações - movidos pela teologia da prosperidade, que no meu ver, é antibíblica) e com isso faz aumentar nosso ceticismo a respeito do assunto.

Todavia, mesmo no século em que vivemos - de descréditos e de pouca fé - pretendemos reafirmar que estes milagres que acabamos de ler (como na época de Cristo) ainda podem acontecer.

Para tanto, a partir de hoje, abrimos este espaço, no blog Ciência e Fé, para o amigo leitor, que queira também dividir conosco sua história ou testemunho daquilo que Deus tens feito em sua vida. A proposta é que os referidos testemunhos sirvam de exemplo e fortalecimento espiritual para outros irmãos cristãos que estão fracos para a caminhada celestial.

Vale ressaltar, que seu testemunho além ser publicado no blog Ciência e Fé, também poderá ser lida no Programa Gospel de Rádio na 96,3 FM (www.guanambifm.com.br) realizado por Firmo Neto. Então, se você realmente tem uma história marcante para nos contar, escreva para o meu e-mail: firmonneto@hotmail.com e coloque o título: Aconteceu na Minha Vida. Estarei aguardando! [FN]


sexta-feira, 18 de maio de 2012

As três principais deficiências na evolução darwinista conforme ensinadas hoje nas escolas públicas

Nós geralmente recebemos e-mails de estudantes buscando informação sobre a evolução. Recentemente um estudante universitário fez a seguinte pergunta: “Quais são a três principais deficiências na teoria evolucionária sendo ensinada hoje nas escolas públicas?” Minha resposta foi a seguinte:

“Infelizmente a maioria das escolas públicas NÃO ensinam sobre as deficiências na teoria evolucionária. Em vez disso, eles censuram esta informação, escondendo dos alunos toda a ciência que desafia a evolução darwinista. Mas em um mundo perfeito, se a evidencial contra a teoria darwinista fosse ensinadas, essas seriam as minhas três escolhas principais:

(1) Dizer aos alunos que o registro fóssil frequentemente não tem formas transicionais e que há “explosões” de novas formas de vida, um padrão de radiações que desafia a teoria evolucionária darwinista.

(2) Dizer aos alunos que muitos cientistas têm desafiado a capacidade da mutação aleatória e a seleção natural produzir características biológicas complexas.

(3) Dizer aos alunos que muitas linhas de evidência a favor da evolução darwinista e do ancestral comum são fracas:

a. Os embriões vertebrados começam a se desenvolver muito diferentemente, em contraste com os desenhos dos embriões frequentemente encontrados nos livros didáticos que, na maioria, aparecem semelhantes.

b. A evidencia do DNA pinta quadros conflitantes da “árvore da vida”. Não existe nenhuma única “árvore”."

c. A evidencia de mudanças de pequena escala, tais como as mudanças modestas no tamanho dos bicos de tentilhões ou as leves mudanças nas frequências de cor nas asas das “mariposas almiscaradas”, mostra microevolução, NÃO MOSTRA macroevolução.

É claro, em um mundo perfeito, eu também preferiria que mais do que meramente ‘três deficiências na teoria evolucionária” fossem ensinadas aos estudantes.

Eu também indiquei ao estudante um recurso que nós enviamos regularmente para alunos universitários, The College Student's Back-to-School Guide to Intelligent Design [O guia sobre Design Inteligente do estudante universitário de volta à escola], que contém um punhado de respostas úteis para as objeções comuns ao Design Inteligente.


Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica

É FALSA a afirmação de Nélio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe, de que é “anticientífica” a maneira com que alguns pesquisadores vêm questionando publicamente a teoria evolutiva.

A proposta deste grupo de cientistas para a Universidade de São Paulo criar um Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) sobre Educação, Divulgação e Epistemologia da Evolução Biológica, é mais do que bem-vinda, mas será um Núcleo sério se ensinar objetivamente as muitas deficiências fundamentais da teoria da evolução encontradas no contexto de justificação teórica. Se não houver esta verdadeira atitude científica, será mais uma trincheira blindando Darwin de quaisquer críticas, até as científicas mencionadas frequentemente neste blog.

Se assim for, será um grande desperdício de dinheiro público e uma inominável deformação científica da educação de nossos alunos. Este blog irá se contrapor ao NAP caso ele tiver esta função canhestra de manutenção do dogma da Nomenklatura científica: DARWIN LOCUTA, EVOLUTIO FINITA!!!

Problemas com a Árvore da Vida evolucionária que você não aprendeu em aula de Biologia


Este artigo discute problemas com a Árvore da Vida evolucionária que você não aprendeu em aula de Biologia

Se apenas os evolucionistas dissessem ao mundo o que eles dizem entre si. Na mídia popular, nos livros detalhados sobre a evolução e nos livros-texto [de Biologia do ensino médio] uma frente unificada é apresentada: a evolução é um fato assim como é a gravidade ou a esfericidade da Terra. Seria perverso e irracional concluir o contrário. A evidencial científica a favor da evolução é esmagadora. Não existem problemas científicos substancias com a evolução, apenas questões científicas sobre detalhes. Simplificando, nós sabemos que a evolução ocorreu, apenas não sabemos como ocorreu.

Mas, nas entranhas das bibliotecas acadêmicas, as publicações de pesquisas altamente técnicas contam uma história diferente. As evidências científicas que os evolucionistas geralmente se reportam como confirmando tão fortemente a evolução, na verdade, não confirmam. Sim, existem evidências que são consistentes com a evolução, mas também há muitas evidências que não são. Na verdade há muitas evidências que argumentam contra a evolução. Isso é evidente nas muitas predições fundamentais feitas pela evolução que falharam. Há uma incompatibilidade escancarada entre as altas afirmações dos evolucionistas e a ciência verdadeira. [Continue lendo aqui!]

Evolução para idiotas (em poucas palavras)

Como vimos nesta postagem, a posição de consenso entre os evolucionistas é que a evolução é um fato, cada pedacinho dela, assim como a gravidade, a esfericidade da Terra e o heliocentrismo são fatos. Mas a evidência científica não mostra a evolução como sendo um fato, então o que está acontecendo? Por exemplo, os evolucionistas recorrem ao registro fóssil, mas os fósseis revelam que as espécies existiram no passado, não como elas chegaram lá. Adaptações mínimas são sugeridas nos fósseis, mas a mudança evolucionária de grande escala deve ser inferida de ter ocorrido entre fósseis de espécies diferentes. Na verdade, o registro fóssil revela explosões de diversidade e novas formas surgindo abruptamente.

Os evolucionistas também recorrem à anatomia comparativa. Mas, novamente, esses exemplos não nos dizem como as espécies surgiram. A semelhança entre as espécies não implica uma relação evolucionária. Na verdade, a anatomia comparativa comumente revela padrões contraditórios. Espécies distantes compartilham dos mesmos designs, e espécies irmãs mostram designs muito diferentes.

Os evolucionistas também recorrem à adaptação de pequena escala que podemos observar. Mas não sabemos se essas adaptações geralmente se acumulam para criar a mudança de grande escala que a evolução exige que ocorra. Na verdade, até os evolucionistas têm concordado que isso é muito duvidoso, e que algum outro mecanismo desconhecido se faz necessário. De fato, essas adaptações são produzidas como consequência de estruturas moleculares complicadas, e de mecanismos cujas origens a evolução não explica.

Há evidência a favor da evolução? Certamente, há bastante evidência a favor da evolução. Mas existem problemas significativos com a evolução. Há bastante evidência a favor da evolução, assim como há bastante evidência a favor do geocentrismo. Mas a ciência não se revelou boa para as duas teorias.

Assim, a evidência a favor da evolução segue este padrão geral: até no seu melhor, ela não prova a evolução como sendo um fato. E, além disso, a evidência revela problemas substanciais com a evolução.

Então como podem os evolucionistas proclamar a evolução como sendo um fato, com tanto fervor? Parece haver um descompasso gritante entre a evidência e as afirmações de verdade dos evolucionistas. A resposta é que os evolucionistas usam o raciocínio contrastante. A evolução não é afirmada como sendo um fato baseado em quão bem ela se encaixa na evidência, mas, antes, quão pobremente a alternativa se encaixa na evidência. A evolução é provada ser um fato pelo processo de eliminação.

Por exemplo, os evolucionistas explicam que os designs da natureza aparentemente inúteis ou prejudiciais não fazem sentido, a não ser à luz da evolução. Tais designs prejudiciais não são, na verdade, preditos pela evolução. Eles são probabilidade baixa em evolução, mas esses designs prejudiciais são pelo menos entendidos considerando-se a falta de planejamento da evolução. Os designs podem ser de probabilidade baixa, mas não de todo impossíveis.

Mas, se as espécies foram planejadas inteligentemente, então esses designs inúteis e prejudiciais não fazem nenhum sentido. Assim, podemos dizer que a evolução é provada não por evidências positivas, mas por evidências negativas. E, na verdade, quanto pior for a evidência, melhor para a evolução, porque tais evidências negativas são muito piores para a alternativa.

Na verdade, não existem demonstrações do fato da evolução que não apelem para tal raciocínio contrastante. Os evolucionistas têm um grande número de provas a favor do fato da evolução, mas eles sempre trazem alguma forma desse raciocínio contrastante. Eis como o filósofo Eliott Sober explica o raciocínio contrastante:

“Este ultimo resultado fornece um lembrete de quão importante é o quadro contrastante para avaliar a evidência. Parece ofender o senso comum dizer que E é a evidência mais forte a favor da hipótese da ancestralidade comum, quanto menor for o valor de [a probabilidade de E considerando-se a hipótese da ancestralidade comum]. Isso parece equivalente dizer que a evidência apoia melhor a hipótese quanto mais milagrosa fosse a evidência se a hipótese fosse verdadeira. Entramos em um mundo a la Lewis Carroll, onde para baixo é para cima? Não, o ponto é que, nos modelos que temos examinado, a proporção [a probabilidade de E considerando-se a hipótese da ancestralidade comum dividida pela probabilidade de E considerando-se a hipótese da ancestralidade separada] sobe enquanto [a probabilidade de E considerando-se a hipótese de ancestralidade comum] desce. ... Quando as verossimilhanças das duas hipóteses estão ligadas dessa maneira, é um ponto a favor da hipótese da ancestralidade comum que diz ser a evidência muito improvável” (Evidence and Evolution, p. 314).

Esses argumentos e conclusões evolucionários são muito poderosos. Parece que o argumento do evolucionista é convincente. As espécies devem ter surgido espontaneamente via mecanismos evolucionários. Mas, em tudo isso, tem uma pegadinha.

A ciência não pode saber todas as explicações alternativas para a origem das espécies. Quando os evolucionistas concluem que a evolução é um fato via processo de eliminação, eles estão fazendo uma pressuposição sutil, mas não uma pressuposição científica crucial – a de que eles sabem todas as explicações alternativas.

Assim, todos esses argumentos evolucionários poderosos a favor do fato da evolução não são científicos. Em outras palavras, a evolução tem argumentos extremamente poderosos e convincentes, mas o custo de construir tal caso poderoso é que a ideia não é científica.

Sem essas provas poderosas, a evolução ficaria exposta aos muitos problemas e contradições científicas. A ideia de que o mundo, e tudo da biologia, surgiu espontaneamente é, de uma perspectiva estritamente científica, extremamente improvável. Mas a evolução é blindada de tais problemas pelas suas poderosas provas não científicas.

Esse aspecto não científico da evolução é imenso e seria difícil subestimá-lo. Ele tem alterado dramaticamente a própria percepção de ciência e de sua evidência. Considerando-se o fato da evolução, toda a biologia é interpretada de acordo com essa ideia. Os muitos problemas científicos com a evolução se tornam “problemas de pesquisas” mais amigáveis. E a teoria se torna imune ao ceticismo científico.

Fontes: Cornelius Hunter, via Desafiando a Nomenklatura Científica via criacionismo

Nota: O livro Evolution for Dummies (Evolução Para Idiotas) pode ser comprado na Amazon Books ou na Livraria Cultura.
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